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  • Trump impõe novas tarifas de US$ 200 bilhões em importações chinesas

mundo001Diversos pontos de vista sobre assuntos de caráter global/mundial.

A batalha do Idleb é adiada

Os Presidentes russo e turco reuniram-se em Sochi, em 17 de Setembro de 2018

Desde a sua reunião anterior, em 7 de Setembro, em Teerão, a Rússia endureceu o tom, evocando pela primeira vez, a natureza ilegal da presença militar turca em Idleb. Sublinhou que essa mesma presença deveria terminar.

Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdoğan assinaram, antes de tudo, acordos de cooperação económica a respeito da construção do gasoduto Turkish Stream e da central nuclear civil de Akkuyu; acordos particularmente bem-aceites por Ankara, cuja economia acaba de desmoronar brutalmente.

Em relação à zona ocupada actualmente pelos jihadistas e pelo exército turco na Síria - zona que corresponde aproximadamente à província de Idleb - os dois Estados decidiram dar-se uma nova oportunidade de separar a oposição armada síria dos jihadistas.

Acordos idênticos de não escalagem foram estabelecidos para esta região e para outras no passado, seja com os Estados Unidos ou com a Turquia. Todos falharam e tornaram-se obsoletos ao fim de seis meses. Na prática, descobriu-se que os jihadistas e a oposição armada síria são compostos pelos mesmos homens, que são mercenários antes de serem militantes. Frequentemente, eles pertenceram a vários grupos durante os sete anos de conflito, mudando de um para o outro, consoante as oportunidades financeiras.

A República Árabe da Síria já havia feito saber que considerava prudente adiar a libertação de Idleb para depois das eleições legislativas dos Estados...

Rússia, Turquia

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Trabalho especial: Venezuelanos imigrantes, capítulo América Latina. Mitos e realidades (Parte II)

Ana Cristina Bracho Publicamos a segunda parte do trabalho editado por Misión Verdad sobre a questão da emigração na Venezuela. No conjunto, uma importante fonte de informação sobre a instrumentalização deste fenómeno, em particular no caso de países receptores que integram a plataforma de intervenção internacional contra a Venezuela comandada pelos EUA.

Nota da redacção [de Misión Verdad): apresentamos a segunda parte do trabalho especial de Ana Cristina Bracho sobre o fenómeno migratório venezuelano, um texto onde aborda os mitos construídos à volta desta situação, o seu uso político, as suas comparações com outros cenários similares do passado recente e, sobretudo, a análise a como se têm comportado os países receptores, na sua totalidade adstritos às plataformas de intervenção internacional contra a Venezuela. Tal como na primeira parte, a continuação deste trabalho especial comenta com rigor e exactidão a que corresponde a migração venezuelana, bem como a sua instrumentalização para fazer avançar agendas bélicas contra territórios adversos aos Estados Unidos. A migração vem-se constituindo como um aspecto central na ordenação do cenário de conflitualidade contra a Venezuela. São estas as referências e as coordenadas desse novamente perigoso momento em que nos encontramos.


 

Na primeira parte deste estudo caracterizamos algumas noções que consideramos básicas. Tais como que a Venezuela é um país onde existe uma população imigrante considerável e as diferenças...

América Latina, Venezuela

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  • in ENTRE AS BRUMAS DA MEMÓRIA
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E se Trump diz alto o que muitos pensam calados?



«O mundo é um lugar mais estranho, mais perigoso e mais complexo visto de um congresso de jornalistas em Austin, no Texas - onde estou por estes dias. Sobretudo na semana em que Bob Woodward editou o livro sobre a administração Trump, um relato da loucura que se vive na Casa Branca a que o autor chamou, sem pejo, Fear, Medo. E na ressaca da publicação pelo The New York Times do artigo anónimo de dentro da própria administração, em que o funcionário que o escreveu relatava um "estado de sítio".
Estes dois episódios são os mais recentes na guerra em que os media e Donald Trump entraram. Cada um dos lados tem usado as armas à disposição. Trump aproveitando algum descrédito do jornalismo e a fragilidade financeira das empresas de media desde que a concorrência de outras fontes de informação, como as plataformas e redes sociais, se tornou feroz. Os jornais amplificando todas as falhas, ridículos e exageros de uma figura caricatural e pouco ortodoxa. Os jornalistas estão acossados, os políticos e poderosos esfregam as mãos, o povo assiste na bancada.
Nunca se falou tanto em verdade num congresso de jornalistas. Dantes, não era preciso. Era a ordem natural das coisas. Os jornalistas perseguiam-na, os leitores acreditavam. Agora, com tantas versões da realidade a circular no inferno informativo, voltou a ser. "Sim, há uma verdade e uma mentira, sim, há factos e não, não há verdades alternativas, e uma notícia falsa, simplesmente não é notícia, é uma mentira", quase...

Comunicação

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  • Thierry Meyssan/ REDE VOLTAIRE
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As reivindicações ocidentais sobre a Síria

Enquanto no terreno, a guerra vai a caminho do fim e apenas resta Idlib para libertar dos terroristas, os Ocidentais retomam a campanha. Eles acabam de apresentar as suas reivindicações ao enviado especial da ONU, Staffan de Mistura. Sem surpresa, os Estados Unidos recusam o processo conduzido pela Rússia pela simples razão de que não tem participado nele, enquanto o Reino Unido e a França entendem impor instituições que lhes permitissem controlar o país por trás da cortina.

Nomeado em 2014, antes da intervenção militar russa contra os jiadistas, Staffan de Mistura é um diplomata pró-EUA suposto de buscar a paz na Síria em nome da ONU. Quatro anos mais tarde, ele continua a encontrar escapatórias por conta dos Ocidentais.

O enviado especial do Secretário-geral da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, recebeu em Genebra uma delegação do Grupo de Astana (Irão, Rússia, Turquia), depois, a 14 de Setembro, um outro do “Pequeno Grupo” (Arábia Saudita, Egipto, Estados Unidos, França, Jordânia e o Reino Unido).

Do lado ocidental, o Embaixador James Jeffrey e o Coronel Joel Rayburn chefiavam a delegação dos EUA, enquanto o Embaixador e antigo Director da Inteligência Externa (DGSE 2012-16), François Sénémaud, presidia à delegação francesa.

Cada delegação remeteu às Nações Unidas um documento secreto sobre as suas reivindicações, tendo em vista influenciar as negociações inter-sírias em curso. O Russia Today conseguiu filtrar o documento ocidental [

Síria

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Declaração de Princípios para o Pequeno Grupo da Síria

A declaração de princípios a seguir serve como um conjunto de directrizes para os membros do Pequeno Grupo da Síria [1]. Salienta um conjunto de objectivos destinados a serem alcançados, colectiva e individualmente, pelos membros do Grupo. Deve orientar as interacções entre os membros do Pequeno Grupo e outros interlocutores estrangeiros, particularmente a Rússia, mas também as Nações Unidas e outros. Não se pretende que seja um documento público.

Princípios para uma resolução do conflito da Síria

1.Como um conjunto geral de objectivos políticos, e como condições necessárias para as relações normais com o governo sírio que resultam do processo político do UNSCR-2254/CSNU-2254, os membros do Pequeno Grupo procuram conseguir um governo sírio que:

a) Nem patrocine terroristas nem lhes ofereça abrigo seguro;
b) Esteja livre de armas de destruição em massa e termine, de forma verificável, os seus programas de armas de destruição em massa;
c) Corte os laços com o regime Iraniano e com os seus mercenários;
d) Não ameace os países vizinhos;
e) Crie condições para os refugiados regressarem de maneira segura, voluntária e digna, aos seus lares com o envolvimento das Nações Unidas; e
f) Persiga e processe os criminosos de guerra e os culpados de crimes contra a Humanidade, ou coopere com a comunidade internacional nesse sentido.

2. O processo político sob os auspícios das Nações Unidas, de acordo com a Resolução do Conselho de Segurança 2254 (UNSCR 2254), tendo como resultado...

Síria

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«ENTRE A CHINA E A COREIA» POR EDUARDO BAPTISTA

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Este pergaminho de caligrafia chinesa foi oferecido à escola pelo presidente sul-coreano Park Chung-Hee em 1969, Lê-se: “Coreia e China, amigos íntimos”. (韩中亲善)  

Á volta da capital sul-coreana de Seul, a influência da China é visível. Nos distritos centrais da cidade, empresas de consultoria de educação exibem cartazes gigantes que oferecem cursos que “garantem” levar os clientes, de um nível básico de Mandarim, até ao grau mais elevado do exame de proficiência em língua chinesa (HSK 6), tudo no intervalo de 30 dias.
Em Myeong-dong, o centro da indústria cosmética de Seul, vendedores sul-coreanos podem ser vistos a falar um chinês quase perfeito, enquanto tentam vender máscaras e perfumes aos milhares de turistas chineses, grande parte dos quais viaja para Coreia do Sul somente para comprar produtos cosméticos de alta qualidade.

Mas noutras paragens menos turísticas, é a vez dos imigrantes chineses fazerem a sua presença sentida. Tomando o metro em direcção sudoeste, chega-se ao bairro de Daerim-dong, conhecido por ter a maior concentração de imigrantes chaosienzu (朝鲜族), a minoria étnica coreana da China.
As principais ruas de Daerim-dong estão repletas de restaurantes que servem gastronomia de todas as regiões da China.

No entanto, um reduto da cultura e língua chinesas em Seul tem estado enfraquecido nas últimas duas décadas. Situada no distrito de Sodaemun, no noroeste da cidade, a Escola Secundária Chinesa de Seul foi estabelecida como escola básica em 1948...

Coreia

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  • jorge rocha in 'Ventos Semeados'
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Sonâmbulos que importa acordar


A efeméride da semana passada referente ao início da crise financeira de 2008, na sequência da falência do banco Lehman Brothers, suscitou um conjunto de peças jornalísticas, algumas das quais de inegável interesse. Numa delas, o então primeiro-ministro britânico Gordon Brown confiou ao «The Guardian» o receio de estar para breve uma réplica ainda mais grave do então sucedido, por terem falhado todas as tentativas de voltar a regulamentar seriamente um setor avesso a qualquer constrangimento e com poder de lobbying suficiente para deixar as coisas tal qual estão. Por isso Brown compara-nos a sonâmbulos a dirigirmo-nos para uma crise futura, com potencial para ser ainda mais grave, por faltarem o que nessas situações se afirma fundamental: líderes mundiais capazes de as enfrentar e lhes corresponderem com respostas, que não se limitem a replicar a célebre frase do príncipe Salinas no «Leopardo»: mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma.
Não é que simpatize com particularmente com essa ideia de líderes providenciais, porque revelam-se quase sempre mais danosos do que benéficos para a evolução da História dos povos. Mas Brown enfatiza o essencial: ou muito rapidamente ocorre um consenso político internacional para restringir a capacidade de influenciação dos poderes financeiros - banca, fundos de investimento, agências de rating, entre outras - ou a Democracia pode ficar seriamente em causa. Urge o ressurgimento de movimentos contestatários do tipo...

Economia política

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Por que China aposta na aliança estratégica com Venezuela?

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou a Pequim para se encontrar com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, e outros importantes funcionários do gigante asiático. Entenda por que a China ajuda o país caribenho apesar de muitos países serem contra.

De acordo com Maduro, as relações entre China e Venezuela "são muito sólidas e robustas e apontam para um desenvolvimento maior" — e os acordos econômicos e memorandos de cooperação estão aí para provar as palavras do presidente venezuelano, chegando à margem dos 30.

O analista internacional Sergio Rodríguez Gelfenstein explicou à Sputnik Mundo que considerar a China parceiro estratégico é muito transcendente para a Venezuela, particularmente perante esforços extraordinários dos EUA de prejudicar interesses de Caracas.

"Sabe-se que há um bloqueio financeiro económico contra a Venezuela no sistema financeiro internacional", fala o analista, acrescentando que o aumento do comércio com a China ajuda a Venezuela a continuar resistindo à agressão, imposta pelos EUA.

No âmbito dos acordos bilaterais, a empresa estatal venezuelana PDVSA cederá à Corporação Nacional de Petróleo da China (CNPC) 9,9% das ações de Sinovensa, uma empresa de produção de petróleo bruto estabelecida entre ambos os países.

Essa não é a única companhia mista de PDVSA e CNPC, segundo comunicadocomunicado da presidência venezuelana. Além disso, as empresas firmaram "um memorando para fortalecer a...

China, Venezuela

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  • in AS PALAVRAS SÃO ARMAS
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O ESGOTO OU COMO PROMOVER O FASCISMO

A imagem sedutora do candidato fascista, preenche a capa do jornal e da revista P2, visível em todos os escaparates, para que se não perca a mensagem.
O Público deste domingo 16, é um hino à extrema-direita brasileira, da capa do jornal à capa e quatro páginas do suplemento, a fossa extravasa. Fede a revanchismo, a ditadura militar e ao discurso da CIA sempre atenta aos peões nos media ditos de referência.
Com a linguagem viperina, própria de encantadora de distraídos, ‘Clara Barata sub-editora do Mundo’ em quatro páginas sibilinas procura fazer crer que Jair Bolsonaro é um ser humano como qualquer outro.
Não é fácil encontrar quem elabore um texto onde se encontrem todos os ingredientes criteriosamente elaborados para destruir o que não se pretende e acinzentar a iniquidade do que se defende, acabando por lhe dar o colorido que o iliba.
 
Esta peça é digna de estudo.

Leia original em

Comunicação, Brasil

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RU vs UE | "É meu acordo ou acordo nenhum", diz May sobre o Brexit

Primeira-ministra diz que não haverá alternativa caso parlamentares britânicos não aprovem seus planos para o pacto com a UE sobre a saída do bloco. FMI alerta que tal cenário traria altos custos para o país.
A primeira-ministra britânica, Theresa May, lançou um alerta nesta segunda-feira (17/09) aos rebeldes de sua legenda, o Partido Conservador. Ela afirmou que se não apoiarem o acordo que seu governo negocia com a União Europeia (UE) sobre o Brexit – o chamado plano Chequers – terão de enfrentar um cenário potencialmente caótico, sem um pacto que estabeleça as condições para a saída do Reino Unido do bloco europeu e as futuras relações entre as duas partes.

"Acho que a alternativa a isso seria não termos um acordo", disse May em entrevista à emissora britânica BBC. 

A saída oficial do Reino Unido da União Europeia está marcada para 29 de março de 2019, mas as duas partes ainda estão longe de um acordo total, enquanto alguns membros do partido governista britânico ameaçam votar contra um possível pacto.

A proposta de May para o Brexit precisará ser aprovada pela câmara baixa do Parlamento, mas ainda é incerto se ela conseguirá os 320 votos necessários. Ela diz acreditar que, caso consiga um acordo com os europeus, os parlamentares acabarão aprovando o acordo.

Britânicos e europeus esperam finalizar as negociações sobre o acordo do Brexit em outubro de modo a garantir o tempo necessário para que o texto seja ratificado...

União Europeia, Reino Unido

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  • in ENTRE AS BRUMAS DA MEMÓRIA
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E quanto à China: surpresa?



«Os 10 primeiros lugares são agora ocupados por Nova Iorque, Londres, Hong Kong, Singapura, Shanghai, Tóquio, Sydney, Beijing, Zurique e Frankfurt. (…)
O relatório indica também que nos 10 principais centros financeiros globais, a região da Ásia-Pacífico conta com seis, a região da Europa Ocidental com três, e a região norte-americana com apenas um.»
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Leia original aqui

Economia política

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  • Redação in 'Outras Palavras'
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Superexplorados, vigiados e… com direito a Yoga

Como o capitalismo contemporâneio captura as ideias de bem-estar e de autocuidado para submeter e disciplinar seus “colaboradores”

Por Josh Hall | Tradução: Inês Castilho

Estamos no portal de um grande edifício de escritórios no oeste de Londres. O grande átrio eleva-se em quatro andares, todos com acabamento branco brilhante e detalhes em carvalho. Cadeiras de espaldar alto cercam as mesas de reunião, negras e reluzentes, uuma lâmpada pendurada sobre cada uma delas. De um lado do piso há um grande espaço tipo galpão, destinado a pequenas empresas, onde as startups de tecnologia e moda digitam em silêncio. Do lado oposto, um extenso conjunto de mesas e estúdios para empresas maiores; no andar de cima, um mezanino com salas de reunião. E num lado desse espaço, ocupando pelo menos um quarto da superfície total, há uma tenda.

A tenda, que tem quase 3 metros de altura e é feita de vime e bambu, uma área exclusiva onde “não se permite o uso de tecnologia”. Nesse lugar, os empregados vão ouvir palestras oferecidas por personalidades da saúde, da cultura e dos negócios, articipam de meditação guiada ou praticam yoga segundo as instruções de um yogui free lance. Isso acontece em todos e cada um dos prédios de escritório de nova geração inaugurados em todas as cidades importantes do mundo. Nesses lugares, as empresas não são meros espaços de trabalho. Elas comungam de uma cultura específica: a de fazer networking (criação de uma rede de contatos para compartilhar...

Trabalho, Felicidade

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Rússia responsabiliza Israel por abate de avião Il-20 na Síria

Um avião russo foi destruído pela defesa anti-aérea síria. Os militares russos afirmam que a «provocação israelita» está na origem do sucedido e reservam-se «o direito de responder em conformidade».

Ataque ao porto de Latakia levado a cabo pelas forças israelitasCréditos / Twitter

O comando da base aérea russa de Khmeimim, na província síria de Latakia, perdeu o contacto com o Il-20 ontem à noite, pelas 23h (hora local), quando o avião se encontrava sobre o Mar Mediterrâneo, a cerca de 35 quilómetros da referida base, indicou hoje em comunicado o Ministério russo da Defesa.

O desaparecimento ocorreu no momento em que quatro caças israelitas F-16 lançaram um ataque contra alvos em Latakia. De acordo com os militares russos, os aviões israelitas usaram o avião de transporte militar Il-20 «como escudo, expondo-o ao fogo da defesa anti-aérea síria».

Assim, «como a superfície reflectora efectiva» do Il-20 é muito maior que a de um F-16, o primeiro foi abatido por um míssil terra-ar S-200 sírio, precisa a nota.

«Quinze militares russos morreram por culpa das acções irresponsáveis de Israel na Síria», afirma o comunicado, referindo que os aviões israelitas criaram «deliberadamente uma situação perigosa» ao realizar o ataque perto da fragata francesa Auvergne e do avião Il-20, que se preparava para aterrar.

Moscovo, que «se reserva o direito a responder em conformidade», criticou ainda os israelitas por não terem avisado antecipadamente o comando russo sobre a operação...

Síria, Rússia, Israel

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  • in Manuel Banet, ele próprio
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A SOLUÇÃO PARA REDUÇÃO DO CO2 ATMOSFÉRICO? - CONHECIDA HÁ BILIÕES DE ANOS...

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... E CHAMA-SE FOTOSSÍNTESE

                              Tentarei fazer aqui a crítica dum artigo na revista suíça Bilanartigo na revista suíça Bilan[1], «o CO2 Torna-se uma Matéria-prima», sobretudo da realidade subjacente ao mesmo. Este artigo revela algo típico de uma certa miopia, quando alguns só se interessam pelo ganho em termos monetários.

A natureza faz bem melhor em termos de recuperação do CO2 emitido: 

As enzimas que presidem à fixação do carbono atmosférico e sua «fixação» em moléculas de glúcidos são enzimas cujo óptimo está bem acima daquilo que são as concentrações médias de CO2 atmosférico: 300-400 ppm (partes por milhão). 

Para um funcionamento óptimo destas enzimas (PEP carboxilase e RuDP carboxilase/oxidase) seria necessária uma concentração dez vezes maior... 

A razão da maior produtividade das estufas, advém da elevada concentração (por falta de dispersão) do CO2, na maioria originado no solo pelas raízes das plantas e pelos micróbios do solo. Não é a temperatura no interior da estufa que é benéfica para o crescimento das plantas. Esta seria benéfica, quanto muito, para o amadurecimento dos frutos.

Assim, um aumento da cobertura verde, não apenas terrestre, como também de fitoplâncton, irá aumentar a captação do CO2 em excesso. 

Um retorno a uma agricultura, em termos modernos, com tecnologia apropriada, com os recursos disponíveis hoje em dia, que fazem com que a vida...

Ambiente

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  • Jornal Tornado in 'O TORNADO'
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Ao vivo: Noam Chomsky fala a bloguers e meios de informação alternativos

O linguista, filósofo e ativista norte-americano Noam Chomsky fala a blogueiros e mídias alternativas sobre golpe, democracia, a ameaça da extrema-direita e as eleições no Brasil.

Na última sexta-feira (14), Chomsky declarou preocupação com os rumos da democracia no Brasil e criticou a proibição de Lula ser candidato. O encontro desta segunda-feira (17) foi uma iniciativa do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, com apoio da Fundação Perseu Abramo.

Texto em português do Brasil

Exclusivo Editorial PVPV (Barão de Itararé) / Tornado


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Ver artigo original em "O TORNADO"

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  • in 'Sputnik Brasil'
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Opção por voto útil pode definir quem vai para o segundo turno, defende especialista

Debate presidencial na RedeTV
© REUTERS / Paulo Whitaker

Uma pesquisa divulgada pela CNT/MDA nesta segunda-feira (14) mostra que os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) abriram vantagem na disputa por duas vagas no segundo turno das eleições de 2018, que acontecem em outubro.


 

Bolsonaro e Haddad abrem vantagem na corrida presidencial, aponta CNT/MDA
Bolsonaro atingiu 28,2% das intenções de voto e Fernando Haddad registrou 17,6%. Ciro Gomes, do PDT, vem a seguir com 10,8% dos votos, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB, com 6,1%), Marina Silva (Rede, com 4,1%), João Amôedo (Novo, com 2,8%), Álvaro Dias (Podemos, 1,9%), e Henrique Meirelles (MDB, com 1,4%).

Os demais candidatos não atingiram 1%. Votos brancos e nulos chegam a 13,4%, e eleitores indecisos são 12,3%.

Para comentar os resultados da mais nova pesquisa, a Sputnik Brasil entrevistou Ricardo Ismael, cientista político da PUC-RJ. Segundo o especialista, é possível que o cenário ainda mude por conta do chamado "voto útil", que é quando o eleitor deixa de votar naquele candidato que seria o ideal para ele, para já no primeiro turno antecipar a ideia de uma segunda opção.

"Dentro das circunstâncias dessa eleição, acho que é possível que uma parte do eleitorado, não toda, mas uma parte, possa pensar em tentar essa questão do voto útil para garantir que mesmo que não seja o seu candidato ideal, seja um mais próximo", afirmou.

Ismael disse que o candidato que pode mais se beneficiar...

Brasil, Eleições

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Ciro Gomes: ‘Avisei ao comandante do Exército que Mourão está escalando um golpe’

Candidato à presidência nas eleições 2018, Ciro Gomes (PDT)
Marcelo Camargo / Fotos Públicas

O candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), deu início nesta terça-feira (18) às entrevistas conduzidas pela jornalista Renata Lo Prette para o Jornal da Globo.


 

© AFP 2018/ Miguel SCHINCARIOL© AFP 2018/ Miguel SCHINCARIOL
Bolsonaro e Haddad abrem vantagem na corrida presidencial, aponta CNT/MDA
Ciro Gomes criticou novamente o general Hamilton Mourão, candidato à vice-presidência na chapa de Jair Bolsonaro (PSL). Ciro Gomes afirmou que teve uma conversa reservada com o comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, em que acusou Mourão de estar tramando um golpe de Estado.

"Eu avisei [ao Villas Bôas] que iria enfrentar o Mourão porque ele estava escalando um golpe no Brasil. Eu conheço a lei e está proibido que chefes militares possam opinar na política. É próprio um comandante militar que fique tutelando o processo político?", afirmou Ciro.

O candidato do PDT também comentou a polêmica envolvendo uma discussão que teve com um homem em Roraima no domingo (17) durante um evento da nossa campanha. Ciro Gomes empurrou e xingou um homem que se apresentou como jornalista. O homem se chama Luiz Nicolas Maciel Petri e trabalha em campanhas do MDB e do DEM em Roraima.

"Não tenho sangue de barata e não quero ter. Fui avisado que o Romero Jucá, que todo mundo sabe o bandido que é, quis me constranger para que eu não andasse nas ruas de Boa Vista. O camarada veio, botou a mão aqui [apontou para o peito] e quis botar um adesivo do Bolsonaro para simular que...

Brasil, Eleições

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  • jorge rocha in 'Ventos Semeados'
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Não vale a pena estarem tão assustados!


Tenho lido por estes dias uns textos muito assustados de quem antecipa uma onda fascista a varrer as democracias - mesmo que só formalmente o sejam - ora na Europa Ocidental, ora no Brasil. As manifestações neonazis à volta de uma estátua de Karl Marx em Chemnitz, as sondagens de Bolsonaro ou as arruaças do pequeno Mussolini italiano criam um pânico injustificado em quem deve olhar objetivamente para as circunstâncias e encontrar as melhores estratégias de as alterar. É que notícias em contrário não faltam: a extrema-direita sueca esteve distante dos 20%, que lhe creditavam as sondagens e, em França, o partido de Marine Le Pen arrisca-se a ter de declarar bancarrota, como resultado da fraude com os dinheiros europeus e com a má gestão financeira nas suas contas.
Que tal gente nem sabe gerir-se a si, quanto mais a um qualquer país, bem o demonstra a História do III Reich que, se vista pelo prisma económico, mais não foi do que uma sucessão de planeamento e execução de pilhagens para conseguir remunerar os fornecedores de matérias-primas de cuja importação dependiam os seus exércitos.
Não fosse a colaboração ativa dos banqueiros suíços a servirem-lhes de elos de ligação com os seus cúmplices internacionais e a guerra nunca teria durado cinco anos. Que outra explicação existe para o facto de, em meados de 1942, a Suíça ser o único país do centro da Europa, que mantinha a sua «independência» face aos exércitos do vizinho alemão? E o que dizer de Salazar que...

Extrema direita

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Trump impõe novas tarifas de US$ 200 bilhões em importações chinesas

Presidente dos EUA, Donald Trump
© Sputnik / Serguey Guneev

Os Estados Unidos vão impor tarifas de 10% sobre um valor adicional de 200 bilhões de dólares às importações chinesas a partir de 24 de setembro, disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um comunicado nesta segunda-feira (14).

"Hoje, após sete semanas de aviso público, audiências e amplas oportunidades de comentários, ordenei ao representante de Comércio dos EUA que estabelecesse tarifas adicionais sobre importações de aproximadamente 200 bilhões de dólares da China", disse o presidente dos Estados Unidos.


© REUTERS / Handout/Miraflores Palace

"As tarifas entrarão em vigor em 24 de setembro de 2018 e serão fixadas em um patamar de 10% até o final do ano, e em 1º de janeiro, as tarifas aumentarão para 25%", acrescentou o presidente.

Além disso, Trump disse que os Estados Unidos vão impor tarifas sobre um valor adicional de 267 bilhões nas importações chinesas se Pequim "tomar medidas de retaliação contra os agricultores dos EUA ou outras indústrias".

O presidente dos Estados Unidos ressaltou que a China teve muitas oportunidades de abordar as preocupações dos Estados Unidos e pediu ao presidente chinês, Xi Jinping, que tome medidas rápidas para acabar com as práticas comerciais desleais em Pequim.

As tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos aumentaram em março, depois que Trump anunciou tarifas de importação de aço e...

China, USA

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Fragata francesa dispara mísseis a partir do Mediterrâneo

Um navio da Marinha francesa durante exercícios (arquivo)
© Sputnik / Igor Zarembo

Sistemas russos de controle do espaço aéreo detectaram o lançamento de mísseis a partir da fragata francesa Auvergne, localizada no mar Mediterrâneo, segundo informou o Ministério da Defesa da Rússia na noite desta segunda-feira.

Há pouco, militares baseados em Hmeymim, na Síria, informaram que um avião russo Il-20 teria desaparecido dos radares na região, com 14 soldados a bordo, quando sobrevoava o mar Mediterrâneo. Até o momento, não há informações sobre qualquer relação entre os dois casos.

Mais cedo, a mídia síria noticiou um ataque por uma força desconhecida contra a cidade costeira de Latakia, na Síria. Uma fonte local disse à Sputnik que havia drones e mísseis envolvidos, enquanto outra declarou que os disparos teriam sido feitos a partir do mar.

 

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na sequinte ligação::

https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018091712231166-misseis-fragata-franca/

Síria

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O Perigo Nazi é o Fim da Europa

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(Dieter Dellinger, 16/09/2018)

Foto: Nazis manifestam-se em Chemnitz perante o busto de Karl Marx. As voltas que a história pode dar?

O maior perigo para a Europa e, em particular, para a Alemanha e alguns países próximos é a ascensão do neonazismo.

Vários partidos nazis tentaram formar-se ao longo das décadas e não tiveram êxito, mesmo disfarçados de democratas, ou foram proibidos por a Constituição alemã os não permitirem ou não tiveram apoio popular.

Repentinamente formou-se uma há cinco anos o AfD (Alternativa para a Alemanha) que tem tido um êxito muito superior ao de outro partido denominado AfD (Aliança para a Alemanha) que quase despareceu com a fuga do seu pessoal para o “Alternativa”.

Enquanto o AfD atual se disfarçou até há pouco como partido democrático, revelou-se recentemente como verdadeira horda nazi nas manifestações de Chemnitz, curiosamente a antiga cidade de Karl Marx dos tempos da RDA , porque participou com várias organizações nazis como a Pegida, Holigans NS e outras que se manifestaram ruidosamente contra refugiados e estrangeiros muçulmanos na sequência de um crime praticado por dois jovens afegãos que mataram um cidadão filho de pai cubano e mãe alemã. Também é curioso que as grandes manifestações nazis em Chemnitz tiveram lugar na praça que ainda ostenta um enorme busto de Karl Marx, o que não incomoda ninguém.

Chemnitz é o local ideal para fazer renascer a tradicional xenofobia e racismo alemão que não morreu com a rendição em 1945...

Extrema direita, Alemanha

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Contra as ameaças à Venezuela, repudiamos a sugestão de intervenção militar do secretário-geral da OEA

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É com revolta e indignação que mais uma vez denunciamos as ameaças proferidas contra a Venezuela bolivariana e soberana, desta feita desde o palanque da Organização de Estados Americanos (OEA). No domingo (16), o secretário-geral desta instituição servil ao imperialismo estadunidense Luís Almagro, dando eco à fala criminosa do presidente dos EUA Donald Trump, disse que não se deve descartar a “opção militar” contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

O Conselho Mundial da Paz e diversas forças democráticas em todo o mundo repudiaram as ameaças de Trump e manifestaram repetidamente sua oposição resoluta ao acosso coordenado entre vários governos da região servis ao imperialismo estadunidense contra a Venezuela, criando o ambiente de guerra entre países irmãos.

Que Almagro tenha feito declarações semelhantes às de Trump, desde a Colômbia, onde estava de visita, e representando a OEA, são mostras de que as preocupações por trás de tão ultrajante, ingerencista, agressiva e irresponsável sugestão de uma “opção militar” são contrárias à promoção da paz ou do diálogo. Ficou patente sua obsessão quando o secretário-geral disse que não descansará até derrubar o governo de Maduro, um governo legitimamente eleito por seu povo.

Como de praxe em outras intervenções que destróem países e vitimam os povos em tantas regiões, Almagro alegou que tal agressão seria justificada para contrapor as “violações de direitos humanos”, valendo-se de bandeiras tão caras às forças...

Venezuela

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  • António Abreu in AbrilAbril
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A confrontação na Igreja com o Papa Francisco

A modéstia e humildade que Francisco tem transmitido com o seu mandato conferiram-lhe grande popularidade entre a generalidade dos crentes mas também acordaram a fúria dos sectores mais conservadores.

O Papa francisco liberta uma pomba branca, à chegada à Igreja do Santo Espírito, em Istambul, Turquia, 29 de Novembro de 2014. CréditosEPA/TOLGA BOZOGLU / LUSA

O arcebispo Carlo Maria Vigano pediu há dias ao Papa Francisco que renunciasse, por ter encoberto na Igreja dos EUA o caso do cardeal Theodore McCarrick. Mas fê-lo já depois deste ter renunciado no mês passado e após ter sido comprovadamente denunciado por pedofilia. Vigano negou, vários dias depois, ter sido motivado por vingança pessoal. De facto, tinha sido referido na imprensa italiana que a sua não ascensão a cardeal poderia ter estado por detrás dessa sua inusitada intervenção.

O arcebispo fez publicar a declaração inicial através do blogue de um jornalista da televisão italiana, Aldo Maria Valli, quando há dias o Papa estava na Irlanda e fazia a crítica da pedofilia no clero, pedindo, às vítimas e ao mundo, perdão. Vigano não incluiu nenhum documento comprovativo da sua contundente declaração, limitando-se a referir que os encobrimentos na Igreja estavam a assemelhar-se a «uma conspiração de silêncio não muito diferente da que prevalecia na máfia».

No avião de regresso da Irlanda, Francisco não se quis pronunciar sobre a declaração de Vigano. E pediu aos repórteres que o acompanhavam: «leiam o...

Igreja

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Venezuela consegue apoio chinês para Plano de Recuperação Econômica, diz Maduro

Presidente da Venezuela Nicolás Maduro durante discurso anual na Assembleia Nacional, em Caracas, Venezuela
© AP Photo / Ariana Cubillos

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, conta com o apoio chinês para o Plano de Recuperação Econômica do país.

Nicolás Maduro esteve durante cinco dias na China, onde participou da XVI reunião da Comissão Mista entre ambos os países que teve lugar em Pequim. No encontro, Venezuela e China firmaram 28 novos acordos de cooperação em diversas áreas, como as áreas de petróleo, energia, mineração, ouro, ferro, tecnologia, educação, segurança, defesa e saúde.


© REUTERS / Handout/Miraflores Palace
Por que China aposta na aliança estratégica com Venezuela?
"Após o grande êxito da nossa passagem pela China, acabamos de aterrissar em nossa amada Pátria, o Plano de Recuperação Econômica conta com o apoio do nosso grande irmão mais velho", escreveu Nicolás Maduro em sua conta da rede social Twitter, destacando ainda no encerramento do evento que a relação com a China é de "ganhos compartilhados".

Desde que chegou ao poder, a Venezuela firmou mais de 400 acordos com a China, se destacando a construção de habitações, um fundo misto, a exploração petrolífera e o desenvolvimento do setor aurífero, entre outros.

Já o chanceler chinês e conselheiro do Estado, Wang Yi, indicou que "apesar das complexas circunstâncias internacionais, a China está disposta a trabalhar com a Venezuela para fortalecer o comércio e a amizade entre ambos os países".

 

 

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na sequinte ligação::

China, Venezuela

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O País e o Mundo

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