portugal001Diferentes perspetivas informativas e opinativas sobre o país

António Costa recusa ideia de PS como “partido pop up”

Manuel De Almeida / Lusa

 

António Costa sublinhou que, na luta pela igualdade e liberdade, faz todo o sentido que o partido volte às raízes e às memórias.

 

Esta terça-feira, o secretário-geral do PS, António Costa, defendeu o património de quase 50 anos dos socialistas, recordou o líder histórico Mário Soares e recusou a ideia de um partido “pop up” ou de modas.

Na apresentação, em Lisboa, do Fórum Mário Soares, que vai ajudar a fazer uma história do PS e refletir sobre as políticas públicas nos próximos anos, António Costa falou do passado e das “marcas” do partido na democracia portuguesa.

“Voltar às raízes é perceber que um partido político como o PS não é propriamente uma ‘pop up store’, que abre e fecha consoante as modas, mas pelo contrário é um património construído ao longo de quase 50 anos e em que se foi sedimentando uma cultura e portador de valores que são intemporais”, justificou.

Há “valores intemporais” como a “liberdade e igualdade” que nunca se devem considerar como “garantidos” e pelo quais é “necessário lutar”, de uma forma diferente de há “20 ou 30 anos”, como diferente vai ser “dentro de 20 ou 30 anos”.

Para o atual primeiro-ministro, a crise pandémica da covid-19 veio mostrar a importância das ideologias, da esquerda e da direita. As “marcas do Estado social”, afirmou, “demonstraram toda a sua atualidade e vitalidade” e deu vários exemplos.

Sem o SNS seguramente o país não teria sido...

Partido Socialista

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Aprovado apoio para trabalhadores sem proteção social

Mário Cruz / Lusa

 

Os deputados aprovaram hoje uma proposta do PS que prevê a atribuição de um apoio extraordinário, a pagar entre julho e dezembro, a trabalhadores sem proteção social e sem acesso aos mecanismos de proteção criados no âmbito da covid-19.

 

A medida foi aprovada durante o segundo e último dia de discussão e de votações na especialidade da proposta de Orçamento do Estado Suplementar, tendo recolhido os votos favoráveis de todos os partidos, exceto do Bloco de Esquerda e do PCP, que optaram por abster-se.

A prestação terá um valor equivalente a um IAS (Indexante de Apoio Social), ou seja, 438,81 euros, e visa apoiar os trabalhadores que estejam em “situação de cessação de atividade como trabalhadores por conta de outrem ou como trabalhador independente, paragem, redução ou suspensão da atividade laboral ou quebra de, pelo menos, 40% dos serviços habitualmente prestados”.

Como contrapartida, a medida prevê que o beneficiário deste novo apoio terá de integrar o sistema de segurança social “pelo menos” por um período de 30 meses findo o prazo da concessão da prestação social – medida que tem como o objetivo “integrar” um conjunto de cidadãos com um trabalho caracterizado pela informalidade.

“A medida extraordinária (…) deve consubstanciar-se num apoio extraordinário de proteção social para trabalhadores em situação de desproteção social, que não tenham acesso a qualquer instrumento ou mecanismo de proteção social nem aos...

Trabalho

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Grupo de cidadãos lança manifesto “Salvar o SNS — estamos do lado da solução”

Um grupo de cidadãos, na maioria profissionais de Saúde, lançou um manifesto que propõe várias medidas para "salvar o SNS" como o reforço do investimento em profissionais e equipamentos, com prioridade para as regiões de maior carência

 
 

O manifesto, com o título “Salvar o SNS — estamos do lado da solução”, tem duas dezenas de signatários que “avaliam positivamente a resposta pública à [pandemia de] covid-19”, mas estão “preocupados com a situação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e empenhados em contribuir para encontrar soluções”, lê-se no documento a que a agência Lusa teve acesso.

“A resposta do SNS à covid-19 foi completa, não podendo ser ignoradas as medidas de reconfiguração de serviços, desde a saúde pública aos hospitais. Quem apregoava o ‘caos’ que se ia viver no SNS, quem tentou ser alarmista em tempo de ser sereno, perdeu a causa, refere o manifesto subscrito por vários profissionais de saúde, como os médicos Filipe Froes, Isabel do Carmo, Jaime Teixeira Mendes, Bruno Maia, e a ex-bastonária da Ordem dos Enfermeiros Maria Augusta Sousa.

No entanto, sublinha, “entendemos estar a viver o tempo em que se decide a sobrevivência do SNS — ou o defendemos, valorizamos e reforçamos ou, no embate e `desnatação´ para os privados, vai-se tornar um sistema minimalista de cuidados de Saúde, de tratamento da patologia não rentável, desvalorizado pelos cidadãos com rendimentos médios e altos e com missão assistencialista e residual para os cidadãos mais...

Saúde

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Está a gastar mais dinheiro no supermercado? Não é impressão sua

Sem prejuízo de comerem mais em casa, alguns portugueses sentiram que os preços dos alimentos terão aumentado durante a pandemia. Uma análise do ECO mostra que é mais do que simples perceção.

 
 
 

Todos os dias, milhões de portugueses vão aos hipermercados para abastecer a despensa lá de casa. Ninguém vive sem comer e a pandemia não extinguiu esta espécie de “ritual”. Porém, nem tudo está igual. É preciso usar máscara para prevenir a Covid-19 e as entradas são constantemente controladas por seguranças.

Mas olhando para o talão das compras, muitos consumidores também se aperceberam de que outra coisa terá mudado. Sem prejuízo de estarem a adquirir mais coisas, uma vez que também passaram a consumir mais refeições em casa devido ao confinamento, os preços de alguns produtos aparentam estar mais caros.

Quem acredita ter visto a “fatura” da mercearia a aumentar terá sido surpreendido pela última atualização da inflação pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo o organismo oficial de estatística, os preços em Portugal terão caído no mês do desconfinamento, com o índice de preços no consumidor (IPC) a apresentar o valor de -0,7% em maio. Ou seja, terá havido deflação, isto é, uma redução generalizada dos preços.

Numa primeira análise, os dados parecem desmentir a perceção que muitas famílias tiveram de que as coisas ficaram mais caras nos meses da pandemia. Mas será mesmo assim? O ECO foi...

Negócio

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É impossível retomar toda a atividade e assistir infetados sem mais meios , dizem médicos

"Estamos numa situação bastante complicada"
Na perspetiva da Federação Nacional dos Médicos, antes da pandemia, o SNS já vivia "numa situação limite" em que "a rotina já significava grandes listas de espera".
 
 
Por Lusa
30 Junho, 2020 

Opresidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM) alerta que se não forem contratados mais profissionais de saúde "é impossível" os médicos retomarem toda a atividade e ao mesmo tempo darem assistência aos doentes infetados com Covid-19.

Apesar de, "felizmente, em alguns locais a presença da infeção ativa pelo SARS-CoV-2 ser mínima, a Covid continua a fazer parte da vida diária das instituições hospitalares e dos centros de saúde", diz Noel Carrilho.

"Os médicos veem-se agora a braços com uma situação que é de terem de dar assistência a unidades viradas para a Covid ao mesmo tempo que é criada a expectativa de retomarem toda a atividade assistencial" e "compensar as listas de espera".

Contudo, "basta fazer umas contas simples para perceber que nada disto é possível de fazer sem meios".

"Não se pode com os mesmos meios fazer mais do que aquilo que se fazia e o que está a ser exigido é muito mais daquilo que se fazia" e não há "nenhum acrescento" de recursos médicos, afirma Noel Carrilho.

Antes da pandemia, o SNS já vivia "numa situação limite" em que "a rotina já significava grandes listas de espera" para cirurgia e consultas, doentes sem médico de família e médicos com "grandes listas de utentes que não lhes permitiam dar assistência" de uma...

Saúde, Política de saúde

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Parlamento aprova reforço do SNS

Parlamento aprova reforço do SNS

Proposta dos comunistas prevê que se no prazo de 30 dias haja concursos para reforço dos hospitais. Baixas serão mais altas para trabalhadores com contrato individual e será criada uma reserva do medicamento.

 
 
 

Os deputados aprovaram na especialidade uma proposta do PCP que altera a lei do orçamento suplementar, dando 30 dias para o início dos procedimentos para a contratação de profissionais de saúde.

 

Em causa estão "médicos, enfermeiros, técnicos superiores de saúde, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, assistentes técnicos, assistentes operacionais, entre outros, ao nível dos cuidados de saúde primários, cuidados hospitalares, saúde pública, cuidados continuados e cuidados paliativos".

Para que o processo seja mais ágil, sempre que for possível, "a contratação de profissionais de saúde é feita com recurso às listagens de ordenação de candidatos a procedimentos concursais anteriores".

Foi ainda aprovada outra proposta dos comunistas que prevê que os trabalhadores com contratos individuais de trabalho (que estão ao abrigo da lei laboral do privado) sejam equiparados aos trabalhadores com contratos de trabalho em funções públicas no que toca ao regime de doença profissional.

O PCP explicava que há enfermeiros que nesse caso auferem 100% do seu rendimento e outros 70%

Saúde

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OE Suplementar: Bloco Central aprova sócios-gerentes em lay-off (e profissionais de saúde vão ter prémios)

(Comentário:
Passo a passo, discretamente,  aí está o bloco central (na versão 'alternância' que por ora a versão 'aliança' é inútil). Só não vê quem quer ser ... invisual.)

Inácio Rosa / Lusa

 

No último dia de votações na especialidade para o Orçamento de Estado (OE) Suplementar, foi aprovada por unanimidade a criação de um prémio de desempenho para os profissionais de saúde envolvidos no combate à pandemia de covid-19. A proposta do PSD para sócios-gerentes também foi aprovada com a abstenção do PS.

 

O PSD avançou com uma nova proposta de alargamento do regime de lay-off para os sócios-gerentes depois de terem sido chumbadas as propostas de CDS, Bloco de Esquerda, Iniciativa Liberal, PAN, Os Verdes e PCP sobre este tipo de apoios.

Após um interregno que atrasou as votações que pode ter permitido “cozinhar” um acordo entre PSD e PS, a proposta dos sociais-democratas acabou por ser aprovada com a abstenção dos socialistas e restantes votos favoráveis. O ponto que permitiu este acordo foi o facto de o PSD ter avançado com a introdução de tectos a estes apoios, o que motivou a posição do PS.

“O que destacamos é a justiça desta nossa proposta que coloca os sócios-gerentes num apoio equivalente ao que hoje existe para os trabalhadores”, revelou o deputado Álvaro Almeida, do PSD, ao Expresso.

A posição do PSD acabou por merecer críticas da esquerda parlamentar, com reparos ao facto de ser o “Bloco central a...

BCI

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  • jorge rocha in 'Ventos Semeados'
  • Portugal

Batidas as asas de uma borboleta


Nunca ninguém conseguiu provar que o bater de asas de uma borboleta no continente americano possa provocar um tufão no mar da China, mas a metáfora funciona bem para múltiplas situações em que um acontecimento localizado suscite reações exponencialmente detetáveis.

 

O hediondo crime cometido contra George Floyd alterou a tal ponto a realidade norte-americana, que Trump deverá, nesta altura, estar a pôr os poucos neurónios a fazerem horas extraordinárias a fim de procurarem alguma saída airosa, que venha a explicar o seu previsível desaire de novembro. Em poucos dias um dos estados onde maior peso têm os republicanos - o Mississipi - legislou de forma a alterar a bandeira onde ainda constava a reprodução da assumida pelos racistas do Sul durante a Guerra da Secessão. No Supremo Tribunal Trump julgava já ter maioria a favor da sua agenda e duas semanas bastaram para compreender o  engano: votação favorável à comunidade LGBT, aos dreamers e ao direito a abortar puseram em estado de choque os seus atoleimados apoiantes. E Mark Zuckerberg teve de vir, em pânico, comunicar que ia impor avisos a mensagens de ódio espalhadas na sua rede, quando as ações do Facebook tiveram quebra significativa por se multiplicarem os anunciantes dispostos a cortarem-lhe as receitas por nada fazer contra quem visa sabotar a onda antirracista em curso no país.

 

Cá dentro o Aldrabão terá já pressentido que os tempos correm em seu desfavor. O primeiro sinal terá dado por...

Extrema direita

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Ex-ministro da Saúde Correia de Campos alerta para “dias difíceis” até setembro

O ex-ministro da Saúde Correia de Campos alertou esta terça-feira para os “dias difíceis, até mais que os atuais”, nos próximos meses, devido à covid-19 e a 1,5 milhões de pessoas que vão andar pelo país até setembro.

 

Falando na apresentação de um manifesto que propõe várias medidas para “salvar” o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que também assinou, o antigo ministro, a propósito do período de férias de verão e da propagação do novo coronavírus, que provoca a doença covid-19, avisou: “Preparemo-nos para o que aí vem”.

“Assinei o manifesto porque tem os pontos mais importantes do que é necessário fazer no SNS”, explicou, falando depois da “situação complicada” na região de Lisboa e Vale do Tejo, com muitos casos de novas infeções pela covid-19.

“Das 600 ou 700 mil pessoas que não têm médico de família, 80% estão em Lisboa. Lisboa foi abandonada durante décadas. Eu também abandonei Lisboa”, disse o antigo ministro.

Questionada pela agência Lusa à margem da cerimónia, a ministra da Saúde, Marta Temido comentou o alerta de Correia de Campos sobre a mobilidade em tempo de férias assim: “Preocupação com esses movimentos em si não, com alguma menor consciência relativamente aos riscos em que as pessoas incorrem sim”.

A propósito dessa maior mobilidade em período de férias a ministra salientou que as pessoas são responsáveis pelos seus movimentos, decisões e comportamentos.

“Porque não há forma...

Saúde

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Câmara Municipal de Almada não paga salários na Ecalma

O executivo camarário não garantiu o financiamento à empresa Ecalma/Wemob, da qual é o único accionista, alegando problemas de tesouraria.

Créditos / abrilabril

Reunidos em plenário esta segunda-feira, os trabalhadores decidiram «não baixar os braços» enquanto não forem pagos os salários relativos ao mês de Maio e os subsídios de férias de 2019.

Em declarações ao AbrilAbril, Pedro Rebelo, dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL/CGTP-IN), afirmou que na resolução aprovada em plenário e entregue ao executivo da Câmara Municipal de Almada (CMA) fica patente que os trabalhadores não deixam para trás nenhuma das outras reivindicações.

«Há aqui uma tentativa de deslocar as reivindicações, parece-nos. Mas, a par da exigência do pagamento [dos salários em atraso], os trabalhadores mantêm as reivindicações pelo aumento dos salários, regulamentação das carreiras, melhores condições de trabalho, fim do assédio no local de trabalho e dos processos disciplinares», referiu.

Os trabalhadores não aceitam os argumentos contraditórios da presidente da Câmara de que teria havido um problema administrativo mas também problemas de tesouraria por falta de receita durante o estado de emergência e calamidade.

«É verdade que a principal fonte de receita, as multas, deixou de entrar durante o estado de emergência, mas por isso mesmo deveria ter havido um reforço do orçamento por parte do executivo, garantindo que os trabalhadores não eram...

Trabalho

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Conquistados aumentos salariais na REN

Com aumentos superiores para os salários mais baixos, passando para 950 euros a remuneração no momento de admissão, o acordo salarial alcançado no grupo REN veio provar que é possível valorizar salários.

CréditosANDRE KOSTERS / LUSA

Num comunicado aos trabalhadores das empresas do grupo REN sobre o resultado das negociações, a Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas e Eléctricas (Fiequimetal/CGTP-IN) destaca que foi possível, com o acordo alcançado no dia 23, aumentar o salário de admissão para 950 euros, o que constitui «um estímulo ao crescimento, no médio prazo, dos restantes salários».

O acordo prevê ainda uma valorização dos salários mais baixos. Os trabalhadores com salários até 1235 euros passam a ter, com efeitos a partir de Maio, um aumento extraordinário de 6%, permitindo assim reduzir o leque salarial.

Também com efeitos a Maio, os trabalhadores enquadrados na carreira de Quadro Superior IV, que tenham mais de um ano de empresa e cuja remuneração-base esteja actualmente abaixo dos 1500 euros, passarão a auferir este valor.

Mesmo reconhecendo que não ficará nenhum trabalhador a receber abaixo de mil euros, a Fiequimetal afirma que a administração da REN tinha condições para ir mais longe e poderia acompanhar os valores acordados para a EDP no final de Maio.

A estrutura sindical lembra, porém, que este acordo «só foi conseguido porque os trabalhadores mostraram à administração que existia descontentamento e vontade de alterar as...

Trabalho

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Há cerca de 100 infetados por dia incontactáveis na área de Lisboa

(Comentário:

Há cidadãos em Lisboa com moradas falsas e incontactáveis?! Medina já pediu a demissão do ministro da Administração Interna? Devia porque senão ainda pode ser responsabilizado pelo mau funcionamento da Câmara e isso não seria favorável para a sua imagem que a televisão tanto tem promovido)

Mário Cruz / Lusa

 

Existem cerca de 100 pessoas por dia que estão infetadas e incontactáveis na Área Metropolitana de Lisboa (AML). As dificuldades em contactar os casos positivos deve-se à prestação de moradas falsas ou ao facto de as pessoas terem ido viver para outros locais.

 

Rui Portugal, responsável pelo gabinete de intervenção para a supressão de covid-19 em Lisboa e Vale do Tejo, afirmou que existem registos de cerca de 100 pessoas por dia que estão infetadas e incontactáveis e cerca de 15 mil pessoas em vigilância.

A dificuldade em contactar estas pessoas deve-se ao facto de terem dado moradas falsas ou terem ido viver para outros locais, assumiu o responsável em entrevista ao Público. “Sabemos que estão doentes mas não as conseguimos contactar, ou porque deram falsas moradas ou porque foram viver para outros locais. O problema é enquanto não são identificados são potenciais transmissores de doença por mais algum dia”, disse.

Segundo o Observador, há ainda outro problema nesta região: o facto de os infetados terem de esperar dias pelo telefonema das autoridades de saúde que devia ser feito em horas. Estes atrasos dificultam o controlo do...

Lisboa, Covid-19

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André Silva não descarta apoio do PAN a Ana Gomes nas presidenciais

André Kosters / Lusa

 

O PAN ainda não decidiu se terá candidato próprio às presidenciais, mas André Silva não descarta apoio a Ana Gomes.

 

Em entrevista ao Público e à Renascença, André Gomes assumiu que o PAN ainda não decidiu se o partido irá apresentar um candidato próprio às eleições presidenciais, mas se optar pela via de apoiar alguém externo, Ana Gomes apresenta-se como um dos nomes possíveis.

“Neste momento, está em cima da mesa apresentarmos ou não um candidato próprio, apresentarmos alguém que já se tenha apresentado ou não apoiarmos ninguém. O debate está aberto”, disse o líder do partido, garantindo que ele próprio não será candidato.

Questionado sobre o apoio a uma eventual candidatura da socialista Ana Gomes, André Silva afirmou que “estão em cima da mesa todas as opções”.

“Um apoio a uma candidatura a terceiros, a alguém que não venha do campo político do PAN, tem de ser definida por um critério. O combate e a luta que Ana Gomes faz é meritório, mas há outras características, que se viéssemos a apoiar um outro candidato, devem ser avaliadas”, acrescentou.

Em relação às saídas de membros do partido, que ocorreram nos últimos dias, o líder do PAN classificou os demissionários como pessoas que colocaram “as suas expectativas e interesses pessoais” à frente “do interesse do partido”, falando em “individualização do mandato e enorme falta de solidariedade e lealdade institucional”.

Já sobre a polémica relacionada...

Eleições

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Braço de ferro: Medina atira-se a Temido e ministra pede menos “má-língua”

(Comentário:

Os caciques locais são cada vez mais o mesmo: pouco ou nada fazem e enquanto as coisas andam pelo melhor eles são uns heróis, quando surge algum problema ei-los apressados a culpar 'os outros'. Eles são os chefes da Proteção Civil dos respetivos territórios, mas quando há incêndios são sempre os outros que falharam, nunca eles. Eles tutelam de facto as IPSS locais mas quando estas se mostram incapazes de responder adequadamente logo os caciques aparecem a assegurar que a culpa é do Governo ou da Administração Central. Eles tutelam a maioria dos transportes mas todas as insuficiências são culpa governamental. Eles têm funções legais de articulação local das estruturas de saúde o que, em geral, não cumprem mas à primeira dificuldade apressam-se a acusar 'os outros'.

Medina não faz, agora, mais do que o costume. Quando Lisboa estava numa situação mais tranquila face à Covid-19 desdobrava-se em autoelogios e não perdia uma oportunidade para se 'colar' ao trabalho da ministra da Saúda mas se a situação em Lisboa aparece como objeto de maior preocupação precipita-se logo a comprovar a sua conhecida falta de solidariedade fazendo coro com a oposição mais irresponsável para culpar o ministério da Saúde que, no essencial, tem desde há meses uma atuação exemplar.

É o visível oportunismo destes 'políticos' de marketing, promovidos pelas televisões, que faz muitas pessoas descrerem na Democracia.)


 

António Cotrim / Lusa

 

O...

Saúde

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SNS e Liga dos Campeões: Qual o mais importante?

Guilherme Rego* - 30/06/2020
 

No início de maio, Portugal levantava o estado de emergência e passava a estado de calamidade. Acontecimento que só foi possível dado o aclamado sucesso nacional, com o SNS em grande plano no combate à pandemia de covid-19.

A 30 de abril, Portugal registava cerca de 24.692 casos positivos e 989 mortes – número de casos positivos crescia 2,2%. António Costa disse que, se necessário, daria um passo atrás no desconfinamento, por trazer, certamente, novos riscos de contágio.

Dia 1 de junho, Donald Trump felicita Marcelo Rebelo de Sousa pelo desempenho português no controlo da situação. Seis dias depois, é a vez de Xi Jinping telefonar ao nosso Presidente da República, salientando a eficaz cooperação Portugal – China. O país parecia sair do fosso que o vírus criou.

A economia portuguesa mergulhava nos seus piores dias. No entanto, o país parecia, a pouco e pouco, representar um exemplo mundial na luta contra a covid-19. Tão bem parecia, que a UEFA começou a ver com bons olhos promover os capítulos finais da Liga dos Campeões em palcos nacionais. Dia 17 de junho confirma-se essa aposta. António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa deliciam-se com esta “vitória”, antes de o jogo acabar.

No entanto, Portugal não regista um decréscimo no número de casos positivos. A 17 de junho foram confirmados 37.612 casos. A 29 de junho quase 42 mil. Isto dá, aproximadamente, uma média de 338 novos casos diários. O número não...

Saúde

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Parlamento chumba suplemento salarial aos profissionais de saúde

Hugo Delgado / Lusa

 

As propostas do BE, PCP, Chega e de Joacine Katar Moreira para a implementação de suplementos remuneratórios a profissionais de saúde que combatem a covid-19 foi hoje chumbado no parlamento.

 

A proposta do BE propunha a criação de um suplemento remuneratório de risco “durante o período de prevenção, contenção, mitigação e tratamento de infeção epidemiológica por covid-19, de funções que representem risco acrescido para os trabalhadores” para trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e organismos de administração direta ou indireta do Ministério da Saúde.

O BE pretendia ainda a “proteção social dos beneficiários que se encontrem impedidos, temporariamente, do exercício da sua atividade profissional por ordem da autoridade de saúde, devido a perigo de contágio pelo covid-19″.

O PCP propunha um suplemento remuneratório de 20% do salário base para os trabalhadores que “assegurem serviços essenciais”, relativamente aos dias em que prestem efetivamente atividade, “tendo em conta a exposição ao risco de contágio com covid-19 a que se submetem no exercício das suas funções”.

Ambas as propostas foram rejeitadas com votos contra do PS, abstenção do PSD e CDS-PP, e votos favoráveis de PAN, IL, PCP e BE. As propostas do Chega e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, que iam no mesmo sentido, também foram rejeitadas pelos deputados.

Trabalho, Saúde

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Portugal é um país racista?

Perfil do Colunista 247

O título desta coluna está a provocar um debate na sociedade portuguesa, no meu juízo é um pouco ligeiro em termos de Teoria Social. Para responder tal questão é fundamental delimitar de forma clara e objetiva o é que raça e racismo. Peço um pouco de paciência a você leitor mais apressado!

O conceito de raça é uma invenção do século XVI em que se formulam teoricamente que existe diferentes categorias de seres humanos, ou seja, há humanos de primeira e segunda nível; uns mais “civilizados” do que outros. Portanto, a noção da raça é uma criação humana e teórica da Modernidade, que coloca o homem europeu branco “como se fosse o universal”, ou seja, a referência a ser seguida no caminho do “progresso e da civilização”. O que na teoria social ficou conhecido, de forma crítica, como “darwismo social”.

O racismo com as determinações as quais conhecemos hoje nos permite sinalizar para algumas categorias. O racismo é relacional e histórico! O que isso quer dizer? Vamos apanhar um exemplo: um homem português branco é forçado pela crise estrutural do capitalismo a emigrar para Suécia. Mesmo tendo boas qualificações profissionais terá um trabalho mais precário e explorado do que a grande média da sociedade sueca e socialmente será visto como um não-branco ou latino. Ou seja, mudou de posição geográfica e com ela mudou também o seu status de privilégio. Esse mesmo homem numa...

Racismo

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Fora da lista da UE, passageiros do Brasil poderão entrar em Portugal com teste negativo da COVID-19

Avião da companhia aérea portuguesa TAP sobrevoa o monumento aos heróis da Guerra Peninsular, em Lisboa, Portugal
© AP Photo / Armando Franca

O Brasil ficou de fora da lista para a retomada de fluxo aéreo com os estados membros da União Europeia a partir desta quarta-feira, 1 de julho, mas Portugal vai manter a exceção vigente com o país, agora sob uma nova condição: quem quiser embarcar vai ter que mostrar teste negativo para a COVID-19.

Desde o mês de março, quando as restrições aéreas começaram a ser implantadas na Europa, Portugal manteve o Brasil e outros países com forte presença de comunidades lusófonas como exceções. Os voos, restritos às rotas entre Lisboa - Rio de Janeiro e Lisboa - São Paulo, são poucos desde então, mas seguem sendo realizados.

Agora, o governo português vai condicionar as viagens entre os dois países a motivos essenciais, como trabalho, estudo, saúde, questões humanitárias, encontro com familiares e retorno de residentes. Na hora do embarque, os passageiros vão ter que apresentar um teste com resultado negativo para a COVID-19 feito em até 72 horas antes da viagem, "sob pena de lhes ser recusada a entrada em território nacional", diz ministério da Administração Interna em nota enviada à imprensa.

Pressão da oposição

Nesta terça-feira (30), deputados do Partido Social Democrata (PSD), de oposição ao primeiro-ministro António Costa, do Partido Socialista (PS), entregaram no Parlamento um projeto de resolução que recomenda ao governo a obrigatoriedade da apresentação de testes negativos por qualquer passageiro que desembarque em Portugal. O...

Covid-19

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“Cancel” contra as “Destemidas”

(Daniel Oliveira, in Expresso Diário, 29/06/2020)

Daniel Oliveira

A direita conservadora consegue ter, em simultâneo, dois discursos: o que ataca o “marxismo cultural”, uma mixórdia ignorante que tenta dar nome ao facto de a esquerda estar, como a direita, na disputa do espaço público e das instituições; e a revolta contra a “cancel culture”, adaptação de um termo juvenil para o processo pelo qual o “politicamente correto” combaterá, por via da sociedade civil e geralmente nas redes sociais, valores que lhe desagradam.

Note-se que esta franja da direita ultraconservadora, cada vez mais hegemónica no seu espaço político, considera como valores da esquerda ou mesmo marxistas (têm um olhar benigno da história do movimento marxista) os valores da tolerância com modos de vida e orientações sexuais diferentes dos maioritários. Aqueles que estão, aliás, inscritos na nossa Constituição. Em resumo: os mesmos que querem afastar de todo o espaço gerido pelo Estado valores constitucionais, revoltam-se por cidadãos se mobilizarem contra uma mensagem que os repugna. Censura de Estado, excelente; censura social, claustrofóbica.

Na semana passada assistimos, no entanto, à mais descarada campanha de “cancel culture”. Foi contra a série de animação “Destemidas”, dirigida ao público infanto-juvenil. A produção da France Télévision e apoiada pela União Europeia, muito premiada e transmitida em várias televisões (sem que nunca a sua transmissão tenha sido suspensa, que eu saiba)

Direita

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PSD muda sentido de voto e mensalidades das creches já não vão descer

O PSD alterou hoje o sentido de voto nas propostas do BE, PCP e Verdes de redução da mensalidade das creches das famílias com quebra de rendimentos devido à pandemia de covid-19, ditando o chumbo desta medida.

 

Em causa estão propostas de alteração ao Orçamento do Estado Suplementar, que hoje começou a ser votado na especialidade, e que quando foram submetidas a votação tiveram ‘luz verde’ do PSD.

No final dos trabalhos deste primeiro dia de discussão e votação na especialidade do Suplementar, o PSD indicou pretender alterar de favorável para abstenção o seu voto na parte das propostas que visava a redução da mensalidade das creches.

As medidas dos partidos de esquerda contêm algumas diferenças entre si, mas seguiam todas no sentido de permitir o alívio do encargo financeiro mensalcom as creches.

O Bloco de Esquerda (BE) propunha uma redução da mensalidade das creches proporcional à perda de rendimentos para as famílias confrontadas com uma perda de rendimentos em pelo menos 20% desde o início da pandemia.

Já a proposta do PCP apontava para a revisão do valor da comparticipação familiar nas valências de apoio à infância “cujas atividades estiveram ou se encontrem suspensas”, sendo esta revisão feita mediante requerimento das famílias.

“Se, no período de restrições decorrentes da pandemia covid-19, tiver ocorrido redução de rendimento do agregado familiar onde se insere a criança que frequenta...

Educação

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  • joaompmachado in 'A Viagem dos Argonautas'
  • Portugal

APELO – MOBILIZAÇÃO E LUTA QUE, CONCENTRADA DIANTE DO GOVERNO, OBRIGUE À TOMADA DESTAS MEDIDAS

1º de maio - Dia do Trabalhador - Educadores

Proibição efectiva dos Despedimentos

Reintegração de todos os trabalhadores que foram despedidos

Combate efectivo à uberização do trabalho

Fim da caducidade e reforço (dinamização) da Contratação Colectiva

 

 

Signatários: Alexandre Café (Membro da Dir. do SITE/CRSA e da CT da Logoplast); Alfredo Martinho (Membro da Dir. do Sindicato da Hotelaria); Álvaro Neto Órfão (Deputado à Assembleia Constituinte e ex-Presidente da Câmara da Marinha Grande; Ana Massas (Membro da Direcção do STSSSS*); Ana Sofia Cortes (Activista na Administração Pública); António Aires Rodrigues (Deputado à Assembleia Constituinte); António Castela (Membro da CT das Alfândegas); António Chora (Ex-Coordenador da CT da AutoEuropa); António Marinho da Silva (Membro da Dir. do Sind. dos Médicos da Zona Centro); António Avelãs (Membro da Direcção do SPGL*); António Costa (Membro da CT da DHL e Dirigente do SITE-Sul); Carlos Cardoso (Ex-membro da CT da AutoEuropa); Carlos Franco (Presidente da Associação das Colectividades da Marinha Grande*); Carmelinda Pereira (Membro da Direcção do SPGL*); Catarina Gaspar (Membro do DESI do SPGL*); Daniel Bernardino (Coord. das CT’s do Parque Industrial da AutoEuropa e da CT da Faurecia); Deolinda Martin (Membro da Dir. do SPGL*); Edite Carvalho (Membro do Círculo MS da Marinha Grande); Elisa Antunes (Del. sind. do STI – Sindicato Trabalhadores Impostos); Fernando Alves (ex-secretário da Junta de Freguesia da Marinha Grande); Gonçalo...

Trabalho

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Saída de Neeleman da TAP trava acordo com o Estado

Fortune Live Media / Flickr

David Neeleman, principal accionista privado do Consórcio Atlantic Gateway que detém 45% da TAP.

David Neeleman e o Estado não estão a conseguir chegar a acordo em relação ao valor pelo qual o empresário norte-americano aceita abandonar o capital que detém na TAP.

 

O semanário Expresso avançou, esta terça-feira, que a TAP vai ser nacionalizada como resultado da falha de acordo entre o Estado e os acionistas privados em relação ao empréstimo de 1,2 mil milhões de euros à companhia aérea de bandeira portuguesa.

Neste momento, de acordo com o jornal Público, o acordo da saída de David Neeleman do capital da TAP é o principal obstáculo à assinatura de um contrato de financiamento com o Estado que pode chegar aos 1.200 milhões de euros. O matutino escreve que o valor que Neeleman exige pelas suas ações é maior do que o Estado está disposto a pagar.

O empresário norte-americano detém 45% da companhia aérea através do consórcio Atlantic Gateway.

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, disse, esta terça-feira, que se Neeleman continuar a não aceitar as condições impostas pelo Estado para avançar com a ajuda à TAP, o passo seguinte será nacionalizar a empresa.

“Quando estamos a falar da TAP, não podemos ficar limitados aos resultados enquanto empresa”, explicou, referindo que a companhia aérea tem “importância determinante” para o país. “A TAP tem 10 mil trabalhadores, mas ajuda a manter e criar muito mais...

Transportes

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Mais 125 milhões para a Educação

Depois de rejeitadas as propostas dos partidos à esquerda – o adiamento da devolução dos manuais, apresentado pelo CDS, ainda assim, passou – chegou a altura do Governo, concedendo ao ministro Brandão Rodrigues o protagonismo de que andava necessitado, anunciar mais 125 milhões de euros para novas contratações de pessoal docente e não docente.

Melhor do que nada, mas é um investimento modesto, diga-se desde já: menos de um terço do que se vai gastar com a compra de computadores e cerca de um décimo do que vai ser enterrado na “salvação” da TAP. Dividido pelas milhares de escolas públicas portuguesas, não sei se chegará para contratar, em média, dois novos profissionais de apoio para cada uma.

Na Comissão de Educação, o ministro garantiu aos deputados que a dotação do programa de tutorias será triplicada de modo a alargar esse apoio aos alunos do Secundário, que tenham chumbado este ano letivo ou que tenham sido sinalizados por não terem tido um acompanhamento regular durante o ensino à distância.

PSD e BE insistiram nas intervenções iniciais em pedir ao ministro qual será o plano para o próximo ano letivo.

“Tem nas mãos o futuro de 1,5 milhões de crianças e jovens. Deixemo-nos de propaganda mediática que tem feito omelete sem ovos”, frisou Cláudia André do PSD.

O ministro revelou que além dos 400 milhões de euros no plano digital, haverá um reforço de 125 milhões para aumentar a contratação de professores, funcionários não docentes e técnicos especializados, como...

Educação

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