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Fascismo escancarado, cantemos a Bella Ciao!

“Ditadores armam o povo até o momento em que conseguem impor sua ditadura. Depois, desarmam, já não precisam mais do povo, já terão controle total sobre o poder armado do Estado. Todos os ditadores da História, especialmente os líderes do nazismo e do fascismo, seguiram este caminho. Bolsonaro escancarou a questão do fascismo”

 

 

O que houve de mais horripilante naquela reunião ministerial tenebrosa do dia 22 foi a explicitação da marcha de Bolsonaro para a fascistização do país. De resto, ela acabou com a esperança de que ele pudesse ser afastado pelo STF, com licença da Câmara, por crime comum. Ninguém agora poderá dizer que desconhecia o plano fascista, apresentado sem meias palavras por Bolsonaro.

– É escancarar a questão do armamento aqui. Eu quero todo mundo armado! Que povo armado jamais será escravizado. E que cada um faça, exerça o teu papel. Se exponha.

E em outros dois trechos:

– O povo tá dentro de casa. Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui!

 

– Eu peço ao Fernando e ao Moro que, por favor, assine essa portaria hoje que eu quero dar um puta de um recado pra esses bosta! Por que que eu tô armando o povo? Porque eu não quero uma ditadura! E não da pra segurar mais! Não é? Não dá pra segurar mais.

Moro, já com a cabeça na bandeja, assinou a portaria no dia seguinte. É aquela que aumenta o limite para compra de munição, para quem tem armas, de 200 unidades por ano para 550 por mês. Em outras palavras, de 200 para 6.600 unidades por ano. E que sabemos nós de como anda a compra de munição país afora? E que sabemos nós sobre como anda este movimento de municiar-se, por parte dos que acreditam na possível guerra civil mencionada na nota dos militares da reserva que se solidarizaram com a nota golpista do general Heleno? Não sabemos nada mas algo sinistro pode estar acontecendo nas sombras.

Ditadores armam o povo até o momento em que conseguem impor sua ditadura. Depois, desarmam, já não precisam mais do povo, já terão controle total sobre o poder armado do Estado. Todos os ditadores da História, especialmente os líderes do nazismo e do fascismo, seguiram este caminho. Bolsonaro escancarou a questão do fascismo.

Quem pode fazer algo contra isso? O STF, que já está na linha de tiro, que já se tornou o alvo claro e brilhante das milícias do ódio e do próprio...

Extrema direita, Brasil

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  • Ladrões de Bicicletas (Nuno Serra)
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O SNS não fecha a porta

«O Serviço Nacional de Saúde não fecha a porta. E muitos privados puderam fazê-lo. Puderam exercer o mecanismo do lay-off. Os vales cirúrgicos, que puderam continuar a ser emitidos - e para os quais teria sido tão útil que o setor privado e social continuasse a garantir resposta - não tiveram utilização por duas ordens de razões. A primeira é porque as pessoas naturalmente tiveram receio e não os quiseram utilizar. A segunda é porque muitos convencionados, e poderemos fornecer-lhe a lista nominativa, disseram que queriam suspender as suas convenções. Disseram que não estavam lá, que não podiam. Que não era o momento, que também tinham medo. Que não estavam disponíveis para prestar serviços. E portanto isso fica agarrado à pele e não desaparece.»

Resposta da ministra Marta Temido (ver aqui, a partir dos 5' e 37'') à deputada Ana Rita Bessa (CDS-PP), que quis saber porque é que o Estado não recorreu mais aos privados da saúde no contexto da pandemia. Como se estes tivessem dado sinais, nos últimos meses (uma história ainda por sistematizar com o devido detalhe), de que se pode contar com eles quando as coisas se complicam.

Sabemos bem que a ideia de um «sistema único de saúde», que indiferencie prestadores públicos e privados (cabendo ao Estado financiar estes últimos), é um velho sonho da direita. Mas se há noção que a pandemia veio reforçar é a de estamos perante dois universos que priorizam objetivos claramente distintos - vidas salvas e lucros gerados - como bem

Saúde

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  • joaompmachado in 'A Viagem dos Argonautas'
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PORQUE XI NÃO VAI REPETIR OS ERROS DA DINASTIA MING, por PEPE ESCOBAR

OBRIGADO A PEPE ESCOBAR, PATRÍCIA ZIMBRES, ASIA TIMES, BRASIL247, ALAINET E A TODOS OS QUE TENHAM CONTRIBUÍDO PARA ESTE TRABALHO

 

Obrigado `à Wikipedia e a Bazonka

 

 

Why Xi won’t repeat Ming Dynasty mistakes, por Pepe Escobar

Asia Times, 11 de Maio de 2020

Selecção de João Machado

 

Xi Jinping dirige aos chineses mensagem de Ano Novo Foto: Xinhua

 

A China aprendeu com a sua riquíssima história e está a aplicar essas lições para voltar a aparecer como uma grande potência do século 21.

Agora que a guerra híbrida 2.0 contra a China, turbinada por uma sinistra campanha de desinformação, atinge seu pico febril, as Novas Rotas da Seda, ou Iniciativa Cinturão e Rota, continuarão a ser incessantemente demonizadas como o proverbial e maligno plano comunista para dominar econômica e geopoliticamente o mundo “livre”.

É perda de tempo discutir com simplórios. Para que possa haver um debate informado, o importante é encontrar as raízes mais profundas da estratégia de Pequim – o que os chineses aprenderam com sua rica história e como eles vêm aplicando essas lições para ressurgir como uma grande potência no jovem século XXI.

Comecemos pela maneira como o Oriente e o Ocidente, no passado, se posicionavam no centro do mundo.

A primeira enciclopédia histórico-geográfica chinesa, o Clássico das Montanhas e do Mar, do século II A.C., nos diz que o mundo era o que existia sob o sol (tienhia). Formado por “montanhas e mares” (shanhai), o...

China, História

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O ponto de não retorno será repentino

por Michael Hudson
entrevistado por The Saker

Sempre tive por Michael Hudson a maior estima. Não apenas o considero como o meu economista favorito nos EUA, mas também sei que ele é um ser humano generoso. Ele manifestou essa generosidade novamente quando concordou em responder a algumas perguntas muito básicas que um não-economista como eu faria. Estou profundamente grato a Michael por ter tempo para me responder!
The Saker

The Saker: Suponho que, como qualquer outro sistema, a economia e o sistema financeiro dos EUA e, em geral, do Ocidente venham a ser penalizados, mas deve haver um "ponto de não retorno", após o qual todo o sistema se desmorona como um castelo de cartas. Minha primeira pergunta é dupla: a) o que seria esse "ponto de não retorno" e se acha que já (ou em breve) o atingimos? b) Quais seriam os sinais de que esse "ponto de não retorno" foi alcançado (ou está prestes a ser alcançado)?

Michael Hudson: O "ponto de não retorno" chegaria quando a Reserva Federal e o governo deixassem de resgatar (bailing out) os banqueiros e os mercados de acções e títulos e deixassem o preço real dos activos entrar em colapso no "mercado livre", para reflectir a contracção da economia "real". Nessa altura haveria uma liquidação ao desbarato sem a promessa de a Reserva Federal ser o comprador de último recurso.

O problema é que a economia nunca conseguiu recuperar da Depressão de Obama (resultante da sua recusa em cancelar as dívidas das hipotecas-lixo para com...

Crise 2020

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  • jorge rocha in 'Ventos Semeados'
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Subsídios a quem os não merece?


Não me iludo ao ponto de considerar que constitua sondagem fiável a implícita no universo dos meus 3692 amigos do facebook pela qual facilmente concluiria haver uma percentagem significativa de portugueses incomodados com a ideia de um apoio estatal aos meios de comunicação social. O governo já espalhou umas migalhas por uns quantos jornais, Marcelo atua como lobista desses e doutros candidatos aos reivindicados subsídios, que dizem indispensáveis para garantir a sustentabilidade de quem não tem revelado mérito bastante para evitar o desiderato expectável,

 

Admito que haja quem, fora do universo da referida “sondagem”, considere a esmola necessária em nome de uma imprensa plural e objetiva. O problema é que os candidatos ao óbolo não apresentam credenciais merecedoras de se vir a colher tão desejável resultado. Na edição de hoje do «Público», o prof, J-M. Nobre-Correia publica um artigo de leitura obrigatória sobre o assunto em que explica as razões de recusa desse tipo de apoio à imprensa desportiva e aos jornais regionais. A sua prosa elegante e inteligente deixa implícitas as razões que, de forma mais truculenta, podemos sintetizar no seguinte: a imprensa desportiva não justifica essa mercê pelo muito que tem contribuído para a criação de uma (in)cultura de seita clubística, que, aqui e noutros países, constituem o ninho de víboras onde germinam os ovos do pós-fascismo atual. E sobre os jornais regionais quantos deles escapam à condição de porta-vozes de...

Comunicação

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QUEM VIVE EM CASCAIS PAGA MAIS PELA COVID-19. PORQUÊ?!

cascais covd19
 

 

Não se compreende!

A Câmara de Cascais lidera os gastos com a COVID-19 quando comparada com todos os outros municípios. No fim de Abril já tinham voado do erário público municipal mais de 9 milhões de euros!

Pergunta-se por que motivo os cascalenses são mais duramente onerados com os custos da resposta à pandemia.

Os cascalenses contribuem para o SNS através do Orçamento Geral de Estado e estão disponíveis para contribuir para a mitigação dos efeitos da crise sanitária, mas não às custas do erário público municipal 'esbanjado’ a pretexto da COVID-19.

Nota-se que em Cascais, ao contrário de outros municípios, não existiram medidas de ‘desagravamento’ fiscal das pessoas - como diminuição do IMI; diminuição da tarifa da água, etc. Os milhões de máscaras que nos dizem existir são vendidas (enquanto noutros municípios são oferecidas) – apenas existem iniciativas caritativas.

Pelo contrário, para as empresas existem medidas práticas de apoio, designadamente de manutenção da capacidade de tesouraria. Às famílias também daria jeito!

 

Em Cascais apenas importa o apoio às empresas. Os munícipes que trabalham, que se lixem.
 

 
Ajustes diretos do Município de Cascais sobre a COVID19 constantes do portal BASE:contratos públicos online que se sabe serem apenas uma parte das despesas feitas pela Câmara neste domínio.
 

Objeto do Contrato

Tipo de Procedimento

Preço...

Município de Cascais, Covid-19

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O NEOLIBERALISMO CAVALGA O VÍRUS

 
 
Ficamos avisados: ai dos povos cujos dirigentes resolverem combater o cataclismo económico gerado pelo novo coronavírus recorrendo às bem conhecidas «ajudas» do FMI e das suas extensões troikianas.
 
José Goulão | AbrilAbril | opinião
 
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, pronunciou uma sentença em poucas palavras que vale mais que mil imagens: «A Organização Mundial da Saúde [OMS] existe para proteger a saúde das pessoas; o FMI existe para proteger a saúde da economia mundial.»
 
Ficamos avisados: ai dos povos cujos dirigentes resolverem combater o cataclismo económico gerado pelo novo coronavírus recorrendo às bem conhecidas «ajudas» do FMI e das suas extensões troikianas para consumo interno da União Europeia!
 
Quando o Fundo Monetário Internacional fala em «proteger a saúde da economia mundial» sabemos que isso não passa de uma metáfora, porque a directora-geral de turno, que sucedeu a Christine Lagarde, entretanto transferida para a chefia do Banco Central Europeu, está realmente a pensar na acumulação dos lucros das grandes empresas e na dinâmica especulativa do casino financeiro.
 
É o saber de experiência feito, potenciado pela dimensão da hecatombe porque, para os ogres do capitalismo, os tempos de grandes crises são também os das grandes oportunidades. Era precisamente isso que o banqueiro David Rockefeller queria transmitir quando afirmava que «tudo o que precisamos...

FMI, Crise 2020

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Manuel Vieira Pinto (1923-2020): Deus não precisa que o defendam, as pessoas sim

| 2 Mai 20 in 7Mares

 

Vieira Pinto com uma criança ao colo: um gesto como este provocou o primeiro escândalo do bispo à sua chegada a Nampula, em 1967. Foto © Arquivo da revista Além-Mar.

Contestou o regime colonial e isso valeu-lhe a expulsão de Moçambique, para onde tinha ido como bispo católico de Nampula. Voltaria depois da independência, mas nunca deixou sossegado o novo poder, que também acusou de não respeitar os direitos humanos e a o qual pediu para negociar com a oposição armada. Começara por se dedicar a defender a renovação da Igreja, pugnando “por um mundo melhor”. Manuel Vieira Pinto morreu nesta quinta-feira, 30 de Abril.

A história era contada por ele uma vez por outra, a pessoas amigas ou em pequenos grupos, nas poucas vezes que vinha a Portugal: quando aterrou em Nampula, a 24 de Setembro de 1967, depois de cumprimentar autoridades, colonos e meninas (brancas) do colégio religioso da cidade, dirigiu-se aos moçambicanos, colocados do lado de fora: cumprimentou-os um a um e, escândalo dos escândalos, tomou um bebé nos braços e beijou-o.

Esta seria apenas a primeira de muitas indignações que Manuel Vieira Pinto, que chegava como bispo católico da diocese, provocava em Moçambique. O antigo bispo morreu quinta-feira, 30 de Abril, às 20h, na casa do clero do Porto, onde residia há vários anos. Foi a enterrar nesta sexta, 1 de Maio, em Aboim (Amarante), a sua terra natal. Tinha 96 anos.

Aquele 24 de Setembro era domingo, duplo dia de...

Igrejas, Religião

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A necessidade de resolver os graves problemas que tem causado a destruição do SNS

Numa altura em que se pede tanto ao SNS e aos seus profissionais é certamente o momento adequado para analisar, mais uma vez, a forma como estes trabalhadores e também o SNS têm sido tratados ao longo dos últimos anos pelos sucessivos governos, como os seus principais problemas têm sido ignorados ou mesmo desprezados. Corre-se o risco, como muitas vezes sucede, que os heróis de hoje sejam amanhã esquecidos ou mesmo ignorados. Mas isso será tanto mais difícil quanto mais se consolide na opinião pública aquilo que hoje ninguém será capaz de negar: que sem um SNS reforçado, com os seus profissionais justamente valorizados, não pode concretizar-se o direito de todos à saúde.
 
 
 

Numa altura em que se pede tanto ao SNS e aos seus profissionais é certamente o momento adequado para analisar, mais uma vez, a forma como estes trabalhadores e também o SNS têm sido tratados ao longo dos últimos anos pelos sucessivos governos, como os seus principais problemas têm sido ignorados ou mesmo desprezados. E isto até para que se olhe, num momento em que todos os portugueses lhe devem tanto, para a importância que têm para o país, e que se resolvam os principais problemas na área da saúde que têm sido continuamente adiados ao longo dos anos o que tem causado a degradação do SNS e a insatisfação profunda dos seus profissionais, e contribuído para a explosão do negócio privado da saúde em Portugal. Seria certamente a melhor e maior homenagem e reconhecimento que se...

Saúde, Política de saúde

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COVID-19: Os autarcas, a “Lei da rolha” e a municipalização da saúde

É notícia que alguns Presidentes de Câmara se indignaram com uma alegada imposição de “lei da rolha” quanto aos casos de COVID-19. Estas declarações inflamatórias nas quais são utilizadas expressões como “lápis azul” e “amordaçar autarcas” são sustentadas por uma disputa territorial entre a Autoridade Municipal de Proteção Civil e a Autoridade de Saúde.

 

Ou, por outras palavras, alguns autarcas pretendem substituir-se à administração central para tomar pretensas medidas de saúde pública (necessariamente) avulsas e de cariz apenas local.

Poder-se-ia estranhar a preocupação deste sector, que há pouco tempo dizia que a “descentralização” de competências na área da saúde envolvia “muitas tarefinhas e pouco dinheiro” (JN 07.01.20), não fora a flexibilização das regras do Orçamento Geral de Estado para as autarquias, nomeadamente na exclusão de responsabilidade financeira nos limites ao endividamento (ANMP, CIR 18/2020/PB de 07.04.2020).

Importa clarificar que:

  1. A medida do Ministério da Saúde não é uma “Lei da Rolha” visto não haver qualquer procedimento censório de informação. Trata-se apenas de centralização de dados como a responsabilidade de saúde pública impõe.
  2. Pretende o Ministério da Saúde que os delegados de saúde concentrem a informação na Direção Geral de Saúde (DGS) que fará a sua divulgação diária entre as 12.00 e as 13.00, como habitualmente, para que seja conveniente e publicamente disponibilizada pelos canais oficiais, incluindo os...

Saúde, Municipalização, Covid-19

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Escandalo 'Covid-19'. Grandes grupos privados querem fazer negócio com a doença a custas do Estado.

Covid19 privados
 
 (confirmar no vídeo em baixo)
 
O escândalo é simples ...e lucrativo. O tempo de pandemia é bom para fazer o Estado (os contribuintes) desembolsar boas maquias para os grandes grupos da doença.
Este negócio é assim:
1) Os Hospitais dos quatro grandes grupos (Lusíadas/United Health,Luz/Fosun, CUF/Mello e Trofa) estão com quebras nas receitas.
2) Para compensar querem que o ESTADO LHES PAGUE todo o tratamento de qualquer doente com Convid-19 que entre nos seus hospitais PRIVADOS por sua própria opção pessoal ou das respetivas empresas seguradoras.
3) O Estado pretendia acordar com esses grupos que em caso de necessidade o SNS pudesse encaminhar alguns doentes para tais hospitais privados e, NESSE CASO (SÓ DOS DOENTES ENCAMINHADOS PELO SNS) pagaria os tratamentos. Esse é o acordo que foi alicerçado com os grupos privados.
4) Mas agora os grupos privados querem mais. Querem que os doentes com Covid-19 acorram 'livremente' (e muitos) para as suas instalações (mais valorizadas pela sua 'hotelaria' de luxo do que pelos cuidados clínicos) e que seja o Estado a pagar-lhes tudo. Fica o SNS sem verbas mas aumentam os lucros dos grande grupos privados. Rico negócio...
Não se trata de qualquer 'tensão' ou 'guerra' entre público e privado. Trata-se apenas de decência e de salvaguardar que o SNS possa continuar a responder às necessidades da população face à crise pandémica que o país enfrenta.
Os grandes grupos privados e os demais setores particulares da saúde...

Saúde, Privatização, Covid-19

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