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Colisão faz um morto e três feridos e corta Marginal na Parede

Em atualização
Um morto e três feridos, um deles grave, é o primeiro balanço de uma colisão entre dois veículos ligeiros, esta sexta-feira, pouco antes das oito horas da manhã, na marginal, na Parede, que está cortada ao tráfego, segundo confirmou, a Cascais24, Pedro Araújo, comandante dos Bombeiros de Parede, que estão mobilizados nas operações de socorro, juntamente com os Corpos de bombeiros do Estoril e de Carcavelos.
 
 
 

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Aumento de 23 euros se ...

Salario MinimoO Salário Mínimo Nacional vai ser atualizado em 2018.

Os Sindicatos propõem 600 euros. O Governo propõe 580 o que o patronato só aceita se lhe baixarem os impostos.

Continua a ser a mesma lógica que Raul Solnado caricaturava nos anos 60.

Hino ao  Patronato português

(Raul Solnado)

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“O Sonho ao Poder. Mário Viegas” em itinerância

“Ao contracenar com Marcello Mastroianni em 1994 descobriu que não conseguiria ser o Maior Actor de Portugal, da Europa e do Mundo, de Teatro e Cinema; o mais popular Cómico do País e com maior unanimidade”.

Mas tinha a certeza que Portugal tinha alguns dos maiores poetas que mereciam ser ditos em voz alta.

As confissões do homenageado fazem companhia a outras peças do espólio pessoal de Mário Viegas, que podem ser revisitadas até 28 de Janeiro na Biblioteca Municipal de Viseu.

Dignificar a língua portuguesa e o teatro através da história daquele que foi um dos mais irreverentes actores do século XX é o propósito da exposição que mostra fotos, peças de cenografia, livros, roupa. Junta filmes em DVd´s, põe a rodar CD’s de poesia. Exibe áudios e vídeos inéditos com abordagens multimédia. Explora conteúdos culturais e sociopolíticos.

A exposição itinerante que quer “fazer diferente” chega agora a Viseu. É organizada pela associação LPV – Museu do Bem Estar, em parceria com o Museu Nacional do Teatro, e foi apresentada pela primeira vez em Salvaterra de Magos para assinalar duas datas: os 40 anos da Revolução de Abril de 1974 e o aniversário da morte do actor, no primeiro de Abril de 1996.

A LPV/Museu do Bem Estar é uma associação sem fins lucrativos criada para divulgar a memória de António Mário Lopes Pereira Viegas, que nasceu em Santarém a 10 de Novembro de 1948, às 23.30h, meia-Hora antes do Dia de S. Martinho, como se pode ler na sua “Auto-Photo Biografia (não autorizada)”.

Pelas suas mãos ficámos a saber:

 
viveu a sua infância e adolescência em Santarém, onde estudou no Liceu Sá da Bandeira e onde se estreia como Actor e Recitador amador com o Coro de Amadores de Música, dirigido pelo Maestro Fernando Lopes-Graça, com 16 anos, em substituição da ex-Actriz e Declamadora Maria Barroso. Fica logo com a sua primeira ficha na P.I.D.E.”
 

Através das suas palavras sabemos que não tinha “pre-conceitos sexuais e “sendo escalabitano” gostava “de touros, cavalos, mulheres, homens, vinho branco ou tinto”, sabia dançar o fandango e “pegou uma vaca em 1967”. Chegou a terminar o terceiro ano do Curso Superior de História e fez parte da Crise Académica de 1969, “como Recitador e Agitador no Porto e em Coimbra”.

Nunca esteve filiado em nenhum partido ou clube desportivo, nem nunca foi convidado para tal, de acordo com o seu texto. Mas é-lhe retirado o adiamento militar, “por actividades políticas e é proibido de actuar como Actor e Recitador quer publicamente, na antiga Emissora Nacional e na R.T.P. Os seus discos de Poesia são proibidos de passar na Rádio, até ao 25 de Abril de 1974”.

O actor e “dizedor” de poesia, como se auto-intitulava, deixou escrito que “como Independente, participou ‘de borla’ em algumas campanhas e espectáculos ao vivo e na televisão do P.C.P. (1977), do P.S.R. e da U.D.P., até 1994”. Ficou “arrependidíssimo!”, no entanto, abriu “uma excepção à U.D.P.”

Chegou a concorrer em 1995, ao Parlamento nas listas da UDP e candidatou-se à Presidência da República com o slogan “O sonho ao poder”. “Desiludido e revoltado decide encetar a carreira mais fácil, menos efémera e com reforma assegurada: PRESIDENTE DA REPÚBLICA de Portugal, Açores, Madeira, Macau e Timor-Leste. As Sondagens dão-lhe 93,4% de intenção de voto. Não sabe o que quer para o País, mas o País sabe o que quer dele! Não quer ser o Presidente de todos os Portugueses! Tem como Lemas da campanha a frase de Eduardo de Filippo: ‘Os Actores vivem a sério no Palco, o que os outros na Vida representam mal’; e “Nesta Pátria onde a Terra acaba e o Mário começa!”.

http://www.jornaltornado.pt/o-sonho-ao-poder-mario-viegas-em-itinerancia-viseu/

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CTT: o privado sai caro ao País

  

A história de (mais) uma privatização lucrativa para poucos e ruinosa para muitos

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Quatro anos após a privatização dos CTT, o serviço público degradou-se e os atrasos e falhas na entrega do correio avolumam-se. Os milhões de dividendos têm elevados custos: para os trabalhadores da empresa e para o País.

A degradação do serviço público prestado e das condições de trabalho nos CTT, quatro anos após a primeira fase de privatização da empresa, são evidentes. Os protestos dos trabalhadores têm-se sucedido por todo o País e já têm uma greve convocada para os dias 21 e 22 de Dezembro.

A Anacom, responsável por fiscalizar o cumprimento da concessão do serviço público postal, concluiu recentemente que a empresa falhou os indicadores de qualidade a que está obrigada e decidiu accionar o mecanismo de compensação.

Como se chegou aqui?

Durante cerca de 500 anos, o serviço de correios foi público, sob diversas designações, tal como em quase todo o mundo. O US Postal Service, os correios dos EUA, por exemplo, são uma agência do governo federal – como os Correos espanhóis, a La Poste francesa e a Poste italiana são empresas públicas.

Em 2011, o PS, o PSD e o CDS-PP assinaram o acordo com a troika onde constava a privatização dos CTT, que viria a ser concretizada em duas fases, em 2013 e 2014. Pelo caminho, foi nomeada uma equipa de gestão para a empresa, então ainda pública, com um mandato muito claro: torná-la atractiva para ser vendida.

Governo, instituições europeias, ex-ministros advogados e um grande banco de investimento

Na primeira fase, nos finais de 2013, o Estado vendeu 70% do capital da empresa. Na lista dos principais compradores constavam dois grandes bancos internacionais, o Deutsche Bank, com 2%, e o Goldman Sachs, com 5%.

A empresa é estratégica para o País, como o próprio governo então reconhecia. Por isso existe uma concessão do serviço postal universal, alterada a dias da primeira fase de venda. Esta passou a ser até 2020, em vez de até 2030, como até então. Para além disso, foram flexibilizadas algumas das obrigações, tanto para com o serviço postal, como para com os trabalhadores e o património da empresa, que, recorde-se, ainda era público.

Dos dois principais accionistas, quatro anos depois, não há registo na estrutura accionista dos CTT. A 28 de Novembro, nenhum dos bancos constavam dos accionistas com participações qualificadas, ou seja, acima de 2%.

O golpe já tinha sido feito pelo Goldman Sachs com o Royal Mail britânico, privatizado uns meses antes dos CTT: comprar por baixo, vender por cima e encaixar o lucro. Pela operação ainda recompensou José Luís Arnaut, cujo escritório de advogados participou no processo de privatização, nomeando-o para um cargo na sua estrutura internacional. Hoje, é acompanhado por Durão Barroso, então presidente da Comissão Europeia, um dos tripés da troika. Ambos já tinham estado juntos num governo do PSD e do CDS-PP, entre 2002 e 2004 – o primeiro como ministro e o segundo como primeiro-ministro.

 

Destruir o que é público e entregar aos privados

Os CTT eram uma empresa lucrativa, das mais lucrativas das empresas públicas. Nos sete anos anteriores à privatização (entre 2007 e 2013) apresentou, em média, lucros superiores a 50 milhões de euros.

No mesmo período, a preparação da privatização impôs a saída de quase 3 mil trabalhadores, o encerramento de mais de 300 estações e 85 centros de distribuição postal, e o fim de mais de 1500 giros.

Os CTT encolheram e o serviço público que prestava degradou-se, particularmente a partir de 2011. No ano seguinte, entra para a presidência do conselho de administração Francisco Lacerda, nomeado pelo governo do PSD e do CDS-PP. A estratégia é, então, intensificada.

Para a sua missão, Lacerda contava com a experiência noutras empresas privatizadas, como a Cimpor, a que presidiu entre 2010 e 2011, e a Portugal Telecom, onde foi presidente da comissão de remunerações a partir de 2009, cargo que ainda ocupa na Pharol – que legalmente sucedeu à antiga operadora de telecomunicações nacionais, hoje reduzida a gestora de uma participação no capital da brasileira Oi.

Mesmo depois da privatização, Francisco Lacerda foi mantido pelos accionistas privados na gestão dos CTT, tendo sido reconduzido já este ano no cargo até 2019.

Degradação do serviço público para alimentar especulação financeira

A partir de 2013, a mesma administração nomeada pelo poder público fez prosseguir o caminho prosseguido até então, já sob orientações de grandes fundos de investimento nacionais e, particularmente, internacionais.

A rede de estações de correios, entretanto transformadas em lojas CTT, continuou a ser reduzida, o número de trabalhadores a descer e, até ao final de 2016, foram encerrados mais 43 centros de distribuição postal.

Ao todo, na última década, foram encerradas mais de 500 estações e postos dos CTT. A degradação do serviço público prestado intensificou-se, havendo zonas do País onde o correio passou a ser distribuído uma vez por semana e registo de atrasos que já chegaram a duas semanas na entrega dos vales postais com as pensões de reforma.

Uma das possibilidades que o anterior governo deu aos donos privados dos CTT, quando alteraram as bases da concessão do serviço público postal, foi a de subcontratar a terceiros parte desse serviço, nomeadamente a distribuição postal. Os trabalhadores têm vindo a denunciar o recurso sistemático a empresas de trabalho temporário e a prestadores de serviços para assegurar a função social da empresa que se chama CTT – Correios de Portugal: o tratamento e a entrega do correio no nosso país em condições que assegurem a celeridade, a segurança e a privacidade da correspondência.

Maquilhagem não esconde incumprimento

Os CTT, enquanto empresa que recebeu do Estado a concessão do serviço postal universal, está sujeita à supervisão da Anacom. Esta fixa, anualmente, indicadores de qualidade que a empresa tem de cumprir e que devem ser aferidos por uma entidade «independente».

Até ao último trimestre de 2016, a empresa nunca o fez – comunicava esses indicadores recolhidos e tratados por si própria. Nessa altura, contratou uma consultora para o fazer e surgiram os problemas.

Pela primeira vez, os CTT não cumpriram com um dos 11 indicadores de qualidade, e as disparidades face aos dados anteriores, produzidos internamente, são evidentes – em todos os indicadores.

Em seis dos critérios, foram falhados os objectivos e em um, «correio normal não entregue até 15 dias úteis», a empresa falhou mesmo o mínimo fixado pela Anacom. Tomando apenas como referência os dados da consultora, referentes aos últimos três meses de 2016, o desvio seria muito superior e os CTT falhariam ainda noutro indicador, «correio zul não entregue até dez dias úteis».

A Anacom já impôs o mecanismo de compensação previsto, que passa pela redução da tarifa em causa na falha – no caso do correio normal. No entanto, a redução imposta é de 0,03%, quando esta subiu 47% desde a privatização.

Activistas sindicais e dirigentes do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT/CGTP-IN) concentrados frente à Bolsa de Valores de Lisboa, para protestarem contra a privatização dos CTT, 5 Dezembro 2013
 

Quem ganhou com a privatização

Desde a privatização, o serviço piorou mas os preços subiram todos os anos. Na média de todos os produtos dos CTT, a subida é de cerca de 27% em cinco anos. Ficou muito mais caro mandar uma carta e esta demora muito mais a chegar ao destino.

Ao fim destes anos, o Estado já perdeu centenas de milhões de euros em dividendos e o País deixou de ter um serviço de correios público, fiável e seguro.

Em contrapartida, entre 2013 e 2016, foram distribuídos mais de 270 milhões de euros em dividendos, cerca de um terço da receita total da privatização.

Actualmente, a empresa tem como principal accionista um dos herdeiros de duas das famílias que dominaram a economia portuguesa sob o regime fascista e que mais lucraram com as privatizações: Manuel de Mello Champalimaud, com 10% do capital.

Com participações até aos 2%, as que obrigam à comunicação pública da propriedade do capital da empresa, contam-se bancos internacionais (BNP Paribas e Norges Bank), fundos de investimento especulativos (Wellington e Kairos) e o multimilionário espanhol Rafael Domínguez de Gor, dono de marcas de roupa infantil (Mayoral) e de participações em diversos sectores, da moda às telecomunicações móveis.

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Quanto mais os portugueses conhecem os candidatos do PSD, menos gostam deles

rr-pslQuanto mais se prolonga a campanha interna do PSD menos os portugueses vão confiando nos candidatos. É o que mostra a mais recente sondagem da Aximage para o Correio da Manhã e o Jornal de Negócios. Face ao último barómetro, tanto Rui Rio como Pedro Santana Lopes aumentam a sua desvantagem na comparação com o atual primeiro-ministro António Costa.

Rui Rio recolhe este mês apenas 32,8% das preferências contra 60,1% de António Costa quando no mês anterior recolhia 34,1% contra 56,2%. A diferença entre o ex-presidente da Câmara Municipal do Porto e o atual primeiro-ministro aumentou de 22 para 27 pontos percentuais.

Já Pedro Santana Lopes não vai além das 19,7% das preferências dos eleitores, o que compara mal com os 71,7% recolhidos pelo atual primeiro-ministro. No último barómetro havia 21,9% dos inquiridos a preferirem Santana Lopes e 68,4% a preferirem António Costa. A diferença agravou-se de 46 para 52 pontos percentuais.

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Fonte: Jornal de Negócios, novembro, dezembro

Recorde-se que a disputa para a liderança do PSD foi aberta em outubro com a demissão de Pedro Passos Coelho após a derrota nas eleições autárquicas. O resultado eleitoral aliado à perceção de vazio discursivo do maior partido da oposição deixou Passos sem grande margem de manobra. A atual disputa entre Rio e Santana não tem sido marcada por propostas dignas de registo nem parece estar a ser particularmente mobilizadora dos militantes do PSD.

 

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Clube de Leitura - sexta, 15

Clube de leituraNa próxima sexta feira, 15 de dezembro, pelas 21,15h encontram-se na Casa da Sopa, na Parede, todos os que queiram participar na segunda reunião do Clube de Leitura.

Depois de um primeiro encontro, que decorreu de forma bastante agradável, as atividades deste Clube continuam como um espaço de apresentação e conversa sobre os livros que cada um queira partilhar.

Venham, partilhem e cresçam – como a bons cidadãos convém!!!

Discutam, discordem e debatam – que é afinal a essência da democracia!!

Venham conhecer outros pontos de vista, conhecer-vos a vós mesmos, confrontar ideais, perspetivar presentes e passados. 

Por tudo isto, convidamo-los a participar no Clube de Leitura da Plataforma Cascais. 

Venha apresentar um livro que considere interessante ser conhecido e refletido.

Todos serão bem-vindos

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Política de casos atira PSD para novo mínimo nas sondagens

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A política de casos e de aproveitamento demagógico volta a penalizar fortemente o PSD nas sondagens. No mais recente barómetro da Eurosondagem, o partido cuja liderança parece assumida interinamente por Hugo Soares atinge o seu valor mais baixo desde dezembro de 2015.

O PSD parece tomado pela tentação do abismo. Quanto mais os resultados económicos retiram discurso ao PSD, mais os sociais-democratas se refugiam numa política de casos com níveis de demagogia repulsivos. E repulsa parece ser, de facto, o que os portugueses sentem pela atual política do PSD.

Desde agosto de 2016 que o PSD tem vindo a descer de forma muito significativa nas sondagens. Quando há um ano e meio o PSD tinha 32,5% das intenções de voto, desde então o partido de Leitão Amaro e Clara Marques Mendes já caiu 5,6 pontos percentuais. Os últimos dias ajudam a mostrar que o PSD pouco ou nada aprendeu quanto à repulsa que os portugueses sentem por esta forma de fazer política.

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Dilma: eleição sem Lula é mais um golpe

“O mesmo tribunal que acaba de marcar a data do julgamento do recurso de Lula em tempo recorde mantém na gaveta há 12 anos o julgamento do recurso do senador tucano Eduardo Azeredo, condenado em primeira instância”, compara a presidente deposta pelo golpe.

Dilma Rousseff, que lembra a desproporção da celeridade que o tribunal vem tratando o processo contra Lula, em comparação com outros julgamentos; “Os tribunais devem ser movidos pelo dever de fazer justiça, segundo as leis, o devido processo legal, e prazos que assegurem amplo direito de defesa”, defende Dilma, que afirma que “interditar Lula é casuísmo”

A presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, se manifestou a respeito da data do julgamento contra o ex-presidente Lula, marcada para 24 de janeiro pelo TRF4. Ela destaca também a celeridade do tribunal no caso de Lula, em comparação com outros julgamentos, e destaca que “interditar Lula é casuísmo”.

Confira a íntegra da nota

 

Dilma: eleição sem Lula é mais um golpe

O mesmo tribunal que acaba de marcar a data do julgamento do recurso de Lula em tempo recorde, mantém na gaveta há 12 anos o julgamento do recurso do senador tucano Eduardo Azeredo, condenado em primeira instância.

O mesmo tribunal que está examinando o recurso de Lula na metade do tempo dos julgamentos mais rápidos que já realizou, marcou uma sentença para o dia 24 de janeiro, na primeira sessão após o recesso de fim de ano.

Os tribunais devem ser movidos pelo dever de fazer justiça, segundo as leis, o devido processo legal, e prazos que assegurem amplo direito de defesa.

Os democratas deste país, aqueles que prezam a normalidade democrática e o pleno funcionamento das instituições, devem defender o direito de Lula de concorrer à presidência.

Interditar Lula é casuísmo. Eleição sem Lula é eleição sem legitimidade. Eleição sem que Lula tenha direito de concorrer é mais um golpe contra a democracia.

 

 
 
 
O autor escreve em Português do Brasil
Fonte: Brasil247

http://www.jornaltornado.pt/dilma-eleicao-sem-lula-um-golpe/

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Escândalo trava ex-vereador de Cascais

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Na sequência do escândalo divulgado pela TVI, o ex-vereador da Câmara Municipal de Cascais e deputado pelo PSD Ricardo Baptista Leite assegurou não assumir o cargo de vice-presidente da Associação Raríssimas, para o qual fora convidado em novembro pela presidente Paula Brito e Costa.

O convite ao também médico Baptista Leite fora feito a 18 de novembro último e, entretanto, o seu nome fora aprovado em assembleia Geral da Associação, que agora está sob investigação devido as suspeitas de alegada gestão danosa.

Em declarações públicas, Ricardo Baptista Leite confirmou o convite e a sua ...

Ler mais 

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