Partido "Os Verdes"

Amianto poderá estar a ser depositado em aterros para resíduos não perigosos

O alerta é d'«Os Verdes» que já questionaram o Governo sobre se os resíduos da remoção de amianto estão a ser depositados em aterros para resíduos não perigosos.

Créditos

A denúncia ocorreu na sessão pública, na qual «Os Verdes» participaram no dia 16 de Novembro na Cruz Quebrada, em Oeiras, sobre os problemas de saúde pública decorrentes do amianto, organizada pela Associação Zero e a Associação Vamos Salvar o Jamor.

No decorrer da sessão, foi denunciado que, «na prática, não estão a ser cumpridas as regras para colocação de amianto em aterros para resíduos não perigosos».

O amianto sendo um «material cancerígeno», deve, segundo os ecologistas, ter os seus resíduos avaliados como perigosos e, em consequência, devem obedecer a «normas para a correcta remoção» e ser depositados em locais adequados.

Os ecologistas alertam que a «mistura destes dois tipos de resíduos (amianto e resíduos orgânicos) na mesma célula de um aterro é proibida porque os resíduos biodegradáveis geram subprodutos que podem ajudar à libertação de amianto, o que constitui evidentemente um risco para a saúde e para o ambiente».

Nesse sentido, o PEV questionou de imediato o Governo sobre esta situação e se a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) inspecciona os dez aterros para resíduos não perigosos de modo a impedir práticas ilegais como a denunciada.

As populações, em particular a comunidade educativa, têm levado a cabo diversas acções de luta nos últimos anos, e com forte acuidade desde o início do ano lectivo, exigindo a urgente remoção de placas de amianto degradadas dos edifícios públicos.

Depois da Fenprof ter anunciado que avançará judicialmente contra o Estadoem nome dos professores que trabalham em escolas com amianto; na passada quinta-feira, a Zero, o Movimento Escolas Sem Amianto (MESA) e a Fenprof lançaram uma petição nacional para a remoção total do amianto das escolas do País, com o objectivo de levar a questão a debate em plenário da Assembleia da República.

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/nacional/amianto-podera-estar-ser-depositado-em-aterros-para-residuos-nao-perigosos

«Os Verdes» exigem acção governativa consequente em defesa do ambiente

O PEV alerta que o novo Governo do PS tem de praticar políticas urgentes, como uma acção transversal para o combate às alterações climáticas e medidas eficazes de combate às assimetrias regionais.

CréditosRODRIGO ANTUNES / Agência LUSA

Em nota enviada à imprensa, o partido destaca a agregação da componente Acção Climática ao Ministério do Ambiente, cuja pasta continuará a cargo de José Pedro Matos Fernandes, mas sublinha que tal «designação não deve ser vã e deve levar o ministro em causa a ter uma acção transversal sobre um conjunto de sectores com influência nos processos de mitigação e adaptação às alterações climáticas», realçando sectores como os transportes e a agricultura.

Assim, os ecologistas reiteram que deve ser empreendida uma «acção consequente» com objectivo de alcançar melhores padrões ambientais. Tal exige que venham a ser travados os «crimes» ambientais anunciados, como são os casos da construção do novo aeroporto no Montijo ou a exploração «desenfreada» de lítio.

«Os Verdes» consideram que o ministro José Pedro Matos Fernandes venha a assumir «uma postura mais incisiva» em matérias da relação entre Portugal e Espanha, como sejam os caudais dos rios internacionais, a revisão da Convenção de Albufeira ou o encerramento da central nuclear de Almaraz.

O partido regista ainda o facto de se criar um Ministério da Coesão Territorial, o qual terá de assumir «políticas eficazes de promoção de serviços públicos e de captação de investimento para as zonas mais interiorizadas, que têm sido recorrentemente esquecidas».

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/nacional/os-verdes-exigem-accao-governativa-consequente-em-defesa-do-ambiente

Critérios Por Gustavo Carneiro

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Critérios
Por Gustavo Carneiro
Há uns anos, o então director de informação da SIC, Emídio Rangel, garantiu que um canal de televisão com grande audiência seria capaz de vender um Presidente como quem vende sabonetes.
Em Portugal como em vários outros países, já se viu como essa afirmação tem razão de ser…
Os jornais e noticiários de segunda-feira acordaram sobressaltados com a eleição de um deputado do Chega. Portugal, dizem-nos, deixou de ser o que era até ao passado domingo: um dos poucos países europeus sem representação parlamentar da extrema-direita. Alguns, confrontados com a eleição de André Ventura, foram até procurar ao programa eleitoral do Chega e – pasme-se! – descobriram propostas de arrepiar.
Mas nenhum desses órgãos de informação perdeu nem um segundo a reflectir sobre as suas próprias responsabilidades (ou melhor, de quem em si manda) na produção da criatura. De facto, quem era André Ventura até passar a ter assento regular na televisão para falar de futebol? Um perfeito desconhecido. Daí à polémica candidatura à Câmara Municipal de Loures (pelo PSD, é bom não esquecer) foi um pulo. O percurso subsequente, conhecido, foi sempre acompanhado de câmaras, microfones e considerável tempo de antena.
Mas se as eleições são capazes de vender sabonetes – ou, no caso, deputados – também fazem o oposto.
O caso do Partido Ecologista «Os Verdes» é, a este título, paradigmático. A vontade de apagar os seus representantes, propostas e actividade é tal que o jornalista Carlos Vaz Marques (CVM), na madrugada de segunda-feira, celebrou na sua conta de Twitter a saída de cena – no caso, da Assembleia da República – da «ficção que sempre foram os Verdes». Não sabia, nem lhe interessou saber, que o PEV saiu das eleições de domingo com o seu grupo parlamentar intacto, fruto da eleição de dois deputados: Mariana Silva, por Lisboa, e José Luís Ferreira, por Setúbal.
Como outros, CVM também não soube que durante os últimos 37 anos existiu em Portugal um partido ecologista, nascido das lutas das populações em defesa da floresta, dos rios, da qualidade do ar, da paisagem, a quem se deve a colocação na agenda política de importantes questões ambientais.
Antes, muito antes, do «planeta» estar na moda. Aliás, foram exactamente os mesmos que durante décadas remeteram «Os Verdes» e a actividade dos seus deputados para a mais completa obscuridade que vieram agora lamentar a saída de Heloísa Apolónia da Assembleia da República .
Arrependimento? Não, hipocrisia, pois no Prós & Contras de segunda-feira apenas uma força política com assento parlamentar não esteve representada. Qual? O PEV.
São estes critérios jornalísticos que ajudam – e muito – a explicar os Chegas e os PAN’s desta vida.

Ver o original em As palavras são armas (clique aqui)

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