• jorge rocha in 'Ventos Semeados'

Quanto pior melhor?


Que chatice!, terão pensado os corifeus, que comandam os diversos coros sintonizados em cantilenas mediáticas contra o governo. Estava o verão a compor-se graças ao esforço dos incendiários, possibilitando a saída da toca dos predadores em forma de «especialistas» a multiplicarem-se pelos telejornais, quando caiu nas redações a notícia do inesperado aumento do Produto Interno Bruto, acima da média europeia com a qual continuamos a convergir.
Tivesse havido uma estagnação, senão mesmo um recuo no crescimento, e não faltariam vozes tonitruantes a anunciarem o fim do estado de graça usufruído pelo governo. Assunção Cristas acreditaria ver chegado o seu amanhã cantante, fiada na cumplicidade dúctil de Santana e na tolhida impotência do cinzento Rio. Os números arrefeceram-lhes - uma vez mais! - os anseios.
O crescimento do PIB interliga-se com o do aumento do emprego, o valor máximo da confiança dos consumidores desde que o indicador existe, e o do crescimento do consumo privado. Virando costas ao desânimo dos anos entroikados, os portugueses olham o futuro na expetativa de nele encontrarem uma qualidade de vida mais próxima das suas aspirações,. Por isso desprezam os que lhes prometem desgraças horrendas e os incitam a regressarem à conduta de pobrezinhos e...

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  • in AS PALAVRAS SÃO ARMAS

Toma e vai-te curar…


O sionista Netanyahu criticou o líder trabalhista Jeremy Corbyn, e pediu uma “condenação inequívoca de todos: esquerda, direita e tudo o que estiver no meio”.

Jeremy Corbyn respondeu através do Twitter: “O que merece condenação inequívoca é a morte de mais de 160 manifestantes palestinianos em Gaza pelas forças israelitas desde Março, incluindo dezenas de crianças.”

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Díli, 15 ago (Lusa) - O primeiro-ministro timorense solicitou hoje ao Presidente da República o adiamento 'sine die' da tomada de posse de três membros do executivo, em "solidariedade" com um outro grupo de elementos do Governo que ainda não foram nomeados.

O pedido - numa carta enviada pelo chefe do Governo Taur Matan Ruak ao Presidente da República, Francisco Guterres Lu-Olo, e a que Lusa teve acesso - confirma o impasse que se arrasta há quase dois meses no processo de formação do VIII Governo.

Na carta, enviada hoje, Taur Matan Ruak responde a um ofício de segunda-feira do Presidente da República que confirmava a decisão de nomear Manuel Marçal para o cargo de ministro do Planeamento e Investimento Estratégico.

Nesse ofício Lu-Olo propunha a tomada de posse de Marçal e ainda dos ministros do Petróleo e Recursos Minerais, Alfredo Pires, e do secretário de Estado das Pescas, Rogério Araújo, para quinta-feira às 10:30.

"Venho solicitar o adiamento 'sine die' da citada cerimónia de tomada de posse, a pedido dos membros do Governo nomeados. Mais se informa que este pedido se justifica em solidariedade com os restantes membros indigitados para o Governo, os quais ainda não tiveram, de V. Exca, decisão favorável de nomeação", escreve Taur Matan Ruak.

Recorde-se que o Presidente...

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Em Moçambique, aumenta a contestação ao decreto-lei que impõe novas taxas a órgãos de Comunicação Social e jornalistas, consideradas como incomportáveis. Críticos dizem que a liberdade de expressão no país está em causa.

A polémica em torno do decreto-lei sobre as novas taxas para a Comunicação Social em Moçambique dominou os debates num encontro promovido esta terça-feira (14.08) em Maputo para assinalar os 27 anos da Lei de Imprensa no país.

Os participantes consideram que as novas taxas, por serem insustentáveis, vão cercear o direito do público a informação e ao exercício de cidadania.

Dércio Tsandzana, um dos oradores, está particularmente preocupado com as rádios comunitárias, que, de acordo com o novo decreto, terão de pagar uma taxa de licenciamento de 50 mil meticais (cerca de 750 euros). É um valor incomportável, que compromete o trabalho daqueles que são os primeiros órgãos a lidar "diretamente com questões que acontecem ao nível das comunidades, a nível local, onde a informação escasseia", afirmou o pesquisador e gestor de plataformas sociais e digitais.

Correspondentes de órgãos estrangeiros

Além disso, o novo decreto-lei impõe o pagamento de...

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(Pedro Sousa Tavares, in Diário de Notícias, \15/08/2018)

As férias algarvias de Sophia de Mello Breyner relembradas pelo neto, o jornalista Pedro Sousa Tavares.

O levante é sempre uma dádiva com os dias contados. Três, seis ou nove, assim o mediam os antigos, quando as contas ainda batiam certas. Pelo meio – na maior parte do tempo, para não mentir – é a nortada, sua némesis, quem dita as regras, levantando areia e guarda-sóis, tornando geladas as noites e, única virtude que se lhe reconhece, expulsando melgas e mosquitos para outras paragens….


Continuar a ler aqui: O Algarve de Sophia por Pedro Sousa Tavares

Ver original em 'A Estátua de Sal' (aqui)

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Presidentes de Angola, Congo e Gabão realizaram reunião de concertação, após ausência dos homólogos na mini-cimeira desta terça-feira, em Luanda.

Os chefes de Estado que participaram esta terça-feira (14.08) na mini-cimeira de Luanda solicitaram aos homólogos das regiões Central, Austral e dos Grandes Lagos em África o envolvimento pessoal na resolução dos conflitos políticos e militares que afetam a região.

Na sua posição, os responsáveis referiam-se aos conflitos na RDCongo, Sudão e Sudão do Sul, Burundi e República Centro Africana.

A reunião na capital angolana, que tinha prevista a presença de seis chefes de Estado, bem como do Presidente da União Africana (UA), acabou por contar com os Presidentes gabonês, Ali Bongo, e congolês, Dennis Sassou Nguesso, convidados pelo homólogo angolano, João Lourenço.

A situação na República Democrática do Congo (RDCongo) foi o ponto central de reuniões separadas, tendo de um lado os três Presidentes presentes e do outro os chefes da diplomacia de Angola, Congo, RDCongo, Gabão, Ruanda e Uganda, bem como Mohamed El Hacen Lebatto, conselheiro estratégico do Presidente da Comissão da União Africana.

Desenvolvimentos positivos

Segundo o comunicado final...

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  • in NOTÍCIAS DO BLOQUEIO

AO FIM DA TARDE, O SOL!

Sempre me impressionou como um país dito de marinheiros, todo aberto ao sol e ao mar, ignora a fabulosa obra de Raul Brandão, Os Pescadores. Quando ando pela costa, fascinado pela linha debruada de mar, costumo levar no bornal o livro de Brandão e deter-me no registo da relação do povo com o mar, que o autor faz de forma comovente, quando documenta o drama e as lágrimas, ou pela expressão poética das paisagens quando entra pelo mar dentro em busca das transparências da luz.
Há tempos, nas rias de Aveiro, que desaguam em praias cheias de memórias de pescadores, pude confrontar a beleza da realidade com as descrições de Raul Brandão. O resultado é sempre o mesmo fascínio de alguém que nos guia o olhar para as coisas mais belas que se podem sonhar. Detive-me na Vagueira, e, sim!, lá estava, ao fim da tarde, a luminosidade de vidro e o pôr do sol a incendiar o mar longínquo. Então, pus-me a olhar e colhi para a memória três instantes que encheram os meus olhos.
Uma bola de fogo
Ao fim da tarde o sol
é bola de fogo
tangente ao mar sem fim,
parece um barco
ou uma falua
que toca a água
assim
docemente a navegar
ou uma bola que flutua
para brincar.
É visão mágica
ou milagre que acontece?
mas a bola de fogo
logo se desvanece
em pura fantasia
deixando à volta
sulcos doirados e vermelhos
raios que incendeiam
as nuvens e o céu
de luz e de magia.
Arte Xávega
Já não há bois
a entrar mar adentro
arrastando as redes
cheias de peixe
pela areia da praia
é a faina de um sustento
feita de medo e de dores.
Os bois...

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Jorge Rocha* | opinião

O grande incêndio de Monchique está quase esgotado nas televisões, após estas terem-no aproveitado para criar aquele clima de «drama», de «horror» com que se comprazem, não só para ganharem audiências, mas sobretudo para criticarem, mais ou menos explicitamente, o governo de António Costa.

Não tendo acontecido os mortos, que possibilitassem à Judite da TVI voltar a falar em direto com um cadáver em plano de fundo, ou para que a brasileira de Pedrógão pudesse ter mais uns minutos de glória a interligar a tragédia do ano transato com o incêndio desta semana, os diretores de informação têm de render-se à inevitabilidade de captarem o regozijo do primeiro-ministro por essa grande vitória que terá sido a inexistência de perda de vidas humanas. E isso, só por si, constitui uma grande vitória para o governo e para a estratégia gizada desde o ano passado sob a coordenação do ministro Eduardo Cabrita.

No rescaldo das cinzas cresce a noção de, a repetirem-se diretos das zonas ardidas, serem sentidas como não-notícias, que justificam o zapping para quem possa, por essa altura, apresentar informações mais apelativas. Até mesmo a tentativa de pôr em causa a ação...

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A Coreia do Norte continua desmantelando o polígono de Sohae, a partir do qual eram lançados os mísseis balísticos intercontinentais, mas não toca nas instalações nucleares, escreve o South China Morning Post.

Segundo relata o grupo 38North, que monitoriza a atividade nuclear da Coreia do Norte, no campo de lançamento de Sohae a estrutura de aço do estande de testes vertical foi desmantelada e os tanques para combustíveis e oxidantes foram retirados. As paredes da plataforma de lançamento estão sendo gradualmente desmontadas.

Na Universidade de Yonse de Seul, na Coreia do Sul, observam que as instalações relacionadas aos mísseis balísticos intercontinentais estão entre as primeiras ameaças aos EUA, já que estes podem potencialmente transportar uma ogiva nuclear até o território norte-americano. Neste contexto, o desmantelamento de Sohae é um passo importante que pode significar a desistência de Pyongyang de desenvolver essa tecnologia.

Ao mesmo tempo, os especialistas salientam que a Coreia do Norte pode manter seu arsenal nuclear para que a posição do país tenha mais peso durante as negociações com os EUA. Em particular, isso é evidenciado pelas fotografias do Centro de Pesquisa Científica Nuclear de Yongbyon captadas em junho. Nota-se que um novo prédio pequeno foi construído no local e que foi modificado o circuito de resfriamento secundário para o reator elétrico de plutônio com potência de 5 megawatts.

No final de julho foi informado que a Coreia...

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  • Francisco Seixas da Costa in "duas ou três coisas"

Bolas !

Até este ano, sem exceção, o senhor João anunciava na praia, através de uns berros roucos, as “bolinhas” e a “bolacha americana”. Nunca tive curiosidade de espreitar a tal bolacha, mas as “bolinhas” eram, como não podia deixar de ser, as “de Berlim”, com ou sem creme e aquela areia de açúcar por cima que, se não tivermos cuidado, se junta com a verdadeira areia. “Não engorda! Só alarga!”, proclamava sempre o João, no anúncio ao produto.

Coloquei o verbo no pretérito porque, este ano, o homem decidiu poupar-se na voz e surgiu munido de uma corneta de bicicleta. Assim, em lugar de andar no conveniente “slalom” entre os guarda-sóis, o João faz agora soar a corneta e logo ranchos de pequenada acorrem ao local onde ele estaciona as caixas de madeira, à cata das bolas.

Para quem se habituou a ser servido no cómodo das cadeiras de lona (como é o caso deste escriba) e não está em regra disposto em ir fazer fila para as molhadas, a probabilidade de ter acesso às “bolinhas” ficou agora muito reduzida. Isso poupou-me, aliás, um ror de massas e, quero crer, alguma coisa na glicose que a CUF me medirá no outono.

Há dias, saído do mar (o meu comodismo estival tem alguns limites e um banho de quando em vez faz juz à ida à praia), olhei para cima e vi imensa gente junta, no sopé da escada que desce as dunas. Perguntei o que era e alguém quase que me esclareceu: “Ou é o Marcelo ou é o João das...

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  • Francisco Seixas da Costa in "duas ou três coisas"

Sete cidades


Ialta – Recordarei para sempre a marginal dessa antiga praia aristocrática do mar Negro, de onde a “nomenklatura” soviética há muito já tinha desertado, nesse ano tão longínquo na história, de 1980. O simbolismo diplomático levou-me a visitar Ialta, atrás da memória da moderna Tordesilhas. Nem a beleza do palácio Livadia, em cujo jardim figurei Stalin, Roosevelt e Churchill, atenuou a tristeza que ressoava das lojas cheias de nada interessante e de gente resignada ao cinzento da vida. Nunca regressei.

Alcântara – Em 2006, esta cidade do silêncio agarrou-me pelo inesperado da monumentalidade das suas casas fantasmas, onde somos obrigados a imaginar uma anterior vida de fausto que não rima em nada com a atualidade. Não deixa de haver uma inescapável ironia na circunstância desta urbe de outros tempos, feita de sombras e ausente de gentes, ser hoje a vizinha mais próxima do avançado centro de atividades espaciais brasileiras. Do outro lado da baía de S. Marcos, fica a sensação que S. Luís do Maranhão, entretida no culto dos seus azulejos, nem parece notar esta sua pérola colonial.

S. Tomé – Foi a minha primeira ida a África, em 1976. A cidade tinha o ritmo, ao mesmo tempo apaziguante e abafante, de uma vilória portuguesa, na qual alguém havia plantado alguns edifícios de soberania, de gosto mais do que discutível. A marginal, que deve ter sido bonita, perdera muita da graça no seu descuido. Era a capital de um país novo, a nascer numa...

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Daniel

(Daniel Oliveira, in Expresso Diário, 14/08/2018)

Daniel Oliveira

O número de vítimas mortais, mais do que qualquer outra coisa, tornou os fogos de Pedrógão e de outubro na principal notícia de 2017. Foi um acontecimento traumático que, apesar de se dispensar a orgia de sensacionalismo telegénico, merecia um tratamento prolongado. Tentando ser simpático, talvez alguns excessos mediáticos até fizessem parte do luto. Com Monchique as coisas são diferentes. Percebemos que havia um batalhão de televisões em crise de audiências e de políticos em crise de votos, mortinhos para que houvesse um incêndio. Não tendo havido mortes (não por milagre mas por ação das autoridades, que até por isso foram criticadas), restou, para além do espanto com o facto de ainda haver incêndios depois de Pedrógão, a frase maldita de António Costa: Monchique foi “a exceção que confirmou a regra do sucesso da operação que decorreu ao longo de todos estes dias”.

Depois da indignação forçada, o primeiro-ministro veio dizer que a frase foi descontextualizada. O que ele disse foi isto: “Porque é que o incêndio não foi apagado no primeiro minuto? De facto este incêndio poderia ter sido apagado como os outros 25. Como poderia ter ocorrido como com as 581 outras ignições que aconteceram. Mas por circunstâncias próprias, que têm a ver com a dificuldade do terreno, com as condições climatéricas específicas, com a composição da floresta que temos no local e certamente por outros fatores que no...

Etiquetas: Incêndios

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Turkey favors switching from dollars to national currencies in trade with Russia & China

Authors: in Manuel Banet, ele próprio


Empresários turcos seguram dólares para trocá-los por liras

A verdadeira razão pela qual os EUA impôs tarifas sobre produtos turcos, causando uma crise de confiança na lira, não é por causa do pastor protestante que é julgado por -segundo Ancara - ter conspirado contra Erdogan. A razão verdadeira[1] é simplesmente o facto da Turquia ter decidido aderir ao bloco Rússia- China- Irão e estabelecer trocas fora do dólar. As trocas em dólares passam por um mecanismo de «clearance» (despacho) que passa pelos bancos americanos e entidades de controlo dos mesmos, que pode ser bloqueado, criando uma arma de chantagem do governo dos EUA sobre qualquer outro governo ou entidade. Agora a Turquia está a retaliar.[2] Nada será como dantes, tanto nas relações bilaterais com os EUA como na esfera de organizações como a NATO ou a OMC.

Provavelmente, a Turquia já escolheu o seu campo: os BRICS.

References

  1. ^ razão verdadeira (www.rt.com)
  2. ^ está a retaliar. (francais.rt.com)

Leia original aqui

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  • in 'Estátua de Sal'

O jornalismo português é burro?

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(Pedro Tadeu, in Diário de Notícias, 15/08/2018)

Não sei se o caro leitor ou leitora se apercebeu mas, em São Tomé e Princípe, antiga colónia portuguesa, há dois ex-ministros suspeitos de tentarem um golpe de Estado e pessoas presas há poucos dias por, alegadamente, estarem a preparar um atentado.

Não sei se o caro leitor ou leitora tem conhecimento que o líder da coligação partidária que detém o Governo em Timor-Leste, Xanana Gusmão, escreveu uma carta ao Presidente da República, Francisco Guterres Lu-Olo, onde se diz preocupado com “a saúde mental e política” do Chefe de Estado, que lhe faz oposição política naquela antiga colónia portuguesa.

Não sei se o leitor ou leitora leu a notícia destas declarações do Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi: “Algumas pessoas que foram capturadas e interrogadas dizem que estão a matar outras pessoas devido ao desemprego e à pobreza”. O espanto e a indignação do líder político da antiga colónia portuguesa decorre dos assassinatos de dezenas de pessoas e da onda de violência que desde outubro do ano passado assustam as populações de alguns distritos do norte de Moçambique.

Talvez o leitor ou a leitora...

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"Samito" concorre depois de ter ficado de fora das opções do seu partido, Frelimo

O filho do primeiro Presidente de Moçambique, Samora Machel Júnior, aceitou o convite da Associação Juvenil para o Desenvolvimento de Moçambique (AJUDEM) para encabeçar a lista às eleições autárquicas de 10 Outubro na cidade de Maputo.

As listas de candidatura da AJUDEM para a cidade de Maputo foram submetidas nesta segunda-feira, 13 à Comissão Nacional de Eleições.

Três dias após o pedido, "Samito", como é popularmente conhecido, confirmou a sua disponibildade, segundo o mandatário Albino Forquilha, que confirmou a inscrição.

"A sociedade civil também pode concorrer com base na lei e com base nesses pressupostos a sociedade civil organizou-se e convidou o Samora Machel Lara fazer parte desta corrida e ele aceitou" disse.

A candidatura de "Samito" surgiu após o seu nome ficar de fora da lista dos três candidatos submetidos ao sufrágio interno da Frelimo, no qual foi escolhido Eneas Comiche como cabeça-de-lista.

Esta aceitação de Samora Machel Júnior entra em conflito com os estatutos da Frelimo.

Roque Silva, secretário-geral do partido no poder, foi prudente na sua reacção.

"Dispenso qualquer tipo de comentário, não tenho um facto...

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Treze membros do Movimento Independentista de Cabinda (MIC) detidos no fim de semana começaram esta terça-feira a ser julgados sumariamente. Deputado Raul Tati diz que esta não é a solução para os problemas no enclave.

Os membros do MIC, um novo movimento que visa a independência do enclave angolano e a defesa de forma não violenta dos direitos fundamentais do povo de Cabinda, foram detidos no sábado (11.08) por agentes dos Serviços de Investigação Criminal (SIC), sob a alegação de atos preparatórios contra a segurança do Estado e instigação à violência.

As detenções foram feitas na residência do presidente do MIC, Maurício Gimbi, momentos antes de um encontro para apresentação pública da nova organização independentista de Cabinda.

Os 13 ativistas começaram a ser julgados esta terça-feira (14.08) pelo Tribunal Provincial de Cabinda e incorrem em crimes que vão até 12 anos de prisão.

A acompanhar o assunto está Raul Tati, ativista de Cabinda e deputado da União Nacional para a Independência Toral de Angola (UNITA), o maior partido na oposição.

"Segundo as fontes policiais, os jovens terão sido persuadidos a não fazer o encontro e teriam registado alguma resistência...

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Presidente angolano prometeu empenhar-se pessoalmente no processo de exumação do corpo do antigo líder da UNITA Jonas Savimbi, abatido durante a guerra civil em 2002. Restos mortais estão em Lucusse, à guarda do Estado.

A garantia foi dada por João Lourenço ao presidente da União Nacional da Independência Total de Angola (UNITA), Isaías Samakuva, durante um encontro realizado esta terça-feira (14.08), no Palácio Presidencial, o segundo desde que o chefe de Estado angolano chegou ao poder, em setembro de 2017.

Isaías Samakuva não entrou em detalhes sobre a real data que será concluído o processo, mas diz ter recebido garantias do Presidente da República João Lourenço de que será ainda este ano.

“O senhor Presidente comunicou-nos alguns passos novos, que constam até de uma decisão tomada esta terça-feira (14.08) que ele fez constar no despacho interno e deu, de facto, um limite temporal dentro do qual gostaria de ver este assunto resolvido. Não vou mencionar aqui datas concretas, mas, pelo que nos disse, este ano este assunto ficaria resolvido", explicou Samakuva.

A 6 deste mês, Samakuva lamentou que o Estado angolano continue a reter os restos mortais de Jonas Savimbi, morto em 2002, facto que o líder da UNITA disse constituir "um testemunho gritante da política de...

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  • in ENTRE AS BRUMAS DA MEMÓRIA

Uma Le Pen voava, voava



… mas já não voa.
Mr. Paddy Cosgrave tentou chutar a bola do «desconvite» de Marine Le Pen para o governo português, este não aceitou (em termos tristes, no meu entender, mas adiante..), e o homem voltou a tirar a oradora controversa da lista.


Por causa de Portugal, apenas? Isso é que era bom…. Foram muitas as pressões a nível internacional, como esta, por exemplo, de Allyson Kapin, fundador de Women Who Tech (uma organização com mais 10.000 membros) e de Women Startup Challenge, que esteve bem activo no Twitter, antes de Paddy Cosgrave tentar passar a bola para o governo português, para se ver livre dela sem sujar as mãos.


(Ver AQUI toda a conversa no Twitter.)
Siga o baile.
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Leia original aqui

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As equipas de resgate continuaram a trabalhar na madrugada de quarta-feira para tentar encontrar sobreviventes nos escombros do viaduto que desabou na terça-feira em Génova, na Itália, com um balanço provisório de 35 mortes.

O súbito desabamento da Ponte Morandi, que fica numa zona industrial de Génova, no norte da Itália, provocou a queda de cerca de 35 carros e alguns camiões de uma altura de 45 metros.

A ponte, localizada na autoestrada 10 (A10), já era conhecida por apresentar problemas estruturais e os políticos italianos já pediram que os potenciais culpados sejam responsabilizados e punidos.

O balanço de mortos é ainda incerto.

O ministro do Interior, Matteo Salvini declarou no final de terça-feira que há "cerca de trinta mortes confirmadas", prometendo que os responsáveis pelo acidente "pagariam, pagariam tudo e pagariam caro".

Na manhã de hoje, os meios de comunicação italianos, citando fontes do Ministério do Interior italiano, referiram que o número provisório de mortos é de 35, incluindo três crianças de 08 a 12 anos.

Os socorristas também retiraram dos escombros 16 feridos, 12 dos quais em estado grave.

O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte esteve no local do acidente na noite de terça-feira e, hoje, deverão visitar o local o...

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Surtos de peste suína africana no Leste Europeu encaixam no quadro dos testes de armas biológicas pelos EUA destinadas a uma terceira guerra mundial, escreveu o observador da Sputnik, Aleksandr Khrolenko.

De acordo com a investigação dele, publicada na Sputnik Letônia, um papel especial neste quadro é atribuído pelos EUA aos países do Báltico, que desempenham o papel de polígono principal dos testes.
Para comprovar tal afirmação, o jornalista enumerou vários fatos. Em particular, em junho, a peste suína africana foi descoberta em 165 porcos na Letônia. Posteriormente, foram mortos vinte mil animais, o que levou a grandes perdas financeiras entre os granjeiros. Além disso, as autoridades letãs propuseram aos granjeiros que abandonassem completamente a criação de porcos, já que no território do país tinham sido registrados 41 surtos da doença viral.

Khrolenko assinalou que os surtos dessa doença são muito paradoxais, já que o vírus da peste suína africana não é resistente às condições das regiões do norte, tendo destacado que tal particularidade não poderia surgir do nada em um prazo tão curto, mas somente poderia ter sido criada em condições laboratoriais.

Simultaneamente, surtos da doença ocorreram em muitos outros países, tais como a Geórgia, Ucrânia, Moldávia, Polônia e nos países do Báltico. Segundo o jornalista, este paradoxo se deve ao surgimento de uma densa rede de laboratórios biológicos do Pentágono exatamente nestes...

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Numa visita ao Algarve, o secretário-geral do PCP afirmou que Portugal está «amarrado aos interesses do grande capital», face aos «problemas que se mantêm e agravam», com a sintonia do PS com a direita.

O secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP), Jerónimo de Sousa, durante a visita às zonas atingidas pelo incêndio que deflagrou na serra de Monchique,15 de Agosto de 2018.CréditosLUÍS FORRA / LUSA

«Não tem resposta para os nefastos e graves problemas económicos e sociais decorrentes do domínio pelos monopólios nacionais e, principalmente, estrangeiros sobre sectores estratégicos nacionais», afirmou hoje Jerónimo de Sousa, no convívio de Verão do PCP, em Monte Gordo, concelho de Vila Real de Santo António.

Nas suas palavras, esse domínio promove a transferência para o estrangeiro das alavancas essenciais ao desenvolvimento nacional, põe fora do país milhares de milhões de euros em dividendos, que seriam recursos nacionais, e é fonte de agravada exploração do trabalho.

«Problemas que persistem no plano social e que se manifestam em profundas desigualdades sociais que permanecem vivas na realidade portuguesa, com a política de contenção dos salários, na insistência numa legislação laboral favorável à exploração e ao emprego precário e sem direitos, em que o acordo subscrito entre o Governo PS e alguns parceiros sociais assume particular gravidade»

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