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EUREXIT? PORTUGAL - PLANO B

UE PT01Desde que a direita política (através do Partido Popular Europeu) tomou conta dos destinos da (des)União Europeia, que esta por via de políticas erróneas (que radicam numa desastrada globalização que não teve em conta a proteção das indústrias locais, e consequentemente do emprego, e se agravou ainda mais com as políticas belicistas no Iraque, na Síria, etc.) se tem vindo a afirmar como a principal responsável pelo recrudescimento das tendências xenófobas no contexto europeu.

Pensar que esta onda de mau estar gerado pelo desemprego nas classes trabalhadoras (incluindo também a depauperação da classe média, o principal sustentáculo da democracia), agravado pelo afluxo dos refugiados, não iria ter consequências, só mesmo por extrema miopia política.

E, como se não bastasse, a política de usura e arrogância sobre os países (e respectivos povos) mais atingidos pela crise, tem vindo a gerar algo que ainda não se vê, mas poderá rebentar com estrondo num dia não muito distante (foi assim com a Revolução Francesa, foi assim com o 25 de Abril de 1974 em que muito poucos acreditavam que fosse possível).

Ora, mesmo depois do Brexit, os tecnocratas da direita (com alguns pseudo-socialistas à mistura), porventura animados por uma possível desagregação do Reino Unido, persistem numa estratégia de usura sobre os elos fracos (os países mediterrânicos), para esconder as fragilidades do próprio eixo franco-germânico (como é o caso de um Deutsche Bank em sérias dificuldades), e continuam autistas perante os sinais de uma desagregação por eles criada da Comunidade Europeia.

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"Convite à renovação do olhar..."

campeões01A seleção nacional ganhou o Campeonato Europeu de Futebol e estamos todos felizes com isso. Somos campeões!...

Muitos têm visto nesta vitória uma razão para enaltecer o orgulho nacional e para destacar qualidades necessárias ao sucesso da nação lusa. Determinação, unidade, humildade e espírito de sacrifico têm sido alguns dos atributos projetados da saga futebolística para um ambicionado devir coletivo.

Marcelo Rebelo de Sousa, agora como Presidente da Republica, desdobrou-se em celebrações e análises e fez um "convite à renovação do olhar que temos sobre nós próprios" com base neste feito desportivo.

Como neste exercício de 'olhar' há sempre um ponto de vista que é a vista de um ponto, como nos ensinou Leonardo Boff, também retiro algumas analogias deste êxito desportivo. Sem qualquer pretensão de produzir teoria sobre a matéria atrevo-me, todavia, a destacar alguns aspetos.

Natureza pública do planeamento e da liderança.

As estruturas publicas do desporto, nomeadamente do futebol, constituem o motor essencial da evolução e afirmação do futebol nacional. Os clubes privados têm um papel importante mas subordinado e convergente com o que é realizado sob orientação das estruturas públicas. Quem projeta e conduz é o Presidente da Federação e o Selecionador Nacional não são os Presidentes dos clubes ou os 'donos' das SADs.  Acresce ainda que esses clubes privados têm uma natureza muito específica bem distinta daquela que caracteriza a generalidade das 'empresas privadas' portuguesas: têm presidentes eleitos pelos associados e regem-se, em termos gerais, por normas de funcionamento democrático (eleições com listas, exercício do contraditório, participação dos associados, etc).

Claramente, o sucesso da seleção nacional não é o resultado da lógica do 'mercado' ou da 'livre concorrência'.  Há um planeamento e uma liderança pública que releva e implica a colaboração de todas as entidades privadas nos termos considerados necessários para o bem comum da representação e da afirmação nacionais.

Valorização e recompensa do esforço.

mão de obra barataÉ conhecido quanto o empenho e o esforço dos profissionais do futebol , designadamente dos que constituem a Seleção, é recompensado no plano salarial. Sem pretender analisar os níveis de remuneração praticados saliento apenas que seguramente não haveria futebol nacional e, muito menos, uma equipa campeã europeia se nos clubes e na Federação Portuguesa de Futebol se prosseguisse a lógica de mão-de-obra barata tão querida do 'grande' patronato português.

Apesar de os níveis salariais praticados em muitos clubes estrangeiros serem significativamente superiores ao praticado em Portugal, a verdade é que, mesmo assim, os clubes portugueses procuram, certamente com esforço, manter patamares de valorização e recompensa dos seus futebolistas por forma a assegurar alguma equidade salarial e consequente capacidade competitiva dos clubes e da Seleção.

A valorização do trabalho compensa.

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  1.   1 Comentar
  Vasco Graça — Curiosamente, nos últimos dias, os sucessivos percalços com a equipa portuguesa de futebol para os Jogos Olímpicos parecem dar acrescida razão ao que escrevi antes.<br />Neste caso os interesses privados dos clubes sobrepuseram-se ao planeamento e à orientação pública enquanto a recomp......

Fascismo Eterno

Partilho convosco um texto de Umberto Eco, datado de 1995. Umberto Eco

As mascaras dos poderes fascizantes que ameaçam a Europa e o Mundo. O texto está em Inglês uma vez que as traduções encontradas continham imprecisões. O link de onde foi tirado é o seguinte: http://interglacial.com/pub/text/Umberto_Eco_-_Eternal_Fascism.html


In spite of some fuzziness regarding the difference between various historical forms of fascism, I think it is possible to outline a list of features that are typical of what I would like to call Ur-Fascism, or Eternal Fascism. These features cannot be organized into a system; many of them contradict each other, and are also typical of other kinds of despotism or fanaticism. But it is enough that one of them be present to allow fascism to coagulate around it.

* * *

1. The first feature of Ur-Fascism is the cult of tradition.

Traditionalism is of course much older than fascism. Not only was it typical of counterrevolutionary Catholic thought after the French revolution, but is was born in the late Hellenistic era, as a reaction to classical Greek rationalism. In the Mediterranean basin, people of different religions (most of the faiths indulgently accepted by the Roman pantheon) started dreaming of a revelation received at the dawn of human history. This revelation, according to the traditionalist mystique, had remained for a long time concealed under the veil of forgotten languages -- in Egyptian hieroglyphs, in the Celtic runes, in the scrolls of the little-known religions of Asia.

This new culture had to be syncretistic. Syncretism is not only, as the dictionary says, "the combination of different forms of belief or practice;" such a

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Em Cascais a campanha eleitoral já começou

Eleitoral01

Os cascaenses têm constatado que a Câmara Municipal deu início a uma extraordinária atividade de 'marketing' e de eventos. Todos os dias somos surpreendidos por novos cartazes e inúmeros festejos, inaugurações ou simplesmente simpósios que projetam a imagem de um Cascais em ebulição onde os acontecimentos festivos se sobrepõem.

Na realidade a maior parte destes eventos tem reduzida participação e o seu significado para a vida dos cascaenses é limitado. Mas o impacto mediático de tudo isto é grande.muraliza

Trata-se, na verdade, de uma consequência 'natural' do facto de o presidente da Câmara de Cascais ter dado início à campanha eleitoral da sua coligação, PSD-CDS, para as eleições autárquicas que decorrerão no próximo ano.Eleitoral02

Os elevadíssimos impostos que os cidadãos do concelho pagam permitem à maioria da Câmara dispor de mais de 80 Milhões de euros para um vasto conjunto de ações ( compra de equipamentos, atribuição de subsídios, inaugurações, lançamento de projectos e muita propaganda) que constituem a base essencial com que o atual presidente da Câmara pretende ganhar a maioria absoluta em 2017.

E das condições da vida e do bem estar dos cascaenses quem se ocupa ?

 

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Cidadãos manifestam-se pela Escola Pública

manifescpubl01Um rio de gente percorreu, no passado dia 18 de junho, a Av da Liberdade em defesa da Escola Pública. Milhares de cidadãos e cidadãs, entre os quais bastantes do concelho de Cascais,  afirmaram o direito a um Ensino livre, de qualidade e para todos.

Ainda que a generalidade da comunicação social tenha procurado desvalorizar esta iniciativa ela não tem por isso um menor significado no Portugal de hoje.

O site "Gerigonça" descreve assim o acontecimento:
"Dezenas de milhares de pessoas desfilaram hoje entre o Marquês de Pombal e o Rossio. À cabeça da manifestação viam-se movimentos associativos, sindicais e políticos. Mário Nogueira, da Fenpfrof, e Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN não deixaram de marcar presença num movimento de que foram uns dos principais dinamizadores.

Todos os partidos da esquerda parlamentar apelaram à participação e fizeram-se representar. No topo do desfile, a ladear os movimentos associativos, estavam os representantes dos partidos: Porfírio Silva do Partido Socialista, Joana Mortágua do Bloco de Esquerda, Miguel Tiago do Partido Comunista Português e Heloísa Apolónia do Partido Ecologista os Verdes. No corpo da manifestação, os partidos não deixaram se de fazer representar aos mais alto nível demonstrando a importância que conferem à Escola Pública: Ana Catarina Mendes, Secretária-Geral Adjunta do PS, Catarina Martins, porta-voz do Bloco e Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP fizeram questão de estar presentes na marcha."

Antes da marcha, 5 intervenções marcaram o tom da manifestação: a crítica aos contratos de associação sempre que não sejam complementares à rede pública e a defesa de um maior investimento na Escola Pública, reconhecida como promotor de igualdade de oportunidades. Mário Nogueira, Helena Roseta, deputada constituinte e atual Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, e Ana Benavente, ex-secretária de Estado da Educação foram alguns dos que intervieram em nome dos movimentos que convocaram a manifestação em defesa da Escola Pública.

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Intimidação e subsidiodependencia são duas 'ferramentas' do poder em Cascais.

0007A descrição de acontecimentos relativos à construção do Pavilhão Desportivo de Sassoeiros, recentemente publicada por Rui Ribeiro, no seu blogue 'Pensar Mais Cascais' vale a pena ser lida.

Ilustra algo que todos quantos conhecem a governação de Cascais há muito aprenderam: as ameaças e o uso arbitrário dos subsídios são instrumentos usados quotidianamente pela maioria absoluta instalada na Câmara.

O recurso a 'serviços de informação' e aos Tribunais como ameaça chantagista (tudo pago à custa dos elevados impostos dos munícipes) são, também, práticas correntes desta maioria.

A explicitação destas realidades está bem visível quando o autor afirma:

 "Miguel Pinto Luz começou por afirmar que estavam preocupados com o teor de um blogue denominado “Agenda Cascais 31”  http://agendacascais31.blogspot.pt/ e que tinham encomendado uma investigação sobre o(s) autor(es) com a intenção de os processar. Tal investigação, que envolveu avaliações da origem do IP com equipamento de rastreio,(...)

É engraçado que a mesma acusação de autoria do blogue, num prazo de 15 dias, foi feita a duas outras pessoas que conheço!
Mas, na verdade, o apoio devido e prometido pela CMC ao Clube de Futebol de Sassoeiros passou a ser uma moeda de troca para suster a crítica ao Presidente Carreiras e aos seus vereadores Pinto Luz e Nuno Piteira!(...).
 
Com a devida vénia aqui fica o texto integral sobre um triste episódio da nossa vivência cidadã em Cascais.
 
 

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BREXIT: um tema para estudar e reflectir.

np mirror.200np sun.200Nesta madrugada aconteceu o BREXIT.
Os mídia e muitos 'opinion makers' apressam-se a conduzir-nos para uma avaliação dicotómica deste importante acontecimento.

 Há quem já esteja a usar o  Brexit como um elemento simplista para a divisão de quantos convergem na defesa de mais democracia e mais igualdade (em europês politicamente correcto diz-se 'coesão') na União Europeia e em Portugal.

Não vamos por aí.

Certamente houve (há) boas a más razões a favor do Brexit, assim como as houve boas e más contra o Brexit.

O assunto é demasiado complexo e importante. Exige-nos estudo e reflexão sobre diversos pontos de vista. Importa perceber que interesses e forças se movem hoje a favor e contra a manutenção da UE, tal como esta está a funcionar, quais as que defendem a sua reforma (em que sentido?)  e as que consideram que a UE é um factor negativo para o progresso dos povos. Obviamente que não se trata de opções a 'preto e branco' porquanto a compreensão dificíl é a dos conzentos.

Aqui ficam alguns primeiros contributos, diversos, para um debate que também diz respeito à cidadania cascaense.

 

 Many Thanks to the English Working Class

Referendo no Reino Unido: há que respeitar o voto soberano do povo!

O "Brexit" e os seus admiradores

Falemos então do Brexit

 

Juntemos opiniões.

 

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'Imaginar cascais' - primeiro encontro

16junho018No dia 16 de Junho um conjunto de  cidadãos e cidadãs de Cascais reuniram-se na Parede para dialogar sobre o futuro do concelho. Num debate sereno e diverso foi possível encontrar multiplos pontos de encontro acerca da realidade presente de Cascais e do futuro que se imagina desejável.

Este foi o primeiro momento de um trabalho que irá continuar.

Ficou acordado realizar um jantar no dia 8 de julho onde será apresentada uma síntese do debate havido e perspetivada a continuidade  da reflexão acerca do porvir cascalense.

 

 Imagens do Encontro

 

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