Inclusão

Xi diz que nenhum grupo étnico pode ser deixado para trás na erradicação da pobreza na China

Chinese Ethnic Groups, Ethnic Groups in China

Yinchuan, 9 jun (Xinhua) -- Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China, afirmou nesta segunda-feira que todos os grupos étnicos fazem parte da grande família da nação chinesa e que nenhum grupo étnico deve ser deixado para trás no combate do país à pobreza, na construção de uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos e no impulso à modernização.

Xi fez as observações quando conversou com os residentes na praça do condomínio residencial Jinhuayuan, na cidade de Wuzhong, durante sua visita de inspeção à Região Autônoma da Etnia Hui de Ningxia, no noroeste da China.

O condomínio tem mais de 13 mil habitantes permanentes, dos quais quase metade pertence a grupos de minorias étnicas.

As pessoas de todos os grupos étnicos caminham de mãos dadas para uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos, isso representa a boa tradição da nação chinesa e a grande força do sistema socialista com características chinesas, disse Xi.

"Com os esforços contínuos do Partido e do governo, assim como os esforços incansáveis do povo, os dias futuros serão certamente melhores e mais felizes", acrescentou Xi.

 

Ver original em "XINHUA Português" na ligação seguinte:

http://portuguese.xinhuanet.com/2020-06/09/c_139126136.htm

Carta Aberta aos Deputados de direita

Há pessoas e partidos cujo programa político que foi apresentado a eleições nas Legislativas de 2019 é um programa onde não há medidas ativas para as pessoas com deficiência, e a única menção que faz a este grupo de pessoas que são igualmente cidadãos portugueses, tem precisamente a ver com a habitação e logo pelos piores motivos.

 

 

Passo a citar, por exemplo, um desses programas:

 
g) Alterar os novos contratos de arrendamento para pessoas com deficiência, seniores ou idosos permitindo maior garantia para o senhorio do cumprimento e termo contratuais. A legislação super-proteccionista dos arrendatários nestas condições resulta numa efectiva diminuição ou até ausência de oferta de habitação pelo receio dos senhorios de perda de autonomia contratual em prejuízo dos próprios arrendatários. A excessiva protecção destes inquilinos com rendas antigas tem tido efeitos perversos em quem procura actualmente arrendar casa nas mesmas condições.”
 
 
 

Ora bem vamos ver então o que se  propõe neste ponto que se encontra na página 47 do programa que o este partido levou a eleições, propõe precisamente e de forma descarada o despejo e a desproteção de um grupo altamente vulnerável da sociedade portuguesa, porque para si o grupo vulnerável e pobre serão os senhorios.

Mas a Vergonha destas pessoas e partidos devia começar desde logo com a proposta de políticas de inclusão, sobretudo na educação, às quais chamam ideologias de inclusão ora imagine-se, Sabem os senhores deputados que o chamam “ideologia de inclusão” das crianças com Necessidades Educativas Especiais (leia-se crianças com deficiência) frequentam as escolas do ensino regular, ou do ensino normal, e têm todo o direito a frequentá-las e a serem incluídas desde tenra idade na sociedade, a terem as mesmas oportunidades que os demais, mas o que alguns propõem é claramente colocá-las de lado, acabar com a inclusão em condições de igualdade para estas crianças.

Mas a história daquilo a que essas pessoas e partidos acham ser a ideologia da inclusão, vai muito mais além, senão vejamos: as pessoas com deficiência querem e exigem ser incluídas nas mais diversas esferas da sociedade, seja no mercado de trabalho, seja na participação política, seja noutro qualquer aspecto da vida quotidiana, mas o que estes senhores propõem no seu programa politico, é simplesmente acabar com as políticas de inclusão, e com isso deixar ainda mais vulnerável uma parte da população  já de si desprotegida e vulnerável.

No caso da saúde, quando essas pessoas e partidos propõem pura e simplesmente a privatização total da saúde, ignoram que os maiores beneficiários do SNS, e que até estarão isentos de taxas moderadoras, são as pessoas com deficiência, seja por terem um grau de incapacidade atribuído, seja pelo facto de muitos estarem numa condição de insuficiência económica. Sim senhores Deputados porque grande parte destas pessoas não têm emprego, vivem de parcos apoios sociais atribuídos pelo Estado, sejam eles a Prestação Social para a Inclusão, por exemplo, como único rendimento, ou uma pensão por invalidez, e vêm alguns propor para estas pessoas a privatização do SNS, e até falar no seu programa de seguros de saúde obrigatórios,  deveriam  saber que a maioria das seguradoras não contrata seguros de saúde com pessoas com patologias já diagnosticadas ou colocam desde logo o entrave de que a patologia diagnosticada fica de fora da cobertura, se não sabem deviam saber. Acresce que muitas das pessoas com deficiência são portadores de doenças raras graves todas elas progressivas e altamente incapacitantes, muitas destas levando mesmo à morte, e que os custos de saúde se não forem suportados por um SNS público, estas pessoas e as suas famílias não têm capacidade financeira para suportar os valores elevadíssimos. Ou julgam estes Senhores e partidos e as suas cabecinhas pouco pensantes que estes doentes se curam assim do nada.

Mas podemos continuar, quando os programas destes partidos apresentam o que passo a citar:

 
q) Aumentar a fiscalização das baixas médicas por doença, penalizando os infractores em caso de fraude (medico/dentista/ doentes). Reavaliar bienalmente por novo júri, as reformas por invalidez emitidas e se encontrar capacidade para o trabalho, poderem ser rectificadas.”
 
 
 

Eu chamo-lhe um  crime, sim isto para as pessoas com deficiência é um crime que é cometido, porque se isto fosse implementado seria um crime contra os direitos humanos, aliás, alguns programas relativamente às pessoas com deficiência são autenticamente uma amálgama de crimes contra os direitos humanos.

Em suma quero sublinhar o seguinte a estas pessoas e partidos e a qualquer um chamam de corrupto ou subsidio-dependente entre outros piropos fantásticos, Sim podem chamar-me tudo isso, tenho orgulho em sê-lo, mas o que tenho são direitos pelos quais as pessoas com deficiência lutaram e conquistaram e não iremos abdicar deles de mão beijada, mas também lhe digo existe um mecanismo de que Portugal é signatário e o qual foi ratificado por Portugal, chama-se Convenção dos Direitos das Pessoas com deficiência da ONU, e o Protocolo Opcional que Portugal também ratificou tendo-se por isso vinculado ao cumprimento integral da Convenção, por isso no que depender de mim se os senhores um dia chegarem ao poder e ousarem em tocar num só direito, garanto-vos que serei o primeiro a assinar qualquer ação contra Portugal no Tribunal Penal Internacional por violação dos Direitos Humanos.

Termino dizendo a estas pessoas e partidos: o que os senhores e os vossos partidos propõem nos programas que levaram a eleições em Outubro de 2019, e relativamente às pessoas com deficiência é autenticamente criminoso, e terei de vos chamar de criminosos, mas vou mais longe, neste momento têm um cargo público, e os vossos partidos igualmente, e aquilo que está patente nas mentes desses partidos é o internamento e ou institucionalização das pessoas com deficiência, porque os senhores consideram-nos criminosos, por andarmos ai à solta e podermos pegar a nossa deficiência aos demais, e assim sendo teremos de viver em reclusão, eu pessoalmente não o aceito, mas vou mais longe e digo que até os vossos apoiantes são criminosos, ao defenderem aquilo que os vossos partidos propõem, por isso recomendo-vos tomem cuidado, porque caso tentem propor o que propõem nos vossos programas políticos, e que seja aplicado, pode ter a certeza que serei o primeiro a assinar qualquer tipo de petição no Tribunal Penal Internacional, contra vocês ou contra um país que os senhores teimam em defender para as pessoas com deficiência: Diretos ZERO, Deveres todos.

Por aqui me fico e espero que um dia obtenha uma resposta, que sei que não irei ter, mas também sei que estas pessoas e partidos irão fazer o mesmo às pessoas com deficiência o que fazem relativamente às minorias étnicas, possivelmente irão propor a deportação da pessoas com deficiência resta saber para onde.


por Nelson Arraiolos, Leitor


 
 
 

Ver original no jornal 'TORNADO' na seguinte ligação:

https://www.jornaltornado.pt/carta-aberta-aos-deputados-de-direita/

Executivo reuniu-se de olhos vendados

(Comentário:
Mais do que estes números de marketing seria mais útil para uma efetiva inclusão atentarem para a desgraça que é o espaço público municipal quanto à inclusão de cidadãos portadores de deficiências nomeadamente quase todos os semáforos sem sinais sonoros para cegos, enorme ausência de rampas e acessos desnivelados, passeios com múltiplos obstáculos, etc
No concelho onde não há uma efetiva política continuada de resposta às necessidades específicas dos cidadãos com deficiências os senhores vereadores (perece, pelas fotos, que o Presidente se 'baldou') teatralizam uma preocupação que não têm.
Acresce que quanto à inclusão social nem é bom falar porque neste "reino" promove-se a desigualdade e favorecem-se os priveligiados...)
 
Por Redação
04 dezembro 2019
O executivo municipal reuniu-se de olhos vendados, esta terça-feira, de manhã, no Centro Cultural de Cascais, no âmbito da Semana da Inclusão. Presidente e vereadores da maioria e da oposição viveram, assim, a dificuldade de, com este obstáculo, cumprir a rotina de uma reunião normal. “Uma coisa é pensarmos, ouvirmos e fazermos políticas direcionadas para a inclusão, outra coisa é colocarmo-nos no papel da pessoa com deficiência e passar de uma forma, obviamente, momentânea, pelas dificuldades por que ela passa. Quisemos sensibilizar a comunidade em geral para esta problemática”, afirmou, a propósito, o vereador Frederico Pinho de Almeida, em declarações ao site oficial do município.
 
Com esta iniciativa, os autarcas cascalenses pretenderam chamar a atenção de como é importante ultrapassar esta fronteira para melhor perceber-se qual a relevância da inclusão. Este ato constituiu, ainda, uma forma da Câmara Municipal de Cascais manifestar a sua solidariedade e associar-se à Semana da Inclusão, que termina esta sexta-feira.
 
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/blog-page_208.html

É preciso «criar uma Estratégia Nacional para a Deficiência»

Os 300 presentes que deram corpo ao 13.º Congresso da CNOD exigem aos órgãos de soberania uma política efectiva na «inclusão plena das pessoas com deficiência».

Créditos / Centro Social de Oiã

Realizou-se este sábado, em Loures, a reunião magna da Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes (CNOD) com mais de três centenas de participantes em representação das suas 40 associações filiadas.

Os debates versaram sobre temáticas que afectam as pessoas com deficiência, mas também sobre matérias que respeitam à sociedade em geral. Uma das principais ideias discutidas é a da importância da criação de uma verdadeira Estratégia Nacional para a Deficiência, que faça cumprir os direitos consagrados através da articulação entre as diferentes áreas de governação.

Foi ainda votada, por unanimidade, uma carta aberta enviada aos grupos parlamentares e à secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência, exigindo medidas de fundo, mas também questões imediatas a implementar já no quadro do Orçamento do Estado para 2020.

Por um lado, os subscritores defendem a defesa do cumprimento da Constituição da República e da legislação nacional, que salvaguardam os direitos das pessoas com deficiência, sem prejuízo de ser necessário «suprir lacunas e aperfeiçoar a legislação, transpondo para a lei nacional aspectos da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência que aprofundem o património de direitos».

Acrescentam ainda que os objectivos da política governativa devem, nesta área, passar por implementar medidas concretas «para corrigir e prevenir as situações de desigualdade, de pobreza, de isolamento e marginalização social que penalizam as pessoas com deficiência, de diversas idades e em diferentes zonas do País».

Será também determinante a concretização de condições concretas para o pleno direito «à realização pessoal e a uma vida independente», que passa, entre outras matérias, pela garantia do «acesso ao emprego com direitos das pessoas com deficiência» e da concretização da sua participação política.

Estes objectivos têm de ser adoptados considerando a necessidade de ter em conta, de forma transversal, «todas as políticas, com a afectação de recursos financeiros e técnicos adequados» para o efeito.

Entre as várias medidas constantes do documento a pôr em prática já no ano de 2020 estão a «adaptação dos serviços públicos, tornando-os acessíveis», os apoios à «actividade regular das associações de pessoas com deficiência», a melhoria da «eficácia dos direitos de segurança social das pessoas com deficiência», o «reforço dos professores e pessoal de apoio às crianças com necessidades educativas especiais» e a «qualificação da intervenção precoce em crianças com deficiência».

Ver original em "AbrilAbril" na seguinte ligação:

https://www.abrilabril.pt/nacional/e-preciso-criar-uma-estrategia-nacional-para-deficiencia

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