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“Quando a problemática da mobilidade e, muito em especial, do estacionamento é iniludivelmente sentida pela generalidade dos cascalenses como um efetivo problema local as posições assumidas pela maioria PSD/CDS da Câmara contribuem para agravar a situação”, diz a vereadora socialista Maria Teresa Gago, segundo a qual “os vereadores do Partido Socialista votam contra a Alteração dos Regulamentos sobre Estacionamento em Cascais por considerarem que se justifica a abertura de um procedimento de consulta pública”.
Maria Teresa Gago, do PS
 
Ainda segundo a vereação socialista, “o executivo PSD/CDS sabe da existência de uma petição sobre o estacionamento em Cascais que reuniu, até hoje, mais de 2.500 assinaturas on-line. Querer justificar a não necessidade de consulta pública através do mero recurso burocrático-administrativo, referente ao estrito cumprimento do Código de Procedimento Administrativo, é assumir uma postura autoritária de “não oiço, não vejo, não falo”.
 
A vereação do PS lembra que, “em declarações recentes à imprensa, foi prometido um “plano geral de mobilidade inovador” e acrescenta que “continuamos a aguardar, mas não vemos outro propósito que não o das promessas apresentadas em vésperas eleitorais”.
 
Os vereadores socialistas lamentam, ainda, que “para um executivo que se gaba dos prémios sobre democracia participativa não se compreende a recusa de uma consulta pública, sabendo-se que os cidadãos de Cascais esperam ser ouvidos sobre esta questão”.
 
Clemente Alves, CDU
Também a CDU votou contra nesta reunião do executivo. Em declarações a Cascais24, o vereador Clemente Alves reafirmou que “somos acérrimos adversários do uso e abuso dos parquímetros” e alertou para “o sentimento de revolta generalizado” de quem vive e trabalha no concelho.
 
Isabel Magalhães, SerCascais
Já a vereadora Isabel Magalhães, do movimento independente SerCascais, absteve-se na votação. Ao Cascais24 defendeu, também, a necessidade de haver uma “consulta pública”, embora quem pretende-se reclamar as alterações agora aprovadas pela maioria o pudesse ter feito até há cerca de dez dias. "As pessoas não o fizeram, porventura por falta de conhecimento e/ou informação", conclui a vereadora do movimento independente. 
 

PETIÇÃO EM CURSO
A circular há algumas semanas está também uma petição pública, neste momento, com cerca de 2.500 assinaturas, a ser em breve enviada ao presidente da Assembleia Municipal de Cascais.
“Com a expropriação de espaços de estacionamento livre, a Câmara não cuidou de proporcionar alternativas aos munícipes para estacionarem as suas viaturas sem terem que suportar pesadas taxas”, lê-se na petição.
 
“Ao invés dos pressupostos com que o executivo da Câmara procura justificar esta medida: melhorar a mobilidade e o ordenamento do trânsito; tal decisão apenas está a contribuir para o agravamento das dificuldades de mobilidade, forçando a deslocação dos automóveis para áreas e locais distantes dos pontos a que precisamos de nos deslocar e obrigando a parquear em zonas impróprias, como nos passeios e nas bermas, sujeitando os munícipes a multas e a reboques de custos incomportáveis”, precisa o documento.
 
“Nestas condições, o estacionamento pago é por demais injusto, penaliza e agrava a já difícil condição económica da maioria da população do Concelho, mal servida com meios de transporte coletivo, que não tem a partir dos locais de residência para os centros das localidades e para junto das estações de comboio. É por demais sabido que as carreiras da Scoturb não satisfazem em termos de cobertura geográfica, na frequência dos horários e no custo dos percursos”, adianta a petição.
 

 
“Também os comerciantes do Concelho estão a ser vítimas desta decisão camarária que lhes agrava as difíceis condições em que estão a sobreviver, porque os seus clientes são forçados a desviar-se para as grandes superfícies comerciais, onde o estacionamento é mais fácil e gratuito”, acrescenta.
 
Depois de relembrar que “ao longo de muitos anos que a Câmara vem cobrando o estacionamento em 1.657 lugares distribuídos por várias localidades do Município”, os peticionários, munícipes do concelho de Cascais, pedem que “seja revogada a decisão do executivo da Câmara Municipal de Cascais de alargar as áreas de estacionamento pago no município, desafetadas das áreas onde o estacionamento era gratuito, que foram objecto de deliberação na sessão de Câmara em 10 de Fevereiro de 2014” e, ainda que “seja o executivo da Câmara instado a pressionar o Estado Central para a urgência de medidas políticas que favoreçam a opção da deslocação das pessoas em transportes coletivos rodoviário e ferroviário e, finalmente, que seja o mesmo executivo “instado a promover a construção de silos de parqueamento automóvel junto dos principais locais de destino dos munícipes, sobretudo junto das estações de comboios”.
"NEGÓCIO" DE MILHÕES
No ano passado, o estacionamento rendeu 2.457.021,24 milhões de euros no concelho de Cascais, segundo o relatório de prestação de contas da empresa municipal Cascais Próxima, que gere e controla o “negócio”.
Só as receitas com o estacionamento de superfície registou um crescimento de 46,70% relativamente ao ano de 2014 – um número que, este ano, pode vir a duplicar, tendo em conta o aumento de lugares de estacionamento pago. 

 
De acordo com o mesmo relatório, o estacionamento de superfície, na via pública, rendeu aos cofres municipais 2.188.231,24 milhões de euros, contra 1.491.290,65 milhões em 2014.
 
Já nos parques fechados, as receitas contabilizadas foram 244.063,45 milhares de euros contra 178.383,54 milhares de euros em 2014.
Por sua vez, o pagamento por Paysimplex rendeu 24.726,55 milhares de euros contra 6.444,30 milhares de euros em 2014.
 
 

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Comentários (2)

  1. Atento

Nunca é demais abordarmos estes temas, serão sempre temas que nunca vão ser resolvidos por esta maioria que se encontra na CMC, E pelo que se vê têm um tique neoliberal, e a caminho de muitas outras coisas. Que mais tarde vão saber...Por Fim: Cuidado com os Carreiras....

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  1. Atento

Nunca é demais abordarmos estes temas, serão sempre temas que nunca vão ser resolvidos por esta maioria que se encontra na CMC, E pelo que se vê têm um tique neoliberal, e a caminho de muitas outras coisas. Que mais tarde vão saber...Por Fim: Cuidado com os Carreiras....

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