Desporto

A dança dos milhões

Por que o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI) afirmou que se os Jogos Olímpicos de Tóquio não são celebrados em 2021 poderiam ser cancelados de vez?

Autor: Oscar Sánchez Serra | informacion@granma.cu

Junho, 2020

 

Foto: AYM.SPORTS

 

Quanto será preciso esperar para ver novamente os campeões do desporto mundial sob os cinco aros olímpicos.

 

Porque razão o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI) afirmou que se os Jogos Olímpicos de Tóquio não fossem celebrados em 2021 poderiam ser cancelados de vez?

Embora a notícia do adiamento para Julho do ano próximo tivesse vindo a público em Março, é agora — quando a Covid-19 ainda não tem uma vacina que a possa parar, continua e continua a crescer em várias nações, como os Estados Unidos, Brasil e o Chile, e a Organização Mundial da Saúde faz um alerta acerca do perigo da confiança diante da doença — que as interrogações são mais sérias, pondo em dúvida a realização dos jogos para a data prevista.

Neste desportivo concerto elitista há no meio uma verdadeira dança dos milhões. Há já 21 anos, o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, expressava como crescia exponencialmente e progressivamente o método de atribuir a sede de um evento desse tipo como se fosse um leilão, «onde o país que tem mais dinheiro e oferece mais coisas tem a possibilidade de ganhar a sede».

Por exemplo, estima-se que o custo dos Jogos de Tóquio seja de 12 bilhões de euros, distribuídos entre os que investiram a cidade-sede (5,037 bilhões); o comité organizador (5,087 bilhões) e o Estado Central (1,2 bilhão). Um novo adiamento tornaria ainda maiores esses números. A isso acrescenta-se que Tóquio-2020 estava destinado a converter-se no evento desportivo com maior número de patrocinadores da história, cujos montantes nos preparativos eram por volta de US$ 25 bilhões, enquanto as empresas japonesas e outras internacionais investiram US$ 3,1 bilhões. A esse respeito, os economista da Nomura, a maior firma japonesa das finanças, prevêm que o cancelamento dos Jogos afectaria a confiança do consumidor japonês, além de privar o país de dois bilhões de euros em receitas ligadas aos espectadores estrangeiros.

Via: Home https://bit.ly/3dT1bff

Ver original em 'Abril de Novo Magazine' na seguinte ligação:

https://abrildenovomagazine.wordpress.com/2020/06/11/a-danca-dos-milhoes/

Jogos Olímpicos de Tóquio são adiados para 2021, mas manterão o título "Tóquio 2020"

Tóquio, 24 mar (Xinhua) -- O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, anunciou nesta terça-feira que o Japão e o Comitê Olímpico Internacional (COI) concordaram em adiar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio para o ano que vem.

Abe fez o anúncio após uma teleconferência com o chefe do COI, Thomas Bach, pondo fim a dois meses de especulação sobre o futuro dos Jogos desde o surto do coronavírus no final de janeiro.

"Propus ao senhor Bach que adiemos os Jogos por um ano. Ele concordou 100% comigo", disse Abe em um comunicado.

"Isso permitirá que os atletas joguem em melhores condições e tornará o evento mais seguro para os espectadores", acrescentou Abe.

Também participaram da teleconferência a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, o secretário-chefe do Gabinete do Japão, Yoshihide Suga, o presidente do Comitê Organizador de Tóquio 2020, Yoshiro Mori, e o ministro das Olimpíadas, Seiko Hashimoto.

Do lado do COI, Bach estava acompanhado por John Coates, presidente da Comissão de Coordenação do COI; Christophe De Kepper, diretor-geral do COI; e Christophe Dubi, diretor executivo dos Jogos Olímpicos do COI.

O COI declarou mais tarde em um comunicado que a reunião foi "muito amigável e construtiva" e que os dois líderes expressaram sua preocupação compartilhada com a pandemia mundial da COVID-19.

O comunicado do COI diz: "Os Jogos Olímpicos de Tóquio devem ser remarcados para uma data além de 2020, mas não mais tarde do que o verão de 2021".

Os dois lados concordaram que "a chama olímpica permanecerá no Japão. Também ficou acordado que os Jogos manterão o nome de Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio 2020."

Mori, também ex-primeiro-ministro japonês, disse em uma coletiva de imprensa mais tarde que o revezamento da tocha olímpica de Tóquio, programado para começar em Fukushima em 26 de março, não começará como planejado originalmente.

"Não vamos começar o relé da tocha", disse ele. "Em resposta ao adiamento das Olimpíadas, vamos fazer um novo plano para o revezamento."

O adiamento dos Jogos foi um "suspiro de alívio" para a governadora Koike, que enfatizou inúmeras vezes que os Jogos seriam realizados como planejado.

"Agora, o objetivo principal de Tóquio é superar o coronavírus", disse ela.

Ver original em "XINHUA Português" na ligação seguinte:

http://portuguese.xinhuanet.com/2020-03/25/c_138914985.htm

Jogos Olímpicos de 2020 serão adiados em razão do coronavírus

 

TORONTO/TÓQUIO (Reuters) - O Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu adiar os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 por conta da pandemia de coronavírus, afirmou nesta segunda-feira Dick Pound, membro da entidade.

Grandes potências do esporte, como Austrália e Canadá, já tinham anunciado mais cedo que tinham se retirado dos Jogos deste ano, enquanto os organizadores sofriam pressões de todo o globo para adiarem o evento pela primeira vez em 124 anos de história moderna.

“Com base nas informações que o COI tem, o adiamento já foi decidido”, disse Pound ao jornal USA Today. “Os parâmetros ainda não foram determinados, mas os Jogos não começarão em 24 de julho, isso eu sei.”

Pound disse à Reuters que o adiamento para o ano que vem parece ser a melhor solução. Os Jogos estavam marcados para ocorrer entre 24 de julho e 9 de agosto.

O Japão e o COI disseram que o cancelamento total dos Jogos não é uma opção. Mas encontrar uma nova data poderia ser complicado já que o calendário do verão de 2021 já está bem ocupado, enquanto 2022 terá a Copa do Mundo de futebol e os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim.

Pound disse que um grande número de membros do comitê da organização, atletas e veículos de mídia e federações esportivas precisam ser consultados antes que um plano possa ser finalizado, mas que há sinais antecipados de uma disposição para acomodar os Jogos em 2021.

 

A Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) disse nesta segunda-feira que está disposta a mudar seu campeonato mundial de 2021, marcado para o período entre 6 e 15 de agosto em Eugene, no Estado norte-americano de Oregon, para abrir caminho para a realização dos Jogos Olímpicos.

“A IAAF já esteve em discussão com o Comitê de Organização de Oregon 21 com relação à possibilidade de adiamento dos Jogos Olímpicos para o ano que vem, e eles por sua vez promoveram discussões com seus principais interessados e nos garantiram que irão trabalhar com todos os seus parceiros para garantir que Oregon esteja apta a receber o Campeonato Mundial de Atletismo nas datas alternativas que forem necessárias”, afirmou a entidade que comanda o atletismo mundial em nota.

O adiamento dos Jogos Olímpicos representará um duro golpe para o Japão, que injetou mais de 12 bilhões de dólares na competição, além de quantias gigantescas que estão ameaçadas entre patrocinadores e veículos de transmissão.

 

Mas uma onda de preocupação entre os atletas - que já passam por dificuldades para treinar em academias, estádios e piscinas por todo mundo - é um questão que favorece o adiamento, além do cancelamento de outros grandes eventos esportivos.

Mais de 337 mil pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus em todo mundo e 14.600 pessoas já morreram vítimas da pandemia que, segundo a Organização Mundial da Saúde, está acelerando.

Os Jogos Olímpicos nunca foram adiados, embora tenham sido cancelados em 1916, 1940 e 1944 durante as duas guerras mundiais. Além disso grandes boicotes durante a Guerra Fria atingiram os jogos de Moscou e de Los Angeles em 1980 e 1984, respectivamente.

Deputado do Bloco expulso da Assembleia Municipal do Porto. Partido vai fazer queixa

 

O deputado municipal do Bloco de Esquerda Pedro Lourenço foi, na segunda-feira, expulso da sessão da Assembleia Municipal do Porto por estar a filmar uma intervenção do partido e ter “recusado” a ordem para parar.

 

Em declarações à AgênciaLusa, Lourenço explicou ter sido expulso por ter “recusado a ordem [de um funcionário camarário] para parar de filmar”.

“O presidente da Assembleia Municipal deu ordem de expulsão e chamou a Polícia Municipal para me tirar da sala por estar a filmar aintervenção da Susana Constante Pereira [também deputada do Bloco]”, disse o deputado, acrescentando: “É uma sessão pública e eu recusei a ordem para parar de filmar”.

Por esse motivo, o deputado, acompanhado por um agente da Polícia Municipal, foi obrigado a retirar-se da sala onde decorre a sessão da Assembleia Municipal. Perante a situação, a deputada Susana Constante Pereira afirmou que o partido vai fazer uma “queixa formal” sobre o sucedido.

 
 

Em resposta à Lusa, o gabinete de comunicação da autarquia garantiu que o deputado cometeu uma “dupla ilegalidade”, inicialmente, por ter invocado um “motivo de força maior profissional para se fazer substituir” na sessão e por ter filmado a intervenção.

“Importa referir também que o deputado Pedro Lourenço invocou motivo de força maior profissional para se fazer substituir. O motivo não existia como se verificou, com a sua presença lá. Falamos de algo muito grave, de uma substituição ilegal, de uma clara violação da lei dos eleitos locais, e que pode inclusive ser passível de perda de mandato”, adiantou.

De acordo com o n.º2 do artigo 2.º da Portaria n.º 314/2010 de junho, o parecer interno dos serviços da Câmara Municipal é de que no caso das gravações serem feitas “por terceiros não identificados como Jornalistas, desconhece-se previsão legal, pelo que, por maioria de razão, devem ser proibidas”.

ZAP // Lusa

 

 
 

Ver original em 'ZAP aeiou' na seguinte ligação:

https://zap.aeiou.pt/deputado-bloco-expulso-assembleia-municipal-porto-311611

Karatecas campeões de Alcabideche no Europeu de seniores no Azerbaijão

Por Redação
29 fevereiro 2020
Diogo Ribeiro e Tiago Almeida, ambos karatecas dos Bombeiros de Alcabideche, estão entre os 18 selecionados a nível nacional para representarem Portugal no 55º Campeonato da Europa de Karate, a ter lugar em Baku, no Azerbaijão, entre 25 e 29 de março.
Treinador Rui Inácio
Recorda-se que Diogo Ribeiro detém o título de campeão nacional, no campeonato nacional, e Tiago Almeida conquistou o título de campeão da Europa em Sub 21.
 
"Os dois atletas estão prontos para alcançar o lugar mais alto do pódio no Azerbaijão", diz, confiante, o treinador Rui Inácio que, conjuntamente com os colegas Frederico Silva e Carlos Gomes têm sido, ao longo dos anos, os principais responsáveis pelos sucessos dos karatecas.
Diogo e Tiago irão, entretanto, frequentar o estágio, entre os dias 6 e 8 de março, no Car de Vila Nova de Gaia, em Oliveira do Douro.
 
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

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Futsal / CAN no El Aaiun ocupado: FIACS deplora a instrumentalização política do desporto

APS – Serviço de Imprensa da Argélia – LYON (França) – A Federação Internacional contra a Corrupção Desportiva (FIACS), deplorou nesta quarta-feira “a instrumentalização política do desporto, a fim de normalizar essa ocupação arbitrária”, após a domiciliação do futsal CAN-2020 por Marrocos na cidade ocupada de El Aaiun, que faz parte do território da República Árabe Saharaui Democrática (RASD).

“O FIACS denuncia a persistência de Marrocos na organização da Copa das Nações Africanas de 2020 no futsal na cidade saharaui ocupada de El Aaiun, opondo-se vigorosamente a uma abordagem que ignora a legalidade internacional e as resoluções da ONU relativas à solução do conflito no Sahara Ocidental”, pode-se ler numa declaração do FIACS enviada à APS.

“O apoio dado pela Confederação Africana de Futebol à Federação Marroquina Real de Futebol (FRMF) para organizar o futsal CAN 2020 na cidade ocupada de El Aaiun no Sahara Ocidental continua a ser uma tentativa por parte do regime marroquino de enganar certos países que não percebem as consequências de tal abordagem “, acrescenta a mesma fonte.

 

Para esse fim, o órgão internacional solicita à Confederação Africana de Futebol (CAF) que “reconsidere a domiciliação” deste evento nesta cidade ocupada por Marrocos e siga “o caminho da legalidade internacional”, o que remove todos os aspectos ambíguos do natureza do conflito no Sahara Ocidental, cujo arquivo é tratado pelos órgãos das Nações Unidas como uma questão de descolonização.

“O FIACS convida organizações internacionais, em particular a FIFA e o COI, a assumirem as suas responsabilidades e a intervir junto da CAF e da Real Federação Marroquina de Futebol”, acrescentou o comunicado de imprensa.

O órgão internacional lembra que, historicamente, a CAF sempre esteve na vanguarda dos valores universais e sempre lutou de forma valente contra qualquer forma de colonização; infelizmente, essa decisão, com “conotação política”, advoga “divisão dentro da família CAF”, autoridade continental.

“Atualmente, as Nações Unidas consideram o Sahara Ocidental como um território não autônomo e El Aaiun como uma cidade ocupada”, conclui a declaração do FIACS.

La entrada Futsal / CAN no El Aaiun ocupado: FIACS deplora a instrumentalização política do desporto se publicó primero en POR UN SAHARA LIBRE .org – PUSL.

Via: POR UN SAHARA LIBRE .org – PUSL http://bit.ly/37lzBEn

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Gala não esqueceu falecido “Zé Augusto”

“Zé Augusto”, o célebre treinador do Cascais Water Polo, falecido no início do ano, vítima de doença prolongada, foi recordado, com uma sentida homenagem, na 20ª Gala do Desporto, que decorreu este domingo, à noite, no Casino Estoril e na qual foram distinguidos mais de 450 praticantes desportivos federados pelos títulos alcançados na época 2018/2019 seja de Campeão Nacional de qualquer divisão, Top 5 Campeonatos do Mundo e Top 5 Campeonatos da Europa, onde estiveram representados 25 clubes do concelho, 17 federações e 28 modalidades.

Nesta Gala do Desporto Cascais foram entregues os Prémios de “Melhor do Ano”, na Esperança Feminina a Teresa Valente, Ginástica de Trampolins, do Grupo Sportivo de Carcavelos e na Esperança Masculino a Diogo Ribeiro, Karaté, dos Bombeiros de Alcabideche. Como Atleta Feminina foi nomeada Sónia Bernardo, em Fotografia Subaquática, do Grupo Desportivo Estoril Praia e como Atleta Masculino os empatados Bernardo Freitas, Nuno Barreto e Diogo Cayolla, Vela, todos do Clube Naval de Cascais. A nível de Equipa foi distinguidaa Vela Classe de Dragão, do Clube Naval de Cascais. Já como Treinador Modalidade Individual a distinção foi paraRodrigo Baltazar, Triatlo, do Grupo Desportivo Estoril Praia, enquanto a de Treinador Modalidade Coletiva coube a Nuno Gonzaga, Rugby, do Grupo Dramático e Sportivo de Cascais. O Clube Naval de Cascais foi nomeado como o Clube do Ano. Muito importante nesta Gala anual foi a Escolha do Público. Madalena Lousa, Polo Aquático, do Cascais Water Polo Club foi a vencedora escolhida. De destacar, ainda, que Frederico Morais, Jorge Lima e José Costa foram os atletas referenciados nesta Gala, uma vez que vão levar o nome de Cascais mais longe, ao participarem nos Jogos Olímpicos de Tokyo 2020. Para Frederico Nunes, vereador com o pelouro do desporto, citado no site oficial do município, “é importante continuarmos a apostar no desporto” e “faz todo o sentido continuarmos a manter esta tradição, já lá vão 20 anos a nomear os melhores dos melhores, desde os atletas, aos clubes e a todos os seus associados”.  Por sua vez, o presidente do executivo, Carlos Carreiras, parabenizou “todos os atletas”, tendo sublinhado que “temos um concelho muito eclético, com muitas disciplinas e na maior parte dos casos temos grandes atletas e equipas”.  Para o chefe do chamado governo local de Cascais, “o vosso empenho e dedicação é um orgulho para Cascais”.  Na sua intervenção, Carlos Carreiras destacou, também, “todos os dirigentes desportivos, recepcionistas e pais que acompanham a vossa grelha desportiva”. 
 
 
 

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Surfista brasileiro é engolido por onda de 18 metros em Portugal (VÍDEO)

Um surfista pega uma onda (imagem ilustrativa)
© AFP 2019 / Oliver Morin

O incidente, tanto espetacular como assustador, ocorreu durante uma competição de surfe realizada na cidade portuguesa de Nazaré. Uma onda de 18 metros devorou um surfista brasileiro.

Um vídeo, publicado no fim de semana, mostra uma onda gigantesca engolindo o surfista Felipe Gordo Cesarano, durante a competição Gigantes de Nazaré.

De acordo com informações divulgadas pelos assistentes do evento, foi calculado que a onda superou os 18 metros de altura. Além disso, os autores do vídeo descreveram o fenômeno como sendo "uma das maiores ondas surfadas nesta zona", ecreve mídia.

Depois de a onda ter caído em cima do esportista, houve um grande momento de incerteza, já que o surfista estava desaparecido sob o grande volume de água.

Felizmente, Felipe conseguiu se agarrar a um jet ski e o colega Pedro Viana foi capaz de socorrê-lo para um lugar seguro antes da chegada da próxima onda.

Apesar da monstruosidade do acontecimento, surfista brasileiro saiu ileso, não apresentando quaisquer ferimentos.

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/europa/2020012115031569-surfista-brasileiro-e-engolido-por-onda-de-18-metros-em-portugal-video/

Faleceu José Augusto treinador campeão do polo aquático de Cascais

Por Redação
08 janeiro 2020
O desporto cascalense e nacional está de luto. Faleceu José Augusto, treinador e grande dinamizador do polo aquático em Cascais. O velório de Zé Augusto, considerado como uma das maiores referências do desporto cascalense e um dos grandes nomes do polo aquático nacional, realiza-se esta quarta-feira, a partir das 19h00 na agência Agnus Dei, em Alcabideche. O funeral tem lugar esta quinta-feira, pelas 11h00, para o crematório de Rio de Mouro, Sintra. Na página oficial do Cascais Water Polo Club, que anuncia o falecimento do grande campeão, têm-se multiplicado as mensagens de condolências àquele que “será sempre recordado como um dos maiores de sempre”. 
 

Ladeado por Piteira Lopes e Carlos Carreiras quando foi distinguido na Gala do Desporto
Também o vereador Nuno Piteira Lopes, no Facebook, sublinha que “Cascais está mais pobre”, com a partida “para longe de nós de uma das maiores referências do desporto cascalense e um dos grandes nomes do polo aquático português”. “No entanto, o legado do grande Zé Augusto perdurará para sempre na memória que quem com ele lidou”, assegura Piteira Lopes, que partilha na publicação as fotos da “justíssima homenagem da Gala do Desporto, no ano passado” em que José Augusto foi distinguido. Em julho de 2018, antes de conquistar três titulo absolutos como campeão, José Augusto, em entrevista a Cascais24, afirmara que  “empenho, dedicação e uma enorme paixão constituíam os três principais “itens” do sucesso da “família” Cascais Water Polo Club”.

“Já fomos campeões noutras categorias e sempre que o voltamos a ser é uma enorme alegria, um conjunto de emoções enormes e extremamente gratificantes, mas é sempre como se fosse a primeira vez!”, afirmou, então, aCascais24, José Augusto, treinador do Cascais Water Polo Club, referindo-se ao mais recente titulo conquistado pela equipa U20.
 
“São muitos anos juntos com estes miúdos que agora têm 17,18 e 19 anos e começaram connosco este projeto”, adiantou, orgulho, o treinador José Augusto.
 
“Crescemos todos juntos, eram uns bebés quando começámos e agora são uns homens, são como filhos, o que faz de cada vitória uma coisa diferente, porque são vitórias vividas com intensidade e emoção de quem faz parte efetiva das nossas vidas diárias anos após anos!”, salientou José Augusto, não sem sublinhar tratar-se de “um projeto apaixonante, que envolve muitas pessoas, entre as quais a Câmara Municipal de Cascais, nosso maior parceiro”.  O Cascais Water Polo Club conta, atualmente, com perto de uma centena de atletas, 70 dos quais federados, com idades que vão desde os 8 aos 40 anos, distribuídos por equipas masculinas e femininas, que treinam na piscina do Complexo Desportivo de Abóboda. O Cascais Water Polo nasceu há 13 anos ainda no Dramático de Cascais como secção autónoma e evoluiu para um clube completamente independente. “A nossa equipa nasceu como uma modalidade dentro do Dramático de Cascais”, recordou José Augusto, segundo o qual “desde 2006/2007 que alguns dos atletas, hoje Campeões Nacionais, começaram a treinar na piscina do Dramático de Cascais”.  “O nosso objetivo é sermos uma referência enquanto escola de formação de polo aquático”, concluiu, não sem destacar que “para isso foi de extrema importância o facto de o também treinador e director técnico Lajos Lorincz se ter juntado ao projeto”. À família de José Augusto e ao Cascais Water Polo Club e a todos os seus atletas Cascais24 e o seu diretor apresentam as mais sentidas condolências. Noticias relacionadas
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Morreu Poupou!

Meio século atrás o fim do ano escolar coincidia normalmente com a Volta à França, que costumava acompanhar com o mesmo interesse então dedicado às missões das naves «Apollo». Nalguns desses anos havia a expetativa de ver Joaquim Agostinho a chegar a Paris de amarelo vestido. Mas esse era o tempo do belga Eddy Merckx, que não dava hipóteses à concorrência: quando ligava o turbo ia por ali fora numa aceleração, que ninguém conseguia acompanhar.

 

Antes dele imperara Jacques Anquetil que era do género cerebral: não tinha capacidades muito acima dos concorrentes, mas superiorizava-se graças às capacidades estratégicas traduzidas em amealhar uns segundos nos contrarrelógios para depois os gerir inteligentemente até à meta final. Foi assim que ganhou cinco Tours quase de seguida...

 

Na época desses três campeões também andava lá a fazer pela vida um outro corredor chamado Raymond Poulidor. E era ele o mais popular de todos quantos bicicletavam, ora nas planícies do Norte, ora nas montanhas alpinas e pirenaicas. Tão pouco sofisticado quanto o nosso atleta de Torres Vedras, impressionava pelo esforço voluntarista com que procurava suprir as limitações e nunca desistia de alcançar a almejada vitória. Por oito vezes ganhou o pódio, ora em segundo, ora em terceiro e, no ano em que parecia finalmente encaminhar-se para chegar ao lugar do topo, pôs-se a descer uma montanha que nem um doido e espetou–se por uma ribanceira abaixo, quase morrendo. Na altura a França quase se vestiu de luto julgando-o, se não morto, pelo menos acabado para as competições. Mas qual quê: no ano seguinte, lá estava a recriar nos admiradores a expetativa de, finalmente, chegar à vitória.

 

Na época não havia quem o superasse em popularidade! O povo identificava-se com ele no espírito de sacrifício, no nunca virar a cara à luta, em jamais ostentar expressão de derrotado, mesmo quando a meta lhe parecera tão próxima de ser alcançada.

 

Recordei tudo isto porque o «Libé» deu-me conta da morte de «Poupou» aos 83 anos. E ele era o símbolo de uma França como tanto a apreciava por esses anos sessenta e setenta, quando as classes populares primavam pela «bonne franquette» e não imaginavam alguma vez verem-lhes as proles apoiarem o lepenismo. De facto esses eram os saudosos tempos em que ainda acreditavam e lutavam pelos amanhãs que cantassem...

Veja o original em 'Ventos Semeados':

https://ventossemeados.blogspot.com/2019/11/morreu-poupou.html

Portugal | Rosa Mota é importante para quê?

 
 
Pedro Tadeu | TSF | opinião
 
Começo por citar uma frase proferida há apenas 20 dias atrás: "Podem ter uma certeza - é que a Rosa Mota é mais importante do que todos os governos de Portugal (os que foram, os que são, e os que hão-de ser) e de todos os Presidentes de Portugal."
 
Grande parte dos ouvintes/leitores deve reconhecer esta frase como tendo sido dita por Marcelo Rebelo de Sousa.
 
O Presidente da República Portuguesa interrompeu nesse dia 8 de outubro as audiências formais aos partidos com representação parlamentar para ir ao Museu dos Coches ver a atleta e para inaugurar uma iniciativa chamada "Desportistas no Palácio de Belém".
 
A atleta portuguesa, que venceu a maratona dos Jogos Olímpicos de 1988 tem, portanto, importância objetiva suficiente para interromper o processo formal de constituição de um novo Governo para o país.
 
Para o Presidente da República e para todos os partidos envolvidos, uma vez que ninguém criticou o facto, essa importância de Rosa Mota é real, não se discute, é tacitamente aceite.
 
A atleta tem ainda importância subjetiva suficiente para ouvir a frase elogiosa de Marcelo Rebelo de Sousa que, sendo um exagero afetivo (ao estilo das coisas que o Presidente da República gosta muitas vezes de dizer) pode, na verdade, corresponder ao sentimento emocional de muitas pessoas que admiram a medalha de ouro de Seul.
 
 
Rosa Mota não é só importante pelos feitos desportivos: ela é também significativa por ter valorizado o desporto feminino que, depois dela, passou a ser visto com outra relevância e isso, por contágio social, contribuiu igualmente para o reforço do papel das mulheres da vida pública e cívica do país - até porque ela nunca fugiu da sua própria intervenção na vida política, apoiando as causas e os projetos que achou serem mais adequados para o seu envolvimento.
 
Rosa Mota tem, portanto, importância e tem, pelos vistos, algum poder pois consegue que o Presidente da República desvie a atenção da formação do Governo para estar com ela.
 
Mas Rosa Mota, que o Estado português venera, nada pode contra a iniciativa privada.
 
notícia da TSF desta manhã explica a polémica sobre a mudança de nome do Pavilhão dos Desportos nos Jardins do Palácio de Cristal no Porto que, em homenagem à atleta, passou a chamar-se, em 1991, Pavilhão Rosa Mota.
 
 
Depois de umas obras de recuperação e de uma concessão a privados, o Pavilhão Rosa Mota passa a chamar-se Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota e, ao que parece, ainda foi preciso refilar um bocadinho para o nome da atleta não desaparecer de vez.
 
E contra a vontade da Super Bock, nada pode o poder da Rosa Mota, supostamente mais importante que o de qualquer Presidente da República ou o de que qualquer Governo.
 
E contra a vontade da Super Bock, ao que parece, nada pode o poder do Presidente da República.
 
E contra a vontade da Super Bock, pelo relato da carta enviada por Rosa Mota à Câmara Municipal do Porto, nada pode o poder do presidente da Câmara, doutor Rui Moreira.
 
A conclusão é simples: neste país, se Rosa Mota vale mais do que um governo ou do que um Presidente da República e a Super Bock vale mais do que Rosa Mota, então a Super Bock vale mais do que qualquer governo e do que qualquer Presidente da República.
 
Nesta soma básica do "dois mais dois igual a quatro" da análise política, teria de ser forçado a concluir que a Super Bock é quem manda no país...
 
Há aqui qualquer coisa errada, que as contrapartidas dadas ao financiamento das obras de renovação do Pavilhão não explicam inteiramente.
 
Tal como na outra notícia desta manhã sobre a inviabilização do museu do liberalismo na casa do Porto onde nasceu Almeida Garrett , o que há, sobretudo, é um cada vez maior desprezo do papel do Estado e dos símbolos que identificam e tornam Portugal uma personalidade colectiva com características únicas, que se vergam, fraca e placidamente, ao que hoje em dia realmente tem importância e poder - o senhor dinheiro.
 
Leia em TSF:

 

Português conquista terceiro lugar no pódio do Ironman de Cascais

 

Triatleta Filipe Azevedo (Foto Federação Portuguesa de Triatlo)
Por Redação
29 setembro 2019
O triatleta português Filipe Azevedo, que vive no Dubai, conquistou o terceiro lugar no pódio doIronman 70.3, que teve lugar este domingo na Costa do Sol portuguesa.
Já há um ano, o triatleta luso havia conquistado o terceiro lugar na mesma competição.
O grande vencedor, este ano, foi o estreante espanhol e pentacampeão mundial de triatlo, Javier Noya.
Javier, 36 anos, ficou à frente do francês Dylan Magnien e do português Filipe Azevedo, ao completar o percurso de 1,9 quilómetros de natação, 90 de ciclismo e 21 de atletismo, que passou por Cascais, Oeiras, Lisboa e Sintra, em 3:51.11 minutos, menos 4.32 minutos do que o gaulês e segundo classificado.
"Senti-me bem em toda a prova. Cometi um erro no percurso de ciclismo, enganei-me e fiz um quilómetro a mais, mas consegui retificar, mantive-me concentrado e estive bem no atletismo para fazer uma boa prova. Não era um percurso fácil, sobretudo a segunda parte do ciclismo, que era muito complicada, mas poupei forças no princípio para apertar nas zonas mais duras do percurso", afirmou Javier Noya, no final das provas.
Por sua vez, Filipe Azevedo, o melhor português em competição, cortou a meta em terceiro lugar, ao cabo de 3:56.48, e, apesar de ter repetido o feito de 2018, ambicionava melhor performance em Cascais.
"Este ano tinha como objetivo lutar por uma posição melhor. Sabia que o Javier Gomez Noya é um dos melhores atletas do mundo e seria complicado ganhar-lhe, mas também sabia que, fazendo uma boa prova, podia alcançar o segundo lugar. Tinha tudo bem encaminhado para isso, mas, no início do percurso de ciclismo, perdi toda a minha nutrição. E quando comecei a correr, à passagem dos 10 quilómetros, comecei a sofrer por causa disso e foi tentar aguentar até ao fim", contou.
Apesar do percalço e de não ter conseguido concretizar o objetivo inicial, Filipe Azevedo mostrou-se "muito feliz por ser o melhor português" em prova. "O terceiro lugar outra vez é um bom resultado final", concluiu o atual vice-campeão da Europa de média distância e campeão do Ironman 70.3 de Xangai, na China, em 2018.
Entre as senhoras, a britânica Ema Pallant conquistou o primeiro lugar do pódio, ao concluir a prova em 4:18.21 horas, com uma confortável vantagem sobre a espanhola Anna Noguera, segunda classificada com 4:27.52.
O terceiro lugar ficou na posse da alemã Anna-Lena Pohl, com 4:36.41 minutos, enquanto Vanessa Pereira, a melhor portuguesa em prova, terminou na sétima posição, com 4:55.48.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

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Mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno de Beijing são revelados

Beijing, 18 set (Xinhua) -- Um panda gigante animado chamado "Bing Dwen Dwen" e uma lanterna vermelha bebê, "Shuey Rhon Rhon" foram revelados como os dois mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno de Beijing 2022.

Os mascotes, revelados na noite desta terça-feira na Arena Shougang de Hóquei no Gelo de Beijing, estão fortemente associados com a cultura da nação anfitriã.

Participaram da cerimônia de lançamento o vice-primeiro-ministro chinês, Han Zheng, que também é membro do Comitê Permanente do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China, e o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach.

O presidente executivo de Beijing 2022, Chen Jining, explicou a ideia atrás do design dos dois mascotes na cerimônia de lançamento.

"Os dois mascotes combinam elementos da cultura chinesa tradicional e um estilo internacional moderno, assim como enfatizam as características dos esportes de gelo e neve e da cidade anfitriã. Eles vivamente mostram as expectativas ávidas do povo chinês para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno de Beijing, e o convite cordial da China aos amigos do mundo inteiro", disse Chen, que também é prefeito da capital.

"Eles foram desenhados para expressar o leque completo do espírito olímpico, incluindo características como paixão, perseverança, amizade e entendimento mútuo, para ativamente engajar o público."

O presidente do COI, Thomas Bach, ficou contente com o design do mascote olímpico.

"Do que eu vi, posso dizer que é uma ótima escolha. O mascote incorpora os melhores elementos e características da China e do povo chinês", disse Bach na cerimônia.

"Será um embaixador maravilhoso para a China e os Jogos Olímpicos de Beijing 2022", acrescentou ele.

Aparecendo via videoconferência, o presidente do Comitê Paraolímpico Internacional, Andrew Parsons, disse: "é um mascote que representa uma lanterna chinesa, mas também representa o Ano Novo chinês. É uma mensagem do futuro para a geração futura das pessoas chinesas que serão inspiradas pela fé maravilhosa dos atletas paraolímpicos."

O panda gigante, que será o mascote olímpico, é frequentemente considerado como um símbolo da China. Seu capacete é indicativo da neve e gelo dos esportes de inverno.

O nome "Bing Dwen Dwen" é uma combinação de diversos significados no idioma chinês, com a palavra "Bing", que significa gelo, e "Dwen Dwen", que quer dizer forte e alegre.

A escolha da lanterna como mascote paraolímpico é para "simbolizar safra, calor e luz". No nome "Shuey Rhon Rhon", "Shuey" é a palavra chinesa para neve e "Rhon Rhon" tem o significado de duelo de resistência e integração.

O lançamento desta terça registra o fim de um processo de seleção que começou em 8 de agosto de 2018 e avaliou mais de 5.800 propostas de design da China e do exterior.

Maior participação portuguesa de sempre em mundiais de Judo

Desde o passado sábado até ao dia 1 de Setembro decorre em Tóquio o campeonato do mundo de judo. Joana Ramos está hoje na disputa pela medalha de bronze em -52kg.

A judoca Joana Ramos em combate nos Jogos Olímpicos Rio de Janeiro de 2016. Brasil, 7 de Agosto de 2016CréditosINÁCIO ROSA / Agência LUSA

Durante esta semana, 860 atletas oriundos dos cinco continentes disputam os mundiais de judo em Tóquio.

A comitiva portuguesa que se deslocou a terras nipónicas é a maior de sempre e é composta por 18 judocas, limite máximo permitido pela Federação Internacional de Judo.

Os atletas portugueses são Catarina Costa (-48 kg), Joana Diogo (-52 kg), Joana Ramos (-52 kg), Telma Monteiro (-57 kg), Wilsa Gomes (-57 kg), Bárbara Timo (-70 kg), Yahima Ramirez (-78 kg), Patrícia Sampaio (-78 kg), Rochele Nunes (+78 kg), Miguel Pisco (-60 kg), Rodrigo Lopes (-60 kg), João Crisóstomo (-66 kg), Sergiu Oleinic (-66 kg), Jorge Fernandes (-73 kg), Nuno Saraiva (-73 kg), Anri Egutidze (-81 kg), Carlos Luz (-81 kg) e Jorge Fonseca (-100 kg – que vai como cabeça de série).

A judoca Joana Ramos vai, esta segunda-feira, disputar a medalha de bronze na categoria de -52 kg. A atleta conta já com o título de vice-campeã da Europa em 2011 e a medalha de bronze nos Europeus de 2017.

Também Joana Diogo combateu hoje em -52kg, tendo sido derrotada pela uzbeque Diyora Keldiyotova.

Os portugueses João Crisóstomo e Sergiu Oleinic foram também eliminados nos primeiros combates, na categoria de -66 kg.

Esta terça-feira, Portugal será representado em combates por Telma Monteiro, Wisla Gomes, Jorge Fernandes e Nuno Saraiva.

Os mundiais de judo realizam-se a um ano dos Jogos Olímpicos que terão lugar também no Japão.

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Atletas dos EUA fazem protestos anti-Trump no pódio dos Jogos Pan-Americanos

 
 
Esgrimista Race Imboden ajoelhou-se enquanto tocava o hino nacional. Lançadora de martelo Gwen Berry fechou os olhos e ergueu o punho fechado
 
Dois atletas norte-americanos a participar nos Jogos Pan-Americanos sacrificaram a comemoração das respetivas medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos para protestar contra Donald Trump.
 
O esgrimista Race Imboden, campeão por equipas, ajoelhou-se na sexta-feira enquanto tocava o hino nacional. Já Gwen Berry, vencedora no lançamento do martelo, fechou os olhos e ergueu o punho fechado, no sábado.
 
"O meu orgulho foi abalado pelos múltiplos problemas do país que eu carrego com tanto apreço no coração. Racismo, controlo de armas, maus tratos aos imigrantes e um presidente que espalha o ódio estão no topo de uma longa lista. Escolhi sacrificar o momento no topo do pódio para chamar a atenção para questões que eu acredito que precisam de ser abordadas. Encorajo outros a utilizar as suas plataformas para encorajarem a mudança", escreveu Imboden nas redes sociais.
 
"É demasiado grave para não dizermos nada", declarou ao USA Today a lançadora Gwen Berry, que repetiu o icónico gesto dos atletas Tommie Smith e John Carlos na prova de 200 metros dos Jogos Olímpicos 1968.
 
No entanto, o Comité Pan-Americano dos Estados Unidos não gostou da atitude dos seus atletas. "Race não cumpriu o acordo que fez com o comité organizador e o comité dos Estados Unidos", disse o porta-voz Mark Jones, referindo-se a um acordo por parte de todos os atletas em "abdicar de demonstração que tenham natureza política".
 
Imboden e Berry juntam-se à lista de atletas norte-americanos que se têm posicionado recentemente, como Megan Rapinoe, da seleção de futebol feminino; Colin Kaepernick, que jogava futebol americano nos San Francisco 49ers; e o futebolista Alejandro Bedoya.
 
Diário de Notícias (ontem) | Foto: © Jose Sotomayor / Lima
 
 
 
 
 

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Crimes no futebol | Ana Gomes envia recado a César e a "todos que fecham os olhos"

 
 
A ex-eurodeputada e ativista Ana Gomes divulgou um relatório da Comissão Europeia sobre os riscos de branqueamento de capitais no futebol. A socialista remeteu a mensagem ao presidente do PS e a "todos os que fecham os olhos".
 
Ana Gomes, que nos últimos anos trabalhou no Parlamento Europeu em questões relacionadas com o combate ao branqueamento de capitais, tem sublinhado a necessidade de lutar contra os contratos de financiamento de compra e venda de jogadores entre clubes de futebol que diz servirem de esquema para encobrir crimes económicos e financeiros.
 
Neste domingo, divulgou no Twitter um relatório elaborado pela Comissão Europeia (CE) sobre os "riscos de captura e «lavandaria» por máfias via clubes de futebol" - nas páginas 232 a 240 do documento - que detalha, inclusive, um esquema russo em Portugal, detetado pela Polícia Judiciária e a Europol (Operação Matrioskas, noticiada pelo JN). Na introdução da mensagem, diz que o relatório serve "para ilustração de [Carlos] César e de todos que fecham olhos".
 
 
Numa segunda publicação, Ana Gomes detalha que, na página 235 do relatório, "a CE aponta o uso de «membros de família, advogados, consultores e contabilistas» em transferências de jogadores de futebol para criar estruturas para branquear e transferir fundos e investimentos mafiosos em negócios legítimos, via contratos de imagem, publicidade e patrocínio".
 
A referência ao presidente do PS acontece depois de César se ter demarcado das declarações de Ana Gomes a propósito da transferência milionária de João Félix do Benfica para o Atlético de Madrid. "Não será negócio de lavandaria?", tinha questionado há dias a socialista, levando o presidente benfiquista a pedir uma posição ao partido e a anunciar um processo contra Ana Gomes.
 
A ex-eurodeputada socialista reagiu depois ao esclarecimento do PS, segundo o qual "as opiniões da Drª Ana Gomes refletem apenas uma posição própria e pessoal que, tal como em muitos outros casos, não vincula o Partido Socialista". "Agradeço ao presidente Carlos César o afã de esclarecer o óbvio: não represento o PS e o que digo e escrevo só me vincula. Sendo socialista, e não apparatchik, não abdico de dar uso à minha cabeça... Já César, usa o que pode face a [Luís Filipe] Vieira: a César, o que é de César", escreveu, na sexta-feira de manhã.
 
Jornal de Notícias
 
 
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Estoril-Praia na maior

Estoril Praia
 

VIVA O MEU CLUBE! FUTEBÓIS SÃO TUDO E QUEM DIZ O CONTRÁRIO NÃO É BOA PESSOA  - é preciso afirmá-lo bem alto antes de referir que o Clube Estoril-Praia  foi comprado pelo Fundo de Investimentos americano "MSP Sports Capital" que, por acaso, também vai emprestar uns milhões ao Sporting e que, segundo o  seu diretor, Jeff Moorad, está muito entusiasmado por adicionar o Estoril-Praia ao seu "portfólio desportivo".

Falar de coisas de futebol é perigoso. A 'clubite' irracional do pessoal menor é promovida em abundância e o negócio desta "industria" goza de proteções maiores.

Que o diga a ex-eurodeputada Ana Gomes que recentemente ousou insinuar uma eventual interferência de lavagem de dinheiro nas transferência milionárias de jogadores o que logo obrigou o presidente do seu Partido, Carlos César, a vir dizer que o PS não tem simpatia nenhuma por tais afirmações e justifica que o Benfica lhe tenha movido, contra ela, uma ação judicial.

LavarPouco importa que a OCDE tenha constatado, ainda em 2009,  que "os clubes de futebol são vistos pelos criminosos como veículos perfeitos para a lavagem de dinheiro" e que "a lavagem de dinheiro sujo através do futebol não passa apenas por investimento em clubes, mas também pelas transferências de jogadores, que por vezes envolvem verbas astronómicas" .

Como também nunca teve qualquer significado que o anterior dono do Estoril-Praia, José Hawilla,  tenha estado no centro do escândalo internacional que, em 2015, deu a conhecer alguma da corrupção praticada no futebol nas últimas décadas.

João Lagos que antes, em 2010, tinha vendido o clube à Traffic do tal José Hawilla ainda terá tentado recomprar o Estoril-Praiatendo em vista um plano para a sua "reabilitação empresarial" mas aquela entidade optou pelo negócio com a "MSP Sports Capital".

presidenteO Estoril-Praia é presidido, desde 2014, por Alexandre Faria que havia sido Vereador da Câmara de Cascais, eleito nas listas do PS que passou a integrar a maioria PSD-CDS (2009/2013) e foi administrador-executivo da empresa municipal "Cascais Dinâmica" (2013-2015).

Recentemente foi iniciada a polémica (2004) construção de um supermercado Pingo Docenos terrenos que o Estoril-Praia cedeu àquele grupo financiador da "NOVA- School of Business and Economics",em Carcavelos, na decorrência de autorização camarária atribuída em 2016.

Tudo se conjuga para que o Estoril-Praia regresse à Primeira Divisão e isso é que é importante.

 
 
 

Portugal | Um país em suspenso com as suspeitas de corrupção no desporto

 
As suspeitas de corrupção no desporto marcaram os anos da XIII legislatura, com a erupção de diversos casos mediáticos no futebol que preencheram a atualidade noticiosa e colocaram a atuação da Justiça sob intenso escrutínio.
 
E-toupeira, Emails do Benfica, Cashball, Jogo Duplo, Mala Ciao e Vouchers: os nomes destes processos tornaram-se uma presença constante no quotidiano dos portugueses. Sobre o funcionamento do poder judicial caiu o perigoso peso de paixões clubísticas, contribuindo para juízos populares numa área que é independente da esfera do Governo, mas sobre a qual a Assembleia da República até agiu desde 2015.
 
Com efeito, foi já nesta legislatura que o parlamento alterou a Lei n.º 50/2007, que estabelecia o Regime de Responsabilidade Penal por Comportamentos Antidesportivos. A Lei nº 13/2017, baseada em projetos de lei de PS, PSD e CDS, definiu um "novo regime de responsabilidade penal por comportamentos suscetíveis de afetar a verdade, a lealdade e a correção da competição e do seu resultado na atividade desportiva".
 
Em vigor desde 3 de maio de 2017, a nova disposição veio agravar as molduras penais a aplicar aos crimes de corrupção no desporto, nomeadamente o crime de corrupção passiva, cuja pena máxima passou de cinco para oito anos, e o crime de corrupção ativa, em que a pena máxima subiu de três para cinco anos. Também as punições para o crime de tráfico de influências foram revistas em alta.
 
 
Contudo, o tempo das notícias e o tempo da política são distintos do tempo da justiça e todos estes processos continuam ainda por conhecer o seu fim. Dos casos citados, apenas o processo cível ligado aos emails do Benfica se traduziu parcialmente numa decisão, com o tribunal cível do Porto a condenar o FC Porto e o seu diretor de comunicação, Francisco J. Marques, a uma indemnização de cerca de dois milhões de euros ao Benfica pela divulgação dos emails.
 
No próprio dia da sentença, 7 de junho, os dragões anunciaram o recurso para o Tribunal da Relação do Porto da decisão proferida pelo juiz presidente do Tribunal Judicial da Comarca do Porto, José António Rodrigues da Cunha, argumentando que esta "penaliza a divulgação de informação que o próprio tribunal reconheceu como verdadeira".
 
No entanto, os emails que alegadamente configuravam um esquema do clube da Luz para controlar a arbitragem permanecem sob investigação no processo crime em que o Ministério Público (MP) juntou também o caso dos Vouchers -- que surgiu em 5 de outubro de 2015, quando o então presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, denunciou alegadas ofertas do Benfica a árbitros, observadores e delegados, mas que já foi arquivado na justiça desportiva.
 
Deste megaprocesso faz ainda parte o caso Mala Ciao, desencadeado em 25 de junho de 2018, que visa igualmente o Benfica e no qual está em causa a alegada compra de passes de jogadores como forma de contrapartida de corrupção desportiva e pagamento de incentivos a equipas adversárias para vencer o FC Porto. A investigação deste caso atingiu ainda Desportivo das Aves, Vitória de Setúbal, Paços de Ferreira e Marítimo.
 
Na origem da divulgação dos emails do Benfica suspeita-se que possa estar Rui Pinto, colaborador do 'Football Leaks', que foi detido na Hungria, ao abrigo de um mandado de detenção europeu, e depois entregue às autoridades portuguesas.
 
O jovem de 30 anos, que está indiciado por seis crimes (dois de acesso ilegítimo, dois de violação de segredo, um de ofensa a pessoa coletiva e outro de extorsão na forma tentada) por acessos ilegais aos sistemas informáticos do Sporting e da Doyen, aguarda a conclusão da investigação do MP, estando em prisão preventiva desde 22 de março.
 
Já o processo E-toupeira envolveu a SAD do Benfica, o agora ex-assessor jurídico dos encarnados Paulo Gonçalves e dois funcionários judiciais, Júlio Loureiro e José Silva, que alegadamente forneciam informações sobre inquéritos a troco de bilhetes, convites e 'merchandising' do clube.
 
A acusação do MP imputava à SAD do Benfica um crime de corrupção ativa, um crime de oferta ou recebimento indevido de vantagem e 28 crimes de falsidade informática. Todavia, a juíza Ana Peres, do Tribunal Central de Instrução Criminal, entendeu não levar a julgamento a SAD 'encarnada' - permitindo assim ao Benfica escapar a eventuais sanções desportivas -, bem como o funcionário judicial Júlio Loureiro.
 
Apenas Paulo Gonçalves, pelos crimes de corrupção ativa e violação de segredo de justiça, e o oficial de justiça José Silva, pelos crimes de corrupção passiva e peculato, vão responder em julgamento a partir de 25 de setembro, embora sobre este processo está ainda pendente o recurso do MP para o Tribunal da Relação de Lisboa no sentido de pronunciar também a SAD do Benfica.
 
O Benfica esteve no epicentro da maioria dos casos que abalaram os últimos anos, mas também o Sporting se viu envolvido em 2018 no processo Cashball, que investiga um suposto esquema dos leões para viciação de resultados no futebol e no andebol, chegando a envolver os nomes de Bruno de Carvalho e do ex-team manager do clube, André Geraldes. O caso continua em investigação.
 
Igualmente em investigação está o caso Lex, sobre suspeitas de corrupção/recebimento indevido de vantagem, branqueamento de capitais, tráfico de influências e fraude fiscal. Embora não seja um processo de natureza estritamente desportiva, acabou por incluir também o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, no lote de arguidos.
 
Numa fase mais avançada está já o processo Jogo Duplo, lançado em 14 de maio de 2016, que levou a julgamento oito antigos jogadores do Oriental, ex-futebolistas do Oliveirense, Penafiel e Académico de Viseu e ainda dirigentes, empresários e pessoas ligadas ao negócio das apostas desportivas. A leitura do acórdão do processo, com 27 arguidos e relacionado com viciação de resultados, está marcada para 25 de outubro.
 
Notícias ao Minuto | Lusa
 
 
 

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'O futebol não tem mais gênero': árbitra que 'viralizou' rebate sexismo e exalta Copa feminina

A árbitra, jornalista e escritora Fernanda Colombo.
Arquivo Pessoal

A Sputnik Brasil conversou com a árbitra Fernanda Colombo, que ficou famosa após uma brincadeira em campo. Ela falou sobre sexismo, futebol feminino, Copa América e também sobre sua experiência na Rússia.

A árbitra Fernanda Colombo hoje se dedica principalmente ao jornalismo. Também escritora, a autora do livro "Vamos jogar futebol", voltado ao público infantil, segue apitando partidas não oficiais.

Foi em uma dessas partidas que uma atitude dela viralizou nas redes sociais do mundo inteiro. Durante um jogo não oficial no Equador, ela fingiu que puxaria um cartão para um jogador e tirou um lenço do bolso, arrancando risadas dos jogadores.

"Foi uma brincadeira que eu resolvi fazer justamente por ser um jogo festivo. Mas era para ficar somente ali no campo. O fato dela ter saído me surpreendeu muito, principalmente por ter viralizado no mundo inteiro",  lembra Colombo.

Apesar da brincadeira, a árbitra conta que recebeu proposta idecente de um homem que a ofereceu dinheiro em troca de encontros. Ofendida, Colombo expôs o caso na internet.

"Foi terrível. A gente, como mulher, se sente menosprezada em receber isso. Mas é um alerta para gente de que isso acontece no mundo. Esse é o mundo real", lamenta.

"As mulheres precisam de apoio"

Colombo faz parte de um movimento crescente de participação feminina no futebol. Além da arbitragem e do jornalismo, as mulheres são cada vez mais importantes e conhecidas dentro do universo do esporte bretão.

Um exemplo disso foi o sucesso da Copa do Mundo feminina de 2019. Realizada na França, a competição bateu diversos recordes e chamou a atenção mundial de forma inédita não só para o esporte, mas também para o sexismo que ainda existe no futebol.

Sobre a importância desta Copa, Fernanda lembrou a participação da seleção brasileira, que classificou como "muito importante".

"Foi um passo muito importante para o futebol feminino. As jogadoras do Brasil não estavam em uma fase muito boa antes de começar a Copa, e realmente elas surpreenderam e conseguiram passar o recado: mostrar que o futebol [feminino] tem o seu valor e que as mulheres precisam de apoio", disse a árbitra.

Durante a competição a seleção feminina atraiu o interesse de milhões de brasileiros que acompanharam o time pela televisão. A torcida rendeu apelos para mais investimento no futebol feminino, além da felicidade de ver recordes como ver Marta tornar-se a maior artilheira da história das Copas.

A jogadora da seleção brasileira, Marta, gesticula durante partida das oitavas de final da Copa do Mundo feminina contra a França. O Brasil perdeu o jogo e foi eliminado por 2x1. Marta deixa a competição como maior artilheira da história das Copas.
© AP Photo / Francisco Seco
A jogadora da seleção brasileira, Marta, gesticula durante partida das oitavas de final da Copa do Mundo feminina contra a França. O Brasil perdeu o jogo e foi eliminado por 2x1. Marta deixa a competição como maior artilheira da história das Copas.

Fernanda também ressaltou que a competição levou a modalidade feminina do esporte a um novo patamar. Ela lembrou o sucesso inédito apontado pela FIFA e a importância da transmissão em televisão aberta no Brasil, o que ajuda a popularizar a prática feminina do esporte.

"O futebol não tem mais gênero. É muito bom ver as mulheres nas arquibancadas, frequentando os estádios, trabalhando na arbitragem, como jornalistas e jogadoras. Eu gosto muito de futebol, então para mim é uma realização muito grande", disse Fernanda. 

Após Copa América, futebol masculino deve focar em 2022

A árbitra também comentou a final da Copa América de futebol masculino, que teve o Brasil como campeão em final contra o Peru.

"Acho que o Brasil ainda tem muita coisa para melhorar, mas foi campeão. Não há discussão, o título fala por si só. Acredito que ainda tem que haver uma renovação porque 2022 está chegando e vários jogadores que estavam na Copa América não vão poder jogar", aponta.

A juíza, porém, teceu críticas à arbitragem e a classificou como o destaque negativo não só da final como da competição em geral.

Colombo ressaltou que a inclusão do VAR, ferramenta que permite à arbitragem checar lances em vídeo, ainda precisa ser aprimorada. Para ela, os árbitros da Copa América se mostraram inseguros com a ferramenta durante a competição.

Copa na Rússia foi 'experiência incrível'

A Sputnik Brasil também perguntou para a árbitra brasileira sobre sua presença na Rússia.  

"Foi uma experiência incrível. Os brasileiros estavam muito confiantes. Eu fui assistir o jogo da final e era impressionante a quantidade de brasileiros que já haviam comprado ingresso pensando em uma final", afirmou.

Para ela, essa confiança na seleção brasileira surpreende, tendo em vista que na Copa anterior o Brasil foi eliminado com uma goleada histórica.

"Depois de uma Copa de 7x1, acho que foi uma reviravolta muito grande em relação à confiança que o brasileiro tinha na seleção. E o Tite que conquistou isso", declarou.

Fernanda também lembra com prazer de sua experiência como turista no país.

"A Rússia estava muito bem organizada. Tudo funcionava perfeitamente. O metrô, os trens que ligavam as cidades. Foi tudo perfeito, maravilhoso", recorda a juíza brasileira que acrescentou que recomenda às pessoas fazerem turismo aproveitando eventos esportivos. 

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/brasil/2019070814179378-o-futebol-nao-tem-mais-genero-arbitra-que-viralizou-rebate-sexismo-e-exalta-copa-feminina/

Piscinas dos Salesianos de Manique vão acolher Torneio Master José Marreiros por uma causa solidária

Piscinas dos Salesianos de Manique vão acolher Torneio Master José Marreiros por uma causa solidária
Por Redação
21 fevereiro 2019
O complexo de piscinas dos Salesianos de Manique foi o escolhido para o Torneio Master Solidário José Marreiros, promovido pelos treinadores e nadadores Álvaro CardosoElena Kraeva e Patrícia Diogenes que criaram uma campanha de angariação de fundos para aquisição de uma prótese, de forma a ajudar na mobilidade o nadador master José Marreiros, que éconsiderado um dos grandes ícones da Natação Master em Portugal, não só pelos seus resultados de destaque, onde é detentor de vários Títulos Nacionais e com bons resultados em Campeonatos Internacionais, mas sobretudo pelo símbolo que representa de persistência, boa disposição e exemplo de vida para todos.
Segundo a organização, pretende-se que este Torneio seja uma grande "Onda Solidária" na Natação em Portugal.  Com 73 anos e, devido à amputação da perna direita, a mobilidade de José Marreiros torna-se cada vez mais condicionada, o que levou os três treinadores e nadadores a organizar esta causa solidária, visando proporcionar uma melhoria na qualidade de vida do nadador.
“Temos o desejo, vontade e motivação necessária para conseguirmos a verba para a aquisição de uma prótese, um bem tão desejado e tão importante para o dia-a-dia do "Zé Marreiros", afirmam.
Para a aquisição da prótese serão necessários cerca de 5.000€ - valor que este Torneio pretende angariar, seja em forma de donativos e/ou inscrições no mesmo.
Piscinas dos Salesianos de Manique vão acolher Torneio Master José Marreiros por uma causa solidária
Torneio Master Solidário José Marreiros é de cariz solidário, e está agendado para o próximo no dia 23 de Março, sábado, no Complexo de Piscinas da Escola dos Salesianos de Manique, na freguesia de Alcabideche. 
O Torneio conta com os apoios da Federação Portuguesa de Natação, do Conselho Regional de Arbitragem e da Associação de Natação de Lisboa e é realizado em co-organização com a Escola dos Salesianos de Manique, que irá ceder a piscina.
Uma das grandes novidades, e pela primeira vez em Portugal na categoria de Master é a realização de Estafetas Oficiais de 4x200 Livres.  
Este torneio sendo oficial, está disponível no calendário Internacional do Swimrankings.net, e no calendário do novo site da ANL (link), o ficheiro convite, e a página de resultados do evento, cujo link é: http://anlisboa.info/results/2018_19/TOR05_1819_TMAS_SOLIDJM/index.html
Os organizadores apelam a uma Onda Solidária Master nesta nobre causa e consideram que toda a ajuda é importante seja em forma de divulgação, Inscrições e em donativos! Todas as verbas angariadas revertem na totalidade para a causa.

Karatecas dos Bombeiros de Alcabideche no Campeonato Europeu na Dinamarca

Os karatecas de Alcabideche Diogo Ribeiro e Tiago Almeida, que vão procurar dar o seu melhor em Aalborg
Por Redação
29 dezembro 2018
Dois karatecas da Associação Humanitária dos Bombeiros de Alcabideche contam-se entre os convocados pela Federação Nacional de Karaté para integrar a Seleção Nacional, que irá participar em fevereiro próximo no 11º. Campeonato da Europa Sub21, em Aalborg, na Dinamarca, apurou Cascais24.
 
Diogo Ribeiro e Tiago Almeida, são os atletas de Alcabideche, que irão representar o concelho de Cascais neste Campeonato Europeu, que decorre, em simultâneo, com o 46º Campeonato de Cadetes e Juniores naquela cidade dinamarquesa nos próximos dias 8 e 10 de fevereiro.
 
Destaque, ainda, para a participação do jovem André Moura, em representação do Fusões Academia da Brandoa, no concelho de Amadora.
Rui Inácio
Segundo Rui Inácio, responsável pela área desportiva dos Bombeiros de Alcabideche, "esta participação é um privilégio e um reconhecimento, sendo sinónimo das altas qualidades e capacidades dos nossos atletas, que têm procurado dar o seu melhor ao longo das épocas".
Recorda-se que os karatecas da Associação Humanitária dos Bombeiros de Alcabideche lograram, nos seus vários escalões, alcançar grandes sucessos esta época. 
Ao terminarem com sucesso 2018, não é menos verdade de que começam 2019 com "chave de ouro" ao participarem neste Campeonato Europeu dinamarquês.
 

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_544.html

Lusofutebol | Está no seu ADN

António José Gouveia | Jornal de Notícias | opinião

Tribunais, investigações, mandados, buscas, crimes, terrorismo, sequestro. Todas estas palavras estão ligadas, de alguma forma, ao futebol e aos clubes portugueses. Tem sido assim ao longo de décadas e já se pode dizer que, infelizmente, está impregnado no seu ADN.

O futebol tem tanto de apaixonante e vibrante como de fazer ressurgir os sentimentos mais primitivos. Todos os casos à volta deste desporto, desde os e-mails, do e-Toupeira, do Mala Ciao, do ataque de um bando de homens das cavernas aos jogadores do Sporting e, mais recentemente, do alegado envolvimento do ex-presidente Bruno de Carvalho, só vêm provar que é necessária uma revolução no futebol português. Os principais culpados nem são os dirigentes. Esses fazem o que lhes é permitido pelos adeptos, pelos patrocinadores ou pelas autoridades que deveriam zelar por uma indústria que já é bastante relevante em Portugal. Enquantoos adeptos não castigarem os seus dirigentes pelos alegados atos ilegais, estes vão sempre assumir que o clube são eles e eles o clube. A postura dos sócios e adeptos de cada vez que há razões para investigações, mandados, buscas ou crimes é a de culpabilizar o rival colocando no pedestal do Olimpo aqueles que prevaricaram ou até que prejudicaram gravemente o clube. Ponham os olhos na Liga Inglesa. Fala-se de tudo dentro e fora das quatro linhas, mas raramente de escândalos semelhantes aos que se passam neste retângulo da Península Ibérica. Mas as "culpas" também são repartidas por quem organiza os campeonatos e por leis que são feitas para serem laxistas, ultrapassáveis e até esquecidas. É um cenário negro e mesmo assim consegue mover multidões. É só essa a razão por que existem ainda patrocinadores que apostam no futebol. E mesmo esses vão rareando. A não ser aqueles que, para o seu negócio, estão dependentes de um dos conteúdos mais apetecíveis.

*Editor-executivo do JN

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

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Menina de Cascais conquista Ouro em patinagem artística em Espanha

Por Redação 
02 novembro 2018

Foi com muita garra e determinação que Pilar Santos, atleta do Grupo Recreativo e Familiar de Murches (GRFM) de Cascais, fez erguer a Bandeira Nacional na Taça da Europa 2018, que decorreu em Fuengirola, Espanha.
Com apenas 11 anos de idade e dois anos na modalidade, o trabalho desenvolvido por esta pequena/grande atleta e respetiva equipa técnica, tem vindo a destacar-se na categoria de Solo Dance no decorrer deste ano.
Pilar, que é natural de Cascais, conquistou esta quinta-feira, no país vizinho, a merecida medalha de ouro no escalão de infantis e, para além de motivo de grande orgulho para pais e outros familiares, não o deixa de ser, também, quer para o Grupo Recreativo e Familiar de Murches e respetivos técnicos e para todos os cascalenses.
Parabéns Pilar e bem hajas por ter representado Cascais!

Menina de 11 anos representa Cascais na patinagem artística europeia

Por Redação
29/10/2018 
Aos 11 anos, Pilar Peixoto Santos é uma jovem atleta de patinagem artística do escalão infantil do Grupo Recreativo e Familiar de Murches (G.R.F Murches), do concelho de Cascais, que vai representar a Federação Portuguesa na Taça de Europa 2018 – um evento europeu desportivo, que decorre entre esta segunda-feira, dia 29 de outubro e 4 de novembro, em Fuengirola, na vizinha Espanha. 
 
A jovem Pilar chegou ao Campeonato Europeu, depois de eleita pelos selecionadores nacionais Mário Lago e Rui Carneiro, na sequência de dois estágios em centros de treino no Luso.
 
Sob o lema  "JUNTOS SOMOS MAIS FORTES", a Escola de Patinagem Artística de Murches completou neste mês de outubro 5 anos desde a sua abertura, tendo vindo desde então a assinalar conquistas desportivas nesta área do desporto.

Alves Barbosa, «um dos melhores de sempre»

Morreu este sábado, aos 86 anos, o antigo ciclista Alves Barbosa. Fica na história da modalidade por vencer três edições da Volta a Portugal em bicicleta e ser o primeiro português na Volta a França.

Alves Barbosa «foi uma das maiores referências do ciclismo português e uma pessoa admirável», refere o presidente da Federação Portuguesa de CiclismoCréditos / Record

O antigo ciclista, que ao longo da carreira apenas representou o Sangalhos, venceu as edições de 1951, 1956 e 1958 da Volta a Portugal e foi um dos dez primeiros da Volta a França de 1956.

Depois da estreia, Alves Barbosa participou em mais três Voltas à França (1957, 1958 e 1960), mas também na Volta a Espanha (1957, 1958 e 1961), Volta a Marrocos (1952 e 1960) e Volta à Andaluzia (1960 e 1961).

Depois de abandonar a estrada, foi treinador do Benfica (1961) e director técnico nacional (entre 1975 e 1978, e 1989 e 1992).

Alves Barbosa, considerado um dos maiores ciclistas de sempre, nasceu em Vila Verde, na Figueira da Foz, no dia 24 de Dezembro de 1931, e morreu este sábado no Hospital Distrital da Figueira da Foz, onde estava internado, devido a problemas respiratórios e cardíacos.

Ver original em 'AbrilAbril' (aqui)

Verdade desportiva. Ah! Ah! Ah!

(Pacheco Pereira, in Público, 08/09/2018)

JPP

Pacheco Pereira

O interessante e pouco surpreendente exercício de contenção de danos que sucessões de adeptos do Benfica, célebres, consagrados, eminentes juristas, e homens que só eles sabem quem são, fazem, com a cumplicidade activa da comunicação social reduzida a esta miséria, tem como objectivo dizer que, se houve ilegalidades, elas foram de um homem ou dois e não atingem o clube, nem essa coisa contraditória nos seus termos, chamada a “verdade desportiva”. Isto porque uma das sanções previstas, em absoluta teoria e em absoluta impossibilidade prática, inclui a proibição do clube jogar por uns meses e anos, ou ser despromovido para uma divisão inferior. A tese é que nenhum jogo foi ganho ou perdido, a célebre “verdade desportiva”, por causa de uma malfeitoria de espionagem ilegal ao sistema judicial e a várias bases de dados públicas, para obter informações sobre processos judiciais e dados sobre árbitros.

A questão é muito simples: na história da corrupção em Portugal há quatro componentes, três de cima, e uma de baixo. Completam-se como peças de um jogo, neste caso o jogo do nosso atávico atraso nacional. Nacional, português, nosso, que todos nós pagamos para alguns receberem. As três de cima são as dos grandes: a corrupção na política, nos negócios e no futebol, profundamente interligadas. A de baixo, é a pequena corrupção do dia-a-dia, que os portugueses praticam como quem respira e que, entre outras coisas, gera o pano de fundo para toda a corrupção, nem que seja pela fragilíssima condenação de ilegalidades quando são parecidas com as que os de baixo praticam. São tudo valentões contra a corrupção, no café e nas caixas de comentários e Facebooks, mas depois, como se vê no futebol, fecham os olhos tão forte que até dói.

O futebol é uma das máfias nacionais, aquela que mais às claras actua, até por sentimento de impunidade, que duvido, mesmo que estes processos consigam contrariar. Todos os componentes das máfias estão lá: associação de criminosos e comunidade à volta do crime consentido, se for a favor do “nosso” clube. A máfia em Itália e nos EUA também é assim, e parte o seu sucesso tem a ver com a parte comunitária: defesa da Sicília mais pobre, defesa da comunidade italiana nos EUA, protecção dos “seus”, definição de territórios, etc..

Depois, como na máfia, há a circulação de promiscuidades entre o futebol, a política e os negócios. Nem vale a pena falar muito, porque está tudo à vista e não é pago nem por bilhetes de futebol, nem lugares VIP, nem camisolas. É uma troca de favores, que vale milhões em isenções fiscais, em fiscalidade “favorável” em autorizações para urbanizações e construções, tudo. E a tudo isto deve-se acrescentar o papel, como na máfia, de vários Consiglieri e Fixers, entre a melhor advocacia portuguesa e uma extensa rede de cumplicidades e favores na comunicação social.

E, por fim, last but not the least, os exércitos para a guerra, a violência, a defesa do território, as vinganças, e para pôr na ordem adversários e traidores, — as claques. Claques pagas com merchandising e tráfico de droga e cujos disciplinados soldados atacaram os jogadores do Sporting, e “puseram” na ordem, com algumas sovas até com mortes, ainda por esclarecer, no Porto, quem se lhes opunha ou no mundo dos negócios obscuros que controlam, da segurança à “noite”. Ai não sabem! Sabem, sabem, todos, dirigentes desportivos, jogadores, treinadores, polícias e ladrões.

Voltando à “verdade desportiva”, esse caso típico de umoximoróndialéctico, para os irritar com a intelectualidade. Então os homens queriam saber coisas sobre os árbitros, queriam saber coisas sobre as investigações sobre o clube, para quê? Para fortalecer o clube, permitir-lhe vantagens competitivas, fazer chantagem e corromper os árbitros, evitar sarilhos e garantir impunidade, e em linhas gerais aumentar o poder e o dinheiro disponível, inclusive para comprar e pagar melhores jogadores. E isso não tem nada a ver com o “relvado”? Com os jogos? Com as “vitórias”?

Eles acham que nós somos parvos e temos medo. Nem todos.

Ver original em 'A Estátua de Sal' (aqui)

O OCIDENTE


Jogos Asiáticos

12 mil desportistas de 45 países que representam 4,463 biliões de pessoas, mais de metade da população mundial que é de 7,6 biliões de habitantes, 

O ‘Ocidente’ é o esplendor que ofusca tudo o que o rodeia. O Ocidente é o saber, a liberdade e tudo o mais que os livros que nos deram a ler exaltam e nos deixa com a convicção de superioridade perante todos os que não tiveram o privilégio de nele ter nascido. Somos os maiores! Da Ásia, nem se ouve falar, além das lojas dos chineses, ou então, só nos chegam as más notícias, “o perigo amarelo, as Coreias que desfilam com uma só bandeira” e muitas outras maldades.

A abertura dos “Jogos Asiáticos” em que participam 12 mil desportistas de 45 países e que representam 4,463 biliões de pessoas, mais de metade da população mundial que é de 7,6 biliões de habitantes, é uma minudência que só nos alimenta o ego.

Os ‘Jogos Asiáticos’ são um acontecimento desportivo semelhante aos dos Jogos Olímpicos que têm âmbito universal, mas para nós ocidentais, é um acontecimento de somenos importância de que se não dá notícia. O Ocidente diminui-se ao desvalorizar outros povos e outros continentes, e no fundo, não é mais que o complexo de inferioridade, de dominadores em declínio.

Leia original em

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