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A NATO pega em armas para “combater o coronavírus”



Os 30 Ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO (Luigi Di Maio, em representação da Itália), que se reuniram, em 2 de Abril, por videoconferência (1) encarregaram o General norte-americano Tod Wolters, Comandante Supremo Aliado na Europa, de “coordenar o apoio militar necessário para combater a crise do coronavírus”.

É o mesmo general que, no Senado dos Estados Unidos, em 25 de Fevereiro passado, declarou que “as forças nucleares apoiam todas as operações militares USA, na Europa” e que ele é “um defensor de uma política flexível do primeiro uso” de armas nucleares, ou seja do, ataque nuclear de surpresa. (2) (“ O Doutor Strangelove cuida da nossa saúde”, il manifesto, 24 de Março). (3)

O General Wolters é o Comandante Supremo da NATO, na qualidade de Chefe do Comando Europeu dos Estados Unidos, portanto, faz parte da cadeia de comando do Pentágono, que tem prioridade absoluta. Quais são as suas regras rígidas, confirma-o um episódio recente: o Capitão do porta-aviões Roosevelt, Brett Crozier, foi afastado do comando porque, perante a propagação do coronavírus a bordo, violou o segredo militar ao solicitar o envio de ajuda. (4)


Para “combater a crise do coronavírus”, o General Wolters tem “corredores preferenciais para vôos militares através do espaço aéreo europeu”, onde os vôos civis quase desapareceram. Os corredores preferenciais também são usados pelos bombardeiros americanos do ataque nuclear B2-Spirit...

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“Como podemos propor a paz se usarmos a intimidação da guerra nuclear?”


“Que Páscoa estamos comemorando?”

Alex Zanotelli*

“Que sentido terão nossos pasques e esses salmos ainda cantantes se nos encontrarmos coniventes com os próprios faraós? Ó Igrejas!…. ”, Escreveu o poeta monge Davide Turoldo em seu Livro dos Salmos, que uso na minha oração diária. Essa pergunta explosiva de Turoldo para a nossa Páscoa, mas especialmente para a Páscoa deste ano, que não podemos celebrar solenemente em nossas igrejas pela emergência do coronavírus. É um momento importante para refletir sobre o que significa celebrar a Páscoa, especialmente para nós, igrejas ocidentais.

Como podemos celebrar a Páscoa, a festa da libertação da escravidão, quando vivemos em um sistema económico-financeiro que permite que poucos tenham quase tudo na pele de bilhões de pessoas pobres, com milhões de mortes por ano por ano? Os dados recentes da OXFAM são impiedosos: dois mil bilionários têm até quatro bilhões e meio da população mundial. Esse sistema permite que 10% da população mundial consuma 90% dos bens produzidos apenas pelo mercado, criando uma grave crise ambiental que já mata oito milhões de pessoas por ano. E por que estamos tão aterrorizados com o coronavírus, enquanto esse sistema mata muito mais a cada ano sem nos incomodar?

A crise ecológica representa uma ameaça à própria sobrevivência do Homo Sapiens, mas nossos governos são incapazes de tomar decisões sérias para mudar do carvão e do petróleo para o solar. Todo esse cenário não deveria nos assustar mais...

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Coronavírus | "ESTAMOS DIANTE DO FIM DA CLASSE MÉDIA"


Entrevista a Daniel Estulin 

E depois que a pandemia do novo coronavírus acabar? O que vai acontecer? Muitas pessoas já se perguntam sobre isso. Para Daniel Estulin, autor de livros sobre o Clube Bilderberg e analista de inteligência russo, a crise sanitária é secundária. O que está em jogo aqui é o fim de um ciclo financista cuja quebra está sendo mascarada pela pandemia. É o fim da era iniciada com os acordos de Bretton Woods em 1944.

Como é que o mundo vai mudar depois do coronavírus?

O que está por vir é uma crise de uma magnitude que só vimos duas vezes nos últimos dois mil anos. O primeiro foi entre os séculos IV e VI, quando surgiu o feudalismo. E o segundo momento veio com o nascimento do capitalismo, a partir do século XVI. O que estamos vivendo agora é o fim do capitalismo como o conhecemos, uma crise sistêmica planetária. O capitalismo precisa de expansão contínua, abrindo novos mercados, porque sem novos mercados o capitalismo morre. Isto é o que Karl Marx e Adam Smith disseram. O coronavírus está sendo usado como desculpa para procurar uma explicação para o colapso dos mercados planetários, quando isto é algo que começou muito antes. A Itália também é fácil de explicar. 114 bancos na Itália estão falidos. Ter um coronavírus é fantástico porque eles podem parar de pagar e botar a culpa pela falência no vírus.

O mundo está preparado para uma crise desta magnitude?

O modelo econômico chegou ao fim. Em 1991, os dois modelos existentes, o comunista e o...

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Portugal | Despedimentos em massa comprovam desprotecção


Apesar da intenção do Governo de reforçar os meios da ACT por forma a combater despedimentos ilegais, é a precariedade intrínseca dos vínculos laborais em muitas empresas que permite este desfecho.

São mais de 2000 os casos de despedimentos no sector industrial, muitos dos quais sem direito ao subsído de desemprego, agravando a já débil situação em que as suas famílias se encontram. Uma denúncia feita pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul (SITE Sul/CGTP-IN), em nota divulgada à imprensa, na qual afirma que, na actual situação de grave crise sanitária, o Governo alterou leis para facilitar a vida às empresas, mas «esqueceu-se da protecção dos trabalhadores».

No distrito de Évora são mais de 400 os trabalhadores despedidos, entre os quais 90 da Gestamp (Vendas Novas), 75 da AIS (Montemor-o-Novo) e 50 da Fundição de Évora. No de Portalegre, as duas empresas da Hutchinson despediram mais de 200 trabalhadores. No distrito de Setúbal, perderam o seu emprego mais de 1400 trabalhadores, nomeadamente no Parque da Autoeuropa, onde ocorreram mais de 750 despedimentos, e na Refinaria de Sines, com mais de 300 (onde estão incluídos um dirigente e um delegado do sindicato).


Sublinhando que o Governo deveria proibir os despedimentos, independentemente do vínculo do trabalhador com a empresa onde trabalha, o SITE Sul lembra que não podem ser estes «a pagar a crise económica e sanitária», com a perda do emprego...

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Mais 757 mortes em Espanha. Número de óbitos sobe pelo segundo dia seguido


Espanha eleva para 14.555 e 146.690 o total de mortes e casos confirmados, respetivamente. Mais 4.813 pessoas recuperaram nas últimas 24 horas.

Espanha registou esta quarta-feira mais 757 mortes e 6.180 casos confirmados de infeção por covid-19, anunciou o Ministério da Saúde daquele país.

No total, registam-se 14.555 mortes e 146.690 casos confirmados em solo espanhol.Na véspera, Espanha tinha registado 743 mortes e 5.478 casos de covid-19.

Entre as pessoas infetadas, 48.021 já recuperaram. Mais 4.813recuperaram nas últimas 24 horas.

Espanha é o segundo país com mais casos confirmados, sendo apenas superado pelos Estados Unidos (400 mil), e também o segundo com mais mortes, sendo apenas superado por Itália (17 mil).

Ainda assim, o ministério da saúde de Espanha estima que pelo menos 15 em cada 16 infetados não está sinalizado como tal, por isso, vai levar a cabo uma campanha massiva de testes para ter uma imagem mais real da incidência do covid-19 fora dos hospitais.

A maioria dos especialistas são unânimes ao considerar que o número real de contaminados em Espanha está muito acima dos números recolhidos pelas autoridades sanitárias e alguns estudos sugerem até que poderão já haver milhões de infetados, adianta o El País .

Também o número de mortos em Espanha poderá ser superior que o anunciado, uma vez que os dados de óbitos registados na Comunidade de Madrid na segunda quinzena de março (9.007) é superior ao dobro dos registados no ano passado (4.125)

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Boris Johnson "estável" na segunda noite nos cuidados intensivos


O chefe do governo britânico foi diagnosticado com covid-19 a 27 março. No domingo foi hospitalizado, mas devido ao agravamento do seu estado de saúde foi transferido para os cuidados intensivos.

Reino Unido tem mais de 55 mil infetados pelo novo coronavírus e o primeiro-ministro Boris Johnson é uma dessas pessoas. Passou a segunda noite nos cuidados intensivos no Hospital St. Thomas, em Londres, e está "estável", "confortável", mantendo-se animado, disse, esta quarta-feira, o ministro da Saúde britânico, Edward Argar, em declarações à BBC.

Boris Johnson foi diagnisticado com covid-19 a 27 de março, tendo ficado em isolamento em casa a trabalhar até domingo, dia em que, por conselho médico, foi hospitalizado por precaução devido à persistência de sintomas de covid-19, como febre. O seu estado de saúde agravou-se na segunda-feira, tendo sido transferido para a unidade de cuidados intensivos, onde recebeu oxigénio, mas não precisou de ficar ligado a um ventilador..


O ministro dos Negócios Estrangeiros manifestou confiança na recuperação do chefe de governo. "Se há uma coisa que eu sei sobre este primeiro-ministro, é que ele é um lutador. E ele vai estar de volta ao comando, liderando-nos nesta crise dentro de pouco tempo", disse Dominic Raab na tarde de terça-feira,, durante a conferência de imprensa diária sobre a evolução da pandemia covid-19 no Reino Unido.

Raab foi designado para substituir Boris Johnson, tendo já conduzido, no lugar do primeiro-ministro...

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O CAPITALISMO NO SEU MELHOR, BUNKERS À ESCOLHA


Ricos e célebres investem em bunkers de luxo

Muitas pessoas ricas e célebres não esperaram instruções oficiais para se porem ao abrigo do coronavírus. Elas investiram em massa nos bunkers da Vivos Group. Esta sociedade da Califórnia especializou-se na construção de pequenas fortalezas de luxo onde famílias ricas podem sobreviver a uma catástrofe. Nos EUA, empresas que oferecem kits de sobrevivência e abrigos de socorro registam vendas recordes.

Algures no sudoeste de Dakota do Sul, perto das Black Hills, encontra-se uma zona com 23 quilómetros quadrados composta por centenas de bunkers recobertos de terra. Antigamente era um local onde o exército americano armazenava explosivos e munições, durante a Segunda Guerra Mundial.

Feitos de betão e aço, os 575 bunkers eram habitados por centenas de trabalhadores do exército. Mas em 2016 o complexo foi rebaptizado "Vivos xPoint", depois de a empresa Vivos Group comprar os locais. Os bunkers foram objecto de um relooking luxuoso e aguardam novos habitantes que querem sobreviver ao "fim do mundo".

A PARTIR DE 35 MIL DÓLARES POR PESSOA

Os edifícios foram construídos para resistir a uma explosão de 500 mil libras (226 toneladas) de pólvora. Cada um deles pode abrigar dez a vinte pessoas. No total, há lugar para cerca de 5000 "residentes". A dimensão dos bunkers varia de 8 x 20 metros a 8 x 24 metros.

Foi estabelecido um sistema de condomínio. Cada pessoa que se pretende mudar para um bunker deve pagar 35 mil dólares no...

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  • Le Monde Diplomatique PT

O olhar dos artistas

21 artistas portugueses, 21 olhares sobre a pandemia

Este jornal começou em Abril de 1999, trazendo na capa a pintura A poesia está na rua, de Vieira da Silva. Passados 21 anos, o número de Abril foi produzido nas condições determinadas pelas medidas de confinamento. Muitas das estruturas que permitiram fazer chegar aos leitores este número mantiveram-se operacionais, mas as galerias onde os artistas visuais expõem os seus trabalhos encerraram. Convidámos por isso 21 artistas portugueses, habituais colaboradores deste jornal, a fazer-nos chegar uma obra sua que representasse o seu olhar sobre o momento que estamos a viver.

Os artistas estão a trabalhar, a criar. De olhos postos nas novas vivências individuais dentro de casa, mas também nos caminhos a trilhar como comunidade. A sua leitura singular devolve-nos o mundo, seja na pintura, no desenho, na escultura, na fotografia, na arte urbana ou na ilustração. As suas obras são o fio condutor temático da leitura deste jornal, que também é especial pelo espaço que nele ocupa o tratamento da pandemia em Portugal e no mundo.

Voltaremos todos a outras temáticas. Para já, o nosso agradecimento a André Luz, António Jorge Gonçalves, AOS, Bordalo II, Catarina Marto, Daniela Guerreiro, Inês d'Orey, Isaque Pinheiro, João Vaz de Carvalho, Mais Menos, Paulo Catrica, Pedro Penilo, Pedro Zamith, Raquel Belli, Raquel Pedro, Rita Ravasco, Rueffa, Sónia Godinho, Telmo Alcobia, Valter Vinagre e Vasco Gargalo. Neste Abril, nestas páginas, a...

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  • ODiario.info

Rafael Gómez Nieto e Manolis Glezos, dois dos nossos

No mesmo dia 30 de Março faleceram duas figuras da luta contra o nazi-fascismo: o espanhol Rafael Gomez Nieto e o grego Manolis Glezos. A trajectória pessoal de Glezos foi mais visível, e é a de um símbolo de resistência: desde o arrancar da bandeira nazi da Acrópole de Atenas até ao corajoso pedido de desculpas ao povo grego por ter confiado em Tsipras. Ambos ilustram o largo leque da unidade antifascista. Ambos são exemplos para um presente não menos difícil do que aquele que enfrentaram.

Enquanto o mundo se mirava na vertigem e no temor da pandemia, chegava-nos a notícia da morte de Manolis Glezos, o rosto da resistência grega a quem, em 30 de Março, o coração falhou. Além disso, como se a fatalidade não tivesse descanso, atingia-nos o falecimento, no mesmo dia, de Rafael Gómez Nieto, o último sobrevivente la nueve, a IX companhia do general Leclerc, repleta de republicanos espanhóis, que libertou Paris dos nazis, morto pelo coronavírus como se, levando ambos, a gadanha de um tempo desolado nos enviasse a advertência e a memória de uma geração que soube resistir ao fascismo e preservar entre as suas ruínas a frágil estirpe da fraternidade.

Quando não passava de um garoto, Glezos começou a descobrir a vida sob a ditadura fascista de Metaxas, e depois combatendo contra a ocupação nazi da Grécia, que causou centenas de milhares de mortes, deportações para os campos de extermínio, fusilamentos em massa (entre eles, o de um irmão de Manolis); suportando a fome do inverno de...

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  • Francisco Seixas da Costa in "duas ou três coisas"

Fundos para gatunos, já!

Um amigo, que reside em Lisboa, teve a sua casa assaltada, num destes dias de confinamento. Os ladrões forçaram a porta de entrada e fizeram uma “limpeza”, embora apenas no hall, provavelmente por sentirem que o resto do apartamento estava ocupado.

Sabendo do facto, telefonei-lhe. Estava sereno e construtivo: “Deve tratar-se de rapaziada que ficou sem ocupação, pelo fim da atividade no 28, onde “aliviava” turistas”. Referia-se ao pessoal que, esforçado, desde manhã cedo, se dedicava a operar no elétrico 28, que parte dos Prazeres para outros locais mais animados.

Pensando bem, a culpa não é dos larápios, é do governo. Porquê? Porque as nossas autoridades, que tenha sido anunciado, ainda não criaram uma linha de financiamento compensatório da suspensão da atividade dos carteiristas, pequenos gatunos e ofícios correlativos. Dir-se-á que não é admissível apoiar atividades ilícitas. É verdade. Mas nada impede - pelo contrário, tudo o recomenda! - que o governo financie os potenciais delinquentes. Financiar delinquentes? Leu mal. Eu não proponho que se financiem pessoas que cometam ilícitos, sugiro que se subsidiem essas pessoas a montante da execução do delito. Um carteirista, impossibilitado de subtrair uma bolsa a uma americana de passagem, nunca poderia beneficiar de uma compensação financeira se o tivesse feito. Seria imoral! Mas se receber uma ajuda financeira antes de cometer o delito, não apenas isso ajudaria a economia como...

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  • JM Correia Pinto in 'Politeia'

NOVO CORONA VIRUS III (COVID19)

Novo coronavírus. Que cuidados a ter?
PARA MEMÓRIA FUTURA
 
Textos publicados no Facebook
 
 
RTP E COVID 19
O tipo do telejornal continua eufórico sempre que as percentagens sobem e deprimido quando baixam.
 
20/04/05
 
 
 
COVID19 E A CRISE ECONÓMICA

A crise económica decorrente da actual pandemia será inevitável. Uma inevitabilidade que nenhum Estado poderá impedir ou sequer contornar. Se um Estado fosse autónomo, ou seja, se fosse plenamente soberano ele teria de resolver a situação de acordo com as medidas tradicionais em situações parecidas. Parecidas já que iguais nunca houve. E o princípio orientador não seria muito diferente do que já foi encetado pelos Estados Unidos e certamente também será pelo Reino Unido.
Para os países da zona euro não adianta estar com meias palavras ou fazer proclamações relativamente abstractas como algumas que já vieram a público. Os Estados mais afectados como a Itália, a Espanha, a França, Portugal e outros devem dizer claramente o que pretendem.
E o que pretendem não pode andar muito longe disto: o BCE tem de financiar os Estados emitindo a moeda necessária para o efeito. E esse “efeito” não poderá andar muito longe de um montante correspondente à quebra do PIB.
E a EU que chame a essa operação o que quiser. Chamem-lhe tecnicamente o que entenderem para os tratados se não sentirem ofendidos. Até lhe podem dar um nome que nada tenha ver com a realidade. E a realidade é esta: esse dinheiro nunca vai ser pago com dinheiro...

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Macau sem casos há dois dias consecutivos, quase 1.500 em quarentena


Macau, China, 07 abr 2020 (Lusa) -- Macau não regista novos casos há dois dias consecutivos, existindo 34 pessoas infetadas com a covid-19 a receberem tratamento, uma delas em estado grave, e cerca de 1.500 pessoas em quarentena obrigatória, informaram hoje as autoridades.

Atualmente encontram-se 1.469 pessoas a cumprirem uma quarentena obrigatória de 14 dias em nove hotéis da cidade (1.208 residentes, 205 trabalhadores não-residentes e 56 turistas), indicou-se durante a conferência de imprensa diária do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus.

Depois de Macau ter estado 40 dias sem identificar qualquer infeção, a partir de meados de março foram identificados 34 novos casos, todos importados.

Em fevereiro, Macau registou uma primeira vaga de 10 casos da covid-19, já todos com alta hospitalar.


Nessa primeira fase, as autoridades da capital mundial do jogo avançaram para medidas que acabaram, praticamente, por paralisar a economia, como o fecho por 15 dias dos casinos, em fevereiro.

As escolas fecharam, os estabelecimentos de diversão noturna e a esmagadora maioria dos funcionários públicos passou a trabalhar a partir de casa.

Após a deteção de novos casos, as autoridades reforçaram as medidas de controlo e restrições fronteiriças, assim como a obrigatoriedade de quarentena de 14 dias imposta a praticamente todos aqueles que entrem no território, que deixou desde segunda-feira de ter assegurada, pelos transportes públicos, qualquer...

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Regresso ao país e casos assintomáticos são os maiores riscos em Timor-Leste


Díli, 07 abr 2020 (Lusa) -- O regresso de timorenses da diáspora, especialmente através da fronteira terrestre com a Indonésia, e eventuais casos assintomáticos, já no país, são as maiores situações de risco relacionadas à covid-19 em Timor-Leste.

O porta-voz do Gabinete de Gestão de Crise da covid-19, Rui Maria de Araújo, explicou à Lusa que o receio do país vir a ter mais casos da covid-19 são "o regresso de timorenses vivendo na diáspora e a existência de possíveis casos assintomáticos".

Ainda que os voos comerciais para Díli estejam atualmente suspensos, centenas de pessoas continuam a chegar à fronteira terrestre que divide a ilha, com as autoridades a permitirem que alguns grupos entrem no território.

Quem entra é depois levado para locais de quarentena criados pelo Governo.

Rui Araújo diz que lidar com esta questão coloca duas alternativas, ou "suspender a entrada dos timorenses pela fronteira por um certo período, de forma a habilitar melhor o sistema" ou "melhorar as condições de confinamento obrigatório e de exames laboratoriais para os grupos de maior risco".


Ainda assim, e independentemente da situação atual no país, Rui Araújo disse que é vital "as pessoas aderirem ao confinamento voluntário, ao distanciamento social e físico".

"Nunca se sabe se já existem assintomáticos com potencialidade de transmissão no meio das comunidades", considerou.

"Temos que continuar vigilantes e praticar à letra todas as medidas de prevenção a nível pessoal, em...

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Ataques em Cabo Delgado: Soldados "fogem com medo" dos insurgentes


Há relatos crescentes de deserções e falta de condições para os soldados no campo das operações contra os insurgentes na província de Cabo Delgado. O cenário pode ser a machadada final no debilitado Exército mocambicano?

Os ataques armados na província nortenha de Cabo Delgado repetem-se, quase sem interregno.

O mais recente relato chega do bispo de Pemba, Dom Luiz Fernando Lisboa: "Hoje, 7 de abril, recebo notícias da região de Muidumbe de que teria sido atacada uma aldeia de Tinga e depois [os atacantes] foram para Litingina. [A seguir,] os soldados foram à procura dos insurgentes. Em duas ou três aldeias, houve um tiroteio muito forte."

As ações dos insurgentes continuam a pôr a vida da população de pernas para o ar. De acordo com o bispo, os "relatos de missionários que estão lá, mas que também estão a sair, é de que toda a população está a fugir para o mato - o que se vê são pessoas com trouxas na cabeça, fugindo para o mato. Infelizmente, hoje 7 de abril, está a acontecer outro ataque de grandes proporções."

Em que condições operam as FDS?

Mas não é apenas a população que tem motivos de queixas, os soldados das Força de Defesa e Segurança (FDS), sem receios de represálias, têm denunciado dificuldades de vária ordem, desde alimentares até logísticas. Na última semana, mais um vídeo dos soldados correu nas redes sociais com denúncias.

Para Dom Luiz Fernando Lisboa, "a reclamação em relação às condições de Cabo Delgado já é recorrente. Os jovens...

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Mariano Nhongo reivindica ataque no centro de Moçambique e faz novas ameaças


Depois do ataque a um estaleiro na província de Manica, "Junta Militar" ameaça sabotar mais investimentos nacionais e estrangeiros caso o Governo não resolva os problemas dos guerrilheiros dissidentes da RENAMO.

O líder da autoproclamada "Junta Militar" da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Mariano Nhongo, reivindicou o ataque de segunda-feira (06.04) a um estaleiro de madeira na província de Manica. Um cidadão tailandês foi morto no ataque e sete veículos foram incendiados, segundo a polícia.

Mariano Nhongo promete continuar com os ataques se o Executivo não avançar já com o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR), estagnado há meses. Os alvos, segundo o líder do grupo dissidente, seriam investimentos nacionais e estrangeiros: "O Governo deve resolver o problema da Resistência Nacional Moçambicana. Sem isso, em Moçambique, há-de haver problemas, irmão, nós aqui não temos cadeiras, nada, toda a madeira está a ir para a China a fazer o quê? Este país não é de chineses".

Em declarações à imprensa, ao telefone, Mariano Nhongo disse que Moçambique não pode continuar pobre enquanto há muitos recursos naturais a serem explorados por estrangeiros, sem beneficiar as comunidades locais.

"Todos os empresários internacionais, alguns estão no mato a explorar pedras, madeira e a mandar para os países deles, [para a] China. Nós repudiamos isso. Não gostamos dessas brincadeiras", afirmou o líder da "Junta...

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Angola | João Lourenço distancia-se dos "marimbondos" e aposta em sangue novo?


O Presidente angolano remodelou o Governo e nomeou novos auxiliares. Entre os nomeados está uma jovem de 29 anos que vai ocupar o cargo de ministra da Cultura. Analistas falam em transição para equipa de confiança.

O Presidente de Angola, João Lourenço, divulgou na segunda-feira (06.04) a lista dos novos membros do seu Executivo, que encolheu de 28 para 21 ministérios, destacando-se a saída de Manuel Augusto, das Relações Exteriores, substituído pelo seu secretário de Estado, Tete António.

Fundiram-se os ministérios da Defesa Nacional com o dos Antigos Combatentes, o da Cultura com o da Hotelaria e Turismo, das Telecomunicações e Tecnologias de Informação com o Ministério da Comunicação Social, o da Agricultura com o das Pescas, e o Ministério do Comércio com o da Indústria. Também se fundiram os ministérios das Obras Públicas e do Ordenamento do Território.

Da longa lista de exonerações constam 17 ministros e 24 secretários de Estado, bem como o secretário do Presidente da República para os Assuntos Políticos, Constitucionais e Parlamentares e o diretor do Gabinete de Ação Psicológica e Informação da Casa de Segurança do Presidente da República.

Mas, entre estes, muitos assumirão as mesmas funções no novo Executivo, enquanto outros terão novas pastas e outros ascendem no poder governamental.


Em busca do "team certo"

Para Ilídio Manuel, jornalista e analista angolano, o chefe de Estado está "a criar uma equipa que garanta uma maior confiança" e não "a...

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Covid-19: África ultrapassa os 10 mil casos com 487 mortes


O número de mortes provocadas pela covid-19 em África subiu para 487 nas últimas horas num universo de mais de 10.075 casos registados em 52 países, de acordo com a mais recente atualização dos dados da pandemia naquele continente.

Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (CDC África), nas últimas 24 horas o número de mortes registadas subiu de 414 para 487, com as infeções confirmadas a passarem de 9.189 para 10.075.

O CDC África registou também 913 doentes recuperados após a infeção.

Com o anúncio, na segunda-feira, do primeiro caso confirmado de infeção pelo novo coronavírus nas Ilhas Seicheles, são agora 52 os países e territórios de África afetados pela pandemia de covid-19.

O norte de África mantém-se como a região mais afetada pela doença, com 4.485 casos, 362 mortes e 437 doentes recuperados.


Na África Austral, são 1790 os casos registados da doença, que já provocou 17 mortes, tendo 57 doentes recuperado da infeção.

Na África Ocidental, há registo de 1992 infeções, 57 mortes e 348 doentes recuperados.

A África do Sul é o país com mais casos confirmados da doença (1.682), registando 12 mortes e 45 doentes recuperados.

Argélia (1.423 casos e 173 mortes), Egito (1.322 casos e 85 mortes) e Marrocos (1.120 casos e 80 mortes) são outros países com números expressivos.

Em pelo menos uma dezena de países, o número de casos confirmados é na ordem das centenas.

Até ao momento, não...

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COVID-19: Já não nos é permitido ver, ouvir e ler o que queremos

 
 
Global Research, April 06, 2020
 
Agora, que a maior parte de nós, em todo o mundo, fomos obrigados a estar naquilo que facilmente pode ser descrito como prisão domiciliária, de repente temos imenso tempo para ler livros, assistir a grandes filmes e ouvir música esplêndida.
 
Muitos de nós andam, há anos, a repetir tristemente o mesmo: “se eu tivesse tempo…”
 
Agora temos imenso – imenso tempo. O mundo parou. Está a acontecer algo horrível; algo que nunca quisemos que ocorresse. Sentimo-lo, estamos aterrorizados, mas não sabemos exactamente o que é. Não já, ainda não.
 
A ficção tornou-se realidade. Albert Camus e a sua “Peste”. José Saramago e o seu “Ensaio Sobre a Cegueira”.
 
Não sabíamos que algo do género podia acontecer; mesmo aqueles entre nós que não têm qualquer confiança na sabedoria da civilização ocidental.
 
Ainda hoje, mais uma vez, leio os mesmos argumentos que me fazem sentir arrepios na espinha sempre que os repetem. E repetem-nos, de modo frequente agora, pelo menos na Europa. Ali, nota-se que regressou o fascismo. Citando o Dr. Luboš Motl, físico teórico checo, professor assistente na Universidade de Harvard entre 2004 e 2007:
 
“E acreditam que as estruturas que lhes permitem sobreviver – os governos, os bancos e por aí fora – são ‘maléficas’. Alguns são só analfabetos financeiros. Mas outros estão cientes do que afirmam e regozijam-se a exigir que se sacrifiquem triliões...

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Depois de três dias em queda, número de mortos em Espanha volta a subir


Oorreram 743 pessoas devido à Covid-19, nas últimas 24 horas, em Espanha. É a primeira vez em três dias que o número de mortos no país regista uma subida.

Esta segunda-feira, o país tinha anunciado um registo de apenas 637 mortes - o menor número de vítimas mortais diário desde 24 de março.

Com este crescimento da mortalidade, o número total de vítimas mortais do novo coronavírus em Espanha passa agora para 13798.

O Ministério da Saúde espanhol adianta ainda que das 140510 pessoas que foram infetadas no país, 43208 pessoas já recuperaram da doença.

Entretanto, a China, país que registou o primeiro caso do novo coronavírus, anunciou esta manhã que não registou qualquer morte por Covid-19 nas últimas 24 horas, um acontecimento inédito desde o início da publicação de estatísticas sobre o surto, em janeiro.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia de Covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 71 mil.

Rita Carvalho Pereira | TSF

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

https://paginaglobal.blogspot.com/2020/04/depois-de-tres-dias-em-queda-numero-de.html

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  • Vitor Dias in "O Tempo das Cerejas"

Técnicas de confinamento




1)
Always On My Mind- Elvis Presley 2)Fernando- Abba 3)Dancing Queen- Abba 4)Oh Pretty Woman- Roy Orbison 5)Spanish Eyes-Elvis Presley 6)Are You Lonesome Tonight?- Elvis Presley 7)Chiquitita- Abba 8)Massachusetts- Bee Gees 9)Love Me Tender- Elvis Presley 10)Imagine- John Len non 11)Suspicious Minds- Elvis Presley 12)California Blue- Roy Orbison 13)My Way- Elvis Presley 14)Billie Jean- Michael Jackson 15)In Dreams- Roy Orbison 16)Blue Bayou- Roy Orbison 17)Only The Lonely- Roy Orbison 18)I Have A Dream- Abba 19)Yesterday- Beatles 20)Mamma Mia- Abba 21)Thriller- Michael Jackson 22)Amazing Grace-Elvis Presley 23)Unchained Melody- Roy Orbison 24)Can?t Help Falling In Love- Elvis Presley 25)Jailhouse Rock- Elvis Presley 26)Ave Maria- Celine Dion 27)And I Love You So- Elvis Presley 28)Blue Moon- Elvis Presley 29)Hey Jude- Beatles 30)I Started A Joke- Bee Gees 31)My Way- Frank Sinatra 32)Hotel California- Eagles 33)A Big Hunk O? Love- Elvis Presley 34)Bridge Over Troubled Water- Elvis Presley 35)The Winner Takes It All- Abba 36)Bad Moon Rising- Creedence Clearwater Revival 37)Ben- Michael Jackson 38)Waterloo- Abba 39)Stayin? Alive- Bee Gees 40)Words- Bee Gees 41)How Deep Is Your Love- Bee Gees 42)Crying- Roy Orbison 43)Blue Suede Shoes- Elvis Presley 44)Blue Christmas- Elvis Presley 45)Beat It- Michael Jackson 46)A Day In The Life- Beatles 47)Bohemian Rhapsody Queen 48)Let It Be- Beatles 49)Only You- Roy Orbison 50)Sweet Caroline- Roy Orbison 51)A Hard Day?s Night- Beatles...

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  • Francisco Seixas da Costa in "duas ou três coisas"

O desabafo do Eugénio


Eugénio Lisboa é, de há muito, um amigo. Escritor, crítico e homem desassombrado, tem sobre a vida, e sobre as coisas que ela nos traz, opiniões sempre claras. Não se esconde por detrás das palavras, usa-as como armas da crítica, na fórmula de um clássico. Diz o que pensa, o que é muito evidente nas memórias com que, desde há alguns anos, nos tem recordado tempos e pessoas do seu passado rico e diverso.

Nestes dias de chumbo, em que a poesia e a graça fazem parte do quotidiano de todos nós, mandou-me este curto exercício de estilo.

Ele aqui fica, com um abraço para ele e votos de muita saúde, para que o sol, que não tardará, o possa fazer voltar a sentar, com conforto, nos únicos bancos em que sempre podemos manter confiança.
VERSINHOS DE UM POETA COM ALGUMAS DIFICULDADE DE CONJUGAÇÃO
O Trump, fodido, irá-se
embora se a peste vá-se.
Que chatice se ele ficasse
no governo e nos lixasse!
Que bom se ele se fixasse
na sua Torre e se calasse!
Se o Almada ainda falasse,
diria que o Trump, sem classe,
cheira mal da boca – hélas!

Eugénio Lisboa,

Com um muito humilde pedido de desculpas
por isto não ser tão bom como, digamos, os Lusíadas!

Ver original em "duas ou três coisas" (aqui)

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  • Página Global

PORTUGAL HOJE: Mais 34 mortes e 712 infetados por Covid-19 em Portugal

 
 
O número de casos de Covid-19 em Portugal subiu para 12442 esta terça-feira, mais 712 casos do que ontem. No total, há 345 vítimas mortais no nosso país, um aumento de 34 óbitos em relação aos dados divulgados segunda-feira, segundo o relatório da situação epidemiológica em Portugal, divulgado ao final da manhã.
 
O número de recuperados voltou também a aumentar, de 140 na segunda-feira, para 184 hoje. Há 4442 pessoas a aguardar resultados, após a realização do teste.
 
Apesar de terem subido em 81 o número de casos que necessitaram de internamento, há apenas mais uma pessoa internada em serviços de cuidados intensivos, em relação ao número divulgado segunda-feira, num total de 271 pacientes.
 
A região norte continua a ser a zona com mais casos confirmados e óbitos relacionados com a Covid-19 (7052 casos e 186 óbitos). O Centro tem 1766 casos e 88 óbitos. A região de Lisboa e Vale do Tejo tem 3185 casos e 64 óbitos e o Algarve 234 positivos e sete mortes. O Alentejo tem 85 casos, mas não regista qualquer óbito.
 
O concelho de Lisboa continua a ser o que regista maior número de casos positivos, com 754, logo seguido pelo Porto, com 730 casos, e Vila Nova de Gaia, com 551 casos. Gondomar tem 528 casos e a Maia 465.
 
Jornal de Notícias | Imagem em Diário de Notícias

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

https://paginaglobal.blogspot.com/2020/04/portugal-hoje-mais-34-mortes-e-712.html

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  • Jornal Tornado in 'O TORNADO'

Pacto pela Vida e pelo Brasil quer unir forças contra a crise e pela democracia

Idealizado pela Comissão Arns, o documento propõe a formação de “uma ampla aliança”, unindo “forças para clamar pela união de toda sociedade brasileira”.

Diante da “grave crise sanitária, econômica, social e política que vive o País”, entidades nacionais lançaram nesta terça-feira (7), Dia Mundial da Saúde, o “Pacto pela Vida e pelo Brasil”. Idealizado pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns (Comissão Arns), o documento propõe a formação de “uma ampla aliança”, unindo “forças para clamar pela união de toda sociedade brasileira”.

Além da Comissão Arns, aderiram à iniciativa CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), ABC (Academia Brasileira de Ciências) e ABI (Associação Brasileira de Imprensa). Cópias do Pacto foram entregues aos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia; do Senado, David Alcolumbre; do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli; bem como aos governadores.

“É hora de entrar em cena no Brasil o coro dos lúcidos, fazendo valer a opção por escolhas científicas, políticas e modelos sociais que coloquem o mundo e a nossa sociedade em um tempo, de fato, novo”, aponta o documento, numa referência, entre outros pontos, ao combate à Covid-19. A adoção de medidas restritivas, somada a um “aumento significativo do orçamento” para o SUS (Sistema Único de Saúde), é uma das bandeiras

“A pandemia do novo...

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