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Líder do CDS critica “política de gosto” contra touradas

Paulo Novais / Lusa

 

Francisco Rodrigues dos Santos denunciou o tratamento discriminatório do Governo por aplicar taxa de IVA máxima e impor uma lotação de apenas 25% nos espetáculos tauromáquicos.

 

Este sábado, o presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, disse, em Santarém, ser inadmissível a “política de gosto” e a “visão preconceituosa” da ministra da Cultura, Graça Fonseca, para com a tauromaquia, pedindo uma política cultural que respeite os aficionados.

O responsável político encontrou-se, a seu pedido, na praça de touros de Santarém, com a Associação Nacional de Grupos de Forcados, ouvindo queixas sobre o tratamento “discriminatório” ao setor, não só pelo IVA de 23% que lhe é aplicado, como pela limitação a uma lotação de 25%, que Diogo Durão, presidente da ANGF, assegurou inviabilizar a realização de eventos.

Para o presidente centrista, a tauromaquia “faz parte da cultura portuguesa”, tem “raízes profundas na sociedade” e, “nos termos da lei, é considerada uma arte performativa que encerra em si um sistema de valores, de crenças e de tradições, que resultam da liberdade do povo português e da sua caracterização cultural”.

O líder do CDS-PP considerou “inadmissível” a “perseguição fiscal”, a “política de gosto” e “uma visão preconceituosa deste setor”, apenas porque “a ministra da cultura não gosta da tauromaquia”.

Como exemplos apontou o “IVA discriminatório face aos outros espetáculos culturais”, de 23% em vez de 6%, o facto de estes eventos só passarem a ser permitidos a partir de 1 de julho, e não no “início da terceira fase de desconfinamento”, como os restantes, e a lotação das plateias a um nível que torna estes eventos inviáveis.

“A ministra da Cultura não tem o direito de impor o seu gosto aos portugueses”, declarou, referindo as várias profissões ligadas ao setor que se encontram inativas desde outubro, com risco de arrastar para a “pobreza” milhares de famílias e prejudicar financeiramente os concelhos onde se realizam eventos taurinos.

Para o presidente do CDS, a utilização da praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa, para um espetáculo que contou com a presença das “mais altas figuras do Estado” e pessoas “amontoadas” nas plateias “sem respeitar as normas de segurança”, num espaço vocacionado à tauromaquia sem que esta tenha igual direito, é um dos exemplos da falta de “coerência” do Governo.

Francisco Rodrigues dos Santos afirmou que o Governo está a falhar no controlo da situação epidemiológica do país precisamente porque “não consegue ter um discurso coerente” e por estar, “permanentemente, a emitir sinais contraditórios aos portugueses”.

Na mesma ocasião, o líder do CDS justificou a retirada das moções setoriais do Conselho Nacional que se realiza domingo por “mútuo consentimento” e “corresponde, até, ao apelo de algumas alas que são críticas dentro do partido”.

O dirigente centrista afirmou que a retirada da discussão das moções setoriais da ordem de trabalhos “resultou do acordo entre as duas listas que apresentaram candidatos ao conselho nacional”, lideradas por Filipa Correia Pinto e João Almeida, num encontro promovido pela Mesa do Conselho Nacional para abreviar a duração da reunião devido à covid-19. Segundo Francisco Santos, a discussão das moções acontecerá “no próximo encontro magno dos militantes”.

O líder centrista afirmou que a situação epidemiológica do país está na origem da decisão de abreviar o Conselho Nacional, “cingi-lo a matérias urgentes e consideradas essenciais”.

Além da aprovação das contas de 2019, para que possam ser entregues ao Constitucional, na reunião será discutida a aprovação de coligações nas eleições na Região Autónoma dos Açores e uma revisão dos regulamentos eleitorais, com vista a “operacionalizar a convocatória de eleições em períodos que são excecionais devido à covid-19”, disse.

O objetivo, afirmou, é “evitar períodos prolongados de contacto”, apesar de o encontro decorrer num espaço com 1.000 metros quadrados, “que comportará apenas entre 100 e 150 conselheiros nacionais e terá mais regras sanitárias de segurança na saúde pública do que as reuniões que são realizadas na sede do Infarmed e no próprio parlamento”.

// Lusa

 

Ver original em 'ZAP aeiou' na seguinte ligação:

https://zap.aeiou.pt/lider-cds-politica-gosto-touradas-332199

Jovem resgata coiote selvagem depois de confundi-lo com cachorro abandonado

 
 

Andrea Athie não hesitou em parar no meio da estrada em Monterrey, México, quando viu um ‘cachorrinho’ gravemente ferido e abandonado. Depois de ver que ele tinha problemas de mobilidade, ele o colocou no carro para levá-lo rapidamente ao veterinário.

Foi lá que ele soube que o animal indefeso que resgatara não era um cachorro, mas um coiote selvagem . Foi o mesmo irmão da jovem que deu a conhecer o caso, gerando uma série de reações no Twitter.

https://twitter.com/Athie_Alejandro/status/1177406492980502528?ref_src=twsrc%5Etfw

 

 

Enquanto alguns aplaudiam o gesto de Andrea com o animal, muitos também se perguntavam como o coiote havia se permitido ajudar sem atacar a garota.

A derrubada no caso do coiote

Através de sua conta no Twitter, a mexicana respondeu às dúvidas, garantindo que ela estivera calmo o tempo todo e sem sinais de agressividade. Ela também disse que lhe deram o nome de “Pancho” e que o coiote já estava em tratamento para recuperar a mobilidade das patas.

https://twitter.com/andreathie/status/1177966037448482817?ref_src=twsrc%5Etfw

 

 

Infelizmente, a estudante teve que atualizar as informações, acrescentando que o animal “não está respondendo como esperávamos (…) não quer comer ou cooperar para tentar se mover”. De qualquer forma, a história e as fotos de Andrea com o filhote de cachorro falso se tornaram virais nas redes sociais.

https://twitter.com/andreathie/status/1178383111949864961?ref_src=twsrc%5Etfw

 

“Para seguir informando. Pancho não está respondendo como esperamos, tudo está sendo feito por ele, ele não quer comer nem coopera para tratar de se movimentar após o seu tratamento.
É um animal selvagem e, portanto, estar fora de seu habitat está deprimido, mas continuamos tentando.”

Esperamos que a história de Pancho tenha um final feliz!

Ver original em 'Pensar Contemporâneo' na seguinte ligação::

https://www.pensarcontemporaneo.com/jovem-resgata-coiote-selvagem-depois-de-confundi-lo-com-cachorro-abandonado/

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