• Início
  • Artigos
  • Mundo
  • Intercept: Como os grandes bancos escaparam da Lava Jato

mundo001Diversos pontos de vista sobre assuntos de caráter global/mundial.

  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Putin considera inadmissível dividir a Síria em áreas de influência

Coletiva de imprensa anual de Vladimir Putin, 20 de dezembro de 2018
© Sputnik / Ilia Pitalev

O presidente russo Vladimir Putin considera inadmissível dividir a Síria em zonas de influência.

"Assumimos que é inadmissível dividir a Síria em áreas de influência", disse Putin durante uma cúpula com seus colegas da Turquia e do Irã, Recep Tayyip Erdogan e Hassan Rouhani, em Ancara, nesta segunda-feira.

Ele ressaltou que o objetivo atual na Síria é a luta contra grupos terroristas, em particular, na zona de relaxamento em Idlib.

Nesse contexto, Putin enfatizou que a área "não deve continuar sendo um refúgio para extremistas ou um terreno fértil para provocações armadas".

O presidente da Rússia pediu aos mandatários da Turquia e do Irã que tomem medidas adicionais para acabar com a ameaça terrorista que vem da zona de relaxamento em Idlib.

Além disso, Putin expressou sua esperança de que a ONU desempenhe um papel mais ativo na cooperação humanitária na Síria e ajude a restaurar a infraestrutura do país.

"Esse apoio deve ser dado a todos os sírios sem discriminação, politização ou pré-condições", afirmou.

A Síria está enfrentando um conflito desde março de 2011, no qual as forças do governo enfrentam grupos armados da oposição e organizações terroristas.

Na província de Idlib, desde 2015, mais de uma dúzia de diferentes grupos armados estão ativos, sendo o maior deles a aliança de grupos rebeldes da Frente de Libertação Nacional e do grupo terrorista da Frente Nusra, proibidos na Rússia.

A

Síria

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 27
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Consórcio de Estados da Amazônia negocia com europeus retomada do Fundo Amazônia

Incêndios florestais no território brasileiro da Amazônia
© REUTERS / Nacho Doce

Nove Estados estão reunidos em Consórcio e negociam com países europeus novos repasses ao Fundo Amazônia, que teve transferências canceladas por conta da política ambiental de Jair Bolsonaro (PSL).

O Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal reúne Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. O órgão teve reunião em Brasília na semana passada com representantes das embaixadas da Alemanha, Reino Unido e Noruega e outro encontro com representante da embaixada francesa.

"O desejo dos doadores não é só de manter o Fundo Amazônia, mas de aumentar a possibilidade de arrecadação. Inclusive trazendo outros países para participar, ouvimos isso de forma muito clara", diz o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil. "Somos um bloco com partidos das mais diferentes ideologias, mas procuramos o nosso ponto de convergência e unidade: a defesa da Amazônia", afirma.

Presidente do Consórcio, Goés diz que os recursos europeus poderão ser gerenciados pelo Governo Federal, ou pelo próprio Consórcio, caso seja necessário. Para o pedetista, o Fundo Amazônia correu o risco de ser suspenso, mas agora o cenário indica uma retomada.

Com mais de R$ 1 bilhão aplicado ao longo de 10 anos na conservação da floresta, o Fundo Amazônia perdeu um repasse da Noruega (R$ 133 milhões) e Alemanha (R$ 155 milhões) por discordâncias sobre as

Ambiente

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 23
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Rússia, Turquia e Irã acusam Israel de desestabilizar região com ataques

Hassan Rouhani (presiente do Irã), Recep Tayyip Erdogan (presidente da Turquia) e Vladimir Putin (presidente da Rússia) durante cúpula tripartida
© Sputnik / Valery Melnikov

Rússia, Turquia e Irã emitiram hoje um comunicado conjunto condenando os recentes ataques realizados por Israel contra alvos na Síria, e culpando Tel Aviv por aumentar a instabilidade no Oriente Médio.

"Os presidentes consideram os ataques militares israelenses na Síria desestabilizadores, violando a soberania e a integridade territorial do país, além de levar ao aumento das tensões na região", diz a versão em língua russa do documento, publicada no site do Kremlin após um encontro dos líderes dos três países nesta segunda-feira em Ancara. 

Ancara: comunicado de imprensa após a cúpula tripartida.​

Israel vem realizando vários ataques aéreos contra a Síria nos últimos anos, alegando que os mesmos teriam como objetivo deter a suposta presença iraniana no país árabe.

Damasco considera os ataques uma violação flagrante do direito internacional, enquanto o Irã insiste que sua presença na Síria se limita a conselheiros militares que ajudam Damasco a combater grupos terroristas.

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2019091614526141-russia-turquia-e-ira-acusam-israel-de-desestabilizar-regiao-com-ataques/

Síria

  • Criado em .
  • Visualizações: 30
  • Ladrões de Bicicletas (Nuno Serra)
  • Mundo

A Amazónia continua a arder

As notícias foram-se tornando cada vez mais escassas, mas a Amazónia não parou de arder. Poderá continuar a dizer-se que estamos na «época de fogos» (84% da área ardida anual concentra-se, em média, entre julho e dezembro), mas os dados não deixam de apontar para a hipótese, cada vez mais consistente, de estar em curso uma inversão da tendência de declínio dos valores de desflorestação e área ardida, registada nos últimos anos.


De facto, é preciso recuar até 2008 para encontrar níveis de desmatamento acima dos 10,2 mil Km2 estimados para 2019 (sendo a média dos anos intermédios de 6,5 mil Km2) e até 2010 para obter um número de focos de incêndio superior aos 48 mil registados até agosto (com a média homóloga dos anos intermédios a rondar os 28 mil). Em termos de área ardida, por ultimo, é preciso recuar até 2005 para encontrar valores acima dos 58 mil Km2 registados entre janeiro a agosto de 2019, situando-se a média dos anos intermédios em cerca de 29 mil.

O dado mais impressivo, contudo - e que pode muito bem ser a metáfora perfeita da negligência induzida - diz respeito à média de área ardida por foco de incêndio, que atinge os 1.200 Km2 em 2019 (entre janeiro e agosto). Isto é, um valor sem precedentes desde 2003, com a média do período a rondar os 800 Km2 e nunca tendo este indicador sequer ultrapassado os cerca de 950 Km2 em nenhum ano da série.


De acordo com Ane Alencar, a explicação para estes valores significativamente acima da média dos últimos anos não deve...

Brasil, Incêndios

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 16

QUEREMOS REALMENTE NOVAS GERAÇÕES CRIATIVAS, ORIGINAIS E CAPAZES DE AUTONOMIA?

Richard Wolff

O visionamento de um vídeo de entrevista com o Prof. Richard Wolff, um celebrado economista e professor universitário dos EUA, sobre o sistema classificativo/ notação, pelo qual passam inúmeros alunos em todos os graus de ensino, que os arrumam em «casas» de acordo com a «avaliação» que professores fizeram deles, dá-nos apenas um aspecto, mas um aspecto muito sintomático, de como funciona - realmente - a instituição escolar.
 
Mas - para além da instituição escolar - na sociedade também, nas empresas, na função pública, etc. o papel da classificação dos indivíduos vai muito além do trivial de «separar os competentes e os sabedores, dos menos adaptados».
O problema é que aquilo que este tipo de ensino faz, nada mais é que internalizar as desigualdades, atribuindo o «sucesso» e o «fracasso» sempre ao indivíduo, visto como uma espécie de máquina de responder a testes, ou a fazer os trabalhos mais apreciados pelos seus avaliadores.
O controlo das pessoas é assim máximo, pois a instituição no seu todo (e até as pessoas individuais que se sentam em lugares de comando e de selecção) decide quem, como e quando... Decide se determinado indivíduo vai, ou não, entrar como estudante ou empregado/a. Obviamente, as pessoas sabem que assim é: todas mimetizam os gestos, recitam as fórmulas encantatórias, etc. que passam por «saberes». No domínio da realidade nua e crua, estão de facto a mostrar até que ponto vão a extremos de absurdo para conseguirem o que pensam ser a sua...

Educação

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 31
  • Carlos Esperança in 'PONTE EUROPA'
  • Mundo

Efemérides – 16 de setembro

 

1973 – O cantor Vítor Jara foi assassinado pelas forças da ditadura de Pinochet;

 

1982 – Massacre dos refugiados palestinianos nos campos de Sbra e Chatila, em Beirute Ocidental, por milícias cristãs libanesas perante a indiferença das tropas israelitas;

 

2004 – Em entrevista à BBC, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, considerou ilegal a intervenção no Iraque, perpetrada pelos cruzados Bush, Blair, Aznar e Barroso.

Ver original em 'PONTE EUROPA' na seguinte ligação::

https://ponteeuropa.blogspot.com/2019/09/efemerides-16-de-setembro.html

Memória

  • Criado em .
  • Visualizações: 16
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Nova Rota da Seda trava declaração do Conselho de Segurança da ONU sobre Afeganistão

Vladimir Putin e Xi Jinping durante o segundo dia do Fórum Um Cinturão, uma Rota, em 15 de maio de 2017
© Sputnik / Sergei Guneev

China e Rússia estão em conflito com os Estados Unidos e outros membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas por conta da resolução da missão política da ONU no Afeganistão.

Pequim insiste em inserir uma referência ao seu programa de investimentos de US$ 1 trilhão conhecido como Nova Rota da Seda, ou Cinturão e Rota (BRI, na sigla em inglês), no texto. 

O mandato de seis meses da missão expira na terça-feira (17) e os membros do Conselho se reuniram a portas fechadas por mais de mais duas horas nesta segunda-feira (16). Contudo, não houve consenso para emitir um comunicado. 

O embaixador russo, Vassily Nebenzia, atual presidente do Conselho, disse à imprensa depois da reunião que os diplomatas estão trabalhando em um novo texto e "estamos no processo de alcançar um acordo".

Os EUA e outros membros resistem à inclusão do programa chinês no texto. 

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2019091614526246-nova-rota-da-seda-trava-declaracao-do-conselho-de-seguranca-da-onu-sobre-afeganistao/

China, ONU

  • Criado em .
  • Visualizações: 27
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Preparações especiais para negociar com Irã

Preparações especiais para negociar com Irã

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou não estar pronto para um encontro com o Irã sem condições preliminares.

"Fake News estão dizendo que eu desejo me encontrar com o Irã 'sem condições'. Não é uma declaração correta, (como sempre!)", escreveu Trump no Twitter.

Anteriormente, o Secretário do Estado dos EUA, Mike Pompeo, havia afirmado que Trump está pronto para um encontro com o Irã sem condições preliminares.

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/charges/2019091614525556-preparacoes-especiais-para-negociar-com-ira/

Irão, USA

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 28

O desafio de Donald Trump face à sua administração

JPEG - 29.6 kb

O Presidente Trump prometera muito em matéria de relações internacionais durante a sua campanha eleitoral. Pouco fez, exceptuando o fim do apoio dos EUA ao Daesh (E.I.). Apesar da hostilidade da sua própria Administração, ele avança em várias frentes simultaneamente. Espera poder impor o seu ponto de vista e valer-se desta mudança radical para se apresentar perante os eleitores.

Donald Trump e John Bolton

Vários elementos se definem quanto à possível mudança de doutrina dos Estados Unidos que eu anunciava, há duas semanas atrás [1]. Desde há três anos, o President Trump tenta impor o seu ponto de vista a uma Administração cujos principais altos funcionários permanecem focados, desde há 18 anos, na doutrina Rumsfeld/Cebrowski de destruição das estruturas estatais de regiões inteiras do mundo não-globalizado. Pelo contrário, para Donald Trump convêm, numa óptica jacksoniana, substituir a guerra pela negociação e o "business", de maneira a dominar o mundo em bom entendimento com a Rússia e a China e não mais contra elas. Ele espera chegar aos seus objectivos até 23 de Setembro, data do seu discurso na ONU, quer dizer, um ano antes da eleição presidencial norte-americana. Poderia assim justificar recandidatar-se fazendo valer o seu balanço positivo.

Os elementos novos que completam o que eu indicava a propósito da Síria e da Venezuela dizem respeito ao Afeganistão, ao Irão e ao Iémene. Mas, o mais evidente sendo, é claro, a demissão do Conselheiro de Segurança Nacional...

USA, Geoestratégia

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 38
  • A.Teixeira in 'Herdeiro de Aécio'
  • Mundo

FOTOGRAFIAS ELOQUENTES

Fotografia que se arrisca a perdurar, simbolizando a situação para onde o Reino Unido se deixou arrastar por causa do Brexit. À direita, o primeiro-ministro luxemburguês aponta para aquele que não aparece na fotografia mas que, como se percebe pela disposição das bandeiras, a preenche: Boris Johnson, o primeiro-ministro britânico, que preferiu não comparecer por causa dos manifestantes que se se expressavam à distância, discordantes. O discurso do anfitrião luxemburguês, proferido em inglês (uma cortesia, já que o inglês não é um dos idiomas oficiais do Luxemburgo) e que é não propriamente muito macio para o ausente, pode ser ouvido no original aqui abaixo. Mas isso será o menos, pois se se dizia antigamente que quem vivia pela espada morria pela espada, nos dias que correm, são os que ascenderam pela imagem que pela mesma imagem se tornam mais vulneráveis.

Veja o original em 'Herdeiro de Aécio' na seguinte ligação::

http://herdeirodeaecio.blogspot.com/2019/09/fotografias-eloquentes.html

Reino Unido

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 31
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Índia está pronta para avançar e ficar com lado paquistanês da Caxemira, diz ministro

Caxemira. Manifestantes paquistaneses entrarem em conflito com a guarda de fronteira da Índia em meados do mês de julho, em Srinagar
© AP Photo / Dar Yasin

Arriscando inflamar ainda mais tensões acerca da Caxemira, um ministro-chefe no estado indiano de Gujarat alertou o Paquistão sobre perder sua parte do estado contestado para Nova Déli, já que está pronto para 'reunir-se' antes da Índia anterior ao ano de 1947.

Islamabad "deve estar pronto para perder a Caxemira ocupada pelo Paquistão", disse o ministro-chefe de Gujarat, Vijay Rupani, segundo a mídia local, usando a expressão indiana para o território em disputa. A observação belicosa veio semanas depois que a Índia retirou a região de Jammu e Caxemira de seu status autônomo, o que, segundo o ministro, é uma abertura para reivindicações territoriais indianas.

"Agora, a Caxemira ocupada pelo Paquistão (PoK) também é nossa [...] Para realizar o sonho da Índia unida, estamos prontos para avançar para o PoK", declarou.

Ambos os países faziam parte da Índia britânica até a partição de 1947, que provocou divisões sectárias amargas entre hindus e muçulmanos e levou à disputa da Caxemira. Índia e Paquistão reivindicam a Caxemira na íntegra, mas controlam apenas partes dela.

Os dois países travaram uma série de guerras convencionais, juntamente com várias escaramuças nas fronteiras, mais recentemente em fevereiro. Naquela época, jatos indianos bombardearam o que Nova Déli disse serem campos do grupo insurgente islâmico Jaish-e-Mohammed (JeM), que havia realizado numerosos ataques terroristas em solo indiano. Islamabad respondeu com força, e...

Índia, Paquistão

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 24
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Erdogan recebe Putin e Rouhani em cúpula para debater contenção de refugiados sírios

Presidentes da Rússia, Vladimir Putin, da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e do Irã, Hassan Rouhani, da esquerda para a direita, posam para fotos antes da reunião em Ancara
© Sputnik / Michael Klimentyev

A Turquia realiza uma reunião trilateral nesta segunda-feira, na qual o presidente Recep Tayyip Erdogan deve negociar com seus colegas russos e iranianos uma zona-tampão ao longo da fronteira para diminuir um possível afluxo de refugiados da província síria de Idlib.

Localizada na parte noroeste da Síria, Idlib é um dos dois grandes pedaços do país ainda não controlados por Damasco. Alguns dos grupos rebeldes baseados lá são apoiados pela Turquia, mas também há uma forte presença de jihadistas, sobre os quais Ancara tem pouca influência.

Em setembro passado, Erdogan conseguiu convencer o líder russo Vladimir Putin e o presidente iraniano Hassan Rouhani a pressionar Damasco e impedir qualquer tentativa de capturar a província para evitar baixas civis.

A esperança era que a Turquia usasse seu poder sobre os rebeldes para garantir um cessar-fogo duradouro, mas isso nunca aconteceu. Os ataques continuaram em posições e aldeias do governo sírio sob seu controle, assim como as tentativas de bombardear a base aérea russa na vizinha Latakia com drones.

No mês passado, uma grande ofensiva do Exército sírio apoiada por aviões de guerra russos resultou na captura de várias vilas e cidades na província de Idlib, incluindo o Khan Shaykhun, estrategicamente localizada. Temendo que Damasco continuasse e tomar a cidade de Idlib, a capital da província, à força, milhares de pessoas se mudaram para o norte, mais perto da fronteira com a...

China, Rússia, Turquia

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 24
  • José Mateus in 'O TORNADO'
  • Mundo

Um mestre espião abre o livro

Comentário à notícia (vídeo) seguinte:
Este distinto 'mega-espião' deu uma interessante entrevista que vale a pena ser integralmente vista e refletida por quem tenha algum tempo disponível e saiba francês.
Entre outros aspetos o mestre de espionagem referiu o seguinte:
  • Desde o Presidente Jacques Chirac a França tem uma política externa meramente "auxiliar dos EUA" e estes são atualmente dominados pelos neo-conservadores.
  • O convite de Macron ao ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão para comparecer na recente cimeira do G7 há-de ter sido combinado com Donald Trump porque a França não tem autonomia nesta matéria.
  • Os EUA foram  o farol da liberdade durante a Guerra Fria contra os Soviéticos.
  • Desde o início do século os EUA têm vindo a caminhar para uma "República policial" e "quasi-fascista".
  • Os EUA (i) legalizaram a tortura, (ii) têm voos clandestinos para raptar e torturar pessoas em qualquer parte do Mundo, (iii) têm um vasto sistema com que espiam a generalidade da sua própria população e a estrangeira, (iv)  apoiam os piores regimes do Mundo e (v)desrespeitam crescentemente o Direito Internacional.
  • Os EUA precisam de promover a ideia de um inimigo externo para susterem contradições internas e assegurarem a sua coesão.
  • A CIA é efetivamente um ator da política externa porque tem uma ligação direta ao Presidente norteamericano.
  • Com o fim da Guerra Fria a situação da espionagem norteamericana conheceu algum enfraquecimento porque 30% dos...

Imperialismo, Geoestratégia

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 25
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Biomedicina prestes a ser revolucionada? Nova pesquisa analisa manipulação de células sanguíneas

Cientistas no laboratório, imagem referencial
© Fotolia / Bogdanhoda

Em nova pesquisa das células do sangue realizada, cientistas da Universidade Nacional de Pesquisa Nuclear MEPhI (Rússia) e da Universidade de Oulu (Finlândia) obtiveram resultados importantes que podem revolucionar a biomedicina.

Os cientistas acreditam que a interação dos eritrócitos pode ser aproveitada para usar estas células do nosso sangue como um meio de transporte "natural", levando o medicamento para o lugar exato do organismo que dele precisa.

Caso as experiências provem ser exitosas, a nova metódica permitirá colocar medicamentos sobre a superfície de eritrócitos para serem levados imediatamente aos tecidos afetados pela doença. Os resultados da pesquisa estão publicados na revista científica Scientific Reports. 

Este conceito pode contribuir para o desenvolvimento de um novo paradigma na medicina. Porém, os cientistas ainda precisam saber como as nanopartículas presentes nos medicamentos afetam a conduta dos eritrócitos como um fator de possível influência na saúde humana.

© Sputnik / Vitaly Ankov
Cientistas

A pesquisa russa mostrou, pela primeira vez na história, que é possível estudar a conduta de eritrócitos na presença de várias nanopartículas, oferecendo ao pesquisador a possibilidade de manipular as células, intervindo nas suas interações.

"Usamos, entre outros métodos, a pinça ótica de laser (método que em 2018 ganhou prêmio Nobel) e microscópios de contraste de fase e eletrônicos. A pinça...

Ciência

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 24
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Como EUA poderiam se aproveitar dos ataques a refinarias sauditas?

Fumaça é vista após um incêndio nas instalações de Aramco na cidade oriental de Abqaiq, Arábia Saudita
© REUTERS . Hamad I Mohammed

Os EUA vão usar os ataques de drones a refinarias da Arábia Saudita do sábado passado (14) para aumentar a pressão sobre o Irã, ponderou Boris Dolgov, pesquisador do Centro de Estudos Árabes e Islâmicos da Academia de Ciências da Rússia.

De acordo com Dolgov, os EUA vão usar ataques a refinarias sauditas da mesma forma que usaram os ataques contra petroleiros no golfo Pérsico, ou seja, para intensificar a pressão político-diplomática, e talvez político-militar, sobre o Irã.

"Talvez o Irã não tenha nada a ver com esses ataques, porque os houthis agem independentemente e não a mando do Irã", ressaltou à Sputnik.

Dolgov acrescentou que os rebeldes houthis e o movimento Ansar Allah conseguiram "aumentar reputação" com os ataques a refinarias sauditas ao mostrar que houthis são capazes de atacar uma das mais importantes potências do golfo Pérsico e até mesmo influenciar o preço do petróleo, visto que Arábia Saudita diminuiu produção após ataques.

"Ou seja, os houthis mostraram ser capazes de influenciar não apenas a situação no Oriente Médio e no golfo Pérsico, mas a geopolítica como um todo", agregou.

Conflito militar entre Irã e EUA?

Apesar de a situação ter sido agravada, um conflito militar é improvável, acredita Dolgov.

"Não acredito que haverá um conflito militar amplo e de grande escala, porque é inaceitável tanto para os Estados Unidos quanto para o Irã. Para os EUA seria uma grande guerra, que custaria demais, e com...

Irão, USA, Arábia Saudita

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 25

Comadres*

A crise do capitalismo está a entrar numa fase deflacionária, reconhece um alto funcionário dos EUA. O Governador do Banco de Inglaterra constata a alteração da correlação de forças económica mundial, com o rápido crescimento das economias emergentes. As velhas potências imperialistas sentem o terreno a fugir-lhes debaixo dos pés e, como velhas comadres, disputam entre si. Trava-se uma luta feroz no seio do capitalismo mundial e o principal perigo, como sempre, é para os povos.

Não passa dia sem que haja ferozes episódios de rivalidade entre potências imperialistas, ou mesmo no seu seio, como se vê nos EUA e na UE. A luta feroz no seio do capitalismo mundial é o reflexo de profundos problemas objectivos.
Por um lado, a crise do capitalismo está a entrar numa fase deflacionária, como afirmam os tweets do ex-Ministro do Tesouro dos EUA, Summers (22 Agosto).

Uma década de medidas excepcionais, de financiamentos a fundo perdido à banca e de taxas de juro quase nulas, impediram a implosão do sistema financeiro internacional, mas não relançaram o crescimento económico, nem impediram que a dívida global seja hoje maior do que em 2008. O Financial Times (13.8.19) diz que um quarto dos títulos de dívida de Estados e empresas têm hoje retorno negativo. Estão a secar as fontes de lucro para o grande capital. Por outro lado, altera-se rapidamente a correlação de forças económicas mundial. Na recente cimeira dos banqueiros de Jackson Hole (EUA), o Governador do Banco de Inglaterra...

Economia política

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 25

HONG KONG, REGRESSA O TRATADO DE NANQUIM - POR MANLIO DINUCCI

Resultado de imagem para pictures of riots in hong kong in front of the British Embassy
 
A Arte da Guerra
Hong Kong - regressa o "Tratado de Nanquim"
Manlio Dinucci
 
Centenas de jovens chineses, em frente ao Consulado Britânico, em Hong Kong, cantam “Deus Salve a Rainha” e gritam “Grã-Bretanha, salva Hong Kong”, apelo reunido em Londres por 130 parlamentares, que pedem para dar a cidadania britânica aos moradores da antiga colónia. Assim, a Grã-Bretanha é apresentada à opinião pública mundial, especialmente aos jovens, como garantia da legalidade e dos direitos humanos. Para fazê-lo, elimina-se a História. Portanto, é necessário, antes de outras considerações, o conhecimento dos acontecimentos históricos que, na primeira metade do século XIX, conduzem o território chinês de Hong Kong ao domínio britânico
Para penetrar na China, então governada pela dinastia Qing, a Grã-Bretanha recorreu à venda de ópio, que transporta por via marítima da Índia, onde detém o monopólio. O mercado de drogas espalha-se rapidamente no país, provocando graves danos económicos, físicos, morais e sociais que suscitam a reacção das autoridades chinesas. Mas quando elas confiscam, em Cantão, o ópio armazenado e o queimam, as tropas britânicas ocupam,  com a primeira Guerra do Ópio, esta e outras cidades costeiras, constrangendo a China a assinar, em 1842, o Tratado de Nanquim.
No artigo 3 estabelece: “Como é obviamente necessário e desejável que os súbditos britânicos disponham de portos para os seus navios e para os seus armazéns, a China...

China, Reino Unido

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 21

Snowden: “Estamos nus diante do poder” - com vídeo

 
 
Livro do homem que revelou o estado de vigilância global sai nesta terça-feira. Ele segue em Moscou; teme que a Inteligência Artificial multiplique o controle; mas crê na resistência cidadã. Vale ler sua entrevista ao “Guardian”
 
Antonio Martins | Outras Palavras
 
Há seis anos e meio, Edward Snowden, então um funcionário subcontratado da CIA, entrou num avião em Honolulu, Havaí, e desceu horas depois em Hong Kong. Lá, num quarto de hotel, encontrou-se com os jornalistas Glenn Greenwald, Laura Poitras e Ewen MacAskill – e levantou o véu que encobria o gigantesco aparato de vigilância global montado pelos Estados Unidos. A história de sua vida (apenas 36 anos) está agora contada em livro – Permanent Record, que será lançado em 20 países, na próxima terça-feira (e ainda não tem tradução em português. Na sexta-feira, ele concedeu ao Guardian uma entrevista de duas horas, em que antecipa algumas das revelações.
 
“Estamos nus diante do poder”, diz Snowden, que vive desde 2014 em Moscovo – onde casou-se com Lindsay Mills, sua namorada desde os 22 anos. Tem visto de residência permanente. Viaja bastante, embora não possa sair do país, para não ser agarrado por agentes norte-americanos. Perdeu o medo e o hábito de usar sempre casacos e chapéus. Mas, por temperamento, passa a maior parte do tempo em casa, de onde faz teleconferências que são hoje seu meio de vida. Diz que está preparado para viver...

TIC, Espionagem, Snowden

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 30

A desinformação dos media dominantes acerca da vida internacional

 
 
– Mentiras, manipulações, silêncios
 
por Investig'action
 
Os media dominantes, sem complexos e muito para além da questão europeia, mentem, deformam, dissimulam com mais ou menos subtileza, alinham (quando não são dominados pelo recrutamento selectivo de seus editorialistas) com os interesses dos grupos que os financiam. O resultado é um desconhecimento grosseiro da opinião pública sobre a realidade das relações internacionais e um confinamento mental dos cidadãos no pré-estabelecido. Como pode alguém surpreender-se com o periódico reavivar do chauvinismo estreito e do nacionalismo arrogante, frequentemente acompanhado de racismo, pelas grandes potências? Os poderes "ensinam" de facto o desprezo pelos outros e um desejo de poder muito maior que a solidariedade internacional [1]

O paradoxo é profundo num tempo de globalização desejada pelo mundo dos negócios e seus auxiliares estatais, o que significa que nenhuma economia nacional e nenhuma pessoa podem escapar à interferência estrangeira e ao impacto dos interesses transnacionais sempre presentes em todos os lugares: qualquer regime, qualquer que seja, passa por uma espécie de "mestiçagem". O Estado mais apegado à soberania nacional e o povo mais patriótico são vítimas de um ambiente internacional desfavorável e, apesar de tudo, são transformados pela penetração de interesses que não são os seus. Este é particularmente o caso dos poucos bastiões que se reivindicam do socialismo...

Comunicação

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 29
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Temer chama impeachment de Rousseff de golpe, diz que não o apoiou e causa alvoroço na web

Presidente Dilma Rousseff e vice-presidente Michel Temer se encontram com lideranças políticas durante campanha do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, 24 de julho de 2014

No programa Roda Viva, o ex-presidente do Brasil, Michel Temer, afirmou "jamais ter apoiado o golpe" contra Dilma Rousseff. O uso da palavra "golpe", para internautas, confirma que o impeachment não passou de golpe.

Perguntado sobre os "azares" da sua Presidência, Michel Temer decidiu reforçar que "teve muito gosto" em ser presidente do Brasil, cargo que, segundo o próprio ex-presidente, nunca foi almejado por ele.

Em se tratando do impeachment de Dilma Rousseff, que presidiu o Brasil de 2011 a 2016, com primeiro e segundo mandatos ao lado de Michel Temer como vice-presidência da República, o substituto da ex-presidente ressaltou:

"Eu tive muito gosto em ser presidente da República. Eu não almejei jamais isso. De vez em quando, diziam 'Temer é golpista', e, aliás, ouvi uma breve referência de que eu teria apoiado a ideia do golpe [...] Eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe."

A palavra "golpe", ecoada pelo ex-presidente, para muitos internautas, seria uma confirmação que o impeachment contra Dilma Rousseff não passou de golpe, fazendo com que "golpe" entrasse nos temas mais comentados do Twitter nesta terça-feira (17).

Para a política Manuela d'Ávila, "Temer já reconheceu que foi golpe", postando o trecho da entrevista sobre o impeachment de Dilma Rousseff.

 

​O deputado federal Helder Salomão (PT-ES) colocou Temer em segundo lugar na lista dos que já reconheceram que foi golpe, tendo sido a deputada federal...

Brasil

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 30

Mais de 140 presos palestinianos em greve de fome nas cadeias israelitas

Cerca de 120 presos juntaram-se aos 23 que, na semana passada, iniciaram uma greve de fome pela remoção de inibidores de sinal nas cadeias, que provocam dores de cabeça severas e podem gerar cancro.

Mais de 120 presos palestinianos juntaram-se à greve de fome iniciada por duas dezenas de camaradas nas cadeias israelitas Créditos / alwaght.com

Tendo em conta a recusa do Serviço Prisional Israelita em atender as exigências do movimento dos presos, na quinta-feira passada representantes dos prisioneiros palestinianos nas cadeias israelitas anunciaram que iriam tomar novas medidas, estando previsto que cerca de 120 presos se juntassem ao protesto iniciado, uma semana antes, por 23 presos, revela o Palestine Chronicle.

Ontem, numa conferência de imprensa, o antigo ministro dos Assuntos dos Presos, Wasfi Qabha, confirmou a forte adesão ao protesto, tendo afirmado que a «direcção do movimento dos presos se deparou com uma parede sólida, depois de o serviço prisional da ocupação ter fechado todas as portas ao diálogo», refere The Palestinian Information Centre.

Qabha denunciou o facto de o Serviço Prisional Israelita ter mandado para a solitária dirigentes mais antigos do movimento dos presos, como forma de pressionar os prisioneiros a pôr fim à greve de fome. Alertou, ainda, que a relutância dos israelitas em responder às «justas reivindicações» dos presos palestinianos irá «transformar as prisões em campos de batalha».

Entre as principais exigências dos prisioneiros...

Israel

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 30
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Robôs 'assassinos' podem causar atrocidades massivas, alerta ex-engenheira do Google

Robô (foto de arquivo)
© Sputnik / Vladimir Astapkovich

Uma nova geração de armas autônomas que utilizam inteligência artificial (IA) poderia acidentalmente provocar uma guerra ou causar "atrocidades massivas", adverte a ex-engenheira de software do Google, Laura Nolan.

Em declarações, citadas pelo The Guardian, a cientista da computação apontou para o risco de que essas tecnologias se comportem de maneira inesperada.

Em 2018, Nolan renunciou ao Google em protesto contra a sua participação no Projeto Maven, que visa ajudar o Pentágono a melhorar as suas tecnologias de vigilância aérea usando aviões não tripulados.

Ao contrário dos drones, que são controlados por equipes militares, muitas vezes a milhares de quilômetros de distância do local onde a arma voadora está sendo implantada, Nolan disse que as armas autônomas, referidas por ela como "robôs assassinos", têm o potencial de fazer "coisas calamitosas para as quais não foram originalmente programadas".

Mudança ética na guerra

"Como é que uma máquina de matar que está lá fora, voando sozinha, distingue entre um combatente de 18 anos e um [jovem] de 18 anos que está caçado coelhos?", questiona Nolan.

"Não estou dizendo que os sistemas de mísseis guiados ou sistemas de defesa antimíssil devem ser proibidos. Afinal de contas, eles estão sob total controlo humano e alguém é, em última análise, responsável. No entanto, estas armas autônomas são uma mudança tanto ética como tecnológica na guerra", complementa.

A...

Guerra e Paz, TIC

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 26
  • in 'Sputnik Brasil'
  • Mundo

Soldados sírios encontram grande base terrorista dentro de caverna em Idlib

Soldado do Exército sírio

© Sputnik / Mikhail Voskresenskiy

Militares sírios encontraram uma caverna perto de Khan Shaykhun, cidade recém-liberta da província síria de Idlib. A caverna era usada por militantes como uma grande base militar.

O brigadeiro-general Abdel Kerim Meikhun ressaltou a repórteres que militares sírios descobriram a caverna após a libertação do sul da província de Idlib, que ocorreu no fim de agosto.

"Além de ser uma área muito fortificada, a caverna também armazenava várias armas e equipamento de combate de militantes: aqui está um capacete, uniforme e máscara de gás; e aqui está um cinto de metralhadora pesada e munições de granadas impulsionadas por foguetes", detalhou o brigadeiro-general.

Segundo Meikhun, a caverna tem cerca de 10 mil metros quadrados e um extenso sistema de túneis. As instalações também tinham um posto de comando com um mapa da cidade de Khan Shaykhun e da aldeia de Morek, um hospital de campo e dormitórios.

Meikhun observou que cada um dos túneis tinha pelo menos 200 metros de comprimento. Antes de saírem, militantes jogaram minas pelas instalações, com sapadores ainda dentro.

De acordo com o brigadeiro-general, a caverna poderia ter sido usada pelos Capacetes Brancos, uma ONG suspeita de estar ligada a grupos rebeldes jihadistas, para filmagem de encenações de ataques químicos no intuito de comprometer o governo sírio de Bashar Assad.

Operação do Exército sírio

Em agosto, o governo sírio conduziu uma operação militar durante a...

Síria

Continuar a ler

  • Criado em .
  • Visualizações: 20

Últimos posts

Itens com Pin
Atividades Recentes
  • Vasco Graça updated his profile
    Publicação sobre moderação
    Item de fluxo publicado com sucesso. Item passa a ser visível no seu fluxo.
Aqui ainda não existem atividades
LOGO4 vert01
A Plataforma Cascais - movimento cívico é um grupo aberto de cidadãos, autónomo de quaisquer interesses económicos, religiosos ou partidários.
Todas as publicações deste site refletem apenas as opiniões dos seus autores e não responsabilizam a PC-mc
exceto quando expressamente assinadas por esta.
 

SSL Certificate
SSL Certificate