9/11(2001)

EUA | O estranho país que protegia (e estimulava) a tortura

 
 
Antonio Martins | OutrasPalavras | Imagem acima: Elifas Andreato
 
Brasil, Filipinas, Índia, Itália, Turquia. Espalharam-se por todo o mundo, nos últimos anos, os governantes que defendem abertamente limitar as liberdades democráticas, tolerar ou estimular abusos do Estado contra os direitos civis. Por que tantos, ao mesmo tempo? Haverá algo comum nesta descamba? Será possível encontrar a raiz em que se origina o surto de regimes, governantes e políticos de ultradireita?
 
Um julgamento que começou (22/1), no tribunal militar da base norte-americana de Guantánamo, pode ajudar a encontrar um dos fios da meada. O psicólogo James Mitchell, que ajudou a conceber, em 2003, os métodos de tortura empregados pelos Estados Unidos a pretexto da “guerra ao terror”, poderá tornar-se o primeiro agente norte-americano a testemunhar sobre estes atos. Ele prestará depoimento convocado pelos advogados de uma de suas vítimas: Khalid Shaik Mohammed, a quem afogou 183 vezes, numa prisão secreta mantida pela CIA em algum lugar do mundo ainda incógnito. A história está contada, em tons muito suavizados, em matéria da repórter Carol Rosemberg, que o New York Times publica hoje.
 
A defesa de Mohammed quer anular a “confissão” dele e de alguns corréus, que afirmaram participar das articulação de redes da Al-Qaeda. Lembra que depuseram, comprovadamente, após submetidos, além de afogamento, a violência como privação de sono, manipulação dietária e “abuso retal”. Mas o programa desenvolvido por Mitchell, diz o New York Times, ia muito além. Incluía confinamento em solitárias, com os prisioneiros nus, às vezes comprimidos em caixas que apenas lhes permitiam permanecer em posição fetal, ou pendurados pelos punhos em situação de dor intensa. Diante destes fatos, os advogados dos torturados pleiteiam a anulação de seus depoimentos.
 
Ao contrário do que seria de esperar, contudo, os homens que desenvolveram o programa norte-americano de torturas não estão sob julgamento. Seu testemunho servirá apenas para que a corte militar de Guantánamo decida sobre sua possível condenação à morte de Mohammed e seus corréus. Os torturadores continuam livres, protegidos e… enriquecidos. Entre 2003 e 2007, Mitchell e um colega, John Bruce Jessen, atuaram em Guantánamo como “consultores” de interrogatório. Mas já em 2005, eles empreenderam. Experimentados e bem relacionados, constituíram uma empresa, a quem a CIA encarregou de treinar todos os guardas e 80% dos “interrogadores” que atuavam em seus centros de detenção clandestinos ao redor do mundo.
 
 
Mitchel, torurador impune protegido e premiado por contratos com a CIA
Esta onda institucionalizada de ataques às liberdades civis foi disparada com o Patriot Act, assinado pelo então presidente George Bush poucas semanas após o 11 de Setembro (em 26/10/2001). A ideia de restringir a democracia, em nome da “segurança” espalhou-se pelo mundo. E ainda perdura. Os processos, informa o New York Times, são escondidos da sociedade norte-americana e global com métodos que só podem ser chamados de kafkianos. Não se sabe ainda quanto do julgamento que começa amanhã será tornado público. A CIA não revelou até hoje nem o que se passou em sua rede de prisões secretas, nem mesmo onde estão localizadas. Os procuradores encarregados destes e de outros casos semelhantes invocam a legislação pós-11 de Setembro para evitar que tanto o público quanto os próprios advogados da defesa tenham acesso a boa parte das informações constantes dos autos. E até mesmo os juízes são impedidos, segundo estas mesmas leis, de tomar conhecimento de algumas das circunstâncias envolvendo os réus.
 
Há oposição, nos EUA, a este procedimento. Dror Ladin, um advogado da União Norte-americana pelas Liberdades Civis (ACLU) comparou o testemunho que o torturador Mitchell prepara a uma farsa. “Sobreviventes de tortura”, disse ele, “assistirão aos homens que os torturaram testemunhar num julgamento que decidirá se os réus serão condenados à morte – em parte com base no testemunho das mesmas pessoas que os torturaram”.
 
Mas se os torturadores não foram perturbados, se as leis que os protegem continuam em vigor e se o aparato que sustentou a tortura permanece intacto, fica um pouco mais fácil enxergar o ambiente de degradação da democracia que dá origem aos Bolsonaro, aos Duterte, aos Salvini e… aos Trump.
 
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Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

https://paginaglobal.blogspot.com/2020/01/eua-o-estranho-pais-que-protegia-e.html

O QUE TODOS SABEM E A COBARDIA ESCONDE

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Estados Unidos. Os bombeiros de Nova Iorque confirmam oficialmente que as Torres Gémeas foram demolidas com explosivos / mão de Mosad?
 
disse o comissário Christopher Gioia numaentrevista.
 
Em 24 de julho de 2019, os comissários dos bombeiros da Franklin Square e do distrito de Munson, perto de Queens, em Nova Iorque, adotaram por unanimidade uma resolução pedindo uma nova investigação sobre todos os aspetos do 11 de setembro e citam as “provas esmagadoras” da presença de explosivos nas três torres antes de 11 de setembro.A resolução afirma que os comissários do conselho distrital de bombeiros "apoiam totalmente uma investigação completa por parte do grande júri federal e a acusação de todos os crimes relacionados com os atentados do 11 de setembro".
O relatório afirma que "evidências esmagadoras (..) de explosivos pré-introduzidos (..) causaram a destruição dos três edifícios do World Trade Center".
O comissário Christopher Gioia disse aos media que "foi um assassinato em massa, três mil pessoas foram mortas a sangue frio".Esse número inclui mais de 202 bombeiros e mais de 500 outros cidadãos, incluindo pessoal de emergência e pessoal de segurança e polícia. Gioia acrescentou enfaticamente que: “Não vamos deixar nossos irmãos para trás, não os esquecemos. Eles merecem justiça e lutaremos por isso.”
 

Ver o original em As palavras são armas (clique aqui)

PEPE ESCOBAR: «Somos todos reféns do 11/09»

 

"Para o desespero dos neocons estadunidenses, toda a fúria e som combinada do 11/09 e a Guerra Global ao Terror/Operação de Contingenciamento Ultramar, em menos de 2 décadas, acaba em metástases representadas não somente por um rival mas também na parceria estratégica Rússia-China. Esse é o 'inimigo' real – não a Al-Qaeda, uma mera invenção do imaginário da CIA, reabilitada e higienizada na forma de 'rebeldes moderados' na Síria", escreve o correspondente Pepe Escobar

 
 
Por Pepe Escobar, noAsia Times

Tradução de Regina Aquino

Após anos de reportagens sobre a Grande guerra ao terror, muitas questões permanecem pendentes.

O Afeganistão foi bombardeado e invadido por causa do 11/09. Eu estava lá desde o começo, bem antes do 11/09. Em 20 de Agosto de 2001, eu entrevistei o comandante Ahmad Shah Massoud, o “Leão do Panjshir *“, que me contou sobre a aliança profana entre o Talibã, a al-Qaeda e o ISI (Inter-Services Intelligence, o serviço de Inteligência paquistanesa).

De volta a Peshawar, eu fiquei sabendo que algo realmente grande estava para acontecer: meu artigo foi publicado pelo Asia Times em 30 de Agosto. O comandante Massoud foi morto em 9 de Setembro: eu recebi um e-mail sucinto de uma fonte em Panjshir, afirmando somente, “atiraram no comandante”. Dois dias depois, o 11/09 aconteceu.

E ainda, no dia anterior, ninguém mais que Osama bin Laden, em pessoa, esteve num hospital Paquistanês, em Rawalpindi, recebendo tratamento, como foi relatado pela CBS. Bin Laden foi proclamado o autor do atentado já as 11h da manhã no dia 11/09 – com absolutamente nenhuma investigação. Não deveria ser exatamente difícil localizá-lo no Paquistão e “trazê-lo para a Justiça”.

Em dezembro de 2001, eu estava em Tora Bora rastreando bin Laden – debaixo de bombas B-52 e lado a lado com combatentes Pashtun (**). Mais tarde, em 2011, eu revisitaria o dia em que bin Laden desapareceria para sempre.

Um ano após o 11/09 , eu estava de volta ao Afeganistão para uma investigação mais profunda sobre o assassinato de Massoud. Até aquele momento era possível estabelecer uma conexão Saudita: a carta de apresentação dos assassinos de Massoud, que se colocaram como jornalistas, foi fornecida pelo comandante Sayyaf, um ativo saudita.

Por 3 anos minha vida girou em torno da Guerra Global ao Terror; a maior parte do tempo eu vivia literalmente na estrada, no Afeganistão, Paquistão,Irã, Iraque, o Golfo Pérsico e Bruxelas. No começo do “Choque e Pavor” no Iraque, em Março de 2003, o Asia Times publicou minhas abrangentes investigações na qual os neo-cons arranjaram a guerra no Iraque.

 

Em 2004, errante pelos EUA, eu re-rastreei a viagem do Talibã para o Texas, e como uma prioridade máxima, desde os anos Clinton todo o caminho até os neo-cons, era sobre o que eu havia batizado como “Oleodutistão” - nesse caso como construir o gasoduto Turmequistão-Afeganistão-Paquistão (TAPI) contornando Irã e Rússia e estendendo o controle estadunidense na Ásia Central e Sul.

Mais para frente, eu passei a examinar as difíceis questões que a Comissão do 11/09 nunca respondeu, e como a campanha de re-eleição de Bush estava totalmente condicionada e dependente do 11/09.

Michael Ruppert, um informante da CIA, que pode – ou não – ter cometido suicídio em 2014, era um dos principais analistas do 11/09. Nós trocamos um monte de informação e sempre enfatizando o mesmo ponto: Afeganistão era tudo sobre a (existente) heroína e o ( não-existente) gasoduto.

Em 2011, o tardio, grande Bob Parry desmascararia mais mentiras sobre o Afeganistão. E em 2017, eu detalharia a principal razão do porque os EUA nunca deixarão o Afeganistão: a rota da heroína.

Agora, o Presidente Trump pode ter encontrado um possível acordo Afegão – o qual o Talibã, que controla dois terços do país, são obrigados a recusar, o que permitiria recolher somente 5 mil soldados estadunidenses dos 13 mil atuais. Mais ainda, o “Deep State” estadunidense é absolutamente contra qualquer acordo assim como a Índia e o raquítico governo de Kabul.

Porém Paquistão e China são a favor, especialmente porque Pequim planeja incorporar Kabul no Corredor Econômico China-Paquistão e já admitiu Afeganistão como membro da Organização de Cooperação de Xangai, portanto agregando as montanhas Hindu Kush e a Passagem de Khyber para o vindouro processo de integração da Eurásia.

Rezando por um Pearl

Dezoito anos depois do ato mudança-do-jogo, nós permanecemos reféns do 11/09. Os neocons estadunidenses, reunidos em torno do Projeto para o Novo Século Americano, vinham rezando por um “Pearl Habour” para reorientar a política externa estadunidense desde 1997. Suas preces foram atendidas para muito além de seus mais selvagens sonhos.

Já em “O grande tabuleiro de Xadrez”, também publicado em 1997, um ex-consultor de Segurança Nacional e co-fundador da Comissão Trilateral Zbigniew Brzezinski, nominalmente um não neocon, tem salientado que o público Americano “ apoiou o envolvimento amplo da América na segunda Guerra Mundial por causa do efeito do choque do ataque dos Japoneses a Pearl Habour.

Assim, Brzezinski acrescenta, América “ pode achar mais difícil formar um consenso em temas de política externa, exceto em circunstâncias de verdadeiramente massiva e de ampla percepção de ameaça externa direta.”

Como um ataque a terra natal, o 11/09 gerou a Guerra Mundial ao Terror, iniciada as 11h da noite desse mesmo dia, inicialmente batizada com “ A Longa Guerra” pelo Pentágono, mais tarde higienizada como Operação de Contingenciamento Ultramar pela administração Obama. Tem custado trilhões de dólares, matando mais de meio milhão de pessoas e se ramificado em guerras ilegais contra sete nações muçulmanas – tudo justificado por “razões humanitárias” e alegadamente apoiada pela “comunidade internacional”.

Ano após ano, o 11/09 é essencialmente um ritual cerimonial Você Tem o Direito de Aceitar Somente a Versão Oficial , mesmo que a evidência generalizada sugira que o governo estadunidense sabia que o 11/09 aconteceria e não o parou.

Três dias após o 11/09, Frankfurter Allgemeine Zeitung relatou que em Junho de 2001, a Inteligência Alemã alertou a CIA que terroristas do Oriente Médio estavam “planejando sequestrar uma aeronave comercial para usar como arma para atacar importantes símbolos da cultura Americana e Israelense.”

Em Agosto de 2001, o Presidente Putin ordenou a Inteligência Russa para avisar ao governo Estadunidense “nos mais fortes termos possíveis” de ataques eminentes a aeroportos e prédios governamentais, a MSNBC revelou numa entrevista com Putin transmitida em 15 de Setembro desse ano.

Nenhuma agência governamental estadunidense liberou qualquer informação sobre quem usou conhecimento prévio do 11/09 no mercado financeiro. O Congresso estadunidense nem mesmo tocou no assunto. Na Alemanha, o jornalista investigativo de finanças Lars Schall trabalha por anos num estudo intenso detalhando a grande extensão de informações privilegiadas antes do 11/09.

Enquanto o NORAD dormia

Desacreditada a narrativa oficial e imutável do 11/09, permanece um último tabu. Centenas de arquitetos e engenheiros envolvidos numa meticulosamente desmitificação técnica de todos os aspectos da estória oficial do 11/09 foram sumariamente dispensados como “ teoristas conspiradores”.

Em contraponto, o ceticismo enraizado na tradição Grega e Latina surge com, provavelmente, o melhor documentário sobre o 11/09: Zero, uma produção italiana. Assim como, seguramente o mais estimulante livro sobre o 11/09 é também italiano: O Mito de 11 de Setembro, por Roberto Quaglia, que oferece delicadas nuances narrativas do 11/09 como um mito estruturado, como num filme. O livro foi um sucesso imenso na Europa Oriental.

Questões sérias sugerem suspeitas bastante plausíveis a serem investigadas relativas ao 11/09 para além dos 19 Árabes com caixas de facas. Dez anos atrás, no Asia Times, eu perguntei 50 questões, algumas delas extremamente detalhadas, a respeito do 11/09. Depois das demandas e sugestões de leitores, acrescentei outras 20. Nenhuma dessas questões foram convincentemente abordadas – sequer respondidas - pela narrativa oficial.

A opinião pública mundial é levada a acreditar que na manhã de 11/09, quatro aviões comerciais, presumivelmente sequestrados por 19 árabes portando caixas com facas, viajaram sem ser incomodados – por duas horas – através do mais controlado espaço aéreo do planeta, o qual é supervisionado pelo mais devastador aparato militar existente.

O vôo 11 da American Airlines foi desviado de seu caminho as 8:13 da manhã e se chocou com a torre do World Trade Center as 8:57. Somente as 8:46 o NORAD – o Comando de Defesa Aeroespacial Norte Americano - ordenou que dois interceptadores F-15 decolassem da base militar Otis.

Por uma curiosa coincidência um exercício de guerra do Pentágono estava em ação naquela manhã do 11/09 – por isso os controladores de radar podem ter registrados somente “sinais fantasmas” de aeronaves não existentes simulantes um ataque aéreo. Bem, isso é muito mais complicado do que parece, como demonstraram pilotos profissionais.

‘O Anjo era o próximo’

A opinião pública mundial também foi levada a acreditar que um Boeing 757 – com uma largura de uma ponta a outra das asas de 38 metros – foi dirigido para penetrar o Pentágono através de um buraco de seis metros de abertura na altura do chão. Um Boeing 757 com trem de aterrissagem abaixado tem 13 metros de altura. São aeronaves que se recusam a chocar com o chão – por isso é uma façanha convencer alguém a voar a 10 metros do chão, com o trens de pouso abaixados, e a uma velocidade de 800 quilômetros por hora.

De acordo com a narrativa oficial, o Boeing 757 literalmente pulverizou-se. Mesmo que antes da pulverização, foi dirigido para perfurar seis paredes dos três anéis do Pentágono, fazendo um buraco de dois metros de abertura na ultima parede e danificando levemente os segundo e terceiros anéis. A narrativa oficial é que esse buraco foi causado pelo nariz do avião – ainda firme após a pulverização. E o resto do avião – uma massa de 100 toneladas viajando a 800 quilômetros por hora - miraculosamente parou no primeiro anel.

Tudo isso aconteceu sob a administração de um certo Hani Hanjour, que 3 semanas antes foi avaliado por seus instrutores de voo como incapaz de pilotar um Cessna. Hanjour, entretanto, gerenciou a aeronave para alcançar uma ultra-rápida espiral descendente de 270 graus, alinhando-a a 10 metros, no máximo, do chão, calibrando minuciosamente a trajetória e mantendo uma velocidade de cruzeiro em torno de 800 quilômetros por hora.

As 9:37 da manhã, Hanjour atinge precisamente o escritório de análise de orçamento do Pentágono, aonde todo mundo trabalhava freneticamente num misterioso desaparecimento de nada menos que $2,3 trilhões, que o Secretário de defesa Donald “Conhecido Desconhecido” Rumsfeld, numa entrevista coletiva de imprensa no dia anterior, disse que não poderia ser monitorado. Assim, não foi só o Boeing que se pulverizou dentro do Pentágono.

A opinião pública mundial foi também dirigida a acreditar que a física Newtoniana estava suspensa como um bônus especial para o WTC 1 e 2 no 11/09 (sem mencionar o WTC 7, que nem mesmo foi atingido por uma aeronave). O vagaroso WTC levou 10 segundos para cair 411 metros, começando da imobilidade. Ou seja, ele caiu 148 quilômetros por hora. Considerando o tempo de aceleração inicial, ocorreu uma queda livre, não impedida por um maciço de vigas verticais de aço que compunham a estrutura central da torre.

A opinião pública mundial foi também dirigida a acreditar que o voo 93 da United Airlines – 150 toneladas de aeronave com 45 pessoas, 200 lugares, bagagens, com 38 metros de comprimento de uma asa a outra – espatifou-se num campo na Pensilvânia e também literalmente, pulverizou-se, desaparecendo totalmente dentro de um buraco de 6 metros por 3 metros de abertura e dois metros de profundidade.

De repente, o Air Force One era “o único avião nos céus.” O coronel Mark Tillman que estava a bordo lembrou : “Recebemos um relato de que existe uma mensagem dizendo que “Anjo” será o próximo. Ninguém realmente sabe agora da onde veio o comentário - isso chegou mal traduzido ou truncado entre a Casa Branca, a Sala de Crise, os operadores de rádio. “Anjo” era nosso nome código. O fato é que eles sabiam sobre “Anjo”, bem, você tem que ser do círculo interno.”

Isso significa que os 19 Árabes com caixas com facas, e a maioria dos seus mandantes, certamente, tem que ser do “círculo interno”. Inevitavelmente , isso nunca foi completamente investigado.

Já em 1997, Brzezinski tinha avisado, “ É imperativo que nenhum adversário Eurasiano emerja com capacidade de dominação da Eurásia e portanto de desafiar a América”.

No final, para o desespero dos neocons estadunidenses, toda a fúria e som combinada do 11/09 e a Guerra Global ao Terror/Operação de Contingenciamento Ultramar, em menos de 2 décadas, acaba em metástases representadas não somente por um rival mas também na parceria estratégica Rússia-China. Esse é o “inimigo” real – não a Al-Qaeda, uma mera invenção do imaginário da CIA, reabilitada e higienizada na forma de “rebeldes moderados” na Síria.

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Nota da tradução:(*) a tradução literal do afegão : cinco leões. (**)combatentes da jihad na zona da fronteira Afeganistão/Paquistão.

Ver o original em 'Manuel Banet' (clique aqui)

A 18 anos do 11 de Setembro «provas sólidas não conseguem prevalecer sobre a mentira oficial transparente»

Comentário ao artigo seguinte:
 
Desde há 18 anos que a versão oficial sobre o 11/set/2001 é amplamente repetida e desdobrada em múltiplas abordagens.
É a narrativa que todo o Mundo conhece e tende a acreditar.
Mas há outras narrativas que, nestes 18 anos, têm ganho alguma relevância e que propõe explicações alternativas.
Obviamente todas as investigações ou análise que se desviem da 'verdade oficial' são silenciadas ou remetidas para os terrenos das "teorias da conspiração" ou das "fake news".
Entretanto talvez valha a pena refletir sobre elas.
Terá o 11 de setembro norteamericano sido o Pearl Harbor de um plano estratégico sionista/imperialista? Seria falso o video de Bin Laden? Terá este, negado qualquer envolvimento no atentado? Christopher Bollyn é um dos jornalistas que escreve sobre estas e outras hipóteses inconvenientes.
 
Uma perspetiva terrível ? Talvez...mas..de facto muitos crimes têm sido cometidos em nome do 9/11 (2001).
 
 
 
 
 
 
 
 
                  image                            
[pessoas em fuga em 9/11 perante a nuvem tóxica da explosão]
 
 
por Dr. Paul Craig Roberts. Publicado em «Global Research», a 09-09-2019
 
Traduzido por Manuel Banet para o Observatório da Guerra e Militarismo
 
Eu agradeço aos leitores que me digam, caso tenham tomado conhecimento através de qualquer meio do comunicação, do relatório dos profissionais credenciados sobre a investigação de quatro anos acerca da queda do Edifício 7. A equipa de engenheiros civis internacional concluiu que a versão oficial sobre a destruição do Edifício 7 é inteiramente falsa. Eu relatei os seus resultados aqui.
Eu suspeito que o relatório dos peritos esteja já no «Buraco da Memória». Quer «Popular Mechanics», ou «Wikipedia» ou ainda a «CNN», não podem etiquetar uma equipa de peritos prestigiados como «teóricos da conspiração». Daí que a media prostituta e outros artistas do encobrimento dos ataques de falsa bandeira do 11 de Setembro, irão simplesmente fazer como se este relatório não existisse. A grande maioria das pessoas no Mundo, jamais irá saber da existência deste relatório. Duvido que os reais causadores do 11 de Setembro se incomodem a contratar uma equipa para «refutar» o referido relatório, pois isso iria trazer o mesmo para os noticiários, o último lugar onde os reais causadores desejam que ele esteja.
O relatório da Comissão oficial do 11 de Setembro não era uma investigação e ignorou toda a evidência forense. A simulação pelo NIST (a equipa oficial de inquérito) do colapso do Edifício 7 foi distorcida para dar o desejado resultado. As únicas investigações verdadeiras foram realizadas, extra-oficialmente, por cientistas, engenheiros e arquitectos.  Eles encontraram evidências claras de que foi usada nano-termite (NB: um explosivo) na destruição das torres gémeas. Mais de 100 socorristas testemunharam que sentiram grande número de explosões no interior das torres, incluindo a explosão massiva na sub-cave, antes da altura em que os aviões atingiram a torre. Numerosos pilotos civis e militares disseram que as manobras dos voos de ataque ao WTC (World Trade Center) e ao Pentágono estavam para além das suas próprias capacidades e, quase de certeza, para além das capacidades dos alegados assaltantes dos aviões. Os destroços dos aviões estão estranhamente ausentes dos sítios de impacto. E...mais e mais se poderia dizer. Que o Edifício 7 tenha sofrido uma demolição controlada, já não é possível negar. 
Com base nas provas conhecidas, as pessoas com conhecimentos técnicos e científicos concluíram que o 11 de Setembro foi um trabalho de sabotagem organizado pelo Vice-presidente Dick Cheney, pelos seus colegas neo-conservadores e por Israel, com o objectivo de reconstruir o Médio Oriente no interesse de Israel e enriquecendo, neste processo, o complexo militar/securitário dos EUA.
A maioria das pessoas não sabe que Robert Mueller, enquanto director do FBI,  desempenhou o papel de proteger a história oficial do 11 de Setembro das evidências contraditórias.  Paul Sperry relata no New York Post  as muitas acções que Mueller levou a cabo, como director do FBI, para esconder factos ao Congresso e ao público. 
Patrick Pasin, um autor francês, fornece evidências adicionais do abuso que Mueller fez, da sua posição no cargo, para proteger uma mentira oficial. Uma tradução em inglês do livro de Pasin, The FBI Accomplice of 9/11, («O Cúmplice do FBI do 9/11) foi publicada pela editora Talma Studios em Dublin, Irlanda.  
O livro de Pasin consiste na sua organização da evidência conhecida, que foi suprimida em ordem a perpetuar a história do 11 de Setembro, um convincente relato sobre como o ataque de falsa bandeira foi protegido para não ser desmascarado. Ele detalha os planos "segundo os quais o FBI tentou - a qualquer preço - provar as teses do governo sobre a narrativa da conspiração do 11 de Setembro". Tenha-se em mente que precisamente foi Mueller, o escolhido pelo Estado Profundo para cair em cima do presidente Trump. Negócio sujo é o negócio de Mueller.
Pasin recolhe as provas e tece as mesmas numa história coerente. Está tudo lá. As jogadas de bolsa revelando conhecimento prévio aos assaltos dos aviões de linha, a impossibilidade de chamadas por celulares a partir de aviões em 2001, as cartas com antrax enviadas aos senadores Tom Daschle e Patrick Leahy, que foram facilitar a adopção do «Patriot Act»*, a tentativa de culpar cientistas militares americanos quando se concluiu que a produção de antrax só podia vir dum laboratório militar americano, a total inverosimilhança de um passaporte ser encontrado intacto no meio dos escombros das torres gémeas, onde os fogos - alegadamente - terão causado temperaturas tão altas, ao ponto de fundir o aço.
É extraordinário que alguém possa acreditar uma palavra disto. Tente imaginar um calor suficiente para fundir aço, mas que não conseguiu queimar um passaporte!
O livro de Pasin é fácil de se ler. Ele apenas expõe para que se veja, revela falsificação atrás de falsificação, mentira atrás de mentira. A teoria obviamente falsa foi fornecida ao Mundo e os peritos que a desmascaram como falsa, são designados como «teóricos da conspiração», por pessoas demasiado desinformadas e estúpidas para lerem os seus livros.
Isto é a América do século XXI, e - aparentemente- o resto da população mundial não é mais brilhante.
Brevemente será o 18 º aniversário do 11 de Setembro. O que é que aprendemos nestes 18 anos? - Aprendemos que milhares de peritos, com provas sólidas, nãoconseguem prevalecer sobre a mentira oficial transparente
 
Dr. Paul Craig Roberts, 
Paul Craig Roberts Institute for Political Economy
 
(*) Nota da tradução: «Patriot Act» é a lei que restringe significativamente muitas garantias e liberdades, passada na sequência do 11 de Setembro, quase sem oposição pelo Congresso dos EUA.
 
 

Ver o original em 'Manuel Banet' (clique aqui)

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