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  • jorge rocha in 'Ventos Semeados'

As multidões socialistas e os desprezados passeios dos partidos das direitas


Não serão necessárias muitas linhas para definir a forma como decorreu a campanha eleitoral neste fim-de-semana. As deslocações de António Costa e Pedro Marques aos Açores e à Madeira foram entusiasmantes prenunciando a forte hipótese de sucesso nas regionais de setembro na segunda dessas Regiões Autónomas. As televisões bem quiseram explorar a presença de menos participantes do que os esperados no comício de Guimarães, mas, mesmo apesar de benfiquistas e portistas faltarem à chamada para aferirem quais celebrariam a vitória no campeonato de futebol, tomara qualquer dos demais partidos concorrentes alcançarem metade, ou mesmo um quarto, dos efetivamente presentes nessa ação.
Paulo Rangel continua a proferir discursos ignóbeis, cujo verdadeiro significado revelou involuntariamente  durante a passagem da sua campanha por algumas terras minhotas. Convidado a dançar o vira com o grupo folclórico contratado para lhe animar a festa, cedo se escusou a pretexto de não ser grande dançarino. Já o adivinhávamos, mas um homem  pequeno não ser talentoso enquanto bailarino, só denuncia a velhacaria, que lhe vai na mente.
Jerónimo de Sousa disse uma evidência, que dificilmente conseguirá sobrepor-se ao injusto maniqueísmo dos media, quando verberam a simpatia do PCP pelo regime da Coreia do Norte. É que esses mesmos meios de comunicação nada parecem ter a dizer a propósito da cumplicidade dos partidos das direitas com os odiosos regimes parafascistas da Polónia ou da Hungria...

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  • in 'Estátua de Sal'

As eleições europeias e a retórica partidária

(Carlos Esperança, 19/05/2019)

Quem chegue agora a Portugal e assista à campanha em curso, há de julgar que a União Europeia está domiciliada em outro continente, que o substantivo é um erro semântico e o adjetivo um equívoco geográfico.

Parece não haver interesses comuns, como se o espaço da UE não fosse já demasiado exíguo para a resolução dos problemas globais onde se joga o futuro do Planeta e a vida na Terra.

Quem siga com especial atenção a campanha desta direita onde sobressaem Nuno Melo e Paulo Rangel verá que os seus adversários eleitorais são Jerónimo de Sousa, Catarina Martins e, sobretudo, António Costa e os problemas da UE são os incêndios florestais, o julgamento de Sócrates e as estradas que os industriais de rochas ornamentais colocaram em risco. São bombeiros frustrados com vocação de pirómanos.

A Sr.ª Merkel, na Alemanha, preocupa-se com o perigo da extrema-direita, que ameaça a Europa, e a direita portuguesa vê perigos imaginários na extrema-esquerda que povoa as suas cabeças. Nuno Melo, pensa que o VOX espanhol não é de extrema-direita, tal como o tio-avô, devoto cónego, pensava que o ELP e o MDLP eram servidores da fé e que só matavam hereges, erigindo-se paladino da luta contra a extrema-esquerda.

Paulo Rangel esqueceu-se do escândalo que envolveu a quadrilha de ataque ao Governo com notícias falsas e réplicas nas redes sociais, e decidiu imitar o discurso trauliteiro do CDS, partido satélite do...

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  • As palavras são armas

- «O futebol é apenas mais um desporto»

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- «O futebol é apenas mais um desporto»
- «Se queremos que nos respeitem, temos que respeitar os nossos adversários»
- «Devíamos colocar nas questões verdadeiramente importantes, como a nossa saúde, a nossa educação, a política e a economia, o mesmo empenho que colocamos no futebol»
- «Se tivéssemos tanta dedicação pela saúde, educação, economia e política, podíamos ser um grande país»
- «Ninguém sai desta praça sem a praça estar limpa».
Bruno Lage, treinador do Benfica, Praça Marquês de Pombal, 18 maio, final dos festejos.
Saíram e não limparam, não estão treinados em civismo!


Ver o original em As palavras são armas (clique aqui)

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  • As palavras são armas

MÉXICO “Presidente Esperança”


 

Ninguém fala do México, a media à trela do gringo seu mentor, aguarda diretrizes. Nos laboratórios da insidia, o pérfido vizinho analisa letra a letra tudo o que diz ou pretende dizer Obrador, e no abecedário do crime fabrica a fagulha que ative o rastilho para fazer deflagrar a bomba do ódio e abra o caminho ao engenho letal.

Esqueçamos, mantendo em memória, o vómito que emporcalha o Brasil, certos de que o povo saberá dar, já está dando, a resposta necessária. O México é a nossa esperança, “aproveitem a oportunidade” diz o homem que veio dar alento a toda a América Latina e Caribe, a honestidade e competência que chegou à hora certa para impedir a tragédia já à beira do abismo.

ABRACEM O MÉXICO PERFILHEM A ESPERANÇA

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MÉXICO “Presidente Esperança”


 

Ninguém fala do México, a media à trela do gringo seu mentor, aguarda diretrizes. Nos laboratórios da insidia, o pérfido vizinho analisa letra a letra tudo o que diz ou pretende dizer Obrador, e no abecedário do crime fabrica a fagulha que ative o rastilho para fazer deflagrar a bomba do ódio e abra o caminho ao engenho letal.

Esqueçamos, mantendo em memória, o vómito que emporcalha o Brasil, certos de que o povo saberá dar, já está dando, a resposta necessária. O México é a nossa esperança, “aproveitem a oportunidade” diz o homem que veio dar alento a toda a América Latina e Caribe, a honestidade e competência que chegou à hora certa para impedir a tragédia já à beira do abismo.

ABRACEM O MÉXICO PERFILHEM A ESPERANÇA

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UMA LUTA SOBRE BRASAS I - Martinho Júnior

HOJE JÁ É TARDE DEMAIS


EM SAUDAÇÃO AO 25 DE MAIO, DIA DE ÁFRICA, QUANDO HÁ 56 ANOS, EM GRANDE PARTE EM FUNÇÃO DA LUTA DE LIBERTAÇÃO, SE CRIOU A ENTÃO “OUA”, ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE AFRICANA (https://www.officeholidays.com/countries/africa/african_unity_day.php)!

No Cunene, de há pouco mais de 100 anos a esta parte, estão-se jogando algumas das sagas mais decisivas do povo angolano e da África Austral.

Redescobrir essas sagas em nome da vida e das futuras gerações, é garantir a construção da plataforma do renascimento africano, no âmbito duma geoestratégia para um desenvolvimento sustentável que deveria ter sido justamente implementada em Angola de há pouco mais de 100 anos a esta parte, precisamente desde o momento em que ocorreu (perdendo-se tanto tempo) a conquista colonial!

Na luta contra a desertificação e a seca, foram roubados a África mais de 100 anos, pelo que na aplicação da lógica com sentido de vida torna-se premente acordar face aos atrasos que a que temos sido sujeitos em função dos processos histórico e antropológico, ganhando capacidade de consciência crítica em relação aos factores causais dos fenómenos correntes da expansão para norte dos desertos do Namibe e do Kalahári, do aquecimento de toda a região em conformidade com os parâmetros do aquecimento global, do ardente rigor da seca que está a pôr em causa a vida transfronteiriça envolvendo todo o sul de Angola e o norte da Namíbia e da premência em instalar uma...

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A NOVA ROTA DA SEDA CHINESA ESTÁ A ABRAÇAR A EUROPA


Octavio Serrano* | opinião

O chefe de Estado chinês, Xi Jinping, visitou recentemente a Itália; ali assinou um memorando com o governo italiano, que prevê investimento chinês, nos portos de Trieste e Génova, em infraestruturas e aquisições, de modo a que estes portos sejam concorrenciais com o de Roterdão na Holanda; já há alguns anos, os chineses tinham adquirido o porto do Pireu na Grécia, aproveitando-se da crise financeira do Estado Grego; na mesma linha foi subscrito em Portugal, um acordo de entendimento relativamente ao porto de Sines.

Como se vê, a preocupação chinesa é a de adquirir ou desenvolver infraestruturas logísticas, que forneçam suporte, à ofensiva comercial chinesa, que visa garantir ou expandir o seu controlo de mercados em todo o Mundo; a esta estratégia, designam eles, de a Nova Rota da Seda dos tempos modernos; um conjunto de canais de índole comercial, que visam garantir no futuro que os produtos manufacturados chineses, continuem a ter mercado garantido. A antiga rota da seda, de há dois mil anos, ligava a China à Europa, através da Ásia Central; foi por ela que chegavam as caríssimas sedas, que a aristocracia romana adorava; ao ponto, de o seu consumo excessivo ter contribuído para a bancarrota de Roma; e por fim para a sua queda!


Esta estratégia chinesa de expansão comercial insere-se numa luta pela sobrevivência; devido à concorrência, em termos de custo de mão-de-obra barata, por outros países do sudoeste asiático; como a India; o...

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Portugal | A Igreja Católica e as suas sugestões de voto


Ana Alexandra Gonçalves* | opinião

Igreja Católica Portuguesa decidiu entrar na campanha para as eleições europeias, anunciando os partidos em que os fiéis devem votar. O Patriarcado de Lisboa, com presença também nas redes sociais, porque Deus também aprecia estas coisas, publicou um gráfico com o seguinte título sugestivo: "Os partidos votam assim e eu?" O resultado? Existem três partidos que devem contar com os votos dos fiéis, isto a partir de parâmetros como a eutanásia, aborto, igualdade ou barrigas de aluguer (não, estas não se referem a partidos como o Aliança e Santana Lopes).

Assim, os fiéis devem confiar o seu voto ao CDS, Basta ou Nós, Cidadãos, e afastarem-se o máximo que puderem do PS e Bloco de Esquerda, esses filhos do Demo.

Entretanto, o mesmo Patriarcado vem mais tarde afirmar que foi imprudente fazer aquelas sugestões. Foi sem querer. A mensagem já foi passada, mas desculpem porque foi sem querer.

Na verdade, a Igreja Católica portuguesa, que se encontra ainda nos antípodas da Igreja apregoada pelo Papa Francisco, pode sugerir o que entender, mas não venha é dar a face mais hipócrita, porque honestamente já não há pachorra.


Relacionado em Página Global

Ver o original em 'Página Global' na seguinte ligação:

https://paginaglobal.blogspot.com/2019/05/portugal-igreja-catolica-e-as-suas.html

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  • Ladrões de Bicicletas (João Rodrigues)

Já não há paciência


Confesso que já não tenho qualquer paciência para os queixumes mais ou menos cínicos, mais ou menos ingénuos de intelectuais e políticos europeístas: aí que não se discute a tal Europa nas chamadas eleições europeias; aí que se está a perder mais uma oportunidade, ainda para mais agora que é tudo tão importante, etc, etc, até ao tédio final.

Os mais ingénuos parecem achar que as relações internacionais são uma espécie de colóquio sobre relações internacionais. Os cínicos sabem que as eleições europeias são no fundo um simulacro, dado que a UE é uma superestrutura pós-democrática, feita para esvaziar a democracia onde há povo, nas nações europeias.

Perante este estado de coisas há duas alternativas: a primeira, consiste basicamente na ignorância, na ignorância racional, como lhe chamam alguns economistas convencionais, sabendo que não se pode fazer grande coisa para mudar o estado de coisas ao nível de um Parlamento Europeu (PE) que francamente nunca devia ter sido criado; a segunda, consiste em usar todas as oportunidades e todos os espaços, mesmo o que parecem mais irrelevantes, para popularizar uma certa noção do interesse nacional. Eu favoreço a segunda hipótese, mas acho que a primeira pode ajudar a explicar uma parte da abstenção.

Sim, nestas eleições só se devem levantar questões nacionais, sabendo que estas exigem uma atitude de defesa perante a UE realmente existente. Sim, precisamos de uma espécie de realismo defensivo, em versão radicalmente...

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Portugal | Virtù – ou atirar dinheiro sobre a ética


A minha querida amiga Raquel Varela escreve num post no FB a propósito dos salários dos professores e direitos associados a serem ressarcidos do que não ganharam durante os anos de crise


“Surpreende-me que se fale sobre tudo nestes dias e nem uma palavra sobre o essencial: há algum lugar no mundo que tenha uma boa educação sem professores bem pagos? Não. Há algum lugar no mundo onde se possa viver de forma civilizada sem boa educação? Não. Se a carreira não for reconhecida a maioria dos professores vai estar a ensinar os nossos filhos sabendo que daqui a 10, 20 anos, ou 30 anos vai estar a receber menos de 1300 euros por mês e terá uma reforma inferior a 1000 euros. Ou seja, estamos a hipotecar não só o futuro dos professores mas de todas as gerações que entram na escola e que não vão ter à sua frente pessoas motivadas, empenhadas, desejosas de ensinar, mas o contrário.” - Raquel Varela

Ao contrário do que o texto de Raquel Varela pode fazer crer Portugal faz parte dos países da OCDE com maior percentagem de despesas em educação pública em percentagem do PIB.


Portugal integra o grupo de países com despesas em educação pública entre os 3% e os 3,5% de que fazem parte, entre os europeus: Áustria, Holanda, Suíça, Letónia e França. As despesas em educação de Portugal são percentualmente superiores às da Alemanha, Espanha, Grécia e Itália, todos...

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Trabalho de artistas africanos em destaque em duas exposições em Lisboa


ATÉ 25 DE MAIO

O trabalho de artistas de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe estão em destaque, a partir de hoje, em duas exposições patentes no espaço NOT A MUSEUM, em Lisboa, no âmbito da ARCOlisboa 2019.

'África Diversidade Comum', com curadoria de Manuel Dias dos Santos, junta obras de quase trinta artistas de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, e "Fronteiras Invisíveis" é uma exposição individual do artista luso-angolano Francisco Vidal.

A exposição coletiva pretende, "acima de tudo, conjugar trabalhos de artistas de gerações diferentes", explicou o curador da mostra, Manuel Dias dos Santos, em declarações à agência Lusa, referindo que "África Diversidade Comum" integra artistas nascidos nas décadas de 1940, 50, 60, 70 e 80.

Entre os artistas há cinco a quem Manuel Dias dos Santos chama "mestres" - Malangatana, Viteix, Eleutério Sanches, Kiki Lima e Paulo Kapela -, cujo trabalho "tem influenciado a grande maioria dos autores que vão estar presentes na exposição".

 
Os artistas angolanos estão, "naturalmente, em maior número, porque são os que têm um número mais expressivo em termos de presença nas coleções e nas galerias portuguesas". Além disso, "também são aqueles que, em termos globais, têm estado a expandir o seu trabalho pelos espaços de arte mais mediáticos, de Abu Dhabi, a Nova Iorque, a Veneza", afirmou o curador.

Os trabalhos expostos, de acordo com Manuel Dias dos Santos...

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BENFICA CAMPEÃO | "Chegámos justamente ao título, é mais do que merecido"


"Chegámos justamente ao título, é mais do que merecido. Que este título, que estava perdido, seja também a forma de dar mérito a quem ganha. Quando os adversários ganharem, temos de lhes dar mérito. Só assim eles nos darão mérito a nós", disse Bruno Lage, perante centenas de milhares de adeptos, na Praça Marquês de Pombal, em Lisboa.

O técnico, de 43 anos, pediu também aos adeptos a mesma exigência que apresentam à equipa da Luz em outros assuntos da sociedade, de forma a "reconquistar os valores de Portugal".

"Há coisas mais importantes do que o futebol, se vocês tiverem esta mesma exigência noutros temas da sociedade portuguesa, o nosso país vai ser melhor. Vamos reconquistar os valores de Portugal", pediu.

Bruno Lage agradeceu também aos adeptos e ao presidente dos 'encarnados', Luís Filipe Vieira, pela "oportunidade de ser treinador" da equipa principal do Benfica, mas sobretudo aos jogadores, em especial Jonas, que foi "um exemplo".

"Este título vem da aliança entre adeptos e jogadores. Obrigado ao presidente por me dar a oportunidade de ser treinador desta equipa e sobretudo ao trabalho que estes jogadores tiveram. O Jonas, com 35 anos, foi um exemplo para os mais novos e a base para esta equipa ser campeã", expressou.

O Benfica assegurou no sábado o seu 37.º título de campeão português de futebol, ao golear em casa o Santa Clara por 4-1, em jogo da 34.ª e última jornada da competição, que terminou com 87 pontos, mais dois do que o FC...

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Negociações na Noruega podem significar uma reviravolta do conflito na Venezuela


A Noruega se absteve de reconhecer Guaidó como presidente interino, uma posição que já havia sido interpretada como uma demonstração da disposição do país em mediar o conflito entre os partidos rivais da Venezuela

O rumor soava há vários dias e o primeiro a mencioná-lo em público foi o jornalista Vladimir Villegas, apresentador de um programa de televisão: partidos de oposição, entre eles o Voluntad Popular (de centro-esquerda) estavam negociando com o Governo de Nicolas Maduro, em busca de uma saída grave conflito político que o país atravessa.

No dia seguinte, Trump disse que a Venezuela está “no limiar de um evento histórico”.

Finalmente, foi confirmado pela Reuters que representantes do governo da Venezuela e da oposição estão na Noruega, no que poderia ser o prelúdio de uma negociação ou de seus estágios iniciais.



O ministro das Comunicações, Jorge Rodríguez, chefia a delegação do governo, acompanhado pelo governador do estado de Miranda, Héctor Rodríguez. Segundo relatos, pela oposição estavam Stalin González, Gerardo Blyde e Fernando Martínez.

Na quarta-feira, Maduro disse na TV estatal que Rodriguez estava “completando uma missão muito importante” no exterior.

Embora a Reuters diga que ainda não houve contato entre as partes, a AFP disse que no rádio e na televisão norueguesas foi relatado que os delegados já se encontram reunidos há dias.

“Cookie duro”

Depois de meses em que um setor da oposição, incentivado pelo presidente da Assembleia...

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Direita venezuelana acusa Guaidó de conspirar com Maduro


A direita venezuelana acusou o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, de encenação com o regime a troco de espaços de sobrevivência, ao aceitar negociar com o Governo do Presidente Nicolás Maduro.

Guaidó está sob o escrutínio da direita venezuelana, por, aparentemente, aceitar negociar com Maduro.

"Já vivemos este episódio várias vezes, de traições, de manipulação, de que pensamos que são opositores, que estão contra o regime mas que às escondidas fazem negociações com o regime, a troco de espaços de subsistência", disse o diretor do Movimento da Direita Liberal Autonomista da Venezuela, Marcos Polesel.

O dirigente de direita falava à Agência Lusa em Caracas, durante uma concentração nas proximidades da embaixada da Rússia na Venezuela, para pedir que aquele país deixe de apoiar e dar assessoria ao Governo de Nicolas Maduro.

Representantes do Governo e da oposição venezuelana viajaram até à Noruega na última quinta-feira para participarem em conversas exploratórias sobre uma solução para a crise política no país, uma informação confirmada pelo Governo norueguês e também por Juan Guiado.



"Uns 80% dos venezuelanos estamos fartos, cansados destas manipulações, porque duram há muitos anos", frisou.

Polesel, que também é criador da Frente Nacional das Direitas Unidas na Venezuela sustentou que atualmente o Governo venezuelano e o seguidores de Juan Guaidó "são duas minorias, dois setores mínimos que estão em pugna e que apenas os militantes vão às...

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Cristina Kirchner anuncia candidatura a vice-presidente da Argentina


Ex-líder descarta voltar à presidência e será vice na chapa de Alberto Fernández, seu ex-chefe de gabinete. Anúncio encerra meses de especulações sobre futuro político da senadora, vista como ameaça à reeleição de Macri.

A senadora e ex-presidente da Argentina Cristina Fernández de Kirchner anunciou neste sábado (18/05) que será candidata a vice-presidente nas eleições deste ano, e não líder da chapa, como era cotada. Seu ex-chefe de gabinete, Alberto Fernández, concorrerá à presidência.

"Pedi a Alberto Fernández que chefie a chapa que vamos integrar: ele como candidato a presidente e eu como candidata a vice nas próximas eleições primárias abertas, simultâneas e obrigatórias", disse ela em vídeo de 12 minutos publicado no Twitter.

"Estou convencida de que esta chapa que propomos é a que melhor expressa o que neste momento a Argentina necessita para convocar os mais amplos setores sociais e políticos e económicos também, não só para ganhar uma eleição, mas para governar."

Kirchner anunciou sua decisão, que vem como um passo surpreendente, dizendo estar convencida de que "a expectativa e a ambição pessoal têm de estar subordinadas ao interesse geral".



O anúncio encerra meses de especulações no âmbito político e na imprensa sobre o futuro político de Kirchner e direciona o foco sobre Alberto Fernández – que também foi chefe de gabinete de seu marido, o falecido ex-presidente Néstor Kirchner, entre 2003 e...

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Brasil | Bolsonaro alimenta rumores de renúncia ao partilhar texto a aliados


Presidente brasileiro fala em país "ingovernável" e que "a hipótese mais provável é uma ruptura institucional irreversível com desfecho imprevisível". Analistas dividem-se na interpretação do texto.

Um texto partilhado por Jair Bolsonaro num grupo de aliados no aplicativo Whatsapp a que o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso está a levantar rumores no Brasil. Rumores até de uma eventual renúncia do presidente da República.

No texto, que Bolsonaro diz ser de um autor anónimo mas que sites atribuem a um analista financeiro, o presidente chama o país de "ingovernável". Fala em "conchavos", diz que "o presidente não serve para nada", que "a hipótese mais provável é o governo morrer de inanição" e que pode vir aí "uma rutura institucional irreversível com desfecho imprevisível".

Primeiro nas redes sociais e depois nos jornais, o texto foi comparado à renúncia do presidente Jânio Quadros, que em agosto de 1961 abdicou do cargo apenas sete meses depois de tomar posse.



Para o cientista político Alberto Carlos Almeida, "é sim uma carta de renúncia". "Mas vinda de Bolsonaro pode ser qualquer coisa. Ele é muito burro: não conhece a língua portuguesa, não sabe utilizar símbolos, não entende dos detalhes da política. Assim, para ele, essa carta pode ser qualquer coisa".

Reinaldo Azevedo, colunista do jornal Folha de S. Paulo e de outros veículos, disse que depois da carta "só sobram dois caminhos a Bolsonaro: a renúncia ou o suicídio". "Eu sugiro o...

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Com Bolsonaro, Brasil perde ainda mais influência mundial


Presidente não era bem-vindo em Nova York e teve que buscar prêmio na província americana. Sequer uma personalidade de destaque foi à cerimônia. Isso deve ocorrer mais vezes, pois país perde importância.

Deveria ser uma cerimónia de premiação do presidente brasileiro nos EUA como Personalidade do Ano – e acabou sendo uma suja batalha política. A Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos queria homenagear nesta semana o presidente Jair Bolsonaro no Museu Americano de História Natural, em Nova York, junto com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo. O evento de gala anual, generosamente patrocinado por empresas brasileiras e americanas, é uma festa de rotina em que investidores e empresários comparecem buscando o acesso exclusivo aos premiados.

Mas desta vez tudo deu errado. Primeiro os patrocinadores do museu pressionaram e exigiram o cancelamento do jantar – devido ao conteúdo populista de direita e misantropo das opiniões de Bolsonaro. Quando a cerimónia de premiação foi transferida para um hotel, os primeiros patrocinadores retiraram o apoio. Aí o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, entrou na discussão: o presidente brasileiro não era bem-vindo "por causa de seus pontos de vista homofóbicos e racistas".

 
Por causa da resistência, os diplomatas de Bolsonaro transferiram o evento para Dallas, no Texas, onde a visita de 24 horas do presidente brasileiro quase não chamou a atenção. De Blasio ironizou, afirmando que Bolsonaro é covarde demais para aparecer...

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  • jorge rocha in 'Ventos Semeados'

A oportunidade para acabar de uma vez por todas com as comendas


Nos últimos anos da atividade profissional assisti ao colapso de um dos grandes mitos das décadas anteriores: o de sermos bafejados pela «sorte» de contarmos com gestores geniais, que conseguiam transformar em ouro tudo quanto tocavam. Os subsídios europeus eram fartos e os mais espertos cuidavam de lhes abocanharem a maior parte, apresentando-se aos compatriotas como eivados de poderes superiores, quase mágicos.
Veja-se o exemplo de João Rendeiro, que viu o seu Banco Privado Português falir na semana de apresentação de uma hagiografia, ironicamente, intitulada «Um Toque de Midas». E já tinham empalidecido as auréolas por cima das augustas cabeças de Jardim Gonçalves ou de Paulo Teixeira Pinto ao envolverem-se na guerra pela liderança do BCP. Ou começavam a estranhar-se as opções de Zeinal Bava ou Henrique Granadeiro nessa joia da coroa, que era a PT. Só faltava a família Espírito Santo revelar-se no seu engenho, que era também o de Horácio Roque, poupado pela oportuna morte para se livrar da anunciada bancarrota.
Vivia-se o tempo em que Joe Berardo era admirado pela sua inverosímil história: enriquecera nas minas da África do Sul e aterrara em Lisboa para dar a conhecer a prodigiosa coleção de arte moderna iniciada com a colaboração de Francisco Capelo nos anos noventa. Sabíamo-lo pouco dado à etiqueta, mas aceitávamo-lo no lote dos fazedores de dinheiro, que as capas da «Exame», e de outras publicações económicas, convertiam em ícones, depois replicados como tal nas revistas...

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  • in 'Estátua de Sal'

O senhor mil milhões

(Francisco Louçã, in Expresso, 18/05/2019)

Francisco Louçã

(Os meus parabéns a meia-haste ao Louçã, pelos três temas que aborda neste artigo. São os berardos-comendadores que vem já do tempo do Eça e por ele retratados com finura de mestre; são os artifícios – legais ou não -, a que, de forma subterrânea, grandes interesses privados recorrem para fazer vergar o Estado tornando-o numa espécie de cobrador de dízimos que depois lhes entrega, limpinhos e sem osso. É o caso dos tais activos por impostos diferidos para a Banca – um ROUBO a céu aberto aos contribuintes -, e das rendas excessivas da energia, outro ROUBO mas mais em céu nublado…

Assim sendo, qual a razão para parabéns só a meia-haste? É que há um denominador comum que enlaça os três casos e que Louçã nunca refere no seu artigo: chama-se “capitalismo”. Sim, “capitalismo” é um sistema económico de organização das sociedades onde os três casos referidos são triviais, fazendo parte da natureza íntima do sistema. Não dizer isso é ficar pela crítica dos epifenómenos sem se criticar a causa última que os determina.

Está na moda esta ausência de crítica sistémica. Até parece que o capitalismo já não existe – não passando de uma invenção de Karl Marx -, tendo morrido em 14 de Março de 1883, data da morte do mesmo Marx.

Comentário da Estátua, 18/05/2019)


Na viragem para o século XX, a figura dominante da finança portuguesa era Henry Burnay, nascido em Lisboa de pais...

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Brasil | O rastro de sangue que encurrala o clã Bolsonaro


Quebra de sigilo bancário do filho Flávio revelou envolvimento de 95 no esquema de “rachadinha”. Basta menos da metade abrir a boca para investigação ligar os pontos entre família do presidente, milícias e morte de Marielle

Gil Alessi, no El País Brasil | Outras Palavras

Pouco mais de cinco meses após o nome do motorista Fabrício Queiroz vir à tona em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras citado por movimentações atípicas, o primogénito do clã Bolsonaro, o senador Flávio, que até o final do ano passado o empregava em seu gabinete na Assembleia do Rio, começou a sofrer uma profunda devassa em suas contas bancárias. O Ministério Público do Estado pediu a quebra do sigilo bancário do parlamentar por um período de dez anos (entre janeiro de 2007 e dezembro de 2018), alegando haver indícios de lavagem de dinheiro e da operação de uma organização criminosa em seu gabinete — no total, 95 pessoas terão suas contas reviradas, sendo que ao menos nove delas também atuaram em algum momento com funcionários do atual presidente, segundo informações do jornal O Globo, e duas delas são ligadas ao miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, buscado pela polícia sob acusação de ser o chefe do grupo Escritório do Crime, suspeito de ter ligação com o assassinato da vereadora Marielle Franco.


A expectativa dos investigadores é de que, pressionados pela devassa fiscal, alguns alvos da investigação decidam colaborar com seus depoimentos, como ocorreu na Operação...

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  • in AbrilAbril

Extrema-direita tenta abolir direito ao aborto nos EUA

Apesar de ser um direito constitucional nos EUA, vários Estados aprovaram leis que limitam o direito ao aborto ou tentam mesmo aboli-lo, como aconteceu recentemente no Alabama e no Missouri.

Créditos / The Independent

A estratégia dos movimentos contra o aborto é levar o Supremo Tribunal (com uma composição mais conservadora após as nomeações de juízes feitas por Donald Trump) a rever a jurisprudência que o autoriza em todo o país.
 
Na passada sexta-feira, a Câmara de Representantes estadual no Missouri acolheu uma lei já validada pelo Senado estadual para impedir o aborto após oito semanas de gravidez, mas que também a proíbe depois de o feto se desenvolver ao ponto de já poder sentir dor.

Com a aprovação na Câmara de Representantes, a lei vai agora para o governador Republicano, Mike Parson, que tem manifestado o seu apoio a esta tendência de limitar o aborto.

«Vamos tornar o Missouri um dos Estados mais pró-vida dos EUA», disse recentemente Parson, dizendo que tenciona cumprir a promessa que fez aos eleitores de continuar a lutar contra o direito ao aborto.

Mas Parson e o Missouri têm concorrência forte para aquele estatuto, depois de na última semana o Alabama ter aprovado uma lei que bane o aborto quase sem excepções, tornando-a a mais restritiva nos EUA.

A lei apenas permite excepções para «evitar o risco sério de saúde para a mãe da criança não nascida», para gravidezes ectópicas e se a criança não nascida tiver uma anomalia letal», todas as outras situações...

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  • in AbrilAbril

Os manuais escolares gratuitos são para concretizar

É a primeira vez que se alargarão os manuais gratuitos até ao 12.º ano. Foram afastadas as alegadas insuficiências orçamentais para a sua implementação já no próximo ano lectivo.

Paulo Novais / LUSACréditosPaulo Novais / Agência LUSA

Desde a aprovação da gratuitidade dos manuais escolares – conquista da actual solução política –, e pese embora o balanço positivo feito da sua concretização, subsistem, não obstante, ideias que visam desvirtuar a medida ou fazer depender a sua sustentabilidade, nomeadamente da reutilização dos livros.

A questão da reutilização dos manuais escolares como condição para a sustentabilidade da medida (cuja insistência tem sido feita pelo Governo e na passada semana repetida pelo Tribunal de Contas) esbarra com a realidade pois os manuais, em particular os do 1.º ciclo, estão feitos para uma aprendizagem prática (com desenhos, colagens, etc.).

Aliás o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, veio dizer que «enquanto os manuais do 1.º ciclo continuaram a ser concebidos para se escrever, desenhar e colar autocolantes nos livros, não haverá condições para que possam ser reutilizados».

Também Jorge Ascensão, presidente da Confederação das Associações de Pais (Confap), defende que, para que existisse reutilização de manuais, teriam de ser definidos prazos diferentes para a sua entrega, tendo em conta o ciclo. Pois, no seu...

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Era nuclear: A humanidade está a namoriscar com a extinção


A verdade mais impressionante e assustadora sobre a era nuclear é a seguinte: as armas nucleares são capazes de destruir a civilização e a vida mais complexa do planeta, mas quase nada está a ser feito a este respeito.

David Krieger* | opinião

A Humanidade está a namoriscar com a extinção e está a sentir a "agonia das rãs". É como se a espécie humana tivesse sido colocada num caldeirão de água morna - metaforicamente em relação aos perigos nucleares e literalmente no que diz respeito à mudança climática - e parecesse estar calma dentro da água, enquanto a temperatura sobe em direcção ao ponto de ebulição. Neste artigo, concentro a minha atenção no caldeirão metafórico de aquecimento da água, a caminho da fervura, representando os perigos nucleares crescentes que são confrontados por toda a Humanidade.

Por mais perturbador que seja, não há virtualmente nenhuma vontade política da parte das nações que possuem arsenais nucleares de alterar esta situação perigosa; e, apesar das obrigações legais de negociar de boa fé, o fim da corrida armamentista nuclear e o desarmamento nuclear, não há grande esforço entre os países detentores de armas nucleares e os países sob o guarda-chuva nuclear (países da NATO) para atingir o zero nuclear. Enquanto os países sem armas nucleares negociaram o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares (TPNW) e estão a diligenciar estabelecer a entrada em vigor deste Tratado, os países que possuem armas e aqueles que se abrigam sob a sua...

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Monsanto está virando o coveiro da Bayer


As notícias ruins não param desde que a empresa alemã adquiriu a fabricante americana de pesticidas. É hora de reconhecer o erro e agir, afirma o jornalista Henrik Böhme.

Basta pegar a calculadora: se cada processo envolvendo o glifosato que ainda aguarda julgamento – são 13.400 nos EUA – receber a mesma compensação por câncer que o casal Paar Alva e Alberta Pilliod – 1 bilhão de dólares para cada um – a conta total é de inacreditáveis 13 trilhões de dólares.

Uma coisa está clara desde o início: nunca a Bayer conseguirá pagar tudo isso. Seria o fim da empresa, depois de 156 anos de história e tradição.

Os coveiros têm residência no Missouri, nas proximidades de St. Louis. Até ser incorporada pela Bayer, a Monsanto era uma empresa independente, com ações negociadas em bolsa de valores. Era também uma empresa com uma fama dúbia e uma imagem péssima. Nada disso impediu Werner Baumann, que há três anos senta na cadeira de presidente na central de Leverkusen, de comprar esse abacaxi. Pela exorbitância de 59 bilhões de euros. Hoje a Bayer, na bolsa, incluindo a Monsanto, não vale mais nem 54 bilhões.


Tudo isso já havia tirado do sério os acionistas da Bayer, que, três semanas atrás, negaram à direção da empresa a aprovação de suas ações – foi a primeira vez que isso aconteceu a uma empresa do Dax, o índice que reúne as 30 maiores empresas da Bolsa de Frankfurt.

Só que as notícias ruins não param: no fim de semana, a imprensa francesa publicou que a Monsanto...

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A hostilidade aos professores

(José Pacheco Pereira, in Público, 18/05/2019)

Pacheco Pereira

A hostilidade aos professores é evidente em muitos sectores da sociedade portuguesa. Manifestou-se mais uma vez no último conflito gerado pelas votações dos partidos na Assembleia atribuindo aos professores a contagem integral do tempo de serviço. Antes, durante e depois deste processo, a vaga de hostilidade aos professores atingiu níveis elevados, com a comunicação social a escavar fundo a ferida, com sondagens orientadas e uma miríade de artigos de opinião e editoriais.

Valia a pena parar para pensar, porque este movimento de hostilidade é mais anómalo do que se pensa, e acompanha outros, como o ataque aos velhos como sendo um “fardo” dos novos. Mostram que estamos a entrar numa cosmovisão social que implica um retrocesso enorme naquilo a que chamamos precariamente “civilização”. É preciso recuar muito para encontrar ataques aos professores, o último dos quais teve expressão quando a escola laica, em países como a França, foi um alvo importante da igreja, que tinha o monopólio do ensino.

Mas eu seria muito cuidadoso sobre as razões dessa actual hostilidade, porque ela incorpora aspectos muito negativos da evolução da nossa sociedade. É um caminho que muita gente está a trilhar, sem perceber que ele vai dar a um profundo retrocesso. E isso acontece muitas vezes na história: anda-se para trás quase sem se dar por ela, contando com a inacção, a apatia, ou a...

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