Segurança

Jovem sem carta a conduzir carro furtado apanhado pela PSP em Cascais

 

Por Redação
20 setembro 2019
Um jovem, de 20 anos, foi detido esta quarta-feira, à tarde, pela PSP, em Cascais, por suspeita de furto de veículos e condução sem habilitação legal.
Já referenciado pela prática reiterada de furtos contra a propriedade e condução sem carta, o suspeito foi intercetado no âmbito de uma fiscalização rodoviária.
Os polícias apuraram, então, que o veículo que conduzia tinha sido furtado no passado dia 14, tendo sido, depois de apreendido, devolvido ao seu legítimo dono.
No seguimento das diligências policiais, foi ainda apurado que o suspeito usava regularmente um outro veículo, que também havia sido furtado no dia 10 de setembro.
 
Também esta viatura foi resgatada pelos polícias e, posteriormente, entregue ao seu legitimo proprietário.
 
Submetido a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Cascais, com o processo a baixar a inquérito, o jovem acabou por sair em liberdade.

 

Constitucional volta a chumbar «lei dos metadados»

O acesso indiscriminado das secretas a registos de comunicações voltou a ser chumbado pelo Tribunal Constitucional, que deu razão ao pedido de fiscalização pedido pelo PCP e subscrito por PEV e BE.

Os metadados, ou dados conexos, incluem toda a informação sobre comunicações electrónicas, excepto o seu conteúdoCréditosMiki Yoshihito / CC BY 2.0

O Tribunal Constitucional (TC) pronunciou-se esta quinta-feira pela inconstitucionalidade da chamada «lei dos metadados», impedindo o acesso indiscriminado das secretas a registos de comunicações, noticiou a Rádio Renascença (RR).

O acórdão já deu entrada na Assembleia da República, a qual terá, estipula o TC, «o ónus de concretizar, de forma rigorosa e precisa, quais os critérios susceptíveis de justificar, nos termos do artigo 3 da Lei Orgânica n.º 4/2017, o acesso, por entidades públicas, aos dados de base e de localização de equipamento dos cidadãos».

A chamada «lei dos metadados» permite aos serviços secretos o acesso a dados de comunicações entre pessoas sem ser no âmbito de um processo criminal.

«A exigência de autorização judicial não dá (…) garantias suficientes de que a ingerência na privacidade dos cidadãos se cinge ao mínimo necessário e proporcional» e a norma «remete para uma prerrogativa de avaliação do SIS e do SIED que frustra o equilíbrio que apenas o escrutínio judicial rigoroso de cada pedido de acesso pode assegurar», lê-se no acórdão.

A única excepção admitida pelos juízes é quando a intervenção das secretas seja feita com o objectivo de «prevenção de actos de sabotagem, espionagem, terrorismo, proliferação de armas de destruição maciça e criminalidade altamente organizada».

A decisão do TC veio dar razão às dúvidas do PCP sobre a «lei dos metadados», as quais originaram um pedido de fiscalização sucessiva da mesma por parte daquele partido, para a qual contou com o apoio de PEV e BE.

A Lei Orgânica n.º 4/2017, que «regula o procedimento especial de acesso a dados de telecomunicações e Internet pelos oficiais de informações do Serviço de Informações de Segurança [SIS] e do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa[SIED]», foi aprovada em 19 de Julho de 2017 pelo PSD, pelo PS e pelo CDS-PP, com os votos contra do BE, do PCP e do PEV e a abstenção do PAN.

Em 14 de Agosto, o Presidente da República promulgou o diploma, alegando um «consenso jurídico atingido, para ultrapassar as dúvidas que haviam fundamentado anteriores pedidos de fiscalização preventiva da constitucionalidade».

No mesmo dia em que Marcelo Rebelo de Sousa promulgou o diploma, o PCP afirmou estar contra aquilo que considera «uma devassa da vida privada dos cidadãos portugueses» e manifestou a sua intenção de recorrer a «todas as formas possíveis para que a Constituição da República Portuguesa prevaleça», incluindo chamar o TC «a pronunciar-se sobre esta matéria».

«Tínhamos razão», afirma o PCP

A decisão do TC foi comunicada de imediato ao PCP, enquanto entidade responsável pelo pedido de fiscalização.

António Filipe (PCP) declarou à RR que «esta decisão do Tribunal Constitucional vem revelar que tínhamos razão ao suscitar o pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade e de termos alertado para o facto de a legislação que foi aprovada pelo PS, PSD e CDS, e cuja fiscalização não foi solicitada pelo Presidente da República, violava de forma flagrante a Constituição».

O deputado sublinhou que a norma «deixa de vigorar automaticamente» e deixa de ser possível aos serviços de informação ter acesso a esse tipo de dados: «a lei tinha sido aprovada, foi promulgada pelo Presidente da República e estava em vigor, mas a decisão do Tribunal Constitucional é de declarar a inconstitucionalidade com força obrigatória geral, designadamente da norma que permitia acesso dos serviços de informação a dados de facturação detalhada das comunicações individuais».

O anúncio da lei, em Abril de 2017, despertou críticas de jornalistas e do Sindicato de Jornalistas, bem como da Associação Portuguesa de Juristas Democratas.

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/nacional/constitucional-volta-chumbar-lei-dos-metadados

Agrediu companheira durante 5 anos

Por Redação
18 setembro 2019
Um homem, que durante cinco anos ameaçou e agrediu física e psicologicamente a companheira, foi detido em Cascais e, posteriormente, libertado sujeito a medidas de coação, que passam pela proibição de se aproximar da residência da vítima ou de aí permanecer, esta última fiscalizada eletronicamente, anunciou esta quarta-feira a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa do Ministério Público (MP).
O arguido foi detido pela PSP e apresentado ao Juiz de Instrução Criminal de Cascais para primeiro interrogatório judicial esta terça-feira.
As medidas de coação foram aplicadas por verificar-se os perigosos de continuação da atividade criminosa e de perturbação do inquérito.
Segundo o Ministério Público, o homem está “fortemente indiciado pela prática de um crime de violência doméstica e um crime de furto”.
 

Os fortes indícios recolhidos apontam para que o arguido, ao longo dos cinco anos que coabitou com a vítima, sua companheira, ameaçou-a e agrediu-a física e psicologicamente. 
Em 2019, após o términus do relacionamento entre ambos, o arguido continuou com os mesmos comportamentos, tendo ainda, em dada ocasião, subtraído o telemóvel da vítima.
O inquérito não está em segredo de Justiça e a investigação prossegue sob a direção do DIAP/ Núcleo de Cascais, Comarca de Lisboa Oeste, com a coadjuvação da PSP.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_287.html

Polícia sinaleiro regressa a Cascais 50 anos depois

Por Redação
17 setembro 2019
Cascais volta a ter um polícia sinaleiro, 50 anos depois, numa iniciativa do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (Cometlis).
Chama-se Marco Graça, é agente principal da PSP e pertence à Esquadra de Trânsito e com o uniforme tradicional de polícia sinaleiro entrou em funções esta terça-feira, na chamada Baixa de Cascais, conforme Cascais24 avançou ontem em primeira mão.
Só lhe falta a tradicional peanha para o colocar, como os antigos, numa posição mais elevada e visível para condutores e peões.
No entanto, o novo polícia sinaleiro de Cascais vai ser itinerante e, segundo Cascais24 apurou, irá dividir a regulação de tráfego entre vários locais da Baixa de Cascais.
Agente Principal Marco Graça é o novo Polícia sinaleiro em Cascais
O Polícia sinaleiro de Cascais passará a integrar uma das áreas mais vivas do município, contribuindo para aumentar a confiança na Polícia e reforçar o sentimento de segurança dos munícipes e dos milhares de visitantes, nacionais e estrangeiros. 
Segundo a PSP, o irá contribuir, de forma indelével para reforçar a função policial como componente dinâmica da vida social, cultural e económica no município, no qual a PSP está implantada quase desde a sua fundação. 
O Polícia sinaleiro é um ícone histórico da PSP, que foi uma peça basilar do quotidiano citadino em matéria de mobilidade urbana e segurança rodoviária na primeira metade do século passado.
Em Cascais, a figura do Polícia sinaleiro existiu há cerca de 50 anos. Eram dois, à época, os então guardas da PSP, Agostinho e Alfredo, entretanto falecidos, que regulavam o tráfego na Marginal, na antiga entrada da vila de Cascais e, nos dias de mercado, no entroncamento junto à Caixa Geral de Depósitos, na atual avenida 25 de Abril.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_876.html

Idosa desaparecida no Estoril e encontrada morta em Odemira esteve 3 meses à espera de ser identificada

 

Praia de Nossa Senhora, na Zambujeira do Mar, onde a idosa foi encontrada sem vida
Por Redação
16 setembro 2019
Uma idosa, 74 anos, dada como desaparecida desde maio último da sua habitação, no Bairro do Fim do Mundo, na Galiza, em São João do Estoril, foi encontrada morta, menos de um mês depois em Zambujeira do Mar, Odemira, e só agora foi identificada.
 
O corpo de Maria Alice de Jesus foi encontrado no dia 12 de junho em avançado estado de decomposição, numa rocha na praia de Nossa Senhora, em Zambujeira do Mar, freguesia de São Teotónio, no concelho de Odemira, segundo avança o jornal Lidador de Noticias.
A idosa tinha desaparecido, em circunstâncias misteriosas, sem deixar rasto. Em casa tinha deixado as chaves, a carteira e o telemóvel. Vizinhos e amigos estranharam, então, a sua ausência, e participaram às autoridades.
De acordo com os vizinhos e amigos, Maria Alice de Jesus era considerada uma pessoa “muito reservada”, que convivia “muito pouco com os amigos”.
A autópsia realizada entretanto no Gabinete Médico Legal de Beja, não revelou sinais de violência, tendo depois sido enviadas amostras para serem efetuados testes de ADN, que revelaram agora a identidade da idosa. 
 
Os familiares foram posteriormente chamados para fazer os testes de reconhecimento.
A idosa terá caído ao mar e o corpo foi arrastado pelas águas do Oceano Atlântico até à costa alentejana, tendo o corpo ficado encalhado numa escarpa, devido à maré cheia, onde depois viria a ser encontrado por um popular.
 
 
 

Os sistemas dos Elbitenses

A Elbit Systems Ltd. fundada em 1966, é uma gigantesca empresa internacional de sistemas eletrónicos de defesa com sede em Israel.

Tem atividades em sete países Europeus, Bélgica, França, Itália, Macedónia, Roménia, e UK conjunto que compõe este estranho ramalhete de bolbosas democracias.

USA, Brasil, Colômbia são a Copa das Américas dos Elbitenses e  ainda as asiáticas Filipinas.

A empresa, que tem muitas subsidiárias, com nomes que variam conforme o país que a contrata, actua nas áreas de sistemas de vigilância aeroespacial, terrestre, e naval, comando, controle, comunicações, computadores, vigilância e reconhecimento de espionagem (C4ISR), sistemas de aeronaves não tripuladas, eletro-óptica avançada, sistemas espaciais eletro-ópticos, conjuntos de guerra eletrónica, sistemas de inteligência de sinal (SIGINT), links de dados e sistemas de comunicação e rádios. Vai atualizando plataformas militares existentes, prosperando com tecnologias para aplicações na defesa, segurança nacional e aviação comercial e fornecendo uma gama de serviços de suporte, incluindo sistemas de treino para pilotos na Macedónia. Em 2016, tinha uns  quase 14 mil funcionários, a maioria especialistas em engenharia, mecânica, pesquisa e desenvolvimento e outras áreas técnicas e de computação. As ações da Elbit Systems são negociadas na Bolsa de Valores de Tel Aviv e na NASDAQ.

Prestigiadas instituições norueguesas, dinamarquesas e suecas afastaram-se dos Elbitenses com declarações públicas de que não queriam trabalhar com empresas que não respeitavam princípios de defesa dos direitos humanos.

Em 6 de dezembro de 2017, a Citizenlab publicou um relatório detalhado que mostrava que dissidentes e jornalistas etíopes nos EUA, Reino Unido e outros países eram alvo de sofisticados esquemas de vigilância/espionagem comerciais, fornecidos pela Cyberbit, um outro nome da Elbit. À pergunta colocada pela Human Right Watch sobre o assunto, a Cyberbit não negou a venda desse tipo de tecnologia e, claro, negou ter o que quer que fosse a ver com o mau uso que pudesse ser dado a quem lhe comprava equipamento.

Em dezembro de 2018, o Jerusalem Post informou que o banco inglês HSBC confirmou que iria deixar de trabalhar com a Elbit. O banco justificou sua decisão alegando que “apoia fortemente os princípios internacionais de direitos humanos quando eles se aplicam aos negócios”. O grupo Campanha de Solidariedade com a Palestina (PSC) considerou este divórcio entre a banca a a Elbit  uma vitória.

Em abril de 2019,  a AXA, uma empresa de investimento francesa, também declinou mais parcerias com a Elbit o que foi saudado por várias organizações internacionais.

Will Parrish, um jornalista investigador do norte da Califórnia (www.willparrishreports.com), avisa agora no The Intercept que a patrulha de fronteira dos USA contratou uma empresa militar israelita para colocar uma reserva nativa americana sob “vigilância persistente”.

As pessoas da nação Tohono O’odham, a tal reserva no Arizona, sempre viajaram livremente por essas terras suas, dizem habitantes locais mas, após anos de assédio por agentes da Patrulha de Fronteira, muitos têm medo de se aventurar longe de suas casas. "Agora não podemos ir a lado nenhum sem os grandes olhos israelo-americanos  observarem todos os seus movimentos”, dizem.

De acordo com Jay Stanley, um analista senior de política do American Civil Liberties Union’s Speech, Privacy, and Technology Project, a disseminação de tecnologias de vigilância persistentes é particularmente preocupante porque elas removem qualquer limite sobre quanta informação a polícia pode reunir sobre os movimentos de uma pessoa. “A fronteira é o local natural para o governo começar a usá-los, pois há muito mais apoio público para implantar esse tipo de tecnologia intrusiva lá”, disse ele.

Um grande olho nos vigia. Tão grande e tão intrusivo que nem o vemos.

Dissimula-se entre as nuvens que nos permitem sentar à sombra deste nosso descontentamento.

 

Ilustração: Vigilância elbitense,  de Beatriz Lamas Oliveira


Por opção do autor, este artigo respeita o AO90


 
 
 
 
 
 

Ver original em 'O TORNADO' na seguinte ligação:

https://www.jornaltornado.pt/os-sistemas-dos-elbitenses/

Matou jovem tatuador do Estoril e entregou-se à PJ 12 horas depois

Bernardo dos Santos Belém,  cuja grande paixão era a arte das tatuagens, morreu aos 26 anos
Por Redação
08 setembro 2019
“Divertido”, “alegre” e “amigo”, com uma enorme “paixão” pelas tatuagens, um “artista”, é como os amigos descrevem nas redes sociais Bernardo dos Santos Belém, o jovem de 26 anos, com estúdio de tatuagens no Estoril, esfaqueado mortalmente, esta sexta-feira, de manhã, no estacionamento frente à praia de Santo Amaro, em Oeiras.
Um amigo, de 22 anos, também do Estoril, que o acompanhava, foi igualmente golpeado, mas sobreviveu, depois de submetido a intervenção cirúrgica.
Bernardo e o amigo foram esfaqueados no final de uma noite de diversão, passada numa conhecida discoteca de Lisboa.
O conflito, por motivos fúteis, terá começado no estabelecimento de diversão noturna, mas o ajuste de contas teve o seu epílogo de forma sangrenta horas depois no estacionamento de Santo Amaro, junto à Marginal.
Saídos da discoteca, os dois amigos dirigiram-se ao McDonald`s, em Santo Amaro. No estacionamento ficou parado o carro de Bernardo Belém.
Foi ao dirigir-se para casa, em Nova Oeiras, na companhia de um amigo, que o alegado autor do crime avistou o veículo de Bernardo no estacionamento e decidiu fazer uma espera.
 

Bombeiros de Oeiras lavam o asfalto tingido de sangue das vítimas. Ao fundo, o carro de Bernardo Belém (Foto Nuno Pinto Fernandes/ Global Imagens)
Bernardo e o amigo foram esfaqueados com vários golpes. 
Deixando para trás os jovens em agonia e a esvaírem-se em sangue, o alegado autor do crime colocou-se em fuga na viatura do amigo.
Porém, uma testemunha anotou a matrícula e as características do carro em fuga.
Poucas horas depois, os “Furões” da PSP de Oeiras intercetavam o condutor, que saia da habitação acompanhado pelo pai. Acabou por ser libertado, dado não ter intervenção direta nas agressões. O jovem tatuador do Estoril tinha acabado por morrer no local e o amigo por sobreviver depois de submetido a intervenção cirúrgica no hospital de S. Francisco Xavier.
Cerca de 12 horas depois, ainda na sexta-feira, ao final da tarde, o principal suspeito pelo homicídio consumado de Bernardo Belém e pelo homicídio na forma tentada do amigo que então o acompanhava, entregou-se voluntariamente à Secção de Homicídios da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo. Foi acompanhado de um advogado e depois de um primeiro contato com a PSP de Oeiras.
O suspeito, de 24 anos, acabou por ver este sábado confirmada a prisão preventiva. Pelo menos, nesta fase, de nada lhe valeu o argumento de que “não tinha intenção de matar” e que decidira entregar-se voluntariamente depois de “saber pelas notícias” que “uma das pessoas agredidas tinha morrido”. Já referindo-se a Bernardo dos Santos Belém, o jovem tatuador morto, um amigo escreveu nas redes sociais: “Valias mais de 5 estrelas, humilde, sempre bem disposto…O céu acabou por ganhar uma grande Estrela”.
 
 

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https://www.cascais24.pt/p/blog-page_928.html

PSP conclui investigação a rede de tráfico com suspeitos em preventiva

Por Redação
07 setembro 2019  (Em atualização)
Um inquérito a uma rede de tráfico de haxixe acaba de ser concluído pela Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Cascais, com a detenção de mais três suspeitos, que ficaram em prisão preventiva, anunciou este sábado o Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (Cometlis).
 
Nesta operação que levou à detenção, em flagrante delito, dos três suspeitos, com idades entre os 25 e os 30 anos, os policias confiscaram cerca de 1.200 doses de haxixe, 320 euros em numerário, uma balança de precisão, telemóveis e cartões SIM e, ainda, um automóvel, marca BMW, modelo 320d.
 
Estas detenções e apreensões foram feitas no decurso do cumprimento de três mandados de busca e apreensão domiciliárias, e quatro não domiciliárias, emitidos pela Autoridade Judiciária. 
 
Segundo a PSP, esta mais recente operação policial veio concluir as investigações do processo de tráfico de estupefacientes, à ordem do qual tinham, entretanto, sido detidos outros três suspeitos, dois deles cidadãos estrangeiros, bem como confiscados 51 quilos de haxixe, 4 mil euros em dinheiro, um revólver "Smith & Wesson 38, 5 munições do mesmo calibre, uma viatura ligeira de passageiros, telemóveis e cartões.
 
 
 

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Idosa de 74 anos atropelada com gravidade no Pai do Vento

Equipas de socorro no local do atropelamento, no Pai do Vento (Foto BVAlcabideche)
Por Redação
05 setembro 2019
Uma idosa, 74 anos, foi atropelada com gravidade, esta quinta-feira, de manhã, no Pai do Vento, na freguesia de Alcabideche.
 
A septuagenária foi atropelada pouco antes das dez horas da manhã na rua das Calçadas, em circunstâncias que o Núcleo de Acidentes da GNR está a averiguar.
 
O condutor do veículo, que atropelou, manteve-se no local até à chegada do socorro e das autoridades policiais, tendo, alegadamente, assumido a responsabilidade pelo acidente.
 
Depois de assistida e estabilizada, a idosa foi transportada em estado grave para a urgência do Hospital de São Francisco Xavier, no Restelo.
 
Nas operações de socorro estiveram empenhados os Bombeiros de Alcabideche, com dois veículos, a VMER do Hospital de Cascais e, ainda, a GNR.
 
 
 
 

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Sonae utiliza dados dos trabalhadores sem consentimento

Trabalhadores são pressionados para usar a ferramenta IOP, que dispõe sem a sua autorização dos dados pessoais para efeitos de marketing e os disponibiliza a outras empresas.

Paulo de Azevedo, presidente do Conselho de Administração da SonaeCréditosJosé Coelho / LUSA

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços (CESP/CGTP-IN), em comunicado, denuncia a ferramenta IOP (sigla para o inglês «Improving our People» – melhorar as nossas pessoas) e esclarece as suas intenções, que considera «perversas».

«A maioria dos trabalhadores desconhece que os seus dados pessoais e de celebração de contrato estão numa base de dados de terceiros, a empresa a quem a Sonae encomendou tal ferramenta», alerta o sindicato. Ainda no final de 2018, já depois de reunido várias vezes com a administração para resolver as preocupações denunciadas pelos trabalhadores, a estrutura sindical elaborou um documento informativo contendo uma minuta de recusa desse sistema.

Não obstante, para justificar e aumentar a utilização do IOP, a administração começou a canalizar para o sistema as avaliações e os recibos de vencimento, utilizando o argumento da «diminuição da pegada ecológica», o que está em contradição com a sua política distribuição em grande escala dos folhetos aos clientes.

O CESP acrescentou ainda no comunicado informações sobre vários parâmetros do sistema em questão, para contribuir para o esclarecimento dos trabalhadores. Afirmou que a fotografia e os dados pessoais são cedidos a outras empresas e usadas sem o consentimento dos trabalhadores, e que a progressão na empresa só foi retirada do perfil por intervenção do sindicato. 

O sistema dispõe também de um motor de busca que permite «encontrar todos os perfis criados para os trabalhadores» não garantindo assim a protecção dos seus dados, «numa espécie de rede social interna gerida unilateralmente pela empresa», lê-se na nota.

Os trabalhadores exigem o «direito de se opor ao tratamento dos seus dados pessoais para efeitos de utilização na ferramenta IOP ou de qualquer outra forma de prospecção», que sejam utilizados para «efeitos de marketing da empresa» ou comunicados a terceiros sem o seu conhecimento e consentimento, concluiu o sindicato.

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/trabalho/sonae-utiliza-dados-dos-trabalhadores-sem-consentimento

Portugal | Centenas de novos crimes vão 'engordar' acusação contra Rui Pinto

 
 
As acusações do Ministério Público contra Rui Pinto não se vão limitar ao caso da Doyen / Sporting. As autoridades têm provas de "centenas" de outros crimes de acesso ilegal a e-mails
 
Cristiano Ronaldo, magistrados do Ministério Púbico - entre eles o anterior diretor do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, Amadeu Guerra, e o procurador da República Pedro Verdelho -, escritórios de advogados (como o da Vaz Serra Associados e o da PLMJ, este último que defendeu o Benfica no caso 'E-Toupeira') e funcionários do Ministério da Administração Interna e da PSP estão entre alguns dos alvos da pirataria informática de Rui Pinto, cujos casos o Ministério Público (MP) quer incluir na acusação que terá de concluir até 22 de setembro.
 
O DN confirmou junto de fonte que está a acompanhar o inquérito, titulado pelo DCIAP, que o processo que começou com o caso da Doyen / Sporting e com o 'hacker' a ser indiciado e detido por acesso ilegítimo, violação de segredo, ofensa à pessoa coletiva e extorsão na forma tentada, pode ter um "considerável crescimento de volume, com parte das centenas de novos crimes entretanto detetados a integrarem o despacho de acusação" - cada acesso ilegal conta como um crime; e há muitos, a vários alvos.
 
Depois desta acusação, as autoridades vão preparar novos processos para completar a lista de alegados crimes e formularem novas acusações.
 
 
O MP já tinha tentado alargar o inquérito a estes novos crimes - detetados na análise da PJ ao material informático que foi apreendido a Rui Pinto - quando pediu ao juiz de instrução criminal que declarasse a especial complexidade do processo, o que daria mais seis meses à investigação, mas foi negado.
 
A procuradora responsável, Patrícia Barão, sustentava que "o sucesso da presente investigação depende do alargamento do respetivo prazo de inquérito, pois só assim é possível o cabal esclarecimento dos factos, com o apuramento da total dimensão da atuação do arguido Rui Pinto, a qual, demonstradamente, não se cingiu ao SCP e à Doyen, nem tão pouco a entidades desportivas".
 
Além das entidades já referidas, o MP descrevia também acessos ilegais a "organismos do meio futebolístico, tal como FIFA, Confederação Sul-americana de Futebol, Clube Desportivo Nacional e Futebol Clube do Porto".
 
Segundo a magistrada, da análise feita ao material informático "existem indícios da presença de muitas outras caixas de correio eletrónico, tendo sido possível determinar que o arguido se encontrava habilitado a usar software e ferramentas ofensivas destinadas a explorar acessos remotos ao sistema das vítimas que entendia poderem conter elementos que considerasse de interesse".
 
Apesar do indeferimento do tribunal, o MP acabou por conseguir juntar ao processo os novos crimes com uma oportuna 'ajuda' da Hungria. Isto porque o Mandando de Detenção Europeu (MDE) ao abrigo do qual Rui Pinto foi detido e extraditado pelas autoridades húngaras só dizia respeito ao processo da Doyen, o que, na prática, limitava a recolha de provas apenas às relacionadas com esse caso.
 
No entanto, na semana passada a Hungria deu luz verde ao pedido de Portugal para alargar o âmbito do MDE, o que na prática quer dizer que o MP já pode acrescentar quaisquer novos crimes detetados.
 
Rui Pinto, 30 anos, em prisão preventiva desde 22 de março, é defendido por várias entidades e personalidades internacionais, que o consideram um 'whistleblower' (denunciante) pelo seu papel na denúncia da corrupção no futebol, através da plataforma Football Leaks.
 
Apesar dos seus apoiantes, entre os quais a ex-eurodeputada Ana Gomes, garantirem que está a ajudar as autoridades de vários países a combater a corrupção no futebol, entre as quais as de França, criticando Portugal por não fazer o mesmo, fonte da investigação portuguesa garante que cá essa não tem sido a atitude do 'hacker': "Nunca colaborou", sublinha.
 
Valentina Marcelino | Diário de Notícias
 
 

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

https://paginaglobal.blogspot.com/2019/09/portugal-centenas-de-novos-crimes-vao.html

PJ investiga suspeitas de fogo posto no Pisão

                         04 setembro 2019
A Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo está a investigar a origem suspeita de dois incêndios que, com um curto intervalo de três dias, deflagraram na área do Pisão, em Alcabideche, na área do Parque Natural Sintra e Cascais, apurou Cascais24.
 
O primeiro incêndio atingiu uma área de mato de cerca de mil metros quadrados e não chegou a pôr a risco o Centro Social do Pisão, entretanto protegido pelos Bombeiros.
 
Já esta segunda-feira, à noite, a poucos metros da primeira área flagelada, um novo incêndio, por detrás das instalações da construtora Jodofer, devastou uma área de cerca de 3 mil metros quadrados de pinhal.
 
"A ausência de vento acabou por facilitar o nosso trabalho", disse, a Cascais24, José Palha Gomes, comandante dos Bombeiros de Alcabideche, segundo o qual "não fora este factor, a situação podia ter-se complicado, apesar da intervenção musculada na primeira fase de combate".
 
Nas operações noturnas de combate a este segundo incêndio deflagrado na mesma área geográfica, estiveram empenhados 52 operacionais, apoiados por 15 veículos, dos Bombeiros de Alcabideche, Cascais, Estoril, Parede, São Pedro de Sintra e Almoçageme.
 
Cascais24,soube, entretanto, existirem fortes suspeitas de que os dois incêndios podem ter origem criminosa, até porque num dos incêndios foi visto na área um antigo pirómano, condenado e entretanto em liberdade. Noticia relacionada 
+Intervenção "musculada" dos Bombeiros trava fogo no Pisão 
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_645.html

Bombeiros de Alcabideche salvam felino de morte por asfixia

                         03 setembro 2019
Uma guarnição dos Bombeiros de Alcabideche salvou, in-extremis, um felino de morrer por asfixia, esta sexta-feira, pela manhã, em Adroana.
O alerta foi dado pelas 8h52, com a guarnição dos Bombeiros de Alcabideche, formada por José Carvalho, Fortunato Reis e José Pereira, e avançar para uma habitação na rua de São Francisco.
O felino, glutão, estava em risco de asfixia depois de ter enfiado o focinho numa pequena lata de ração. Tinha o crâneo e a mandíbula completamente bloqueados. 

Veja aqui o vídeo do salvamento!
 
Resgatado, foi colocado de seguida sobre uma mesa e, aqui, com um dos salvadores, José Carvalho, a segurá-lo, viu ser-lhe extraído por um outro bombeiro salvador, Fortunato Reis, com recurso a um alicate, a lata que tinha enfiada no focinho.
“Já está”, exclamou Fortunato Reis, no final da operação, ao extrair a lata que poderia ter asfixiado o felino, de nome “Branquela”. 
 
 
 
“Os bombeiros também servem para estas situações e é gratificante quando sabemos que fomos úteis e salvámos uma vida”, comentou, a propósito, José Palha Gomes, comandante dos Bombeiros de Alcabideche.
 
O Comandante dos Bombeiros de Alcabideche, em declarações a Cascais24, aproveitou para lançar um alerta aos donos de animais no sentido de “desfazerem-se das embalagens de ração, sobretudo daquelas que poderão constituir mais risco, como foi o caso, assim que consumidas, não as deixando ao alcance dos animais”.
 
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_512.html

Suspeito de 30 assaltos em 6 meses põe policias e comerciantes à beira de um ataque de nervos em Cascais

02 setembro 2019
Foi praticante de muay thai num conhecido ginásio da Torre e dedicava-se a outros desportos, mas caiu em desgraça desde que, alegadamente, começou a consumir drogas e, desde então que os assaltos noturnos passaram a constituir o seu modo de vida.
 
Tem 37 anos e, segundo Cascais24 apurou, é o presumível autor de, pelo menos, 30 assaltos noturnos a estabelecimentos desde o início do ano só na freguesia de Cascais.
 
Sempre que é apanhado pelos polícias, aos quais não oferece resistência, é identificado, constituído arguido e libertado, por indicação do Procurador de turno do Ministério Público.
 
Os agentes da PSP de Cascais e os comerciantes locais começam a ficar à beira de um ataque de nervos, devido à sucessão de assaltos, alegadamente protagonizados impunemente pelo suspeito. 
 
"Com este tipo à solta, ninguém pode dormir descansado", afirmou, a propósito, um comerciante de Cascais, que pediu o anonimato e segundo o qual "amanhã não sei se serei eu a ser acordado a meio da madrugada pela polícia a informar que o meu estabelecimento foi assaltado".
 
A última detenção, quase em flagrante delito, foi registada esta segunda-feira, de madrugada, pouco depois de ter abandonado um estabelecimento de restauração e bebidas no Paredão de Cascais.
 
Foi intercetado pelos polícias da 50ª Esquadra da PSP (Cascais) pelas 3h30, nas proximidades do estabelecimento assaltado por arrombamento, pouco depois do alarme ter sido acionado.
 
Na sua posse, o homem tinha garrafas de bebidas alcoólicas e algumas peças de vestuário, que pertenciam a alguns funcionários.
 
Segundo Cascais24apurou, entre os assaltos noturnos de que é suspeito e sob investigação da Esquadra de Investigação Criminal (EIC) contam-se cafés, restaurantes, outras lojas e até a agência do BPI, no centro de Cascais, onde terá entrado por meio de arrombamento de uma janela das traseiras.
 
 

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Rede de Taiwan pagava 8 mil euros mensais por mansão na Pampilheira

01 setembro 2019
Era numa mansão, com muros altos, em área residencial de luxo na Pampilheira, em Cascais, e a pagar 8 mil euros de renda por mês, que uma rede chinesa mantinha em funcionamento, desde março, um call- center clandestino, com trabalho alegadamente escravo de 17 jovens recrutados em Taiwan para extorquir cidadãos da China continental. A mansão tinha sido alugada por seis meses e os jovens receberiam o equivalente a 740 euros/mês que seriam depositados nas suas contas de origem. Descansavam de dia e trabalhavam toda a noite. Não teriam autorização para sair para o exterior!
 

Manuela Santos, diretora da Unidade Nacional Contraterrorismo, que coordenou operação em Cascais
Libertados numa operação da Unidade Nacional Contra Terrorismo da PJ, os 17 jovens de ambos sexos, com idades entre os 20 e os 30 anos, regressaram, entretanto, ao país de origem, pois tinham viagem de ida e volta, disse, a Cascais24, Manuela Santos, diretora da Unidade Nacional Contra Terrorismo da PJ.
 
Na ofensiva, desenvolvida por 15 inspetores da PJ, foram, ainda, detidos dois chineses, um encarregue da logística, que fornecia alimentação e outros bens aos jovens e outro encarregue de supervisionar o trabalho e que retinha na sua posse os respetivos passaportes e telemóveis dos “trabalhadores”.
 
A PJ interveio a pedido das autoridades policiais de Taiwan que, inclusivamente, enviaram a Lisboa dois agentes do 7º Corpo de Investigação do Criminal Investigation Bureau (CBI), que acompanharam, como observadores, a operação portuguesa no sítio onde o call-center, usado internacionalmente para burlar e extorquir cidadãos da China continental tinha a sua base logística instalada.
 
Ainda segundo Manuela Santos,"o modus operandi, muito bem elaborado e treinado, implicava obrigar os jovens a fazerem-se passar por funcionários de autoridades policiais e governamentais chinesas que contactam as pessoas para as convencer que acederam a conteúdos proibidos na internet e tinham que pagar uma multa para não serem detidos".
 

Jovens que trabalhavam no call center na Tailândia
Os inspetores da PJ confiscaram algumas notas comprometedoras, em mandarim, mas a maior parte delas estavam destruídas e guardadas em sacos de lixo preto espalhados pela casa. 
 
Os montantes extorquidos, pelo telefone, eram canalizados para um IBAN da organização alegadamente criminosa.
 
Na operação da PJ foram confiscados 25 telemóveis, outros tantos computadores portáteis e vários equipamentos wireless - as chamadas eram feitas com telemóveis sem cartões, só através de wi-fi
 
Entretanto, apurou Cascais24, na Tailândia, a polícia de Taiwan terá desmantelado nos últimos dias outra base, alegadamente a funcionar ao serviço da mesma rede.
 
 
 
A história da rede
Segundo o Criminal Investigation Bureau (CBI) de Taiwan, esta organização fraudulenta liderada por um homem, de sobrenome Yang operava desde abril do ano passado na cidade de Taoyuan, condado de Hsinchu.
 

Equipamentos confiscados na ofensiva em Taiwan
Foi naquela altura que Yang organizou uma sala de computadores para fraudes “Taobao”, fazendo com que “os trabalhadores”, disfarçados como funcionários de segurança pública da China e funcionários da Agência de Aplicação da Lei e outras agências governamentais, contatassem cidadãos chineses, por telefone, alegando estarem envolvidos num grande processo criminal por lavagem de dinheiro e exigindo que cooperassem com o processo de verificação de fundos para provar sua inocência.
 
Depois da rede obter as informações relacionadas com as contas bancárias das vítimas, o dinheiro era transferido para uma conta fictícia via Internet, e um homem com o sobrenome Su verificava o dinheiro obtido através de um centro de lavagem de dinheiro.
 

Força tarefa

Em Taiwan, a investigação do CIB iniciou-se depois da recolha de informações e sob a coordenação do promotor Huang Yi-Ling, do Ministério Público do Distrito de Hsinchu, em Taiwan, que decidiu formar uma força-tarefa.
 

Em maio último um investigador do CBI anunciava as primeiras investigações
As investigações do CBI culminaram, numa primeira fase, a 16 de janeiro último, na detenção de 18 suspeitos, incluindo Li ○ -Chiang, Su ○ -Sheng,  testas de ferro de mister Yang, na apreensão de uma chave USB chinesa, cartões China Union Pay, laptops, telefones celulares para contatos criminais, roteadores sem fio , manuais de instruções e outras matérias comprometedoras.
 
A investigação da força tarefa do CBI viria, ainda, a culminar a 25 de abril último na prisão do líder, mister Yang, mas por pouco tempo, pois seria libertado mais tarde.
 

Mudou a estratégia

Em liberdade, mister Yang reformulou o call center fraudulento, transformando-o em pequenas unidades de salas de fraude, cada uma acomodando de um a dois membros para fins de fraude e vida diária. 
 
Além disso, o acesso ao call center era feito por pessoal e veículos especiais, e os veículos de entrega foram deliberadamente rotulados como “indústria de engenharia” para enganar o público em geral. 
 
Entretanto e, enquanto a polícia de Taiwan lançava alertas públicos sobre a fraude, solicitando a quem recebesse uma ligação telefônica ou mensagem de texto suspeita para ligar para a Linha Direta Antifraude da Agência Nacional de Polícia 165, mister Yang instalava em Cascais a sua primeira base logística europeia, agora desmantelada em plena “produção” pela Unidade Nacional Contra Terrorismo da PJ sob coordenação do Ministério Público de Cascais.
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Intervenção "musculada" dos Bombeiros trava propagação de fogo no Pisão

Por Redação 
29 agosto 2019
Um incêndio, que deflagrou esta quinta-feira, à tarde, numa área de mato, no Pisão, Alcabideche, atingiu uma área de mil metros quadrados e só não assumiu maiores proporções graças à intervenção musculada dos meios de combate, confirmou, a Cascais24, José Palha Gomes, comandante dos Bombeiros de Alcabideche, que dirigiu as operações.
 
O fogo deflagrou pouco antes das cinco horas da tarde num terreno privado, não muito longe do Centro Social do Pisão, que não chegou a ter necessidade de ser evacuado, embora fosse protegido pelas forças terrestres no teatro das operações.
 
Comandante José Palha Gomes
Segundo o comandante José Palha Gomes, "o fogo foi combatido e dominado em 40 minutos, seguindo-se as operações de consolidação".
 
No combate ao fogo, as forças terrestres dos Bombeiros contaram com a intervenção de um helicóptero, que efectuou três descargas de água.
 
Nas operações estiveram mobilizados 38 operacionais, apoiados por 9 veículos, dos Bombeiros de Alcabideche, Cascais, Estoril e São Pedro de Sintra, uma equipa de Sapadores Florestais, além do meio aéreo e, ainda, da GNR de Alcabideche.
 
A origem do incêndio é desconhecida.
 
 
 
 
 

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Judiciária captura casal ex-emigrante que atraia taxistas a ciladas para assaltos

Por Redação
27 agosto 2019
Um casal ex-emigrante, suspeito de ter assaltado um motorista de táxi, em Carcavelos, foi identificado, localizado e detido em Vila Franca de Xira pela Brigada Antirroubo da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo e viu confirmada a prisão preventiva.
Também uma outra mulher foi detida pelos inspetores, mas acabou por sair em liberdade depois de submetida a primeiro interrogatório judicial, estando em curso ainda diligências para identificar um outro homem, também suspeito de integrar o quarteto que a PJ acredita ser responsável por uma vaga de assaltos à mão armada na região da Grande Lisboa.
Na sequência das diligências realizadas, que contaram com a colaboração da PSP, a Polícia Judiciária apreendeu a arma utilizada para a prática dos crimes, os telemóveis roubados e diversos outros objetos relacionados com os crimes praticados.
Para já, os três suspeitos, com idades entre os 31 e os 40 anos, estão fortemente indiciados pela prática de dois assaltos a motoristas de táxi, um no concelho de Cascais e outro em Loures.
 
 
O ataque ao motorista de táxi, em Cascais, registou-se no dia 21, de madrugada. O casal, fazendo-se transportar num veículo, abordou o motorista, de 63 anos, junto à rotunda do Hospital de Cascais, em Alcabideche. A mulher, que era a condutora, estava em lágrimas e alegava andar perdida com o marido. Procuravam, alegaram, a rotunda de S. Miguel das Encostas. 
Sensibilizado, o motorista ofereceu-se, então, para os conduzir até ao destino, dizendo-lhes para seguir o táxi.
Porém, chegado a Carcavelos o taxista foi abordado por um outro casal, que lhe agradeceu a ajuda e até lhe perguntou quanto queria receber pelo serviço. Recusou.
Foi, então, que o homem sacou de uma arma de fogo e lhe apontou à cabeça. O taxista reagiu, envolvendo-se em luta, mas acabou dominado a murros e pontapés, um deles na cabeça.
Com o motorista prostrado, o agressor acabou por roubar a carteira da vítima, com cerca de 100 euros e, ainda, as chaves do táxi.
O quarteto acabou por colocar-se em fuga e o taxista teve necessidade de ser assistido na urgência do Hospital de Cascais.
 
Em declarações a Cascais24, João Bugia, coordenador de Investigação Criminal, que está a dirigir a Brigada Antirroubo da PJ de Lisboa e Vale do Tejo, reconheceu que estes ataques a taxistas revelam um novo “modus operandi”.
Ainda segundo o coordenador de Investigação Criminal, “a Polícia Judiciária irá prosseguir as diligências no sentido de apurar o eventual envolvimento dos ora detidos em outros crimes semelhantes, bem como na identificação de outros suspeitos”.
 
 

Grupo foge com cofre em assalto "relâmpago" a supermercado

Polícia vedou local depois do assalto noturno (Foto CASCAIS24)
Por Redação
26 agosto 2019
Cerca de três minutos foi o tempo necessário para que um número indeterminado de indivíduos arrombasse com um carro a montra da loja da cadeia de supermercados Spar, em Matarraque, São Domingos de Rana, esta segunda-feira, de madrugada, e fugisse com um cofre contendo presumivelmente largas centenas de euros.
 
O assalto "relâmpago" foi registado pelas três horas da madrugada no supermercado instalado nas Galerias Valmor, na rua Fernão de Magalhães, em Matarraque.
 
Os assaltantes recorreram a uma viatura para arrombar a montra do supermercado, onde entraram rapidamente e furtaram um cofre com um montante ainda não revelado, mas que guardaria a receita do fim de semana.
 
A viatura usada no arrombamento da montra foi abandonada junto ao supermercado (Foto CASCAIS24)
Os assaltantes abandonaram junto às instalações a viatura usada no arrombamento e fugiram com o cofre numa outra, confirmou, a Cascais24, fonte da PSP.
 
O assalto noturno também foi confirmado esta segunda-feira, de manhã, por uma fonte do Spar, em Matarraque, a qual, no entanto, escusou-se a revelar o montante guardado no cofre levado pelos assaltantes que, segundo tudo indicia, teriam perfeito conhecimento dos chamados cantos da casa.
 
A PSP, que compareceu no local, registou a ocorrência.
 

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Grupos à pancadaria à porta de bar no centro histórico de Cascais

Por Redação

21 agosto 2019

Arua Marques Leal Pancada, paralela aos Paços do Concelho, em Cascais, foi palco esta segunda-feira, de madrugada, de violência entre dois grupos junto a um conhecido bar, confirmou, a Cascais24, fonte do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (Cometlis).

 
Os incidentes entre os dois grupos registou-se pouco antes das cinco horas da manhã.
 
Segundo um grupo de cinco indivíduos, com idades entre os 24 e os 27 anos, o ataque foi feito por um outro grupo, contituido por um "número indeterminado" de outros indivíduos.
 
A PSP só tomou conhecimento dos incidentes quando o grupo dos cinco apareceu na 50ª Esquadra, situada não muito longe, para denunciar o ataque.
 
Dois dos elementos do grupo queixoso apresentavam algumas escoriações e hematomas, o que levou a PSP a acionar o 112 por forma a serem assistidos em unidade hospitalar. 
 
No entanto, os dois recusaram o transporte à unidade hospitalar.
 
"Comparecemos junto à 50ª Esquadra com duas ambulâncias, mas recusaram o transporte ao hospital", confirmou, a Cascais24, João Loureiro, comandante dos Bombeiros de Cascais. Um dos membros do grupo acabou por formalizar queixa contra desconhecidos por furto da sua carteira.
 
Segundo Cascais24 apurou, os incidentes violentos junto ao bar na rua Marques Leal Pancada têm vindo a tornar-se recorrentes, havendo registo de algumas intervenções policiais.
 
 

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ONDE PÁRA A GNR? Corridas ilegais junto ao Autódromo colocam em causa segurança rodoviária e perturbam moradores

Por Redação
18 agosto 2019
A via interna, paralela à A16 e junto ao Autódromo do Estoril, tornou-se, aos sábados, de madrugada, palco de corridas ilegais de carros, o chamado “street racing”, pondo em causa a segurança da circulação rodoviária e, pelo barulho ensurdecedor dos veículos, perturbando a tranquilidade e o sossego noturno dos moradores dos vizinhos bairros Calouste Gulbenkian e Cruz Vermelha. Um morador de um dos bairros próximos denunciou, a Cascais24, que esta “situação tornou-se recorrente, desde há cerca de 3 meses” e manifestou-se indignado por as autoridades policiais “não atuarem em conformidade”. 
  
“Onde pára, afinal, a GNR?”, questiona, revoltado, este morador, que enviou a Cascais24 um vídeo das corridas, este sábado à noite, e partilhado nas redes sociais, nomeadamente no Instagram.  Cascais24 procurou contatar este domingo a comandante do Subdestacamento da GNR de Alcabideche, tenente Inês Rabaça, mas sem sucesso. Recorda-se que a vertigem da velocidade e o gosto de viver no limite levam cada vez mais condutores, sobretudo jovens, a participarem em corridas não autorizadas de carros, o chamado “street racing”, que tem provocado algumas mortes no nosso País. A nível nacional, as forças de segurança tem sugerido um conjunto de medidas preventivas para tentar pôr um travão a este fenómeno, mas também tem reconhecido sérias dificuldades em lidar com o problema. Já quem pratica o “street racing” considera que “as corridas nunca vão acabar”. Algumas corridas ilegais chegam mesmo a ser publicitadas nas redes sociais, nomeadamente no Instagram com os “pilotos” em prova, como é o caso das provas junto ao Autódromo do Estoril. A par dos carros, as corridas ilegais de motos de grande cilindrada também têm usado algumas vias de Cascais, nomeadamente a Marginal e o Guincho, havendo a registar, pelo menos, quatro mortos em acidentes nos últimos meses.
 
 

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PSP trava a tiro homem armado que lançou pânico na feira de Carcavelos

Por Redação
17 agosto 2019
Um homem, 27 anos, de etnia cigana, armado com uma navalha de grandes dimensões, lançou o pânico no recinto da feira de Carcavelos, esta quinta-feira, colocando em debandada centenas de pessoas e só foi neutralizado e detido depois de agentes da PSP terem efetuado disparos de intimidação para o ar, apurou Cascais24. Na origem dos incidentes terão estado desentendimentos com outros feirantes. Completamente descontrolado e em fúria, o homem ameaçou e colocou em causa a integridade física de dezenas de pessoas, que conseguiram escapar às tentativas de agressão. Em pânico, centenas de pessoas colocaram-se em debandada, procurando refugiar-se. Agentes da PSP, em serviço remunerado no recinto, intervieram, mas perante a agressividade do homem acabaram por ter que efetuar alguns disparos de intimidação para o ar para o desarmar e neutralizar. Residente na freguesia de São Domingos de Rana, o homem acabou por ser algemado e detido, com os agentes policiais a terem que usar da força muscular estritamente necessária para o dominar. Foi submetido a primeiro interrogatório judicial, esta sexta-feira, junto dos Serviços do Ministério Público de Cascais, mas não é conhecida a medida coação. A tradicional feira de Carcavelos, realiza-se todas as quinta-feira e é frequentemente procurada pela classe média-alta para fazer compras, sobretudo adquirir todo o tipo de vestuário e objetos de marca a preços relativamente acessíveis.
 
 

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Ladrões de bicicletas tramados por anúncio no OLX

Por Redação
17 agosto 2019
Dois jovens, ambos de 20 anos, foram detidos, em flagrante, por agentes da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Cascais quando, em Alcântara, Lisboa, encontraram-se com um alegado comprador de bicicletas que tinham furtado de um armazém, em Oressa, Sintra, e colocado à venda na plataforma online OLX. Os suspeitos terão furtado quatro bicicletas, avaliadas em 9 mil euros, de um armazém em Oressa, concelho de Sintra, onde entraram por meio de arrombamento da porta de entrada. Menos de 24 horas depois do furto, os suspeitos fizeram publicar no OLX a venda de duas das bicicletas. O proprietário, que vive no concelho de Cascais e acabou por ver o anúncio e reconhecer as bicicletas, contatou, então, com os suspeitos, mostrando-se interessado na compra. No entretanto, contatou com agentes da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Cascais. O encontro foi marcado para Alcântara, em Lisboa, e esta quarta-feira, à noite, comprador e agentes policiais compareceram. Os dois suspeitos receberam voz de detenção e logo na altura foram resgatadas duas das bicicletas que tinham colocado à venda na plataforma online. As outras duas foram resgatadas mais tarde, nas traseiras da habitação de um dos jovens suspeitos, também a viver em Oressa. Os dois suspeitos, um a residir em Oressa e outro em Queluz, foram constituídos arguidos e encontram-se em liberdade, a aguardar os ulteriores trâmites processuais.
 
 
 
 

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Reclusos morrem à sexta-feira no Linhó

Por Redação
16 agosto 2019
Um recluso, de 33 anos, foi encontrado morto, esta sexta-feira, de manhã, na cela individual que ocupava no Estabelecimento Prisional de alta segurança do Linhó, na freguesia de Alcabideche.
 
É o terceiro recluso, desde o início do ano, encontrado morto, por enforcamento, sempre a uma sexta-feira, de manhã, naquela cadeia de alta segurança.
 
"Trata-se de uma infeliz coincidência", disse, a Cascais24, fonte próxima dos Serviços Prisionais, que pediu o anonimato.
 
O recluso foi encontrado enforcado na cela individual e o alerta dado pelas 8h37 de esta sexta-feira.
 
Embora tudo aponte para um alegado suicídio, a Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo  fez deslocar ao estabelecimento prisional uma brigada da Secção de Homicídios.
 
Já a 5 de abril último, uma sexta-feira, um outro recluso, 30 anos, foi encontrado morto na cela individual que ocupava no Estabelecimento Prisional do Linhó, confirmou, na altura, a Cascais24, a Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.
 
 
O alerta foi dado pelas 8h47, depois do recluso ter sido encontrado enforcado na respetiva cela.
Questionada, então, porCascais24, a Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais confirmou que "os elementos da vigilância do Estabelecimento Prisional do Linhó, durante abertura matinal das celas , deram conta que um recluso se havia suicidado na sua cela de habitação individual".
 
Ainda segundo os serviços prisionais,  "os serviços clínicos do estabelecimento encetaram, de imediato, manobras de reanimação, ao mesmo tempo que era ativado o INEM, que veio a confirmar o óbito".
 
Finalmente e sem confirmar e/ou responder a outras questões levantadas porCascais24, os serviços prisionais concluíram que "como decorre do legalmente previsto, foram feitas as comunicações às autoridades policiais, judiciais e de saúde competentes, tendo o corpo sido encaminhado para autópsia".

 
Recorda-se que o Estabelecimento Prisional do Linhó é de alta segurança e a sua população prisional é, maioritariamente, constituída por reclusos condenados, na faixa etária dos 21 aos 30 anos.
 
 
 
 
 
 

 

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Dois idosos atropelados na passadeira

Por Redação
16 agosto 2019
Dois idosos foram atropelados esta sexta-feira, de manhã, numa passadeira, na rua Carlos Anjos, em Amoreira e tiveram necessidade de ser transportados pelos Bombeiros de Alcabideche à urgência do Hospital de Cascais.
 
O duplo atropelamento registou-se pouco depois das onze horas da manhã numa passadeira junto ao supermercado Aldi, confirmou, a Cascais24, fonte dos Bombeiros de Alcabideche.
 
Os dois feridos, um homem, de 69 anos e uma mulher, de 66 anos, foram atropelados por um ligeiro e depois de estabilizados pelas equipas de socorro foram conduzidos à unidade hospitalar.
 
Nas operações de socorro estiveram empenhados 7 operacionais, apoiados por 4 veículos, dos Bombeiros de Alcabideche e a GNR, que registou a ocorrência.
 
 

Um dos maiores traficantes de armas do mundo é detido em Portugal

Armas usadas pelo crime organizado chegam pela Tríplice Fronteira, Norte do país e dos EUA (imagem referencial)
© AFP 2019 / Yasuyoshi Chiba

O maior traficante de armas da Bélgica e um dos maiores do mundo, Jacques Monsieur, foi detido na cidade portuguesa de Évora, onde estava escondido. As autoridades belgas preveem solicitar a sua extradição.

Nesta quinta-feira (15) a polícia federal da Bélgica declarou a prisão de Monsieur, também conhecido como "Marechal" ou "Raposa", que se crê ter estado envolvido no fornecimento de armas a participantes em quase todos os grandes conflitos dos últimos 35 anos.

A detenção foi efetuada por agentes da polícia portuguesa em uma fazenda próxima de Évora. A detenção foi possível graças à cooperação dos serviços de policiais franceses, belgas e portugueses, afirmou a agência.

O traficante de armas fugitivo foi encontrado devido a uma conta por pagar pelo transporte de cavalos de sua fazenda na França para Portugal. Esta pista permitiu que os investigadores o localizassem.

Monsieur deve se apresentar perante o juiz nesta sexta-feira (16).

Histórico criminal

O traficante belga, de 66 anos, havia sido condenado em 2018 a quatro anos de prisão por remessas ilegais de armas automáticas, veículos blindados, helicópteros e outros equipamentos utilizados em conflitos, bem como pelo fornecimento de armas à Líbia, Chade, Paquistão e Irão.

Jacques Monsieur foi condenado por tráfico de material militar para países em guerra, onde introduziu, entre 2006 e 2009, armas automáticas, munições e até tanques, helicópteros e aviões.

De acordo com a TVI, que cita a acusação, Monsieur vendeu 100 mil armas automáticas à Líbia; tanques e helicópteros à Guiné Bissau; material militar ao Irã, 200 mil armas automáticas e munições, helicópteros e outras aeronaves militares ao Chade (na época de sua guerra civil); e lança-foguetes e metralhadoras ao Paquistão.

Os meios de comunicações belgas consideram que o traficante esteve envolvido no fornecimento de armas no contexto de quase todos os grandes conflitos dos últimos 35 anos. Nos anos 80, era suspeito de fornecer armas ao Irã durante a guerra com o Iraque.

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/europa/2019081614394978-um-dos-maiores-traficantes-de-armas-do-mundo-e-detido-em-portugal/

Suspeito de violência doméstica detido pela GNR tinha em casa armas ilegais

Por Redação
12 agosto 2019
A GNR deteve, em Alcabideche, um homem, 51 anos, por suspeita de exercer violência psicológica sobre a mulher, 50 anos, e confiscou-lhe na habitação duas armas de fogo e duas outras brancas, bem como 41 munições.
Segundo uma nota do Comando Territorial da GNR de Lisboa, divulgada esta segunda-feira, a detenção registou-se na sexta-feira na freguesia de Alcabideche e foi executada por militares do respetivo Subdestacamento.
Na sequência de uma denuncia, o suspeito foi intercetado na via pública.  Posteriormente, os militares efetuaram uma busca domiciliária, onde encontraram e confiscaram uma caçadeira, uma pistola, 41 munições e duas armas brancas de consideráveis dimensões.
Detido por suspeita de violência doméstica e posse ilegal de armas, o homem foi submetido no sábado a primeiro interrogatório judicial, tendo sido depois libertado, mediante Termo de Identidade e Residência (TIR).
 
 

Seis feridos em colisão entre ligeiro e autocarro na Parede

Por Redação
08 agosto 2019
Quatro feridos leves transportados à urgência do Hospital de Cascais e dois outros assistidos no local, foi o balanço de uma colisão entre um veículo ligeiro e um autocarro da Scotturb, esta quinta-feira, à tarde, no centro de Parede, confirmou, a Cascais24, Pedro Araújo, comandante dos Bombeiros de Parede.
 
O acidente registou-se pouco depois da uma hora da tarde no cruzamento entre a avenida da República e a rua José Elias Garcia.
 
Em consequência da colisão, ficaram feridos um ocupante do veículo ligeiro e três passageiros do autocarro, os quais, depois de estabilizados, foram transportados à urgência do Hospital de Cascais.
 
Dois outros feridos leves foram assistidos no local pelas equipas de socorro e não tiveram necessidade de ser encaminhados para a unidade hospitalar.
 
Nas operações de socorro estiveram envolvidos 18 operacionais, apoiados por 7 veículos, dos Bombeiros de Parede, com o apoio de Carcavelos e São Domingos de Rana, a moto do INEM e, ainda, a PSP, que registou o acidente e irá agora apurar as circunstâncias em que ocorreu.
 
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_433.html

Suspeito de agredir a mulher e a filha de 10 anos detido pela GNR em Alcabideche

Por Redação
06 agosto 2019
Um homem, 40 anos, foi detido este domingo, pela GNR, em Alcabideche, pelo crime de violência doméstica e viu confirmada a prisão preventiva.
 
Segundo uma nota do Comando Territorial da GNR de Lisboa, divulgada esta terça-feira, o homem foi detido pelos militares no domicílio, depois da mulher,34 anos e da filha de 10 anos, terem fugido de casa e pedido ajuda a uma vizinha.
Na sequência das diligências, foi possível apurar que o agressor exercia violência física e psicológica a ambas, tendoos militares verificadoque a mulher apresentavaferimentos.
O homem encontra-se em situação irregular emterritórionacional.
 
Submetido a primeiro interrogatório judicial junto do Tribunal de Cascais, acabou por ver confirmada a prisão preventiva, tendo recolhido ao Estabelecimento Prisional de Caxias.
 
 
 

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Quatro feridos um deles golpeado no pescoço com copo partido em rixa em café de Sassoeiros em final da Supertaça

Por Redação
05 agosto 2019
No café 2000, na rua Luís de Camões, em Sassoeiros, Carcavelos, o final da Supertaça disputada este domingo, à noite, entre Benfica e Sporting ficou marcado por quatro feridos, um dos quais agredido no pescoço com um copo partido, confirmou, a Cascais24, fonte policial.
 
Uma alegada troca de palavras entre um grupo constituído por cinco a seis indivíduos, com idades entre os 20 e os 30 anos, e duas mulheres, ambas cunhadas, que estavam no café, acabou em agressões violentas.
 
As mulheres foram agredidas a murro por membros do grupo e os respetivos maridos, que terão chegado entretanto, também não escaparam à fúria dos alegados agressores.
 
Um dos homens, 44 anos, marido de uma das mulheres, foi mesmo atingido com gravidade no pescoço com o copo partido por um dos agressores, para além de ferimentos no rosto e acabou por ter que ser transportado à urgência do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
 
Segundo fonte da PSP disse, a Cascais24, a rixa começou no interior do café e terminou com as violentas agressões no exterior.
 
De acordo com a mesma fonte, o grupo agressor colocou-se em fuga e, para além do ferido grave, transportado ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa, um outro recorreu pelos seus próprios meios à urgência do Hospital de Cascais.
 
Aparentemente, as duas mulheres não tiveram necessidade de ser assistidas.
 
A PSP que compareceu no local e registou a ocorrência, comunicou o incidente à Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo por tudo indiciar de que a agressão com o copo partido pode configurar um crime de homicídio na forma tentada.
 
Entretanto, segundo Cascais24 apurou, também a Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial de Cascais está em campo, na tentativa de identificar, localizar e deter os membros do grupo suspeito. "Não tenho tempo para estar na conversa, tenho a casa cheia de clientes", afirmou, esta segunda-feira, à tarde, o dono do café ao ser contatado por Cascais24.
 
 
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

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Condenado a 12 anos de prisão por abuso sexual de menores detido pela PSP em Carcavelos

 

Por Redação
05 agosto 2019
Um homem, 32  anos, foi detido pela PSP, em Carcavelos, para cumprir 12 anos de prisão efetiva por abuso sexual de menores.
 
A detenção foi efetuada na sexta-feira, à tarde, por agentes da Divisão Policial de Cascais.
 
Contra o homem pendia um mandado de detenção para cumprimento de 12 anos de prisão.
 
O homem fora julgado e condenado pela prática de 7 crimes de abuso sexual de menores.
 
Recolheu ao Estabelecimento Prisional de Caxias.

 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_985.html

Funcionários municipais apanhados em operação antidroga acusados de tráfico

Por Redação
02 agosto 2019
Um casal, ele motorista na empresa municipal Cascais Ambiente e ela técnica coordenadora, figuram entre os 28 arguidos que o Ministério Público decidiu indiciar no âmbito da operação “Fonte 2765” sob a acusação de tráfico de estupefacientes agravado, detenção de arma proibida, corrupção ativa e passiva, branqueamento de capitais, peculato de uso e dano qualificado.
O julgamento, em processo coletivo, em que é também arguido um guarda prisional da cadeia de Caxias e detido há cerca de um ano em Évora, foi requerido em finais de junho último pela 4ª Secção do DIAP de Sintra, da Comarca de Lisboa Oeste, que dirigiu a investigação com a coadjuvação com a GNR de Sintra.
Outra figura em destaque na acusação do MP é uma idosa, 75 anos, viúva, familiar direto de um dos elementos do casal de funcionários camarários e avó de um jovem recluso da cadeia de Caxias, que servia de “ponte” com um guarda prisional, Fernando Lisandro, 48 anos e 20 de serviço, para introduzir telemóveis e drogas no meio prisional.
Fonte próxima do casal de funcionários municipais suspeitos disse, a Cascais24, que estes “terão sido traídos pela vida que levavam acima da média para os ordenados que auferem”. Ele pouco mais de mil euros e ela de 800.
Já segundo a TVI, que exibiu mesmo esta semana um “vivo” a partir do Complexo de Multisserviços da Câmara Municipal de Cascais, em Alcoitão, o motorista “Luís Morgado usava os insuspeitos veículos da Cascais Ambiente para transportar a droga, acondicionada em sacos com o logotipo da empresa municipal” e nos contatos telefónicos, para não ser apanhado, referia-se à droga como “polvo”, “pão”, berbequim” ou “garrafinhas de tinto”. A mulher, Elisa, usaria walk talk de serviço para os contatos com o marido ao nível das "encomendas".
Para a acusação, no essencial está indiciado que os arguidos, desde data não concretamente determinada, mas que se situa no ano de 2010, que se dedicavam à venda de produtos estupefacientes, designadamente cocaína e haxixe fazendo do tráfico de estupefacientes a sua única fonte de rendimentos, abastecendo-se de cocaína junto de outros arguidos que seguidamente revendiam a terceiros, procedendo ao seu corte e embalamento individual”.
Esta atividade, segundo o MP, era desenvolvida no Bairro da Torre, em Cascais ou na localidade do Zambujeiro.
Os arguidos comunicavam com os fornecedores de produto estupefaciente e consumidores, através dos respetivos telemóveis, os quais utilizavam para combinarem as transações com os fornecedores e com os respetivos clientes, combinando por essa via as entregas do estupefaciente e os pagamentos.
“Três dos arguidos travaram conhecimento com um Guarda Prisional no Estabelecimento Prisional de Caxias, em data não concretamente apurada, mas que se situa entre 30 de Novembro de 2015 e 01 de Julho de 2017, propondo-lhe que os auxiliassem a introduzir telemóveis e esteroides nesse Estabelecimento Prisional, a troco do pagamento de quantias monetárias, ao que este acedeu”, diz a acusação.
“Uma vez na posse dos equipamentos telefónicos e dos esteroides o Guarda Prisional vendia-os aos reclusos, recebendo contrapartidas monetárias de montante não apurado”, adianta o MP.
No decurso da investigação foram apreendidos diversos bens, quantias monetárias, produto estupefaciente, assim como instrumentos e proventos do crime.
Dez dos arguidos encontram-se sujeitos à medida de coação de prisão preventiva desde junho do ano passado.
A operação “Fonte 2765” foi lançada, curiosamente, meses depois de um outro funcionário camarário – umassistente operacional da Câmara Municipal de Cascais e afeto aos reboques do Departamento dePolícia Municipal, 54 anos – ter sido intercetado pela GNR a transportar 6 mil doses de haxixe na bagageira do carro particular que conduzia.
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Judiciária captura suspeitos de assalto com sequestro a dois jovens em Alapraia

Por Redação
31 julho 2019
A Brigada Antirroubo da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo, localizou, identificou e deteve três homens, fortemente indiciados pela prática de crimes de roubo agravado, sequestro e burla informática e nas telecomunicações, de que foram vítimas dois jovens, em Alapraia, São João do Estoril, em janeiro último.
Os suspeitos, que foram detidos nas últimas horas na região do Estoril, têm 18, 32 e 39 anos e estão ainda a ser investigados pelo seu presumível envolvimentos em atos de bandidagem semelhantes protagonizados no concelho de Cascais.
Os dois jovens foram feitos reféns, um deles durante mais de uma hora, pelos três suspeitos, que lhes roubaram telemóveis e cartões Multibanco.
Conforme Cascais24 noticiou na altura, os dois jovens, ambos de 21 anos, foram abordados por três indivíduos quando conversavam no interior do carro de um deles, pelas 3h10, na rua António da Costa Carvalho.
Os três até então desconhecidos pediram, inicialmente, moedas e depois conseguiram que os jovens saíssem para o exterior e exigiram-lhes os telemóveis e os cartões Multibanco, bem como os respetivos códigos.
Durante a ação, os jovens foram agredidos e ameaçados.
A seguir, sob coação física, obrigaram as vítimas a acompanhá-los até uma caixa Multibanco próxima, onde levantaram 20 euros com um dos cartões. Só não levantaram mais porque o saldo não permitia.
Depois regressaram até junto da viatura, tendo nessa altura um dos jovens logrado escapar, refugiando-se na sua residência, a cerca de 100 metros do local.
O outro jovem continuou refém dos assaltantes que, de seguida, no seu automóvel, dirigiram-se para a rua Constantino de Bragança, na Galiza.
Aqui imobilizaram a viatura e saíram para o exterior, juntando-se a um quarto indivíduo que os esperava na via pública.
Este quarto elemento acabou por arrancar sozinho no automóvel, deixando os três cúmplices e o jovem na via pública. Este período foi aproveitado pelo trio para obrigar a vítima a entregar-lhes os ténis, as calças e um casaco.
Pouco tempo depois, o quarto elemento regressou ao local ao volante do carro, desconhecendo-se por onde terá andado a circular.
Finalmente, os assaltantes e a vítima entraram na viatura e arrancaram, mas percorridos alguns metros colidiram com uma outra viatura.
Foi, então, que os malfeitores abandonaram o carro, deixando no seu interior o jovem, e fugiram na direção do Bairro do Fim do Mundo. Eram mais ou menos 4h20.
O alerta para a PSP foi dado por um morador, ao qual o jovem pediu auxílio e que por telemóvel acionou as autoridades.
O jovem, que foi agredido durante o sequestro, acabou por ter que receber assistência no Hospital de Cascais, tendo-se deslocado à respetiva urgência por meios próprios, acompanhado do pai.
 
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Roubos informáticos

Entre as contradições com que me debato e os problemas éticos que me assaltam busco a síntese possível entre o combate ao crime e a defesa da vida privada, sem encontrar o equilíbrio que me satisfaça.

Se presenciar um crime não hesito em denunciá-lo. Penso, aliás, que é punível ocultar a ocorrência de um crime a que se assista. Não é esse o problema que ora me preocupa, é o crime que se comete para denunciar outro.

Recordo-me do Watergate e da coragem dos jornalistas que o divulgaram. Serve-me de paradigma para a reflexão que a consciência exige. Condescendo com denúncias obtidas por meios ilícitos, se mediadas e difundidas por jornalistas, sem benefícios, chantagens ou exposição de vidas privadas, para assassínio do carácter das vítimas.

Os Papéis do Panamá são o bom e o mau exemplo do que fez bem uma imprensa isenta internacional e do que fez mal a portuguesa, esta nas mãos de empresas que decidiram a (não) divulgação, talvez pelas pessoas envolvidas, como se presume.

A Dr.ª Cristas, que não conheceu os bufos da Pide, com alguma leveza ética, defendeu a delação premiada e, depois de se sentir isolada e de ver a perversão a que um juiz venal a levou, no Brasil, veio defender, em substituição, o reforço do estatuto de arrependido. Ela não sabe nem sonha do que foram capazes a ditadura e os arrependidos a que a Sr.ª de Fátima aparecia, depois das torturas, a dizer-lhes para renegarem os erros.

O assunto é escaldante, e não embarco levianamente no apoio à proteção dos ladrões de dados que obtêm provas de crimes, através de roubos informáticos. Não os motivando a luta contra o crime, nem os entregando a jornais credíveis, sem benefícios, são vulgares ladrões e chantagistas. Procuram obter lucros com ameaças à exposição da vida privada de quem, ainda que fosse criminoso, tinha direito a vê-la preservada.

Surpreende-me que a Dr.ª Ana Gomes, capaz do melhor e do pior, tenha entrado numa cruzada em defesa de um ladrão e chantagista, branqueando-lhe a imagem e recorrendo à demagogia para defender posições condenáveis e deliciar gente pouco recomendável, mais interessada em escândalos do que na justiça.

Não vejo grande diferença entre a violação da correspondência escrita ou eletrónica, do assalto a uma casa com o pé de cabra ou a uma conta bancária com a palavra-chave, da perseguição pessoal por meios físicos ou através de um computador ou telemóvel.

Um ladrão é um ladrão. E um chantagista, idem. Querer proteger o criminoso é pactuar com um crime, com o pretexto de punir outros.

Quando abdicarmos dos Tribunais para autorizarem a devassa justificada por suspeitas razoáveis, para as tolerar a malfeitores, é o Estado de direito que pomos em causa.

 

Ponte Europa / SORUMBÁTICO
 

Ver original em 'PONTE EUROPA' na seguinte ligação::

https://ponteeuropa.blogspot.com/2019/08/roubos-informaticos.html

GNR de Alcabideche com 4 novos veículos entregues pela Câmara

Os quatro meios auto entregues em Cascais à GNR de Alcabideche (Foto CMCASCAIS)
Por Redação
28 julho 2019
Em regime de comodato, a Câmara Municipal de Cascais entregou esta semana ao Subdestacamento Territorial da GNR de Alcabideche dois veículos destinados ao patrulhamento na área da freguesia e dois motociclos de todo o terreno mais vocacionados para a área do Parque Natural Sintra e Cascais.
Carlos Carreiras
Na cerimónia, que teve lugar frente ao edifício dos Paços do Concelho, em Cascais, o chefe do governo local, Carlos Carreiras justificou que “não sendo competência legal da autarquia”, a entrega de estes meios auto “não implica que não haja a possibilidade de uma forte colaboração entre a autarquia, o poder central e, neste caso, a GNR”.
 
Já o coronel Jorge Goulão, comandante do Comando Territorial de Lisboa da GNR e um dos antigos comandantes do extinto Destacamento de Oeiras, do qual dependia o então posto da GNR de Alcabideche, agradeceu esta “colaboração”, tendo sublinhado “o apoio incondicional” que o município de Cascais tem vindo a prestar à GNR.
 
Jorge Goulão
Goulão salientou, ainda, a importância da entrega de estas viaturas, que servirão de apoio “a um modelo de policiamento integrado e proactivo que assenta numa eficaz articulação de meios não só na vertente territorial, mas também no âmbito ambiental, trânsito e intervenção muitas vezes apoiado e reforçado pela estrutura de investigação criminal”. 
 
Entretanto, segundo Cascais24 apurou junto de fonte do Ministério da Administração Interna, a GNR, em Alcabideche, deverá ser substituída, no máximo dentro de três anos, pela PSP que detém mais de 90 por cento do policiamento e segurança do concelho de Cascais.
 
“O policiamento e a segurança no concelho de Cascais deverá estar entregue a uma única força de segurança”, adiantou a mesma fonte, segundo a qual “o objetivo é evitar a duplicação de meios”, o que, recordou, “ era, de resto, já uma das intenções da reestruturação dos dispositivos territoriais da PSP e da GNR postos em prática em finais de 2007”.
Por outro lado, adiantou a mesma fonte, “o crescimento exponencial, registado nos últimos anos, da densidade populacional na freguesia, constitui outra das razões pelas quais deverá ser norteada esta substituição”.
Recorda-se que a GNR de Alcabideche, a depender do Destacamento Territorial de Sintra depois da extinção do mesmo, em Oeiras, então sediado em Porto Salvo, que também passou para a PSP e a extinção do posto de Trajouce, que também foi transferido para o dispositivo da Polícia, funciona quase que numa “ilha”.
Instalado na estrada das Tojas, o Subdestacamento de Alcabideche partilha o espaço do antigo quartel militar com a Direção de Investigação Criminal da GNR, que funciona no edifício principal e são cerca de 60 os militares que fazem parte do seu atual efetivo.
 
 
 
 
 

Reincidente agredia os pais para ter dinheiro para droga e álcool

Por Redação
26 julho 2019
Ficou em prisão preventiva um homem, 46 anos, reincidente, que agredia física e psicológicamente os pais, um casal idoso de 81 e 83 anos, na habitação que partilhavam, em Carcavelos para obter dinheiro para a droga e o álcool.
"As agressões físicas e psicológicas por parte do suspeito, com problemas de dependência de drogas e de álcool, filho das vítimas, ocorriam há mais de uma década, tendo cumprido 4 anos e meio de prisão efetiva, pelo mesmo tipo de crime e praticado contra as mesmas vítimas", diz a PSP em comunicado.
O homem chegou mesmo a regar o pai com álcool, ateando-lhe fogo, por aquele lhe negar dinheiro para os vícios.
Em liberdade desde abril do ano passado e a viver com os progenitores, reincidiu nos episódios de violência doméstica, os quais culminaram na sua detenção em flagrante delito, esta quarta-feira, ao início da madrugada, depois de, uma vez mais , ter agredido os pais e, na presença dos agentes da PSP, ter proferido ameaças de morte.
 
Segundo, ainda, a nota da PSP, os episódios de violência eram recorrentes desde que saiu da prisão.
No entanto, apenas na última semana, a PSP teve conhecimento das agressões, em virtude da mãe ter confidenciado a familiares, que o filho a havia agredido com um tubo metálico no rosto. 
Receando pela vida e integridade física das vítimas e mesmo contra a vontade destas, a PSP da Divisão Policial de Cascais conseguiu obter pormenores e a confirmação da agressão, dado que o casal, impelido pela ligação afetiva e num ato de protecionismo para com o agressor, recusava-se determinantemente a denunciar os maus tratos psicológicos e físicos de que reiteradamente era vítima.
Submetido a primeiro interrogatório judicial, o homem viu confirmada a prisão preventiva, tendo recolhido ao Estabelecimento Prisional de Caxias.
 

Cadastrado agride agente da PSP com pontapé no peito, tenta agredir outro a murro e não comparece em tribunal

Por Redação
25 julho 2019
Um homem, 36 anos, com cadastro por furtos e ofensas à integridade física, agrediu um agente da PSP de Cascais com um pontapé no peito e tentou agredir um outro a murro, durante uma intervenção policial, esta quarta-feira, à noite, num café, nas Fontainhas e, esta manhã, ao contrário dos policias, não compareceu junto dos Serviços do Ministério Público do Tribunal de Cascais.
 
Os agentes da 50ª Esquadra (Cascais), que integravam uma patrulha móvel foram chamados ao café e cervejaria "Pão de Lis", na rua de Alvide, por o homem recusar-se a pagar bens que tinha consumido, sobretudo bebidas.
 
À chegada dos agentes da PSP reagiu violentamente, proferindo injúrias e começando logo por desferir um violento pontapé no peito de um deles, ao mesmo tempo que tentou agredir um outro policia a murro.
 
Só a muito custo acabou por ser neutralizado e algemado.
Já o agente agredido a pontapé teve necessidade de ser observado e assistido na urgência do Hospital de Cascais.
O homem, que possui ficha policial por furtos e ofensas à integridade física, acabou por ser conduzido ao departamento policial, sendo posteriormente libertado e notificado para comparecer esta quinta-feira, de manhã, no Tribunal de Cascais. 
 
Ao contrário dos agentes da PSP, o suspeito não compareceu junto da autoridade judicial. 
 
Segundo Cascais24 apurou, deverá ser julgado em processo sumário no próximo dia 8 de agosto.
 
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/cadastrado-agride-agente-da-psp-com.html

Resgate em Grande Ângulo salva jovem em queda de 15 metros para as rochas

Bombeiros de Cascais em ação resgatam vítima da área rochosa (Foto BOMBEIROSCASCAIS)
Por Redação
18 julho 2019
Um jovem, que caiu em área rochosa, de cerca de 15 metros de altura, junto ao Farol Desig Hotel, foi resgatado com sucesso, há dias, pelos corpos de Bombeiros de Cascais e do Estoril.
 
O jovem, na casa dos 20 anos e funcionário, em estágio, naquela unidade hoteleira, ter-se-á desequilibrado de um muro, depois de ter ido despejar o lixo, disse, a Cascais24, Pereira da Terra, Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Cascais.
 
Já segundo um post publicado no passado dia 10, na página oficial do Facebook dos Bombeiros de Cascais, este Corpo de Bombeiros “foi accionado esta noite, cerca da 01h00 da madrugada, para uma queda, junto ao Farol Design Hotel, nas imediações da Marina de Cascais”.
 
Na operação de resgate estiveram mobilizados os Bombeiros de Cascais e do Estoril (Foto BOMBEIROSCASCAIS)
“Chegados ao local, e após reconhecimento foi detectado uma vítima do sexo masculino, caído na zona das rochas, num desnível de aproximadamente 15 metros de altura”, adianta o post, segundo o qual “foi assim accionado o Veiculo Plataforma do Corpo de Bombeiros do Estoril, para auxiliar nas operações de evacuação da vítima”.
 
O homem, depois de resgatado e o seu estado avaliado no local, foi transportado ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Não terá, felizmente, sofrido lesões graves e, entretanto, terá regressado ao trabalho.
 
Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que registou o acidente como um trauma, nas operações estiveram empenhados onze operacionais, apoiados por quatro veículos, dos Bombeiros de Cascais e do Estoril, Polícia Marítima e a PSP de Cascais.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_545.html

Dois feridos em agressões mútuas

Por Redação
18 julho 2019
Dois homens ficaram feridos na sequência de agressões mútuas, esta quinta-feira, ao início da madrugada, na via pública, no Penedo, Cascais, e tiveram necessidade de receber tratamento hospitalar.
 
Os intervenientes, alegadamente alcoolizados, agrediram-se mutuamente por motivos fúteis.
 
Fonte da PSP disse, a Cascais24, que os dois homens, na casa dos 30 anos, envolveram-se em agressões na rua Serpa Pinto e ambos foram transportados por duas ambulâncias à urgência do Hospital de Cascais.
 
A 56ª Esquadra da PSP (Trajouce) registou o incidente.
 
Já segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, no local estiveram 6 operacionais, apoiados por 3 veículos.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_924.html

Ferido ao "agredir" carro da ex-namorada

Por Redação
16 julho 2019
Um homem ficou ferido, com cortes numa das mãos e teve que ser transportado ao Hospital de Cascais ao partir a murro o vidro do automóvel da ex-namorada, esta terça-feira, ao início da tarde, no estacionamento do CascaiShopping, em Alcabideche.
 
Ao partir, a murro, por alegada vingança, um dos vidros da viatura, estacionada num dos parques daquela grande superfície comercial, o homem sofreu vários cortes, tendo sido socorrido e transportados à unidade hospitalar pelos Bombeiros de Alcabideche.
 
O incidente registou-se pouco depois do meio-dia e o transporte do ferido, leve, ao hospital, foi confirmado, a Cascais24, por Miguel Jerónimo, Adjunto de Comando dos Bombeiros de Alcabideche, o qual, no entanto, escusou-se a adiantar mais pormenores, por desconhecer.
 
A GNR de Alcabideche registou o incidente e agora, a partir de queixa da dona do veículo danificado, deverá elaborar uma participação para o Ministério Público (MP) de Cascais.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_907.html

Piscina rebenta e estoira com muro e vedação de casa na Amoreira

                                                                                                                                                       (Foto BVAlcabideche)
Por Redação
13 julho 2019

O rebentamento de uma piscina plástica com cerca de 25 mil litros de água provocou, esta sexta-feira, ao início da tarde, o desabamento do muro e da vedação de uma habitação, na Amoreira.

O insólito acidente registou-se pouco depois do meio-dia, não sendo de descartar que na origem do acidente pudessem estar água em excesso na piscina e/ou a falta de estabilização da mesma na propriedade privada.
 
A verdade é que, na sequência da "explosão", a força das águas acabou por provocar o desmoronamento de um muro e de uma vedação da habitação.
 
José Palha Gomes
Águas e destroços caíram na via pública, que ficou obstruída.

O acidente não provocou acidentes pessoais.
 
Para proceder às operações de sinalização e de limpeza da via pública foi necessária a intervenção dos Bombeiros de Alcabideche, confirmou, a Cascais24, José Palha Gomes, comandante da corporação.
 
Para além dos Bombeiros de Alcabideche, que compareceram com quatro operacionais e um veículo - o VSAE01 - esteve no local uma equipa do Serviço Municipal de Proteção Civil de Cascais.
 
Ao todo, segundo a Autoridade Nacional e de Emergência de Proteção Civil, na operação estiveram empenhados seis operacionais, apoiados por dois veículos.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_212.html

Pais biológicos de menina "sequestrada" em liberdade estão proibidos de permanecerem nos concelhos de Cascais e de Oeiras

Por Redação
11 julho 2019
Os pais biológicos da menina que era escondida atrás de uma parede falsa no quarto da habitação, na região do Porto, sempre que alguma autoridade policial ou técnicos da Segurança Social apareciam a pedir informações, saíram em liberdade, com Termo de Identidade e Residência (TIR), apresentações semanais junto das autoridades da área da residência e proibição de contato com a menor e a mãe adotiva, bem como de permanecerem nos concelhos de Cascais e de Oeiras.
O casal, de 43 e 44 anos, ouviu esta quinta-feira, à tarde, as medidas de coação decididas pelo juiz de Instrução Criminal de Cascais, depois de ter sido detido, esta terça-feira, quando a menina, de 13 anos, foi encontrada e libertada na habitação, na União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde por agentes da Esquadra de Investigação Criminal (EIC) da Divisão Policial de Cascais, que contaram com o apoio da Unidade Especial de Polícia e do Comando Metropolitano do Porto.
Durante o resgate da menor os agentes puderam constatar que estava confinada à permanência na residência, sem liberdade de movimentos para o exterior, não tendo sequer frequentado a escola no último ano letivo.
Segundo a PSP, “a menor encontrava-se num esconderijo do quarto, disfarçado por parede falsa, preparado propositadamente, ao que tudo indica, para ali ser ocultada, sempre que alguma autoridade policial ou outra instituição, se aproximavam do imóvel, sendo o espaço exíguo, sem qualquer tipo de luz e quase sem circulação de ar”. 
No entanto e ainda de acordo com a PSP, a menor encontra-se bem nutrida e, aparentemente, de boa saúde, ficando sob a alçada de técnicos da Segurança Social, assim como outros dois menores que também estavam na residência.
Após um período de institucionalização, a menor tinha participado num processo de adoção, concluído com sucesso, tendo sido acolhida por uma família de Oeiras.
Cerca de um ano depois, os pais adotivos participaram o seu desaparecimento, tendo desde logo as suspeitas recaído nos pais biológicos.
 

Nova sede da Divisão PSP de Cascais vai ser inaugurada na próxima semana

A nova Divisão Policial de Cascais está concluída e vai ser, finalmente, inaugurada (Foto PAULO FERNANDES)
            10 julho 2019


Ao fim de 20 anos de avanços e recuos, de polémicas e mil trapalhadas pelo meio, às quais não foi alheio um dos arguidos no Processo Marquês – Carlos Santos Silva, o amigo de José Sócrates - a nova Divisão Policial de Cascais da PSP vai ser inaugurada na próxima semana naquele que ficou conhecido pelo Edifício Amarelo, na avenida Engº. Adelino Amaro da Costa.
 
A inauguração está prevista para a próxima terça-feira, à tarde, com a presença do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e o amarelo pertence ao passado, não deixando, contudo, de ser curioso e até irónico que o que nasceu torto numa governação socialista acabou por ser endireitado pela mesma corrente política tantos anos depois. E, agora, com direito a créditos, aos quais também não é alheio o chamado governo local de Cascais, liderado pelo polémico e controverso Carlos Carreiras.
 
No edifício ficarão instaladas a sede da divisão da PSP, a funcionar há 60 anos rua Afonso Sanches, no centro histórico de Cascais, bem como a Esquadra de Investigação Criminal, provisoriamente instalada no Monte Estoril, e a Esquadra de Trânsito. 
Div de Cascais funcionou 60 anos na rua Afonso Sanches (Foto CASCAIS24)
A inauguração chegou a estar prevista para até ao final do primeiro trimestre de este ano, mas como acontece, em regra, com todas as obras públicas, houve atrasos.
A conclusão do edifício da PSP de Cascais custou 1.731.485,41 euros, com IVA incluído, de acordo com o contrato celebrado entre o município e a construtora nortenha ABB, ao qual Cascais24 teve acesso e que a 12 de julho de há dois anos foi visado pelo Tribunal de Contas.
O contrato celebrado a 5 de abril de 2018 entre o município e a construtora Alexandre Barbosa Borges SA, sediada em Marim, Barcelos, que venceu a adjudicação, por concurso público, ao qual concorreram outras 7 empresas, tinha um prazo de execução de 480 dias.
A construtora ABB é uma empresa de reconhecido mérito no mercado nacional e internacional, embora no seu passado recente tenha sido “assombrada” com a morte de cinco trabalhadores na queda de uma parede, durante as obras de recuperação do mercado do Livramento, em Setúbal, em julho de 2012.
Os mais de 1,7 milhões de euros e não 2,8 milhões, que o município de Cascais diz ter investido, serão devolvidos nos próximos 50 anos pela PSP. 

Negociata

A construção da sede da PSP de Cascais foi uma das 17 grandes obras que o MAI adjudicou entre 1996 e 1999 à Conegil, do Grupo HLC e do empresário Carlos Santos Silva, amigo do então Primeiro-Ministro José Sócrates, arguido no célebre processo Marquês.
As adjudicações foram feitas à época pelo GEPI, um gabinete do MAI então dirigido por António Morais - engenheiro que foi nomeado por Armando Vara para as funções quando era professor de Sócrates na entretanto extinta Universidade Independente e foi, entretanto, também acusado de corrupção no caso do processo Cova da Beira. 
Além de entregar a obra da futura sede da PSP de Cascais à Conegil, por 2,8 milhões de euros, António Morais adjudicou a sua fiscalização a Joaquim Valente, um autarca da Guarda e igualmente amigo de José Sócrates. 
A obra foi abandonada em 2002, com a falência da empresa com dívidas de 20 milhões de euros, dos quais 1,6 milhões ao Ministério da Administração Interna. Os trabalhos foram posteriormente retomados por um outro empreiteiro, que também a abandonou sem a acabar. 

Construtora

A construtora que agora concluíu as obras do futuro Comando da PSP, em Cascais, surgiu no mercado em 1968, sendo hoje uma sólida referência na área da construção civil, tanto no mercado português, como além-fronteiras, em países como a França, Líbia, Angola, Cabo Verde e Moçambique.
No seu portfólio, o grupo ABB conta com grandes clientes, grandes obras e projetos inovadores e é constituído por um amplo conjunto de empresas, de diferentes áreas de negócio: terraplanagens; infraestruturas; arranjos paisagísticos; construção civil e obras públicas; AVAC; estruturas metálicas; fornecimento de betão; pavimentações betuminosas; imobiliária; gestão de resíduos; agregados e rochas ornamentais, entre outros.

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Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_820.html

Menina sequestrada pelos pais biológicos era escondida em parede falsa sempre que polícia e segurança social apareciam

 

Por Redação
10 julho 2019 (Em atualização)
Adotada por um casal de Cascais, uma menina de onze anos acabou por ser sequestrada pelos pais biológicos, que a escondiam atrás de uma parede falsa no quarto da habitação, na região do Porto, sempre que alguma autoridade policial ou técnicos da Segurança Social apareciam a pedir informações.
A menina foi encontrada e libertada esta terça-feira na habitação, na União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde por agentes da Esquadra de Investigação Criminal (EIC) da Divisão Policial de Cascais, que contaram com o apoio da Unidade Especial de Polícia e do Comando Metropolitano do Porto.
Os pais biológicos, um casal de 43 e 44 anos foram igualmente detidos e transportados para Cascais para serem submetidos a primeiro interrogatório judicial.
Durante o resgate da menor os agentes puderam constatar que estava confinada à permanência na residência, sem liberdade de movimentos para o exterior, não tendo sequer frequentado a escola no último ano letivo.
Segundo a PSP, “a menor encontrava-se num esconderijo do quarto, disfarçado por parede falsa, preparado propositadamente, ao que tudo indica, para ali ser ocultada, sempre que alguma autoridade policial ou outra instituição, se aproximavam do imóvel, sendo o espaço exíguo, sem qualquer tipo de luz e quase sem circulação de ar”. 
No entanto e ainda de acordo com a PSP, a menor encontra-se bem nutrida e, aparentemente, de boa saúde, ficando sob a alçada de técnicos da Segurança Social, assim como outros dois menores que também estavam na residência.
Após um período de institucionalização, a menor tinha participado num processo de adoção, concluído com sucesso, tendo sido acolhida por uma família de Cascais.
Cerca de um ano depois, os pais adotivos participaram o seu desaparecimento, tendo desde logo as suspeitas recaído nos pais biológicos

 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_847.html

Dois agentes da PSP resgatam com sucesso mulher em risco de afogamento

Por Redação
08 julho 2019
Uma mulher, 40 anos, em risco de afogamento nas águas da praia de Carcavelos, foi resgatada com sucesso este domingo, ao final da noite, por dois agentes da PSP da 54ª Esquadra (Carcavelos) da Divisão Policial de Cascais.
 
Foi pelas 23h10, após terem conhecimento de que uma pessoa poderia atentar contra a sua própria vida na praia de Carcavelos, que os polícias convergiram rapidamente para o paredão.
Visualizaram, então, uma mulher a entrar no mar completamente vestida. 
 
Apesar de a terem tentado alcançar ainda no areal, quando chegaram à beira mar, a mulher encontrava-se a uma profundidade considerável, apenas com a cabeça à superfície. 
 
Não obstante os alertas dos polícias para que regressasse, a mulher continuou a afastar-se.
 
Sem outras alternativas, dado que a mulher estava em risco de afogamento, os agentes lançaram-se às águas e conseguiram alcançá-la.
Após um exaustivo regresso ao areal com a vítima e, entretanto, com o apoio dos Bombeiros de Carcavelos, foi possível fazer o seu transporte ao hospital de Santa Maria, em Lisboa.
 
Já depois de assistida, a mulher teve alta hospitalar.

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https://www.cascais24.pt/p/blog-page_710.html

Incendiário violento detido em Cascais pela PJ em prisão preventiva

Por Redação
05 julho 2019
Um homem, de 51 anos, detido em Cascais pela Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo por fortes indícios da prática de crimes de incêndio, violência doméstica, tráfico de estupefacientes e posse de arma proibida, viu confirmada a prisão preventiva
Segundo anunciou esta sexta-feira a PJ, a investigação apurou que o crime de violência doméstica ocorria há alguns anos, tendo culminado com o atear de um fogo na porta da habitação da mãe da companheira do detido, em novembro do ano passado.
O incêndio colocou em risco as vidas da mãe e do padrasto, acamado, da companheira, só tendo sido extinto devido à pronta intervenção de vizinhos que o conseguiram dominar, apesar da porta ter sido consumida pelas chamas.
A Polícia Judiciária, nas diligências efetuadas ao longo de sete meses, recolheu evidentes indícios da prática do incêndio e da violência doméstica, bem como do cometimento de ilícitos de tráfico de estupefacientes e posse de arma proibida.
Submetido a primeiro interrogatório judicial, o homem viu confirmada a prisão preventiva, tendo recolhido ao Estabelecimento Prisional de Caxias.

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https://www.cascais24.pt/p/blog-page_884.html

Ataque a empresário rende 110 mil euros

Por Redação
05 julho 2019
Enquanto aguardava a chegada de um UBER à porta de casa, na rua Viana da Mota, em São Pedro do Estoril, um empresário, 55 anos, foi atacado esta quinta-feira, à tarde, a soco por um homem, que lhe roubou uma mochila com 110 mil euros destinados ao pagamento de salários.
 
O ataque, seguido de roubo, registou-se pelas 17h15 e foi extremamente rápido.
 
O assaltante, com cerca de 30 anos, abordou a vítima, apertando-lhe a mão e, de seguida, desferiu-lhe um soco no rosto. 
 
Ato contínuo, agarrou na mochila com o dinheiro e um computador Mac e colocou-se em fuga num veículo, marca Mercedes, que o aguardava com um cúmplice ao volante.
 
Com a chegada do UBER, o empresário ainda procurou na área localizar o Mercedes em fuga, mas sem sucesso.
 
Os 110 mil euros roubados tinham sido levantados em notas de 200 euros nesta quinta-feira no balcão do BPI, em Cascais.
 
O roubo foi participado pela vítima na 52ª Esquadra da PSP (Parede).
 
A investigação deverá ficar a cargo da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial de Cascais.

 

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https://www.cascais24.pt/p/blog-page_730.html

Andava a assaltar habitações enquanto aguardava julgamento por outros furtos

Por Redação
04 julho 2019
Um jovem, 24 anos que, depois de ter cumprido 9 meses de prisão preventiva por assaltos e, atualmente, aguardava em liberdade o julgamento, foi detido por agentes da PSP da Divisão Policial de Cascais por furtos qualificados em habitações na área da freguesia de São Domingos de Rana.
 
Segundo a PSP, "na sequência de uma apurada investigação ao fenómeno de furtos em residências na zona de S. Domingos de Rana, em Cascais, com arrombamento, logrando subtrair artigos de valor e quantias monetárias avultadas, foi possível identificar o suspeito e proceder à sua detenção através de Mandado de Detenção".
Numa busca efetuada ao domicílio do suspeito foi possível aos policiais da Esquadra de Investigação Criminal (EIC) confiscar três notas de 100 Escudos do Banco de Portugal, as quais faziam parte dE uma vasta coleção de moedas e notas, que haviam sido subtraídas de uma das residências assaltadas.
Referenciado pela PSP pela prática de roubos no concelho de Cascais, tendo inclusive cumprido nove meses de prisão preventiva por esses crimes, o suspeito aguardava atualmente em liberdade julgamento por outros processos.
Presente ao Tribunal Judicial de Lisboa Oeste, em Cascais, para ser submetido a primeiro interrogatório judicial, o suspeito viu decretada a medida de coação mais gravosa de prisão preventiva.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_181.html

Detidos dois jovens por roubo no paredão da praia de Carcavelos

Presentes a primeiro interrogatório, os suspeitos ficaram em prisão preventiva.

 

O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP deteve esta terça-feira, pelas 15h00, dois homens, com 18 e 22 anos de idade, por serem suspeitos da prática de crime de roubo.

Em comunicado, a PSP explica que uma equipa de intervenção rápida teve conhecimento de uma situação de roubo, com ameaça de uma faca, no paredão da praia de Carcavelos.

No local, os agentes apuraram que os dois suspeitos haviam roubado, sob ameaça de uma arma branca, telemóveis e carteiras a quatro jovens, colocando-se depois em fuga.

Após a recolha da descrição dos suspeitos, a PSP desenvolveu as diligências nas imediações, conseguindo intercetar os dois suspeitos na posse de todos os artigos roubados, bem como da faca utilizada para ameaçar as vítimas, sendo esta devidamente apreendida.

Os bens roubados foram recuperados e entregues aos seus legítimos proprietários.

Os detidos foram presentes aos serviços do Ministério Público do Tribunal da Comarca de Lisboa Oeste – Cascais, para primeiro interrogatório judicial, tendo-lhes sido aplicada a medida de coação mais gravosa de prisão preventiva, informa ainda a PSP. 

 

 

Veja esta notícia na seguinte ligação:

https://www.google.com/url?rct=j&sa=t&url=https://www.noticiasaominuto.com/pais/1281988/detidos-dois-jovens-por-roubo-no-paredao-da-praia-de-carcavelos&ct=ga&cd=CAIyGjM1OWU0MGI1YTZmYTE3NTk6Y29tOnB0OlVT&usg=AFQjCNE28qwuKesSBt58k3PniMVbyAlSlg

Inspectores da PJ revoltados com novo estatuto do Governo

Após 20 anos da aprovação do estatuto em vigor, o Ministério da Justiça deu a conhecer aos profissionais da Polícia Judiciária a nova versão. Sindicato diz que a proposta está «muito aquém» do esperado.

CréditosMÁRIO CRUZ / LUSA

Em declarações ao DN, Ricardo Valadas, presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) da PJ, disse ter ficado em «choque» após ter lido a versão final da proposta do Governo para o novo estatuto, que classificou como um «péssimo ponto de partida» para as negociações.

«Com este estatuto, fica esfrangalhada qualquer estratégia de carreira de investigação criminal. Para quem lhe é exigido a vida pelo País, é um verdadeiro atentado, uma afronta, contra a carreira de investigação criminal, pondo em risco a sua independência», frisou Ricardo Valadas.

Para o dirigente sindical da PJ, «o que está agora na proposta, está muito, muito longe» do que era esperado pelos profissionais, tendo classificado as questões remuneratórias como «ultrajantes», devido à perda de remuneração, bem como a falta de quaisquer compensações pelo aumento das exigências aos inspectores.

Por outro lado, apesar de reconhecer a «abertura, que nunca houve antes, por parte do Governo», Ricardo Valadas afirmou que os profissionais estão desiludidos com a versão final que «ficou muito aquém» das reivindicações dos inspectores da PJ, sobretudo tendo em conta que o estatuto actual tem 20 anos e nunca foi actualizado.

Em Fevereiro passado, as três associações sindicais representativas dos funcionários da Polícia Judiciária realizaram uma greve parcial, entre os dias 5 e 12, contra a crónica falta de recursos humanos e materiais, o atraso na revisão das carreiras e na aprovação da nova lei orgânica desta polícia e a sucessiva recusa da tutela em promover a reposição dos escalões que foram congelados. 

À altura, o representante do ASFIC sublinhou que os quadros da PJ não se sentem valorizados, alertando para uma «carreira muito sacrificada», e que o problema está a levar à desmotivação dos quadros e ao abandono pelo «sector privado», pois «um inspector que acabe de ingressar nos quadros da PJ recebe o mesmo vencimento que um elemento com dez ou 20 anos de serviço».

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/trabalho/inspectores-da-pj-revoltados-com-novo-estatuto-do-governo

Dois feridos em atropelamento em Cabeço de Mouro

Por Redação
08 maio 2019
Dois feridos, um deles grave, é o balanço de um atropelamento registado esta quarta-feira, pouco antes das dez horas da noite na estrada de Cabeço de Mouro, na freguesia de São Domingos de Rana.
 
O ferido grave é um homem, de 61 anos, que foi atropelado por uma viatura conduzida por uma idosa, de 73 anos, que também sofreu ferimentos.
 
2º. comandante Pedro Carvalho
Pedro Carvalho, segundo comandante dos Bombeiros de Carcavelos e São Domingos de Rana, disse, a Cascais24, que "o ferido grave foi transportado à urgência do Hospital de São Francisco Xavier" e a condutora do veículo, ferido considerado leve, à urgência do Hospital de Cascais.
 
Nas operações de socorro estiveram mobilizados 15 operacionais, apoiados por cinco veículos, dos Bombeiros de Carcavelos e São Domingos de Rana, a VMER e a PSP.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_950.html

Roubo do século? Hackers levam mais de US$ 40 milhões em bitcoins de corretora

A empresa Binance, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, informou nesta quarta-feira (8), que hackers roubaram US$ 40,7 milhões (R$ 160 milhões) em bitcoins de sua plataforma.

De acordo com uma publicação no site da corretora, o presidente-executivo Zhao Changpeng comunicou que a empresa sofreu um prejuízo de 7 mil bitcoins, que foram roubadas de uma única carteira através de uma variedade de técnicas, "incluindo phishing, vírus e outros ataques".

"Foi lamentável que não tenhamos conseguido bloquear este saque antes de ser executado. Uma vez executado, o saque acionou vários alarmes em nosso sistema. Interrompemos imediatamente todos os saques depois disso", lê-se no comunicado da empresa.

Apenas a carteira de bitcoins foi afetada e, segundo a empresa, apenas 2% do total dessa criptomoeda saíram prejudicadas. Enquanto o restante dos fundos está aparentemente seguro.


Para cobrir a perda, a Binance declarou que os fundos dos usuários serão protegidos por ativos de reserva, e que ninguém sairá no prejuízo.

A Binance ressaltou que todos os depósitos e saques da bolsa permaneceriam suspensos enquanto a empresa realizava uma minuciosa revisão de segurança, que, segundo estimativas, levaria uma semana.

Somente em 2018, US$ 950 milhões em moedas eletrônicas foram roubados de bolsas de criptomoedas e serviços de infraestrutura, como carteiras - um aumento de quase 260% em relação ao ano anterior, segundo pesquisa da CiptherTrace, empresa de segurança cibernética sediada nos EUA.

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/economia/2019050813835038-roubo-do-seculo-hackers-levam-mais-de-40-milhoes-bitcoins/

Sapadores contestaram alterações ao estatuto em frente ao Parlamento

Mais de uma centena de bombeiros sapadores de Lisboa estiveram concentrados esta segunda-feira, em protesto contra a proposta de estatuto acordada entre o Governo e duas estruturas representativas.

Bombeiros sapadores de Lisboa concentrados em protesto em frente à Assembleia da República, 6 de Maio de 2019CréditosJOSÉ SENA GOULÃO / LUSA

Em declarações à Lusa, António Pascoal, do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML/CGTP-IN), explicou que se tratou de um «movimento espontâneo» dos bombeiros que não concordam com o aval dado por duas entidades sindicais, nomeadamente a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e o Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais.

«Os bombeiros estão contra o aval que estas duas estruturas sindicais deram ao documento proposta [do Governo] e como não concordam manifestaram-se, primeiro contra estas duas estruturas sindicais, junto ao quartel do comando, e agora no Parlamento», afirmou António Pascoal.

Segundo o dirigente, tanto a estrutura que representa, como o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL/CGTP-IN) estão contra a proposta defendida pelas outras duas estruturas que representam os bombeiros.

António Pascoal sublinhou que os sapadores estão contra, entre outros, o artigo que diz respeito à «disponibilidade permanente», adiantando que a redacção faz com que os bombeiros «nos dias de folga possam vir a trabalhar gratuitamente se a entidade patronal assim o quiser».

O dirigente frisou que os bombeiros estão ainda contra a intenção de a aposentação ser com mais seis anos do que o regime geral da função pública, lembrando que há regimes especiais, como os da GNR, PSP e militares, que «aos 55 anos permite que fiquem na reserva e não em linha de socorro».

«Os bombeiros passarem a aposentar-se aos 60 anos é inconcebível, impraticável. Vai colocar em risco a segurança dos bombeiros e das pessoas que socorrem. O socorro vai estar em causa», alertou.

António Pascoal avançou ainda que esta semana vão ser marcados plenários, entre 8 e 10 de Maio, para «agendar outras formas de luta».

Os Sapadores Bombeiros de Lisboa têm realizado múltiplas greves de 15 dias desde Dezembro passado em protesto contra a proposta de alteração à carreira, afirmando que esta irá «agravar a vida e o trabalho de milhares de bombeiros profissionais».

Com agência Lusa

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/trabalho/sapadores-contestaram-alteracoes-ao-estatuto-em-frente-ao-parlamento

Populares apanham e entregam à PSP ladrão de esticão na Parede

Por Redação
03 maio 2019
Um homem, 37 anos, que tinha acabado de roubar, por esticão, a mala a uma mulher, na Parede, foi perseguido e apanhado por populares, que o entregaram à PSP.
O suspeito, através de um esticão, subtraiu a mala que a vitima trazia ao ombro, fugindo de seguida. 
A vitima, assustada, gritou por auxílio, fazendo com que vários populares a acudissem e perseguissem o suspeito, até que o conseguiram interceptar.  
A PSP, também alertada, rapidamente enviou uma patrulha móvel ao local e com o auxilio dos populares procedeu à detenção do suspeito.
Presente no Tribunal da Comarca de Lisboa Oeste, em Cascais, para ser submetido a primeiro interrogatório judicial, acabou por ser libertado, mediante apresentações periódicas.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_501.html

Fogo e explosão assustou Barrunchal de Manique

Por Redação
03 maio 2019
Um incêndio, seguido de, pelo menos, uma violenta explosão, que deflagrou esta sexta-feira, de manhã, num espaço a descoberto junto a um armazém de materiais de construção, assustou os moradores do Barrunchal de Manique, mas a pronta intervenção dos Bombeiros impediu que tomasse maiores proporções.
 
O fogo, de origem desconhecida, deflagrou depois das dez horas da manhã e destruiu materiais amontoados que estavam na área a descoberto junto ao armazém de materiais de construção e resíduos metálicos.
 
Densas camadas de fumo negro e uma explosão, registada ainda antes da chegada dos Bombeiros chegou a provocar algum sobressalto entre os moradores da área.
 
A pronta chegada dos meios de socorro impediu que o fogo alastrasse, tendo sido rapidamente dominado e extinto.
 
As chamas não chegaram a atingir o armazém e não obstante a proximidade de outras construções estas nunca terão estado em risco.
 
Nas operações, segundo disse, a Cascais24, Miguel Jerónimo, Adjunto de Comando dos Bombeiros de Alcabideche, estiveram mobilizados 21 operacionais dos corpos de Bombeiros de Alcabideche, Parede e São Pedro de Sintra, apoiados por 5 veículos.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_201.html

Idoso de 85 anos ameaça polícias porque não o trataram por "Senhor Engenheiro"

Por Redação
23 abril 2019
Um idoso, de 85 anos, em conflito com responsáveis por uma unidade hoteleira do Estoril, foi detido esta segunda-feira, à tarde, por ameaças e coação a agentes da PSP, entretanto chamados a intervir e que não o terão tratado por "Senhor Engenheiro".
 
A intervenção de agentes da 51ª Esquadra da PSP (Estoril) foi solicitada pelas duas horas da tarde, alegadamente porque, segundo o idoso, na unidade hoteleira recusavam-se a fornecer o livro de reclamações.
 
Já no local, em diálogo com ambas as partes envolvidas, os agentes ter-se-ão apercebido de que nunca teria havido recusa em fornecer o livro de reclamações.
 
Todavia, o idoso, bastante exaltado, não terá gostado da forma como os agentes da PSP o trataram, apenas por "Senhor".
 
"Senhor, não!. Senhor Engenheiro", terá defendido, por várias vezes, o exaltado idoso, como se os polícias tivessem a obrigação de saber qual a sua profissão que, aliás, atualmente é a de aposentado.
 
Não satisfeito, o homem ainda terá ameaçado e coagido os polícias de que "iria fazer queixa, porque conheço gente muito importante no Ministério Público".
 
Acabou por receber voz de detenção e, depois de identificado, notificado para comparecer junto dos Serviços do Ministério Público de Cascais.
 
Também no largo 7 de junho de 1364, na freguesia de São Domingos de Rana, agentes da 56ª Esquadra da PSP (Trajouce) detiveram um jovem, 18 anos, por injúrias, ameaças e coação a polícias no exercício das suas funções.
 
O jovem terá sido surpreendido com três outros, entretanto detidos por tráfico de estupefacientes, no interior de uma habitação desabitada.
 
Já no exterior, aos gritos, terá proferido várias ameaças aos agentes policiais, nomeadamente de que "os conhecia", "lhes fazia a folha" até porque "controlava os movimentos nas esquadras e dos carros patrulha".
 
O comportamento bastante hostil do jovem levou mesmo a que vários populares, alertados pelos seus gritos e sem que soubessem o que estava a acontecer, tentassem cercar os agentes da PSP e, assim, impedir, a sua ação como representantes da Autoridade do Estado de Direito, obrigando mesmo ao pedido de reforços.
 
Detido e identificado, foi libertado mais tarde e notificado para comparecer junto dos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal de Cascais.
 

PSP vigia e protege Aeródromo de Tires

Por Redação
17 abril 2019
Vigiar e proteger o Aeródromo Municipal de Cascais, em Tires, é uma das missões dos agentes que integram o efetivo da Esquadra de Segurança Aeroportuária da PSP, inaugurada esta semana pelo chefe do governo local de Cascais, Carlos Carreiras, e pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.
Não é divulgado o número de efetivos que constituem esta Esquadra, tendo, no entanto, uma fonte da PSP assegurado, aCascais24, que “conta com os meios adequados ao cumprimento da sua missão”.
A construção da Esquadra Aeroportuária orçou em 280 mil euros e foi totalmente custeada pela Câmara Municipal de Cascais.
“Temos aqui pela primeira vez garantia da segurança efetiva, permanente e presente nesta infraestrutura aeroportuária que tem um impacto muito forte em toda a região e, acreditamos, também um contributo positivo para todo o País”, declarou Carlos Carreiras.
Já o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, afirmou que “esta componente de segurança, quer na dimensão da Polícia de Segurança Pública, quer na atividade de acompanhamento do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, é fundamental para aquilo que é decisivo para o País”.
Ao efetivo da Esquadra Aeroportuária cabe manter a vigilância e a proteção da infraestrutura, através de medidas e procedimentos inerentes à prevenção e repressão dos atos de interferência ilegal contra a segurança da aviação civil.
Com esta nova unidade será implementado o Centro de Operações de Segurança do Aeródromo Municipal de Cascais, designado por “COSA”, operado pela Polícia de Segurança Pública, através da Divisão de Segurança Aeroportuária do Comando Metropolitano de Lisboa.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_673.html

Rui Pinto classifica Portugal como "repressivo para denunciantes"

"Portugal tentou tudo para evitar” que Rui Pinto denunciasse a corrupção
O português Rui Pinto, que denunciou alegados casos de corrupção e evasão fiscal no futebol, classificou Portugal como "um país repressivo para denunciantes", esperando mudanças com a lei hoje aprovada para proteger estas pessoas na União Europeia (UE).

"Portugal é um dos países europeus mais repressivos para os 'whistleblowers' [denunciantes]. Por isso, espero que a nova diretiva europeia possa mudar isto, num futuro próximo, e que dê coragem às pessoas que lutam contra a corrupção em todos os níveis", salientou Rui Pinto
Esta mensagem de Rui Pinto, que está preso em Portugal desde o passado dia 22 de março, foi lida na cerimónia de atribuição de um prémio europeu para denunciantes promovido pela Esquerda Unitária Europeia (GUE/NGL), do qual o 'hacker' português foi um dos vencedores.

 
A mensagem foi lida numa conferência de imprensa por outro denunciante, o auditor francês Antoine Deltour, que divulgou o escândalo financeiro LuxLeaks.
"Planeei denunciar tudo este ano, mas o mandado de detenção executado por Portugal precipitou tudo, incluindo os meus esforços para estabelecer uma colaboração vital com autoridades de outros países para investigar vários crimes", acrescentou Rui Pinto, referindo que "Portugal tentou tudo para o evitar, mas não conseguiu".
Sobre o prémio GUE/NGL, que distinguiu 'Jornalistas, denunciantes e defensores do direito à informação', Rui Pinto disse ser "uma grande honra" recebê-lo.

E vincou que fez "isto pelas pessoas, pela verdade e pela transparência".

"As autoridades portuguesas querem pintar-me como um criminoso e descredibilizam tudo o que fiz ao expor a criminalidade no futebol e noutros setores", lamentou.

Na declaração, Rui Pinto reiterou, assim, ter "receio de não ter um julgamento justo em Portugal".

"A decisão absurda que levou à minha detenção fortalece os meus medos", adiantou.

Através da plataforma eletrónica Football Leaks, o 'hacker' começou a divulgar, em 2015, milhares de documentos confidenciais de contratos e transferências do mundo do futebol, que davam conta desses esquemas de evasão fiscal.

Rui Pinto, hoje com 30 anos, foi entregue pelas autoridades húngaras à justiça portuguesa em março deste ano e encontra-se em prisão preventiva no âmbito de um inquérito titulado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal, no qual está indiciado por seis crimes relacionados com acessos aos sistemas informáticos do Sporting e da Doyen Sports e com uma alegada tentativa de extorsão a este fundo de investimento.

Os vencedores do prémio do GUE/NGL foram anunciados à margem da sessão plenária do Parlamento Europeu, que decorre em Estrasburgo, França, e incluem também o fundador da organização Wikileaks, Julian Assange, e Yasmine Motarjemi, denunciante dos lapsos de segurança alimentar da Nestlé.

Hoje foi ainda aprovada no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, a primeira lei europeia para os 'whistleblowers', visando uma proteção uniforme e elevada em toda a UE.

As novas regras preveem, por isso, canais de comunicação seguros (internos e externos) para as denúncias e medidas contra a intimidação e represálias.

No caso de Rui Pinto, o hacker não irá beneficiar diretamente da nova lei, sendo que não agiu no seio de uma organização, como prevê a diretiva, mas pode ser, ainda assim, abrangido pela ação em prol do interesse público, desde logo quando esta legislação é relacionada com outras existentes.

Lusa | em Notícias ao Minuto

 

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

https://paginaglobal.blogspot.com/2019/04/rui-pinto-classifica-portugal-como.html

PSP de Cascais prende em lavandaria de Massamá burlão que deu golpe de 128 mil euros a idosa de Alcabideche

PSP de Cascais prende em lavandaria de Massamá burlão que deu golpe de 128 mil euros a idosa de Alcabideche
PSP de Cascais prende em lavandaria de Massamá burlão que deu golpe de 128 mil euros a idosa de Alcabideche
                                  16 abril 2019
Um cidadão brasileiro, 37 anos, suspeito de integrar uma rede transnacional de burlas informáticas, foi detido por agentes da Esquadra de Investigação Criminal (EIC) da PSP de Cascais por sobre o mesmo recaírem fortes suspeitas de burla qualificada, que lhe terão rendido cerca de 128 mil euros e de que foi vítima uma idosa, de 78 anos, a residir na freguesia de Alcabideche, apurouCascais24.
 
O suspeito, soube aindaCascais24, foi detido junto a uma lavandaria, em Massamá, Queluz, pelos polícias de Cascais, quando procedia ao levantamento de uma encomenda de telemóveis topo de gama, feita online no site da FNAC.
 
A lavandaria é alheia ao esquema, que o suspeito usaria apenas para levantar as encomendas que efetuava online e eram entregues por uma empresa de transportes.
 
PSP de Cascais prende em lavandaria de Massamá burlão que deu golpe de 128 mil euros a idosa de Alcabideche
Ao ser abordado pelos “Furões” da PSP de Cascais, o homem ter-se-á identificado com documentos falsos.
É suspeito da prática de crimes de burla informática, falsificação ou contrafação de documentos, acesso ilegítimo e detenção de arma proibida.
Segundo informou esta terça-feira a PSP, o suspeito foi intercetado e detido “no âmbito de uma investigação relacionada com vários movimentos bancários fraudulentos efectuados para a conta de terceiros, bem como pagamentos de serviços associadas a várias empresas, num total de 128.368,45€ (cento e vinte e oito mil, trezentos e sessenta e oito e quarenta e cinco cêntimos) de prejuízo patrimonial para o titular da conta”.
A vítima, soubeCascais24, foi uma idosa, de 78 anos, a viver na freguesia de Alcabideche e que, no dia 12, formalizou queixa policial ao verificar que lhe tinham desaparecido da conta 128 mil euros, a partir de movimentos feitos à sua revelia entre os dias 10 e 12.
Já no decurso de uma busca domiciliária à residência do suspeito, em Queluz, efetuada posteriormente, foi possível aos agentes de investigação criminal da PSP de Cascais confiscarem diversos objetos utilizados na prática delituosa, nomeadamente, computador, scanner, impressora, diverso material informático, telemóveis, carimbos, vários documentos falsos e, entre outros, pins de cartões de crédito e de débito.
PSP de Cascais prende em lavandaria de Massamá burlão que deu golpe de 128 mil euros a idosa de Alcabideche
De acordo com a PSP, este género de burla informática enquadra-se num “esquema bastante ardiloso, sendo que este suspeito é um dos membros de uma rede que opera a nível nacional e internacional”.
Depois de submetido a primeiro interrogatório judicial, o suspeito viu confirmada a prisão preventiva, tendo recolhido ao Estabelecimento Prisional de Caxias.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_809.html

TRÁFICO. Vendedores transportam pequenas doses para iludir a polícia

Por Redação
15 abril 2019
Um homem, de 35 anos, foi detido esta segunda-feira, ao início da madrugada, pela PSP, em Sassoeiros, Carcavelos, por transportar consigo e na viatura que conduzia o equivalente a 100 doses de haxixe.
 
O suspeito foi alvo de uma fiscalização rodoviária pela 1h55, por parte de agentes da PSP da 54ª Esquadra (Carcavelos).
 
O veículo que conduzia foi mandado parar na rua Funchal, em Sassoeiros.
 
O nervosismo manifestado ao ser abordado foi suficiente para que os agentes da PSP suspeitassem e efetuassem uma inspeção mais rigorosa.
 
Durante a revista foram encontradas doses de haxixe, quer na posse do próprio condutor, quer no interior do veículo.
 
Ao todo, a PSP confiscou haxixe no equivalente a 100 doses, que o suspeito terá alegado destinarem-se a consumo próprio, embora persistam dúvidas.
 
Foi identificado e notificado para comparecer junto dos Serviços do Ministério Público de Cascais esta terça-feira.
 
No concelho de Cascais, pelo menos, os vendedores de drogas, sobretudo leves, como é o caso do haxixe, porventura obedecendo a instruções dos traficantes, que controlam e dirigem o negócio, estão a optar por transportar consigo e/ou em viaturas nas quais circulam pequenas doses, por forma a escaparem a acusações de tráfico caso venham a ser intercetados pela polícia, apurou Cascais24.
 
O estratagema há muito que é conhecido pelas autoridades, mas tem vindo a acentuar-se nos últimos tempos, com vendedores intermediários intercetados a alegarem que as doses que transportam são para consumo próprio.
 
Recorda-se que, com a entrada em vigor da Lei nº. 30/2000, de 29 de novembro e artigos 2º nºs 1 e 2, a aquisição e detenção de estupefacientes e substâncias psicotrópicas constitui contra-ordenação, desde que não exceda a quantidade necessária para o consumo médio individual durante um período de 10 dias.
 
É nesta base que os vendedores de drogas leves têm direcionado o seu estratagema, na maioria das vezes difícil de desmontar pelas autoridades.
 

Homem de 64 anos apanhado a conduzir com 2,81 g/l de álcool pela PSP em Cascais

Por Redação
15 abril 2019
Um condutor, 64 anos, foi intercetado pela PSP de Cascais, esta sexta-feira, à noite, na avenida Engenheiro Adelino Amaro da Costa, tendo acabado por ser detido ao acusar uma taxa de 2,81 g/l de álcool no sangue, confirmou, a Cascais24, fonte do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (Cometlis).
 
O homem foi mandado parar por agentes da 50ª Esquadra da PSP (Cascais) pelas 22h45, alegadamente por condução irregular.
 
Com a viatura que conduzia imobilizada, foi identificado e submetido ao teste de alcoolemia.
 
Acusou uma taxa de 2,81 g/l de álcool no sangue, tendo recebido voz de detenção.
 
Depois de cumpridos os trâmites legais no departamento policial, o condutor foi notificado para comparecer junto junto dos Serviços do Ministério Público de Cascais.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_221.html

Portugal | A polícia que bate, mente e mata sem razão. E a justiça que a desculpa

Cargas de pancada por nada, 40 tiros num carro "por engano", esquadras inteiras a mentir em tribunal. E isto no 5º país mais pacífico do mundo. Que faria se não fosse.
Fernanda Câncio | Diário de Notícias | opinião
Vítor Bárcia, que terá hoje 30 anos, é agente da PSP. Há um ano, foi condenado a três meses, convertidos em multa de 680 euros, por ter dado, no meio da rua e sem razão, uma bofetada num jovem cidadão. Foi pelo menos isso que o Tribunal da Amadora deu como provado: que em 2016 ele e outros três agentes da esquadra da Amadora iam na rua, viram um homem que passava de bicicleta atirar uma beata para o chão, o mandaram parar e Bárcia, "sem que qualquer motivo o justificasse, desferiu uma chapada, de mão aberta, na face esquerda" do cidadão.

Apesar de todos os polícias terem sustentado em juízo que o gesto de Bárcia fora, por assim dizer, "em legítima defesa", por o jovem agredido, "numa atitude agressiva e provocatória", ter "encostado a sua cabeça à do agente, tendo este último empurrado o corpo daquele na zona da cara, o que fez apenas com o intuito de salvaguardar a sua integridade física", o tribunal considerou que mentiam: "Uma certeza exagerada, como pormenores muito coincidentes, num relato algo forçado e, por isso, próprio de quem quer convencer de uma realidade que não ocorreu. (...) A postura corporal, os silêncios e concreta verbalização do discurso apresentado pelas testemunhas de defesa não foi de molde a convencer o tribunal da realidade por si relatada."


Temos portanto um tribunal que afirma preto no branco que quatro polícias mentiram em juízo - sem que daí, aparentemente, advenha qualquer consequência. Aliás, nem sequer, a crer na decisão, serviu o processo para que o condenado demonstrasse arrependimento em relação ao crime cometido: o tribunal lamenta isso mesmo, considerando que os seus atos são "inaceitáveis" e "causadores de alarme social".

Certo é que nem a sentença foi muito pesada nem os atos implicaram até agora consequências de maior para Bárcia, que já em 2015, de acordo com outra decisão do Tribunal da Amadora (esta da semana que passou), tinha, com colegas -- não se sabe se os mesmos --, dado um arraial de porrada num homem de 36 anos.

O Público contou a história na sexta-feira: Bárcia e colegas da esquadra de Alfragide - tristemente famosa pelo processo em que a maioria dos seus efetivos foram acusados de tortura, sequestro e discriminação racial, e cujos acontecimentos tiveram lugar apenas dois meses antes do caso vertente --, fizeram uma rusga a um restaurante. O tribunal deu como provado que mandaram os clientes sair com a ordem "tudo lá para fora, caralho". Tendo um dos clientes manifestado desagrado pelos modos, encostaram-no a uma parede para o revistar. Tendo este comentado que se tratava de "uma atitude de broncos" e que eram uma "cambada de burgessos", algemaram-no e levaram-no preso.

Logo na carrinha de transporte Bárcia e mais agentes começaram a agredi-lo com murros e pontapés. Chegados à esquadra, um agente - que não foi identificado -- levou-o para a casa de banho e mandou-o tirar a roupa e, nu, fazer flexões. A seguir Bárcia e mais agentes bateram-lhe com os cassetetes. A tareia durou até que o advogado do homem chegou. Ficou com trauma na face e nos ossos do nariz, edema facial e hematomas e escoriações no corpo.

Apesar de claramente todos os agentes presentes terem participado ou sido cúmplices dos crimes - o tribunal fala de "conjugação de esforços com os outros agentes" - pelos vistos só Bárcia foi acusado e condenado. Apesar do óbvio tratamento degradante a que a vítima foi submetida, a acusação não foi além das ofensas à integridade física. E não parece ter existido imputação de denúncia caluniosa e falsificação de documento, apesar de ser fácil perceber que o auto de notícia da detenção só podia ser uma obra de ficção: o homem espancado foi a tribunal acusado de três crimes de ofensa à integridade física qualificada e dois de injúrias agravadas (num caso e noutro, a agravação é garantida pelo facto de as alegadas vítimas serem polícias), tendo sido absolvido de tudo menos das injúrias.

Temos pois aqui mais um caso não só de brutalidade policial por parte de vários elementos de uma esquadra mas também de mentira concertada, sem que desses factos resulte qualquer consequência ou ilação: o único condenado é mais uma vez Bárcia, que levou uma pena de dois anos e oito meses (suspensa, pois claro) e está obrigado a pagar dez mil euros ao ofendido. Decisões das quais naturalmente irá recorrer e em relação às quais até agora, de acordo com o Público, a PSP não terá reagido.

Há que concluir que para a justiça portuguesa, mesmo quando se atreve a condenar polícias, está fora de questão a "prevenção geral" - que neste caso implicaria não só sinalizar de forma veemente a inadmissibilidade da brutalidade policial como penalizar a cultura de encobrimento e mentira que resulta provada nestes e noutros casos.

Tão fora de questão que noutro caso em julgamento, o de agressões perpetradas por agentes da PSP há dois anos em pleno Tribunal da Amadora, o procurador encarregado do caso disse, nas alegações finais, que Hugo Correia, um subcomissário da esquadra da Brandoa que é também acusado de ter martelado o auto de notícia acusando a vítima de ter sido o agressor, tem "diminuição de culpa" porque o fez "em autodefesa".

Trata-se então de um conceito alargado, especificamente para polícias, de "legítima defesa", que inclui até a mentira. Aquilo que para qualquer cidadão será uma agravante - mentir e acusar outros para se safar - pelos vistos no caso de um agente da autoridade pode ser atenuante.

Não pode pois surpreender-nos saber que a morte de Ivanice Costa, em novembro de 2017, atingida por um dos mais de 40 tiros disparados por um grupo de agentes da PSP contra o carro em que seguia no lugar do pendura, foi considerada "legítima defesa" apesar de nem ela nem o condutor do veículo estarem armados. Diz a investigação que o condutor desobedeceu à ordem de paragem e "fez marcha-atrás aos ziguezagues na direção dos agentes." E que estes, apesar de a marcha ser para trás e na direção dos agentes, terão, de acordo com o relatório da Inspeção-Geral da Administração Interna sobre o caso (que também os iliba) disparado "pela parte da frente e lateral do veículo".

Há de haver uma explicação lógica para isso, como para o facto de se dispararem mais de 40 tiros sobre um carro por "se achar" - foi a própria PSP que o admitiu - que se tratava do veículo usado por assaltantes de caixas multibanco na Margem Sul, os quais tinham conseguido escapar a uma perseguição policial nessa noite.

Como há de haver uma explicação lógica para a Direção Nacional da PSP ter instaurado inquéritos disciplinares por excesso de uso da força a dois agentes que intervieram no Bairro da Jamaica a 20 de janeiro e em relação aos quais a mesma Direção Nacional certificou, no dia dos acontecimentos, que a equipa "teve de usar da força estritamente necessária para por cobro às agressões."

Há explicações para tudo, até para o facto de a PSP nunca se explicar. E para nada mudar.

 

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

https://paginaglobal.blogspot.com/2019/04/portugal-policia-que-bate-mente-e-mata.html

Um ferido grave e dois leves em colisão com capotamento em bairro de Tires

Por Redação
11 abril 2019
Um ferido grave e dois leves foi o balanço de uma colisão entre dois veículos ligeiros, esta quinta-feira, à noite, no Bairro Além das Vinhas, em Tires, confirmou, a Cascais24, Pedro Araújo, comandante dos Bombeiros de Parede.
 
Na sequência da colisão, um dos veículos acabou por capotar, tendo as equipas de socorro necessidade de proceder à sua estabilização e resgate, sem que, contudo, houvesse necessidade de desencarceramento.
 
Comandante Pedro Araújo
De acordo com o comandante Pedro Araújo, o ferido grave, um homem, foi transportado para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa e os outros dois, leves, assistidos na urgência na urgência do Hospital de Cascais.
 
Segundo Cascais24 apurou, o ferido grave terá necessidade de ser submetido a cirurgia plástica para reconstrução de um dos membros superiores.
 
Nas operações de socorro estiveram mobilizados 15 operacionais, apoiados por 6 veículos, dos Bombeiros de Parede e de Carcavelos e São Domingos de Rana, a VMER do Hospital de Cascais e a brigada de acidentes da PSP.
 
Para já, não são conhecidas as causas do acidente.

Idosa feita refém em ataque noturno de encapuzados a habitação em Murches

Idosa feita refém em ataque noturno de encapuzados a habitação em Murches
Por Redação
11 abril 2019
Uma idosa, de 76 anos, foi atacada por dois encapuzados, que entraram no seu domicílio, em Murches, esta quinta-feira, de madrugada e fizeram-na refém durante cerca de uma hora até fugirem com valores em ouro calculados em largas centenas de euros.
 
O ataque à residência da idosa, segundo confirmou, a Cascais24, fonte da GNR, teve lugar por volta das duas horas da madrugada.
 
Os assaltantes, dois encapuzados, de acordo com a mesma fonte, terão tocado à porta da habitação, uma moradia, pedindo auxílio para certa situação aflitiva.
 
A idosa, 76 anos, terá aberto a porta e nesse altura sido neutralizada pelos dois encapuzados, que a arrastaram pela habitação em busca de valores.
 
Idosa feita refém em ataque noturno de encapuzados a habitação em Murches
Os atacantes noturnos não empunhariam qualquer tipo de arma, quer branca ou de fogo e valeram-se, perante a indefesa vítima de ameaças e coação física.
 
A septuagenária terá sido feita refém dos encapuzados durante cerca de uma hora, vivendo um autêntico pesadelo.
 
Já depois dos assaltantes terem abandonado a habitação, a vítima acionou o 112, pedindo auxílio, tendo comparecido uma patrulha móvel da GNR de Alcabideche, que registou o assalto, que agora deverá vir a ser investigado pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do Destacamento da Guarda Republicana de Sintra.
 
A idosa, que não terá sido agredido, foi, no entanto, posteriormente assistida na urgência do Hospital de Cascais, por estar visivelmente emocionada e em choque.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_214.html

GNR estraga "negócio" na cadeia do Linhó

Por Redação
10 abril 2019
A GNR de Alcabideche pode ter travado um negócio de drogas e de telemóveis entre reclusos do Estabelecimento Prisional do Linhó ao fazer uma busca à casa de uma mulher, que estaria encarregue de fazer introduzir haxixe e equipamentos de comunicação naquela cadeia de alta segurança.
A mulher, de 46 anos, foi intercetada esta segunda-feira pelo Corpo da Guarda Prisional a tentar introduzir naquela cadeia 197 doses de haxixe, dissimuladas no vestuário, bem como três celulares.
Acabou por ser entregue, sob detenção, à GNR de Alcabideche.
Posteriormente e, na sequência de uma busca realizada pelos militares da GNR à residência da suspeita, no concelho de Sintra, foi apreendido diverso material, designadamente telemóveis e outros equipamentos (caixas, auscultadores e carregadores).
Segundo a GNR, trata-se de equipamentos que “a suspeita intencionava introduzir no interior” do estabelecimento prisional.
As autoridades presumem que a mulher introduzisse droga e telemóveis, que entregaria a um recluso que visitava, o qual faria depois o seu “negócio” interno entre companheiros de reclusão.
A mulher foi submetida esta terça-feira a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Cascais, tendo-lhe sido aplicadas as medidas de coação de apresentações semanais no posto policial da área de residência e de proibição de entrada em qualquer estabelecimento prisional do País.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_815.html

Dois GNRs feridos ao intervirem em desacatos entre 20 civis no largo de Alvide


Por Redação
08 abril 2019
Dois militares da GNR ficaram feridos ao intervirem este sábado, à noite, em desacatos entre cerca de 20 civis no largo de Alvide, na freguesia de Alcabideche, apurou Cascais24.
 
Os militares, que tiveram necessidade de receber tratamento na urgência do Hospital de Cascais foram um guarda que integrava uma patrulha móvel do Subdestacamento de Alcabideche, acionada para o local e sofreu uma rotura muscular e um outro, do Destacamento de Intervenção, que trajava à civil e circulava pelo local e interveio em apoio aos camaradas, acabando por sofrer a fractura de duas costelas, confirmou, a Cascais24, fonte da GNR.
 
Os desacatos, alegadamente com origem no excesso do consumo de álcool, terão envolvido cerca de duas dezenas de civis, os quais acabaram por protagonizar cenas de pancadaria em pleno largo de Alvide, as quais só terminaram com a chegada da GNR e levando a maioria deles a colocar-se em debandada.
 
No entanto, os alegados agressores dos militares da GNR acabaram por ser neutralizados e detidos e foram esta segunda-feira, à tarde, presentes a primeiro interrogatório judicial junto dos Serviços do Ministério Público de Cascais.
 
 
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_849.html

Assaltaram três carros em Aldeia de Juzo e fugiram mas foram apanhados na A5

Por Redação
28 março 2019
Dois jovens, na casa dos 20 anos, foram perseguidos e intercetados pela PSP esta quinta-feira, de madrugada, na saída da A5 para Porto Salvo (Oeiras), depois de terem assaltado três viaturas estacionadas no Bairro Chesol, em Aldeia de Juzo, Cascais.
 
 
À chegada de uma patrulha móvel da  PSP de Cascais, acionada pelo dono de um dos veículos, os "ratos de automóveis" colocaram-se em fuga, tomando a A5 e saindo na portagem para Porto Salvo, onde acabaram por ser intercetados por agentes da Esquadra de Investigação Criminal de Oeiras.
 
Os dois suspeitos faziam-se transportar numa carrinha alugada.

Agredia namorada grávida com socos e pontapés e ameaçava "passar-lhe o carro por cima"

Por Redação
28 março 2019
Um homem, 27 anos, que tinha um relacionamento de namoro, agredindo com frequência a socos e pontapés a sua namorada, que, entretanto, engravidara, ameaçando-a de que lhe passava com o carro por cima, foi detido pela PSP no Estoril.
 
Segundo a PSP, a gravidez foi detetada quando a vítima teve necessidade de receber assistência hospitalar, na sequência das agressões.
 
Por existirem suspeitas de que o suspeito pudesse ocultar na sua residência uma arma de fogo, foi ainda efetuada uma busca domiciliária, mas nada foi encontrado.
 
O detido foi presente ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste, Núcleo de Sintra, para primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de proibição de contacto com recurso a meios de vigilância eletrónicos.

PSP captura gang que fez refém em ataque nocturno a moradia no Monte Estoril

PSP captura gang que fez refém em ataque nocturno a moradia no Monte Estoril
 
Por Redação
22 março 2019
Cinco jovens, entre os quais duas raparigas, foram detidos pela PSP, esta sexta-feira, ao final da noite, depois de terem tomado de assalto uma moradia no Monte Estoril e feito refém uma mulher, que foi amarrada de pés e mãos, enquanto seis outras pessoas lograram esconder-se e fechar-se num quarto.
 
O alerta chegou à central da PSP pelas 22h50.
 
Patrulhas móveis da PSP de Cascais e do Estoril convergiram para a habitação, tendo um dos suspeitos ainda sido intercetado e detido no interior da mesma. Estava na posse de duas armas brancas.
 
Os outros quatro colocaram-se em fuga à chegada da Polícia, acabando, no entanto, por ser perseguido, intercetados e detidos na área do Parque de Palmela.
 
PSP captura gang que fez refém em ataque nocturno a moradia no Monte Estoril
Durante a fuga um deles ficou ferido ao transpor uma muro com cerca de três metros de altura, tendo sofrido um entorse. Foi mais tarde transportado à urgência do Hospital de Cascais, onde foi assistido.
 
Os cinco suspeitos - três jovens com idades entre os 18 e os 27 anos e duas raparigas, uma de 18 e outra de 20 anos, todos oriundos da Margem Sul - acabaram por ser entregues a agentes da Esquadra de Investigação Criminal (EIC) para serem submetidos a primeiro interrogatório judicial esta sexta-feira.
 
Segundo Cascais24 apurou, o grupo assaltante introduziu-se na moradia, onde estavam quatro mulheres e três homens através da porta de frente, que tinha um vidro partido.
 
Já no interior, fizeram refém uma das mulheres, enquanto os restantes lograram refugiar-se num quarto, a partir do qual terão dado o alerta à PSP. 
 
À partida, nada terá sido roubado.
 

PJ investiga tiro de guarda nocturno que atingiu homem no pescoço no Monte Estoril

PJ investiga tiro de guarda nocturno que atingiu homem no pescoço no Monte Estoril
Por Redação
21 março 2019
A Secção de Homicídios da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo está a investigar as circunstâncias que envolvem um incidente, a tiro, entre um guarda-nocturno e dois indivíduos, esta quarta-feira, de madrugada, na rua Alfredo Silva, no Monte Estoril.
 
O incidente registou-se pelas quatro horas da manhã.
 
Segundo o guarda-nocturno declarou à PSP nos momentos a seguir, passava pela rua Alfredo Silva quando avistou dois indivíduos junto a uma viatura, com comportamento suspeito.
 
Ainda de acordo com o vigilante da noite, ao aperceberem-se de que estavam a ser vigiados, os dois desconhecidos dirigiram-se à sua viatura.
 
Terá sido nessa altura que um dos desconhecidos "lhe apertou o pescoço", alegadamente através do vidro da janela do carro, o que o levou a efetuar um disparo contra o presumível agressor.
 
O homem terá sido atingido no pescoço.
 
O guarda-nocturno contou à PSP que a seguir arrancou a alta velocidade, dirigindo-se à PSP do Estoril, onde deu conhecimento do incidente.
 
Já a TVI, que denunciou o caso, diz que o guarda-nocturno  saiu da viatura, dirigiu-se aos dois indivíduos suspeitos e, a seguir, voltou ao seu veículo, tendo sido nessa altura atacado e disparado em alegada "legítima defesa". 
PJ investiga tiro de guarda nocturno que atingiu homem no pescoço no Monte Estoril
 
Entretanto, o homem baleado no pescoço deu entrada posteriormente na urgência do Hospital de Cascais, tendo o expediente acabado por ser elaborado pela GNR de Alcabideche, dado esta unidade hospitalar situar-se na área do seu dispositivo, onde a mesma conta com um posto avançado.
 
Por envolver uma arma de fogo, a investigação foi entregue à PJ, que agora irá averiguar as circunstâncias precisas em que tudo aconteceu na rua do Monte Estoril.

Assaltava com grande violência idosas à porta das habitações

Assaltava com grande violência idosas à porta das habitações
Por Redação
03 março 2019
Um homem, 35 anos, suspeito de assaltar com violência idosas junto às suas habitações, foi detido por agentes da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Cascais e viu confirmada pelo juiz de Instrução Criminal a prisão preventiva, tendo recolhido ao Estabelecimento Prisional de Caxias.
 
O suspeito, segundo informou este domingo a PSP, está indiciados por crimes de roubo e furto qualificado cometidos entre setembro do ano passado e janeiro último.
 
As vítimas eram todas mulheres idosas, que eram atacadas com "extrema violência" ao entrarem nas suas habitações.
 
O assaltante, que atuava pelo método de esticão, roubava malas contendo documentos pessoais, dinheiro e telemóveis.
 
Operava, preferencialmente, na área da União de Freguesias de Carcavelos e Parede.
 
Na busca que os agentes policiais efetuaram ao seu domicílio foram confiscados diversos documentos e o telemóvel pessoal do suspeito, bem como o automóvel que utilizava para fazer os roubos.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_772.html

Conflito entre pai e filha acaba no hospital

Conflito entre pai e filha acaba no hospital
Por Redação
03 março 2019
Uma discussão entre pai e filha, este domingo, de manhã, no domicílio, em Manique, obrigou ambos a receber assistência hospitalar, confirmou, a Cascais24, Miguel Jerónimo, Adjunto de Comando dos Bombeiros de Alcabideche.
 
O incidente registou-se pouco antes das onze horas da manhã na habitação que pai e filha partilham, perto da estrada das Neves.
 
O pai, de 83 aos, que sofreu uma lesão ocular, foi transportado ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
 
Já a filha, de 49 anos que, alegadamente sofrerá de doença de foro psiquiátrico, deu entrada no serviço de psiquiatria do Hospital de Cascais.
 
No transporte às unidades hospitalares estiveram mobilizados quatro operacionais, apoiados por duas ambulância, dos Bombeiros de Alcabideche.
 
A GNR de Alcabideche, que também compareceu no local, registou a ocorrência.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_790.html

Pedófilo fugido de Cascais viveu nos últimos 15 anos em Badajoz

Segurança

Pedófilo fugido de Cascais viveu nos últimos 15 anos em Badajoz
Pedófilo fugido de Cascais viveu nos últimos 15 anos em Badajoz
                           01 março 2019
As autoridades espanholas detiveram em Badajoz, onde vivia há 15 anos com falsa identidade, o português José Manuel Andreia Soares, antigo colaborador da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e docente da Escola Superior de Comunicação Social, que era procurado desde que fugiu de sua casa, no Monte Estoril, em 2002, depois de condenado pelo Tribunal de Cascais a 3 anos e 8 meses de prisão por abuso sexual de uma criança de 9 anos, apurou Cascais24.
 
O fugitivo, contra o qual pendia uma Ordem Europeia de Detenção, foi agora descoberto e detido quando procurava obter carta de condução espanhola, exibindo documentos portugueses falsos.
 
Andreia Soares, atualmente com 79 anos, foi julgado e condenado por um coletivo do Tribunal Judicial de Cascais, por abuso sexual de uma criança de 9 anos, mas na altura o seu advogado recorreu do acórdão para o Supremo Tribunal de Justiça, o que lhe permitiu manter-se em liberdade depois de, ainda na fase de investigação o então juiz de Instrução Criminal de Cascais, Paulo Nunes, ter-lhe aplicado uma caução de 40 mil euros.
 
Pedófilo fugido de Cascais viveu nos últimos 15 anos em Badajoz
No entanto, o Supremo acabaria por dar razão à 1ª. instância, o que levou o 2º. Juízo Criminal de Cascais a emitir Ordem de Detenção de Andreia Soares.
 
É que, entretanto, o homem ausentara-se do seu domicílio, uma moradia no Monte Estoril, bem como de todos os locais que habitualmente frequentava em Portugal.
 
Desde logo as autoridades admitiram a fuga de Andreia Soares, porventura para Angola ou Estados Unidos. Afinal, esteve 15 anos aqui mesmo ao lado, em Badajoz.
 
O antigo colaborador da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e docente da Escola Superior de Comunicação Social foi investigado em 1998 pela Polícia Judiciária (PJ), que confiscou fotos e vídeos comprometedores na sua moradia do Monte Estoril.
 
A investigação da PJ revelou, então, que Andreia Soares teria abusado durante, pelo menos um ano da criança, o que, de resto, lhe veio a provocar "descontrolos psicológicos". Revelou, também, que a aproximação à criança foi facilitada pelo facto dele estar unido por relações profissionais e pessoais com os pais.
 
Andreia Soares, pela mão de Rui Machete, seu velho amigo dos tempos de universidade - também sua testemunha abonatória no julgamento, juntamente com o padre Vítor Melícias- foi dirigir o Centro para a Educação, Gestão e Investimento em Angola (CEGIA), um departamento da FLAD, que conciliou com a atividade de docente da Escola Superior de Comunicação.
 
Este à época "influente" suspeito foi detido pela primeira vez, para averiguações, na sede da FLAD, a 31 de março de 1998. Mais tarde, a 11 de maio, os inspetores da PJ voltaram à FLAD e conduziram Andreia Soares ao juiz de Instrução Criminal de Cascais, Paulo Nunes. Este, apesar do pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público, decidiu libertar Andreia Soares mediante o pagamento da caução de 40 mil euros.
 

Semana da Proteção Civil no Shopping alerta para as “Alterações Climáticas”

Semana da Proteção Civil no Shopping alerta para as “Alterações Climáticas”
Por Redação
24 fevereiro 2019
Os riscos e a prevenção, em caso de emergência, para as Alterações Climáticas, constituem o tema da Semana municipal da Proteção Civil que, a partir de esta segunda-feira e durante uma semana, no CascaiShopping, em Alcabideche, vai procurar sensibilizar a população para a necessidade de adoção de uma cultura de Prevenção e Planeamento, através de demonstrações técnicas.
“Numa altura em que os fenómenos climatéricos extremos se vão tornando cada vez mais frequentes, a resposta à emergência tem de ser cada vez mais rápida, eficaz e concertada”, diz a organização- a Câmara Municipal de Cascais, que promove esta 5ª edição, prometendo demonstrações técnicas, grupos cinotécnicos, mass training, exposições e atuações musicais, demonstrações equestres e exercício de resposta a Emergência Civil… entre outras atividades.
 
Ponto alto da denominada Semana da Proteção Civil de Cascais é umSimulacro “Exercício de Catástrofe Externa“ a ter lugar na próxima quinta-feira, dia 28, dia em que o chamado Governo Local de Cascais, que organiza, aproveita também para entregar equipamentos do projeto "Mais Saúde" da Associação Humanitária de Bombeiros de Parede "Amadeu Duarte", no âmbito do Orçamento Participativo de há 3 anos.
 
Já no dia 1 de março, há lugar para umSeminário “ Alterações Climáticas- Resposta Local a um Problema Global”, enquanto no dia seguinte haverá demonstrações de suporte básico de vida, uma demonstração cinotécnica da PSP e uma ação de sensibilização “Comportamentos em caso de Agitação Marítima” a cargo do Comando Local da Polícia Marítima de Cascais.
Na Semana de Proteção Civil de Cascais participam todos os agentes de proteção civil – bombeiros e forças de segurança pública.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_183.html

Pancadaria à saída de bar na Rebelva meteu chave de rodas e até raquete de ténis

Pancadaria à saída de bar na Rebelva meteu chave de rodas e até raquete de ténis
                                                                                                                                                     (Fotos CMTV/CM)
Por Redação
24 fevereiro 2019
Uma violenta cena de pancadaria, onde não faltaram uma chave de rodas e até uma raquete de ténis, provocou três feridos este domingo, de madrugada, no largo da Rebelva, em Carcavelos. A rixa envolveu cerca de duas dezenas de pessoas, que tinham acabado de sair do conhecido Boss Bar New Generation.
 
"Apenas dois feridos foram transportados ao hospital, um terceiro recusou o transporte", disse, a Cascais24, fonte do Comando Metropolitano da PSP (Cometlis) de Lisboa, segundo a qual "a polícia identificou quatro pessoas, entre as quais os dois feridos".
 
As idades dos envolvidos nesta cena de pancadaria oscilam entre, o mais velho, com 48 anos, e o mais novo com 29 anos.
 
Motivos fúteis terão estado na origem dos incidentes, registados pouco depois das quatro horas da manhã em pleno largo da Rebelva.
 
Foi, segundo apurou, ainda, o Cascais24, o segurança do bar que acionou as autoridades.
 
"Confirmo que foi o nosso segurança que, perante a gravidade da alteração de ordem pública, chamou a PSP", disse, a Cascais24, Luís Branco, diretor executivo da empresa de segurança LB.
 
Pancadaria à saída de bar na Rebelva meteu chave de rodas e até raquete de ténis
                                                                            (Foto CMTV/CM)
Antes da chegada da PSP, que terá sido forçada a efetuar quatro disparos de shotgun para o ar, podem ver-se num vídeo publicado em exclusivo pela estação CMTV/CM pormenores das cenas de violência que marcaram o final da madrugada na Rebelva.
 
Entretanto, a PSP procede a averiguações com vista a identificar todos os envolvidos nesta contenda e a apurar o que esteve na sua origem.
 
Os suspeitos podem incorrer num crime de participação em rixa, para além de ofensas à integridade física na forma qualificada.
 
 

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Jovem burlão atua online a partir de casa em São Domingos de Rana

Jovem burlão atua online a partir de casa em São Domingos de Rana
Por Redação
22 fevereiro 2019
Um jovem, 21 anos que, a partir de casa, em São Domingos de Rana, é suspeito de praticar burlas online, foi detido esta quarta-feira pela GNR da Póvoa de Lanhoso (distrito de Braga), que fez deslocar a Cascais militares que, durante a sua intervenção, contaram com o apoio de agentes da Esquadra de Investigação Criminal (EIC) da Divisão Policial de Cascais, confirmou, a Cascais24 o tenente André Barreira, comandante do Destacamento da GNR de Póvoa de Lanhoso.
Durante a busca realizada pelos militares e autorizada judicialmente, foram confiscados importantes elementos probatórios, nomeadamente correspondência e equipamento informático, adiantou, a Cascais24, o tenente André Barreira, segundo o qual a investigação decorria há cerca de dois meses, na sequência de uma queixa formalizada por uma das alegadas vítimas, na Póvoa de Lanhoso.
No entanto, suspeita-se que existam algumas dezenas de vítimas do jovem, cujo esquema passava pela publicação online de anúncios de compra e venda de artigos.
Jovem burlão atua online a partir de casa em São Domingos de Rana
“Ao adquirir bens através de plataformas online de compra e venda de artigos, o suspeito falsificava o comprovativo de pagamento, não chegando a fazer a transferência do montante ao vendedor. Quando recebia o artigo vendia-o posteriormente a outras pessoas que estivessem interessadas”, explicou, a Cascais24, o comandante do Destacamento da GNR de Póvoa de Lanhoso, segundo o qual a “investigação continua para apuramento total das atividades e real dimensão das burlas alegadamente protagonizadas pelo suspeito, que “poderão ter vítimas em todo o País”.
Já com antecedentes criminais por burlas online, tendo chegado mesmo a cumprir prisão preventiva de seis meses, o jovem, que é classificado como “bastante inteligente e metódico” na sua atuação, foi libertado esta quinta-feira pelo tribunal de Póvoa de Lanhoso, mediante apresentações bissemanais na 56ª Esquadra (Trajouce) da PSP – departamento policial da sua área de residência.

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Polícia Marítima foi à escola de Carcavelos promover “Cidadania Marítima”

Polícia Marítima foi à escola de Carcavelos promover “Cidadania Marítima”
Por Redação
19 fevereiro 2019
Transmitir conselhos para uma cultura de segurança e boas práticas nas atividades balneares foi um dos objetivos de ações de sensibilização que o Comando local da Polícia Marítima de Cascais promoveu há dias junto de alunos e professores da Escola Secundária de Carcavelos.
Iniciativa no âmbito do programa “Cidadania Marítima”, estas ações foram dirigidas a cerca de 130 estudantes, acompanhados dos respetivos professores e decorreram no auditório daquele estabelecimento de ensino.
Polícia Marítima foi à escola de Carcavelos promover “Cidadania Marítima”
Nestas ações foram abordadas as diversas situações que ocorrem no mar, na praia e nas zonas adjacentes, contribuindo para um melhor esclarecimento sobre as funções dos agentes da Polícia Marítima.
Foram também transmitidos conselhos para uma cultura de segurança e boas práticas nas atividades balneares.
Os jovens tiveram ainda oportunidade de conhecer os meios terrestres e marítimos utilizados pela Autoridade Marítima Nacional, quando em serviço de policiamento e em socorro/salvamento, nas suas diversas ocorrências registadas em domínio público marítimo.

Juiz põe atrás das grades três dos membros de gang que assaltou Meu Super no Murtal

Juiz põe atrás das grades três dos membros de gang que assaltou Meu Super no Murtal
Por Redação
06 fevereiro 2019
Três dos membros do gang de quatro que, esta segunda-feira, conforme Cascais24 avançou em primeira mão, assaltou o supermercado Meu Super, no Murtal, e foi capturado 50 minutos depois por agentes da 52ª Esquadra (Parede) da PSP, viram confirmadas a prisão preventiva pelo juiz de Instrução Criminal de Cascais.
 
Um quarto membro, condutor do "Smart" usado no assalto e fuga, ficou com apresentações diárias no departamento policial da área do domicílio.
 
Os três suspeitos agora atrás das grades, que recolheram ao Estabelecimento Prisional de Caxias, estavam, ainda, referenciados pela polícia por roubos em farmácias, sequestros e furtos.
 
Esta segunda-feira, ao início da noite, o gang assaltou o supermercado Meu Super, no Murtal e colocou-se em fuga, levando a gaveta da caixa registadora com cerca de 100 euros em moedas, que a polícia veio a resgatar mais tarde num descampado junto ao Bairro da Cruz Vermelha, em Alcabideche.
 
Cerca de 50 minutos depois do assalto, o gang foi localizado, intercetado e os seus quatro membros detidos em Caparide, na sequência de uma perseguição movida por agentes de uma patrulha móvel da 52ª Esquadra (Parede) da Divisão Policial de Cascais.

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+PSP de Parede captura gang 50 minutos depois de assalto ao Meu Super no Murtal
 
 
 

Junta e câmara estudam solução para travar mais atropelamentos em troço perigoso no centro de Alcabideche

Junta e câmara estudam solução para travar mais atropelamentos em troço perigoso no centro de Alcabideche
Por Redação
02 fevereiro 2019
A Junta de Freguesia de Alcabideche e o município estão a estudar a melhor solução para tornar menos perigoso para os peões o pequeno troço onde esta sexta-feira duas pessoas foram atropeladas, garantiu, a Cascais24, José Filipe Ribeiro, presidente da autarquia local.
A solução para impedir mais acidentes e assegurar a segurança, quer rodoviária, quer dos peões, poderá passar pela instalação de lombas, que obriguem os condutores a reduzir a velocidade ou, ainda, interditar o pequeno troço à circulação nos dois sentidos, passando a ter só um, no sentido descendente, como de resto acontece a partir da rua de Cascais.
Junta e câmara estudam solução para travar mais atropelamentos em troço perigoso no centro de Alcabideche
José Filipe Ribeiro tem entre mãos a melhor solução para troço perigoso
Esta segunda alternativa poderá ser a mais eficaz e segura e passa por obrigar o tráfego oriundo da rua Marquês Angeja, de quem vem do lado do Pisão, a virar, obrigatoriamente, à direita e para quem pretender seguir em direção ao CascaiShopping ou Atrozela, virar a seguir à esquerda, entrando na rua João Pires Correia, junto à Panisol e, mais à frente, virar, de novo, à esquerda, circulando pela rua Francisco Roquete, apanhando a seguir a via principal – a rua Cesaltina Fialho Gouveia, podendo ai tomar a direção do CascaiShopping ou de Atrozela.
Com esta medida, o tráfego rodoviário ficaria apenas com um sentido no troço perigoso da rua Cesaltina Fialho Gouveia, entre os cafés Refilão e Pipokas. Os próprios moradores que habitam naquele troço e cujas soleiras de portas dão diretamente para o asfalto teriam, certamente, também mais segurança, até com a instalação de um pequeno espaço pedonal.
Por outro lado, ninguém parece entender como é que só apenas aquele pequeno troço, em pleno coração da sede da vila de Alcabideche - e o mais perigoso-  tenha dois sentidos!
Junta e câmara estudam solução para travar mais atropelamentos em troço perigoso no centro de Alcabideche
Segundo Cascais24apurou, a condutora que esta sexta-feira, ao início da tarde, atropelou dois homens naquele local – o segundo atropelamento em menos de um mês – terá afirmado às autoridades que perdeu o controlo do veículo que conduzia ao desviar-se de um outro veículo, que circulava em sentido contrário. Os dois homens, um empresário da área da construção civil, de 52 anos, e um outro, de 49, ligado ao mesmo ramo, foram assistidos no Hospital de Cascais. O mais novo teve alta no mesmo dia e o mais velho este sábado, ao início da tarde, mas vai voltar ao hospital na próxima quinta-feira para ser submetido a intervenção cirúrgica a um dos pés, fraturado em três sítios. Noticia relacionada
+Duplo atropelamento em Alcabideche 

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Autocarro sofre avaria e larga combustível ao longo de avenida principal de Tires

Autocarro sofre avaria e larga combustível ao longo de avenida principal de Tires
Por Redação
30 janeiro 2019
Um autocarro da Scotturb provocou, esta quarta-feira, ao início da tarde, um derrame de combustível ao longo da avenida Amália Rodrigues, em Tires, mas a pronta intervenção de equipas de socorro impediu qualquer acidente, apurou Cascais24.
"Entre o Estabelecimento Prisional de Tires e o supermercado Lidl, um autocarro da empresa Scotturb sofreu uma avaria e espalhou gasóleo ao longo de toda a via", disse uma fonte da Proteção Civil Nacional.
O incidente registou-se pelas 12h30 e as equipas de socorro, que procederam ao corte e limpeza da via, só deram os trabalhos por concluídos pelas 14h55.
"A pronta intervenção das equipas impediu que a mancha de gasóleo ao longo da via pudesse provocar acidentes", explicou outra fonte.
Nas operações estiveram mobilizados quatro operacionais, apoiados por dois veículos, dos Bombeiros de Parede e da PSP, encarregue de regularizar o tráfego na área. 
 
Recorda-se que esta quarta-feira, de manhã, o derrame de combustível, com origem ainda desconhecida, aliado à chuva, provocou despistes, um deles fatal, ao longo da avenida Marginal.

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Portugal | Agressão da PSP "parece completamente desnecessária”, diz perita

Jurista analisou o vídeo do Jamaica e diz que agressões podem violar artigo de Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. Em 2018, número de queixas bateu recorde e a PSP lidera a lista. Há mais abusos?
Joana Gorjão Henriques | Público | Foto: Daniel Rocha
Em 2018 a Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) recebeu o maior número de queixas em sete anos, mostram dados revelados na quinta-feira. Tal como em anos anteriores, a PSP foi a força de segurança que mais queixas motivou, com 55% do total de 860 denúncias.
Analisando os números, percebe-se que quase um terço (172) das queixas contra agentes da PSP que chegaram à "polícia dos polícias" foi devido a ofensas à integridade física, ou seja, os cidadãos consideram ter sido exercida violência sobre si. 
Mas da análise percebe-se que a esmagadora maioria das denúncias não teve consequências: abriram-se 30 inquéritos, 24 destes foram convertidos em processos disciplinares mas 10 foram arquivados; houve apenas dois que resultaram em pena de suspensão a polícias, ou seja, 0,4%.
Qual será o destino da investigação da PSP e da monitorização da IGAI a casos como o que foi mostrado no vídeo em que agentes da PSP são vistos a agredir no domingo moradores do bairro da Jamaica — inicialmente um homem de 63 anos que leva dois socos e uma joelhada, e depois o filho — e em que a polícia diz ter sido também agredida?
“Essa agressão e ao outro homem parece completamente desnecessária”, diz ao PÚBLICO, em nome pessoal Julia Kozma, jurista e responsável pela delegação do Comité Antitortura do Conselho da Europa que visitou Portugal e concluiu que o país está no topo dos países da Europa Ocidental com o maior número de casos de violência policial, sendo os riscos de abuso maiores para afrodescendentes portugueses e estrangeiros. “Os agentes atacaram uma pessoa desarmada, que não mostrou agressividade, resistência à detenção ou algo similar”, afirma a perita a quem o PÚBLICO enviou o vídeo.
Para Kozma este é o exemplo de um caso em que “não é suficiente” ser “investigado apenas pela IGAI como uma infracção disciplinar”. “Tem que ser investigado nas instâncias criminais uma possível violação do artigo 3 do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos” — que diz que, na interacção com agentes das forças de segurança, “qualquer recurso à força física que não seja estritamente necessário pela sua conduta diminui a dignidade humana” e viola o direito a não ser torturado nem sujeito a tratamento desumano e degradante. 
Como podemos ler os números gerais da IGAI? Será que mais queixas significa que as forças de segurança estão a cometer mais abusos? Qual o percurso que estas denúncias fazem? Estão a ser tomadas todas as medidas?
Para a perita é positivo existir um número recorde de queixas. Significa que “muitas potenciais vítimas confiaram” na instituição, mostra “que este organismo é facilmente acessível e inicia as investigações de modo adequado quando tem conhecimento de um caso”. Ressalva: “Mas se as potenciais vítimas começam a sentir que não vale a pena aproximarem-se da IGAI porque os alegados criminosos nunca são punidos, vão perder a confiança."
As decisões da IGAI devem ser tornadas públicas, defende — o Comité teve acesso à informação que pediu e achou que as investigações eram feitas de forma meticulosa. A IGAI só tem mandato para recomendar sanções e não pode proceder a investigações de índole criminal. “A grande questão é se algum dos agressores é levado a julgamento pelo Ministério Público. A tortura e o tratamento desumano — ataques físicos a pessoas detidas por agentes da polícia, por exemplo — são ofensas criminais e deveriam ser acompanhadas por investigações criminais. Provas importantes, como exames médicos forenses, só podem ser pedidos por procuradores do MP e se isto não é feito a investigação a este tipo de alegações raramente pode ser adequada”. A perita conclui: “Também criticámos a IGAI porque as investigações levavam muito tempo, às vezes anos. Para as potenciais vítimas não chega que um abusador possa ter sanções disciplinares passados tantos anos”.
Também Dalila Cerejo, socióloga e investigadora do Observatório de Violência e Género, afirma que o elevado número de queixas reflecte um sinal positivo. “Há um escrutínio cada vez maior das forças de segurança que muitas vezes têm que recorrer à força física. Essa legitimidade foi atribuída às forças policiais, depende da avaliação sobre a ocorrência. O que o número de queixas significa é que cada vez mais as pessoas são intolerantes à violência e cada vez mais usam uma forma legítima de expressar o seu desagrado, que é fazendo queixa. Permite que os cidadãos que se sentem injustiçados e lesados façam uso do seu direito.” Por outro lado, as queixas são também “um sinal saudável de que as pessoas não estão desligadas da sociedade em que se inserem”.
A socióloga acrescenta, porém, outro ponto importante: as instituições como IGAI e PSP têm de explicitar os trâmites dos processos e explicar se as queixas têm fundamento, “os funcionários não podem ser escrutinados e julgados pelo juízo público”. “O que se pretende é que as forças policiais sejam formadas de modo a terem um contacto cada vez mais eficaz e sensibilidade com os seus concidadãos.” Mas “nenhuma situação de violência deve passar incólume ao poder político que governa”. 
Para Carlos Pinto de Abreu, que presidiu ao Conselho dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados, “a questão mais complicada é sempre a prova, a identificação do agente que faz um disparo na esquadra e só tem como testemunhas outros agentes ou a situação que ocorre na rua em que as testemunhas fogem ou quando são chamadas e têm medo”. Daí a razão de o número de queixas ser muito maior do que os inquéritos, processos disciplinares ou sanções.
Deixa algumas recomendações em caso de agressão: primeiro, se a pessoa for detida tem direito a chamar um advogado a qualquer hora; se houver registo de imagens, deve pedir a sua preservação. Quando não há imagens, “é a prova diabólica”, comenta. “Mas isso não quer dizer que as pessoas não se queixem e que os tribunais não actuem ou que não haja da parte da Inspecção-Geral uma actuação e da própria polícia um cuidado com a gestão e direcção desses agentes que foram alvo de queixa. Imagine que há 10 queixas contra um polícia: algo está mal. E nem tudo tem de dar origem a processo-crime, é preciso verificar.”

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Portugal | Tancos: quando se investigam os crimes cometidos?

Gil Prata | Jornal de Notícias | opinião
Diz o Ministério Público (MP) que em causa estão factos suscetíveis de integrarem crimes de associação criminosa, furto, detenção e tráfico de armas, terrorismo internacional e tráfico de estupefacientes.
Porém, agora já se diz ter sido desvalorizado, desde o início, o eventual crime de terrorismo internacional, apesar de esta informação contrariar tudo o que desde há 18 meses tem sido publicado. Certo é que, desde então, estão por investigar os crimes que efetivamente ocorreram com o desaparecimento do material de guerra nos paióis nacionais de Tancos, em 27 de junho de 2017, ou em consequência desse furto.
A investigação deste facto, que determinou a atualidade política, judiciária e militar, parece ter desdenhado do ordenamento jurídico nacional aprovado pelo órgão de soberania competente.
Já dissemos antes que havia grande probabilidade deste furto ter sido evitado, não obstante as deficiências de segurança militar existentes na altura. Falhou a comunicação neste caso concreto, apesar da relevância da matéria, e impediu-se assim o incremento de medidas de segurança militar ativas e passivas.
Falhada a prevenção, havia que investir na investigação em obediência ao normativo legal. Mas, também este não foi respeitado por quem tem de garantir o respeito pela legalidade. Crimes tipificados com natureza especial foram travestidos de crimes comuns para, desta forma, afastar o órgão de polícia criminal (OPC) primariamente competente para a sua investigação - a Polícia Judiciária Militar (PJM) - deferindo-a a outro órgão de polícia criminal, quando essa investigação deveria ter sido efetuada em cooperação institucional de ambas as polícias judiciárias e sob a dependência funcional do MP, tal como a lei de organização da investigação criminal (LOIC) estabelece.
O direito penal militar constitui, desde 2004, um direito penal especial em razão dos bens jurídicos tutelados. Conforme consagra o próprio Código Penal no seu artigo 40.º, a aplicação de penas visa a proteção de bens jurídicos. A especialidade do direito penal militar, codificado no código de justiça militar (CJM), é-lhe concedida precisamente pelos tipos de bens jurídicos que visa proteger.
Assim, o CJM consagra que constitui crime estritamente militar o facto lesivo dos interesses militares da defesa nacional e dos demais que a Constituição comete às Forças Armadas. A LOIC e o CJM atribuem competência específica à Polícia Judiciária Militar para a investigação dos crimes estritamente militares, não prevendo a possibilidade desta investigação ser deferida a qualquer outro OPC.
Mas parece haver autoridades judiciárias que ignoram ou não estão motivadas para proteger os interesses militares da defesa nacional. Aliás, até parece denotar-se algum complexo em relação ao universo do que é militar.
Em 27 de junho de 2017 foram cometidos crimes que são indesmentivelmente de natureza militar. Por determinação do MP, ficou a PJM impedida de proceder a diligências de investigação e não foram investigados por qualquer outro OPC, talvez porque a lei também os impede.
Então, eventuais crimes de furto de material de guerra, comércio ilícito de material de guerra, entrada ou permanência ilegítimas em instalação militar, dano em bens militares, extravio de material de guerra, abandono de posto, violação de segredo de Estado ou de corrupção ativa e passiva para a prática de ato ilícito deixaram desde há 18 meses de ser investigados em consequência do despacho da PGR que determinou a apensação do processo inicialmente investigado pela PJM no processo investigado pela PJ, OPC incompetente em razão do tipo de crimes.
Pensamos que não será necessário fazer-se mais referências ao resultado nefasto de tal decisão.
Salvo melhor opinião, continua a constatar-se nesta investigação a violação de ordenamento jurídico estruturante da justiça penal militar aprovado pelo órgão legislativo por excelência, a Assembleia da República. Consideramos que a tramitação irregular do processo e a indevida qualificação dos crimes poderá ter consequências no mesmo, invocáveis em qualquer fase do processo.
*Coronel paraquedista, ex-juiz militar, ex-subdiretor da PJM e docente da Academia Militar

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Racismo, violência policial e o programa do Goucha

Acha que a ida do Mário Machado ao Você na TV é grave? Eu também. Mas considero que há outros convites com efeitos perversos mais devastadores que têm merecido menos atenção. Esta senhora, comentadora residente no Você na TV, consegue condensar no seu discurso a maioria dos elementos de um discurso neo-fascista: a condenação da crítica ao Estado, a condenação da crítica às instituições que, como a polícia, corporizam esse mesmo Estado, a exaltação da nação, o apelo à revolta contra aqueles que, na sua perspetiva, pretendem atacar a unidade nacional e o instigar do ódio contra os políticos, pagos pelo “dinheiro de todos nós”. É uma campanha gratuita de ódio contra o Mamadou Ba, um ativista que dedica a sua vida ao essencial combate ao racismo. tvi02A presença destas figuras em espaços mediáticos como os programas da manhã é duplamente perigosa. Em primeiro lugar, porque falam sempre investidas de um argumento de autoridade. São sempre o “senhor doutor” ou a “senhora doutora” especialista na sua área. Este elemento, aliado a um espírito mais acrítico do público-alvo destes programas, conduz que as suas palavras sejam tomadas como legítimas e tidas como produto de um raciocínio meramente técnico. Em segundo lugar, são introduzidas por alguém da maior confiança dos espetadores – é a este propósito bom lembrar que muitos espetadores, muitos deles idosos e sugestionáveis, têm uma relação com os apresentadores dos programas da manhã, como Manuel Luís Goucha ou Cristina Ferreira, de grande carinho e proximidade. Por mais exótico que seja a personalidade que escutam, o facto de estar no “programa do Goucha” é percecionado como sendo alguém que merece a confiança do apresentador e, por conseguinte, a sua. Isto significa que a TVI e o Manuel Luís Goucha querem promover o fascismo? Não creio. Deve-se até notar que Manuel Luís Goucha tem um percurso marcado por posições globalmente progressistas. Significa apenas que o apelo aos piores instintos do ser humano, entre os quais o medo e o ódio à diferença, são muito rentáveis, porque proporcionam muitas audiências. E que os responsáveis televisivos não olham a meios para atingir fins. O perigo é óbvio, mas esses responsáveis ignoram-no de modo negligente – o espetáculo vem primeiro. O fascismo e o racismo que nunca abandonaram as profundezas do senso comum do cidadão português sentem-se legitimados a expressam-se livremente, suscitando um mecanismo que se auto-alimenta e dá audiências a programas que dependem de opiniões polémicas, de dar soluções fáceis a problemas complexos e de ir ao encontro dos instintos mais primários dos seus espetadores. E é por este meio que, pé ante pé, um discurso propenso a soluções autoritárias se consolida: o racista que não gosta de pretos mas tem receio de o dizer sente a sua posição normalizada e começa a assumi-lo abertamente, alavancando a expressão desassombrada de outros como ele; o cidadão comum, que acha que todos os problemas do país se resolveriam se os políticos ganhassem menos e não fossem corruptos, vê a sua perceção reconhecida; as pessoas começam a sentir que o único obstáculo à implementação das soluções simples que resolveriam os seus problemas são os seus representantes democráticos. Afinal, se eles e os “senhores doutores da televisão” estão de acordo, é porque é verdade – a democracia é só uma força de bloqueio que deve ser afastada. Daqui até ao apelo à vinda de uma figura autoritária e redentora que restaure “glorioso destino da pátria” é apenas um sopro. Sabemos que os tempos são perigosos quando temos de reafirmar os valores mais óbvios e que há muito pensávamos acima de qualquer discussão na sociedade. Por isso, sejamos claros: o racismo é um problema enraizado na sociedade portuguesa. A PSP, como parte dessa sociedade, é permeável à criação de bolsas racistas no seu seio e tem registo histórico desses processos. O caminho não passa por fingirmos que não é assim. Claro que a maioria dos polícias não são racistas: sabemos isso. Na sua maioria, são trabalhadores assalariados que desempenham uma tarefa imprescindível para a sociedade em condições salariais e materiais muitas vezes difíceis. Mas este reconhecimento não nos pode manietar a crítica àqueles que abusam do poder de autoridade que o Estado lhes confere para abusar de minorias raciais. Não reconhecer o racismo como um problema sistémico das forças de segurança que deve ser combatido é um erro. É imperioso ter uma estratégia de política pública para o combater. Os polícias dignos que se solidarizam com os seus colegas abusadores por instinto de defesa corporativa fazem um péssimo serviço à sua profissão e à imagem da polícia. Deveriam ser os primeiros a condenar aqueles atos e dizer que são atos não representativos da instituição a que pertencem. Infelizmente, poucos seguem este caminho. Não nos equivoquemos: é sempre possível existirem abusos por parte de qualquer grupo social. Mas a questão do poder é determinante. A obrigação do poder público é colocar-se ao lado do agente que tem a posição mais fraca na relação de forças. É por isso que o código de trabalho se deve colocar do lado do trabalhador contra o abuso do patrão – não significa que o trabalhador não possa incumprir nos seus direitos. Significa somente que tendo o patrão mais poder, a probabilidade de exercer abusivamente a sua ação é maior. O mesmo raciocínio se pode estender aqui: sendo a polícia o agente a quem a autoridade do Estado é conferida,a probabilidade de cometer abusos é maior e o Estado deve agir com mão férrea sobre os que abusam das suas funções. Porquê? Porque nos representam a todos nós. Num momento em que está tão na moda dizer que o “Estado falhou”, este é o melhor exemplo de um falhanço do Estado. Quando um polícia abusa da força contra um cidadão, fá-lo em nome de todos nós. E nós, como democratas, não podemos tolerar isso. Não é por acaso que os abusos policiais tendem a a acontecer em bairros onde as pessoas são mais pobres e as minorias étnicas são mais numerosas: é que, sendo mais marginalizadas pela sociedade, têm menos visibilidade e capacidade de queixa e isso potencia o abuso. Ou alguém acha que as consequências disciplinares de abusar da força contra o filho de um branco de classe média são iguais às de violentar a filha de um empregada de limpeza negra num bairro periférico? Nestes momentos, é também importante colocar-nos ao lado dos justos. Daqueles que dedicaram o seu percurso a prevenir o abuso e a trazer os de baixo ao de cima. A trazê-los à condição de cidadãos de plenos direitos. É por isso que quero expressar a minha admiração pública pelo Mamadou Ba, que dedica há muitos anos o melhor do seu esforço a defender os que menos têm voz na sociedade, os excluídos dos excluídos. A ação do Mamadou e do SOS Racismo tem sido inexcedível nesse combate. Poder-se-á ter excedido nas suas declarações? Porventura. Nenhuma generalização a partir de um grupo é boa. Mas esse desabafo mais imponderado não nos pode impedir de cerrarmos fileiras a seu lado na defesa de um país para todos, onde nenhum tipo de racismo, nem o explícito nem o latente, são tolerados. Vivemos tempos estranhos. Estejamos atentos.

Ver original em 'Ladrões de Bicicletas' (aqui)

Portugal | Queixas contra atuação das polícias atingem máximo de sete anos

O número de queixas aumentou 11,3% em 2018 face ao ano anterior
A Inspeção-Geral da Administração Interna (MAI) recebeu 860 queixas contra a atuação das forças de segurança em 2018, o valor mais alto dos últimos sete anos, revelam dados daquele organismo enviados à agência Lusa.
A PSP é a força de segurança com maior número de queixas, tendo dado entrada na IGAI 477 participações contra a atuação dos agentes da Polícia de Segurança Pública em 2018, seguindo-se a Guarda Nacional Republicana, com 270, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, com 36, e outras entidades tutelados pelo Ministério da Administração Interna (25).
O número de queixas entradas naquele organismo que fiscaliza a atuação das polícias aumentou 11,3% em 2018 face ao ano anterior (mais 88).
Segundo os dados fornecidos à Lusa, a IGAI recebeu 5.437 queixas em sete anos. Em 2012, chegaram 817 denúncias, que subiram para 830 em 2013 e desceram para 711 em 2014.
No ano seguinte voltaram a subir para 717, em 2016 aumentaram para 730, voltando a subir em 2017 para 772 e no ano passado registaram novamente um aumento, situando-se nas 860.
As denúncias que chegaram conhecimento da IGAI em 2018 essencialmente através de queixas apresentadas por certidões de entidades judiciárias (431), cidadãos (213) e anónimos (116).
De acordo com a IGAI, mais de um terço das queixas da atuação das forças de segurança estiveram relacionadas com ofensas à integridade física, tendo dado entrada um total de 255, 172 das quais dirigidas a elementos da PSP e 73 a militares da GNR.
A violação de deveres gerais relacionados com procedimentos ou comportamentos incorretos praticados por polícias motivaram 175 participações (20,3%) da IGAI no ano passado, existindo também 251 queixas onde se engloba a categoria de violência doméstica.
Aquele organismo tutelado pelo Ministério da Administração Interna (MAI) registou ainda 52 queixas de assuntos de natureza interna ou profissional, 44 de abuso de autoridade, 66 de violação de deveres especiais relacionados com ilegalidades e omissões, seis por prática discriminatórias, três por detenção ilegal e duas por morte, não havendo detalhes sobre estes casos.
A PSP lidera todo o tipo de queixas apresentadas, à exceção de assuntos de natureza interna ou profissional, que foi a GNR.
Durante o ano passado, aquele organismo tutelado pelo MAI processou 1.483 denúncias contra polícias, 623 das quais transitaram de 2017 e 860 deram entrada em 2018.
Das 1.483 queixas analisadas, a IGAI concluiu 874, tendo transitado para este ano 609 processos, converteu em processos de natureza disciplinar quatro e arquivou 765 por inexistência de infração ou de indício, estando ainda em curso 609 processos disciplinares nas forças e serviços de segurança e instituições do MAI.
IGAI tem como missão assegurar as funções de auditoria, inspeção e fiscalização de todas as entidades, serviços e organismos tutelados pelo MAI.
Lusa | em TSF | Foto: Lusa

Os limites da violência policial

«Nós não sabemos exactamente o que aconteceu antes de uma equipa da PSP desatar a agredir cidadãos no bairro da Jamaica, no Seixal. Sabemos sim que o mundo não é a preto e branco, que há zonas cinzentas entre os que se dizem vítimas e os que são acusados de ser algozes.
Podemos por isso presumir que, como diz a polícia, algo como uma recepção dos agentes à pedrada pode ter acontecido. Mas, tivesse ou não acontecido esse gesto de provocação, nada explica e ainda menos justifica a forma desabrida e descontrolada como os agentes começaram a agredir as pessoas.
Sim, o vídeo dos acontecimentos que passou nos últimos dias tem tudo para ser duvidoso, como o provam os comentários associados que procuram apenas revelar uma parte do incidente, a parte das vítimas. Mas, mesmo que seleccionadas ou truncadas, essas imagens são comprometedoras da imagem de uma polícia de um país subordinado ao imperativo da lei.
Estamos cansados dos sucessivos comportamentos de agentes que dão origem a inquéritos, da mesma forma que não há paciência para os que usam essas atitudes abusivas e indignas de alguns, para criar a ideia genérica de que a PSP é um agrupamento de malfeitores habituado ao uso desproporcional da força para instigar o racismo larvar da sociedade portuguesa.
Só há uma forma de travar esses maniqueísmos e de proteger a necessária integridade da PSP: condenar sem reservas actos como o destes dias e exigir que tudo se esclareça. Não pode deixar de haver punições sempre que agentes da polícia dispam a farda e actuem como arruaceiros. Vendo apenas as imagens divulgadas, foi isso que aconteceu.
Pretender que a denúncia deste tipo de atitudes é uma forma de esvaziar a autoridade da polícia não passa, por isso, de pura demagogia. Ainda que se admita que em bairros como o da Jamaica (no qual o espaço físico degradado é em si mesmo uma agressão aos moradores e uma vergonha para a autarquia e para o Estado) haja uma cultura endémica que estimula a desobediência e o confronto com a polícia, não se pode aceitar que os agentes percam o controlo em situações nas quais não se aplica a necessidade da legítima defesa nem da manutenção da ordem pública.
De resto, é mantendo esse nível de exigência que melhor se consegue evitar a espiral de violência e destruição gratuita que se verificou na noite de segunda-feira e, em situações extremas, combate-la exemplarmente como se impõe.»
Manuel Carvalho

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Leia original aqui

Condenado a 6 anos por violência doméstica e violação detido pela PSP

Por Redação
10 janeiro 2019
Um homem, de 33 anos, foi agora detido pela PSP da Divisão Policial de Cascais para cumprir 6 anos de prisão efetiva pelos crimes de violência doméstica e violação de que, desde 2015, era vítima a mulher, atualmente com 38 anos.
O mandado de detenção para cumprimento da pena a que foi condenado em novembro do ano passado pelo Tribunal de Cascais foi cumprido pela Esquadra de Investigação Criminal (EIC), tendo o homem recolhido ao Estabelecimento Prisional de Caxias.
O julgamento e a condenação surgiu depois de uma investigação a cargo da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial de Cascais, a qual permitiu recolher prova suficiente para que o detido tivesse sido condenado por decisão transitada.
A primeira queixa da mulher contra o marido remonta a 2015. Para além do crime de violência doméstica, a vítima seria forçada a manter relações contra a sua vontade.
Por decisão judicial, durante alguns meses e por haver receio de represálias, a mulher chegou mesmo a ter acompanhamento policial entre casa e o emprego, apurou Cascais24.

 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_121.html

Ilegal a viver em Cascais preso por tentativa de violação em Pedrogão Grande

Por Redação
09 janeiro 2019
Um homem, 29 anos, de nacionalidade brasileira e ilegal no País, mas a viver em Cascais, foi detido pela PJ de Coimbra e está em prisão preventiva, por “estar fortemente indiciado” da prática de um crime de violação, na forma tentada, de que foi vítima uma jovem, de 19 anos, em Pedrogão Grande, distrito de Leiria, anunciou esta quarta-feira a Procuradoria da Comarca de Leiria. O suspeito foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra no passado dia 6 de janeiro. 
De acordo com o Ministério Público de Leiria, “dos autos resulta indiciado que, na noite de 5 para 6 de janeiro de 2019, pelas 3h00 da madrugada, junto ao terminal rodoviário de Pedrógão Grande, o arguido aproximou-se da jovem ofendida que se deslocava a pé, colocou as suas mãos em volta do pescoço desta e asfixiou-a, até a mesma perder a consciência. De seguida, arrastou-a para um parque subterrâneo ali existente. O arguido só não logrou concretizar os seus intentos - manter relações sexuais de cópula completa com aquela – face à intervenção de militares da GNR”.
Sede da Procuradoria da Comarca de Leiria na rua Tenente Valadim
Segundo a Procuradoria da Comarca de Leiria, “após a elaboração de requerimento por parte do Ministério Público, no dia 8 de janeiro de 2019, o arguido foi sujeito a primeiro interrogatório judicial no Juízo Central de Instrução Criminal de Leiria”.
“O arguido, de nacionalidade brasileira, encontra-se em situação irregular no nosso país”, diz a Procuradoria da Comarca de Leiria, segundo a qual “verificando-se a existência de perigo de continuação de atividade criminosa, perigo de perturbação da ordem e tranquilidade públicas e perigo de fuga, no primeiro interrogatório judicial, na sequência do requerido pelo Ministério Público, foi determinado que o arguido aguardasse os trâmites do processo sujeito, cumulativamente, às obrigações decorrentes do termo de identidade e residência (TIR) e em prisão preventiva, com a possibilidade desta medida ser substituída pela obrigação de permanência na habitação, com recurso de meios técnicos de controlo à distância (vigilância eletrónica)”.
A investigação prossegue sob direção do Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal de Leiria, com a coadjuvação da Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra.


Fogo destrói cave da casa onde casal manteve filhos em cativeiro oito anos

Por Redação
04 janeiro 2019
Um incêndio que deflagrou, esta sexta-feira, quase ao final da tarde, destruiu a cave da casa onde um casal manteve durante oito anos os filhos em cativeiro, na rua Nova da Ribeira, na Amoreira, Alcabideche, apurou Cascais24.
A cave e a casa estão desabitadas desde que, em junho de 2015 e conforme Cascais24 avançou, à época, em primeira mão, o caso foi descoberto, deixando o País em choque, sobretudo pelas condições em que um dos dois filhos do casal, António Varela, o "Tó", sobreviveu oito longos anos em sequestro.
 
A mãe dos jovens quando foi detida em junho de 2015 (Foto CASCAIS24)
Esta sexta-feira, pouco antes das seis horas da tarde, um incêndio deflagrou na cave desabitada, mas cheia de lixo, que acabou por ser totalmente consumida pelas chamas.
 
As autoridades não excluem que o local estivesse a servir de abrigo a alguém que, por descuido, porventura de uma vela, pudesse ter ateado o fogo, não obstante quando chegaram não terem encontrado ninguém.
 
Nas operações estiveram mobilizados 10 operacionais, apoiados por três veículos, dos Bombeiros de Alcabideche, a GNR com quatro militares e um técnico do Serviço Municipal de Proteção Civil. Este foi o segundo incêndio habitacional, registado esta sexta-feira, em menos de cinco horas, na Amoreira. O outro, bem mais grave, registou-se na avenida do Ultramar, tendo resultado em seis pessoas intoxicadas, por inalação de fumos, entre os quais um menor e dois militares da GNR de Alcabideche, que lograram salvar das chamas uma idosa, de 78 anos e o seu canídeo.
MULTIMÉDIA
Quando o caso foi descoberto

GNRs de Alcabideche intoxicados salvaram idosa e canídeo das chamas na Amoreira

Por Redação
04 janeiro 2019
Foi ao salvarem uma idosa, de 78 anos, e um canídeo das chamas que lavravam na habitação, esta sexta-feira, à tarde, na Amoreira, que dois militares do Subdestacamento da GNR de Alcabideche sofreram intoxicação por inalação de fumos.
No incêndio, na avenida da Ultramar, outras quatro pessoas, entre as quais um menor, de 12 anos, ficaram intoxicadas.
Conforme Cascais24 avançou anteriormente, um dos intoxicados foi assistido no próprio local, mas os outros cinco, entre os quais os dois militares da GNR, de 33 e 42 anos, e a idosa, que também sofreu queimaduras, tiveram que ser transportados ao Hospital de Cascais
Numa nota divulgada ao final da tarde, a GNR informa que “após ser comunicado à GNR que decorria um incêndio numa habitação de um prédio de três andares, os militares deslocaram-se de imediato ao local, onde foram informados de que poderia estar uma idosa no seu interior”.
“Considerando que poderia estar em perigo uma vida humana, os militares arrombaram a porta, não conseguindo entrar devido à quantidade de fumo. Contudo, contornaram o prédio e escalaram até ao 1.º andar pelo exterior, partindo uma das janelas, o que permitiu encontrar a vítima num dos compartimentos. Com a chegada dos bombeiros foi possível retirar a vítima pela janela”, refere a GNR.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_428.html

Uma criança e dois GNRs entre 6 intoxicados em fogo habitacional

Por Redação
04 janeiro 2019
Seis pessoas, entre as quais uma criança de 12 anos e dois militares da GNR,  foram vítimas de intoxicação, por inalação de fumoS, na sequência de um incêndio que deflagrou esta sexta-feira, ao princípio da tarde, no rés-do-chão de um edifício de cinco pisos, na Amoreira, na freguesia de Alcabideche.
 
No entanto, segundo disse, a Cascais24, Miguel Jerónimo, Adjunto dos Bombeiros de Alcabideche, só cinco dos intoxicados tiveram necessidade de ser transportados à urgência do Hospital de Cascais.
 
Os seis intoxicados, por inalação de fumos, têm idades entre os 12 e os 78 anos, acrescentou Miguel Jerónimo.
 
O incêndio deflagrou pouco depois da uma hora da tarde na habitação, que ficou totalmente destruída. Não é conhecida a causa do fogo.
 
As densas camadas de fumo, que envolveram todo o edifício, situado na avenida do Ultramar não só intoxicaram residentes como, também, dois militares  de uma patrulha móvel do Subdestacamento da GNR de Alcabideche que, ao chegarem antes dos bombeiros, procuraram efetuar o resgate dos moradores.
 
O edifício acabou por ter que ser evacuado.
 
A intervenção de 14 operacionais, apoiados por seis veículos, dos Bombeiros de Alcabideche impediu que as chamas atingissem outras frações do edifício.
A fração atingida pelo incêndio ficou destrída, tendo os moradores das outras frações regressado às suas casas depois dos bombeiros terem procedido à ventilação do edifício.
Para além dos Bombeiros de Alcabideche e da GNR, estiveram no local a VMER do Hospital de Cascais e o serviço municipal de Proteção Civil.

PSP apanha em flagrante trio a assaltar vulcanizadora em Abóboda

 Por Redação
02 janeiro 2019
A PSP de Trajouce surpreendeu, em flagrante, três indivíduos que estavam a assaltar esta quarta-feira, de madrugada, a vulcanizadora Auto Barão, em Abóboda, na freguesia de São Domingos de Rana, confirmou, a Cascais24, fonte do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (Cometlis).
 
Os suspeitos, de 23, 29 e 33 anos, que viajavam numa carrinha, marca Mercedes, foram surpreendidos pelas três horas e vinte e cinco minutos da madrugada por uma patrulha móvel da 56ª. Esquadra (Trajouce) da PSP.
 
Tinham investido com uma outra viatura, estacionada, contra um dos vidros da fachada da vulcanizadora e estavam a furtar quatro jantes de um BMW, imobilizada no interior das instalações, bem como um computador portátil do escritório.
 
O dono da vulcanizadora calculou em quase dois mil euros o montante do produto do assalto, o qual, no entanto, foi logo resgatado pelos agentes da PSP.
 
Os três suspeitos, todos oriundos de fora do concelho de Cascais, foram detidos e o Mercedes, que será propriedade de um deles, confiscado.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_530.html

Feridos em colisão eram crianças que viajavam em carro em fuga desde o Fim do Mundo por suspeita de tráfico de drogas

 

Por Redação
01 janeiro 2019
Os três feridos leves na colisão registada esta terça-feira, ao final da tarde, junto do CascaiShopping, em Alcabideche, entre um Volkswagen Golf em fuga à polícia e um BMW foram três três crianças, de 4 meses, dois e 5 anos, apurou Cascais24.
 
As três crianças, que foram transportadas à urgência pediátrica do Hospital de Cascais pelos Bombeiros de Alcabideche, viajavam no Volkswagen Golf que, momentos antes, tinha sido intercetado a efetuar alegadamente transações de droga no Bairro do Fim do Mundo, na Galiza, em São João do Estoril.
Intercetado por uma brigada da Esquadra de Investigação Criminal, o condutor, pai das crianças, colocou-se em fuga desenfreada, desobedecendo a sucessivas ordens de paragens.
Na fuga, o Volkswagen Golf entrou na A5 na rotunda da Galiza, perto da Escola Superior de Turismo, acabando, uns quilómetros mais à frente, por sair na rotunda perto do Hospital de Cascais, tomando a direção, a alta velocidade, da A16.
Todavia, mais à frente, acabou por entrar na faixa paralela à A16 e por colidir com um veículo, marca BMW, que estava a circular por uma das saídas do estacionamento do CascaiShopping.
Em consequência, o BMW acabou por capotar, sem que o condutor sofresse ferimentos.
A colisão provocou, no entanto, ferimentos leves nas três crianças que seguiam no Volkswagen Golf e que vieram a ser evacuadas para o Hospital de Cascais pelos Bombeiros de Alcabideche.
Já no local, os agentes da PSP detiveram o condutor do Volkswagen Golf, um homem, de 29 anos, e a mulher, de 27 anos, que viajava a seu lado.
 
O homem não possuía carta de condução e a mulher foi detida por transportar estupefacientes na mala, disse, a Cascais24, fonte do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (Cometlis).
 
"As três crianças são filhas do casal suspeito, que foi detido", acrescentou o Oficial de Serviço do Cometlis, segundo o qual "estão em curso diligências para apurar todos os pormenores do caso". As crianças, depois de assistidas, foram entregues aos cuidados de um familiar.
Entretanto, o casal suspeito deverá ser submetido a primeiro interrogatório judicial.
 
 
 

Fuga à PSP acaba em colisão com 3 feridos junto ao CascaiShopping

Por Redação
01 janeiro 2019
Um veículo que vinha a ser perseguido pela polícia, colidiu com um outro, que saia de uma das vias do CascaiShopping, em Alcabideche, provocando neste primeiro dia do novo ano cinco feridos, três dos quais foram conduzidos ao Hospital de Cascais, apurou Cascais24.
 
O incidente registou-se esta terça-feira, ao final da tarde, causando grande aparato na área.
Uma fonte disse, a Cascais24, que um ligeiro, com dois suspeitos, estava a ser perseguido por investigadores da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Cascais, tendo colidido e provocado o capotamento de um outro ligeiro, que saia de uma das vias do CascaiShopping.
Em consequência do embate, cinco pessoas sofreram ferimentos leves, mas apenas três foram transportadas pelas ambulâncias dos Bombeiros de Alcabideche à urgência do Hospital de Cascais. Os outros dois feridois terão recusado o transporte.
Entretanto, segundo Cascais24 apurou, os dois ocupantes do veículo que estava a ser perseguido acabaram por ser detidos pelos agentes policiais.
Ainda não são conhecidos os motivos pelos quais os suspeitos estavam a ser perseguidos pelos agentes da Esquadra de Investigação Criminal.

PSP deteve autor de 6 roubos violentos condenado a 5 anos de prisão

Por Redação
29 dezembro 2018
Um jovem, de 18 anos, condenado a 5 anos de prisão efetiva pela prática de seis roubos violentos, foi detido esta quinta-feira pela PSP, que o conduziu à cadeia de Caxias para cumprimento da pena.
Segundo a PSP, o jovem foi detido na freguesia do Estoril, na sequência de um mandado de detenção.
O detido foi condenado por decisão transitada em julgado em novembro último pela prática de seis crimes de roubo, todos eles praticados em 29 de novembro do ano passado.
A condenação surgiu na sequência de uma investigação da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial de Cascais iniciada com a detenção, em flagrante delito, de um outro indivíduo (co autor) em 30 de novembro de 2017.

 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_535.html

Agridem dono de café à porta de casa para roubar saco com raspadinhas e 100 euros

Por Redação
28 dezembro 2018
Um homem, de 54 anos, dono de um café, foi violentamente agredido durante o assalto de que foi vítima por parte de dois desconhecidos, esta sexta-feira, de madrugada, à porta de casa, em Matarraque, na freguesia de São Domingos de Rana.
 
Fonte policial disse, a Cascais24, que a vítima foi atacada violentamente com murros e pontapés quando, por volta da uma hora e meia da manhã, ia a entrar para o edifício onde vive, depois de ter estacionado a sua viatura, na rua Pedro Álvares Cabral, em Matarraque.
 
Os dois assaltantes, que deixaram o comerciante bastante maltratado, roubaram um saco com raspadinhas avaliadas em 400 euros e mais 100 euros em moedas.
 
De seguida, entraram numa viatura que o comerciante ainda tentou intercetar, tendo desistido quando um dos assaltantes lhe apontou uma arma de fogo.
 
O comerciante acabou por ser socorrido pelos Bombeiros de Carcavelos e São Domingos de Rana, que o transportaram à urgência do Hospital de Cascais.
A PSP, através da 56ª Esquadra (Trajouce) registou o assalto, que foi comunicado à Brigada Antirroubo da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo, agora encarregue da investigação.

Coordenadora da proteção civil municipal deixa cargo e garantia de que “Cascais pode dormir descansado”

Por Redação
27 dezembro 2018
A coordenadora da Proteção Civil de Cascais, Maria do Céu Garcia, abandonou este mês o cargo e, a partir de janeiro, vai assumir novas funções no Aeródromo Municipal de Tires, através da sua empresa municipal de origem, a Cascais Dinâmica, confirmando-se, assim, a notícia avançada em novembro em primeira mão por Cascais24.
No último conselho municipal de segurança, no qual esteve presente, Maria do Céu Garcia não quis deixar de garantir que “Cascais pode dormir descansado” e que “está tudo perfeitamente controlado, os polícias interagem e cooperam num objetivo comum”.
Para Maria do Céu Garcia, “o único dado que me preocupa continua a ser o aumento da violência doméstica, que nos deve preocupar a todos enquanto sociedade. E também a condução sob o efeito do álcool, ambos têm vindo a aumentar consideravelmente no concelho. Continua-se a consumir muito álcool, mas isso é uma questão de civilidade, é uma questão de boas práticas e também de fiscalização e de repressão que temos que fazer no terreno”.

Confirma-se a noticia do Cascais24
Segundo Cascais24 apurou, Maria do Céu Garcia poderá ter como tarefa nos novos desafios a enfrentar no Aeródromo de Tires a instalação do posto da PSP e do SEF em regime de permanência, o que vem traduzir-se numa maior e mais apertada fiscalização nas chegadas e partidas, pondo fim, espera-se, à impunidade com que “a criminalidade organizada e transnacional, nas suas mais diversas vertentes”, vem utilizando aquele espaço na última década e meia.
Maria do Céu Garcia, 57 anos, foi nomeada em janeiro último coordenadora da proteção civil municipal de Cascais.
Antiga adjunta da presidência do município cascalense, Maria do Céu Garcia terá decidido abandonar o cargo por sentir-se "desgastada profissionalmente" e necessitar de "mais tempo para a sua vida pessoal".
Maria do Céu Garcia, que é considerada por vários setores da vida cascalense como uma "excelente relações públicas", foi nomeada em outubro de 2013 adjunta do gabinete de apoio à presidência da Câmara de Cascais, deixando nessa altura a empresa municipal Cascais Dinâmica.
Carlos Mata
O cargo de Maria do Céu Garcia está, entretanto, a ser assegurado interinamente pelo diretor do Serviço de Proteção Civil Municipal, Carlos Mata que, segundo vários setores da vida cascalense, reúne consenso e todas as condições para lhe suceder.
No entanto, a decisão final cabe ao presidente do executivo, que é, simultaneamente, o responsável número 1 pela proteção civil no concelho, Carlos Carreiras, o qual, apurou Cascais24, está a ponderar alguns nomes, entre os quais o de um coronel da GNR, cuja presença tem sido bastante assídua nos últimos tempos nos Paços do Concelho.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_300.html

Sem deixar a pista fria

Não foram apenas os civis que estranharam tamanha previsão das polícias nacionais de que dois milhões de portugueses se iriam manifestar nas ruas de 17 localidades do país, vestindo os Coletes Amarelos.Também a maior associação sindical da PSP, a ASPP, critica a forma como essa avaliação foi feita.  Num artigo no jornal Contacto, aponta-se o dedo à mobilização de 19 mil polícias e guardas republicanos, num contingente próximo da proporção da verificada em França após o descalabro no Arco do Triunfo. Na dúvida não houve dúvida: jogou-se pelo seguro, diz o presidente da ASPP. Mas este tipo de jogada tem riscos e custos:
Para a ASPP estão em causa duas coisas fundamentais: "Por um lado, a segurança do país, quem faz um erro deste tamanho, pode perfeitamente achar que não há perigo de terrorismo e haver; por outro lado, existe um erro da utilização abusiva de meios, os 19 mil polícias que foram mobilizados não recebem mais um euro que seja, e foram mobilizados e obrigados a trabalhar para nada. Quando nós, os polícias, cometemos um erro somos alvo de uma série de procedimentos disciplinares, às vezes chegamos a ser punidos quatro vezes. Quem cometeu este erro, tem de ser responsabilizado".      
E por isso vai escrever ao primeiro-ministro António Costa. 

Ver original em 'Ladrões de Bicicletas' (aqui)

Coletes amarelos: Fracasso apesar do "apoio" da PSP

A iniciativa que tentava reproduzir os acontecimentos em França com os coletes amarelos redundou em fracasso. E isso aconteceu apesar da promoção feita, consciente ou inconscientemente, pela própria Polícia de Segurança Pública (PSP). Com vários dias de antecedência, o comando da PSP libertou uma nota à agência Lusa em que previa "manifestações de grande dimensão em todo o país".  
"Vamos ter manifestações de grande dimensão em todo o país e mandam as regras do bom senso ter pessoal operacional", disse à Lusa o porta-voz da Direcção Nacional da PSP, intendente Alexandre Coimbra, adiantando que a preocupação neste momento se prende com a dimensão do evento e não com qualquer informação de possíveis confrontos. 
Dois dias antes do dia de protesto, a PSP - de novo - divulgou o mapa das manifestações programadas, com locais e horas previstas. Previa-se que as tais manifestações de grandes dimensões ocorressem em 17 pontos do país: Lisboa, Porto, Aveiro, Braga, Viseu, Viana do Castelo, Setúbal, Coimbra, Santarém, Castelo Branco, Bragança, Évora, Faro, Guarda e Leiria. Também foram formalmente comunicadas manifestações nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira. Com base nessa informação, o JN até fez uma infografia:
Publicado no JN
Houve mesmo sites que usaram uma expressão equívoca, mas que até correspondia à realidade: "PSP divulga locais de manifestações". E não fez só isso: previu que a maior manifestação seria no Marquês de Pombal em Lisboa, onde estão previstas “centenas de pessoas” e - pasme-se! - que é de lá que deverá partir um desfile em direcção à Assembleia da República durante a manhã.O que nunca aconteceu... Estas informações foram prestadas - parece - depois de contactos entre a PSP e os organizadores das manifestações (este link foi desactivado e mais ninguém escreveu sobre isso). Mas fê-lo no Porto e Braga e estava programa reunir-se com os promotores em Lisboa.  Ao contrário do que se disse depois - que se tratava de um movimento convocado nas redes sociais, inorgânico - afinal havia organizadores e até um auto-proclamado Movimento dos Coletes Amarelos de Portugal (MCAP). Como escreveu o Expresso, citado pela radioalfa:
O movimento tem várias faces e perfis no Facebook, mas tanto quanto é possível perceber terá começado em novembro através de um grupo de camionistas, que lançou a ideia de um protesto nacional nas redes sociais. A ideia terá ganho força própria e, paralelamente ao Mcap, surgiu também o “Vamos parar Portugal”. Os dois movimentos começariam a ‘agir’ em conjunto nas redes sociais até que, na semana passada e depois de terem sido noticiadas as ligações do “Vamos Parar Portugal” a grupos da extrema direita, “cortaram relações”, diz a fonte contactada pelo Expresso.
Enquanto os promotores queriam "amplifiar o descontentamento", a PSP parecia fazer parte desse dispositivo. Como se já não bastasse, a PSP informou a comunicação social de que iria chamar os seus agentes que estivessem em folgas e créditos de tempo. Era preciso mobilizar 20 mil polícias!  Como foi dito, era um "dispositivo adequado", mas que se pedia que tudo fosse pacífico... Tudo isto é ainda mais de espantar quando se sabia que as movimentações programadas estavam a ser aproveitadas para o lançamento de iniciativas da extrema-direita, como forma de entrar em força em Portugal. A PSP estava no meio deles, para melhor os seguir através de agentes infiltrados, foi a informação prestada oficialmente. Mas havia uma mensagem: o MCAP nada tem a ver com a extrema-direita:
A PSP tem debaixo de olho, há mais de duas semanas, todos os grupos organizadores do protesto "Vamos parar Portugal", que começou a ser preparado nas redes sociais há mais de quatro semanas e pretende replicar, sexta-feira, por cá, os efeitos dos "coletes amarelos" de França. A monitorização está a ser feita através de grupos no WhatsApp, em redes sociais e pequenas reuniões que têm sido realizadas nos últimos dias, apurou o JN junto de elementos da força de segurança - que tem este protesto sob sinal vermelho sem o "tentar desmobilizar". O país pode parar amanhã. Ou não. Para já, uma das principais conclusões da PSP é que não se confirma a alegada ligação à extrema-direita dos mentores do Movimento Coletes Amarelos Portugal (MCAP) - que organiza o protesto. "Aquilo que tem sido identificada é uma militância organizada, sem ideologia e muito populismo", apurou o JN.
Todas estas informações oficiais da PSP - como era de esperar - espalharam-se como fogo pelo feno. Os meios de comunicação social reproduziram estas informações oficiais e - consciente ou inconscientemente - acabaram por participar na convocação das manifestações. Foi mesmo um programa lançado com a sustentação da totalidade comunicação social. Foi na rádio, nas televisões (RTP ou  TVI), até nos bombeiros e aos confins da lusofonia. Depois da PSP, divulgar o mapa das manifestações, cada órgão nas referidas localidades e cidades e estradas amplificavam o que se passava na zona. As autarquias criavam novas notícias ao reagir ao anunciado. Difundiam-se conselhos para evitar... os protestos. Até as que ficavam de fora do protesto, difundiam a novidade. Até se difundia o escudo da PSP na promoção das manifestações... Tudo já era dado como adquirido. Veja-se o Expresso, citado pela radioalfa:


Uma marcha lenta e buzinão na ponte 25 de Abril e no IC 19, que permite o acesso dos automóveis vindos da linha de Sintra para Lisboa. No Marquês de Pombal, nas portagens de Alverca da Autoestrada do Norte e nas da A8 que recolhe o trânsito da zona do Oeste que vem para a capital ou na entrada da Ponte Vasco da Gama no sentido Sul/Norte. A partir das sete da manhã da próxima sexta feira, todas estas vias de acesso a Lisboa vão ser alvo de ações do “Movimento Coletes Amarelos de Portugal”.
Tudo esta propagação era mais do que expectável. Se o objectivo era evitar que se desse um evento de elevadas proporções, então a estratégia adoptada foi a contrária. Porque a PSP é uma fonte oficial, policial e com contactos com com outras formas de segurança, tida pois como credível. Tudo parecia, pois, haver um apoio informal da PSP à manifestação, pelo menos a julgar pelas páginas na internet que lhe são dirigidas (ver Movimento da PSP apoioa manifestações dos coletes amarelos?). E - claro está! - a dimensão e velocidade da propagação começou  inquietar politicamente. Membros do governo começaram a ficar "muito preocupados". Como se afirmava no Público:
Um membro do Governo admitiu ao PÚBLICO a sua preocupação com a possibilidade de os protestos virem a ter uma adesão significativa, nomeadamente na sequência da revolta dos "coletes amarelos" em França e com a reacção de Macron. Ou seja, o facto de o Presidente francês ter cedido a algumas das revindicações feitas pelos manifestantes, nomeadamente o aumento de 100 euros no salário mínimo, pode eventualmente levar os portugueses a acharem que vale a pena protestarem porque há exemplos de governos a cederem sob a pressão da rua.
A revista Sábadofazia eco dos receios do Governo de que as "manifestações possam ser infiltradas por movimentos extremistas e por criminosos comuns, que provoquem violência, destruição e roubos". Mas depois de tudo isto, o resultado final foi um autêntico fiasco. Para uma manifestação altamente promovida pela comunicação social - que não contou com o apoio sindical das duas centrais sindicais - o desfecho foi risível. Em muitos locais, como em Lisboa e Coimbra, havia mais polícias do que manifestantes. Dito isto, há uma questão que não se deve afastar: Há razões para o surgimento de um movimento popular de coletes amarelos em Portugal. E mais tarde ou mais cedo isso pode acontecer. A desvalorização continuada do trabalho, a desarticulação do aparelho de Estado (na Saúde, na Justiça, etc.), a desarticulação e progressiva desvalorização pela lei das formas regulares de representação sindical, a atomização da relação cívica, a corrupção larvar que se pressente nas relações financeiras com o Estado, a cobertura oficial do que se passa no sistema financeiro, a injustiça que representa o actual sistema judicial, a ampliação das desigualdades sociais, etc., etc., tudo isso está a cavar um fosso enorme entre a classe política e o povo. A social-democracia está a suicidar-se. Veja-se o que foi recolhido pela JN:
Ao JN, Hirondino Isaías, membro do PS de Lisboa, que faz parte da organização, garantiu que o MCAP começou na Região Oeste, com "gente simples, trabalhadora, sem ligações à extrema-direita". "Há uma insatisfação geral e queremos mostrar à classe política que o sistema tem de mudar e responder a uma necessidade de credibilidade", disse. Num encontro em Setúbal, terça-feira, entre as 20 pessoas, estavam casais com filhos, trabalhadores portuários e jovens. Não há só uma razão: "É tudo: salários baixos, reformas pequenas, a corrupção...". O sucesso do protesto pode depender da adesão de camionistas. Para já, nenhuma associação do setor participa.
Se desta vez parecia haver uma forte penetração da extrema-direita, possivelmente a esquerda deveria começar a pensar se não quer estar nesse movimento. Porque todas as razões que levaram franceses à rua, existem em Portugal. Resta saber se a esquerda quer a direita e a extrema-direita a capitalizar esse movimento ou não.  Mas isso fica para outro post. 

Ver original em 'Ladrões de Bicicletas' (aqui)

Judiciária deteve jovem que lançou fogo a carro do patrão por vingança na Parede

Por Redação
21 dezembro 2018
Um jovem, de 21 anos que, esta terça-feira, pelas quatro horas da manhã, ao atear fogo ao carro do patrão, que ficou destruído, acabou também por causar a perda total de outros três veículos e a destruição parcial de três outros, um dos quais comercial, parqueados num terreno baldio, situado a poucos metros do quartel dos Bombeiros de Parede, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo.
O suspeito, que terá agido por vingança, por uma alegada divida laboral, continua, no entanto, em liberdade, depois da autoridade judicial ter-lhe aplicado como medidas de coação apresentações periódicas e a proibição de contatos.
O jovem terá ateado fogo, com recurso a um "acelerante bastante forte", ao automóvel do patrão que, juntamente com mais de uma dezena de outros veículos estavam no baldio que é usado como parqueamento de uma oficina de reparação.
Judiciária salienta interveção decisiva dos Bombeiros de Parede
"Graças à sua deteção rápida e ao combate atempado e eficaz por parte dos bombeiros da Parede, o incêndio foi extinto, facto que impediu que o sinistro tivesse consequências muito mais graves, nomeadamente o alastramento a outras viaturas que também se encontravam estacionadas no local", refere a Polícia Judiciária (PJ) em nota divulgada esta sexta-feira.


Pedro Araújo, comandante dos Bombeiros de Parede
Já Pedro Araújo, comandante dos Bombeiros de Parede, disse, a Cascais24, que "o fogo eclodiu com grande intensidade e, para além de tentar salvar os veículos parqueados, os bombeiros conseguiram, com sucesso, impedir que as chamas atingissem, a Norte, vegetação e uma moradia".
De acordo com a PJ, "as diligências imediatamente realizadas permitiram a identificação e localização do presumível autor, o qual terá agido por vingança" e, segundo uma fonte da polícia portuguesa de investigação criminal revelou, a Cascais24, "na sua origem esteve uma alegada dívida". 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_618.html

Gritos de cliente abortam assalto a loja chinesa e colocam ladrões em fuga

A loja na Torre alvo de assalto frustrado esta terça-feira ao final da tarde
Por Redação
19 dezembro 2018
Dois desconhecidos, ambos com lenços a cobrir-lhes os rostos e empunhando armas de fogo, presumivelmente de brincar, tomaram de assalto esta terça-feira, ao final da tarde, uma loja chinesa, na Torre, mas acabaram por colocar-se em fuga, aparentemente assustados com os gritos de uma cliente.
A tentativa de assalto à loja "Bazar da Torre", na rua Joaquim Ereira, na Torre, foi protagonizado pelas sete horas e meia da tarde, segundo confirmou, a Cascais24, fonte do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (Cometlis).
Enquanto um dos suspeitos ficou a vigiar junto à porta, o cúmplice entrou no estabelecimento e apontou uma arma de fogo ao peito de uma cliente, exigindo-lhe a carteira, ao mesmo tempo que pedia ao dono da loja para lhe entregar todo o dinheiro que estava na caixa registadora.
Porém, um outro cliente ter-se-á apercebido que as armas empunhadas pelos assaltantes eram falsas e na sequência dos seus gritos os dois desconhecidos, assustados, colocaram-se em fuga apeada na direção do Bairro da Torre.
 
Segundo o dono da loja e os dois clientes, os assaltantes envergavam roupas desportivas e tinham lenços a tapar-lhes os rostos.
 
Acionada, a PSP de Cascais fez deslocar uma patrulha móvel, que registou a tentativa de assalto.
 
Todavia e, independentemente de as armas empunhadas pelos assaltantes serem ou não falsas, o caso foi comunicado à Brigada Antirroubo da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo, que tomou a seu cargo a investigação para identificar os suspeitos.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

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Socado na escola sofre fratura de nariz

O jovem ficou com o nariz fraturado (Foto TVI24)
Um jovem, de 14 anos, sofreu a fratura do nariz ao ser alegadamente agredido por três colegas numa escola do Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo, na freguesia de São Domingos de Rana.
 
A agressão, segundo a mãe do jovem declarou à TVI24, registou-se no dia 29 de novembro último, quando o filho ia a entrar para a sala de aula.
 
Segundo a mãe, o filho foi "agarrado por dois colegas e agredido por outro".
 
Sofreu a fratura do nariz e foi inicialmente assistido na urgência pediátrica do Hospital de Cascais, tendo sido posteriormente transferido para São Francisco Xavier.
 
Ainda em declarações à TVI24, a mãe denuncia que "ninguém está a fazer nada, ninguém assume responsabilidades" e o filho "não vai às aulas por medo" e "vai ter que frequentar sessões com um psicólogo".
 
"Exijo que os agressores saiam da escola", afirmou, revoltada.
Já a direção executiva do Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo assegurou, entretanto, que "foi instaurado um processo disciplinar e suspenso preventivamente o aluno que alegadamente terá dado um soco ao colega".
A violência em ambiente escolar tem vindo a aumentar (Foto arquivo)
A direção da escola informou, ainda, que o caso foi participado à PSP de Trajouce e o Ministério da Educação foi informado.
Recorda-se que, não obstante as campanhas e os programas da Escola Segura, a violência em ambiente escolar tem vindo a aumentar, criando uma séria preocupação, quer entre responsáveis pelos estabelecimentos de ensino, quer entre pais e encarregados de educação.

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