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  • Liquidando líder ou invadindo militarmente: possíveis cenários dos EUA na Venezuela

mundo001Diversos pontos de vista sobre assuntos de caráter global/mundial.

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Analistas: Guaidó apoia intervenção dos EUA após perder credibilidade entre oposição

Líder da oposição venezuelana e presidente autoproclamado, Juan Guaidó, fala com os apoiadores perto da base aérea La Carlota, em Caracas

© AP Photo / Fernando Llano

Especialistas acreditam que, enquanto a administração Trump está pronta para explorar os recursos da Venezuela, o líder opositor venezuelano Juan Guaidó está desesperado pedindo a Washington que intervenha no país.

Steve Ellner, editor-chefe da revista Latin American Perspectives, disse à Sputnik Internacional que o golpe de Estado fracassado do dia 30 de abril forçou Guiado a tomar medidas mais drásticas.

"Três vezes neste ano - em 23 de janeiro, 23 de fevereiro e mais recentemente em 30 de abril - Guaidó assegurou aos seus seguidores que Maduro seria deposto em questão de dias. Como resultado dessas três derrotas, Guaidó perdeu credibilidade entre as fileiras da oposição. Seu apoio à intervenção militar norte-americana deve ser visto nesse contexto", disse Ellner.

Segundo pesquisas de opinião pública, a grande maioria dos venezuelanos se opõe à intervenção militar dos EUA na Venezuela.


O jornalista ressalta que o grupo de radicais oposicionistas incluem líderes como Antonio Ledezma, que usa o eufemismo "intervenção humanitária" para se referir à invasão militar, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que afirma que a intervenção militar norte-americana na Venezuela não violaria o direito internacional, Diego Arria, que afirma que uma intervenção norte-americana seria...

Venezuela

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A necessária recuperação do debate estrutural na América Latina

Por trás da visão de exploração e exportação de petróleo cru está novamente aquele ideário liberal e de posição subordinada do Brasil na divisão internacional do trabalho.

Dois temas ocuparam lugar de destaque na agenda das discussões socioeconômicas neste início do século XXI: o redesenho do mapa geopolítico e a polarização crescente da riqueza e do poder mundial; e a pauperização de grandes massas populacionais, sobretudo na periferia do sistema capitalista. Estes não são problemas novos, pois vêm sendo discutidos há muito tempo, no campo teórico e político. Cabe lembrar que tais problemas se intensificaram no período denominado de globalização.

Essa “fase” não pode ser tratada como algo necessariamente novo, é uma espécie de exacerbação do liberalismo clássico, econômico e político, em particular da sua crença num capitalismo sem fronteiras e gerido por Estados nacionais que fossem reduzidos às suas funções mais elementares. Outro elemento central nesse ideário é a certeza de que a desregulação dos mercados e a liberalização das economias nacionais promoveria no médio prazo a convergência da riqueza das nações e a redução das desigualdades entre as classes sociais.

Na América Latina, essas ideias acabaram dominando o pensamento político e acadêmico, durante as décadas de 1980 e 1990, e se transformaram no fundamento teórico e ideológico de um novo projeto econômico de desenvolvimento, “associado e dependente” das grandes potências, em particular...

América Latina

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Bolsonaro pede para militares não 'alimentarem discussão' com Olavo de Carvalho

Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante jantar em Washington, na Embaixada do Brasil nos EUA

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, declarou nesta terça-feira (7) que o presidente Jair Bolsonaro pediu aos militares que evitem atritos com o ideólogo Olavo de Carvalho.

"A postura do presidente é muito clara e acho que muito lúcida. Diante de todos os fatos que já aconteceram, ele determinou que a gente virasse a página disso e deixasse de alimentar essa discussão, que não tem acrescentado nada. A melhor solução daqui para frente é esse silêncio", Heleno em entrevista ao blog de Cristiana Lôbo, do G1. 


Na última segunda-feira (6), o ex-comandante do Exército Brasileiro e integrante do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Eduardo Villas Bôas, teceu duras críticas ao guru do governo do presidente Jair Bolsonaro, Olavo de Carvalho, após ataques contra o general Carlos Alberto Santos Cruz, ministro da Secretaria de Governo.

A mensagem do ex-comandante do Exército expôs mais uma vez a insatisfação com Olavo de Carvalho por parte dos militares, alvos recorrentes das ofensas proferidas por Olavo e seus aliados.

Enquanto isso, Olavo de Carvalho voltou disparar postagens no Twitter com críticas aos militares, e, em especial, contra a solidariedade prestada ao general Villas Bôas. 

Brasil

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Disaster Capitalism – The Mask of Anarchy

Disaster Capitalism - The Mask of Anarchy

 

Disaster Capitalism - The Mask of Anarchy - TruePublica

8th May 2019 / United Kingdom

By George Monbiot: Part of me wants to smash it all up. I want to see the British bubble burst: the imperial nostalgia, the groundless belief in the inherent greatness of this nation, the casual dishonesty of those who govern us, the xenophobia, the intolerance, the denial, the complacency. I want those who have caused the coming disaster to own it so that no one ever believes them again. No Deal Brexit? Bring it on.

 

Such dark thoughts do not last long. Then I remember it will be the poor who get hurt, first and worst. The rich leavers demanding the hardest of possible Brexits, with their offshore accounts, homes abroad and lavish pensions, will be all right. I remember the eerie silence of the City of London. While the bosses of companies producing goods and tangible services write anxious letters to the papers, the financial sector stays largely schtum. Shorting sterling is just the first of its possible gains.

The Asian financial crisis of 1997-98, caused by the IMF’s insistence that countries removed their capital controls, began with an attack by foreign speculators on Thailand’s baht. As currencies tanked and nations raised their interest rates, indebted companies went down like flies. Foreign corporations, particularly from the US, swept in and bought the most lucrative assets for a...

Capital

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Os EUA precisam desesperadamente de um novo secretário de Estado

por Paul Craig Roberts

O instigador da guerra ignorante, disfarçado de secretário de Estado americano, deveria ser preso pela sua imitação de funcionário do governo americano. Mike Pompeo não pode ser secretário de Estado dos EUA, porque nem mesmo Donald Trump nomearia um idiota para essa alta posição, visto que ele pensa que o Artigo 2 da Constituição dá ao presidente, autoridade para declarar a guerra e invadir outros países.

Eis o que disse, o estúpido impostor Pompeo: "O Presidente tem toda a autoridade que lhe é conferida pelo Artigo 2 e estou muito confiante de que qualquer acção que tomemos na Venezuela será legítima”. Foi a resposta dada por Pompeo quando inquirido sobre a possibilidade de o Presidente Trump intervir na luta pelo poder desse país sem a aprovação do Congresso. www.rt.com/usa/458433-venezuela-military-invasion-lawful-pompeo/ É claro que não é "a luta pelo poder desse país". É o esforço de Washington para derrubar a Revolução Bolivariana e recuperar o controlo sobre os recursos da Venezuela.

Pompeo é duplamente idiota. A Constituição dos EUA dá o poder de declarar guerra apenas ao Congresso. Além do mais, de acordo com as leis de Nuremberg estabelecidas pelo governo dos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial, é crime de guerra cometer agressão, que é o que seria a intervenção militar dos EUA na Venezuela.

Eu deveria ter dito que Pompeo é triplamente idiota, porque afirma que os países que defendem diplomaticamente o governo...

Guerra e Paz, USA

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O euro tem 20 anos: quem são os perdedores? quem são os ganhadores? – Parte II

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O euro tem 20 anos: quem são os perdedores? quem são os ganhadores?

Mesmo 20 anos após a sua introdução, o euro continua a ser controverso. No presente trabalho utilizou-se o método do controlo sintético para analisar quais os países que beneficiaram e os que perderam  com a criação do euro

► A Alemanha é de longe o país que mais beneficiou com a introdução do euro: de 1999 a 2017, com um ganho de quase  1,9 milhão de  milhões  de euros. Isto corresponde a cerca de 23.000 euros por habitante. Além da Alemanha  só os Países Baixos beneficiaram substancialmente com a introdução do euro.

► Nos primeiros anos após a introdução do euro, a Grécia beneficiou massivamente  do euro, mas sofreu perdas significativas desde 2011. Durante todo o período, o saldo é levemente  positivo em +2 mil milhões de euros, ou seja, +190 euros por habitante.

► Em todos os outros países estudados, o euro levou a uma queda na prosperidade: em França, 3,600 milhões de  milhões de euros e até mesmo 4,300 milhões de  milhões de euros na Itália. Isto corresponde a uma perda de 56 000 euros por habitante em França e 74 000 euros por habitante em Itália.


(Alessandro Gasparotti et Matthias Kullas, Fevereiro de 2019)

 

  1. Resultados por país

Este capítulo apresenta os retratos dos países da zona euro analisados. Trata-se da Bélgica, Alemanha, França, Grécia, Itália, Holanda, Portugal e Espanha.

Cada...

União Europeia, Dossiê: União Europeia em reflexão

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  • joaompmachado in 'A Viagem dos Argonautas'
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UM EX-PRESIDENTE (JIMMY CARTER) DOS ESTADOS-UNIDOS VAI CONTRA TODA A ELITE DO PAÍS – de SPUTNIK NEWS – enviado por CAMILO JOSEPH

OBRIGADO A SPUTNIK NEWS E A CAMILO JOSEPH

 

https://mundo.sputniknews.com/america_del_norte/201904201086821080-jimmy-carter-critica-politica-belica-de-eeuu/

Un expresidente de EEUU va contra toda la élite del país – Sputnik Mundo – mundo.sputniknews.com El único presidente de Estados Unidos en completar su mandato sin guerras, ataques militares u ocupaciones ha llamado a su país “la nación más guerrera de la historia del mundo”. mundo.sputniknews.com

 

El único presidente de Estados Unidos en completar su mandato sin guerras, ataques militares u ocupaciones ha llamado a su país “la nación más guerrera de la historia del mundo”.

Durante un discurso en la escuela dominical de la Iglesia Bautista Maranatha en Plains, Georgia, Jimmy Carter, el 39º presidente de Estados Unidos, habló sobre una reciente conversación que ha tenido con Donald Trump, el actual mandatario del país, sobre China. De acuerdo con Carter, Trump le dijo que estaba particularmente preocupado por cómo el país asiático se está “adelantando” a EEUU.

 

Clique no link abaixo para ler a continuação:

https://mundo.sputniknews.com/america_del_norte/201904201086821080-jimmy-carter-critica-politica-belica-de-eeuu/

Ver original em 'A viagem dos Argonautas' na seguinte ligação:

https://aviagemdosargonautas.net/2019/05/07/um-ex-presidente-jimmy-carter-dos-estados-unidos-vai-contra-toda-a-elite-do-pais-de-sputnik-news-enviado-por-camilo-joseph/

USA

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A CHARADA DA «REPOSIÇÃO» DO TEMPO DE SERVIÇO DOS PROFESSORES

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A maior parte das pessoas não compreende até que ponto todo este processo está ferido de profunda ilegalidade, que - neste caso concreto - é absoluto sinónimo de injustiça. Os professores tinham uma carreira, em que podiam progredir de «escalão», mediante a frequência de acções de formação e dos anos de serviço. O processo era mais exigente do que o da generalidade das carreiras da função pública, onde as «diuturnidades», ou seja, os anos de serviço, eram o único critério para se mudar de escalão remuneratório. 
A carreira docente começou a ser atacada com as «reformas» (contra-reformas) de Lurdes Rodrigues, a ministra da educação do governo Sócrates, detestada pela generalidade dos docentes e por uma grande fatia da população. Neste governo Sócrates, foi feita uma autoritária reforma, que tinha o objectivo claro de dificultar o acesso dos docentes aos escalões superiores da carreira, limitando artificialmente o número de vagas e sujeitando-as a «provas» ou «concursos» que, na verdade, eram ilegais e inconstitucionais no seu desenho. 
Mas, nessa época, havia uma «maioria» circunstancial de apoio ao governo PS, por parte da direita (PSD+CDS), para comprimir o «bolo» salarial nos docentes. 
Com a entrada de Passos Coelho e da «troica», foram congeladas as progressões, mesmo as que já tinham sofrido forte restrição de progressão, sob o ministério anterior de Sócrates/Maria de Lurdes Rodrigues. O tempo de serviço tem de ser contabilizado na progressão...

Trabalho, Conflitualidade social, Educação

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Bolsonaro assina nova regulamentação sobre uso de armas

O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, na solenidade de sanção da Lei de Cadastro Positivo, em Brasília, em 8 de abril de 2019

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, assinou hoje um novo decreto que flexibiliza a posse e o uso de armas de fogo e munições pelos atiradores esportivos, colecionadores e caçadores, os chamados CAC.

Em discurso durante a cerimônia, realizada na tarde desta terça-feira no Palácio do Planalto, o chefe de Estado disse que a segurança pública deve começar dentro de casa.

 

Entre as mudanças presentes no novo documento está o fim da restrição da importação de armas, permissão para que as armas possam ser transportadas já carregadas e extensão da posse por fazendeiros para todo o perímetro de sua propriedade.

A flexibilização da posse e do porte de armas foi uma das principais promessas de campanha do agora presidente Bolsonaro, que sempre defendeu a medida como uma forma de aumentar a segurança do chamado cidadão de bem. Muitos especialistas, no entanto, afirmam que quanto mais armas estiverem em circulação maiores serão os índices de acidentes e de crimes violentos cometidos. 

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/brasil/2019050713830549-decreto-uso-armas/

Brasil

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  • Ladrões de Bicicletas (Vicente Ferreira)
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Pensar o socialismo nunca fez tanto sentido

Faz sentido falar de socialismo hoje? Este é o pontapé de saída do recente livro ABC do Socialismo: um guia para pensar e agir, coordenado por Catarina Príncipe e João Mineiro e que conta com capítulos de várias autoras e autores com percursos diferentes.

 

As notícias do fim da história depois da queda da União Soviética foram manifestamente exageradas, bem o sabemos. Os autores recordam, com razão, que o mundo vive hoje “velhas-novas atribulações” – a recente crise económica, os problemas ambientais, a ascensão dos fascismos e as lutas e movimentos sociais. Um dos autores notava, em resposta a uma recensão do livro, que este “se posiciona perante uma tripla fronteira: a da rendição da social-democracia ao neoliberalismo; a da degenerescência autoritária do socialismo real; e a da suposta autossuficiência das lutas autónomas.” 

 

Se o fim da história não se verificou, e se continuamos a ser confrontados com problemas incontornáveis, talvez não seja má ideia (re)pensar as formas de combate e as possibilidades de transformação da sociedade. É isso que o livro faz, percorrendo vários temas, da democracia e das formas de distribuição da riqueza às alterações climáticas, passando pela guerra, o feminismo, o racismo, os bancos e até os robots, tratando-os de forma informada, acessível e convincente na crítica à atual organização das sociedades em torno do dinheiro e do individualismo e na defesa do socialismo, esse domínio “onde não haja lugar para...

Socialismo

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Uma fraude chamada Felicidade

Com o individualismo, floresceu a happycracia, que transforma a autosatisfação num dever, a ser alcançado apesar das misérias mundanas. Que tal propor, como alternativa, o conflito transformador — sentido essencial da política?
José Durán Rodríguez, em El Salto | Outras Palavras | Tradução: Ricardo Cavalcanti-Schiel | Imagem: Joan Cornellà
No inverno de 2013, a multinacional de refrigerantes Coca-Cola anunciou na Espanha o lançamento de uma página web com mais de 400 estudos sobre felicidade e saúde, que se pretendia como referência no campo das pesquisas sobre bem-estar. O fez por meio do Instituto Coca-Cola da Felicidade, constituído no âmbito da divisão espanhola da companhia, que em 2010 e 2012 já tinha organizado em Madri duas edições de um evento denominado Congresso Internacional da Felicidade.

Entre o artifício publicitário e a produção de uma imagem amigável para a marca, sob o álibi filantrópico de responder ao crescente interesse sobre o tema, a Coca-Cola se juntou a uma agenda global que propõe ser feliz como resposta para todos os males.

Margarita Álvarez é uma das 50 mulheres mais poderosas da Espanha, segundo a revista Forbes, e também foi incluída na lista das 100 mulheres mais influentes do país em 2016, na categoria das executivas, elaborada pelo portal Mujeres&Cia [Nota do Tradutor: algo como a versão espanhola exclusivamente feminina da revista Você S.A.]. Álvarez criou e...

Felicidade

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OIT: o trabalho no futuro

Manuel Carvalho da Silva | Jornal de Notícias | opinião

A Organização Internacional do Trabalho (OIT), cuja criação em 2019 constituiu "o contrato social universal mais ambicioso da história", encarregou uma comissão mundial - tem como copresidentes Stefan Lofven, primeiro-ministro da Suécia, e Ciryl Ramaphosa, presidente da África do Sul - de elaborar um relatório sobre o futuro do trabalho.

Este relatório, "Trabalhar para um futuro melhor", deverá inspirar os debates da 108.ª sessão da Conferência Internacional do Trabalho e deve constituir o ancoradouro da previsível Declaração do Centenário. Foram convidados a estar presente os chefes de Estado e de Governo. O seu conteúdo, de caráter institucional reformista, ancora-se numa observação profunda da sociedade, sem determinismos bacocos ou sujeições ao mainstream, como acontece com muitos "estudos científicos" que hoje nos são disponibilizados.

Por que razão um relatório de tão profundo conteúdo não merece espaço nos nossos órgãos de comunicação, quando vemos qualquer estudo com conclusões requentadas sobre a Segurança Social, o trabalho, a saúde, a proteção social ou o ensino merecer horas de discussão, desde que venha carregado de alarmismos que atrofiem o futuro das pessoas?



Os dirigentes políticos e os empregadores vão preparar-se para responder aos desafios do relatório com competência e seriedade, assumindo a responsabilidade de que "temos pela frente inúmeras oportunidades para melhorar...

Trabalho

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  • A.Teixeira in 'Herdeiro de Aécio'
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AS ELEIÇÕES PARA OS PRIMEIROS PARLAMENTOS REGIONAIS ESCOCÊS E GALÊS

6 de Maio de 1999. Realizam-se eleições simultâneas para os primeiros parlamentos da Escócia e do País de Gales. Se, de há muito, todos nos havíamos habituado à existência de selecções de futebol ou de rugby distintas da inglesa (abaixo), a verdade é que a existência de uma câmara representativa local é um fenómeno com apenas vinte anos.

 

Veja o original em 'Herdeiro de Aécio' na seguinte ligação::

http://herdeirodeaecio.blogspot.com/2019/05/as-eleicoes-para-os-primeiros.html

Memória

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Ex-relator da ONU: Maduro poderia ser morto para EUA aumentarem pressão sobre Venezuela

Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na frente de apoiadores, 6 de abril de 2019

© REUTERS /

Especialistas compartilharam suas opiniões referentes à recente tentativa de golpe de Estado na Venezuela, apoiada pelo EUA, e sobre os esforços fracassados de Washington para depor Maduro.

Segundo Alfred de Zayas, advogado, historiador e ex-relator da ONU para a Venezuela, o fracasso de Washington em substituir o presidente venezuelano Nicolás Maduro pelo líder da oposição, Juan Guaidó, pode levar os EUA a tentar matar o presidente legítimo da Venezuela.


"Sei de fontes confiáveis que há vários meses os EUA vêm oferecendo grandes quantias de dinheiro e prometendo outras regalias a qualquer militar que desertar […] Sem dúvida, eles têm financiado toda e qualquer tentativa de golpe, incluindo tentativas fracassadas de assassinato de Maduro. Os EUA continuarão neste caminho, e talvez consigam ter Maduro assassinado", disse ele à Sputnik Internacional.

No entanto, para o advogado americano, os EUA não conseguirão alcançar seu objetivo mesmo que se livrem de Maduro.

"De acordo com o artigo 233 da Constituição venezuelana, a atual vice-presidente, Delcy Rodríguez, se tornaria presidente interina, e não Guaidó, que, de acordo com a Constituição venezuelana, tem legitimidade zero", ressaltou o historiador.

Poderia haver ainda outro cenário, uma operação de bandeira falsa, na qual a CIA mataria Guaidó e o usaria como pretexto para intervir, sugeriu o...

Imperialismo, Venezuela

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Levantamento popular e ingerência no Sudão*

O levantamento popular no Sudão forçou este mês o afastamento e a prisão do presidente Omar al-Bashir. Mas tratou-se de um golpe palaciano levado a cabo por oficiais comprometidos com o regime, que procuraram através de um Conselho Militar de Transição (CMT) preservar com outros rostos o poder ditatorial.

A situação é tensa, com a recusa do CMT em entregar ou sequer partilhar o poder com os civis e com as massas populares a exigir o avanço de transformações democráticas. E é tanto mais grave quanto se sabe que os Estados Unidos e os seus aliados na região estão a apoiar os generais da junta militar, com as já habituais manobras de pressão e ingerência.

A União Africana concedeu à junta militar do Sudão dois meses para entregar o poder a uma autoridade civil que dirija a transição para a democracia.

A organização pan-africana vai assim ao encontro das exigências das forças democráticas sudanesas que, com expressivo apoio popular, desde há meses intensificaram a luta contra a ditadura e pela liberdade.

O Sudão é o terceiro maior país africano. Com mais de 40 milhões de habitantes, é rico em petróleo e gás natural – apesar de ter perdido três quartos desses recursos com a secessão do Sudão do Sul, em 2011. Além dos hidrocarbonetos, o Sudão beneficia da sua localização, junto do Mar Vermelho, via fundamental do comércio mundial.

Desde Dezembro de 2018 que a revolta sudanesa cresceu, primeiro com protestos contra a alta do preço do pão, depois com manifestações nas ruas e...

Sudão

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ONU: um milhão de espécies estão ameaçadas de extinção

Um milhão de espécies de animais e plantas estão ameaçadas de extinção, segundo o relatório da Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços de Ecossistema (IPBES).

A plataforma da Organização das Nações Unidas (ONU) contou com 145 cientistas de 50 países, no que é o considerado o relatório mais extenso sobre perdas do meio ambiente. A informação é do Portal G1. 

O estudo, divulgado nesta segunda-feira (6), foi feito com base na revisão de mais de 15 mil pesquisas científicas e fontes governamentais. Os cientistas destacam cinco principais causas de mudanças de grande impacto na natureza nas últimas décadas:

  • perda da habitat natural
  • exploração das fontes naturais
  • mudanças climáticas
  • poluição
  • espécies invasoras

Desde 1900, a média de espécies nativas na maioria dos principais habitats terrestres caiu em pelo menos 20%. Mais de 40% das espécies de anfíbios, quase 33% dos corais e mais de um terço de todos os mamíferos marinhos estão ameaçados. Pelo menos 680 espécies de vertebrados foram levadas à extinção desde o século 16.

Três quartos do ambiente terrestre e cerca de 66% do ambiente marinho foram significativamente alterados por ações humanas. Em média, essas tendências foram menos severas ou evitadas em áreas mantidas ou gerenciadas por povos indígenas e comunidades locais.

Além disso, um terço das áreas terrestres e 75% do uso de água limpa é para plantação e criação de animais para...

Ambiente

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Secretário-geral da ONU pede cessar-fogo na Líbia e fim da ofensiva em Trípoli

Um membro das forças governamentais reconhecidas internacionalmente na Líbia dispara durante uma luta contra forças orientais em Ain Zara, Trípoli.
© REUTERS / Ismail Zitouny

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, pediu nestaa segunda-feira a todas as partes envolvidas no conflito líbio que se comprometam com um cessar-fogo e suspendam a ofensiva em andamento em Trípoli.

"Minha posição é muito clara — é um apelo ao cessar-fogo, o que significa a cessação das hostilidades", disse Guterres a repórteres.


Guterres pediu que todos as partes estrangeiras parem de intervir no conflito e deixem os líbios resolverem a crise sozinhos.

O secretário-geral da ONU também expressou esperança de que a melhoria das condições na Líbia permitiria avançar com a Conferência Nacional, adiada devido à retomada dos combates.

“O que precisamos é acabar com interferências estrangeiras para permitir que os líbios se reúnam mais uma vez para discutir seriamente. Tivemos iniciativas comuns… a uma Conferência Nacional a ser realizada na Líbia ”, disse Guterres. “Esperamos que as condições sejam estabelecidas, permitindo que essa [iniciativa] avance novamente no futuro”.

No início de abril, o Exército Nacional da Líbia (LNA) iniciou uma ofensiva em Trípoli, que é controlada pelo Governo do Acordo Nacional (GNA), apoiado pela ONU. O GNA anunciou dois dias depois uma contra-ofensiva apelidada de "Vulcão de Raiva". Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 430 pessoas foram mortas e mais de 2.000...

Líbia

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Insanidade e decadência do imperialismo (1ª parte)

por Daniel Vaz de Carvalho

1 - A esquizofrenia

Imperialismo, significa o domínio político e económico de uma nação sobre outras. O imperialismo, fase suprema do capitalismo (Lenine), encontra-se numa fase senil, de que a esquizofrenia – doença mental caracterizada pela dissociação entre o pensamento e a realidade – é um sintoma.

O problema dos mentirosos e da manipulação é que acabam por acreditar no que dizem, pois até são recompensados por isso. Como os que os contradizem são marginalizados ou perseguidos, agentes e mandantes acreditam que o mundo pode ser formatado segundo os seus desejos. É o fundamento da esquizofrenia imperialista, desligada de uma realidade de que perdeu o controlo e que derivou em esquizomania, uma patologia que origina negativismo e reações violentas perante a realidade. Donde as ameaças, conspirações, sanções, guerras de agressão.

A RTP 3 transmite um programa da CNN designado GPS, segundo o anúncio, é nesta "Praça Pública Global", que vai compreender o mundo, todos os dias, com o conhecimento e explicações de Fareed Zakaria.

Este "comentador" considera por exemplo que Trump "não está disposto a confrontar Putin de forma alguma com qualquer questão". "A grande questão para Washington é: será que Moscovo se permitirá zombar de outra linha vermelha dos EUA?" "Os Estados Unidos e a Rússia adotaram posições incompatíveis. Como na Síria, existe o perigo de que, se Washington não apoiar suas palavras com ações, daqui a um ano, estaremos a...

Imperialismo

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  • As palavras são armas
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Mais um golpe em marcha

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O Império não pode permitir que um homem da estatura de Andrés Manuel López Obrador liberte do seu jugo um povo com uma cultura tão própria e, tão genuína que o esmaga.



Crime de lesa Império
Neste 1º de Maio AMLO anunciou um documento histórico, a publicação no Diário Oficial da reforma laboral.
“A democracia e a liberdade não tinham chegado ao mundo do trabalho”
E O NEOLIBERALISMO TAMBÉM NÃO TINHA SIDO POSTO EM CAUSA
BASTARAM CEM DIAS DE GOVERNO DE UM PRESIDENTE DIGNO PARA QUE O IMPÉRIO SE FIZESSE OUVIR EXIGINDO A SUA RENÚNCIA.

Ver o original em As palavras são armas (clique aqui)

México

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  • joaompmachado in 'A Viagem dos Argonautas'
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A INQUIETANTE E PERSISTENTE IMOBILIDADE NA EUROPA. – A HISTÓRIA DE MELVILLE SOBRE A EUROPA

Restive Immobility – Melville’s Tale of Europe, por Mario Pianti

Selecção e tradução de Júlio Marques Mota

Revisão de Francisco Tavares

O texto Restive Immobility – Melville’s Tale of Europe é publicado em A Viagem dos Argonautas com a autorização do autor

Fonte: Mario Pianta, Restive immobility. Melville’s tale of Europe

Ver original em 'A viagem dos Argonautas' na seguinte ligação:

https://aviagemdosargonautas.net/2019/05/06/a-inquietante-e-persistente-imobilidade-na-europa-a-historia-de-melville-sobre-a-europa/

União Europeia

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  • Pensar Contemporâneo
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Emoções que causam doenças: 18 dores físicas causadas por emoções

 

A Dra. Susan Babel, psicóloga especializada em depressão induzida por trauma, nos diz que é ligeiramente possível que as emoções possam causar dor física crônica. Estudos recentes confirmam que certas dores físicas, além de estarem ligadas a lesões, podem estar levemente relacionadas a baixos estados emocionais, como estresse ou ansiedade. Descubra abaixo tudo sobre as emoções que causam doenças físicas.

Emoções que causam doenças: como as emoções se relacionam com a dor física?

Atualmente, ouvimos muito sobre quais são os fatores que nos levam todos os dias a manifestar todos os tipos de doenças físicas. Fala-se de má alimentação, fatores climáticos e ambientais, fatores genéticos, mas um dos fatores mais importantes é deixado de lado quando se fala de causas prováveis de doenças comuns: o fator emocional.

Nos últimos anos, a ciência concentrou-se muito para investigar a influência de nosso estado de espírito em nosso estado físico e, como poderia ser de outra forma, vários estudos já confirmaram que nossas emoções estão ligadas ao nosso estado físico, ainda mais do que poderíamos ter imaginado.

As emoções que causam doenças realmente existem, nosso corpo sempre emite uma reação de acordo com o que pensamos, sentimos e fazemos. Desta forma, a conexão mente-corpo é dada.

Pense bem … quando se sente estressado ou cansado demais, não sente que seu estômago se irrita, seus ombros se contraem ou sua cabeça parece um vulcão prestes a entrar em erupção...

Indivíduo

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Timor-Leste | Ramos Horta crítica burocracia da CPLP

José Ramos Horta criticou a burocracia da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). O diplomata timorense considera que, como organização pluricontinental, a CPLP não pode agir como se fosse regional.
“Em relação à CPLP, esta organização tem de refletir e de se redimensionar. O que tem sido feito, ao longo da sua existência, é que a CPLP está a replicar, a copiar a burocracia de organizações regionais, como a União Europeia, a ASEAN, a União Africana e organizações dos Estados americanos”, disse na terça-feira (30-05), na sua residência em Metiaut, Díli.
Para o ex-Presidente da República timorense, a burocracia da CPLP não reflete as condições reais de cada país membro desta organização lusófona, nomeadamente nas áreas das finanças, turismo e segurança.
“A CPLP não é uma organização regional. Não compreendo por que razão tem de ter reuniões de ministros das Finanças. Nem temos a mesma moeda. Cada um tem a sua moeda diferente. Não há dois países da CPLP com a mesma moeda. Neste caso, do que esses ministros vão conversar? Sobre o quê? Não entendo por que é que tem de haver reuniões ministeriais de turismo. Nem compreendo por que tem de haver reuniões de polícias. Estamos em realidades completamente diferentes”, referiu.
Horta sugeriu ainda que os Estados membros não percam tempo e recursos com reuniões que cabem a organizações regionais, focando-se nas áreas que em podiam trabalhar juntos, como a educação, a saúde e o combate à...

Timor Leste

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Portugal | PCP acusa Governo de querer desfazer "correlação de forças"

O secretário-geral do PCP acusou hoje o PS de estar a tentar "desfazer a atual correlação de forças" no parlamento e reiterou que o partido manterá a sua posição sobre a contabilização do tempo de serviço dos professores.

"O PS está a querer desfazer-se da atual correlação de forças e da força do PCP. Já todos compreenderam que é o calculismo eleitoral e a fixação pela maioria absoluta que leva o Governo a ameaçar demitir-se", afirmou Jerónimo de Sousa.
O líder comunista falava esta tarde na Amadora, no distrito de Lisboa, durante um almoço de militantes, que decorreu no refeitório de uma escola secundária.

Jerónimo de Sousa comentava desta forma a polémica gerada pela aprovação da recuperação integral do tempo de serviço congelado para os professores, em comissão parlamentar de educação, que levou o primeiro-ministro, António Costa, a anunciar na sexta-feira que o Governo se demitiria caso o parlamento aprovasse esta medida em plenário.



Durante a sua intervenção, o secretário-geral do PCP ressalvou que, apesar das ameaças de demissão do Governo, os comunistas serão "coerentes com a sua posição", ao contrário de outros partidos, como o CDS-PP.

"A posição do PCP é coerente, refletida e determinada ao contrário de outros, como o CDS, que, como se vê, simulam as suas posições ditadas por critérios de calculismo. Um taticismo em que a palavra dada é retirada, procurando navegar à bolina. Da parte do PCP mantemos a nossa posição"

Partido Comunista Português

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