Consumismo

Óculos de sol de John Lennon vendidos em leilão por 164 mil euros

(dr) Sotheby's

 

Os óculos de sol de John Lennon são uma parte icónica da sua imagem, valendo uma verdadeira fortuna para um colecionador. Os óculos foram agora vendidos por 164 mil euros num leilão da Sotheby’s.

 

Os óculos foram oferecidos ao motorista privado do músico, Alan Herring. Em 1968, John Lennon deixou os óculos no banco de trás do carro e o motorista, encontrando-os e reparando que estavam estragados, perguntou-lhe se queria que ele os arranjasse.

O membro dos Beatles disse que não importava, porque apenas serviam para compor o seu visual artístico e disse para Herring ficar com eles. Agora, 50 anos depois, os óculos foram vendidos por 164 mil euros num leilão da Sotheby’s, que contou com outros objetos utilizados pelos Beatles, como por exemplo um colar usado por George Harrison, que foi vendido por 12 mil euros.

“Pelo bem da minha família faz sentido eu dizer adeus à minha coleção agora enquanto ainda consigo contar as histórias por trás de cada objeto”, disse o motorista em comunicado, citado pela Sábado.

 
 

Ainda em junho deste ano, a guitarra elétrica de George Harrinson foi leiloada em Londres. Tratava-se da guitarra que George Harrison (1943-2001) tocava durante as lendárias digressões dos Beatles em Hamburgo e fez parte de um leilão dedicado a objetos do mundo do espetáculo.

ZAP //

 
 

Ver original em 'ZAP aeiou' na seguinte ligação:

https://zap.aeiou.pt/oculos-sol-john-lennon-vendidos-leilao-297518

Tentações pindéricas

A tentação é um mal que acompanha os seres humanos desde sempre…”Senhor não nos deixeis cair em tentação e livrai-nos de todo mal, ámen…”

Buda olhava em frente, a meia altura, para não se deixar tentar.

Os muçulmanos escondem o prato da comida para não tentarem os que não têm comida.

Resistir às tentações foi sempre considerado um imperativo de todas as grandes religiões, até chegarem os saldos, os Black Frydays e os novos natais.

Os aeroportos das grandes cidades são exposições de quase tudo o pode fazer um ser humano cair em tentação. E na altura do natal (transformado em feira de bazares), os aeroportos enchem-se de produtos faiscantes de sedução para os olhos, as pituitárias e os narizes, sempre a pensar no vil metal que os cartões de crédito dão guarida.

O luxo é a suprema vingança dos ricos sobre os pobres, na medida que a sua exibição/ostentação convoca uma espécie de basbaquice que se espalha quando os de baixo espreitam os de cima e aspiram a estar nos seus lugares.

Os famosos, homens ou mulheres, têm para consolidar essa estirpe de sucesso de assinalar o local onde estão, de escarrapachar quanto gastam e exporem fotos do que comem e de onde dormem…e os de baixo querem ver o que os fazem famosos nas suas grandes vidas.

Mas a fama de que os famosos é feita não é um direito adquirido para sempre. Há um sobe e desce. O Olimpo da fama não é como o céu dos crentes onde cabem todas as almas desde o início até ao juízo final que a manterem-se as alterações climáticas não está longe.

Um famoso obedece a certos critérios nas roupas e no calçado, nos perfumes, nos cabeleireiros, nas festas, nos bares; não é fácil.

Com a idade há a tendência para se esfumar o estatuto, o corpo não perdoa e a alma pouco conta para o mercado mediático, é algo que se pendura no cabide da vida, que se não vê e, portanto, não se vende.

Os famosos recebem em função da sua fama e quem a vai perdendo, diminui os seus vencimentos devido a esse declínio mercantil.

Os gregos, melhor que nenhum outro povo, aperceberam-se da fragilidade dos Deuses; não eram só os humanos, frágeis eram também as criaturas divinas que os humanos criaram. Deusas e Deuses que se comportavam como as mulheres e os homens e intervinham nas suas disputas… Que o diga Ulisses que que contou com a proteção de Deusas que por ele se deixavam seduzir.

Circe aconselhou-o a colocar cera nos ouvidos para não ouvir os cantos das sereias que o levariam à perdição, antes de enfrentar Cila e Caribe e chegar finalmente a Ítaca.

Ulisses soube resistir à tentação encontrando o antídoto que partia do pressuposto que mesmo sendo da estirpe dos deuses tinha as suas fraquezas.

Os que ficaram para todo sempre na História como Ulisses assumiram as suas fraquezas. Os crentes pedem para os livrar das tentações. Buda não olha para os lados. Os muçulmanos escondem o prato.

Quem do alto do seu estrelato efémero não resistiu ao Dior Absolu Eau de Parfum apenas deixou inscrito na espuma dos dias que por cem euros era capaz de não resistir, culpando a empregadota exatamente por ser pobre e sem fama, a pindérica. Quem ao céu sobe, ao inferno pode cair.

 

https://www.publico.pt/2019/12/16/sociedade/cronica/tentacoes-pindericas-1897473

Ver original em ' O Chocalho' na seguinte ligação:

https://ochocalho.com/2019/12/16/tentacoes-pindericas/

Como a Black Friday ganhou esse nome? A história por trás do maior evento de compras e vendas do ano

Hannah Daly/The Telegraph

Em anos mais recentes, circulou um impreciso rumor, sugerindo que os proprietários de plantações do sul poderiam comprar escravos com um desconto, após o Dia de Ação de Graças, no século XIX.

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Quer saber como a Black Friday [sexta-feira negra] ganhou esse nome? Provavelmente não é o único.

Todos os anos, o famoso fim de semana de vendas, que vem a seguir ao Dia de Ação de Graças e, este ano, começa hoje – 29 de novembro –, vê uma quantidade significativa de compradores dirigir-se às lojas das principais ruas e às marcas on-line, na tentativa de conseguir as melhores ofertas.

Os retalhistas, como a Amazon, Currys PC World, John Lewis e Argos, lançaram um leque de ofertas, com descontos esperados até à Cyber Monday [segunda-feira eletrónica].

No entanto, muitas pessoas desconhecem a história do fenómeno e não fazem ideia da origem do nome, antes de ter sido associado à loucura das compras nas vésperas do Natal.

Do caos do pós-jogo de futebol, em Filadélfia, até às pessoas que cunharam o nome do evento de vendas, eis a história por trás da Black Friday.

As primeiras origens e história

O termo Black Friday foi, de facto, associado primeiro à crise financeira, não às vendas a retalho.

Dois financeiros da Wall Street, Jim Fisk e Jay Gould, compraram juntos uma quantidade significativa de ouro dos EUA na esperança de que o preço global subisse e, por sua vez, pudessem vendê-lo com enormes lucros.

Na sexta-feira, 24 de setembro de 1869, na que foi chamada Black Friday, o mercado de ouro dos EUA colapsou e as ações de ouro de Fisk e Gould levaram os barões da Wall Street à falência.

Só alguns anos mais tarde, o período pós-Ação de Graças se associou àquele nome.

Histórias da Black Friday

Quando as lojas nos EUA registavam a sua contabilidade à mão, anotavam os lucros a preto e as perdas a vermelho.

Pensa-se que muitas lojas estavam “no vermelho” durante a maior parte do ano, mas, depois, “entravam no preto” no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças, quando os compradores compravam uma quantidade significativa de mercadorias com desconto.

Em anos mais recentes, circulou um impreciso rumor, sugerindo que os proprietários de plantações do sul poderiam comprar escravos com um desconto, após o Dia de Ação de Graças, no século XIX.

Quem cunhou o nome Black Friday?

Os agentes da polícia de Filadélfia foram os primeiros a ligar a Black Friday ao período pós-Ação de Graças, na década de 1950. Grandes multidões de turistas e compradores chegaram à cidade, no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças, para o jogo de futebol entre o Exército e a Marinha, criando o caos, engarrafamentos de trânsito e oportunidades de furto.

Os agentes policiais da cidade não conseguiram gozar o dia de folga e, em vez disso, tiveram de trabalhar longos turnos para controlar a carnificina, usando assim o termo “Black Friday” para se lhe referir.

Como o nome se espalhou por Filadélfia, alguns dos comerciantes e entusiastas da cidade não gostaram das conotações negativas e tentaram, sem sucesso, alterá-lo para “Big Friday” [grande sexta-feira].

Mais tarde, a Black Friday tornou-se conhecida na imprensa, depois de um anúncio ter sido publicado na revista The American Philatelist, em 1966. No final dos anos 1980, o termo era comummente conhecido em todo o país e os retalhistas logo o ligaram às suas vendas pós-Dia da Ação de Graças.

Hoje, a Black Friday é o maior evento de compras e vendas do ano nos EUA, quando muitas lojas cortam os seus preços numa variedade de produtos, a fim de aumentarem os lucros e iniciarem oficialmente a época festiva.

O fenómeno das compras e vendas nos EUA

As compras em novembro eram populares nos EUA antes de os polícias de Filadélfia terem cunhado o termo Black Friday.

O hipermercado Macy's foi o primeiro a anunciar vendas no pós-Dia de Ação de Graças, em 1924, durante o desfile desse dia, em Nova York.

O dia das compras ficou popular ao longo dos anos 1930, embora os retalhistas tenham passado por sacrifícios durante a Grande Depressão.

O presidente Franklin D Roosevelt tomou a decisão de mudar a data do Dia de Ação de Graças para uma semana antes do normal, em 1939, na esperança de que as compras e vendas desenvolvessem a economia dos EUA. Alguns apelidaram esta mudança de “Franksgiving” [Ação de Frank].

Depois de os agentes policiais ligarem a Black Friday ao caos de Filadélfia, a loucura das compras tornou-se mais generalizada nas décadas de 1970 e 1980, com as lojas a atraírem enormes multidões.

Hoje, milhões de americanos percorrem as lojas e pesquisam websites, para procurar as melhores ofertas; os retalhistas, geralmente, continuam as suas vendas durante o fim de semana, concluindo com ofertas apenas on-line na Cyber ​​Monday.

Ao analisar 80 dos 100 principais retalhistas on-line dos EUA, o Adobe Analytics constatou que os gastos on-line na Black Friday de 2018 atingiram US $ 6,2 biliões, sendo dois biliões oriundos de smartphones.

O crescimento da Black Friday no Reino Unido

A gigante do retalho on-line Amazon introduziu o conceito no Reino Unido em 2010, promovendo uma variedade de descontos e promoções para os consumidores.

Em 2013, o supermercado Asda, propriedade da retalhista americana Walmart, fez posteriormente a sua própria venda na Black Friday – venda que resultou no caos, pois os clientes lutavam fisicamente por televisões e aparelhos. Depois disso, a Black Friday cresceu significativamente em todo o Reino Unido, com cada vez mais retalhistas a optarem por realizar eventos de venda.

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Apesar de alguns retalhistas, como a Ikea e a Marks e Spencer, optarem por não se juntarem abertamente à loucura das compras, muitos outros conseguiram dessa forma aumentar os seus lucros.

Em particular, as vendas do fim de semana geraram uma quantidade significativa de lucros on-line, graças, em grande parte, ao surgimento do smartphone e serviços como o clique e acumule.

De acordo com o IMRG, gastou-se 1,49 bilião de libras nos sites de retalho on-line do Reino Unido, na Black Friday de 2018, enquanto a Retail Week [semana de retalho] contabilizou 194 milhões de visitas às páginas de compras e vendas do Reino Unido, em 23 de novembro do ano passado.

A Hitwise também descobriu que a Amazon representava 26% de toda a indústria de retalho, no período entre a Black Friday e a Cyber ​​Week (de segunda-feira, 19 de novembro, até domingo, 25 de novembro).

A Black Friday em todo o mundo

Juntamente com o Reino Unido e os EUA, a Black Friday surgiu em outros países do globo, incluindo o Brasil, a Índia, a França, a Noruega, a Roménia e a Alemanha.

Segundo o Citipost Mail, 6,4 milhões de canadianos fazem férias na Black Friday e muitos vão aos EUA fazer compras – embora isso tenha diminuído nos últimos anos, devido às taxas de câmbio.

No México, chamam à sua versão da Black Friday “El Buen Fin”, que significa “o bom fim”, enquanto nos Emirados Árabes Unidos as lojas reduzem os preços no que chamam de “White Friday” [sexta-feira branca].

É o Black November a nova Black Friday?

A Black Friday tornou-se um importante período para muitos retalhistas, pois esperam que a oferta de descontos aumente os seus lucros.

No entanto, o aumento das exigências do consumidor e a concorrência entre os retalhistas levaram a uma quantidade esmagadora de visitantes aos sites de retalho on-line e ao caos nas grandes lojas de rua.

Para ajudar a melhorar o processo de vendas e de entregas on-line, lidar com a concorrência e satisfazer as necessidades dos clientes, os retalhistas estão agora a optar por fazer as suas vendas num período prolongado, em vez das tradicionais 24 horas.

Nos últimos anos, várias promoções e ofertas começaram nos dias que antecederam a Black Friday, um movimento que foi apelidado de “Black Fiveday” [cinco dias negros].

Sabe-se que alguns retalhistas on-line iniciaram mesmo as suas vendas no início de novembro, continuando no fim de semana da Black Friday e concluindo na Cyber ​​Monday.

Os retalhistas vão provavelmente continuar essa tendência em 2019, principalmente porque as vendas on-line foram maiores nos dias que antecederam a Black Friday, no último ano.

Cyber ​​Monday

Não existe há tanto tempo quanto as Black Friday, mas o desenvolvimento da tecnologia e das compras online levou os retalhistas a criar a Cyber ​​Monday.

O dia marca a continuação das vendas após o Dia de Ação de Graças e a Black Friday, com promoções e descontos exclusivos apenas na Internet. Este ano, cai em 2 de dezembro.

Ellen Davis, vice-presidente sénior da Federação Nacional de Retalho, nos EUA, usou pela primeira vez o nome em 2005, quando notou um aumento nas vendas on-line na segunda-feira após o Dia de Ação de Graças.

De facto, o Adobe Analytics descobriu que foram efetuadas mais compras on-line na Cyber ​​Monday nos EUA, no ano passado, do que na própria Black Friday, com os consumidores americanos a gastar US $ 7,9 biliões.

Fonte: https://www.telegraph.co.uk/black-friday/2019/11/29/black-friday-name-meaning-history-sales-event/, publicado em 2019/11/29, acedido em 2019/12/04

Tradução do inglês de LMS

 

 

Ver original em 'Pelo Socialismo' na seguinte ligação:

https://pelosocialismo.blogs.sapo.pt/como-a-black-friday-ganhou-esse-nome-a-82693

Onde hoje não me vão encontrar!

No dia de hoje, quem por mim procurar, de certeza que no consumonão me irá encontrar.

 

Quer isto dizer que bem podem os comerciantes acenar com descontos miraculosos e pagamentos a um, dois, três, até mesmo a quatro anos, que bem falam, mas não me embalam.

 

Não é apenas por levar muito a sério as palavras do ministro Matos Fernandes, que tanto irritaram os nossos comerciantes. O «expoente máximo do capitalismo», que denunciou, foi também ontem o eixo das afirmações da sua homóloga francesa sem que suscitasse a polémica aqui verificada. Pelo contrário, os comerciantes gauleses enfrentam uma grande concertação dos deputados, que pretendem proibir liminarmente o «Black Friday» por constituir «um modelo de consumo antiecológico».

 

Por muito que os ultraliberais do tipo Cotrim Figueiredo se indignem por criar-se uma cultura de privação da liberdade a quem queira comprar por cem, o que cem custava, mas onde atempadamente se mudaram as etiquetas para iludir só por duzentos anteriormente se adquirir, mandam as circunstâncias contrariar esses paladinos do mais radical capitalismo selvagem e até acantoná-los onde a sua virulência perca a capacidade de contaminar.

 

Hoje não é só a ONU ou a nova Comissão Europeia a fazer da emergência climática a prioridade quanto às políticas a aplicar. Se, entre nós, os campos secam, as albufeiras esvaziam e os incêndios de verão e de outono ganham dimensão incontrolável, é por se ter deixado o capitalismo alcançar uma capacidade de causar dano, que deveria ter sido travada muitos anos atrás. Só que, lamentavelmente, os que propunham um modelo económico alternativo também não se livravam da perspetiva de garantirem melhores padrões de vida e menores desigualdades à conta de exponenciais crescimentos económicos. E por isso secaram o mar de Aral prejudicando quem afirmavam querer ajudar...

 

Que a Terra não suporta mais essa lógica apocalítica, vão-no demonstrando o degelo dos glaciares, a redução dopack ice no Ártico, a ampliação dos desertos ou incêndios como os de Los Angeles ou da Austrália.

 

Temos de consumir menos e melhor. Há que acabar com a criminosa programação da obsolescência dos eletrodomésticos para obrigar à sua frequente substituição. O plástico deve ser erradicado das nossas cozinhas e das prateleiras dos hipermercados.

 

Em suma urge substituir esta nossa civilização do desperdício por uma outra, de utilização racional dos recursos tanto quanto possível renováveis ou recicláveis. O que significa conciliar o tal modelo alternativo por ser o único assente no planeamento das existências e da sua justa distribuição, com a consciência ecológica de se reduzirem as pegadas de tudo quanto possamos consumir.
 

Veja o original em 'Ventos Semeados':

https://ventossemeados.blogspot.com/2019/11/onde-hoje-nao-me-vao-encontrar.html

Não se pode ter calma

«Nesta sociedade distópica, o tempo é um luxo. Os ricos andam devagar, saboreiam tudo com calma, e os pobres correm, correm pela sua vida (…) Dizer “não” é um conselho útil para os que têm medo da palavra e das suas consequências. E a prática do não pode começar desde já, quando planear os próximos dias de festa. A sugestão é para que entregue a organização e confecção a quem sabe, seja a um chef num restaurante ou num hotel, seja em sua casa, abrindo a cozinha a alguém que se preocupe com tudo, inclusive com a limpeza.» Excertos de um editorial da Ímpar, uma revista do Público que não coloquei logo para reciclar. Não me arrependi. É que para lá de sugestões práticas, como as que também constam do editorial, ainda recebi dicas para presentes igualmente práticos de Natal: de um gira-discos por vinte mil euros até a um aparelho de meditação por duzentos e setenta. Compro, logo existo. Enfim, confirma-se que o consumo conspícuo na era das desigualdades pornográficas também é servido ideologicamente por uma imprensa que tem por referência universal os hábitos dos ricos cada vez mais ricos, os que afinal podem dizer não e compelir outros a dizer sim. É o porno-riquismo. É todo um luxo consumista, toda uma limpeza social, toda uma distopia política, toda uma catástrofe ambiental. Realmente, não se pode ter calma. Só mesmo inquietação, inquietação.

Ver original em 'Ladrões de Bicicletas' (aqui)

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