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Resistir é Preciso

CONV Resistir Preciso Alipio de Freitas 20Fev 002 1

  • Visualizações: 20

Citizenfour: as revelações de Snowden

Ciclo cinema-debate

Sexta feira, 23 de fevereiro 2018, 21.15h

na Casa da Sopa, Parede

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Citizenfour  é um “thriller da vida real” desenrolando-se minuto a minuto perante o nosso olhar. Um documentário imprescindível para compreender o mundo hiper-conectado em que vivemos e um complemento obrigatório a Snowden, o filme de Oliver Stone.

Em Junho de 2013, Edward Snowden encontrou-se com o jornalista do The Guardian Glenn Greenwald e a realizadora Laura Poitras para revelar aquele que viria a ser considerado o maior escândalo governamental de espionagem e privacidade do mundo. Na altura, Snowden era um mero funcionário da NSA, anónimo como quase todos os outros.

Snowden passou a Glenn e a Laura informações confidenciais da Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA) e de outras agências de inteligência, desmascarando práticas secretas de espionagem digital a milhares de cidadãos dos EUA e do mundo. A polémica foi tornada público através da comunicação social, num trabalho coordenado por Glenn e pelo The Guardian. Laura documentou em vídeo os múltiplos encontros entre Glenn e Snowden num quarto de hotel em Hong Kong e apresentou o resultado em 2014. Citizenfour estreou no New York Film Festival.

 

O debate será animado pelo cinéfilo Luís Ribeiro.

Participação livre.

Estão convidados a participar no dia 23. Todos são bem vindos.

 

Casa da Sopa:

 

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Levar a sério a folia.

Authors: in AS PALAVRAS SÃO ARMAS

Aproveitar todos os meios para denunciar a injustiça, mesmo aqueles de onde só se espera divertimento e total descontração.carnaval fora temer1488211446

 
DENÚNCIA DO TRABALHO ESCRAVO 
 VAMPIRO NEOLIBERALISTA
MANIPULAÇÃO DA MÍDIA GLOBO
Pensar, concluir e atuar, ferramentas de que dispomos para nos libertarmos.

Paraíso do Tuiuti 2018 | Clipe oficial

SAMBA COMUNA QUE PARIU! 2018

 

Marchinha "Não vá mexer na nossa Previdência"

  • Visualizações: 41

Edmundo Pedro - foi hoje o fim, a poucos meses de chegar aos 100

Authors: in ENTRE AS BRUMAS DA MEMÓRIA

Acaba de se saber que morreu, depois de uma longuíssima vida, cheia de luta e de sofrimento, mas com uma alegria à prova de bala. Tive o privilégio de ser sua amiga, de gostar muito de conversar om ele, de ler muitos dos seus textos por vezes antes de serem publicados. Falámose há pouco tempo, quando fez 99, referimos a festa inevitável que teria lugar para assinalar os 100 – festa que já não existirá.
 
Retomo um resumido «percurso existencial», de que gosto muito, escrito pelo próprio.
 
«Comecei a trabalhar aos doze anos numa oficina de serralharia. Daí em diante, interrompi o curso diurno da Escola Industrial Machado de Castro e passei a estudar à noite. Aos treze, entrei para o Arsenal da Marinha. Aí conheci dois vultos cimeiros do movimento operário de então, meus colegas de trabalho na oficina de máquinas do Arsenal: António Bento Gonçalves e Francisco Paula de Oliveira. Este último viria a celebrizar-se sob o pseudónimo de “Pavel”.
 
O primeiro era então Secretário-geral do PCP, o segundo Secretário-geral da Federação da Juventude Comunista. Ambos exerceram no meu espírito uma influência determinante.
 
Filiei-me na Juventude Comunista aos treze anos, pouco depois de ser admitido naquela empresa do Estado.
 
Fui detido pela primeira vez pela polícia política no dia 17 de Janeiro de 1934, pouco depois de ter completado os 15 anos de idade, por estar envolvido na preparação da tentativa de greve geral que deflagraria no dia seguinte. A minha primeira detenção está, pois, estreitamente ligada ao movimento de protesto contra a liquidação do sindicalismo livre. Esse movimento ficaria conhecido na história das lutas operárias como o «18 de Janeiro». Pela minha acção na preparação desse evento, fui condenado pelo Tribunal Militar Especial, acabado de criar por Salazar, à pena de um ano de prisão e à perda dos «direitos políticos» durante cinco anos…
 
Logo que fui libertado, retomei a oposição à ditadura como militante da Juventude Comunista. Em Abril de 1935 fui eleito, com Álvaro Cunhal, entre outros, para a direcção da Juventude Comunista.
 
Preso, uma vez mais, em Fevereiro de 1936, sob a acusação de ser dirigente da JC, acabaria, em Outubro desse ano, por ser deportado para Cabo Verde, onde fui estrear o tristemente célebre Campo de Concentração do Tarrafal. Ao fim de nove anos, regressei a Lisboa para ser, de novo, julgado no Tribunal Militar Especial. Depois de ter aguardado julgamento, ao todo, durante dez anos, fui condenado, por aquele tribunal de excepção, à pena de vinte e dois meses de prisão correccional, acrescida da perda dos «direitos políticos» pelo período de dez anos!
 
Ao longo de todo tempo que mediou entre o fim de 1945 e o 25 de Abril de 1974, conspirei sempre contra a ditadura. De forma especialmente activa, a partir da campanha para a Presidência da República do general Humberto Delgado, durante a qual comecei a preparar, com Piteira Santos, Varela Gomes e outros, um movimento insurreccional que pusesse fim à ditadura.
 
Estive envolvido, com o grupo inspirado por Fernando Piteira Santos, no «12 de Março» de 1959. Mas, dessa vez, não fui referenciado na polícia política.
 
Dois anos depois, no dia 1 de Janeiro de 1962, tomei uma parte muito activa no chamado «golpe de Beja», ocorrido na madrugada daquele dia, no Quartel de Infantaria Três, aquartelado na cidade de Beja. Depois daquele movimento ter abortado, fugi para o Algarve onde fui detido, em Tavira, na manhã desse mesmo dia, junto com Manuel Serra e o então capitão Eugénio de Oliveira. Pela minha intervenção nesse movimento fui condenado, em 1964, a três anos e oito meses de prisão maior e à perda do «direitos políticos» pelo período de quinze anos. Cumpri quatro anos de cadeia. Fui libertado no fim de 1965.
 
Aderi ao Partido Socialista, por intermédio de Mário Soares, em Setembro de 1973. Sou, portanto, um dos fundadores daquele partido.
 
No primeiro congresso realizado na legalidade, em Dezembro de 1974, fui eleito para a sua Comissão Nacional e, em seguida, para a sua Comissão Política. Fui integrado no seu Secretariado Nacional em 1975. Em 25 de Abril de 1976, nas primeiras eleições legislativas, fui eleito Deputado pelo PS. Exerci esse cargo durante onze anos. Em 1977/78, fui designado Presidente da RTP. Actualmente continuo no PS, mas como militante de base.
 
Ninguém na minha família escapou à repressão salazarista. O meu pai estreou comigo o Campo de Concentração do Tarrafal. Esteve ali, tal como eu, cerca de nove anos. Foi, reconhecidamente, o mais perseguido de todos os presos daquele presídio de má memória. É considerado o mártir do Tarrafal. Morreu no exílio, em França, dois anos antes do 25 de Abril. A minha mãe esteve detida durante longo tempo por ser militante do PCP. A minha irmã Gabriela, que fugira de Portugal para evitar ser detida pela sua actividade no âmbito do movimento estudantil, morreu em Paris, aos vinte anos, na emigração política. Um irmão meu, o João Ervedoso, foi assassinado no âmbito de uma manifestação estudantil, por um provocador ao serviço da polícia política, quando tinha acabado de completar catorze anos. O meu irmão Germano, o mais novo dos três, entretanto falecido, esteve detido durante três anos por envolvimento na preparação da tentativa insurreccional de Beja. A minha própria mulher, para não fugir à sina da família, também experimentou os cárceres da polícia política.» 
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Leia original aqui

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Às esquerdas da Europa e do mundo

Álvaro Garcia Linera: Às esquerdas da Europa e do mundo

Falando no IV Congresso do Partido da Esquerda Europeia, vice-presidente da Bolívia apresentou cinco propostas para a esquerda europeia e mundial.

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O IV Congresso do Partido da Esquerda Europeia (PIE) reuniu 30 formações de esquerda europeias em Madri, entre os dias 13 e 15 de dezembro, em busca de um discurso para unificar estratégias frente às políticas de austeridade e de submissão de Bruxelas às exigências dos mercados. Este foi o discurso do vice-presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, Álvaro Garcia Linera, convidado para o encontro.


 

Permitam-me celebrar este encontro da Esquerda europeia e, em nome de nosso presidente Evo, em nome do meu país, de nosso povo, agradecer o convite que nos fizeram para compartilhar um conjunto de ideias, reflexões neste tão importante congresso da Esquerda Europeia.

Permitam-me ser direto, franco, mas também propositivo.

O que vemos desde fora da Europa? Vemos uma Europa que enfraquece, uma Europa abatida, uma Europa ensimesmada e satisfeita de si mesmo, até certo ponto apática e cansada. Sei que são palavras muito feias e muito duras, mas é assim que vemos. Ficou para trás a Europa das luzes, das revoltas, das revoluções. Ficou para trás, muito atrás, a Europa dos grandes universalismos que  moveram e enriqueceram o mundo, que empurraram povos de muitas partes do mundo a adquirir uma esperança e mobilizar-se em torno dessa esperança.

Ficaram para trás os grandes desafios intelectuais. Essa interpretação que faziam e que fazem os pós-modernos de que acabaram os grandes relatos, à luz dos últimos acontecimentos, parece que só encobre os grandes negócios das corporações e do sistema financeiro.

Não é o povo europeu que perdeu a virtude ou a esperança, porque a Europa a que me refiro, cansada, a Europa esgotada, a Europa ensimesmada, não é a Europa dos povos, mas sim esta Europa silenciada, encerrada, asfixiada. A única Europa que vemos no mundo hoje é a Europa dos grandes consórcios empresariais, a Europa neoliberal, a Europa dos grandes negócios financeiros, a Europa dos mercados e não a Europa do trabalho.

Carentes de grandes dilemas, horizontes e esperança, só se ouve – parafraseando Montesquieu – o lamentável ruído das pequenas ambições e dos grandes apetites.

Democracias sem esperança e sem fé, são democracias derrotadas, são democracias fossilizadas. Em um sentido estrito, não são democracias. Não há democracia válida que seja simplesmente um apego aborrecido a instituições fósseis com às quais sem cumprem rituais a cada três, quatro ou cinco anos para eleger os que virão decidir (mal) sobre nossos destinos.

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Another Lisbon Story

Ciclo cinema-debate

Sexta feira, 26 de janeiro 2018, 21.15h

na Casa da Sopa, Parede

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com a presença do realizador Claudio Carbone

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'Another Lisbon Story'

Um filme de: Claudio Carbone
Montagem de: Leonardo Botta
Fotografia de: Claudio Carbone
Mùsica de: André David cargocollective.com/andre_david
Color correction: Silvia Pierattini
Com a colaboração de: GESTUAL “Grupo de Estudos Sócio-Territoriais e de Acção Local”
Página Facebook: facebook.com/Another-Lisbon-Story-Documentario-1761714270711412/?fref=ts

O filme sublinha as responsabilidades atuais do arquiteto no planeamento urbano, decifrando e debatendo modos de ação e inovação frente aos desafios urbanos futuros.
Junto ao aeroporto da Portela em Lisboa, os moradores de um pequeno bairro são parte ativa das decisões do lugar onde vivem. As suas casas refletem a ausência de uma política de habitação nos últimos anos, o que as obriga a encontrar os seus próprios meios para solucionar o problema da falta de uma habitação condigna.

Participação livre.

Estão convidados a participar e a conversar com o autor, na próxima sexta feira.

Todos são bem vindos.

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Assinalando a morte de ARY (07-12-1937 / 18-01-1984)

Poeta castrado não!

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Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:

(...)

Serei tudo o que disserem por temor ou negação:
Demagogo
mau profeta
falso médico
ladrão
prostituta
proxeneta
espoleta
televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

 


 

Texto do jornalista Baptista Bastos publicado no «Diário Popular» de 19 de Janeiro de 1984

Ary dos Santos

«Ary dos Santos morreu com 46 anos, cheio de álcool, de solidão e amargura. O álcool, a esse, não escondia: bebia imoderadamente, gregário ou desacompanhado.
A solidão e a amargura, essas, tentava escondê-las, esquecê-las, mergulhando num oceano de palavras, de frases, de locuções, de imagens – para, depois, emergir desse turbilhão com poemas e cantigas, cantigas e poemas que reflectiam um tempo, uma época, um amor, um encontro ou um desencontro; uma furtiva lágrima, uma precária felicidade.
Mas a essa onda de solidão e de amargura Ary dos Santos opunha o seu vozeirão e impunha as palavras como bandeiras desfraldadas:

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Mesmo sem provas...

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Fim da linha pra você, ex - presidente ladrão
mesmo sem provas
bato panelas
em prol da sua condenação
isso é pra você aprender
que o pobre não tem direito a mais que uma refeição
Fim da linha pra você, metalúrgico boçal
isso é pra você aprender
a nunca mais fazer assistência social
com meu dinheiro
e nem se atrever a transformar em engenheira
a filha do pedreiro
Fim da linha pra você ex presidente aleijado
não é pelo triplex
que você está sendo condenado
é pela sua ousadia
em ajudar o garçom
a virar advogado
em contribuir
pra ascensão do negro favelado
que agora acredita
que pode estudar medicina
sair da miséria
e até conhecer a Capela Sistina
Fim da linha pra você, ex presidente bandido
isso é pra você aprender
que o nordeste deve voltar a ser esquecido
e que saúde e educação
é pra quem pode
e não é que pra quem quer
Fim da linha pra você, semi analfabeto atrevido
graças a sua insensatez
o filho da faxineira
chamou o meu filho de amigo
você está sendo condenado
pela sua falta de noção
de achar que é pobre é gente
que agora pode usar aparelho nos dentes
ter casa própria e andar de avião
Fim da linha pra você, ex presidente imundo
isso é pra você parar com essa palhaçada
de estimular a minha cozinheira
a querer ter carteira assinada
era só o que me faltava
o proletariado sonhar com qualidade de vida
você devia saber
que essa gente nasceu pra me servir
e não pra servida
mas você é tão inconsequente
não enxerga um palmo diante do nariz
que fez a babá do meu caçula
sonhar que pode estudar pra ser atriz
e fazer aula de inglês
essa pouca vergonha
é resultado
da sua insensatez
da sua irresponsabilidade desmedida
aprenda de uma vez
barriga vazia
e bala perdida
fazem parte do cotidiano
dessa gente bronzeada
foi querer mudar o mundo
se meteu numa enrascada
Fim da linha pra você, ex presidente imbecil
você está sendo condenado
não por ter roubado
porque isso não foi provado
seu erro
foi fazer história
ser do tamanho do Brasil
ter oitenta por cento de aprovação popular
acreditar em igualdade
e saber governar.

FIM DA LINHA PRA VOCÊ, EX-PRESIDENTE LADRÃO,

Herton Gustavo Gratto

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Internet para pobres e ricos

Authors: in AS PALAVRAS SÃO ARMAS

    
Internet para pobres e ricos
 
Em data muito recente, a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos decidiu revogar as regras que impedem os fornecedores do serviço de internet de acelerarem, bloquearem ou tornarem mais lento o acesso a certos conteúdos, aplicações ou sítios de rede. A administração Trump cumpre deste modo a sua promessa de desmantelar a regulação herdada do seu predecessor e posta em marcha no ano 2015 para garantir a neutralidade da internet. Os argumentos são os mesmos que pudemos ouvir vezes repetidas para justificar a desregulação: a intervenção governamental é um obstáculo para o investimento e para a introdução de inovações, o que impede o refinamento do serviço.
 
Inicia-se desta maneira a destruição do princípio de não descriminação na rede. As implicações desta série de medidas chegam a todas as áreas das comunicações e da vida democrática. O acesso a vozes independentes e ao conhecimento científico corre um perigo mortal. E isto não é um problema privativo dos Estados Unidos. As suas ramificações para o México e para a Europa podem ser devastadoras.
 
A votação na FCC foi cerrada, dado que dois dos cinco comissários votaram contra o projeto de desregulação a que deram o nome enganador de Ordem para restaurar a liberdade na internet. O resultado final assume uma enorme importância porque é a primeira vez que a referida agência renuncia à sua missão de servir o público. O mais negativo de tudo isto talvez seja o facto de privar a FCC dos meios para intervir quando algum provedor de serviços da internet começar a manipular tarifas, velocidades de acesso ou cair na tentação de bloquear conteúdos que considere indesejáveis.
 
Muitos analistas consideram que o mais grave da desregulação é o facto de vir a ser muito difícil que os utentes se apercebam do que está a acontecer com o seu acesso à rede. Em alguns casos poderão experimentar uma lentidão não habitual para acederem a uma certa página ou canal. Noutros pode acontecer que recebam a notificação de que o sítio que procuram não está disponível. Em troca, outros sítios poderão ser acessíveis a muito boa velocidade e sem o risco de o sinal ser interrompido. Os utilizadores ficarão perplexos. Sem o saberem, terão perdido o controlo que anteriormente tinham para escolher livremente o seu roteiro na navegação. De um golpe, a internet terá deixado de ser o espaço livre a que estamos habituados, convertida que foi num recinto cercado onde tudo é possível para os operadores, desde a descriminação por conteúdos até à censura descarada.
 
Nas audiências públicas no seio da FCC sobre estas reformas, os representantes das principais companhias prestadoras de serviços de internet garantiram que nunca adoptariam este tipo de práticas em detrimento da livre circulação de ideias em termos igualitários. Mas o os mesmosa palavra desta gente. Saças de serviços de internet que nunca adoptariam este tipo de pracelerar, bloquear ou tornaré absurdo acreditar na palavra desta gente. Esses mesmos provedores investiram milhões de dólares em cabalas e conspirações para obterem esta desregulação.
 
Um dos argumentos para justificar a destruição da neutralidade é que a desregulação permitirá que se aumente a competição no sector. Mas o certo é que o sector está prisioneiro de um férreo oligopólio que hoje procura garantir a rentabilidade ao construir o muro digital que separaria a internet para ricos e pobres. Nos Estados Unidos as três principais companhias neste sector (AT&T, Verizon e COMCAST) controlam mais de 70 por cento do mercado de banda larga de alta velocidade (definida pela FCC como uma capacidade superior aos 25Mbps), e os dados do censo de telecomunicações mostram que só nove por cento dos utilizadores podem escolher entre dois ou mais prestadores do serviço de alta velocidade. Ou seja, trata-se de um mercado altamente concentrado no qual é difícil que a desregulação incremente a competição e permita reduzir os preços.
 
Para países como o México ou os membros da União Europeia o exemplo que vem dos Estados Unidos é uma péssima notícia. No México o mercado também se encontra altamente concentrado. A Lei federal de telecomunicações preserva supostamente o princípio de neutralidade da rede. Mas o excelente estudo de Luis Fernando Garcia e Carlos Brito, da organização R3D., revela que as linhas orientadoras de aplicação da lei não foram emitidas, o que é um mau presságio. Por outro lado, a renegociação do TLCAN pode ser o cavalo de Troia para impor as nefastas reformas de Trump no espaço digital mexicano. Se a isto acrescentarmos os termos da nova Lei de Segurança Interna o panorama torna-se sinistro.
 
Em Novembro, Trump designou Agit Pai, antigo advogado da Verizon, como presidente da FCC. Durante toda a sua carreira esta personagem foi um acérrimo inimigo do princípio da neutralidade na rede. Hoje parece que o seu objectivo está ao seu alcance. Mas a luta não terminou. Milhões de pessoas e milhares de organizações estão a protestar. Centenas de demandas judiciais já foram interpostas contra a decisão da FCC de violar a Lei federal de comunicações (em especial, o Título II). A batalha legal está ainda no começo. Este ano 2018 será decisivo para a sobrevivência da internet.
 
Fonte: http: //www.jornada. unam.mx2017/12/20/economia

Leia original aqui

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Ex-presos políticos ajudam a instalar Museu Nacional da Resistência

mw 768A Plataforma Cascais orgulha-se de ter participado, em conjugação com o Movimento "Não Apaguem a Memória" (NAM) e com a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), no movimento para a defesa do Museu da Resistência e da Memória no Forte de Peniche.

Aparentemente há esperança de que não suceda com este símbolo da ditadura fascista o mesmo que com outros referenciais como a sede da PIDE.

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50 adeptos ruidosos em WC sobre leito de cheia fazem despoletar insegurança em bancada do Estádio Municipal do Estoril

Segurança

Por Redação

Aconcentração maciça e ruidosa de mais de 50 adeptos na casa de banho da bancadanorte do campo do Estoril, aliada à vulnerabilidade do solo- em leito de cheia-poderão estar na origem das fissuras no chão e nas paredes que, estasegunda-feira, culminaram na suspensão da segunda parte do jogo entre a equipado Estoril e do Futebol Clube do Porto, apurou Cascais24.

 

No entanto, só no final da semana, porventura estasexta-feira, deverá ser conhecido o parecer dos técnicos do LaboratórioNacional de Engenharia Civil (LNEC) relativo às condições de segurança dabancada norte do Estádio Municipal António Coimbra da Mota, cujo projeto foi deautoria de uma empresa da região Centro do País, com construção, imposta pela UEFA,a cargo da Arouconstrói, empresa de montagem de pré-fabricados com sede em Arouca.

 

 

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