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Quem tem medo de Rui Rio ?

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                                                                               16 JULHO 2019
Daqui até Outubro os órgãos de comunicação social vão ser determinantes para os resultados eleitorais e por isso se compreende que sejam intensamente abordados pelos partidos políticos com o objectivo de fazer passar as respectivas mensagens de campanha puxando a brasa à sua sardinha. Em boa verdade, de momento já podemos constatar um claro favorecimento das posições do Governo e do PS em detrimento do PSD e de Rui Rio. Isso já é bem patente, salvo raras e honrosas excepções, nos telejornais, bem como nos comentários e debates políticos.
 
É com frequência que já identificamos certos títulos dos jornais cuja redacção está habilmente preparada para nos levar a aceitar notícias que, embora se aproximem aparentemente da objectividade dos factos, não passam de ardilosas e bem urdidas peças de propaganda política ao serviço do poder e dos seus interesses, nomeadamente na apregoada tentativa de levar o PS à maioria absoluta.
 
Isto é tanto verdade que, um jornal de referência da nossa praça, mais precisamente o “Expresso” de ontem, foi buscar o tema inédito da proposta de Rui Rio que anuncia a baixa generalizada de impostos, para escarrapachar na 1ª página uma notícia sob o título: “Sondagem – Descida de impostos não é prioridade”! … e, na página 8, em letras garrafais, escreveu: “Direita em apuros a três meses das legislativas”, para logo se seguir na página 9: “Nem à direita é prioridade reduzir impostos”.
 
Será mesmo que vivemos num país onde as pessoas ficam radiantes e muito felizes por lhes aumentarem os impostos?
 
Será verdade que a direita está realmente em apuros, ou será maior a verdade de que o governo, esse sim, está muito preocupado com o descontentamento generalizado do povo, que já sentiu na pele os graves erros de gestão do PS?
 
Será que o governo socialista de maioria absoluta de José Sócrates não bastou para que aprendêssemos a lição de que “não é bom colocarmos os ovos todos no mesmo cesto”?
 
As intervenções e as declarações recentes de Rui Rio vieram refrescar com preciosos apontamentos de inteligência, de lucidez e de inovação, o fragilizado ambiente político a que chegámos sob os auspícios de António Costa, e de um discurso socialista impregnado de raciocínios dualistas, pouco claros e enganadores, que visam anestesiar o povo para que não se lembre dos insucessos governativos, até às próximas eleições.
 
Já todos sentimos que o governo PS mergulhou o povo num estado de carência que todos os dias se agrava com o mau funcionamento dos serviços da administração pública, dos transportes, da habitação, da segurança interna, da saúde, das infraestruturas e numa penúria de recursos financeiros que morde as franjas de uma fragilidade que nos pode voltar a vergar ao apetite dos predadores que nos quiserem vir “ajudar”.
 
Foi, então, que aparece Rui Rio com uma proposta inteligente, inovadora e oportuna, que logo conheceu a adesão as pessoas e despertou o entusiasmo e a esperança.
 
Começando por anunciar a escolha dos cabeças de lista que vão liderar as equipas social-democratas nas próximas eleições de 6 de Outubro, Rui Rio foi coerente, pois já tinha avisado que seria diferente não se cingindo ao politicamente correcto nem ao oportunismo da tradição partidária. Todas as escolhas feitas obedeceram a um critério refrescante e inovador de participação política, disponível a quem dele possa aproveitar para desempenhar um serviço público sério e solidário, no cumprimento da Lei e das boas regras que alicercem a paz e promovam o progresso económico e a valorização das pessoas com vista à melhoria das condições de vida. Todas estas condições afinadas por um mote fundamental: “Portugal Primeiro”.
 
Assim que Rui Rio revelou os nomes de quem o vai acompanhar e anunciou as linhas mestras do compromisso política que promete aos portugueses caso ganhe as eleições, foi visível a perturbação de António Costa e do seu séquito logo que compreenderam a excelência, a oportunidade e a inovação das propostas de Rio: uma baixa generalizada dos impostos com a diminuição o IRC, o IRS, o IMI e o IVA da energia,  ao mesmo tempo que aumenta o investimento público nos sectores prioritários da economia, alicerçando o desenvolvimento económico nas exportações, na diminuição da carga fiscal e no apoio ao enriquecimento da classe média, para que seja viável o aumento  do consumo interno e o fomento da produção nacional.
 
Como que fustigados por um abelhão que lhes mordeu o traseiro, apareceram logo alguns “Velhos do Restelo” tecendo reservas, apregoando cuidados e invocando perigos, num argumentário de recurso que rapidamente caiu pela base face à mais valia da proposta de Rio. O alvoroço foi tal que até voltaram com a palavra atrás. António Costa, que anteriormente tinha dito que os impostos não poderiam descer, veio dar o dito por não dito, e copiar Rui Rio dizendo que afinal “também iria baixar os impostos”! Depois admiram-se que as pessoas deixem de acreditar em certos políticos …
 
Nos comentários que levianamente fizeram sobre as pessoas escolhidas por Rio, tentando pôr em causa a eficácia do racional e da lógica que presidiu a essas escolhas … também o tiro lhes saiu pela culatra:
Primeiro, porque todas, sem excepção, possuem currículo académico, experiência profissional e qualidades pessoais não só já reconhecidas institucionalmente, como laureadas pelos mais exigentes aferidores da competência.
 
Segundo, porque todas, sem excepção, têm as suas vidas familiares estabilizadas pelo que não precisam da política para nada, a não ser para honrar a oportunidade que lhes poderá ser dada para servirem Portugal e os Portugueses.
 
Terceiro, porque todas, sem excepção, conhecem bem os “dossiers” relacionados com as matérias que poderão vir a tratar, uma vez que os estudaram e discutiram detalhadamente, no exercício preparatório que fizeram para se qualificarem devidamente para as novas funções.
 
Todos sabemos que na tentativa de estragar isto tudo, gravitam em torno do “centrão” político uma quantidade de energúmenos chupistas que nunca souberam fazer nada na vida a não ser viverem à custa da política e do erário público. Seria bom que conseguíssemos desbaratar eficazmente este flagelo.
Preparem-se Amigos, pois nos próximos meses, iremos levar com uma catrefada de propaganda política que se vai tornar insolente, ridícula e desviante do nosso interesse. Espero, também que se torne INUTIL, se os portugueses souberem descortinar a tempo o logro em que o governo os quer fazer cair.
Outros artigos de MANUEL RUA
+Muito mal vai a Democracia em Cascais!
*Os artigos de opinião publicados são da inteira responsabilidade dos seus autores e não exprimem, necessariamente, o ponto de vista de Cascais24.

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

https://www.cascais24.pt/p/daquiate-outubro-os-orgaos-de.html

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  • Voltaram as Festas do Mar e vale a pena ir ver alguns dos espetáculos.
    A Câmara autopropagandeia-se com elas, claro.
    Na televisão vemos um dos organizadores do evento dizer que as Festas são muito boas para a "vila" (vila é o que a aritocratoburguesia local gosta de chamar a esta terra por estultas razões que estão devidamente caracterizadas) e que não têm nenhuns custos para os munícipes.

    Duvidamos mas ele argumenta que o dinheiro vem das verbas do jogo (Casino) e dos patrocinadores. Claro...
    Voltaram as Festas do Mar e vale a pena ir ver alguns dos espetáculos.
    A Câmara autopropagandeia-se com elas, claro.
    Na televisão vemos um dos organizadores do evento dizer que as Festas são muito boas para a "vila" (vila é o que a aritocratoburguesia local gosta de chamar a esta terra por estultas razões que estão devidamente caracterizadas) e que não têm nenhuns custos para os munícipes.

    Duvidamos mas ele argumenta que o dinheiro vem das verbas do jogo (Casino) e dos patrocinadores. Claro que as verbas do jogo são verbas dos munícipes (não são um 'dinheiro de bolso' para festejos e mais o que alguns queiram) mas, mesmo assim, duvidamos. Seria bom que oposição camarária tentasse (sabemos que é muito difícil conhecer as contas da Câmara) deslindar quanto é que os cascalenses pagam efetivamente por estas Festas.


    Ao ouvir o dito organizador percebia-se que a conversa era de jotinha de carreira (não obrigatoriamente do Carreiras, entenda-se) e fomos ver.

    Bastou googlar para nos aparecer à cabeça que o Dr. Bernardo Barros é um distinto Administrador Executivo da Empresa Municipal "CASCAIS DINÂMICA" (as empresas municipais, em geral, servem para fazer o que a Câmara deixa de fazer porque é mais fácil meter os boys e girls nestas empresas, pagas pelos munícipes, do que na própria Câmara) com um currículo com muitas derivações do seu enlace camarário (do "Americas Cup World Series - Cascais" à "NOVA SBE – Intensive Management Program " passando pelo "Sailors for the Sea Portugal – Presidente" e pela "Escola Superior de Hotelaria do Estoril (ESHTE) – Membro do Conselho Geral").

    Mas o que conta verdadeiramente é que, depois de uns anitos como escuteiro já em 2006 era " Conselheiro Distrital de Lisboa da JSD" e em 2010 passou a "Conselheiro Nacional da JSD"o que, entretanto, lhe permitiu ingressar como " Secretário Político do Vereador na Câmara Municipal de Cascais" até com "representação do Vereador em atos oficiais, visitas diplomáticas e conferências".

    A partir daí foi só subir. Em 2011 já estava na " Comissão Política Distrital de Lisboa do PSD" e logo (2012) passava para "Adjunto do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais" e, simultaneamente, para "Vice-Presidente da Associação de Turismo de Cascais (Associação de direito privado)", seguindo-se, em 2015, o atual lugar de "Administrador Executivo na Cascais Dinâmica" onde organiza as Festas do Mar.

    Nada nos move contra este distintíssimo quadro da esfera camarária cascalense. Provavelmente é uma excelente pessoa e um funcionário exemplar.

    Apenas se lamenta constatar que o poder político/administrativo é cada vez mais feito destas carreiras partidarizadas e clientelares.

    Certamente que há gente competente nos Partidos do velho "Arco da Governação" (os outros ficam de fora obviamente). Mas só há quadros competentes com o cartão destes Partidos ? Não há muita gente competente que não esteja em Partido nenhum ou que opte por outros dos muitos Partidos existentes ?

    É que isto, aqui por Cascais, tresanda.
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