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À conversa com Amândio Silva sobre o Brasil

Amandio SilvaDe forma informal e esclarecedora a Plataforma Cascais realizou no dia 23 de Setembro uma reflexão aberta sobre a realidade brasileira. A conversa foi animada por Amândio Silva, um resistente antifascista profundo conhecedor da situação atual daquele país que, numa primeira abordagem, prestou algumas informações de acordo com o seguinte roteiro:

- Divisão de poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário
- O Congresso Nacional: sua composição, proliferação de partidos
- Ascensão e declínio do PT-Partido dos Trabalhadores
- Análise do processo de impedimento de Dilma Roussef
- Consequências previsíveis da orientação da equipa Temer
- Eleições presidenciais antecipadas?

A sua intervenção está disponível para audição aqui:

 

 

O debate que se seguiu foi participado por todos os presentes e refletiu a diversidade de pontos de vista que animam a Plataforma Cascais.

brasil01

 

brasil02 

Foi seguramente um momento enriquecedor para quantos nele participaram. Outros se seguirão.

 

 

  • Visualizações: 494

5 de outubro e as 'elites'

No  discurso de 5 de Outubro O Presidente da República afirmou:

"O povo, sempre o povo, a lutar por Portugal. Mesmo quando algumas elites - ou melhor, as que como tal se julgavam - nos falharam, em troca de prebendas vantajosas, de títulos pomposos, meros ouropéis luzidios, de autocontemplações deslumbradas ou simplesmente tiveram medo de ver a realidade e de decidir com visão e sem preconceitos”

A propósito recorda-se uma participação de Raquel Varela, há mais de um ano, num programa televisivo. Referindo-se ao 'alpinismo social' de Passos Coelho ilustrava a sua competência com o facto deste coma sua governação de crise para o Povo ter produzido, em dois anos, mais 28% de milionários, quando 10% de ricos detém em sua posse 60% do total da riqueza nacional e três  destes milionários têm, cada um, mais de mil Milhões de euros. A par do favorecimento destas 'elites' a austeridade (para o Povo) passou, em dois anos, o número de pobres de 2 milhões para 3 milhões e os desempregados de 700 mil para 1,4 milhões.

Não é este um exemplo próximo do dito falhanço das 'elites' ?

 

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A Ordem Criminosa do Mundo

Documentário exibido pela TVE que aborda a visão de dois grandes humanistas contemporâneos, Eduardo Galeano e Jean Ziegler, sobre o mundo atual.

Legendado em Português.

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Apontamento sobre "estarmos condenados a viver em crise"

14203149 1214047905283012 5835928647186947975 nUm debate, que tinha como titulo "ESTAMOS CONDENADOS A VIVER EM CRISE"! que alguns de nós deveríamos ouvir e tirar conclusões!

Deveria ser uma preocupação para todos nós, a camada mais nova (jovens), não estavam presentes!

O que será que os mais novos andam a fazer?

 Os avós e os pais estão a morrer... O que vai ser a vida destes jovens? Com ordenados de miséria e de fome, e muitos deles sem emprego, e sem perspectivas de quererem lutar, na defesa dos seus interesse e direitos!

Não vai ser fácil, se não nos mexermos a tempo!

 A maioria de nós, provavelmente vai morrer na miséria, a fome e na pobreza!

Os economistas, esses discutem várias direcções!!! A grande maioria dos “nossos” políticos e seus correligionários, pelo que sabemos estão a defender os seus interesses dos seus familiares e amigos. Os empresários (na sua maioria), os banqueiros, e accionistas só se preocupam com os lucros. E a grande maioria deles nunca se preocuparam com os operários e demais trabalhadores….
A luta vai ser dura!

Aires Esteves

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O Universalismo Europeu

Universalismo EuropeuNum tempo em que as questões da relação entre povos e pessoas com diferentes culturas e religiões estão na ordem do dia há que chamar a razão esclarecida acima dos 'achismos' mais ou menos emotivos sugeridos pela superficialidade mediática e pela inculcação ideológica dominante.

O contributo de Immanuel Wallerstein para a reflexão sobre o tema é relevante.

"Em O universalismo europeu: a retórica do poder, Immanuel  Wallerstein  desmonta  passo  a  passo a  argumentação  pretensamente  universal  dos poderosos,  à  qual  se  refere  como  universalismo europeu.  O  sociólogo  norte-americano  penetra a fundo  suas  três  principais  manifestações: 1)  a  intervenção  militar em  países  ditos  em  crise promoveria a  democracia e  defenderia  os  direitos humanos,  2)  a  dominação,  ou  a  tutela,  seria  uma forma  de  desenvolver  povos  atrasados;  e  3)  0 império  das  potências  sobre  o  globo  seria  inevitável e  às  outras  nações  não  haveria alternativa  a  não  ser submeter-se ao jugo dos que dominam o mundo"

Ver/baixar: pdf O Universalismo Europeu (1.76 MB)

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Leonardo Boff alerta sobre plano para 'recolonizar a América Latina'

Leonardo Boff, um dos fundadores da Teologia da Libertação, alerta que os Estados Unidos com governos aliados tentam um processo de recolonização neoliberal na América Latina.

 

na03fo01Em entrevista ao diário Página 12, o ex-sacerdote franciscano brasileiro considera que há uma nova guerra fria que se trava entre Estados Unidos e China. Este último país está entrando na América Latina e Brasil pertence ao Grupo BRICS.

Então, ao atacar o Brasil atacam a China e seus enormes investimentos, sustenta Boff. E argumenta: só no ano passado o gigante asiático investiu 54 bilhões de dólares para a ferrovia que une o Atlântico com o Pacífico, assim como em portos e infraestrutura.

Com isso, obviamente, quer favorecer as exportações ao seu mercado, explica o filósofo e escritor.

Para Boff, Washington vê com maus olhos o avanço das relações de países latino-americanos com Beijing, 'porque eles querem controlar o continente'.

'A ideia chave do Pentágono é dupla. Por um lado, um só mundo, um só império. Pelo outro, cobrir todos os espaços', opina.

E adverte: 'A nós assusta muito que Estados Unidos negocie com Mauricio Macri duas bases militares, uma na Patagônia e outra nos limites entre Brasil, Paraguai e Argentina, próxima do maior aquífero de água doce do mundo'.

Assinala que assim como no Paraguai, Honduras e Brasil, a tendência neoliberal se confirma com as políticas de Mauricio Macri. 'Na Argentina, o Estado assume hoje uma política privatista e não discute mais com a sociedade. Fala com as empresas'. Boff opina que não se pode analisar Argentina ou Brasil unicamente a partir de um dos dois países, nem analisar as duas maiores nações da América do Sul sem analisar a tentativa dos Estados Unidos de alinhá-las a sua estratégia imperial.

Brasil tem um mercado - explica - de mais de 200 milhões de habitantes. Em 13 anos do Partido do Trabalhadores no governo ficou demonstrado que há dois projetos em jogo. Os dois querem ser democráticos. Mas a democracia neoliberal é para poucos. Faz políticas ricas para os ricos e pobres para os pobres, acrescenta.

O teólogo resenha que o Banco Mundial já afirmou que a maior acumulação de capital se faz no Brasil.

'São os capitalistas mais antipopulares e mais antissociais, têm grande parte das fortunas fora do país, em paraísos fiscais, e operam por sociedades off shore', acrescenta em sua tese.

É um exemplo, justamente, dos dois tipos de democracia. A reduzida, de Estado mínimo e mercado máximo, com ataque aos projetos sociais. O outro tipo de democracia, que no Brasil foi o de Lula, é o da democracia inclusiva, aberta a todos, conclui Boff.

jha/mh/mm


Entrevista completa aqui (Página 12).

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Um apontamento sobre a 'Terceira Via'

9789722323864Num texto escrito para o sítio digital da Plataforma Cascais, a propósito da pressão europeia para as políticas austeritárias e sobre os refúgios fiscais, referi a Terceira Via. Tratando-se de um artigo de opinião circunstancial ilustrado com algumas ligações (links) para outras fontes de informação estabeleci uma ligação dessa expressão - Terceira Via, com a wikipédia em português.

Terá sido uma opção pouco esclarecedora sobre a qual se justifica dizer algo mais. A Wikipédia é um instrumento  utilíssimo  para acesso rápido e recolha de um vasto leque de informação. Com 15 anos de construção colaborativa esta enciclopédia digital dispõe de mais de 30 milhões de artigos (cerca de 940 mil em português) em 277 idiomas e tem mais de 360 milhões de leitores. Todavia, apesar de ser considerada por diversos estudos independentes como uma fonte credível, a Wikipédia é permeável à existência (mesmo que temporária) de verbetes menos rigorosos, com ambiguidades e, por vezes, com incorreções.

Creio ser esse o caso da interpretação que a Wikipédia em língua portuguesa faz acerca do conceito de ‘Terceira Via’.

Diz-se aí que a Terceira Via é “uma alternativa às propostas econômicas do liberalismo econômico e do comunismo”. Esta conceção aparece alicerçada na referência a um artigo de André Regis, Professor de Ciência Política e Direito Constitucional da Universidade de Olinda, Brasil.

Desde logo, ao consultar-se o referido artigo, verificamos que, a Wikipédia faz uma síntese demasiado genérica e algo ambígua do que aí é referido porquanto o autor considera que “a terceira via é a social-democracia revisitada, transformada, pelo neoliberalismo.” (p.17) e que os “os ingleses (…) deram uma nova roupagem à social-democracia via neoliberalismo” (p.18).

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"A humilhação não pode ser uma tradição académica"

publicado in  in GERINGONÇA

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O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior teve a gentileza de nos receber para falarmos sobre praxes académicas. Fica aqui um apanhado da conversa que tivemos com Manuel Heitor, em exclusivo para a Geringonça.


As posições que tem assumido nesta questão têm suscitado críticas por parte de alguns que defendem as tradições académicas.

A tradição académica só pode estar associada à cultura científica e a movimentos de liberdade e emancipação dos jovens pelo conhecimento e não deve ser confundida com quaisquer manifestações de abuso, humilhação e subserviência a que assistimos na praxe académica. A humilhação não pode ser uma tradição académica. E não há praxes “boas” nem “más”: qualquer iniciativa baseada na humilhação dos mais novos pelos mais velhos deve ser combatida. A valorização das tradições académicas não pode legitimar que se humilhe a autoestima dos mais novos. Temos de conseguir valorizar socialmente a entrada no ensino superior sem recorrer à humilhação.

Quando diz “valorizar socialmente”, considera que esse fenómeno tem uma dimensão social?

O processo das praxes é um processo muito complexo em si, por estar a ser valorizado socialmente em muitos meios e ambientes, nomeadamente em famílias em que os jovens representam a primeira geração que teve a oportunidade de aceder ao ensino superior. Há jovens, sobretudo nesses meios, que são eventualmente estimulados para serem “praxados”. E por isso importa tentar perceber as raízes sociais desses movimentos, para melhor lançarmos movimentos efetivos de promoção da cultura cientifica que contrariem essas perceções e atitudes. É precisamente com esse intuito que solicitei um estudo de caráter sociológico sobre a realidade das praxes em Portugal.

Que contributos espera que esse estudo ofereça?

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September 11

Em Setembro assinalam-se vários 'setembros', como nos recorda um artigo publicado há dias. Do Setembro das 'Torres Gémeas' muito se tem dito e, provavelmente, muito terá sido omitido. Do Setembro chileno menos se disse e mais se pretende fazer esquecer. Afinal em 1973 ficou (definitivamente?) comprometida a crença de que era possível mudar significativamente o poder pela via das eleições democráticas. Ficou a verificação, dramaticamente confirmada, que os grandes interesses económico-financeiros e o poder geoestratégico hegemónico quando têm o seu predomínio verdadeiramente questionado não olham a meios para recuperar o mando. Esse é um facto que, infelizmente, não se restringe ao passado e do qual abundam exemplos recentes.

Talvez por isso valha a pena relembrar a 'curta metragem' com que Ken Loach  assinalou a relação entre os dois '11 de Setembro'.

 

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Os galões da globalização

Authors: in LADRÕES DE BICICLETAS

António Vitorino aproveitou a sua ida à universidade de verão do CDS para atacar as esquerdas radicais, a "esquerda internacionalista". E mal o disse, exaltou-se, avivou-se-lhe a voz, parecia que tudo vinha do fundo de si. E arrancou uma entusiasmada salva de palmas aos jovens de direita.
Conseguiu-o criticando essas "esquerdas" que estão contra a globalização e apenas querem o proteccionismo, quando apenas a globalização - que é imparável - retira as populações da pobreza. E que a esquerda, em vez de zangada com isso, deveria ficar contente.  Ora, Vitorino sabe muito bem que o argumento nem é esse. Trata-se apenas de: 1) um problema de desenvolvimento económico e de depradação, porque dificilmente um país cria a sua base económica sem protecção; 2) um problema de repartição dos ganhos da globalização. No fundo, essas "esquerdas" querem impedir que o planeta se torne numa imensa zona comercial em que é possível pagar custos de produção ao preço das zonas mais pobres, para depois cobrar pelas mercadorias preços ao nível das zonas mais ricas (que entretanto perderam essas actividades e empregos), sendo os lucros assim conseguidos remetidos - via preços de transferência - para uma conta bancária em zona fiscalmente "privilegiada". Nem de propósito, o José Vitor Malheiros fala hoje sobre isso com o exemplo do Pingo Doce.
Estas ideias fazem-me lembrar o que ando a ler nos transportes. Uma cronologia que o meu pai fez nos anos 80: "Portugal e a escravatura em África". Trata-se de uma  compilação de informações, retiradas de uma ainda mais vasta colecção de informações compiladas como "Cronologia do Colonialismo Português em África", extraídas de uma vasta bibliografia de quase cem páginas, .
Vou transcrever apenas três para se ver como a globalização sempre foi "vendida" como algo de bom para todos os povos, quando o que está por detrás é uma simples aritmética de lucros à custa de uns sacrificados. E que pelo caminho fica apenas a devastação de um inteiro continente.

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Lembrança de uma amiga que partiu

Um espaço de nada

Por íntima deslocação do sujeito

Para espaços de outrem

Nascem as catástrofes humanas

E as maravilhosas aventuras

 

Entre catástrofes e aventuras

Um espaço de nada

Um nada de tempo

Variações de ser

 

2016 09 04 0.jpg 10Aquando da morte de Isabel Barreno talvez os media e as entidades públicas pudessem olhar com alguma seriedade uma das várias causas por que lutou empenhadamente: o ensino da língua portuguesa no estrangeiro.

Talvez as televisões tivessem uma boa (ainda que certamente breve) razão para substituírem a retórica lamechas e mentirosa sobre os orgulhosos e saudosos emigrantes com que nos infestaram durante o mês de Agosto por um racional minimamente inteligente e verdadeiro.

Poderiam começar por ler 'Um Imaginário Europeu' que começa assim:

"Como ensinar português a crianças que têm vergonha de ser portuguesas ?

Como lhes retirar essa vergonha se ela é simultaneamente incutida pela sociedade francesa, onde nasceram e crescem, e pela sociedade portuguesa, que visitam e escutam através de familiares, amigos, conhecidos e desconhecidos ?
500 9789722113656 um imaginario europeuExagero dirão muitos. Ou equaciono a questão pelo seu lado mais negativo. A maioria das crianças portuguesas ou lusodescendentes que vivem em França não terá - ou já não terá - vergonha das suas origens portuguesas, diz-se. Mesmo quando a auto-estima é baixa, e os resultados escolares fracos.  As crianças já ouvem falar de Portugal, ou já o conhecem, de uma outra forma, diz-se.

É muito possível. Mas, chegada a Paris em 1997, para dirigir os serviços da Coordenação do Ensino de Português, rapidamente me dei conta, com acontece com todos os que para aqui vêm trabalhar, da imagem negativa de Portugal vigente nestas paragens gaulesas. Uma imagem cujo conteúdo é ainda predominantemente fornecido pelos estereótipos construídos com base na emigração maciça dos anos sessenta e setenta, sem nenhuma actualização posterior: país inteiramente rural, de pobreza e resignação extremas, do qual as pessoas têm que fugir para conseguir padrões de vida menos terceiro-mundistas. "

 

 

http://caras.sapo.pt/famosos/2016-09-04-Morreu-Maria-Isabel-Barreno

https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/morreu-maria-isabel-barreno-uma-das-tres-marias-1743111

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A nossa crise e os impostos que alguns não pagam

Jeroen DijsselbloemComecemos por Jeroen Dijsselbloem, o ministro das finanças dos Países Baixos (a que, por facilidade, chamaremos Holanda) que assume as funções de presidente do grupo informal de ministros das finanças dos países (atualmente 19) que integram a Zona Euro da União Europeia (conhecido por Eurogrupo).

É membro do Partido do Trabalho neerlandês (Partij van de Arbeid ) o qual, no dizer da wikipédia é um “partido de centro-esquerda … comparável a outros partidos social-democratas europeus que têm adotado a filosofia de governo da Terceira Via”. Em 1993, com 27 anos, começou a assessorar o Grupo Parlamentar do Partido até 1996, data em que transitou para o Ministério da Agricultura tendo, a partir de 2000, passado a ser deputado até que, em 2012, iniciou as funções de ministro das finanças.

Estudou economia agrícola na Universidade de Wageningen (1985-1991) tendo, provavelmente, realizado investigação na University College Cork, na República da Irlanda (1991), com o objetivo de obter um Mestrado, sem no entanto o ter concluído. Entre Novembro de 2013 e Abril de 2014, o grau de Mestre constou da sua biografia oficial divulgada pelas várias instituições onde intervém, até o mesmo ser desmentido pela University College Cork e pela National University of Ireland as quais obrigaram à correção do currículo.

O Sr Jeroen Dijsselbloem destacou-se na defesa das medidas de austeridade impostas à Grécia e a Portugal sendo conhecidos os ataques violentos que fez aos gregos e os elogios públicos com que enalteceu a ’firmeza austeritária’ de Pedro P.Coelho.

Recentemente o ministro neerlandês multiplicou-se em declarações em defesa da aplicação de sanções a Portugal e à Espanha por causa dos défices de 2015. Consequentemente afirmou-se muito desiludido por estas não se terem concretizado, no imediato, tendo, desde logo, ameaçado que elas certamente voltariam a estar na ‘ordem do dia’.

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