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  • A guerra contra o Irão está em movimento

mundo001Diversos pontos de vista sobre assuntos de caráter global/mundial.

Boris Johnson será o novo primeiro-ministro britânico

 
 
Fervoroso defensor do Brexit é eleito líder do Partido Conservador e substituirá Theresa May como chefe de governo. Ex-ministro do Exterior, Johnson defende que Reino Unido saia da UE com ou seu acordo.
 
O ex-ministro do Exterior britânico e ex-prefeito de Londres Boris Johnson foi eleito nesta terça-feira (23/07) como sucessor da premiê Theresa May na liderança do Partido Conservador e, por consequência, será o novo chefe de governo do país. 
 
Johnson superou o atual ministro do Exterior, Jeremy Hunt, ao final de uma votação realizada nas últimas quatro semanas, entre quase 160 mil afiliados da legenda. Johnson recebeu 66% dos votos.
 
Durante a campanha, Johnson prometeu obter sucesso nos pontos em que May falhou e levar o Reino Unido para fora da União Europeia em 31 de outubro, com ou sem acordo.
 
"Hoje, neste momento crucial da nossa história, temos de reconciliar novamente dois nobres conjuntos de instintos - entre o profundo desejo de amizade, de livre comércio, de apoio mútuo e segurança  e defesa entre a Reino Unido e os nossos parceiros europeus; e o desejo simultâneo, igualmente sincero, de um governo democrático autônomo neste país", disse Johnson após ser eleito.
 
 


 
 
Vários ministros conservadores do gabinete de May anunciaram preferir a renúncia a colaborar com um governo que vise um chamado Brexit duro, resultado que, segundo...

Reino Unido

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Documentos inéditos do governo alemão confirmam os planos para a destruição da Sérvia

A agressão contra República Federativa da Jugoslávia e a sua destruição constitui um marco na acção criminosa da NATO, e constitui um campo de ensaio para toda a sua acção posterior, de aberta violação do direito internacional. É oportuna esta revisitação do seu planeamento e preparação.

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References

  1. ^ endereço (www.odiario.info)
  2. ^ odiario.info (odiario.info)

Ver o original em ODiario.info (clique aqui)

Imperialismo, NATO

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Espanha | Sánchez tenta investidura mas deve ser adiada para conseguir apoios

 
 
O parlamento espanhol vai realizar, esta terça-feira, uma primeira votação para reconduzir o socialista Pedro Sánchez como primeiro-ministro, mas a falta de acordo com a extrema-esquerda faz prever que só consiga ser investido numa segunda votação, na quinta-feira.
 
As negociações sobre o programa de Governo entre o PSOE (Partido Socialista Espanhol) e o Unidas Podemos (extrema-esquerda) começaram na passada sexta-feira e fontes dos dois partidos asseguram que as conversações vão continuar, havendo a intenção de chegar a um compromisso até quinta-feira.
 
Se não houver um acordo de última hora, o Unidas Podemos deverá assim hoje votar "não" à investidura do candidato socialista, segundo fontes da formação de extrema-esquerda.
 
Do lado do PSOE confia-se que o partido consiga os apoios suficientes até quinta-feira, quando também tiver menos limitações por parte do sistema de votação.
 
Para ser investido hoje, Pedro Sánchez precisava do apoio da metade (175) mais um dos membros do parlamento (350), um cenário que só seria possível se já contasse com os votos a favor do Unidas Podemos e outras formações regionais.
 
 

O candidato terá uma segunda oportunidade 48 horas depois, na quinta-feira, quando já só precisa de ter mais votos a favor do que os que se manifestarem contra a sua investidura.
 
No primeiro dia do debate de investidura, na segunda-feira, o primeiro-ministro...

Espanha

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OS MERCADORES DE CANHÕES E O FIM DO COMPLEXO MILITAR-INDUSTRIAL NOS EUA

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ARTIGO DE OPINIÃO POR Dmitry Orlov via Club Orlov blog,

TRADUÇÃO POR MANUEL BAPTISTA, PARA O OBSERVATÓRIO DA GUERRA E MILITARISMO

No seio da vasta teia burocrática do Pentágono existe um grupo encarregue de monitorizar o estado geral do complexo militar-industrial e a sua permanente capacidade para satisfazer as exigências da estratégia nacional de defesa. A secção para aquisição e a secção para política industrial gastam cerca de $100.000, por ano, para produzir um Relatório Anual para o Congresso. Ele está disponível para consulta pela generalidade do público. Está mesmo disponível para o público em geral na Rússia e os peritos russos têm satisfeito a sua curiosidade mergulhando nele.

De facto, ele encheu-os de optimismo. Note-se, a Rússia quer paz, mas os EUA parecem querer a guerra e continuam a fazer gestos ameaçadores contra uma longa lista de países que recusam seguir a sua escolha, ou simplesmente não partilham seus «valores universais». Mas, agora, acontece que proferir ameaças (e sanções económicas, cada vez mais ineficazes) é praticamente tudo o que os EUA consegue realizar, apesar dos níveis absolutamente astronómicos de despesa com a defesa.

Vejamos com o que se parece o complexo militar-industrial dos EUA, visto sob lentes russas.

É importante notar que os autores do referido relatório não estavam a tentar convencer os legisladores a financiar um projecto...

Guerra e Paz, USA

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“Assassinos do Mediterrâneo” abundam na União Europeia

 
 
Os responsáveis da União Europeia, eleitos e não eleitos, assim como os responsáveis dos respetivos países integrantes da dita união, demonstrariam ser homens e mulheres com alguma vergonha se borrassem as suas caras com o negro mais negro existente em fossas e esgotos de modo a demonstrar a sua auto-condenação e auto-critica pelas responsabilidades acrescidas que lhes cabe na mortandade que há anos se regista nas águas do Mediterrâneo. 
 
Pelo menos 14 mil pessoas morreram no Mediterrâneo por morte provocada pela UE. Afinal estamos a referir-nos a engravatados de colarinhos brancos (ou não) mais conhecidos por “Assassinos do Mediterrâneo”, como já há muito lhes chamam.
 
Entretanto o cenário tende a agravar-se. A legenda da foto acima exibida é exata e muito elucidativa. Autoria de Chris MacCrath / Getty Images. Específica: “Exilados pedem ajuda ao largo de Lampedusa. A época em que as águas estão mais calmas e menos frias já começou - e num Mediterrâneo Central quase sem barcos de resgate, a situação humanitária vai complicar-se.”
 
O artigo provém do Expresso e por lá existem outros a abordar o macabro tema. Evidentemente que não o publicamos na totalidade porque “não há almoços grátis” nem o senhor Balsemão/Impresa abre mão dos cifrões com que depois vai comprar os “melões” de luxo e que garantem a sustentabilidade das suas espampanantes mordomias e boas viduxas… Essa é outra faceta da “história global” dos tempos que correm...

Migração, União Europeia

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Reino Unido | Boris Johnson: um mentiroso em série em Downing Street?

 
 
"Não se pode tirar a roupa nova do rei que fez carreira desfilando nu." As provas de que o provável futuro PM britânico é incapaz de dizer a verdade são contundentes. Mas o eleitorado conservador não se importa.
 
A última aparição de Boris Johnson no leste de Londres – a última antes de o Partido Conservador eleger, nesta segunda-feira (22/07), seu futuro líder e, portanto, o novo primeiro-ministro britânico – foi uma daquelas cenas teatrais que o candidato adora.
 
Acenando com um arenque embalado a vácuo, supostamente comprado num defumador de peixes da Ilha de Man, ele comentou: "Por décadas a fio, esses arenques eram simplesmente enviados pelo correio, mas  burocratas de Bruxelas fizeram os custos explodirem. Eles exigem que cada peixe seja acompanhado de um 'travesseiro' de gelo." Segundo ele, isso é sem sentido, caro e ambientalmente nocivo. Depois do Brexit, o Reino Unido poderá libertar-se desse tipo de normas, pontificou Johnson.
 
Acontece que a história é totalmente falsa. Por um lado, a ilha situada entre a Irlanda e a Grã-Bretanha não faz parte União Europeia, e só segue os regulamentos de Bruxelas se assim o desejar. Como esclareceu imediatamente um porta-voz da Comissão Europeia, em Bruxelas, a UE não é responsável por normas de higiene e segurança nos transportes nacionais, só no âmbito transnacional. Portanto a famigerada caixa de gelo para o arenque defumado é obra de algum burocrata...

Reino Unido

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Partido do presidente vence eleições na Ucrânia

 
 
O partido "Servidor do Povo", do ex-comediante Volodymyr Zelensky, diz ter obtido maioria absoluta no Parlamento. Chefe de Estado ucraniano convocou pleito antecipado há dois meses, no mesmo dia em que tomou posse.
 
O partido do novo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta segunda-feira (22/07) ter obtido a maioria absoluta no Parlamento nas eleições legislativas realizadas no último domingo.
 
O Servidor do Povo – nome da série de TV estrelada por Zelensky antes de o ex-comediante se tornar chefe de Estado – obteve cerca de 40% dos votos para lista partidária. Adicionada ao número de candidatos eleitos diretamente, o partido parece ter conseguido uma maioria de mais de 240 dos 424 lugares do Parlamento.
 
A agremiação esperava eleger diretamente entre 125 e 127 candidatos e cerca de 120 nomes de lista partidária, de acordo com informações fornecidas pelo gerente de campanha Oleksandr Korniyenko à mídia estatal.
 
 

Eleito com 73% dos votos e inexperiente na política, Zelensky, de 41 anos, assumiu a presidência da Ucrânia em 20 de maio. Naquele mesmo dia, anunciou a dissolução do Parlamento ucraniano, abrindo caminho para a convocação de eleições legislativas antecipadas e possibilitando o ingresso de seu partido no Parlamento antes de outubro – mês em que estavam previstas as próximas eleições. 
 
Ator por formação e comediante famoso por interpretar um...

Ucrânia

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Como aborda Donald Trump a questão israelo-palestiniana?

 
 
Thierry Meyssan*
 
O Presidente Trump não faz nada como os seus predecessores (exceptuando o seu modelo, Andrew Jackson). Ele desconcerta pois os seus parceiros. O «Deal do Século» que imaginou para a Palestina suscitou a cólera do Presidente Abbas, o qual a interpretou tendo em conta as propostas norte-americanas precedentes. Não estará ele enganado?
 
O Presidente Donald Trump declarou várias vezes que o seu método de governo era perfeitamente capaz de bem regular conflitos e que esperava mesmo conseguir, durante o seu(ou seus) mandato(s), concluir a paz entre Palestinianos e Israelitas.
 
Segundo a imprensa internacional, por razões eleitorais norte-americanas, Donald Trump teria entretanto evoluído. Quando parecia pouco interessado pelas questões religiosas, ele ter-se-ia aproximado dos cristãos sionistas e estaria a ser influenciado pelo seu Vice-presidente, o cristão evangélico Mike Pence, e por um dos seus doadores de fundos, o milionário judaico dos casinos Sheldon Adelson.
 
As decisões do Presidente Trump em deslocar a embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém, de interromper o financiamento do Gabinete de Trabalho de Assistência das Nações Unidas para os refugiados da Palestina no Próximo-Oriente (UNRWA), depois em reconhecer a soberania israelita sobre o Golã sírio ocupado foram interpretadas como confirmando o seu partidarismo pró-Israelita.
 
Tudo isso é verdade, mas não permite compreender o...

Palestina

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  • Ladrões de Bicicletas (Nuno Serra)
  • Mundo

E se a Europa tivesse uma política comum para acolher refugiados?

De acordo com dados recentes, os países europeus acolheram cerca de 1 milhão de refugiados entre 2015 e 2017, passando a 2 milhões o número médio de refugiados a residir na Europa neste período. Com uma população a rondar os 525 milhões, existem portanto na Europa cerca de 19 refugiados por 5 mil habitantes.

Quando aferido nas regiões mais próximas, este indicador ilustra bem o exíguo contributo do literalmente velho continente europeu para acolher a recente vaga de pessoas que enfrentam o risco da morte para fugir da guerra, de perseguições e da miséria. De facto, neste mesmo período são cerca de 98 os refugiados por cada 5 mil habitantes no Médio Oriente, e cerca de 25 no norte de África. Apenas os países do leste europeu não membros da UE assumem um valor mais baixo, na ordem dos 6 refugiados por 5 mil habitantes.

As diferenças a este nível tornam-se aliás mais evidentes quando se compara a repartição da população residente nestas regiões com a percentagem de refugiados que cada uma acolheu entre 2015 e 2017. A Europa, onde reside cerca de 40% da população total considerada, acolhe 20% dos refugiados. O Médio Oriente, que acolhe cerca de 65% do total de refugiados que se deslocaram para estas áreas do globo, representa apenas 25% da população que nelas reside.

As discrepâncias não se ficam todavia por aqui. Quando se olha para a distribuição do contingente de refugiados acolhidos pela União Europeia, assiste-se a uma distribuição profundamente díspar, reveladora da completa...

Migração

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  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

'A situação está melhorando', diz Lavrov sobre crise na Venezuela

Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, em conferência sobre o Afeganistão em Genebra, Suíça
© Sputnik / Vitaliy Belousov

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, destacou mudanças positivas na Venezuela em entrevista desta terça-feira (23).

"Em relação à Venezuela, a situação está melhorando", afirmou o chanceler russo em entrevista à imprensa latinoamericana e à RT.

A entrevista foi concedida para responder questões sobre a viagem do diplomata à região, que será realizada entre esta terça-feira (23) e o sábado (27).

Lavrov apontou que depois que fracassaram as tentativas de "provocar a partir do exterior ma revolução colorida" se iniciou o processo de negociações em Oslo, na Noruega.

"Levando em conta as declarações positivas do presidente da Venezuela, [Nicolás] Maduro e seus opositores, quanto ao desenvolvimento do processo de negociações, espero que seja fechado um acordo que seja conveniente para todos e em primeiro lugar respeite os interesses do povo venezuelano", afirmou o chanceler.

O ministro informou que a Rússia se comunica com representantes dos círculos políticos da Venezuela.

"Nos comunicamos ativamente com os representantes dos círculos políticos da Venezuela: com o Governo, opositores, incluindo os representantes de Guaidó nos contatam; lhes explicamos que são inaceitáveis as tentativas de resolver os problemas internos provocando a ingerência a partir do exterior", disse.

Lavrov também mencionou, ainda falando sobre o contato com as partes venezuelanas, que são observadas

Venezuela

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  • in 'Estátua de Sal'
  • Mundo

O dilema democrático de Von der Leyen

(Jan Zielonka, in Diário de Notícias, 22/07/2019)

Ursula Von der Leyen

 

A legitimidade democrática é um precioso tesouro político e a Europa está desesperadamente a tentar obtê-la. No entanto, o processo de seleção para o novo chefe da Comissão Europeia deixará muitos cidadãos confundidos. Desapareceu a única, e menor, reforma democrática dos últimos anos, que previa que o Spitzenkandidat do maior partido europeu fosse escolhido como presidente da Comissão. De regresso está o poder dos Estados membros de nomear o seu próprio candidato em negociações privadas. O Parlamento Europeu pode mostrar o seu descontentamento mas, no final, não tem alternativa viável senão concordar, como aconteceu ontem, por mais estreita que seja a margem.

O poder do Conselho costumava ser justificado em termos democráticos, porque os seus membros representam democracias vibrantes. No entanto, esta asserção torna-se duvidosa se olharmos para alguns países da Europa Central e de Leste. Mesmo os líderes de países ocidentais como a Itália, o Reino Unido ou a França estão agora confrontados com uma grave crise de legitimidade.

O sistema de representação parlamentar na Europa foi sempre opaco porque não existe aquilo a que possamos chamar um demos europeu; em vez disso, temos uma coleção solta de numerosos demos nacionais, manifestando pouca coerência e solidariedade. Além disso, o Parlamento Europeu nunca foi autorizado a controlar o...

União Europeia

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ARISTOCRACIA FINANCEIRA MUNDIAL, IIIª GUERRA MUNDIAL

 
 
E A DISSEMINAÇAO DUM “NOVO” CONCEITO NEOCOLONIAL TORNADO GLOBAL
 
Martinho Júnior, Luanda  
 
O EXEMPLO DA ACTUAÇÃO SIONISTA SOBRE A PALESTINA
 
NUMA ALTURA EM QUE A MENTIRA CONTINUADA, AS "FAKE NEWS". TEM SIDO CADA VEZ MAIS RADIOGRAFADA, ESCALPELIZADA, DENUNCIADA E DESMASCARADA, HÁ OUTRA FASQUIA QUE É OBRIGATÓRIO ABORDAR ACIMA DESSE NÍVEL DE PERCEPÇÃO, NA CONSTRUÇÃO DA CONSCIÊNCIA CRÍTICA GLOBAL:
 
AS CAMPANHAS DE MASCARAMENTO DA BARBÁRIE SOB O RÓTULO DE CIVILIZAÇÃO, QUE ATINGIRAM O GRAU DE CONTINUADA SUBVERSÃO SISTEMATIZADA NOS "MODERNOS" EXPEDIENTES DUM "SOFT POWER" EM QUE O DOMÍNIO VIRTUAL COM SUA PSICOLOGIA APLICADA, ESVAZIA AS ENERGIAS DOS ALVOS QUE DEVERIAM ESTAR A SER DIRECCIONADAS E APLICADAS NA SOLUÇÃO DAS QUESTÕES ESSENCIAIS DE SOBREVIVÊNCIA DA PRÓPRIA HUMANIDADE E DO RESPEITO QUE O PLANETA EXIGE!
 
DESSE MODO, A FORÇA E A VIOLÊNCIA DOMINANTE PODE SER APLICADA "CIRURGICAMENTE", EM REGIÕES ESCOLHIDAS POR LABORATÓRIOS EXPERIENTES NA APLICAÇÃO DAS COMPONENTES DO CHOQUE (CAOS TERRORISMO E DESAGREGAÇÃO) PARA DEPOIS EXERCITAR, ESPALHANDO, O SEU “SOFT POWER" COMO TERAPIA EXCLUSIVAMENTE DE SUA FEIÇÃO!
 
A FAI ASSUME ESSA FASQUIA DE CONSCIÊNCIA CRÍTICA E O QUE EVIDENCIA EM RELAÇÃO À OPRESSÃO SIONISTA CONTRA A PALESTINA, É UM EXEMPLO DUMA PRÁTICA DE CONSPIRAÇÃO QUE AJUDA NA CONSTRUÇÃO DESSA CONSCIÊNCIA CRÍTICA GLOBAL...

Imperialismo, Palestina

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União da Juventude Saaráui emite apelo pela proteção da população sob ocupação marroquina

 

O Deparamento de Relações Internacionais da União da Juventude de Saguía el-Hamra e Río de Oro (UJSARIO) lançou uma nota à imprensa nesta segunda-feira (22) em que apela à Organização das Nações Unidas pela proteção dos saaráuis sob ocupação militar do Marrocos, no Saara Ocidental, e às entidades solidárias que lancem campanhas para denunciar a situação. Diversas entidades de todo o mundose manifestaram. Reagindo à brutal repressão de manifestações em várias cidades desde 19 de julho, que resultou na morte de uma jovem e na detenção de dezenas de outros ativistas, a UJSARIO denuncia violações dos direitos humanos e do cessar-fogo entre Marrocos e a Frente POLISARIO, pendente da realização de um referendo pela autodeterminação saaráui. Leia o texto a seguir:

 

Bir Lehlou, Saara Ocidental, 22 de julho de 2019

Nota à Imprensa

O Departamento de Relações Internacionais da União da Juventude de Saguía el-Hamra e Río de Oro (UJSARIO) acompanha de perto o drástico e perigoso deterioramento da situação dos direitos humanos no território ocupado do Saara Ocidental.

Desde a última sexta-feira à noite, pouco depois da vitória da seleção argelina de futebol, um ataque histérico e a opressão sistemática de todas as forças da ocupação marroquina foram lançados contra civis saaráuis pacíficos que estavam celebrando a vitória do time argelino. Estes ataques violentos e brutais resultaram no assassinato deliberado de uma jovem cidadã saaráui que foi atropelada por dois...

Sahara Ocidental

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  • Mundo

Analista: visita de Pompeo mostra que EUA ainda encaram América Latina como seu 'quintal'

Pompeo durante visita a El Salvador
© AFP 2019 / MARVIN RECINOS

A visita do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, a vários países latino-americanos reforça a tradicional relação desigual entre os Estados Unidos e a região, segundo especialistas.

Entre os dias 19 e 21 de julho, o secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo visitou a Argentina, o Equador, o México e El Salvador. Durante os encontros oficiais foram discutidos temas importantes para a política externa americana. Diversas questões de alta relevância para os países da região ficaram fora das conversações, o que evidencia que os Estados Unidos continuam vendo a América Latina como seu "quintal", segundo o que especialistas disseram à Sputnik Mundo. A visita de Pompeo não buscou aprofundar uma visão que atendesse às necessidades da região, segundo Sebastían Hagobian, membro da coalização política uruguaia Frente Ampla.

"Esta é a quarta visita de Pompeo à América Latina. Ela cumpre alguns dos objetivos da agenda que os EUA estabeleceram dentro deste processo de recuperação de seu quintal", disse o analista e editor da revista Crisis de Ecuador, Carlos Pazmiño. Nos últimos anos, os Estados Unidos perderam influência na região para países como a Rússia, China e Irã, tanto no campo militar, como político e econômico.

Para ambos os especialistas, o terrorismo, a situação na Venezuela, o narcotráfico e a imigração legal foram os temas mais importantes na agenda de Pompeo.

Terrorismo

Nos dias 18 e 19 de julho foi...

América Latina, USA

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  • A.Teixeira in 'Herdeiro de Aécio'
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ENCERRAMENTO DA CONFERÊNCIA DE BRETTON WOODS

22 de Julho de 1944. Encerramento da Conferência de Bretton Woods, uma remota localidade do estado de New Hampshire. Longe das atenções da guerra, os Estados Unidos preparavam a nova ordem mundial sobre a qual pretendiam predominar. Neste caso, a reunião envolvia 44 países beligerantes (do lado dos Aliados) e o que se organizava era o formato das relações comerciais e cambiais depois do fim do conflito em curso. As coisas estavam pensadas de antemão. Tudo se organizaria à volta do dólar norte-americano (veja-se o esquema abaixo), reflectindo a hegemonia da economia americana, que representava à época cerca de metade, talvez um pouco mais, de toda a  produção mundial.
Excluídos dos trabalhos estiveram, naturalmente, os países do Eixo (Alemanha, Japão), mas também, menos naturalmente, os países ainda neutrais, como a Espanha, a Irlanda, Portugal, a Suécia, a Suíça ou a Turquia. Suécia e Suíça e também, na sua pequena escala, Portugal, financeiramente mais autónomos do que os restantes, teriam sido vozes independentes num esquema organizativo destinado a beneficiar a potência hegemónica, num campo onde a União Soviética não se atrevia a ter sequer pretensões. E só o alinhamento desta última nesta nova ordem financeira mundial foi razão para dar visibilidade ao acontecimento numa pequena notícia do Diário de Lisboa do dia seguinte (abaixo). O sistema iria subsistir até Agosto de 1971.
 
 

Memória

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  • Jornal Tornado in 'O TORNADO'
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Concentração de riqueza dispara no mundo

Em nenhum outro período da história tantas pessoas saíram da pobreza extrema e ganharam acesso a bens e alimentos como nos últimos 40 anos.

 

Mas enquanto milhões deixam a miséria, sobretudo na Ásia – onde a China tem um desenvolvimento fantástico -, na outra ponta os ricos ficam cada vez mais ricos. Já a “classe média” – os 40% “do meio” – vai sendo espremida entre os 50% mais pobres e os 10% mais ricos. Os dados estão no jornal Folha de S. Paulo.

Com a renda nos emergentes se aproximando daquela nas nações ricas e com a desigualdade interna nos países em alta, o mundo volta à configuração do final do século XIX, quando a ascensão da extrema direita levou aos conflitos do século XX.

Para especialistas, sem soluções multilaterais para a desigualdade no horizonte, as democracias liberais e o crescimento global permanecerão ameaçados.


Texto original em português do Brasil

Exclusivo Editorial PV / Tornado


Ver original em 'O TORNADO' na seguinte ligação:

https://www.jornaltornado.pt/concentracao-de-riqueza-dispara-no-mundo/

Desigualdade

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Os EUA e Israel vão pilhar o petróleo da Síria ocupada

 
 
Os Estados Unidos autorizaram os seus mercenários curdos presentes no Norte da Síria a explorar lá petróleo e a vendê-lo a Israel.

O diário libanês Al-Akhbar publicou a carta de missão do negociante israelita Mordechai Kahana. Num primeiro tempo, os porta-vozes do governo fantoche de «Rojava» negaram a informação. Depois o Sr. Kahana confirmou-o na imprensa israelita (e não nos EUA), especificando que não agia enquanto Israelita, mas, sim como cidadão Norte-americano. Ora bem, se tal fosse o caso, o Pentágono estaria a violar a Convenção de Genebra que proíbe a qualquer potência ocupante saquear os recursos do país que ocupa (o que, aliás, fizeram o Daesh(E.I.) e a Turquia anteriormente).

Se as reservas descobertas de hidrocarbonetos cobrem toda a Síria, dos poços de petróleo em operação cerca de 90% deles estão na área ocupada pelas tropas norte-americanas e francesas.

O «Rojava» é um pseudo-Curdistão situado em território sírio e fora do espaço atribuído pela Comissão King-Crane, de 1919, e aprovado pelo Tratado de Sèves de 1920. Durante a agressão ocidental contra a Síria, os Estados Unidos procederam a uma limpeza étnica, expulsando populações cristãs e árabes e incentivando a imigração curda da Turquia e do Iraque.
Mordechai Kahana participou na emigração de judeus sírios durante a agressão ocidental de 2011. Ele financiou as viagens do senador John McCain à Síria e restaurou as sinagogas no país.

Síria

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Quase meio milhão de pessoas em protesto nas ruas de Hong Kong - organização

 
 
Hong Kong, China, 21 jul 2019 (Lusa) - Quase meio milhão de pessoas desfilou hoje nas ruas de Hong Kong contra as emendas na lei da extradição e a exigir um inquérito independente sobre a atuação da polícia, indicou hoje o movimento que organizou o protesto.

O número de 430 mil manifestantes foi avançado pela Frente Cívica de Direitos Humanos na aplicação de mensagens instantâneas Telegram, naquele que foi a terceira grande manifestação promovida pelo movimento.

A primeira, a 09 de junho, terá juntado um milhão de pessoas. A segunda, a 16 de junho, dois milhões, números que foram sempre contestados pelas autoridades de Hong Kong, que apontaram sempre para uma adesdão mais reduzida.

A informação foi divulgada poucos minutos depois da polícia de Hong Kong ter avisado que se prepara para agir sobre algumas centenas de manifestantes que ocuparam zonas centrais da cidade em protesto contra as emendas da lei da extradição "devido à escalada de violência".

"Os participantes da manifestação pública devem tomar o transporte público e partir o mais rápido possível", avisou a polícia na sua página na rede social Facebook.

 

As forças de segurança querem dispersar os manifestantes que, depois de participarem na marcha durante a tarde de hoje, se dirigiram ao edifício do gabinete de ligação de Pequim no território, bloquearam várias ruas e ocuparam acessos ao quartel general da polícia e ao parlamento.

China

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Angola | O lento reerguer

 
 
Víctor Silva | Jornal de Angola | opinião

Os problemas estruturais do país são de tal monta que os planos para sairmos do subdesenvolvimento ainda vão demorar algum tempo, mesmo se, em determinadas ocasiões e sectores, se projecte queimar etapas para mais rapidamente se atingir o grau de desenvolvimento compatível com o século em que vivemos.

O país ainda enfrenta dificuldades básicas que o colocam em lugares pouco abonatórios no Índice de Desenvolvimento Humano, que vão desde os graus de mortalidade materno-infantil, por doenças preveníveis, como a malária e a cólera, além de uma assistência de saúde e um sistema de educação carentes de quase tudo, à ausência de saneamento básico e de infra-estruturas que permitam o funcionamento pleno da economia e com ele a empregabilidade e a obtenção de rendimento, que reduz os níveis de pobreza que ainda possuímos.

A vida faz-se olhando para a frente, de pouco valendo chorar sob o leite derramado, embora a memória não deva ser apagada porque para haver um futuro, vive-se hoje um presente que sucedeu a um passado que não pode ser ignorado. O conflito militar já lá vai, mas muitos dos males actuais ainda resultam das feridas que abriu e que demoram a cicatrizar, a começar mesmo pelo factor humano, ponto de partida e chegada de todas as acções.

 
O sequestro de largas franjas da população e a destruição das principais infra-estruturas em todo o território nacional provocaram um fenómeno migratório...

Angola

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Trabalhar para que o novo possa nascer


A crise em Itália é profunda e o xadrez político está em convulsão. Para colmatar a ausência de uma proposta política de esquerda soberanista, surgiu o movimento Nuova Direzione. Para uma leitura do Manifesto Pela Soberania Constitucional, subscrito pelas organizações da esquerda italiana que tomaram esta iniciativa, ver aqui.

Traduzo o comunicado:

Nuova Direzione

quarta-feira, 17 de Julho de 2019

As assembleias dos signatários da "Carta para o Manifesto Pela Soberania Constitucional", na sequência de um processo democrático de tomada de decisão, escolheram a designação "Nova Direcção" como o nome que os identifica.
Nova Direcção porque "o velho morre", mas trabalhamos para que o novo possa nascer.
Nova Direcção porque para atravessar o deserto é necessário substituir o "não se pode fazer" pelo "tem de ser feito".
Se a crise do velho persiste, o novo deve nascer, e o novo é o socialismo, entendido como um sistema em que a economia e os mercados estão subordinados às necessidades dos indivíduos e da comunidade - à democracia - e não vice-versa.
Um socialismo do século XXI que parte de análises concretas do mundo real e das condições históricas, das transformações dos modos de produção, do regresso do Estado, das novas formas de luta de classes.
A Nova Direcção nasceu com os pés bem assentes na melhor tradição do movimento operário e democrático italiano e internacional.
A Nova Direcção quer retomar o caminho percorrido pelos Pais Constituintes, denunciando a plena...

Itália

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  • Ladrões de Bicicletas (Jorge Bateira)
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Programa Apollo: o orçamento não era problema


Está ali alguém na RTP3 a dizer que a NASA e o seu Programa Apollo custaram imenso dinheiro aos EUA. O que não disseram é que o programa de combate à pobreza (Grande Sociedade) e a guerra no Vietname também custaram imenso dinheiro e, espantoso, foi mais ou menos tudo ao mesmo tempo. Segundo o senso comum, incutido pelos economistas neoliberais, os EUA deveriam ter caído na hiperinflação porque a verdade é que essa despesa toda foi, em última análise, paga pela Reserva Federal, o banco central dos EUA.

A verdade é que não houve hiperinflação e a razão é apenas esta: o que conta é a existência de recursos materiais e humanos para realizar os projectos de que a sociedade precisa. Para os mobilizar, gasta-se o dinheiro que o banco central credita na conta do Tesouro. Enquanto houver um volume significativo de recursos subtilizados, não haverá aceleração na subida do nível dos preços.

Isto é possível em qualquer país soberano razoavelmente organizado, da Islândia ao Reino Unido. Não depende do tamanho da economia. Depende apenas da eleição de um governo liberto das ideias neoliberais, ou de um governo (caso dos EUA) que, por trás da cortina de fumo da retórica neoliberal, ponha o banco central a fazer o que lhe compete.

Se quer aprofundar este assunto terá de ler, entre outros, Bill Mitchell.

Ver original em 'Ladrões de Bicicletas' (aqui)

Economia política, USA

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  • jorge rocha in 'Ventos Semeados'
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A xenofobia como subproduto do esclavagismo


Embora o antissemitismo tenha conhecido dimensão particularmente assassina, quando a cristandade se arvorou de um fanatismo inquisitorial adotado pelos islamitas muitos anos depois, pode-se considerar que a distinção entre os brancos e os negros ficou definida a partir do momento em que as plantações de cana-de-açúcar das Antilhas se encheram de escravos trazidos da África subsariana a partir do início do século XVIII.

 

Embora as roças do Brasil já estivessem pejadas de gente trazida à força dessa mesma proveniência, o tráfico ainda não ganhara a escala de uma fileira comercial, que alavancaria o desenvolvimento do sistema capitalista e contribuiria para tornar obsoletas as derradeiras manifestações do feudalismo. A transformação da exploração cruel do trabalho dos cativos num negócio, que faria enriquecer banqueiros e companhias seguradoras de navios negreiros, também transformaria a ordem social, ainda empírica, numa outra bem estruturada. O racismo como vertente específica da xenofobia dos brancos teve aí um momento fundador.

 

Depressa, porém, a sociedade branca passou a intimidar-se com as sucessivas revoltas dos escravos, a mais bem sucedida das quais aconteceu em São Domingo, liderada de início por  Toussaint Louverture, depois por Dessalines, sob inspiração da Revolução Francesa. Aumentou a brutalidade sobre os cativos, procurando intimidá-los pelo medo. No século XIX a acumulação de capital na Europa nunca fora tão rápida por conta da...

Xenófobia

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  • in 'Sputnik Brasil'
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Governo Maduro culpa 'ataque eletromagnético' por novo apagão na Venezuela

Jorge Rodríguez, alcalde de Caracas
© REUTERS / Marco Bello

Os resultados das primeiras investigações realizadas pelo governo da Venezuela indicam que o blecaute que afeta grande parte do território nacional nesta segunda-feira foi um ataque eletromagnético, afirmou o ministro das Comunicações, Jorge Rodríguez.

"As primeiras indicações recebidas da investigação [...] orientam a existência de um ataque eletromagnético que procurou afetar o sistema de geração hidrelétrica de Guayana, o principal provedor deste serviço no país", disse Rodriguez em um comunicado transmitido pela Telesur.

No entanto, o secretário de Estado venezuelano disse que, graças aos protocolos implementados pelo governo, o "fornecimento de eletricidade será reconectado no menor tempo possível".

A Venezuela estava no escuro nesta segunda-feira desde as 16h40 (hora local), e uma fonte do governo confirmou à Sputnik que todos os estados do país foram afetados.

"O apagão é geral, até o Bolívar (sul) está sem energia", informou a fonte do governo.

O blecaute afetou o transporte subterrâneo que liga Caracas de leste a oeste, bem como o sistema de trens que liga a capital às cidades periféricas, o que, somado à falta de semáforos, causou caos nos veículos nas ruas e avenidas.

Em março, a Venezuela foi afetada por uma série de apagões que deixaram quase todo o país sem eletricidade por vários dias que, segundo as investigações do governo, foram devidos a vários ataques para agravar a situação do país.

A crise...

Venezuela

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A tecnologia e a decadência do liberalismo

Rob
por B. Arjun

O liberalismo está em declínio. O monstro da direita ressurgiu. A resposta global à crise dos migrantes e a velocidade com que o racismo e o comunalismo estão a ganhar legitimidade são sintomas claros da decadência do liberalismo.

A verdade é que a ditadura dos oligarcas está de volta com uma vingança, legitimando o racismo, o comunalismo, a censura e o estado de vigilância. Tudo o que os liberais consideravam errado com o comunismo voltou para assombrá-los.

O conservadorismo é a principal ideologia da maioria dos estados. Na recém concluída cimeira do G-20, a maioria, quase todos, dos líderes globais pertencia à variedade conservadora de direita. Esta realidade foi posta em evidência no cenário global pelo presidente Putin, que proclamou numa entrevista ao Financial Times: "A ideia liberal tornou-se obsoleta. … (Liberais) não podem simplesmente ditar o que quer que seja a alguém como têm tentado fazer nas últimas décadas".

Além disso, reforçando a posição internacional russa, Putin certamente estava a afastar-se da Europa do pós-guerra que promovia a democracia e os valores liberais. Estava a distanciar-se do atlantismo (ou seja, reorientar a Rússia para o Ocidente) pedido muitos de seus oponentes liberais dentro da Rússia. A política de Putin está enraizada no eurasianismo que "defende a modernização técnica e social sem o abandono das raízes culturais".

Putin talvez esteja desejoso de declarar a morte da ideia do famoso comentarista americano...

TIC, Direita

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