Sanções

O Sermão aos Peixes

Os homens com as suas más e perversas cobiças, vêm a ser como os peixes que se comem uns aos outro, escreveu Santo Agostinho, tentando chamar a atenção dos homens para as sua ações e respetivos resultados.

 

 

Santo António, esse, desistiu de falar aos homens e pregou aos peixes.

Ambos, sabiam muito sobre a natureza humana, que não lhes deixava grandes ilusões.

A infeção COVID-19, causada pelo Corona Vírus é uma ameaça sem fronteiras contra todos os lugares da terra.

Seria urgente um esforço coordenado e unido para enfrentar e derrotar essa pandemia.

O caso na Síria é ainda mais frágil a situação humanitária, dadas as sanções impostas injustas e mais de 9 anos de atividades terroristas contra os sírios e seu país.

Muitos pedidos e reivindicações foram feitos por diferentes países e órgãos, a fim de suspender as sanções injustas impostas, a fim de ajudar na luta contra essa pandemia.

“Pedimos o levantamento completo e imediato de medidas coercivas unilaterais”, disse Zhang Jun, representante permanente da China nas Nações Unidas, também presidente do Conselho de Segurança no mês de Março, durante a reunião por videoconferência sobre a situação na Síria, ”

“Estamos seriamente preocupados com o impacto negativo das sanções unilaterais na capacidade dos países de responder à pandemia, especialmente em países vulneráveis, como a Síria”, afirmou. “Civis e pessoas inocentes sofrem severamente com essas sanções. ”

“A nossa posição é explicada em detalhes na recente carta conjunta ao secretário-geral, juntamente com a Rússia, entre outros. Esperamos que a sede de Coordenação de Assuntos Humanitários se junte à voz do secretário-geral e do alto comissário de direitos humanos em a este respeito”, disse Zhang.

Quanto ao impacto do COVID-19, Zhang disse que “o potencial impacto do COVID-19 na Síria é motivo de crescente preocupação, embora o número atual de casos confirmados na Síria seja comparativamente limitado”.

“Observamos que o governo sírio adotou uma série de medidas preventivas para impedir a propagação do vírus. A Organização Mundial da Saúde está ativamente envolvida. Agradecemos os esforços”, acrescentou o embaixador Zhang.

Com isso em mente, o representante permanente da Síria na ONU, Dr. Bashar al-Jaafari, pediu o levantamento, afirmando que medidas económicas e coercivas ilegítimas impostas à Síria e a outros estados, principalmente após a disseminação do coronavírus no mundo.

Al-Jaafari expressou forte condenação às medidas coercivas económicas unilaterais usadas por alguns governos dos Estados membros desta organização como arma em sua guerra pecaminosa contra a Síria que impedem, entre outras coisas, os sírios e seus médicos, profissionais de saúde de obterem meios básicas para evitar essa pandemia.

A persistência de impor tais medidas coercivas injustas viola o direito internacional, a Carta das Nações Unidas e os instrumentos de direitos humanos, ignora os pedidos repetidos para encerrá-los e enfatiza a hipocrisia que alguns adotaram ao lidar com a situação humanitária em meu país. e outros países, concluiu o embaixador Al-Jaafari.

“Aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes; mas não aprendemos a simples arte de vivermos junto como irmãos.” disse um homem que foi assassinado: Martin Luther King.

 

Peixes, Ilustração de Beatriz Lamas Oliveira


Por opção do autor, este artigo respeita o AO90



 
 
 
 

Ver original no jornal 'TORNADO' na seguinte ligação:

https://www.jornaltornado.pt/o-sermao-aos-peixes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-sermao-aos-peixes

Rússia acusa Ocidente de «egoísmo político» face à pandemia de Covid-19

EUA, Reino Unido, UE, Ucrânia e Geórgia chumbaram o projecto de resolução que a Rússia apresentou nas Nações Unidas com vista ao levantamento de sanções unilaterais no contexto da luta contra a pandemia.

Um avião russo aterra no aeroporto JFK, em Nova Iorque, para ajudar os EUA a combater a Covid-19Créditos / Sputnik News

Num comunicado emitido esta quinta-feira, a missão permanente da Rússia junto da ONU questiona a razão pela qual Ucrânia, Geórgia, União Europeia (UE), Reino Unido e EUA bloquearam a sua proposta, defendendo que estes países «se recusaram a pôr de lado os seus interesses e abordagens politizadas», e sublinhando que a sua decisão poderá afectar de forma negativa «um grande número de pessoas» – sobretudo países em desenvolvimento que sofrem actualmente a imposição de sanções, refere a RT.

No comunicado, a que agência TASS teve acesso, a missão diplomática russa explica que o projecto de resolução rejeitado na Assembleia Geral das Nações Unidas solicitava o «reconhecimento» da liderança da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate à pandemia, pedia uma mais ampla cooperação internacional na luta contra a propagação do coronavírus SARS CoV-2, que causa a Covid-19, bem como «a rejeição de guerras económicas e de sanções unilaterais impostas sem o mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de modo a garantir um acesso imediato a alimentação e medicamentos».

O texto da moção também pedia aos estados-membros que rejeitassem «a estigmatização de estados, povos e indivíduos no que respeita à pandemia» e destacava a «necessidade de veicular apenas informação de confiança e com base científica sobre ela».

O texto foi apoiado por 28 estados-membros, revelou a missão russa. A Assembleia Geral acabou por aprovar uma outra resolução, alternativa à da Rússia, de teor mais genérico e sem solicitar medidas específicas, na qual se apelava à «cooperação internacional» e ao «multilateralismo».

Em declarações recolhidas pela Prensa Latina, Leonid Slutski, líder da Comissão de Relações Internacionais da Duma (Câmara Baixa russa), afirmou que a UE e os Estados Unidos «mostraram egoísmo político» e «tiraram a máscara».

«A ambição de hegemonia destrói os esforços de um combate comum contra a pandemia», alertou o deputado, referindo-se à continuidade da política agressiva de Washington e aos bloqueios que mantém a vários países.

Recorde-se que a Rússia tem denunciado reiteramente a política de sanções unilaterais impostas pela Casa Branca, nomeadamente contra Cuba, a Venezuela e o Irão. No contexto do combate à Covid-19, o Kremlin tem enviado ajuda médica a vários países, incluindo Itália ou os EUA, apesar das sanções que a UE e os EUA impõem à Rússia.

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/internacional/russia-acusa-ocidente-de-egoismo-politico-face-pandemia-de-covid-19

«AS SANÇÕES COMO SENTENÇAS DE MORTE»


Redacção de O Lado Oculto; com Alan McLeod/MintPress Os governos de oito países sob sanções ilegais dos Estados Unidos dirigiram-se a várias instâncias internacionais, entre elas o secretário-geral da ONU, advertindo que esses bloqueios estão a impedir os seus povos de combater eficazmente a pandemia de coronavírus (COVID-19). Os governos da China, Cuba, Irão, Nicarágua, Coreia do Norte, Rússia, Síria e Venezuela enviaram uma declaração conjunta ao secretário-geral da ONU, ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos e ao director-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) pedindo o fim das sanções dos Estados Unidos por serem “ilegais e violarem de forma flagrante o direito internacional e a Carta das Nações Unidas”.
Os países em causa, que representam um quatro da população mundial, afirmam que as sanções minam directa e indirectamente o combate ao COVID-19. 
“O impacto destrutivo dessas medidas ao nível nacional e as suas implicações extraterritoriais, juntamente com o seu carácter desproporcionado e o medo de ‘sanções secundárias’ impedem a capacidade de os governos nacionais adquirirem equipamentos e suprimentos médicos básicos, incluindo kits para testes e medicamentos”, lê-se na declaração. Combater o novo coronavírus, acrescenta, é “uma acção difícil, ou mesmo impossível, para os países que actualmente enfrentam a aplicação de medidas coercivas unilaterais”. 

O caso do Irão é particularmente grave, debatendo-se o país com uma estirpe do novo coronavírus extremamente mortífera. Apesar de vários sectores da medicina não estarem ao alcance de sanções internacionais, os Estados Unidos têm dissuadido os países dispostos a fornecer apoio médico a Teerão sob a ameaça de serem também sancionados. A China tem quebrado o bloqueio e também a Organização Mundial de Saúde fornece apoio – o que continua a ser insuficiente para as necessidades.

Alfred de Zayas, relator especial da ONU para os direitos humanos, tem qualificado as sanções impostas pelos Estados Unidos como ilegais e uma “punição colectiva” para os povos dos países atingidos; neste quadro, acusou o governo de Donald Trump de praticar “crimes contra a humanidade”.

“Não podemos permitir que calculismos políticos se interponham no caminho de salvar vidas humanas”, afirmam os oito países autores da declaração.
 

Ver original em 'Conversa Avinagrada' (aqui)

As sanções matam. O crime compensa

Um representante do governo dos EUA, Brian Hook, afirmou em 20 de Março passado que a política norte-americana de “pressão máxima” sobre o Irão “é para continuar”. Rejeitava assim apelos que têm sido dirigidos aos EUA (pela China, pela Rússia e mesmo pelo Reino Unido) no sentido de levantar ou aliviar as sanções aplicadas ao Irão, em face especialmente da pandemia do covid-19. Em vez disso, uma nova carga de sanções foi anunciada na semana passada pelo governo de Trump.

Cinicamente, os governantes norte-americanos afirmam que as sanções não afectam a importação de bens humanitários e médicos, mas a realidade é precisamente o oposto. Dado que as sanções atingem as transacções financeiras internacionais e as remessas de produtos, qualquer troca comercial torna-se quase impossível, incluindo medicamentos e equipamento médico. Empresas fornecedoras de equipamento para combate ao coronavírus deixaram de fazer envios para o Irão porque os bancos recusam apoiar as transacções.

Em 17 de Março, a televisão estatal iraniana divulgou um estudo da Universidade de Tecnologia de Sharif em que, perante o pior cenário (os meios médicos não serem suficientes), se admite que o país possa atingir 4 milhões de infectados e 3,5 milhões de mortos.

A Human Rights Watch alertou, já no ano passado (antes, pois, do surto epidémico), para o facto de as sanções impostas por Trump “ameaçarem o direito à saúde do cidadão comum iraniano”. Nada disto, porém, demove os dirigentes norte-americanos que, pelo contrário, vêem na situação de presente calamidade sanitária uma ajuda à sua pressão para estrangular o Irão na mira de derrubar o regime, nem que seja à custa de uns milhões de mortos.

Nisto, Trump tem bons antecessores. Recorde-se: Em 1995, um relatório preliminar da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) estimava que tinham morrido 567 mil crianças iraquianas com menos de cinco anos em resultado das sanções aplicadas ao Iraque desde 1990. Numa entrevista dada em Dezembro de 1996 à CBS News, Madeleine Allbright, então embaixadora dos EUA na ONU (mais tarde secretária de Estado de Bill Clinton), confrontada com o facto, não teve rebuço em afirmar que os objectivos da política dos EUA valiam a imposição desse sacrifício aos iraquianos: era um “preço que valia a pena” [“we think the price is worth it”].

Eis, na íntegra, a pergunta da jornalista e a resposta. Lesley Stahl: “Ouvimos dizer que morreu meio milhão de crianças. São mais crianças do que os mortos de Hiroxima. Este preço vale a pena?”. Madeleine Allbright: “Acho que é uma escolha muito difícil, mas o preço — achamos que o preço vale a pena”.

Por outras palavras, o crime compensa. É nesta linha que se coloca Donald Trump e a sua administração. É igualmente nesta linha que se colocam os governos que, como o português, seguem a reboque da guerra económica conduzida pelos EUA (*). São cúmplices dos crimes.

E é ainda nesta linha que se coloca a maioria dos meios de informação. Rádios, televisões e jornais, que se divertem a chalacear com as parvoíces e os dislates de Trump, fariam muito melhor serviço se denunciassem a política genocida dos EUA contra todos os povos e países que não servem os seus interesses de domínio. Se tivesse essa coragem, a comunicação social cuidaria, em primeiro lugar, de medir os efeitos destruidores das sanções norte-americanas, e só depois disso teria autoridade moral para apontar o dedo a governos como o do Irão ou o da Venezuela pelos males dos seus povos.

———

(*) Mais de 30 países estão sujeitos a sanções impostas pelos EUA. Entre eles, Cuba, Nicarágua, Venezuela, Zimbábue, Líbia, Mali, Síria, Iémen, Irão, China, Birmânia, Coreia do Norte, Bielorrússia e Rússia. Trata-se de uma guerra de agressão na forma de garrote económico, exclusivamente ditada pelos interesses imperialistas norte-americanos.

Ver o original em 'Mudar de Vida' (clique aqui)

Sanções afectam «mais de um terço da humanidade» e dificultam combate à pandemia

China, Rússia, Irão, Síria, Coreia do Norte, Cuba, Venezuela e Nicarágua enviaram uma carta conjunta ao secretário-geral das Nações Unidas, exortando-o a solicitar o levantamento imediato das sanções.

Em plena pandemia de Covid-19, Washington impôs novas sanções ao IrãoCréditos / commondreams.org

Na missiva que dirigiram esta quarta-feira a António Guterres, os representantes permanentes junto das Nações Unidas de China, Rússia, Irão, Síria, Coreia do Norte, Cuba, Venezuela e Nicarágua sublinham que hoje existe «um inimigo comum: a Covid-19» e que os seus governos «agiram com responsabilidade», adoptando «as medidas de precaução necessárias para conter a disseminação» da pandemia.

Contudo, a «vontade política e moral» dos governos, a dedicação dos seus médicos e profissionais de saúde, e a colaboração de cada povo torna-se «difícil, se não impossível», nos países que «actualmente enfrentam a aplicação de medidas coercitivas unilaterais, que são ilegais e violam flagrantemente o direito internacional e a Carta das Nações Unidas», alertam os firmantes da carta.

Primeira página da missiva conjunta enviada ao secretário-geral das Nações Unidas / @jaarreaza

«O impacto destrutivo de tais medidas a nível nacional […] dificulta a capacidade dos governos nacionais de, entre outras coisas, ter acesso regular ao sistema financeiro internacional ou ao livre comércio», denunciam os embaixadores, destacando que, deste modo, ficam comprometidos «os esforços envidados pelos governos nacionais para atacar a Covid-19», nomeadamente no que respeita à «aquisição efectiva e oportuna de equipamentos e suprimentos médicos, incluindo equipamentos de teste e medicamentos», que são fundamentais para o tratamento dos pacientes.

«Não podemos permitir que cálculos políticos impeçam a salvação de vidas humanas», afirmam os subscritores, sublinhando que o momento actual «não é para fomentar o caos, mas para a solidariedade, a cooperação e a prudência; para unir forças a nível nacional, regional e internacional, sem qualquer tipo de discriminação».

Em plena «pandemia global resultante da Covid-19», o «impacto negativo no bem-estar» dos povos «está-se a agravar e a multiplicar ainda mais» com a «promulgação e aplicação de medidas coercitivas unilaterais», que «afectam mais de um terço da humanidade», denunciam.

Neste sentido, solicitam a António Guterres, enquanto máximo representante da ONU, que «solicite o levantamento total e imediato dessas medidas ilegais, coercitivas e arbitrárias de pressão económica», de modo a garantir uma «resposta completa, eficaz e eficiente de todos os membros da comunidade internacional à Covid-19».

Síria apela ao levantamento das sanções, também para fazer frente à pandemia

As autoridades sírias apelaram ao fim das sanções unilaterais impostas por EUA e UE contra o país, num contexto de combate ao surto de Covid-19, e expressaram solidariedade a Cuba, Venezuela e Irão.

As autoridades sírias classifficam as sanções como uma forma de «terrorismo económico»Créditos / Vestnik Kavkaza

Apesar de a Síria ainda não ter registado qualquer caso de infecção pelo novo coronavírus, as autoridades do pais árabe têm estado a tomar medidas para fazer frente à propagação da pandemia, que está a ter impacto em vários países vizinhos. A adopção dessas medidas é dificultada pelo garrote das sanções impostas ao país.

Numa nota emitida esta quinta-feira, o Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros lembra que «o povo da República Árabe da Síria sofreu e ainda está a sofrer a agressão terrorista», bem como os efeitos das sanções, «que afecta a vida diária dos cidadãos e, em particular, o sector da saúde».

Neste sentido, exortou a comunidade internacional a respeitar os princípios do direito humanitário e da vida humana, e a trabalhar no levantamento, imediato e incondicional, das medidas coercitivas e unilaterais impostas, sobretudo tendo em conta o surto de Covid-19 nos países vizinhos.

A diplomacia síria critica os EUA e a UE por manterem as sanções ilegais contra diversos países, «alguns dos quais estão a sofrer enormemente com a propagação do vírus», e denuncia aquilo que classifica como uma «violação flagrante dos direitos humanos e dos valores e princípios humanos mais básicos», lê-se na nota, divulgada pela agência SANA.

O texto sublinha a completa solidariedade da Síria para com «o Irão, a Venezuela, Cuba e todos os estados em que a pandemia se espalhou ou que enfrentam o risco da sua propagação e estão sujeitos a sanções, num momento em que todos os esforços devem estar unidos» no combate ao surto.

País adiante-se à propagação da pandemia

Sem casos registados de infecção pelo novo coronavírus no país, a Comissão Económica da Presidência do Conselho de Ministros aprovou diversas medidas para garantir a produção de alimentos e abastecimento de material médico, adiantando-se assim a um eventual surto de Covid-19.

As medidas, que incluem a exoneração do pagamento de impostos, por um período de três meses, aos importadores de alimentos e matérias-primas para a indústria alimentar, e aos que importam artigos de limpeza e higiene e esterilizadores, foram aprovadas numa reunião liderada pelo primeiro-ministro, Imad Khamis.

No âmbito do encontro governametal, ficaram igualmente isentas de impostos empresas na área do turismo e da restauração – nos meses de Março e Abril – para que possam continuar a pagar os salários aos seus trabalhadores, refere a TeleSur.

Ainda no âmbito das medidas preventivas, o Ministério do Interior decretou esta sexta-feira a proibição de entrada no país, por um período de dois meses, de cidadãos provenientes da China, Itália, Irão, Coreia do Sul, Espanha, Alemanha, França, EUA, Japão, Bélgica, Noruega, Dinamarca, Suécia e Finlândia.

Por um período de um mês, ficam proibidos de entrar na Síria cidadãos provenientes do Qatar, Bahrain, Emirados Árabes Unidos, Koweit, Egipto, Iraque, Líbano, Arábia Saudita, Tunísia e Marrocos.

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/internacional/siria-apela-ao-levantamento-das-sancoes-tambem-para-fazer-frente-pandemia

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