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Opinião

CC incendeia Assembleia Municipal de Cascais

AM Ver01Na passada segunda-feira, dia 14 de Novembro, a Assembleia Municipal de Cascais discutiu o Relatório produzido pela Comissão de Assuntos Jurídicos e Petições e as respectivas Petições, duas, com cerca de 7.500 assinaturas, sobre/contra o alargamento do estacionamento pago no concelho.

Numa sala mais uma vez cheia, como tem sido hábito, de cada vez que esta maioria resolve agir contra a vontade dos seus munícipes, pode dizer-se porque é verdade que a reunião estava a correr bem apesar das muitas inscrições e intervenções do público sobre o assunto, a correr bem, entenda-se, dentro daquilo que são as regras mais elementares da Democracia e da Educação.

Cerca de metade da sala, principalmente nos corredores laterias da Assembleia mas não só, estavam acumulados os boys da Cascais Próxima, que convocados para o efeito não puderam deixar de comparecer.

Alguns destes indivíduos estiveram boa parte do tempo, a provocar com piadolas, algumas pessoas que ali estavam com posição divergente. É assim a Democracia, essa coisa tão difícil de perceber e tão inconveniente para alguns.

Das intervenções do público claramente encomendadas e alinhadas com a iniciativa do executivo, desfilaram moradores e dirigentes associativos que ali

tiveram oportunidade de babar elogios às iniciativas benévolas deste gratificante executivo que consegue sacar taxas e taxas aos ricos munícipes deste concelho cada vez mais gerido em função dos turistas.

Em tom dissonante com estes, sucederam os autores das Petições, os peticionários, os comerciantes, os munícipes de um modo geral.

Estes apresentaram casos, exemplos de verdadeira injustiça de quem já tem demasiadas contas para pagar e agora passaram a ter mais uma, a conta a pagar por trabalharem em Cascais, ou por terem de parquear para apanhar comboio e irem trabalhar para outros concelhos, como Lisboa.

De igual modo os partidos, uns a favor, outros contra, lá defenderam os seus pontos de vista, conforme as apreciações políticas, económicas e sociais que fazem da iniciativa do executivo.

18122006003Até aqui tudo bem.

Mas eis que chega o momento do estrelato do CC. e é anunciada a chegada à cena do Sr. Presidente para responder e comentar e também ofender.

E ofende mesmo, iniciando a sua resposta com uma brutal e inesperada acusação de mentira e mentirosa à munícipe que momentos antes descreveu o estado de espírito e as circunstâncias de alguém que chegando ao local onde tinha parqueado, na praia de S. Pedro, vira o seu carro rebocado, não sabendo para onde.

E embalado continua a toda a velocidade, não renegando o momento de prima-dona ou momento Zen que na sua intervenção tão esperada, aproveitando as vicissitudes regimentais, pois sabe que depois dele mais ninguém fala, fala…, estica-se, ouve-se a ele próprio com um deleite próximo do orgasmo e fazendo o número da virgem ofendida, número esbatido mas de que não abdica, resolve redizer que há sempre quem esteja contra tudo, e o PCP e o Bloco, blá blá blá, blá blá blá…, vejam lá que coisa estranha, que atrevimento, que coisa tão imprópria em democracia, principalmente em Cascais com um executivo tão democrático em que o estatuto de oposição é tão respeitado…

Claro, as pessoas perceberam a inoportunidade das declarações, na sala não estavam apenas profissionais do sim senhor, e houve mesmo quem lhe tenha dado troco ali.

Destes, houve mesmo um a quem o Sr. Presidente da Assembleia Municipal deu ordem de expulsão da sala, outro foi apenas ameaçado.

Tudo isto é muito mau e revelador duma personalidade que vive mal com a diferença de opinião mas vindo do Sr. Presidente da Câmara é mesmo um péssimo sinal, o pior.

Sabemos que CC., gosta muito de ser Presidente da CMC, foi ele quem o afirmou em entrevista, e percebe-se que assim seja, é natural, mas isto um dia acaba-se, é assim em democracia.

O que não é normal nem defensável são as atitudes, comentários e respostas de prepotência que explicam, e os psicólogos explicam ainda melhor que eu, que tudo não passa do resultado da frustração, do desespero à porta de 2017…

Pois é, gostei de ver, muito embora tenha de lá saído mal disposto, porque tudo não passou na realidade duma expressão triste do estado da democracia Cascalense.

Arco-íris

Novembro de 2016

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