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Visita ao Forte de Peniche

Fort de Peniche

Sábado, 10 de Dezembro

 Partida às 8,30h

dos seguintes locais:

LISBOA: Estação de camionetas por detrás da Churrasqueira do Campo Grande (ver mapa)

CARCAVELOS: Escola Secundária de Carcavelos (ver mapa)

 A Plataforma Cascais e o Movimento Não Apaguem a Memória em conjunto com diversas personalidades organizam no próximo dia 10 de dezembro (Dia Nacional e Internacional dos Direitos Humanos) uma deslocação a Peniche para uma visita ao Forte, que serviu de prisão política durante a ditadura do Estado Novo, seguida de um almoço-debate sobre o futuro deste monumento histórico.

A viagem para Peniche será feita em transporte coletivo.

A inscrição (autocarro e almoço) tem um custo entre 25€ e 30€ (dependendo do número de inscrições)

Convidamo-lo(a) a participar. 

Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Declaração conjunta da iniciativa    (para subscrever a declaração clique aqui)

0001QUE O FORTE DE PENICHE NOS SIRVA DE MEMÓRIA

As nossas associações, ex-presos políticos antifascistas, familiares, amigos e cidadãos, saúdam a recente decisão governamental de libertar a fortaleza de projectos que não garantam a dignificação da nossa memória colectiva de luta contra a opressão.
Igualmente aplaudem e apoiam todas as iniciativas e propostas que inscrevam

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Na morte de Fidel de Castro

Cada qual fará do homem e do seu papel na História uma apreciação própria. Para quantos não vêem o evoluir dos povos numa simples leitura a preto e branco certamente que Fidel foi (é) uma referência incontornável nos acontecimentos da América Latina e do Mundo nas últimas décadas. Assinalamos a sua morte com pesar.

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Algumas referências:

Fidel, por Eduardo Galeano

Um revolucionário incomparável

Anúncio da morte de Fidel por Raúl Castro

Cinco canções para recordar Fidel

 

 

 

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Debate a propósito do Prémio Nobel de Literatura

Reun11nov16 04A obra poética e musical de Bob Dylan foi o tema de conversa que juntou, no dia 11 de novembro, um conjunto de cidadãs e cidadãos do concelho.

Durante algumas horas foram apresentadas informações e ideias pela Eugénia Nunes, pelo David Zink e pelo Adão Santos as quais mereceram uma animada troca de pontos de vista.

A atribuição do Prémio Nobel acabou por ser o menos relevante pois foi essencialmente às características e à importância da obra de Dylan que os presentes dedicaram mais atenção.

Foi um serão bem passado e enriquecedor para quantos quiseram participar.

Alguma informação disponibilizada nas seguintes páginas ilustra diversificadas perspetivas sobre o assunto.

As razões da Academia Sueca para premiar Bob Dylan com o Nobel de Literatura - BBC Brasil.pdf

Seis letras que mostram a poesia das canções de Bob Dylan, vencedor do Nobel de Literatura - BBC Brasil.pdf

Diário As Beiras – Opinião_ Pelo lado esquerdo DYLAN.pdf

 Bob Dylan está do lado certo da história – Observador.pdf

EUA queria que Bob Dylan lutasse na Guerra Fria.pdf

Christopher Rollason - Bob Dylan, do Radicalismo à Reacção.pdf

NO COMPLETE UNKNOWN – THE ODYSSEY OF BOB DYLAN’S LITERATURE NOBEL (com o agradeciemnto ao autor que nos referenciou este artigo)

 

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80 anos a não esquecer

535264.gifA memória histórica é imprescindível à compreensão do presente.

Há 80 anos, no dia 29 de Outubro de 1936 começou a funcionar o Campo de Concentração do Tarrafal.

Inspirado pelos 'campos' nazis o Governo português do Estado Novo criou, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 26 539, de 23 de Abril de 1936, a Colónia Penal do Tarrafal, situada no lugar de Chão Bom do concelho do Tarrafal, na ilha de Santiago (Cabo Verde). Nela foram presos, torturados e mortos muitos resistentes ao fascismo português.

Em 1956 o Decreto Lei n.º 40675, de 7 de julho, criou a Colónia Penal do Bié (Angola) e extinguiu a Colónia Penal de Cabo Verde (Tarrafal).

presos3Em 1961 o então Ministro do Ultramar, Adriano Moreira, promulgou a Portaria n.º 18539, de 17 de junho,  que instituía, em Chão Bom (Ilha de Santiago, Cabo Verde), uma colónia penal designada como  'campo de trabalho'. O Campo de Trabalho de Chão Bom foi colocado a funcionar onde anteriormente tinha funcionado o Campo do Tarrafal e teve como finalidade receber prisioneiros oriundos das chamadas colónias portuguesas.

Em Janeiro de 2016 foi inaugurado o Museu do Campo de Concentração do Tarrafal.

Do facebook de João Esteves retiramos as seguintes

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Um interessante jantar-debate com Raquel Varela

Jantar11out2016 000No dia 11 de Outubro um diversificado e simpático grupo de cidadãos(ãs) juntaram-se no restaurante Marés Vivas para um jantar-debate com a historiadora Raquel Varela sobre 'República e Cidadania'.

 Foi uma ocasião útil para refletir e dialogar acerca da realidade nacional e local.

As intervenções proferidas por Raquel varela podem ser ouvidas aqui:

 

 

Todo os participante saíram com animada disposição de dar continuidade a estes momentos de partilha e interação criativa.

 

 

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Sobre a necessária libertação de Maria de Lurdes

15036368 1241435262573191 8788892536943738463 nEm Tires, freguesia de S. Domingos de Rana, concelho de Cascais está injustamente presa a investigadora portuguesa Maria de Lurdes Lopes Rodrigues.

Não é um 'caso normal' nem merece ser tratado com a indiferença que lhe tem sido atribuída pelos poderes públicos e pelos media.

É uma situação atentatória dos Direitos Humanos que ilustra a fragilidade e as contradições da Justiça portuguesa e, não menos importante, tem destruído a vida de uma cidadã honrada e da sua família.

Foi sobre este assunto que se realizou uma reunião na Parede, no dia 15 de novembro, onde foi prestada detalhada informação e de que resultou clara a inadmissibilidade da situação criada a Maria de Lurdes.

Toda a longuíssima história que antecede esta situação é, no mínimo, kafekiana. A libertação de Maria de Lurdes é, acima de outras considerações, um propósito justo e necessário.

No facebook existe um 'grupo' que agrega muitos dos apoiantes desta causa e no blogue EPHEMERA, de José Pacheco Pereira,  está disponível um conjunto de documentação atinente.

Informe-se. Formule uma opinião. Intervenha também.

Defender a liberdade, o direito à indignação e a justiça é do interesse de todos.

 

 

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Reunião de esclarecimento sobre a prisão da investigadora Maria de Lurdes Rodrigues

Maria de Lurdes RodriguesTem tido algum eco público a recente prisão da investigadora Maria de Lurdes Rodrigues mas, no geral, tem havido muito pouco esclarecimento sobre esta situação que parece configurar um atentado aos direitos humanos.

Maria de Lurdes Lopes Rodrigues é uma investigadora portuguesa que foi detida e levada para a prisão de Tires, no dia 29 de Setembro, onde deverá cumprir, segundo a sentença, três anos de prisão por crimes de difamação e injúria contra juízes e magistrados.

No sentido de um mais detalhado conhecimento sobre os factos e o que está em causa com esta prisão a Plataforma Cascais convidou representantes do movimento "Pela Liberdade para Maria de Lurdes" para uma reunião pública de esclarecimento.

Assim, no próximo dia 15 de Novembro realiza-se uma reunião aberta a todos(as) os cidadãos (ãs) interessados (as) na qual Luís Júdice, Mário Gomes e João Grazina prestarão informação esclarecida sobre o tema e analisarão com todos(as) os(as) presentes uma realidade que se afigura preocupante.

Reunião aberta de esclarecimento

15 de Novembro 21,15h.

nas instalações da Ass. Hum. dos Bombeiros de Parede

 

Participe. Informe-se. Dê a sua opinião.

 

Informação no grupo de facebook "Liberdade Para a Maria de Lurdes"

Petição Pública "Pela libertação imediata de Maria de Lurdes Lopes Rodrigues"

 

"Se em Portugal e na Faculdade de Belas Artes (onde entra com média de 17,7 valores, em 1987) era uma artista vanguardista e experimental, em todos os sentidos, a multidisciplinaridade era provavelmente o seu traço dominante num tempo em que “performances”, “happenings”, “instalações” eram umas práticas quase desconhecidas e iconoclastas em que só alguns participavam. Foi no estrangeiro que Maria de Lurdes atingiu reconhecimento e um estatuto confirmado nas bolsas que ganhou por mérito. Destacam-se a Bolsa de estudo “Nuffic Cultural Agreements”, para Hogeschool voor de Kunst, Media & Tecnologie, Hilversum, Holanda (1995/1996). E a Bolsa de Estudo “FAMU” (Academia das Artes, Faculdade de Cinema e Televisão) na Cátedra de Cinema de Animação Criativo, Praga, República Checa, Bolsa que conquista em dois anos lectivos sucessivos (1992/1993 e 1993/1994).
Quando regressa a Portugal a experiência na formação multimédia poderia abrir-lhe o caminho para uma carreira sólida nas Artes ligadas às Novas Tecnologias, em vez disso o Ministério da Cultura afasta-a de concursos através de ilegalidades comprovadas. A Justiça em Portugal ainda é a dos mais fortes – e não se pode dizer que os Artistas tenham a força que nas sociedades modernas deviam ter, muito menos há 30 anos, quando esta história de pura perseguição a uma cidadã começou"

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Debate: Bob Dylan

 11 de Novembro (sexta f.)  às 21,15h.

nas instalações da Ass. Human. dos Bombeiros de Parede

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A recente atribuição do Prémio Nobel da Literatura é o pretexto para analisar e debater a obra musical e poética de Bob Dylan.

David Zink, Adão Santos e Eugénia Nunes abordarão diversos aspetos da sua obra com o apoio de alguns pequenos filmes. O debate é aberto a todos os que queiram, participar nesta abordagem plural de um tema atual e controverso.

Também haverá castanhas para assinalar o S. Martinho.

Convidamo-lo(a) a participar.

 

Alguns textos com informação e opiniões diversas sobre o tema:

 As razões da Academia Sueca para premiar Bob Dylan com o Nobel de Literatura - BBC Brasil.pdf

Seis letras que mostram a poesia das canções de Bob Dylan, vencedor do Nobel de Literatura - BBC Brasil.pdf

Diário As Beiras – Opinião_ Pelo lado esquerdo DYLAN.pdf

 Bob Dylan está do lado certo da história – Observador.pdf

EUA queria que Bob Dylan lutasse na Guerra Fria.pdf

Christopher Rollason - Bob Dylan, do Radicalismo à Reacção.pdf

NO COMPLETE UNKNOWN – THE ODYSSEY OF BOB DYLAN’S LITERATURE NOBEL (som o agradeciemnto ao autor que nos referenciou este artigo)

 

 

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À conversa com Amândio Silva sobre o Brasil

Amandio SilvaDe forma informal e esclarecedora a Plataforma Cascais realizou no dia 23 de Setembro uma reflexão aberta sobre a realidade brasileira. A conversa foi animada por Amândio Silva, um resistente antifascista profundo conhecedor da situação atual daquele país que, numa primeira abordagem, prestou algumas informações de acordo com o seguinte roteiro:

- Divisão de poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário
- O Congresso Nacional: sua composição, proliferação de partidos
- Ascensão e declínio do PT-Partido dos Trabalhadores
- Análise do processo de impedimento de Dilma Roussef
- Consequências previsíveis da orientação da equipa Temer
- Eleições presidenciais antecipadas?

A sua intervenção está disponível para audição aqui:

 

 

O debate que se seguiu foi participado por todos os presentes e refletiu a diversidade de pontos de vista que animam a Plataforma Cascais.

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Foi seguramente um momento enriquecedor para quantos nele participaram. Outros se seguirão.

 

 

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