portugal001Diferentes perspetivas informativas e opinativas sobre o país

Marcelo visita sede do Banco Alimentar (e insiste no lay-off)

 

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa visitou, este sábado, a sede do Banco Alimentar Contra a Fome, que tem uma campanha de recolha de vales de alimentos a decorrer. Durante a visita, Marcelo insistiu no prolongamento do regime de lay-off.

 

“Há um ano, a campanha tinha começado há dois dias e isto estava cheio. Hoje está vazio. É preciso preencher o que está vazio”, disse, deixando o apelo aos portugueses para que enviem o seu donativo. “Este ano, a campanha é feita de outra maneira – por vales ou pela Internet -, não é como se fazia antigamente”, explicou Marcelo, citado pelo jornal Público.

O Presidente relembrou que há 400 mil pessoas a precisar de um contributo. “São famílias que não estavam ligadas a nenhuma instituição e que apareceram aqui à porta, algumas com pobreza envergonhada, uma expressão de que eu não gosto”, disse depois de deixar o seu contributo para a campanha – o equivalente a “cinco ou seis produtos”.

“Os portugueses que tenham a noção de que há 400 mil pessoas que precisam de um contributo”, afirmou ainda.

 
 

Durante a visita, Marcelo voltou a defender o prolongamento do regime de lay-off simplificado por “mais meses”, apontando que, se houver meios, “quanto mais tempo” a medida vigorar, “melhor”, para evitar despedimentos.

“Se se quer realmente dar tempo e permitir um fôlego maior para impedir que quem está em lay-off passe, em números significativos, para o desemprego, se o Governo...

Trabalho, MRS

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Porto de Lisboa quer mais trabalho por menos dinheiro

Os patrões do Porto de Lisboa denunciaram o contrato colectivo de trabalho com os estivadores. Querem menos trabalhadores, funcionamento 24 horas e redução de salários, em nome da «competitividade».

CréditosTiago Petinga / Agência Lusa

A Associação de Operadores do Porto de Lisboa (AOPL) informou esta sexta-feira que denunciou o contrato colectivo de trabalho (CCT) com o Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal. A comunicação coincidiu com a entrega de um pré-aviso de greve, por parte do sindicato, que irá durar até ao início de Julho. 

A estrutura alega que o CCT, que devia vigorar até Outubro de 2022, «está totalmente desajustado da realidade» e que «é urgente adequar a organização e a regulação do trabalho portuário no Porto de Lisboa às novas exigências internacionais da operacionalidade».

Aos microfones da TSF, Diogo Marecos, um dos directores da AOPL, confirmou que, de acordo com a tramitação legal, já foi apresentada ao sindicato uma proposta de CCT «adaptado às necessidades» do porto.

De acordo com o responsável, as «grandes diferenças» têm a ver «obviamente» com os horários de trabalho, «em que se permite que as [sete] empresas tenham o porto a trabalhar 24 horas por dia», a que se junta a «necessidade» de haver «um menor número» de trabalhadores portuários.

O terceiro aspecto está relacionado com os salários, tendo Diogo Marecos sublinhado que, há que «conformar...

Trabalho

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PAN quer impedir que deputados exerçam cargos no desporto

 

O PAN quer impedir que deputados exerçam cargos em órgãos sociais de entidades desportivas, alargando o regime de incompatibilidades, segundo o projeto lei que deu esta sexta-feira entrada na Assembleia da República a que a agência Lusa teve acesso.

 

Esta iniciativa parlamentar ocorre menos de um mês depois de o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, ter apresentado a deputada socialista Cláudia Santos como candidata à presidência do Conselho de Disciplina (CD) do organismo.

Com este projeto lei, o PAN pretende “conseguir caminhar progressivamente para um regime de exclusividade dos deputados, por via de uma limitação do regime de incompatibilidades e impedimentos previstos no estatuto dos deputados” e que não possam “integrar órgãos sociais de clubes, de federações ou ligas envolvidas em competições desportivas profissionais”.

André Silva, porta-voz e deputado do PAN, disse à Lusa que “esta proposta pretende transpor para o plano de funcionamento da Assembleia da República aquelas que foram as alterações que na legislatura passada se aprovaram relativamente aos magistrados judiciais e aos magistrados do Ministério Público (MP)”.

“Esta proposta assegura um reforço do compromisso dos deputados com o interesse público e com a credibilização das instituições democráticas, algo que, hoje, já é exigível aos deputados por força do Código de Conduta”, sublinhou André Silva, realçando a “necessidade de limitar as excessivas e...

Partido Pessoas Animais Natureza, Assembleia da República

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Portugal ultrapassa os 30 mil casos de covid-19 e regista mais 12 mortos

 
 
Portugal regista, esta sexta-feira, mais 288 novos casos de covid-19. Óbitos são agora 1289. Número de recuperados aumenta mais de mil em 24 horas.
 
Há mais 12 mortos associados à covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), esta sexta-feira. No total, o número de óbitos é de 1289.

Portugal ultrapassou os 30 mil casos de infeção confirmados. Há mais 288 novos casos, o que significa um total de 30200. Estão a aguardar resultado laboratorial dos testes à covid-19 2257 pessoas.

O número de recuperados aumentou 1138 desde o boletim de quinta-feira: são agora 7590.

Os 12 novos óbitos registados nas últimas 24 horas ocorreram na região Norte (mais oito), no Centro (mais um) e na região de Lisboa e Vale do Tejo (três). Alentejo (um), Algarve (15) e Açores (15) mantêm os valores anteriores e a Madeira não tem qualquer vítima mortal associada à covid-19.

Há 576 doentes internados (menos 32 do que na quinta-feira) e 84 em unidades de cuidados intensivos (menos oito).

Esta sexta-feira, há um novo concelho na lista dos que têm mais de mil casos de covid-19: Sintra passou de 957 para 1006 infeções.

No topo da lista está Lisboa (2107), seguindo-se Vila Nova de Gaia (1535), Porto (1337), Matosinhos (1257), Braga (1199) e Gondomar (1065).

Sandra Alves | Jornal de Notícias

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

Covid-19

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  • Vitor Dias in "O Tempo das Cerejas"
  • Portugal

Sábias palavras

propaganda02
 
António Guerreiro ontem no «Ipsilon» do «Público»
«(...) Para esta propaganda total contribui também a publicidade. Todos reparámos certamente que os spots publicitários não desapareceram, mas foram atacados pelo vírus do pudor e do didactismo moralista, paternalista e geralmente piegas. Deixaram de dizer «compre», «pague um e leve dois»,«X lava mais branco», para passarem a dizer « seja responsável», «fique feliz em casa: carpe diem», «o nosso automóvel é experiente em curvas, saiba como achatar esta com que estamos confrontados», «tudo vai ficar bem com a nossa ajuda».
De maneira mais ou menios directa, a publicidade passou a só falar do vírus. Tornou-se tão insuportável como as afectações «poéticas» de alguns apresentadores de jornais televisivos, ilustrando na perfeição a verdade enfática dos propagandistas.
E foi assim que ficámos não apenas reféns do medo, mas também dos bons sentimentos, das afecções da alma. Distanciamento social ? Não, o que houve foi a «partilha» em modo superlativo. Fechados em casa, mas a receber de todos os lados - da publicidade, do jornalismo, do discurso público dominante - mensagens de medo e de bons sentimentos.
E o medo como o melhor dos sentimentos. O que fazer agora com todo o medo que sobra ? (...)»,
 

Ver original em "O Tempo das Cerejas" (aqui)

Comunicação, Medo

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Portugal | António Costa e as presidenciais: foi você que pediu um candidato?

 
 
Lourenço Pereira Coutinho | Expresso | opinião
 
E de repente, as próximas presidenciais ganharam interesse. Há tempos, escrevi neste espaço que as eleições marcadas para janeiro de 2021 corriam o risco de se transformarem num passeio monótono de Marcelo Rebelo de Sousa, isto para desespero de alguns, entre eles André Ventura. Mas, na semana passada, António Costa deixou implícito o seu apoio à recandidatura de Marcelo, abrindo a caixa de pandora, e trocando as voltas às previsões.

Resultado, o atual presidente que, na primeira volta, não pediu nem esperou pelo apoio do PSD, procura agora demarcar-se da desconfortável posição de candidato do governo. Por outro lado, a insinuação de António Costa destapou um vasto campo à esquerda. Muitos voltaram a falar de Ana Gomes, que está em “reflexão, e é a candidata de convergência preferida pela esquerda “europeia”. O eventual apoio do Livre e de parte do PS a Ana Gomes, podem obrigar o BE a apresentar também um candidato. Para se diferenciar da antiga eurodeputada socialista, este teria de enquadrar-se numa linha claramente à sua esquerda, o que, à partida, afasta a hipótese Marisa Matias. Ainda à esquerda, é previsível o aparecimento da habitual candidatura apoiada pela CDU, sem outro objetivo para além de fixar o seu eleitorado.

Mas as palavras de António Costa na Autoeuropa tiveram um impacto ainda mais interessante à direita. Tradicionalmente, a direita costuma unir-se em torno de um candidato...

Eleições

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Portugal | Da luz ao correio, (todos) os seus direitos durante a pandemia neste guia

 
 
Fique a par de todos os seus direitos, em setores como a eletricidade, água e até mesmo serviços postais.

Com a pandemia houve um conjunto de medidas 'novas' a chegar à vida dos portugueses, mas há direitos que se mantêm e os consumidores devem estar a par dos mesmos.

Nesta senda, a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) divulgou um guia do consumidor que reúne os seus principais direitos mesmo durante a pandemia, nos serviços públicos essenciais. 

A ferramenta, que pode ser útil em tempos como os que vivemos, é transversal a vários setores, começando pela eletricidade e gás natural, GPL canalizado, gás de botija, água, até às comunicações eletrónicas e serviços postais.

Além disso, o guia inclui ainda alguns conselhos deixados pela DECO. 

Notícias ao Minuto

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

https://paginaglobal.blogspot.com/2020/05/portugal-da-luz-ao-correio-todos-os.html

Crise 2020

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Portugal | Daniel Adrião defende Ana Gomes e alerta para riscos de Marcelo

 
O dirigente socialista Daniel Adrião defendeu hoje o apoio a uma eventual candidatura da ex-eurodeputada socialista Ana Gomes nas eleições presidenciais, advertindo para riscos de um segundo mandato de Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente da República.

Estas posições foram transmitidas por Daniel Adrião na reunião da Comissão Política Nacional do PS, após um discurso do líder socialista, António Costa, em que não abordou diretamente a questão das eleições presidenciais.
 
"Há uma personalidade da área do socialismo democrático e do campo da esquerda democrática que já sinalizou que estaria eventualmente para disponível para uma candidatura presidencial e acho que o PS deve analisar e debater abertamente essa possibilidade", declarou Daniel Adrião, que lidera uma tendência minoritária representada nos órgãos deste partido.

Para este dirigente socialista, se o PS "prescindir de comparecer nas eleições presidenciais e não apoiar um candidato que agregue aqueles que se revêm nos valores representados na sociedade portuguesa pelo PS é um erro que, a ser cometido, o partido pagará caro num futuro próximo".

 



"Por melhor que esteja neste momento a correr a coabitação e a cooperação institucional entre o Governo e o Presidente da República, isso não justifica, na minha perspetiva - e julgo que estou acompanhado por muitos socialistas nesta reflexão - que o PS...

Partido Socialista, Eleições

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A Saúde Pós Covid - Alerta Vermelho

A25A

Da 'newsletter' da Associação 25 de Abril

Car@(s) Associad@(s)

Aparentemente, vamos evoluindo, o Covid começa a ser visto como menos perigoso, confiemos em que o tipo desapareça e não regresse numa segunda volta (deixemos isso para as competições desportivas). 
É tempo de reflexões, é tempo de tirar ilações e tomar decisões. 
As que se relacionam com a Saúde, nomeadamente o lugar e o papel do SNS, estão no primeiro lugar das preocupações de todos. 
A leitura de um artigo publicado no Observador fez-me pensar e decidir escrever algo sobre o assunto. 
Não será novidade, mas peço a vossa atenção: 

Sim, era este o panorama, eram estes os caminhos que se vinham percorrendo e contra os quais a Associação 25 de Abril se vinha manifestando, de há muito, juntamente com outras entidades e personalidades defensoras de um Serviço Nacional de Saúde, sério e verdadeiro, como o que António Arnaut sonhou e de que lançou os alicerces. 
A defesa do privado - própria do capitalismo financeiro selvagem, dos neoliberais a caminho do neofascismo - em detrimento do público, de há muito que fazia o seu caminho, obtinha resultados e continuava impante!  
E, por mais declarações de boas intenções dos responsáveis políticos (apesar de tudo, o ataque directo ao SNS ainda não era popular, ainda não dava votos), por mais aumentos envergonhados que se fizessem às verbas para o SNS, a sua recuperação e até a paragem do seu...

Saúde, Política de saúde

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Algumas coisas que aprendemos com esta crise

(Alexandre Abreu, in Expresso Diário, 21/5/2020)

A epidemia está longe de ter terminado e é cedo para tirarmos conclusões categóricas. A experiência histórica sugere que haverá provavelmente mais vagas até dispormos de uma vacina. A crise económica está apenas a começar e não vai ser ligeira. Mas há algumas coisas que podemos já aprender com a crise dos últimos meses e que é boa ideia começarmos já a registar e recordar, à medida que a vida começa a regressar à normalidade possível e antes que o manto do esquecimento se vá estendendo sobre a excecionalidade destes últimos meses.

 

O SNS, barreira contra a barbárie. Após anos decortes, subinvestimento e desperdício de recursos na contratualização muitas vezes irracional de serviços e meios de diagnóstico externos, o nosso Serviço Nacional de Saúde, público e universal, mostrou toda a sua qualidade técnica e humana e é um motivo de orgulho e tranquilidade para todos.

Ficou claro que quando as coisas apertam no domínio da saúde, não queremos estar dependentes de operadores privados que entram em lay-off porque esta crise não é suficientemente lucrativa, nem de seguros de saúde privados que alegam condições excecionais, muito menos à mercê de um sistema em que só quem pode pagar é que tem direito à saúde e à vida. Um Serviço Nacional de Saúde público, universal, gratuito e bem apetrechado é uma condição de civilização. Depois das palmas, devemos acarinhá-lo e dotá-lo dos recursos...

Economia política, Covid-19

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QUANDO O SILÊNCIO ABSOLVE O TERRORISMO

 
 
Os portugueses continuam a aguardar que a União Europeia e o governo da República Portuguesa se pronunciem sobre a tentativa de invasão da Venezuela patrocinada pelo «presidente interino» que reconhecem.
 
José Goulão | AbrilAbril | opinião
 
A esperança é a última a morrer, dizem. Daí que o mundo e, por inerência, os portugueses continuem a aguardar que a União Europeia e o governo da República Portuguesa se pronunciem sobre a tentativa de invasão da Venezuela patrocinada pelo «presidente interino» que reconhecem, Juan Guaidó, e cujo «objectivo principal», confessado contratualmente, era o de capturar, enviar para os Estados Unidos ou assassinar o presidente legítimo, Nicolás Maduro.

Sabemos que a União Europeia, depois do período de compungido recolhimento a que se submeteu enquanto os estados-membros combatiam a peste para defender os seus cidadãos, não tem agora mãos a medir preparando o «novo normal pós-COVID-19»: oleados canais de transferência de dinheiro dos contribuintes para as contas das grandes empresas e os reforçados sacrifícios austeritários a que os cidadãos serão condenados para reerguer a economia carcomida pelo vírus.

Igualmente se compreende que o governo de Portugal, desdobrando-se entre «emergências» e «calamidades públicas», a marcação de lugares nas praias como quem organiza uma grande parada militar ou as listas de recomendações aos cidadãos, como a de pousarem as mãos no colo enquanto viajam em transportes...

Venezuela

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HOJE | Mais 14 mortos e 252 novos casos de covid-19 em Portugal

 
 
Portugal regista, esta quinta-feira, 252 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas e há mais 14 mortos. O número de recuperados mantém-se em 6452.
 
Há 29912 casos de covid-19 em Portugal, ou seja, mais 252 novas infeções, segundo o boletim epidemiológico divulgado esta quinta-feira pela Direção-Geral da Saúde (DGS). O número de óbitos subiu para 1277, o que representa um acréscimo de 14 vítimas mortais em relação ao dia anterior - todas com mais de 80 anos.

Há registo de 717 mortos na região Norte (mais quatro), 232 no Centro (mais dois) e 297 na região de Lisboa e Vale do Tejo (mais oito). Alentejo (um), Algarve (15) e Açores (15) não têm registo de novos óbitos. A Madeira não tem nenhuma vítima mortal associada ao novo coronavírus.

O número de doentes recuperados mantém-se em 6452. Há 2125 pessoas a aguardarem resultado laboratorial dos testes à covid-19 (menos 280).

Estão internados 608 doentes (menos um) e há 92 (menos um) em unidades de cuidados intensivos.

Do total de casos confirmados (29912), há mais cinco infeções em pessoas com mais de 80 anos (4379). Destaque ainda para o acréscimo de 12 casos na faixa etária entre os 10 e 19 anos (955) e mais 10 crianças até aos 9 anos com infeção confirmada (547).

Geograficamente, Lisboa continua a ser o concelho com mais casos de covid-19: são 2076 (mais 30). Acima das mil infeções estão ainda Vila Nova de Gaia (1529, mais oito), Porto (1336, mais...

Covid-19

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Trabalhadora recusa despedimento ilegal e sofre repressão

Uma vez que recusou aceitar a rescisão de contrato imposta pela Cofidis, a trabalhadora está há vários dias numa sala, sozinha, sem trabalho atribuído.

A Cofidis decidiu impor a rescisão de contrato a seis trabalhadores efectivos, mas uma trabalhadora, com 17 anos de casa, não aceitou.

Em declarações ao AbrilAbril, Rute Santos, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira (Sintaf/CGTP-IN), denuncia que se trata de uma «ilegalidade» tentar uma «rescisão por mútuo acordo» onde não existe acordo entre ambas as partes.

«Esta trabalhadora está a resistir e está a sofrer um autêntico assédio moral, ao ser colocada numa sala sozinha, sem computador, sem trabalho, numa tentativa de a desmoralizar», disse a dirigente.

Uma vez que a trabalhadora não aceitou a rescisão, foi agora notificada de despedimento por extinção do posto de trabalho, o que, segundo o sindicato, é mais uma forma de tentar chegar ao objectivo de reduzir o pessoal. «Não há redução do trabalho, nada justifica que se despeçam trabalhadores e se sobrecarreguem os restantes», afirmou Rute Santos.

De resto, o ambiente que se vive na empresa é de grande solidariedade para com esta trabalhadora, uma vez que os vários colegas estão «revoltados» com esta situação.

A trabalhadora tem-se apresentado no seu local de trabalho acompanhada de um dirigente sindical. O sindicato, por sua vez, afirma que não irá desmobilizar enquanto não for travada esta situação «ilegal e...

Trabalho, Repressão

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  • Filipa Vera Jardim in 'O TORNADO'
  • Portugal

Somos todos sefarditas

Nos últimos dias assistimos a um pedido de revisão da lei que concedeu a nacionalidade portuguesa aos judeus sefarditas, vítimas de um dos períodos mais negros da nossa História e, que culminou com a sua expulsão de Portugal.

 

 

A lei que está em causa tentou, de alguma forma, concedendo a nacionalidade portuguesa aos que inequivocamente provassem a sua descendência, reparar um dos grandes erros da nossa História. E, fê-lo porque esses descendentes existem e mantém juntamente com a sua cultura judaica sefardita, os seus costumes portugueses, a sua saudade e, não poucas vezes, como aliás se tem assistido nos últimos anos, as chaves das casas de onde fugiram e que foram passando em testemunho de geração em geração.

As exigências pouco informadas de prova de língua, como se o português fosse língua única num País multicultural que já o fomos e, que com esta lei projectamos para o futuro, vêm lançar um véu sobre o nosso sentimento colectivo, a nossa partilha e heranças comuns. Face a este triste propósito há que elucidar que não seriam certamente só em português que se fizeram ouvir os gritos no largo de São Domingos no fatídico dia do massacre de Lisboa. O Ladino ecoou certamente nesse dia de triste memória, como aliás, em tantos outros menos desafortunados, juntamente com o hebraico que se fazia ouvir das várias sinagogas existentes no País.

Gravura do Massacre de Lisboa

Efectivamente e, basta olhar para os apelidos e tradições...

Multilateralismo

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«Porto com Sentido»... para os empresários do alojamento local

A Câmara Municipal do Porto aprovou o programa «Porto com Sentido», que prevê o arrendamento de imóveis a privados, como os de alojamento local, para depois os subarrendar.

A proposta aprovada esta segunda-feira (à semelhança do programa «Renda Segura», aprovado na capital), com os votos contra de CDU, BE e PAN, e a abstenção do PSD, contempla «habitações disponíveis no mercado de compra e venda, imóveis de arrendamento e habitações actualmente no mercado de alojamento local», num total de mil contratos de arrendamento, com a duração inicial a variar entre três e cinco anos. Ou seja, a Câmara da Invicta arrenda casas a privados para depois as subarrendar, mediante inscrição prévia e através de sorteio.

O programa da maioria de Rui Moreira, comunicado pelo presidente como «uma resposta a um problema de carência de habitação a custos acessíveis» e, dessa forma, «transformá-lo numa oportunidade», parece ser antes uma tábua de salvação para quem detém no turismo a procura das suas habitações e pode agora levar alguns anos até recuperar, por essa via, o rendimento de que gozava.

Além da isenção total do imposto municipal sobre imóveis (IMI), prevêem-se medidas para os proprietários como a majoração de renda até 10% no caso dos imóveis mobilados. Enquanto isto, a autarquia vai pagar pelos imóveis, designadamente nas tipologias mais baixas (T0 e T1), uma média superior a 400 euros mensais.

Esta ainda não é a solução aguardada por...

Habitação, Porto

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  • franciscogtavares in 'A Viagem dos Argonautas'
  • Portugal

A Universidade em declínio a Alta Frequência – Comentário às reações desencadeadas pelo texto “A Universidade em declínio a Alta Frequência – Em forma de carta aberta aos reitores de ontem e de hoje, que espero não sejam os de amanhã também”. Por Júlio Ma

Espuma dos dias 2 UNIVERSIDADE 2

 

Comentário às reações desencadeadas pelo texto A Universidade em declínio a Alta Frequência – Em forma de carta aberta aos reitores de ontem e de hoje, que espero não sejam os de amanhã também”

 

 Por Júlio Marques Mota

Coimbra, 20 de maio de 2020

 

Na sequência da publicação do texto A Universidade em declínio a Alta Frequência – Em forma de carta aberta aos reitores de ontem e de hoje, que espero não sejam os de amanhã também, recebi várias mensagens de apoio. Destaco aqui algumas delas e, sobretudo, saliento a primeira e o última mensagem que serão a base de um comentário mais ou menos desenvolvido deste meu texto a completar o anterior, precisando assim um pouco melhor um ou outro ponto do texto que não tenha ficado claro e acrescentando um outro detalhe que falta no texto anterior.

 

Comentários:

1. L.P. Parece haver no texto uma contradição: diz não querer uma caça às bruxas mas diz quem são os alunos.

2. N.S. Um grande abraço e parabéns por colocar o problema a quem de direito, para além de dar nota dele a quem o desconhecia.

3.A.G.M. Nunca me imagina a ler uma descrição destas

4.O.A. Incrível! Não quero acreditar. A denúncia desta situação é uma obrigação.

5.A.R. Quando pensamos que já vimos tudo, ainda é possível surgir pior.

6. M.S. Aqui se desmonta a mentira da “geração mais qualificada”, talvez só em termos estatísticos. O programa de Bolonha veio degradar um sistema que não era bom mas que, pelo menos...

Educação

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  • Domingos Lopes in 'O Chocalho'
  • Portugal

PS, fofinho ao centro

DomingosLopes

Domingos Lopes

A financeirização das economias à escala global retirou aos Estados importantes instrumentos de intervenção passando a governação a fazer-se em estreitos parâmetros, reduzindo o leque de políticas alternativas. São precisos políticos e políticas prontas a vestir e em regime de take away. Tudo já feito e certificado por uma caterva de burocratas cuja função é certificar que ninguém tem mais um centímetro, nem meia dúzia de quilos a mais, nem alma. Os serviços públicos fortes são gorduras a mais.

Os países devem entrar todos, independentemente do estado de desenvolvimento das suas forças produtivas, no mesmo torniquete. Os mais fortes ficam mais ainda, e os menos, menos. Uns, poucos, recebem por contrair dívidas, outros ficam sem poder investir deixando serviços públicos essenciais à míngua.

A pandemia resultante do coronavírus mostrou o quão importante é um SNS forte para proteger a comunidade, em vez de um serviço de saúde baseado no lucro, onde a cura depende da conta bancária. Veja-se o que está acontecendo no Brasil e nos E.U.A… Aliás só o SNS salvou Portugal, pois os “eficientes” privados retiraram-se para se proteger do contágio.

A mesma U.E. que impôs o programa de empobrecimento, vem agora com todo o desplante afirmar que Portugal descurou a Saúde… pois, com a U.E a exigir mais cortes.

Nesta crise brutal que já provocou desemprego, miséria e até fome, as vozes que se erguem e são ouvidas são sobretudo as dos empresários de peso porque as...

Partido Socialista

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Covid-19: medidas a aplicar nas escolas

É o manual oficial da DGS, com as regras de prevenção e segurança aplicáveis às escolas secundárias e às creches em tempo de pandemia.

Distanciamento físico, arejamento, limpeza e desinfecção dos espaços, gel desinfectante à discrição, uso obrigatório de máscara. Percursos restritos e devidamente sinalizados, salas e lugares fixos, horários desencontrados. Ah, e nada de salas em U, mesinhas postas para trabalhar em grupo ou alunos voltados uns para os outros. Para prevenir contágios, o velho modelo do autocarro, tão criticado pela pedagogia que já foi moderna, demonstra ser o mais eficaz.

As regras já eram conhecidas, mas surgem agora compiladas num documento oficial com a chancela da DGS.

Baixar aqui

 

Covid-19

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  • Ladrões de Bicicletas (Nuno Serra)
  • Portugal

O SNS não fecha a porta

«O Serviço Nacional de Saúde não fecha a porta. E muitos privados puderam fazê-lo. Puderam exercer o mecanismo do lay-off. Os vales cirúrgicos, que puderam continuar a ser emitidos - e para os quais teria sido tão útil que o setor privado e social continuasse a garantir resposta - não tiveram utilização por duas ordens de razões. A primeira é porque as pessoas naturalmente tiveram receio e não os quiseram utilizar. A segunda é porque muitos convencionados, e poderemos fornecer-lhe a lista nominativa, disseram que queriam suspender as suas convenções. Disseram que não estavam lá, que não podiam. Que não era o momento, que também tinham medo. Que não estavam disponíveis para prestar serviços. E portanto isso fica agarrado à pele e não desaparece.»

Resposta da ministra Marta Temido (ver aqui, a partir dos 5' e 37'') à deputada Ana Rita Bessa (CDS-PP), que quis saber porque é que o Estado não recorreu mais aos privados da saúde no contexto da pandemia. Como se estes tivessem dado sinais, nos últimos meses (uma história ainda por sistematizar com o devido detalhe), de que se pode contar com eles quando as coisas se complicam.

Sabemos bem que a ideia de um «sistema único de saúde», que indiferencie prestadores públicos e privados (cabendo ao Estado financiar estes últimos), é um velho sonho da direita. Mas se há noção que a pandemia veio reforçar é a de estamos perante dois universos que priorizam objetivos claramente distintos - vidas salvas e lucros gerados - como bem

Saúde

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Plano de Emergência para a Saúde - Proposta do PCP

Reforçar o SNS, garantir o acesso à saúde


Partindo de uma análise rigorosa do trabalho realizado nestes últimos dois meses, das experiências recolhidas, das necessidades identificadas e dos meios necessários para combater o surto epidémico e regularizar a actividade normal do SNS, o PCP apresenta um plano de emergência para reforço do Serviço Nacional de Saúde:

1. Reforço das transferências OE para o SNS e fim da aplicação da lei dos compromissos na saúde

Com o objectivo de acabar com o subfinanciamento crónico a que foi sujeito por sucessivos governos, torna-se premente que sejam reforçadas as transferências de verbas do Orçamento do Estado para o SNS (no mínimo e no imediato, 25% do orçamento do SNS, tendo em conta que os meses de Março, Abril e Maio foram dedicados apenas ao COVID-19), a fim de dotar os serviços de saúde dos montantes necessários à prestação de cuidados e de investimento, bem como a autonomia das unidades de saúde.

Terminar com a aplicação da lei dos compromissos ao sector da saúde.

2, Mobilização e modernização da capacidade de diagnóstico e terapêutica instalada no SNS

Mobilização e modernização da capacidade de diagnóstico e terapêutica instalada no SNS e o seu alargamento designadamente através da internalização nos hospitais dos Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica, (incluindo de forma gradual a hemodiálise) e em articulação e contratualização com centros de investigação e desenvolvimento em particular associados a unidades...

Saúde, Partido Comunista Português, Política de saúde

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Manifesto pela Saúde: as propostas do Bloco para reforçar já o SNS

O Bloco de Esquerda apresenta neste manifesto um conjunto de medidas essenciais para o reforço do SNS, que devem ser implementadas desde já. Se o SNS é que nos salva e protege, então é nele que temos de investir.
 
Se dúvidas houvesse, a presente pandemia encarregou-se de as dissipar – o SNS é o único garante do direito à Saúde. Ele e só ele - público, universal, geral e gratuito - é que consegue dar a resposta necessária, seja em tempos de pandemia, seja em tempos de normalidade. Do setor privado não se pode esperar nada que não seja a busca intrínseca do lucro e do negócio, como ficou evidente na forma como hibernaram ou até encerraram quando o país mais precisava ou nas diferentes tentativas, muitas delas bem-sucedidas, para gerar receitas com a epidemia. A busca do lucro não serve a saúde nem protege os direitos da população.
Da epidemia não podem resultar respostas como as que foram dadas em crises passadas. Não, o SNS não é uma gordura do Estado e os profissionais de saúde não são descartáveis ou prescindíveis para serem enviados para a emigração forçada. O que tem de resultar desta epidemia é um SNS mais robusto e eficaz para continuar a combater a COVID-19 e, em simultâneo, recuperar a atividade programada suspensa e as listas de espera que já antes existiam, assim como desenvolver novas respostas para as necessidades de saúde que agora emergiram ou se agravaram.

O Bloco de Esquerda apresenta um conjunto de medidas essenciais...

Saúde, Bloco de Esquerda, Política de saúde

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Combater o medo, agindo com prudência e em nome dos mais fracos

A 18 de Maio mais de 500 estabelecimentos de ensino reabriram portas para receber os alunos do 11.º e 12.º anos, depois de dois meses com aulas à distânciaCréditosEPA/MANUEL DE ALMEIDA / LUSA

Por Mário Nogueira Sexta, 22 de Maio de 2020

Estamos confrontados com um tempo que nos é estranho, tão estranho que leva alguns a pensar tratar-se, apenas, de uma curta pausa numa normalidade que segue dentro de momentos.

Algo do género, parou-se em meados de março, fomos postos à prova, mas agora tudo voltará a ser como era antes, sem outras consequências. Não será assim e, pelo contrário, abriram-se brechas que poderão provocar graves ruturas económicas e sociais, com profundas implicações na descapitalização do Estado (de quem os inimigos, agora, exigem tudo), na sua capacidade para continuar a garantir as indispensáveis funções sociais que lhe estão acometidas e a promover os serviços públicos que lhes dão corpo, implicações, ainda, no trabalho e na vida de todos os trabalhadores, do setor público e do privado.

Este é um contexto favorável ao grande capital que espreita para se aproveitar das fragilidades criadas para surgir como salvador da Pátria, apoderando-se ainda de mais recursos, e também favorável a alguns afilhados políticos que operam e lucram no chamado setor social e nunca perdem uma oportunidade para ganhar influência junto de um poder que os alimenta. Isto para dizer que não criar condições para o regresso à normalidade, ainda que limitada, não seria bom...

Educação, Crise 2020

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Centenas de trabalhadores marcham pelo emprego em Sines

O desemprego no complexo industrial de Sines atingiu mais de 700 trabalhadores e deixou-os em situações dramáticas. Exigem a reversão dos despedimentos e o investimento na produção.

Créditos / Site Sul

O protesto organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul (SITE Sul/CGTP-IN), que contou com a participação de 300 trabalhadores do complexo industrial de Sines, foi organizado por forma a garantir o cumprimento de todas as recomendações impostas pelas autoridades.

Em dois cordões, os trabalhadores estavam à distância de dois metros durante o percurso que separa o Jardim das Descobertas do Jardim da República (Rossio), onde os lugares estavam marcados no chão.

Em declarações ao AbrilAbril, Hélder Guerreiro, da Comissão de Trabalhadores da Petrogal, referiu que, com esta marcha, os trabalhadores exigem a reintegração de todos os que foram despedidos e a retoma dos planos de investimento por parte das empresas do complexo industrial.

Sobre a precariedade que está na origem da situação dramática que agora vivem, Hélder Guerreiro lembra que as empresas de trabalho temporário só existem para ceder trabalhadores às grandes empresas, «que usam e abusam quando precisam deles e depois os descartam».

A mão-de-obra torna-se, assim, um elemento rotativo consoante vão surgindo projectos que exigem mais trabalhadores do que os quadros «mínimos» efectivos. Para este dirigente, trata-se de uma manobra de...

Trabalho, Emprego

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Sindicato da PSP quer salário de 1.250 euros (e não os atuais 789) para polícias em início de carreira

 

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) defendeu esta quinta-feira um salário de 1.250 euros para os polícias em início de carreira, justificando o valor com as “exigências da missão”. Atualmente, os profissionais em início de carreira auferem 789 euros.

 

A posição consta num comunicado para dar as boas vindas aos 571 novos agentes, que na quarta-feira realizaram a cerimónia de final de curso, noticia a agência Lusa.

Na nota, ASPP dá conta que a maioria destes polícias vão ser colocados em Lisboa, onde existem dificuldades de alojamento e vão receber um salário base de 789 euros, além de lhes ser exigido que “deem a vida se preciso for”.

“O salário em início de carreira na polícia deveria ser no mínimo de 1.250 euros. Mais justo tendo em conta as exigências da missão”, defende o maior sindicato da PSP.

Para a ASPP, os novos polícias vão conhecer uma instituição “que não consegue encontrar instrumentos para motivar ou manter a motivação dos profissionais, que as perspetivas de carreira são quase nulas e que o apoio do poder político no desempenho da missão praticamente não existe”.

Segundo a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, a PSP enfrenta os mesmos problemas há anos. A ASPP apelou ainda ao Governo para rever “o mais breve possível alguns dos procedimentos internos”, nomeadamente carreiras, salários, sobretudo no início da carreira, direitos e as compensações a atribuir.

Ministro realça o contributo das...

Trabalho, Segurança

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