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PORQUE XI NÃO VAI REPETIR OS ERROS DA DINASTIA MING, por PEPE ESCOBAR

OBRIGADO A PEPE ESCOBAR, PATRÍCIA ZIMBRES, ASIA TIMES, BRASIL247, ALAINET E A TODOS OS QUE TENHAM CONTRIBUÍDO PARA ESTE TRABALHO

 

Obrigado `à Wikipedia e a Bazonka

 

 

Why Xi won’t repeat Ming Dynasty mistakes, por Pepe Escobar

Asia Times, 11 de Maio de 2020

Selecção de João Machado

 

Xi Jinping dirige aos chineses mensagem de Ano Novo Foto: Xinhua

 

A China aprendeu com a sua riquíssima história e está a aplicar essas lições para voltar a aparecer como uma grande potência do século 21.

Agora que a guerra híbrida 2.0 contra a China, turbinada por uma sinistra campanha de desinformação, atinge seu pico febril, as Novas Rotas da Seda, ou Iniciativa Cinturão e Rota, continuarão a ser incessantemente demonizadas como o proverbial e maligno plano comunista para dominar econômica e geopoliticamente o mundo “livre”.

É perda de tempo discutir com simplórios. Para que possa haver um debate informado, o importante é encontrar as raízes mais profundas da estratégia de Pequim – o que os chineses aprenderam com sua rica história e como eles vêm aplicando essas lições para ressurgir como uma grande potência no jovem século XXI.

Comecemos pela maneira como o Oriente e o Ocidente, no passado, se posicionavam no centro do mundo.

A primeira enciclopédia histórico-geográfica chinesa, o Clássico das Montanhas e do Mar, do século II A.C., nos diz que o mundo era o que existia sob o sol (tienhia). Formado por “montanhas e mares” (shanhai), o mundo foi disposto entre “quatro mares” (shihai). Uma única coisa não muda nunca: o centro. E seu nome é o “Reino do Meio” (Zhongguo), ou seja, a China.

É claro que os europeus do século XVI, tendo descoberto que a Terra era redonda, viraram a centralidade chinesa de cabeça para baixo. Mas na verdade nem tanto assim (ver, por exemplo, este mapa sinocêntrico do século XXI, publicado em 2013).

O princípio de um imenso continente cercado por mares, o “oceano exterior”, parece ter tido origem na cosmologia budista, na qual o mundo é descrito como um “lótus de quatro pétalas”. Mas o espírito sinocêntrico era forte o suficiente para descartar e prevalecer sobre qualquer cosmogonia que porventura o contradissesse, tal como a budista, que colocava a Índia no centro.

Vejamos agora a Grécia Antiga. Seu centro, com base na reconstituição de mapas de Hipócrates e Heródoto, situava-se no Mar Egeu, destacando a tríade Delfos-Delos-Jônia. A grande cisão entre Oriente e Ocidente data do Império Romano do século III. E começa com Diocleciano, centrada exclusivamente na geopolítica.

A sequência é a seguinte: em 293, Diocleciano instaura uma tetrarquia, com dois Augustos e dois Césares, e quatro prefeituras. Maximiano Augusto é encarregado da defesa do Oeste (Occidens) a partir da “prefeitura da Itália”, com capital em Milão. Diocleciano assume ele próprio a defesa do Leste (Oriens), a partir da “prefeitura do Oriente”, que tinha Nicomédia como capital.

A religião política foi somada a esse novo complexo político-militar. Diocleciano funda as dioceses cristãs (dioikesis, em grego, em homenagem a ele), em um total de doze. Já existe uma diocese do Oriente – basicamente o Levante e o norte do Egito.

Não há diocese do Ocidente. Mas há uma diocese da Ásia: basicamente o que hoje corresponde à região ocidental da Turquia mediterrânea, herdeira das antigas províncias romanas na Ásia. Isso é bem interessante: o Oriente é situado a leste da Ásia.

O centro histórico, Roma, é apenas um símbolo. Não há mais centro. Na verdade, o centro vem pendendo para o Oriente. Sob Constantino, Nicomédia, a capital de Diocleciano, é rapidamente substituída pela vizinha Bizâncio, rebatizada como Constantinopla, que o novo imperador quer transformar na “nova Roma”.

Quando o Império Romano do Ocidente cai, em 476, o Império do Oriente continua existindo.

Oficialmente, ele só se transformará no império bizantino no ano de 732, enquanto o Sacro Império Romano – que, como sabemos, não era nem sagrado, nem romano e nem sequer um império – ressurge com Carlos Magno, em 800. A partir de Carlos Magno, o Ocidente passa a se ver como “Europa” e vice-versa: o centro histórico e o motor desse vasto espaço geográfico que, posteriormente, alcançou e incorporou as Américas.

 

O almirante superstar 

 

Estamos ainda imersos no debate – literalmente – oceânico travado entre os historiadores sobre o contexto e a miríade de razões que levaram multidões, a partir de fins do século XV, a se lançarem freneticamente ao mar – de Colombo e Vasco da Gama a Magalhães.

Mas o Ocidente costuma esquecer o verdadeiro pioneiro: o icônico Almirante Zheng He, originalmente chamado Ma He, um eunuco e muçulmano hui da província de Yunnan.

Seu pai e seu avô haviam peregrinado a Meca. Ele cresceu falando mandarim e árabe e aprendendo muito sobre geografia. Aos 13 anos de idade, ele foi colocado na casa de um príncipe Ming, Zhu Di, membro da dinastia que havia ascendido ao poder em 1387.

Educado como diplomata e guerreiro, Zheng He converteu-se ao budismo sob seu novo nome, embora tenha sempre permanecido fiel ao Islã. Afinal, como pude ver por mim mesmo quando visitei comunidades hui em 1997, ao tomar um desvio da Rota da Seda a caminho do mosteiro Labrang, em Xiahe, o Islã Hui é um sincretismo fascinante que incorpora budismo, taoísmo e confucionismo.

Zhu Di derrotou o Imperador em 1402, tomando o nome de Yong Le. Um ano mais tarde, ele já havia concedido a Zheng He o título de almirante, encarregando-o de supervisionar a construção de uma grande frota destinada a explorar os mares que circundavam a China. Ou, mais precisamente, o “Oceano Ocidental” (Xiyang): ou seja, o Oceano Índico.

Assim, de 1405 a 1433, ao longo de cerca de três décadas, Zheng He liderou sete expedições marítimas partindo de Nanquim, no rio Yangtze e, tirando partido dos ventos monçônicos, chegando até a Arábia e o Leste da África. Elas passaram por Champa, Bornéu, Java, Malaca, Sumatra, Ceilão, Calicute, Hormuz, Aden, Jeda/Meca e Mogadishu, chegando à costa leste da África ao sul do Equador.

Zheng He comandava verdadeiras armadas, por vezes com mais de 200 navios, incluindo 72 de alto mar, levando até 30 mil homens e grandes quantidades de mercadorias preciosas para vender: seda, porcelana, prata, algodão, produtos de couro, utensílios de ferro. O navio principal da primeira expedição, capitaneado por Zheng He, tinha 140 metros de comprimento, 50 metros de largura e uma tripulação de mais de 500 homens.

Essa foi a Rota da Seda Marítima original, que vem sendo recriada agora no século XXI. Ela foi acoplada a um outro ramal da Rota da Seda terrestre: afinal, os tão temidos mongóis batiam em retirada, havia novos aliados por todo o caminho até Transoxiana, e os chineses conseguiram firmar tratados de paz com o sucessor de Tamerlane. Assim, as Rotas da Seda voltaram a crescer rapidamente. A corte Ming enviou diplomatas a toda a Ásia – Tibé, Nepal, Bengala, e até mesmo ao Japão.

O principal objetivo dessas navegações pioneiras chinesas sempre deixou perplexos os historiadores ocidentais. Em essência, essas expedições eram uma mistura diplomática, comercial e militar. Era importante que a suserania chinesa fosse reconhecida – e materializada com o pagamento de tributos. Mas, antes de qualquer outra coisa, o objetivo era comercial: não é de admirar que os navios tivessem cabines para mercadores.

A armada recebeu o nome de Frota do Tesouro – embora denotasse ser mais uma questão de prestígio que uma operação de captura de riquezas. Yong Le era muito hábil em termos de poder brando e economia – ele assumiu o controle do comércio ultramarino impondo um monopólio imperial sobre todas as transações. Essa, portanto, foi uma aplicação ampla e inteligente do sistema tributário chinês – nas esferas comercial, diplomática e cultural.

Yong Le, na verdade, seguia as instruções de seu predecessor Hongwu, fundador da dinastia Ming (“Luzes”). Conta a lenda que Hongwu ordenou que um bilhão de árvores fossem plantadas na região de Nanquim para suprir a construção de uma marinha.

Em seguida ocorreu a transferência da capital de Nanquim para Pequim, em 1421, e também a construção da Cidade Proibida. Tudo isso custou muito dinheiro. Por mais que as expedições navais fossem caras, seus lucros, é claro, foram de grande utilidade.

Yong Le queria criar estabilidade para a China – e para toda a Ásia – com o estabelecimento de uma Pax Sinica. Essa estabilidade não seria imposta à força, mas com diplomacia aliada a uma sutil demonstração de poder. A Armada era o porta-aviões da época, com canhões bem visíveis embora raramente usados, e praticando a “liberdade de navegação”.

O que o imperador queria era conquistar aliados entre os governantes locais e, para tal, ele usava de intriga e de comércio, mais que do choque e do medo provocados por batalhas e massacres. Por exemplo, Zheng He proclamou a suserania chinesa sobre Sumatra, Cochinchina e Ceilão. Ele privilegiava um comércio equitativo, de modo que nunca houve um processo de colonização.

Ao contrário: antes de cada expedição, durante a etapa de planejamento, emissários dos países a serem visitados eram convidados à corte Ming, onde eram regiamente tratados.

 

Os saqueadores europeus 

 

Compare-se isso à colonização europeia liderada uma década mais tarde pelos portugueses, nessas mesmas terras e nesses mesmos mares. Entre uma cenoura (pequena) e uma vara (muito longa), os europeus praticavam o comércio usando, principalmente, de massacres e conversões forçadas. Postos comerciais logo foram convertidos em fortes e instalações militares, algo que as expedições de Zheng He jamais tentaram.

Aliás, Zheng He deixou tão boas recordações que foi divinizado com o nome chinês de San Bao, que significa “Três Tesouros”, em lugares do Sudeste Asiático como Malaca e Ayutthaya, no Sião.

Então veio o que só pode ser descrito como o sadomasoquismo judaico-cristão, focado em impor o sofrimento como virtude e único caminho para alcançar o Paraíso. Jamais ocorreria a Zheng He que ele e seus marinheiros, bem como as populações com as quais ele entrou em contato, teriam que pagar tamanho preço.

Então, por que tudo acabou, e tão subitamente? Em poucas palavras, Yong Le ficou sem dinheiro em razão de suas aventuras imperiais. O Grande Canal – ligando o rio Amarelo com as bacias do Yangtze– custou uma fortuna. O mesmo se deu com a construção da Cidade Proibida. A receita das expedições não foi suficiente.

E assim que a Cidade Proibida foi inaugurada, ela pegou fogo, em maio de 1421. Mau agouro. Segundo a tradição, isso significava desarmonia entre o Céu e o soberano, um acontecimento fora dos padrões astrais. Os confucionistas culpavam os conselheiros eunucos, muito próximos aos mercadores e às elites cosmopolitas que cercavam o imperador. E, para piorar as coisas, as fronteiras do sul estavam inquietas, e a ameaça mongol, na verdade, não havia chegado ao fim.

O novo imperador Ming, Zhu Gaozhi, ditou a lei: “O território da China produz todos os bens em abundância; então, por que haveríamos de comprar no exterior bugigangas sem o menor interesse?”

Seu sucessor, Zhu Zanji, foi ainda mais radical. Até 1452, uma série de éditos imperiais proibiram o comércio exterior e as viagens para fora do país. Toda e qualquer infração era considerada pirataria e punida com a morte. Ainda mais grave, o estudo de línguas estrangeiras foi banido, bem como o ensino do chinês a estrangeiros.

Zheng He morreu (em inícios de 1433? 1435?) bem a caráter, em alto mar, ao norte de Java, quando voltava da sétima e última expedição. Os documentos e os mapas usados nas expedições foram destruídos, bem como os navios.

Foi assim que os Ming repudiaram o poderio naval e retornaram ao velho confucionismo agrário, que preferia a agricultura ao comércio, a terra aos mares e o centro às terras estrangeiras.

 

Retirada naval nunca mais

 

A lição que pode ser extraída daí é que o formidável sistema naval tributário montado por Yong Le e Zheng He foi vítima de seus excessos – gastos estatais em demasia e turbulência camponesa – bem como de seu próprio sucesso.

O que ocorreu em menos de um século, das expedições de Zheng He até o recuo da dinastia Ming, se mostrou um divisor de águas tremendo na história e na geopolítica, prefigurando o que viria a acontecer logo em seguida, no longo século XVI, a era em que a Europa começou a tentar e por fim conseguiu dominar o mundo.

Uma imagem é forte. Enquanto os oficiais de Zheng He, em 1433, navegavam ao longo da costa leste da África até seu extremo sul, as expedições navais portuguesas davam início a suas aventuras no Atlântico, avançando pouco a pouco rumo ao sul ao longo da costa oeste africana. O mítico Cabo Bojador foi conquistado em 1434.

As sete expedições Ming cruzaram todo o Sudeste da Ásia e o Oceano Índico, começando em 1403 e se prolongando por quase três décadas. Apenas meio século depois, em 1488, Bartolomeu Dias conquistaria o Cabo da Boa Esperança e, dez anos mais tarde, em 1498, Vasco da Gama chegaria a Goa.

Imaginem um “e se?” histórico: os chineses e os portugueses chocando-se uns contra os outros em terras swahili. Afinal, em 1417 foi a vez de Hong Bao, o eunuco muçulmano que era imediato de Zheng He; e em 1498, a vez de Vasco da Gama, orientado pelo “Leão do Mar” Ibn Majid, seu lendário mestre navegador.

Os Ming não eram obcecados por ouro e especiarias. Para eles, o comércio deveria se basear em trocas equitativas no quadro do tributo. Como Joseph Needham provou conclusivamente em obras como Science and Civilization in China, os europeus queriam os produtos asiáticos muito mais que os orientais queriam os produtos europeus, “e a única maneira de pagar por eles era o ouro”.

Para os portugueses, as terras “descobertas” eram todas território de colonização potencial. E, para tal, os poucos colonizadores precisavam de escravos. Na China, os escravos serviam em trabalhos domésticos, no máximo. Para os europeus, tratava-se da exploração maciça de força de trabalho em plantações e em minas, muito especialmente no que se referia às populações negras da África.

Na Ásia, ao contrário do que fez a diplomacia chinesa, os europeus partiram para o massacre. Usando de tortura e mutilações, Vasco da Gama e outros colonizadores portugueses lançaram-se a uma verdadeira guerra de terror contra populações civis.

Essa diferença estrutural de importância máxima está na raiz do sistema mundial e da organização geo-histórica do mundo atual, como analisado por craques da geografia como Christian Grataloup e Paul Pelletier. Os países asiáticos não tiveram que administrar – nem sofrer – as repercussões da escravatura.

Então, em um período de apenas algumas décadas, os chineses abdicaram de manter relações mais estreitas com o Sudeste Asiático, a Índia e o Leste da África. A frota Ming foi destruída. A China abandonou o comércio ultramarino e recolheu-se em si mesma para se concentrar na agricultura.

Mais uma vez: a conexão direta entre a retirada naval chinesa e a expansão colonial europeia é capaz de explicar o desenvolvimento do processo dos dois “mundos” – o Ocidente e o centro chinês – instaurado já no século XV.

Em fins do século XV, não havia mais arquitetos chineses capazes de construir grandes navios. O desenvolvimento de armamentos também havia sido abandonado. Em poucas décadas, o mundo chinês perdeu sua vasta dianteira tecnológica sobre o Ocidente. E, mais tarde, a China pagaria um imenso preço, simbolizado no inconsciente chinês como “o século da humilhação”.

Todo o exposto acima explica uma série de coisas. Como Xi Jinping e a atual liderança fizeram seu dever de casa. Por que a China não irá reprisar uma remixagem da era Ming e bater novamente em retirada. Por que e como a Rota da Seda terrestre e a Rota da Seda marítima estão sendo revivificadas. Por que não haverá novas humilhações. E, acima de tudo, por que razão o Ocidente – em especial o Império Americano – recusa-se terminantemente a aceitar o novo curso da história.

 

– Pepe Escobar é jornalista e correspondente de várias publicações internacionais Para o Asia Times

 

Tradução de Patricia Zimbres, para o 247

 

13 de maio de 2020

Poderá também ler este trabalho de Pepe Escobar clicando em:

https://www.brasil247.com/blog/por-que-xi-nao-vai-repetir-os-erros-da-dinastia-ming

https://www.alainet.org/es/node/206564

 

Ver original em 'A viagem dos Argonautas' na seguinte ligação:

https://aviagemdosargonautas.net/2020/05/23/porque-xi-nao-vai-repetir-os-erros-da-dinastia-ming-por-pepe-escobar/

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China, História

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