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António T Saleiro 17/02/2021 Um tributo pago ao passado colonial
Marcelino da Mata: já não se fala de quando ele se passeava nos quartéis na Guiné com as orelhas e as cabeças que cortara ao "turras" ? Herói de quem, criminoso sim.
Os USA como os donos do Mundo! Agora decidem o que a União Europeia pode ou não fazer. Vão entrar em confronto aberto com a Alemanha?
Não sei o que lhes ensinam. Não sei que frustrações alimentam estes comportamentos
Mas sei que um polícia devia ser exemplo de civilidade, bom senso, capacidade de diálogo.
A 'ordem' não se impõe à força.
Os professores não podem, como noutros tempos, andar à chapada e pontapé aos alunos mas os polícias podem continuar a ter a brutalidade e s comportamentos manifestamente desequilibrados como constantes da sua atuação ?
Não me digam que são só uns 'casos' pontuais. A arrogância e brutalidade policial estão-se tornando norma.
Será coisa do tal movimento zero?

Um artigo interessante também para perceber porque é que Boaventura Sousa Santos, apesar de ser guru no Brasil, acerta muito pouco no que é essencial.
Alguma informação e sistematizações de factos são úteis mas os princípios de análise, como lhe é habitual, baseiam-se em 'velhos' preconceitos e procuram 'salvar' as suas visões de quando era o teórico-mestre dessa mascarada a que chamaram 'teoria da globalização'.
Para Sousa Santos o futuro anti-sistémico está nas mãos dos movimentos mais ou menos inorgânicos que lutam por 'causas'. As organizações dos trabalhadores são apenas parte do 'sistema' e. quanto muito, cabe-lhes defender a 'democracia liberal' e alguns benefícios sociais (uns pózinhos da Terceira Via).
A luta de classes é a eterna ausente do pensamento de Sousa Santos.
Sousa Santos é um daqueles muitos teóricos que durante o século XX muito contribuíram para o esfrangalhamento da esquerda em nome da invenção de uma novíssima 'esquerda'.
Começa a ser tempo de a esquerda (a força daqueles que estão do lado do Trabalho contra o Capital) se livrar de equívocos.
A confirmarem-se estes números parece haver notícias interessantes, nomeadamente:
1) A Catalunha independentista sai reforçada.
2) As forças à esquerda melhoram as suas posições.
3) A direita radicaliza-se (passando mais claramente à configuração de extrema direita) e perde influência
António Ramirez 14/02/2021 DE FUNCIONÁRIO DA NATO A CENSOR DO FACEBOOK
Um fanático da NATO à frente dos serviços de CENSURA do Facebook é uma triste ilustração do lodaçal a que o capitalismo neoliberal nos conduziu. Quem pensa que a MANIPULAÇÃO das cabeças é hoje semelhante ao que se passava no século XX anda distraído e vai ter grandes sustos.
A Liberdade é cada vez mais uma ilusão.
É estranho a que o texto não refira que há outras vacinas de países fura da uU. E. e mesmo fora da Europa. Vistas curtas e preconceituosas.

Quer Rui Rio ,quer André Ventura estão muito bem um para o outro, ou seja espremendo as ideologias de cada um, o sumo não sai.
Não é de estranhar que se "insultem" mutuamente e queiram Constituir um governo contra o sistema. É o tal sumo!
Manuel Morais antes de ser agente de autoridade é um cidadão como outro qualquer. Vivemos numa democracia, logo não deve ser proibido expressar a opinião acerca de qualquer coisa ou de alguém. Quanto á " decapitação" a língua portuguesa como sabemos é muito traiçoeira, mas para bom entendedor meia palavra basta. Percebe-se bem que foi escrita em sentido figurado.
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Ver tambem entrevista de Miguel Urbano Rodrigues:
https://www.resistir.info/mur/assalto_santa_maria.html
O topo da 'liga' é a cabeça de uma máfia de múltiplos escalões que se serve dos bombeiros para os seus jogos de poder e defesa dos seus (pequenos e grandes) interesses privados.
Marta Soares é o exemplo completo do 'padrinho' tentacular que se julga o dono dos bombeiros para semear alarmismo e colher dividendos (para si e para a 'família').
São eles que mandam em toda a estrutura da Proteção Civil com o respetivo ministro (Administração Interna) no seu bolso. Também gostariam de ter a ministra da Saúde a seu mando e estender os negócios nessa área. Talvez lhes seja mais difícil...por ora.


Não me parece a opção mais correta, mas o governo foi "encostado à parede" por várias "manifestações" de fecharem as escolas-, sabem bem o que vai acontecer, assim é melhor fazê-lo para que depois não venham ser acusados de outras coisas, que aos poucos se bem sabendo -, prefiro escrever (deixar) para mais tarde, obtendo dados mais precisos...
A demagogia e o oportunismo não têm limites?!
Esta 'esperteza indigente' dos jotinhas do CDS passa-se num concelho onde a Câmara de maioria absoluta PSD/CDS esbanja milhões (não são milhares são mesmo muitos Milhões de euros) em apoios a iniciativas e a entidades privadas sem nenhum proveito para os cascalenses, que gasta milhões em ações que só interessam ao negócio do turismo.
Mas pelos vistos o vereador da Educação, que por acaso até é dirigente do CDS não tem capacidade de resolver a questão do frio nas escolas do respetivo concelho.
Não é competência atribuída à Câmara de Cascais? Eventualmente não será mas esta Câmara não se coíbe de fazer muitas outras coisas que não são da sua estrita competência sempre que isso lhe convém e nada nem ninguém impediria a Câmara de ter resolvido o problema do frio nas escolas.
Mas a direita prefere que os jovens e os professores passem frio desde que com isso possa fazer demagogia e politiquice rasca.
O oportunismo não se enxerga?
António Magalhães 20/01/2021 O erro de Pacheco Pereira
Eu vi o debate todo e surpreendeu-me a agressividade e crispação de JPPereira.
Quase deu a ideia de estar a combater os seus próprios fantasmas, como aliás assertivamente lhe recordou o João Ferreira.
"Fechado" nos seus dogmas dos anos 60 JPP fez que não percebeu a dinâmica do pensamento marxista leninista que calmamente João Ferreira , duma forma clara, demonstrou ser actual e em consonância com o programa do PCP e com a própria Constituição que emanou do 25 de Abril.
Também na "colagem" que JPP procurou mais uma vez fazer a regimes liderados por PCs o candidato duma forma clara demonstrou a justeza da sua posição em consonância com a Constituição Portuguesa que jura honrar cumprir e fazer cumprir caso seja eleito. Não há modelos a copiar, não se revê naqueles modelos que JPP invocou e quer para Portugal um modelo que seja livremente aceite pelo povo português.
JPP não gostou e a sua própria fisionomia no decorrer da "conversa" demonstrava desconforto e alguma antipatia que deveria ser incompatível com o que pretendia ser um esclarecimento de posições sobre o candidato e não sobre as suas próprias convicções....
António Magalhães
Vila Nova de Gaia
Seguramente este é um contributo 'interessante' para descredibilizar estes profissionais da saúde que, em geral, não merecem ter 'representantes' tão imbecis. Os donos daOrdem dos Médicos já tinham tido uma posição idêntica.
Não tem sentido e fica muito mal...
Administração web 20/01/2021 Uma pátria de sábios
O frenesim alarmista dos mass media ao longo dos últimos meses a par do criticismo errático dos seus 'comentadeiros' encartados muito tem contribuído para o cansaço das pessoas e para algum laxismo face às medidas sanitárias.
Numa situação como a atual é necessária uma orientação e uma coordenação únicas que não estejam constantemente (ao minuto ) a serem descredibilizadas.
Não se trata de cercear a liberdade de imprensa. Trata-se apenas de salvaguardar condições de eficácia na defesa das vidas.
É tempo de os ansiosos protagonistas e os interessados negocistas se calarem...só por algum tempo, por favor!

Nenhuma 'novidade'. Só pode estranhar quem tem ainda algum resquício de 'ilusão' quanto à natureza deste grupo de velhos saudosistas de um passado de miséria e repressão.
Regista-se apenas a habitual hipocrisia de serem estes mesmos que mais clamaram contra a 'perigosidade' de se juntarem pessoas no 25 de Abril, no 1º de maio e no Avante. Obviamente que o problema deles sempre foi outro. A costumeira azia da direita a tudo o que signifique Liberdade. Democracia. ou, sobretudo, trabalhadores.
esteves ayres 25/08/2020
[b]Quando de heróis os profissionais de saúde passam a vilões!
[/b
esteves ayres 24/08/2020
[b]Uma das maiores contribuições de Marx e Engels[/b] [b][/b]foi terem descoberto que o estudo da sociedade não deve partir do que os homens dizem, imaginam ou pensam , [b]mas da forma como produzem os bens materiais necessários à vida[/b]….(* formas da consciência social*)
esteves ayres 24/08/2020
Uma das maiores contribuições de Marx e Engels foi terem descoberto que o estudo da sociedade não deve partir do que os homens dizem, imaginam ou pensam , da forma como produzem os bens materiais necessários à vida….(* formas da consciência social*)
Marília Gonçalves 23/08/2020
A pandemia apenas veio dar alguma luz àquilo que muitos não vêem e alguns querem esconder: o 'mundo' dos lares eoutros 'apaoios' para idosos é uma vergonha. Há exceções com boas e dedicadas instituições mas há também um negocismo vergonhoso acoberto de pretensa 'solidariedade social'.
A pretensa 'regulação' da Segurança Social é um faz-de-conta Os milhões que vão para as IPSS podiam ter muito, mas mesmo muito, melhor utilização a favor dos mais velhos.
É um tema DEMASIADO incómodo para o poder e para algumas 'máfias' que dele vivem mas que é urgente debater e tomar medidas.
Carlos Samuel 11/08/2020
Um artigo interessante embora não concorde com algumas ideias.
Referir o documento [b]Costa e Silva[/b] como um caso de planeamento parece-me excesso de boa vontade. O dito é exactamente a negação do planeamento; tem tudo o que soa mais ou menos bem, não define prioridades nem caminhos concretos e quando exemplifica concretizações evidencia ser uma abstracção sem a mínima noção da realidade.
Também a ideia de um [b]planeamento basista[/b] sem "ficar respeitosamente à espera de ordens vindas de cima" me parece algo que além de ingénuo pode significar uma desresponsabilização do Estado á la 'neoliberal'.
Enfileirar o SNS num[b] 'cluster' pode ser modernaço[/b] mas não gosto. O SNS é muito mais do que esses modernismos para 'épater le bourgeois".
Mas o artigo é um bom contributo para reflexões necessárias.
Vasco Graça 20/08/2019
O autor deste pequeno artigo (Jorge Rocha) é um socialista que escreve quase diariamente artigos (no seu blogue) que vale a pena ler.
Compreende-se que a sua militância partidária (habitualmente com sentido crítico, reconheça-se) o incline para uma [b]leitura a preto e branco[/b] da recente greve dos motoristas de produtos petrolíferos e que se deixe cair no terreno dos que mediatizam uma empolada "vitória" do Governo (leia-se do PS em vésperas de eleições)
Compreende-se mas ...lamenta-se.
O clubismo travestido de "análise política" já satura.
A política (à esquerda) precisa de inteligência, de capacidade de refletir contradições procurando sínteses e pontes e não do constante acicatar de antagonismos.
O país precisa do PS com um projeto e uma prática de esquerda. E o PS precisa inexoravelmente dos Partidos à sua esquerda sem os quais (sobretudo se lhe acontecer a desgraça de ter maioria absoluta) não está em condições de resistir à enxurrada neoliberal à semelhança do que se tem visto com muitos outros Partidos europeus sobretudo desde que Tony Blair e o seu teórico Anthony Giddens destruíram os pilares da social-democracia (mais ou menos tendencialmente socialista).
Dizer que o BE (ou o PCP) foram responsáveis pela ascensão de Passos Coelho além de não corresponder à verdade é um passa-culpas que só serve para que os socialistas percam o indispensável sentido autocrítico. O PSD entrou pela porta que o PS (o Governo Sócrates) lhe abriu com uma orientação globalmente ambígua e com sucessivos erros político de palmatória. Omitir isto e culpar outros (neste caso os Partidos à esquerda e os eleitores) pelas culpas próprias é, além do mais, contribuir para que se voltem acometer os mesmo erros.
Quando o autor refere "o sectarismo com que olha para as circunstâncias políticas de cada momento é tão obtuso, que defende os seus valores e princípios com o fanatismo de um torquemada" poderia estar-a fazer uma crítica justa a muitos dos político/comentadores da nossa praça.
Infelizmente com este artigo (e com alguns outros) Jorge Rocha parece querer alinhar-se por esse mesmo diapasão.
Oxalá que não porque a abertura e o sentido crítico que costuma ter fazem falta numa esquerda plural e convergente.
Administração web 30/07/2019
O assessor tem uma profissão respeitável e até poderia ser um impoluto e competente membro do Gabinete.
Não sei detalhes mas imagino que o 'rapaz' acabou por arcar com culpas que deveriam ser mais repartidas. Depois terá a 'merecida compensação'...
Sobretudo, o que é absolutamente lamentável é todo o 'esquema' de promiscuidade entre negócios, 'carreiras' e 'emprego' político que este caso ilustra e que, infelizmente, é demasiado comum.
Não vale a pena olhar para o lado.
O PS, o PSD eo CDS precisariam de uma séria 'limpeza'. Provavelmente impossível...
Administração web 30/07/2019
A profissão do sr. assessor pouco interessa . Aliás revela uma triste presunção classista a repetida acentuação do facto deste ser padeiro.
Infelizmente há muito "jovem político" doutorado e, eventualmente, com profissões charmosas que é igual ou pior que este presidente da concelhia do PS de Arouca.
O problema, esse sim bastante grave, é a cultura que se deixou instalar em alguns Partidos onde os 'quadros' se impõe e protegem mutuamente não pelo serviço social/político que pretendem prestar ao Povo mas pelos proveitos pessoais (carreiras, negócios, cunhas) que pretendem beneficiar.
Cascais não é diferente de Arouca.
Administração web 27/07/2019
Só não percebo por que razão o PAN se admira.
Devem saber que a coligação PSD/CDS de Carlos Carreiras há muitos anos que não aceita uma só proposta que venha de qualquer outro Partido.
Porque acharia o PAN que consigo ia ser diferente ? Aqui é Cascais, o reino do poder absoluto de uma minoria consentida.
Aires Esteves 18/07/2019
[b]Agora, andamos atrás do prejuízo.[/b]
nde anda o tal PS que dizia, a tempos atrás, que não dava apoio a nova "administração privado" vereação do PSD/CDS!?
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