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Salvar o SNS – Estamos do lado da solução

Manifesto Salvar o SNS Estamos do lado da solução

Entendemos estar a viver o tempo em que se decide a sobrevivência do SNS – ou o defendemos, valorizamos e reforçamos ou, no embate e “desnatação” para os privados, vai-se tornar um sistema minimalista de cuidados de Saúde, de tratamento da patologia não rentável, desvalorizado pelos cidadãos com rendimentos médios e altos e com missão assistencialista e residual para os cidadãos mais desfavorecidos. É agora ou nunca.

 
Vivemos tempos de pandemia que põem à prova a opção política adotada para a enfrentar, a vitalidade e o desgaste do SNS e o posicionamento dos prestadores privados. Apesar de terem decorrido apenas alguns meses desde o seu início, e de não existir uma avaliação definitiva, é já possível confrontar as políticas seguidas e o desempenho dos serviços de saúde de vários países com os seus resultados. As políticas neoliberais de desmantelamento dos serviços públicos de saúde ou a adoção da estratégia de não combate ao contágio para atingir rapidamente a imunidade de grupo acarretam enormes riscos para as pessoas mais fragilizadas e têm levado a maior mortalidade, desorientação e sofrimento das populações, com a inevitável afetação da economia em paralelo. Pelo contrário, como no caso português, estratégias de combate ao contágio, apostando na prevenção e no confinamento, apoiadas por serviços de saúde estruturados, articulados e coesos, têm conduzido a melhores resultados.
 
Neste contexto, a resposta do SNS à covid-19 foi completa, não podendo ser ignoradas as medidas de reconfiguração de serviços, desde a saúde pública aos hospitais. Quem apregoava o “caos” que se ia viver no SNS, quem tentou ser alarmista em tempo de ser sereno, perdeu a causa. Já os prestadores privados de serviços de saúde, ao fugirem a receber doentes contaminados no âmbito da sua atividade corrente, não sofreram o desgaste que a pandemia inflige no SNS e encontram-se agora disponíveis para “recuperar as listas de espera do SNS”. O SNS, fustigado por políticas de contenção, em particular desde a crise de 2010, tem apesar disso demonstrado a sua capacidade e importância como elemento de coesão e até de soberania...

Saúde, Política de saúde

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  • Ladrões de Bicicletas (João Rodrigues)
  • Portugal

Old new economics

NOVA04

Quem conheça a história da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (actual Nova School of Business and Economics), sabe que esta instituição pública esteve sempre na vanguarda da americanização do ensino e da investigação em Portugal, incluindo ao nível do entrelaçamento entre dinheiro público e dinheiro dito privado. Este último não pode ser separado da orientação político-ideológica dominante numa faculdade onde se elaboraram muitas das ideias económicas subjacentes ao cavaquismo e que esteve assumidamente na primeira linha do apoio à troika.

A FEUNL teve sempre uma orientação favorável à economia convencional de matriz neoclássica desde a sua fundação em 1978. Na altura, contrastava com uma paisagem mais diversificada na ciência económica.

Convém entretanto lembrar, como sublinhou um grande historiador do pensamento económico chamado Philip Mirowski, que nem todos os economistas neoclássicos são neoliberais e que nem todos os economistas neoliberais são neoclássicos. No primeiro caso, olhem para Joseph Stiglitz e no segundo para Friedrich Hayek.Atente-se nos 'curiosos' nomes das instalações desta neoliberal Faculdade

Na Nova Economia os economistas neoclássicos têm sido neoliberais, o que aliás tendeu a ser norma dos anos setenta em diante, em linha com o enviesamento de um quadro analítico atreito a demasiadas idealizações mercantis. Nos anos oitenta, por exemplo, os economistas desta faculdade tiveram uma coluna no jornal Semanário...

Educação

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A Palestina deve viver

 
 
 

Aos Chefes de Estados, Ministros das Relações Exteriores e Ministros do Comércio Exterior:

O tratamento do povo palestino tornou-se uma vergonha na consciência global. É hora do mundo se posicionar e agir para aplicar sanções a Israel até que os palestinos tenham direitos civis plenos e iguais. Apelamos a V. Exas. que atuem com liderança moral e ações concretas para salvar vidas.
 
 

Dentro de 5 dias, o Primeiro Ministro de Israel expandirá seu território, anexando uma grande parte da Palestina.

Apesar de ser reconhecida pelas Nações Unidas, o governo de Israel simplesmente está assumindo o controle da Palestina, em violação ao direito internacional.

Praticamente todo mundo se opõe, mas o ponto é: quem fará algo a respeito? A Europa e outros países têm o poder de fazer com que Israel pense duas vezes. Entretanto, antes de agirem,  eles precisam ouvir um apelo gigantesco, vindo de cidadãos do mundo todo. É aí que entramos!

Exija uma ação concreta pela Palestina agora

Israel está deixando pedaços de terra para serem autogovernados pelos palestinos, mas continua cercando-os com muros, colônias e torres militares. O Estado israelense poderá avançar sua anexação em etapas para diminuir o alarme internacional, mas o restante da Palestina já parece um queijo suíço, cheio de buracos: um estado impossível de se viver, de funcionar e de ser governado.

Os palestinos estariam efetivamente sendo presos em...

Palestina

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  • Ladrões de Bicicletas (João Rodrigues)
  • Portugal

Da agilidade


No caso das empresas públicas de transporte, as decisões puderam ser tomadas de forma mais imediata, porque, por exemplo, não houve recurso a layoffs. No caso das empresas privadas, o problema é mais delicado porque muitas delas recorreram a esse mecanismo de suspensão de actividade e, mesmo que lhes fosse solicitado, teriam dificuldade em reforçar a oferta, por exemplo, por falta de motoristas.

Esta notícia do Público, da autoria de Luísa Pinto, assinala um problema que não está circunscrito a este sector tão crucial para a vida da comunidade: quando as empresas privadas estão envolvidas em áreas estratégicas há mais entraves a uma resposta pública pronta e coordenada e o interesse público corre sempre mais riscos. O Estado, nas suas várias escalas, torna-se menos ágil e capaz. E o povo é que paga.

Desde a década de noventa, quando assumiu funções governativas, que António Costa aceitou o essencial do discurso fraudulento da Terceira Via, o que dizia que o Estado social-democrata não tinha de controlar sectores estratégicos. Era a metáfora do peso, do Estado pesado.

O Primeiro-Ministro tem agora pateticamente de apelar ao “sentido de interesse nacional” das empresas privadas, perante transportes sobrelotados em plena pandemia. As empresas buscam o lucro não o interesse nacional. E este é só um exemplo de um processo mais vasto de erosão da governação, dado que cresce o sentimento de impotência.

Em contexto de incerteza radical, o controlo público de bens e serviços...

Governação, Privatização

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  • Pedro Pezarat Correia in 'A Viagem dos Argonautas'
  • Portugal

CADA QUAL VÊ A TELEVISÃO QUE QUER (?!)

Technology is NOT 'Neutral' | Intellectual Takeout

(Comentário:

Comentar para quê? É tão óbvio!)

Pedro Pezarat Correia
 

Total de presenças nas três estações: PSD 11;  PS 9;  CDS 4;  BE 3;  Livre 2;  PCP 1;  IL 1.

Liberdade de informação?  O telespectador, tem razões para se sentir manipulado.

A informação na comunicação social é hoje dominada pelos telejornais, isto é. a informação televisiva (aparte as redes sociais mas esse é outro universo). A que acresce, com tempo de antena alargado, a chamada grande informação na RTP 3, SIC N e TYI 24, em horário nobre posterior ao noticiário das 20h00. Aí pontificam os comentadores, os opinion makers, em painel, frente-a-frente ou com tribuna pessoal, em geral convidados por critério partidário. Têm estatuto de residentes com lugar cativo no programa e, quando não podem comparecer, o substituto é alguém do mesmo partido. Penso que a ninguém escapará a tendenciosa seleção dos convidados, longe de refletir o mosaico partidário nacional e que, dado o seu peso na formação da opinião pública, viola um valor essencial da democracia, o direito a uma informação isenta.
Fiz um apanhado semanal, não exaustivo mas que penso revelador, do horário nobre daqueles três canais e distingo três tipos de programas: debate em painel (DP) normalmente três convidados além do moderador: frente-a-frente (FF) com dois participantes; comentador de cátedra (CC) com presença individual e sem contraditório.
Nesta análise não entram programas cujos analistas sejam...

Comunicação, Liberdade, Censura

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  • Ladrões de Bicicletas (João Rodrigues)
  • Mundo

A injustiça social mata


O Financial Times considera que o assassinato de George Floyd “expõe as ligações entre a injustiça racial e a desigualdade económica”.  Não sou eu que vou contrariar os editorialistas do FT, embora note como têm sempre uma palavra meiga para os herdeiros dos novos democratas, precisamente os que romperam com a herança do New Deal e da promessa de transformação aberta pelas lutas dos direitos cívicos, cuja componente de aspiração à igualdade socioeconómica geral não deve ser subestimada. Todo um sonho, todo um arco da justiça, tem sido derrotado na economia política.

A desigualdade socioeconómica crescente nos EUA, desde os anos oitenta, está bem documentada. As suas origens nas transformações institucionais de matriz neoliberal. A abissal queda da taxa marginal de IRC e do imposto sucessório são só dois mecanismos fiscais expostos de forma detalhada por Thomas Piketty. Há muitos outros mecanismos político-institucionais, incluindo o enfraquecimento deliberado do movimento sindical, um dos veículos para contrariar a desigualdade económica e a injustiça racial nos EUA.

Barack Obama, herdeiro dos novos democratas de Clinton, não foi, infelizmente, diferente no essencial, apesar de uma crise só com paralelo na Grande Depressão. O padrão de brutal desigualdade não foi revertido e o hipertrofiado Estado penal, o outro lado de um Estado social minguado, só foi ligeiramente reduzido. O crescimento desmesurado do Estado penal, traduzido no encarceramento em massa de...

USA, Desigualdade

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"A epidemia mostrou que o público é superior ao privado"

Entrevista a João Oliveira
25.05.2020 07:00 por Lucília Galha in 'Sábado'
 
No IPO de Lisboa, nenhum tratamento ficou por fazer, mas o mesmo não aconteceu com os exames. Em abril, fizeram-se menos de metade. À SÁBADO, o presidente João Oliveira admite que será preciso trabalharem mais para recuperar o que não foi feito durante o pico da pandemia.
 
 

Passado o pico da pandemia, o presidente do IPO de Lisboa considera que a retoma será a fase mais difícil. Explica: "Como diminuímos o número de pessoas que vinham ao hospital, conseguimos cumprir bem todos os procedimentos de proteção. Agora temos de manter isso, mas com muito mais gente a circular no hospital", diz à SÁBADO.

Durante duas horas, no seu gabinete, que fica nas traseiras do edifício principal – com distanciamento higiénico dos jornalistas e janela aberta –, João Oliveira falou, pela primeira vez, de como o Instituto se adaptou às contingências da pandemia, do número de exames cancelados e das escolhas feitas em relação aos doentes a operar – admitindo, mesmo, que possa haver consequências.

Terminou, enaltecendo o Serviço Nacional de Saúde. "Os serviços privados não deram resposta a nada, encerraram pelas razões mais diversas, mantiveram uma atividade vestigial e a resposta foi dada pelos serviços públicos", diz.

 

Saúde, Política de saúde

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A novilíngua neoliberal no seu esplendor

'Colaboradores'.
por João Rodrigues [*]
  • Não se diz patrão, diz-se empreendedor.

     

  • Não se diz direito do patrão, diz-se flexibilidade laboral.

     

  • Não se diz direito do trabalhador, diz-se rigidez laboral.

     

  • Não se diz capitalismo, diz-se economia de mercado.

     

  • Não se diz regra ambiental, diz-se barreira ao investimento.

     

  • Não se diz especulação, diz-se arbitragem.

     

  • Não se diz predação financeira das empresas, diz-se criação de valor para o accionista.

     

  • Não se diz soberania, diz-se fechamento.

     

  • Não se diz perda de soberania devido à UE, diz-se partilha de soberania na Europa.

     

  • Não se diz perda de controlo democrático, diz-se abertura.

     

  • Não se diz controlo de capitais, diz-se repressão financeira.

     

  • Não se diz redistribuição de baixo para cima, diz-se mercado livre.

     

  • Não se diz socialização dos prejuízos da banca, diz-se resgate ou resolução.

     

  • Não se diz controlo da política monetária pelo capital financeiro, diz-se banco central independente.

     

  • Não se diz justiça social, diz-se inveja.

     

  • Não se diz regressividade fiscal, diz-se incentivo.

     

  • Não se diz progressividade fiscal, diz-se confisco.

     

  • Não se diz construção política de instituições económicas, diz-se ordem espontânea.
 
Há muitas mais coisas que devem ser ditas quando se pretende ofuscar ideologicamente a realidade.
 
  • Não se diz...

Comunicação

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As letras pequenas do apoio europeu

(Daniel Oliveira, in Expresso Diário, 29/05/2020

Os apoios anunciados pela Comissão Europeia já não são a fisga que todos temiam. E os critérios de distribuição parecem não ser maus para Portugal. A fundo perdido, serão 15,5 mil milhões de euros. Eles trazem uma boa notícia: graças à bomba relógio italiana, não será cada um por si. Pelo menos os 500 mil milhões que são a fundo perdido não são nem empréstimo, nem adiantamento. É a primeira vez que, perante uma emergência, isto acontece. Graças à bomba relógio italiana. Mas o otimismo que partilho com o  acaba aqui.

É bom reduzir a excitação, porque isto não é uma bazuca e muito menos um Plano Marshall. Basta dizer que o dinheiro previsto para toda a Europa, a fundo perdido, anda próximo de metade dos  que a Alemanha aprovou em subsídios públicos, apenas consigo. Talvez assim seja mais fácil ficar menos impressionado com tantos zeros. Antes de tudo, parem de fazer contas de somar. Só interessam mesmo os cerca de 500 mil milhões. O resto ou são empréstimos, que a nossa dívida não permite contrair sem destruir o país por anos, ou dinheiro previsto para os restantes fundos.

Depois, temos de esperar pelas letras pequenas no contrato. Como temia, este dinheiro vem com condicionalismos. Não devem vir a ser pequenos nem genéricos. Apesar de não ser um pormenor, a questão não é apenas democrática.

Quer dizer que nada nos garante que será gasto no que é prioritário para a nossa economia. O...

União Europeia

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  • Ladrões de Bicicletas (Nuno Serra)
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O SNS não fecha a porta

«O Serviço Nacional de Saúde não fecha a porta. E muitos privados puderam fazê-lo. Puderam exercer o mecanismo do lay-off. Os vales cirúrgicos, que puderam continuar a ser emitidos - e para os quais teria sido tão útil que o setor privado e social continuasse a garantir resposta - não tiveram utilização por duas ordens de razões. A primeira é porque as pessoas naturalmente tiveram receio e não os quiseram utilizar. A segunda é porque muitos convencionados, e poderemos fornecer-lhe a lista nominativa, disseram que queriam suspender as suas convenções. Disseram que não estavam lá, que não podiam. Que não era o momento, que também tinham medo. Que não estavam disponíveis para prestar serviços. E portanto isso fica agarrado à pele e não desaparece.»

Resposta da ministra Marta Temido (ver aqui, a partir dos 5' e 37'') à deputada Ana Rita Bessa (CDS-PP), que quis saber porque é que o Estado não recorreu mais aos privados da saúde no contexto da pandemia. Como se estes tivessem dado sinais, nos últimos meses (uma história ainda por sistematizar com o devido detalhe), de que se pode contar com eles quando as coisas se complicam.

Sabemos bem que a ideia de um «sistema único de saúde», que indiferencie prestadores públicos e privados (cabendo ao Estado financiar estes últimos), é um velho sonho da direita. Mas se há noção que a pandemia veio reforçar é a de estamos perante dois universos que priorizam objetivos claramente distintos - vidas salvas e lucros gerados - como bem

Saúde

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  • joaompmachado in 'A Viagem dos Argonautas'
  • Mundo

PORQUE XI NÃO VAI REPETIR OS ERROS DA DINASTIA MING, por PEPE ESCOBAR

OBRIGADO A PEPE ESCOBAR, PATRÍCIA ZIMBRES, ASIA TIMES, BRASIL247, ALAINET E A TODOS OS QUE TENHAM CONTRIBUÍDO PARA ESTE TRABALHO

 

Obrigado `à Wikipedia e a Bazonka

 

 

Why Xi won’t repeat Ming Dynasty mistakes, por Pepe Escobar

Asia Times, 11 de Maio de 2020

Selecção de João Machado

 

Xi Jinping dirige aos chineses mensagem de Ano Novo Foto: Xinhua

 

A China aprendeu com a sua riquíssima história e está a aplicar essas lições para voltar a aparecer como uma grande potência do século 21.

Agora que a guerra híbrida 2.0 contra a China, turbinada por uma sinistra campanha de desinformação, atinge seu pico febril, as Novas Rotas da Seda, ou Iniciativa Cinturão e Rota, continuarão a ser incessantemente demonizadas como o proverbial e maligno plano comunista para dominar econômica e geopoliticamente o mundo “livre”.

É perda de tempo discutir com simplórios. Para que possa haver um debate informado, o importante é encontrar as raízes mais profundas da estratégia de Pequim – o que os chineses aprenderam com sua rica história e como eles vêm aplicando essas lições para ressurgir como uma grande potência no jovem século XXI.

Comecemos pela maneira como o Oriente e o Ocidente, no passado, se posicionavam no centro do mundo.

A primeira enciclopédia histórico-geográfica chinesa, o Clássico das Montanhas e do Mar, do século II A.C., nos diz que o mundo era o que existia sob o sol (tienhia). Formado por “montanhas e mares” (shanhai), o...

China, História

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        Homicidal Cops Caught On Police Radio
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