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mundo001Diversos pontos de vista sobre assuntos de caráter global/mundial.

PAUL CRAIG ROBERTS ANALISA SITUAÇÃO DA ECONOMIA DOS EUA

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https://www.paulcraigroberts.org/2019/08/21/what-globalism-did-was-to-transfer-the-us-economy-to-china/
No artigo acima («o que o globalismo fez foi transferir a economia dos EUA para a China»), de uma clareza e precisão notáveis, Paul Craig Roberts destrói o mito de uma economia americana em crescimento e em condições de enfrentar a guerra comercial com a China (eu já tinha feito uma análise semelhante há alguns meses atrás; ver aqui )
Este autor, economista e ex-membro da equipa de Reagan, não é «esquerdista»: arruma-se no campo «conservador». Porém, faz análises implacáveis e justas da economia globalista, dos dogmas neo-liberais, da estupidez da governação, tanto pelos seus políticos como pela classe empresarial. Por isso, eu considero as suas análises muito mais significativas, pela sua lucidez e pelo bom-senso fundamental.  Camões inventou a figura de «Velho do Restelo» e os gregos, muito antes disso, a de Cassandra:  O Velho do Restelo é a personificação das vozes que se erguiam contra a expansão ultramarina, desguarnecendo o país, a causa profunda da decadência que iria custar a independência ao reino de Portugal.  Cassandra era dotada pelos deuses do dom da profecia, mas esse dom era acompanhado pela maldição de ninguém acreditar naquilo que ela dizia.  Paul Craig Roberts possui características de ambas as personagens...

Economia política

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  • Pensar Contemporâneo
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Pessoas ingratas: o “veneno” da ingratidão

 
 

“Quem acolhe um benefício com gratidão, paga a primeira prestação da sua dívida.”- Sêneca

“Os homens apressam-se mais a retribuir um dano do que um benefício, porque a gratidão é um peso e a vingança, um prazer.” – Tácito

Dizem que quem ajuda deve ter uma memória curta, mas quem recebe deve se assegurar de ter uma memória longa. Isso se aplica bem na teoria, mas sabemos que na prática o fusionamento é outro. Antes de prosseguir seria bom a gente fazer um auto-exame de consciência e apontar o dedo para nós mesmo, para não parecer um sujo falando do mal lavado. Somos pessoas gratas?

Há sim pessoas evoluídas que ajudam sem esperar retorno de gratidão. Certeza que a compensação, para esses seres, está no próprio ato de ajudar, que promove nelas um sentimento de bem estar, seja naqueles que fazem dessas atitudes uma missão, seja naqueles que são apenas “gente boa”, o tio legalzão do bairro. Nessas pessoas, o ato de se doar, já é uma característica em si mesmas e o reconhecimento é apenas um mimo, um afago na alma.

Claro que o fato da pessoa se doar sem esperar reconhecimento não isenta o ajudado de fazê-lo. Reconhecer, jamais esquecer e ser sempre grato é a parte que nos cabe nessa troca quando somos beneficiados por uma mão amiga. Mas, quem guarda no coração o calor dessa mão amiga? uma boa parte de nós não preserva esse calor, que só vai ser lembrado e sentido quando voltar a precisar se aquecer com ele.

Ser grato é uma atitude tão nobre (ou...

Indivíduo

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Barreira sino-russa contra a intromissão dos EUA

Os EUA acumularam suficiente experiência e sucessos na promoção de “revoluções coloridas” para se abalançarem a duas operações simultâneas de grande ambição: Hong Kong e Moscovo. O problema é irem confrontar-se com forças e meios muito superiores àqueles com que se depararam em outros lugares. E desta nova ofensiva resultarem novas plataformas de cooperação sino-russa, outro pesadelo para os EUA e seus aliados.


 

A China acusou explicitamente os Estados Unidos e a Grã-Bretanha de fomentarem os protestos “pró-democracia” em Hong Kong. Pequim assumiu o assunto por meio do canal diplomático exigindo que os serviços secretos dos EUA parem de incitar e encorajar os manifestantes de Hong Kong. Na semana passada, evidências fotográficas apareceram nos media mostrando a conselheira política do consulado dos EUA em Hong Kong, Julie Eadeh, a confabular no átrio de um hotel de luxo local com os líderes estudantis envolvidos neste movimento “pró-democracia” de Hong Kong.

Washington ficou ressentida pelo facto de a cobertura de Julie ter sido quebrada. Aparentemente ela é uma especialista que organizou “revoluções coloridas” em outros países e foi revelado que estava envolvida na trama de “actos subversivos” na região do Médio Oriente. O Global Times escreveu um editorial furioso . Dizia:
“O governo dos EUA desempenhou um papel vergonhoso nos distúrbios de Hong Kong. Washington apoia publicamente os protestos e nunca condena a violência que atinge a polícia. O consulado geral...

Geoestratégia

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Um controle médico da ONU para Julian Assange

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por Aymeric Monville [*]

Porque o advogado britânico de Julian Assange, John Jones, morreu, supostamente por suicídio, em Abril de 2016.

Porque o seu colega nos Estados Unidos morreu um mês depois.

Porque os Estados Unidos tentam intimidar as testemunhas Chelsea Manning e Jacob Appelbaum.

Porque estamos, infelizmente, sem notícias de Sarah Harrison, que havia ajudado tanto Assange como Edward Snowden.

Porque, no que resta o actual círculo em torno de Assange, Joseph Farrell, apresentado como o embaixador da WikiLeaks tem assento no conselho do Centre for Investigative Journalism, o qual é financiado pela Open Society de George Soros.

Porque uma advogada de Assange, Renata Ávila, desde 2018 é directora executiva da Fundación Ciudadania Inteligente financiada pela Open Society (Soros) e mesmo pela National Endowment for Democracy, fundada durante o governo de Ronald Reagan.

Porque a Bertha Foundation, o escritório do advogado de Assange, Jennifer Robinson, encontra-se frequentemente no mesmo tipo de campanhas de apoio que a Open Society de Soros.

Porque George Soros reconheceu abertamente ter apoiado a revolução laranja na Ucrânia, a qual converge com um plano claramente ostentado pelos apoiantes do imperialismo estado-unidense de fragmentação do espaço ex-soviético, tendo Zbigniew Brzezinski revelado este plano.

Porque a WikiLeaks revelou as conivências entre Soros e a equipe de campanha de Clinton em 2016,

Porque os dirigentes dos EUA, Hillary Clinton...

Assange

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  • in 'Alpendre da Lua'
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Amazónia - Porque não chega ficar horrorizado...



Aos membros do Congresso Brasileiro, ao governo de Jair Bolsonaro, aos líderes mundiais e, por razões conhecidas, ao Presidente Marcelo
«Como cidadãos de todo o mundo, ficamos horrorizados ao ver o rápido aumento da destruição da floresta amazónica nos últimos meses. O destino da humanidade está diretamente conectado sobre o destino da Amazónia, e pedimos que vocês façam tudo o que puderem para proteger a floresta, incluindo aprovar leis para proteger as florestas públicas e acabar com o desmatamento ilegal e inclusive aumentar a pressão internacional para evitar mais destruição da Amazónia.»
Porque não chega ficar horrorizado, clique para tentar salvar a Amazónia  (Eu já assinei, assine também.)


Até porque: 
 

Ver original em 'Conversa Avinagrada' (aqui)

Ambiente, Brasil

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Casamentos forçados: Centenas de jovens resgatadas em Inhambane

 
 
Centenas de meninas que casaram antes da idade permitida por lei foram resgatadas nos últimos meses na província de Inhambane, sul de Moçambique. Um passo importante é reintegrá-las nas escolas, alertam especialistas.
 
A maior parte das meninas resgatadas vivem nos distritos de Jangamo, Panda, Govuro, Funhalouro e Mabote, zonas em que é comum a pobreza absoluta. Os casamentos precoces acabam por ser uma forma de os pais conseguirem dotes, que se traduzem em dinheiro, cabeças de gado, roupas e até bebidas alcoólicas, entre outras exigências.
 
Há várias organizações no terreno a resgatar raparigas que casaram antes da idade permitida por lei. Mas depois disso é preciso acompanhar os casos e reintegrar as jovens nas escolas, lembra Moisés Mutuque, gestor do projeto de saúde sexual e reprodutiva para adolescentes e jovens da organização não-governamental Plan International em Inhambane.
 
"É uma criança que faz parte de uma escola. Queremos fazer um trabalho de seguimento com a família onde a criança nasceu, com a famíla onde está casada e com o setor da educação, porque uma união prematura tem logo a seguir a consequência da gravidez", explica.
 
 

Muitas vezes, como forma de sobrevivência, as meninas são forçadas pela família a casar-se com jovens e homens nas comunidades. Mas também há casos de jovens que começam a namorar muito cedo e abandonam a casa dos pais para se casarem, ainda antes de atingirem...

Direitos Humanos, Moçambique

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"O petróleo vai tirar-nos da crise", diz economista angolano

 
 
Consultora inglesa prevê que Angola vai permanecer em recessão até 2020. Para economista, o aumento da produção do petróleo pode ajudar o país a superar a crise. Serão também necessárias reformas mais profundas.
 
A Economist Intelligence Unit (EIU) prevê que a economia de Angola vai permanecer em recessão até 2020. A perspetiva económica fraca segue os crescimentos negativos nos últimos anos, que foram impulsionados pela descida do preço do petróleo desde 2014.
 
No ano passado, a recessão foi de 1,2%, segundo o Instituto Nacional de Estatística e, nos primeiros três meses deste ano, a economia angolana voltou a entrar no vermelho com uma contração de 0,4%. Em 2018, aprodução de petróleo caiu quase 10%, e atrair investimento externo para os recursos petrolíferos continua difícil.
 
O economista angolano Yuri Quixima frisa que "o problema da economia de Angola é o não aumento da produção do petróleo, independentemente de o preço ter crescido consideravelmente comparando com o último semestre de 2014, no início da crise do petróleo."
 
"Os pilares que fazem crescer a economia de Angola ainda não estão bem patentes. Por exemplo, o consumo alimentado pelas receitas petrolíferas e a dívida da China. E esses dois elementos estão a cair cada vez mais em função da queda da produção petrolífera", acrescenta Quixima.
 
 

Mais petróleo é a solução?
 
O economista Precioso Domingos partilha da mesma opinião. "É...

Angola

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Angola | Ontem, em Luanda, uma lição

 
 
Angola ganha protagonismo na pacificação da região mais crucial e perigosa de África. Os presidentes do Uganda e do Rwanda assinam compromisso de diálogo na capital angolana.
 
Ontem, no salão nobre do palácio da Cidade Alta, em Luanda, sob três lustres enormes, um jovem de laço preto tocava piano às dez da manhã. Todas as segundas-feiras, à noite, no espaço cultural Chá de Caxinde, Miqueias Ramiro e a sua Banda Maravilha tocam velhos sons luandenses, de rebita e de semba. Ontem, Miqueias, sozinho, quis ir ainda mais longe e mais fundo, tocou uma e duas vezes, repetiu ainda, Mon"ami (Meu Filho), o êxito eterno dos Ngola Ritmos, pais da música angolana - em quimbundo, uma mãe chora o filho que morreu. Tudo a ver com a entrada no salão de cinco presidentes africanos.
 
À frente vinha Félix Tshisekedi, o presidente da RDC (República Democrática do Congo, antigo Zaire), a conversar com o presidente do Rwanda Paul Kagame. Eleito no princípio deste ano, Tshisekedi foi o primeiro chefe de Estado zairense a chegar ao poder pacificamente nos quase 60 anos de independência. Mas ainda não conseguiu formar um executivo e as suas províncias orientais são dominadas por grupos armados. Quanto a Kagame é o líder de um Rwanda onde ainda se vivem as consequências do genocídio perpetrado entre as etnias hutu e tutsi e foi acusado várias vezes pela vizinha RDC de instigar grupos armados no território dela.
 
 

Entretanto, o anfitrião João...

África

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  • A.Teixeira in 'Herdeiro de Aécio'
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CHEGUEI À CONCLUSÃO QUE O PIOR EM TRUMP, NÃO É TRUMP, NÃO SÃO OS DISPARATES DO TRUMP, SÃO AS PESSOAS QUE ACHAM «COISAS» PARA ARGUMENTAR EM DEFESA DAS ASNEIRAS QUE ELE FAZ

Tomemos este exemplo gritante (que deveria ser incontroverso) da intenção recentemente anunciada pela administração americana em sondar o governo dinamarquês para a compra da Gronelândia.
A reacção dos dinamarqueses foi a esperada, a promoção mediática do episódio pelos adversários de Trump também, tal a estupidez inclusa. Como dizia a minha avó, quando acontecia o esperado, a história «acabou no fim». O departamento de Estado americano vai ter uma trabalheira, quando isto (Trump) acabar, para reparar as relações externas dos Estados Unidos.
Entretanto, por cá, apareceram umas opiniões, quer na imprensa escrita, quer nas redes sociais, a achar que sim e pró-Trump (abaixo). Quando se olha para a argumentação, porém, fica a dúvida se quem se atreve a empregar aqueles argumentos estará a falar a sério. Talvez o facto de eu as usar com frequência me torne hipersensível à pertinência das analogias históricas, ao rigor das circunstâncias envolventes que permitam que possam ser usadas.
Ver uns argutos (os exemplos abaixo são os srs. Leonídio Ferreira no DN e Costa Pinto na sua página de facebook) a invocar precedentes de aquisições territoriais dos Estados Unidos de há 200 e 150 anos atrás a seco, sem contexto, é triste. Ao contrário do que eles pensam porque aparenta solidez e erudição, não os favorece. Representa a constatação que, nesta era da wikipedia, há quem, como eles, se socorra dos acontecimentos que descobre no site para os brandir de imediato e sem...

USA

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Brasil | OAB e jornalistas voltam à vida

 
 
Duas entidades que se destacaram na luta contra ditadura, mas se calaram diante do golpe e do bolsonarismo, assumem cada vez mais seu papel para defender os direitos no país. Por isso, tornam-se principal alvo de represálias do governo
 
 
De um lado da Avenida Paulista, próximas às grades do Parque Trianon, duas fileiras de soldados do batalhão de choque da Policia Militar, com seus indefectíveis escudos e cassetetes intimidavam, como sempre, os que ali passavam. Do outro lado, junto ao Masp um caminhão de som ampliava as vozes dos que discursavam contra o atual governo e suas barbaridades. No meio, com as pistas da avenida fechada para veículos, entre os manifestantes destacava-se um grupo de cerca de 10 pessoas portando crachás da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Eram integrantes da Comissão de Direitos Humanos da Seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil.
 
Dois mundos separados pela avenida. A repressão truculenta de um lado, a defesa da dignidade humana de outro. Movidos apenas pelo compromisso com essa proteção, advogados e advogadas estão presentes, de forma discreta e anônima, em quase todos atos de rua prontos para enfrentar, apenas com os seus crachás, a hostilidade e, muitas vezes, a violência policial.
 
 

Não foram poucas as vezes que os integrantes da OAB acompanharam nas delegacias de polícia pessoas detidas nas manifestações...

Brasil

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Brasil | Bolsonaro: “Sou presidente para interferir mesmo”

 
 
O mandatário neofascista aproveitou para acusar ONGs de estarem por trás das queimadas na Amazônia por terem perdido recursos e estarem querendo atingi-lo.
 
O presidente neofascista Jair Bolsonaro disse na quarta-feira (21.8), ao comentar críticas de que estaria interferindo politicamente em órgãos como a Polícia Federal e a Receita Federal, que foi eleito presidente para “interferir mesmo” e, caso contrário, seria um “banana”.
 
Em discurso em evento sobre o setor de aço em Brasília, o presidente também disse que se o Acordo de Paris sobre o clima fosse bom, os Estados Unidos não o teriam abandonado, mas afirmou que “por enquanto” o Brasil permanecerá no pacto que visa combater as mudanças climáticas.
 
– Olha, eu fui presidente para interferir mesmo, se é isso que eles querem – disse o presidente ao comentar críticas na imprensa de que estaria interferindo na PF e na Receita.
 
– Se é para ser um banana, um poste dentro da Presidência, eu estou fora, pô! – completou o presidente.
 
 

Ele disse que apenas sugeriu um nome para substituir o superintendente da PF no Rio de Janeiro, mas que não viu problema no fato de o escolhido ter sido outro, e afirmou que, embora a Receita faça um bom trabalho, tem problemas e esses problemas são resolvidos trocando pessoas.
 
O presidente voltou a comentar a eleição presidencial na Argentina, onde a oposição conquistou uma expressiva vitória sobre o presidente Mauricio...

Ambiente, Brasil

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EUA ameaçam Rússia e China, que pediram reunião do Conselho de Segurança da ONU

 
 
Míssil recém-testado pelos EUA foi alerta para China, diz secretário norte-americano de Defesa
 
O novo míssil testado há poucos dias pelos EUA teria como objetivo desencorajar a China, segundo o secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper.
 
"Precisamos nos assegurar de que, caso seja necessário, temos o potencial para dissuadir o mau comportamento da China, de maneira a termos a possibilidade de atingi-la a partir de um alcance médio", afirmou Esper.
 
"A China é a prioridade número um para nosso departamento [...]", declarou o secretário, ressaltando que a maior ameaça para os EUA é precisamente este país.
 
"[...] Acredito que, a longo prazo, a China é um desafio maior [que a Rússia], levando em conta seu poder económico, político e suas ambições", completou.
 
O teste em questão ocorreu no dia 18 de agosto. O míssil terrestre de cruzeiro que foi testado era proibido pelo Tratado INF, já que tem um alcance superior a 500 quilómetros.
 
O Tratado INF, firmado em 1987, garantia a segurança na Europa mas foi rompido pelos EUA no último 2 de agosto.
 
 


 
Rússia e China pedem reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir mísseis dos EUA
 
A Rússia e a China pediram na terça-feira (20) uma reunião do Conselho de Segurança da ONU depois que Washington anunciou seus planos para desenvolver e implantar mísseis de médio alcance.
 
A...

Guerra e Paz, USA

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o suicídio ou o assassínio de um país

Peter Koenig*    22.Ago.19 

Muitos “analistas” continuam a lamentar em vários tons as condições gregas, mas nenhum deles ousa defender a única solução que poderia ter retirado (e ainda pode) a Grécia desta situação dramática: sair do euro e recomeçar a reconstruir a nação com uma economia nacional, moeda própria, bancos públicos ao serviço do país e um banco central soberano decidindo sobre a política monetária mais adequada à Grécia e, sobretudo, ao programa de recuperação.


 

Analistas ditos de esquerda, de direita ou do centro estão de acordo sobre a miséria que devasta a Grécia. E com razão. Porque a esmagadora maioria do povo grego vive com dificuldades económicas profundas. O desemprego está oficialmente em 18%, mas a sua taxa real é da ordem dos 25% a 30%. As pensões sociais foram reduzidas dez vezes desde que o partido Syriza – que se define como sendo de “esquerda” – assumiu o poder em 2015 e carregou o país ainda com mais dívida e mais austeridade. Em termos de serviços públicos, os que tinham algum valor foram privatizados e vendidos a empresas ou oligarcas estrangeiros. Hospitais, escolas, transportes públicos – e até algumas praias – foram objecto de privatizações, tornando-se inacessíveis a pessoas comuns.

Enquanto esses analistas – mais ou menos sempre os mesmos – continuam a lamentar as condições gregas em vários tons, nenhum deles ousa defender a única solução que poderia ter retirado (e ainda pode) a Grécia desta situação...

Grécia

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“Não esqueçam Julian Assange”

 
 
Fundador do Wikileaks continua preso na Inglaterra, em segurança máxima, com péssimo estado de saúde. EUA insistem em sua extradição, para castigar quem denunciou seus crimes de guerra e espionagem sem fim. É preciso defendê-lo.
 
Oscar Grenfell | Outras Palavras | Tradução: Gabriela Leite
 
Em uma entrevista do dia 16 de agosto à 3CR, uma estação de rádio comunitária de Melbourne, o pai de Julian Assange, John Shipton, declarou que a saúde do fundador do WikiLeaks continua a se deteriorar na prisão britânica de segurança máxima Belmarsh.
 
Shipton revelou que Assange recebeu uma visita de seu irmão Gabriel alguns dias antes. “Julian está esquelético e longe de estar em boas condições ou saudável”, disse. “Está sofrendo de ansiedade. Continua com seu espírito batalhador, mas seu bem estar está declinando rapidamente.”
 
O pai disse que há um risco de que “percamos Julian”, se nada for feito para acabar com seu encarceramento. Seu aviso provocou uma declaração do jornalista mundialmente renomado, John Pilger, no Twitter, no começo de agosto. Ele escreveu: “Não esqueçam Julian Assange. Ou iremos perdê-lo. Eu o vi na prisão de Belmarch e sua saúde se deteriorou…”
 
 

Shipton destacou as condições draconianas no presídio de Belmarsh, onde Assange está preso desde que foi arrastado da embaixada do Equador em Londres pela polícia britânica, em 11 de abril.
 
“Você acredita que Julian...

Assange

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Merkel dá 30 dias para que Reino Unido encontre solução que impeça Brexit sem acordo

 
 
Na primeira viagem oficial depois de assumir governo britânico, Boris Johnson aceitou proposta e afirmou que está 'mais do que feliz' com prazo oferecido
 
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, reuniu-se nesta quarta-feira (21/08) com Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, e estipulou o prazo de 30 dias para que o governo britânico encontre uma solução para evitar um Brexit sem acordo.
 
Durante cúpula realizada em Berlim, Merkel afirmou que o tempo está "correndo" e que um acordo não precisa demorar dois anos, mas que pode "ser encontrada uma solução nos próximos 30 dias".
 
Na primeira viagem oficial depois de assumir o governo britânico, Johnson aceitou a proposta e afirmou que está "mais do que feliz" com o tempo oferecido por Merkel.
 
 

O PM afirmou que há "muitas soluções" para resolver o problema da fronteira entre a República da Irlanda e a Irlanda do Norte. Segundo ele, essa questão não tinha sido "pressionada" o suficiente pelo governo anterior ao dele.
 
Para o conservador, o tema sobre as fronteiras entre as Irlandas deve ser retirado do Brexit. O PM garantiu que o Reino Unido não tem nenhum "plano" para dividir os dois países.
 
“Quero ser absolutamente claro com os nossos amigos alemães e com o governo alemão que nós, no Reino Unido, queremos um acordo”, disse.
 
Durante o encontro em Berlim, manifestantes protestaram contra a presença de Johnson gritando "não ao Brexit"

Alemanha, Reino Unido

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  • Jornal Tornado in 'O TORNADO'
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A soberania queima junto com a Amazônia e a venda da Petrobrás

“A derrubada de árvores e as queimadas, sob a inoperância tolerante do governo, representam uma agressão à soberania nacional tão grave como a venda de empresas públicas estratégicas brasileiras como a Petrobrás”, alerta a presidenta deposta em nota publicada nesta quinta-feira 22; ela completa que “a extinção da maior floresta tropical do mundo e a venda da sétima empresa de Petróleo do planeta são irreversíveis” e chama a população para ir às ruas nos protestos marcados para esta sexta-feira

 

 

A devastação da floresta amazônica é uma face assustadora da destruição da soberania nacional. É um crime de lesa-pátria cometido pelo governo Bolsonaro. A derrubada de árvores e as queimadas, sob a inoperância tolerante do governo, representam uma agressão à soberania nacional tão grave como a venda de empresas públicas estratégicas brasileiras como a Petrobrás, prevista para ocorrer até 2022. A catástrofe ambiental e as privatizações são perigosas, porque algumas decisões econômicas podem ser revistas e revogadas, mas a extinção da maior floresta tropical do mundo e a venda da sétima empresa de Petróleo do planeta são irreversíveis.

Não é coincidência que, num mesmo dia, o governo neofascista tenha acusado organizações sociais que defendem a Amazônia de autoras dos incêndios florestais e anunciado a privatização de 17 empresas públicas, acenando ainda com a venda da Petrobras, a maior empresa brasileira. Trata-se de um projeto de destruição do...

Ambiente, Brasil

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Intercept: Como os grandes bancos escaparam da Lava Jato

Mensagens analisadas pelos sites The Intercept Brasil El País mostram que força-tarefa de Curitiba preferiu buscar acordos a investigar acusações contra as instituições financeiras. Enquanto desenhava estratégia, Dallagnol fez palestra na Febraban.

 

 

“O Banco, na verdade os bancos, faturaram muuuuuuito com as movimentações bilionárias dele”. A frase é do procurador Roberson Pozzobon, da força-tarefa de Curitiba da Operação Lava Jato, escrita numa troca de mensagens com seus colegas em 16 de outubro do ano passado. Pozzobon se refere às movimentações financeiras do empresário e lobista Adir Assad, condenado por lavagem de dinheiro, acusado de envolvimento em diversos escândalos de corrupção, incluindo o da Petrobras.

Em conversas pelo Telegram, obtidas pelo The Intercept e analisadas em conjunto com o El País, os procuradores debatiam o caso de Assad. Eles sabiam que o doleiro havia aberto uma conta no Bradesco nas Bahamas para lavar dinheiro “a rodo”. E que, em 2011, o Compliance Officer, setor responsável por fazer o banco cumprir normas legais, teria alertado o Bradesco de que havia algo errado com essa conta. “E o que o Bradesco fez?”, perguntou Pozzobon. “Nada”, ele mesmo responde.

Passaram pelas mãos dos procuradores suspeitas de crimes graves cometidos pelo setor bancário – um dos mais concentrados e rentáveis do mundo. Desde o eventual silêncio sobre movimentações ilícitas até o uso de informações...

Brasil, Justiça

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EUA vão autorizar prisão de crianças migrantes por tempo indeterminado

 
 
Departamento de Segurança Interna dos EUA disse estar pondo fim a uma decisão chamada 'Flores', que proibiu autoridades norte-americanas de prender crianças por mais de 20 dias.
 
O governo de Donald Trump anunciou nesta quarta-feira (21/08) que removeria os limites do tempo autorizado para a estadia de crianças migrantes em centros de detenção. O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos disse estar pondo fim a uma decisão de 1997, chamada "Flores", que proibiu as autoridades federais norte-americanas de prender crianças por mais de 20 dias. Uma nova regra, que deve ser implementada dentro de 60 dias, não mais limitará o tempo passado por crianças ou suas famílias em centros de detenção.
 
"Para proteger essas crianças do abuso e impedir o fluxo ilegal de migrantes, devemos acabar com essas brechas legais", disse o presidente norte-americano, Donald Trump, segundo um comunicado da Casa Branca. "Esta é uma necessidade humanitária urgente".
 
Com a chegada mensal na fronteira dos EUA de dezenas de milhares de migrantes de familiares já em solo norte-americano, ou de solteiros menores, especialmente vindos da América Central, o governo conservador de Donald Trump foi acusado de separar crianças de seus pais, mantidas em detenção para respeitar o padrão "Flores".
 
 

Fluxo migratório
 
A reforma anunciada nesta quarta-feira visa "garantir que as famílias estrangeiras possam ficar juntas durante as...

USA

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Recessões, flexibilização monetária e estímulo orçamental

por Michael Roberts

À medida que as bolsas de valores do mundo sobem e descem como um iô-iô, toda a conversa nos media financeiros é sobre se uma nova recessão global está a iniciar-se e quando. Os analistas financeiros buscam indicadores económicos ou financeiros que possam orientá-los a contar. O favorito é a "curva invertida do rendimento de títulos" ("inverted bond yield curve"). Esta é a diferença na taxa de juros anual que se obtém ao comprar um título do governo que tenha uma vida útil de dez anos (o vencimento antes de receber o reembolso) e a taxa de juros para comprar um empréstimo de três meses ou de dois anos.

A curva das taxas de juros para títulos com vencimentos diferentes é normalmente para cima, significando que se se emprestar ao governo seu dinheiro (ou seja, comprar um título do governo) por dez anos, normalmente esperaria obter uma taxa de juros mais alta do que se emprestasse governo seu dinheiro por apenas três meses. Mas, por vezes, no mercado de compra e venda de títulos do governo (o "mercado secundário"), o rendimento dos títulos a dez anos fica abaixo do título de dois anos ou mesmo de três meses. Tem-se então uma curva de juros invertida.

Por que acontece isto? O que sugere é que investidores em activos financeiros (que são bancos, fundos de pensão, empresas e fundos de investimento) estão tão preocupados com a economia que não querem mais manter acções ou títulos de empresas (ou seja, investir ou emprestar dinheiro). É muito arriscado e...

Economia política

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Os êxitos da diplomacia russa no Médio Oriente

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As mudanças políticas que transformam o Médio Oriente desde há dois meses são a resultante não do esmagamento dos protagonistas, mas da evolução dos pontos de vista iraniano, turco e emiradense. Lá onde o poderio militar norte-americano falhou, a subtileza diplomática triunfou. Recusando pronunciar-se sobre os crimes de uns e de outros, Moscovo consegue lentamente pacificar a região.

Nos últimos cinco anos, a Rússia multiplicou as iniciativas para restabelecer o Direito Internacional no Médio Oriente. Ela apoiou-se em especial no Irão e na Turquia, dos quais não partilha, no entanto, a maneira de pensar. Os primeiros resultados deste paciente exercício diplomático redesenham as linhas de partilha no meio de vários conflitos.

Novas relações de força e um novo equilíbrio instalam-se discretamente no vale do Nilo, no Levante e na península Arábica. Pelo contrário, a situação bloqueia-se no Golfo Pérsico. Esta enorme e coordenada mudança toca diferentes conflitos aparentemente sem relação entre eles. É o fruto da paciente e discreta diplomacia russa [1] e, em certos dossiês, da relativa boa vontade dos EUA.

Ao contrário dos Estados Unidos, a Rússia não procura impor a sua visão do mundo. Ela parte, pelo contrário, da cultura dos seus interlocutores que, com o seu contacto, por pequenos passos modifica.

Recuo dos jiadistas e dos mercenários curdos na Síria

Tudo começou a 3 de Julho : um dos cinco fundadores do PKK, Cemil Bayik, publicava uma coluna de opinião no...

Médio Oriente

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Bolsonaro chama alerta sobre Amazônia de Macron de 'mentalidade colonialista'

Presidente Bolsonaro posa para fotos na saída do Palácio da Alvorada

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, não gostou da declaração do seu colega francês sobre Amazônia e atacou de volta.

Nesta quinta-feira, o presidente da França, Emmanuel Macron, manifestou sua preocupação com os incêndios na Amazônia, classificando a tragédia de "crise internacional". Em sua conta no Twitter, a autoridade de Paris prometeu levar o assunto à cúpula do G7, que será realizada neste fim de semana.

A declaração do francês repercutiu na rede e dividiu a internet brasileira. Parte dos usuários criticou Macron por interferir nos assuntos internos do país. Muitos, no entanto, agradeceram a preocupação, na esperança de que Brasília reaja mais rápido em caso de pressão externa.

O presidente Jair Bolsonaro ficou com o primeiro grupo e não gostou dos comentários do líder europeu. Para ele, Macron "instrumentalizou" tema para lucrar politicamente e, além disso, apresentou uma "mentalidade colonialista".

​Mais cedo, em uma transmissão ao vivo no Facebook, Bolsonaro também criticou "alguns países" por aproveitar a situação e criticar o Brasil.

"Um país teve a...

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Secretário-geral da ONU: Amazônia deve ser protegida

Área desmatada da Amazônia em Porto Velho, Rondônia.
© REUTERS / Nacho Doce

O secretário das Nações Unidas manifestou preocupação nesta quinta-feira com os incêndios na Amazônia.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, declarou nesta quinta-feira estar "profundamente preocupado" com os incêndios na Floresta Amazônica.

"Estou profundamente preocupado com os incêndios na Floresta Amazônica. Em meio à crise climática global, não podemos dar conta de prejuízos à maior fonte de oxigênio e biodiversidade. A Amazônia deve ser protegida", escreveu o secretário-geral em sua conta no Twitter.

​Mais cedo, o presidente da França, Emmanuel Macron, também publicou uma declaração na mesma rede social, classificando as queimadas no Brasil de "crise internacional", e prometeu discutir o assunto durante a cúpula do G7, que será realizada neste fim de semana em Biaritz.

Também nesta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro voltou sugerir que as ONGs estão por trás dos incêndios.

"Pode ser fazendeiro, pode, todo mundo é suspeito, mas a maior suspeita vem de ONGs", disse Bolsonaro.

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

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Após episódio da Groenlândia, nacionalistas flamengos oferecem Valônia a Trump por €1,00

Bouillon, cidade da região da Valônia, Bélgica

Organização juvenil flamenga posta no Twitter oferta de € 1,00 a Trump pela região da Valônia. Episódio segue piada de Trump na rede e expõe desavenças entre diferentes regiões da Bélgica.

A Valônia é uma das três regiões que compõem o Estado belga. No entanto, sua vizinha Flandres possui históricas desavenças com ela. No calor do polêmico interesse do presidente norte-americano Donald Trump em comprar a Groenlândia da Dinamarca, uma organização política belga de Flandres resolveu fazer uma brincadeira no Twitter.

Trata-se da Organização Juvenil do partido nacionalista de direita Nova Aliança Flamenga. A organização resolveu demonstrar seu caráter independentista e sua insatisfação com o Sul através de um tweet destinado ao presidente norte-americano Donald Trump.

Caro presidente Donald Trump, um euro e a Valônia é sua. Liga pra gente.

Além da frase, a organização fez uma colagem com uma foto da cidade de Durbuy, na Valônia, com uma representação ilustrativa da Torre Trump. A brincadeira lembra um pouco o tweet de Trump em que ele prometeu que não construiria um arranha-céu com seu nome na Groenlândia.

Enquanto a região de Flandres usa majoritariamente a língua neerlandesa, a região da Valônia tem o francês como língua majoritária.

Além da diferença linguística...

Bélgica

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Venezuela e Rússia, unidas na luta contra o intervencionismo

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, deslocou-se a Moscovo, com o intuito de reforçar a cooperação bilateral. Sergei Lavrov reafirmou o apoio e a solidariedade da Rússia ao país caribenho.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, e o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, cumprimentam-se no decorrer da reunião protocolar que mantiveram em Moscovo Créditos / mppre.gob.ve

No âmbito da viagem à Rússia, a dignatária venezuelana manteve várias reuniões com representantes governamentais russos, visando o reforço da cooperação e da agenda bilateral entre ambos os países.

Esta quarta-feira, num encontro protocolar com Sergei Lavrov, ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Delcy Rodríguez agradeceu ao governo russo o apoio contra o intervencionismo dos EUA e dos seus aliados.

«Trago o agradecimento pessoal do presidente Maduro ao governo russo pelo apoio que dá ao governo da Venezuela», declarou Rodríguez no encontro realizado em Moscovo, tendo acrescentado que a Rússia se afirmou em defesa de «todos os povos que lutam pela independência e a soberania», indica a TeleSur.

Na sua conta de Twitter, Delcy Rodríguez caracterizou como «extraordinário» o encontro com Lavrov, no qual «foi abordada a ampla e diversa cooperação bilateral [entre ambos os países], bem como a agenda internacional em defesa da Carta das Nações Unidas. A Rússia e a Venezuela rejeitam qualquer forma de intervencionismo», sublinhou.

Venezuela

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  • Voltaram as Festas do Mar e vale a pena ir ver alguns dos espetáculos.
    A Câmara autopropagandeia-se com elas, claro.
    Na televisão vemos um dos organizadores do evento dizer que as Festas são muito boas para a "vila" (vila é o que a aritocratoburguesia local gosta de chamar a esta terra por estultas razões que estão devidamente caracterizadas) e que não têm nenhuns custos para os munícipes.

    Duvidamos mas ele argumenta que o dinheiro vem das verbas do jogo (Casino) e dos patrocinadores. Claro...
    Voltaram as Festas do Mar e vale a pena ir ver alguns dos espetáculos.
    A Câmara autopropagandeia-se com elas, claro.
    Na televisão vemos um dos organizadores do evento dizer que as Festas são muito boas para a "vila" (vila é o que a aritocratoburguesia local gosta de chamar a esta terra por estultas razões que estão devidamente caracterizadas) e que não têm nenhuns custos para os munícipes.

    Duvidamos mas ele argumenta que o dinheiro vem das verbas do jogo (Casino) e dos patrocinadores. Claro que as verbas do jogo são verbas dos munícipes (não são um 'dinheiro de bolso' para festejos e mais o que alguns queiram) mas, mesmo assim, duvidamos. Seria bom que oposição camarária tentasse (sabemos que é muito difícil conhecer as contas da Câmara) deslindar quanto é que os cascalenses pagam efetivamente por estas Festas.


    Ao ouvir o dito organizador percebia-se que a conversa era de jotinha de carreira (não obrigatoriamente do Carreiras, entenda-se) e fomos ver.

    Bastou googlar para nos aparecer à cabeça que o Dr. Bernardo Barros é um distinto Administrador Executivo da Empresa Municipal "CASCAIS DINÂMICA" (as empresas municipais, em geral, servem para fazer o que a Câmara deixa de fazer porque é mais fácil meter os boys e girls nestas empresas, pagas pelos munícipes, do que na própria Câmara) com um currículo com muitas derivações do seu enlace camarário (do "Americas Cup World Series - Cascais" à "NOVA SBE – Intensive Management Program " passando pelo "Sailors for the Sea Portugal – Presidente" e pela "Escola Superior de Hotelaria do Estoril (ESHTE) – Membro do Conselho Geral").

    Mas o que conta verdadeiramente é que, depois de uns anitos como escuteiro já em 2006 era " Conselheiro Distrital de Lisboa da JSD" e em 2010 passou a "Conselheiro Nacional da JSD"o que, entretanto, lhe permitiu ingressar como " Secretário Político do Vereador na Câmara Municipal de Cascais" até com "representação do Vereador em atos oficiais, visitas diplomáticas e conferências".

    A partir daí foi só subir. Em 2011 já estava na " Comissão Política Distrital de Lisboa do PSD" e logo (2012) passava para "Adjunto do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais" e, simultaneamente, para "Vice-Presidente da Associação de Turismo de Cascais (Associação de direito privado)", seguindo-se, em 2015, o atual lugar de "Administrador Executivo na Cascais Dinâmica" onde organiza as Festas do Mar.

    Nada nos move contra este distintíssimo quadro da esfera camarária cascalense. Provavelmente é uma excelente pessoa e um funcionário exemplar.

    Apenas se lamenta constatar que o poder político/administrativo é cada vez mais feito destas carreiras partidarizadas e clientelares.

    Certamente que há gente competente nos Partidos do velho "Arco da Governação" (os outros ficam de fora obviamente). Mas só há quadros competentes com o cartão destes Partidos ? Não há muita gente competente que não esteja em Partido nenhum ou que opte por outros dos muitos Partidos existentes ?

    É que isto, aqui por Cascais, tresanda.
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