mundo001Diversos pontos de vista sobre assuntos de caráter global/mundial.

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Chernobil mediático

Desde que Donald Trumnp foi eleito que a elite jornalística mundial propaga uma teoria da conspiração segundo a qual o Kremlin controla a Casa Branca. Um inquérito destruiu esta elucubração. Será que o círculo da razão se tornou paranóico?

24 de Março de 2019: um dia que deveria entrar na história como o domingo negro dos grandes meios de comunicação social. Em quatro páginas lapidares, o ministro norte-americano da Justiça acaba de resumir as conclusões do procurador especial Robert Mueller. Este investiga há mais de dois anos, com meios consideráveis, o suposto entendimento – coordenação, conluio ou conspiração – entre Donald Trump e o seu homólogo russo Vladimir Putin para falsear as eleições presidenciais americanas de 2016 em benefício do primeiro. Veredicto: «Definitivamente, as investigações não provaram que a equipa de campanha [de Trump] estivesse coordenada ou tivesse conspirado com o governo russo no quadro de actividades destinadas a interferir nas eleições» (ler o artigo de Aaron Maté na edição de Maio).

Robert Mueller, insuspeito de complacência com o multimilionário nova-iorquino, ao ponto de os democratas lhe votarem um verdadeiro culto (um sítio na Internet comercializa mesmo círios com a efígie de «Santo Robert Mueller», a 12,85 euros), acabava de desmentir, com a rapidez de um clique na tecla «enviar», as mais extraordinárias fake news da década, segundo as quais o presidente dos Estados Unidos estaria submetido à chantagem do Kremlin, ou mesmo...

Comunicação

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A Arte da Guerra A locomotiva USA da despesa militar mundial

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Segundo o Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz, de Estocolmo (SIPRI), em cada mês do ano passado, os Estados Unidos desperdiçaram 250 dólares por cada cidadão.

A despesa militar mundial – segundo as estimativas publicadas pelo SIPRI [1], em 29 de Abril - ultrapassaram os 1.800 biliões de dólares, em 2018, com um aumento em termos reais de 76% em relação a 1998. De acordo com esta estimativa, a cada minuto gasta-se cerca de 3,5 milhões de dólares em armas e exércitos em todo o mundo. Em primeiro lugar estão os Estados Unidos com uma despesa, em 2018, de 649 biliões. Este número representa o orçamento do Pentágono, incluindo operações militares no estrangeiro, mas não a totalidade da despesa militar dos EUA.

De facto, juntam-se outros elementos de carácter militar.
 O Departamento dos Assuntos dos Veteranos, que é responsável pelo pessoal militar aposentado, teve um orçamento de 180 biliões de dólares, em 2018.
 A comunidade dos Serviços Secretos, composta de 17 agências (entre as quais a mais famosa é a CIA), declara um orçamento de 81,5 biliões, que, no entanto, é só a ponta do iceberg dos gastos reais para operações secretas.
 O Departamento de Segurança Interna gastou 70 biliões em 2018, sobretudo para “proteger, com o serviço secreto, a nossa infraestrutura financeira e os nossos dirigentes mais destacados”.
 O Departamento de Energia gastou 14 biliões, correspondendo a metade de seu orçamento, para manter e modernizar o arsenal...

Guerra e Paz, USA

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Regimento Imortal desfila em Moscou celebrando memória dos heróis da 2ª Guerra Mundial (VÍDEO)

Participantes da marcha Regimento Imortal em Moscou, 9 de maio de 2018

© Sputnik / Maksim Blinov

Milhares de pessoas saíram às ruas em Moscou para participar da marcha do Regimento Imortal no Dia da Vitória, em homenagem ao 74º aniversário do triunfo sobre a Alemanha nazista em 1945.

A marcha visa eternizar a memória dos heróis da Grande Guerra pela Pátria (parte da Segunda Guerra Mundial, compreendida entre 22 de junho de 1941 e 9 de maio de 1945 e limitada às hostilidades entre a União Soviética e a Alemanha nazista e seus aliados). Os participantes da passeata caminharam pelo centro da capital, segurando cartazes e fotografias dos familiares que tomaram parte da guerra.

Pela primeira vez a marcha foi organizada na Rússia, em 2012. Posteriormente, a ação veio a ganhar popularidade por todo o mundo, com mais países se juntando a cada ano.

  • Foto oficial do Regimento Imortal em frente ao Monumento aos Pracinhas, no Rio de Janeiro
    © Sputnik / Sergei Monin
  • Familiares de combatentes se concentram na marcha do Regimento Imortal, no Rio de Janeiro
    © Sputnik / Sergei Monin
  • A cerimônia do Regimento Imortal no Rio
    © Sputnik / Sergei Monin
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© Sputnik / Sergei Monin
Foto oficial do Regimento Imortal em frente ao Monumento aos Pracinhas, no Rio de Janeiro


No Brasil, as passeatas decorreram no Rio de Janeiro e em São Paulo no passado dia 5 de maio, domingo.

Pela primeira vez, a marcha do Regimento Imortal decorreu no Brasil em 2017, em São Paulo.

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na...

Rússia

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ISRAEL CONTINUA A REPRESENTAR O PAPEL DE VÍTIMA …e a media ocidental reforça!

A recente escalada entre as forças armadas de Israel e as forças do Hamas e da Jihad Islâmica são mais um episódio da longa tragédia que assola a região.
Porém, as forças israelitas são sempre apresentadas como sendo as vítimas, como sendo sempre «obrigadas» a actuar em resposta a um ataque de fanáticos palestinianos, enviando mísseis artesanais.
Nada mais falso. Os ataques com mísseis dos militantes cercados, encurralados em Gaza, são antes uma RESPOSTA aos actos concretos dos militares israelitas alvejando civis, causando mortes e feridos, na ocasião de manifestações junto da fronteira de Gaza.
Porém, a media e os comentaristas em geral, estão sempre a omitir o facto fundamental de Gaza ser – por vontade israelita – um enorme gueto, o maior gueto que jamais existiu em toda a história do médio oriente, apenas comparável com o gueto de Varsóvia, povoado por judeus encurralados pelos nazis que ocupavam a Polónia. Tanto na dimensão, como nos sofrimentos causados, a comparação é adequada pois o longo martírio/genocídio da população de Gaza e dos territórios da Cisjordânia, é deveras chocante.
A política de apartheid contra a população palestiniana, perseguida pelo Estado de Israel, sempre acenando com a memória do Holocausto, tão facilmente aceite pelos outros Estados, é totalmente ocultada aos olhos do...

Israel

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Trump estende a mão a Cuba

 

Depois de ter tentado, em vão, desestabilizar a Venezuela, o Presidente Donald Trump propôs, em 2 de Maio, na Fox Business, uma abertura económica em Cuba se ela retirasse as suas tropas da República Bolivariana.

Nos últimos cinco meses, a Administração Trump evoca a presença de 300.000 soldados cubanos na Venezuela, entre os quais 25.000 nos Serviços de Inteligência. É, sempre segundo a Administração Trump, esta pressão que impediria 90% dos militares venezuelanos de apoiar o autoproclamado presidente Juan Guaidó.

Na realidade, qualquer pessoa que tenha visitado o país pode constatar que apenas a proteção próxima do Presidente da República, ou seja, menos de cinquenta pessoas, está confiada a Cubanos. Jamais houve tropas cubanas na Venezuela, tal como Havana muitas vezes repetiu. Como sempre, por força da repetição, a propaganda torna-se tão evidente para todos que nos perguntamos se os Estados Unidos são ainda capazes de distinguir o que fingem da realidade.

No decurso dos últimos meses, os Estados Unidos limitaram as transferências de divisas entre os emigrantes cubanos e a ilha. Também anunciaram a entrada em vigor das sanções em relação a firmas do Canadá e da União Europeia, adoptadas em 1996, mas continuamente adiadas.

A abertura económica dos EUA permitiria encontrar um responsável pelo fracasso do golpe de Estado de Juan Guaidó e voltar à razão com Cuba.

Ver original na 'Rede Voltaire'



Venezuela, USA, Cuba

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A União Europeia, no momento e no futuro

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Os cidadãos da União Europeia, que deverão eleger o seu parlamento a 25 e 26 de Maio, aprestam-se a fazer a pior escolha. Observando os seus problemas imediatos, eles hesitam entre as diversas prioridades. Mas, se pelo contrário, analisassem um extenso período da sua história, eles compreenderiam a origem dos seus problemas sociais, económicos e políticos e, sem qualquer dúvida, decidiriam de forma diferente.

Na sequência da Segunda Guerra Mundial, em 1947, o Embaixador George Kennan concebeu a política de contenção (containment[1] e o Presidente Harry Truman formou as instituições de segurança nacional (CIA, Comité conjunto permanente dos Chefes de Estado-Maior, Conselho Nacional de Segurança) [2].

Washington e Londres viraram-se então contra Moscovo (Moscou-br), o seu anterior aliado. Cogitaram criar uma nacionalidade anglo-saxónica comum e decidiram incorporar a Europa Ocidental ao seu estandarte criando para isso os «Estados Unidos da Europa», sob o seu controlo.

Tratava-se para eles de estabilizar a parte que ocupavam da Europa Ocidental, face à Europa Oriental ocupada pelos Soviéticos. Beneficiaram do apoio das burguesias, particularmente daquelas que haviam colaborado com o Eixo nazi, assustadas pela nova legitimidade dos partidos comunistas, principais forças vitoriosas ao lado da União Soviética.

Eles apoiaram-se no sonho de um alto-funcionário francês, Louis Loucheur: juntar-se à gestão do carvão e do aço necessários às indústrias de armamento...

União Europeia, Dossiê: União Europeia em reflexão

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Jared Kushner e o «deal do século»

 

O Conselheiro especial do Presidente Donald Trump, o seu genro Jared Kushner, foi encarregado de elaborar um plano de paz para o conflito israelo-regional. O anúncio desta proposta foi adiado muitas vezes e, finalmente, deveria ter lugar depois do Ramadão, em Junho de 2019.

Já quase todos os protagonistas denunciaram um método que ignora o Direito Internacional e pretende encarar o problema nos termos em que se coloca hoje e não naqueles em que foi postulado em 1948.

Ora, nenhuma solução pode funcionar sem o acordo de todas as partes envolvidas, mas o Conselheiro parece apostar mais nos povos do que nos dirigentes.

Convidado pelo Washington Institute for Middle East Policy, a 2 de Maio de 2019, Jared Kushner falou do seu plano, mas sem revelar o seu conteúdo preciso. Para surpresa geral, não descreveu uma fórmula mágica que deveria miraculosamente resolver um problema velho de 70 anos, mas, antes um meio de desbloquear a situação e permitir, em seguida, negociar essa solução.

Tratar-se-ia, pois, de violar o Direito Internacional para tomar nota do que os diferentes protagonistas fizeram de maneira ilegal durante estes 70 anos e de tornar uma solução de Direito possível; o que equivale a só reabrir as negociações uma vez aceite o facto consumado.





Ver original na 'Rede Voltaire'



Imperialismo, Palestina

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Claros-escuros, sfumato e golpes de matraca macronianos para o 1º de Maio

As manifestações do 1º de Maio em França, e em particular a de Paris, tiveram uma muito grande expressão de massas. Em Paris foram objecto de uma repressão policial sem precedentes. A classe dominante francesa teme os coletes amarelos, mas teme ainda mais a sua convergência com o movimento sindical.

No dia 2 de Maio do ano da graça de 2019, tratou-se de celebrar, com grande pompa, no castelo real de Amboise nas margens do Loire, o meio milénio do desaparecimento de Leonardo da Vinci – cuja suposta tumba estaria preservada, ao que parece, na capela do dito castelo. Nesta ocasião, sob o título de presidente honorário da fundação proprietária da modesta habitação, o conde de Paris, Jean d’Orléans, pretendente ao trono da França e descendente dos soberanos Luís XIII, XIV e XV (mas também, entre outras cabeças encabeleiradas e coroadas, do imperador Francisco I da Áustria, do duque Philippe Albert de Wurtemberg, da princesa Rose-Marie da Toscana, do rei Fernando VII de Espanha, do rei D. João VI de Portugal e do Imperador Pedro II do Brasil!), teve o insigne privilégio de receber o Presidente da República Francesa, Emmanuel Macron, bem como seu homólogo italiano, Sergio Mattarella. Beija-mãos às primeiras-damas, delicadas reverências e mesuras selectas a rigor …

Todos estes nobretes bem-nascidos, bem penteados, ornamentados, cheios de desprezo de classe por ” Jojo o colete amarelo” e pelos “desdentados”, vivem como parasitas, calafetados na sua bolha, mimados pelas suas...

França

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  • Jornal Tornado in 'O TORNADO'
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A institucionalização da ignorância

No início dos anos 80 a febre do momento entre boa parcela dos estudantes universitários e em certas camadas da classe média eram os grupos de ufologia inspirados em um livro intitulado “Eram os Deuses Astronautas”. Para os adeptos daquela onda, o autor do livro apresentava provas irrefutáveis de que os alienígenas existiam e que já haviam visitado a terra.

Os argumentos que me eram apresentados para sustentar tais teses me pareciam absolutamente ridículos, mas ao refutá-los, no entanto, sempre me vinham com a resposta de que eu não tinha o direito de contestar algo que eu sequer tinha lido.

Para escolher minhas leituras, sempre tive por critério conhecer minimamente o autor. No caso específico, ainda que não tivéssemos a internet na época, uma rápida pesquisa foi suficiente para descobrir que o tal Erich Von Daniken não era nada mais que um indivíduo que teve uma formação fundamentalista católica na sua juventude, com vocação para fanatismos, e com um passado repleto de condenações por furtos, fraudes e falsificações. Seu best-seller, devorado na época pela classe média, havia sido escrito na prisão. Ou seja, tratava-se de um indivíduo sem nenhuma formação ou conhecimento científico, mas extremamente hábil na arte de produzir farsas e iludir pessoas. Não valia a pena perder tempo com a leitura de seus livros.

Desta forma, nunca tive o menor interesse em ler qualquer coisa do farsante que incrivelmente ainda hoje prosa de arqueólogo, teórico e...

Brasil

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Maduro: Venezuela está se tornando livre do dólar americano

Dólar norte-americano (imagem de arquivo)
Quantos antes afirmaram essa intenção (Sadam, Gadaffi,...) acabaram assassinados.E Maduro ?)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que seu país esta ficando livre do dólar, apesar das autoridades do país terem liberalizado recentemente o mercado de câmbio.

Na terça-feira, um documento divulgado pelo Banco Central da Venezuela revelou que Caracas manteve sua política de liberalizar seu mercado de câmbio desde que introduziu venda e compra absolutamente livres de moedas estrangeiras, incluindo o dólar, em bancos comerciais.


"Estamos nos libertando das cordas, das chantagens e do dólar como um mecanismo financeiro. Um grande processo histórico está em andamento com as pessoas dizendo ao mundo — sim, somos capazes de produzir, viver e funcionar sem o dólar e sem o sistema financeiro do gringo", disse Maduro ao vivo em um canal estatal de TV nesta quarta-feira.

O presidente classificou as mudanças em curso de um processo de libertação do bloqueio dos EUA.

O governo venezuelano estabeleceu controle sobre todas as operações em moeda estrangeira no país desde 2003. Como resultado, um mercado ilegal de operações cambiais tomou forma no país, com sua taxa de câmbio excedendo a taxa de câmbio oficial em dezenas de vezes.

A Venezuela liberalizou as operações do dólar em agosto de 2018. No entanto, o sistema de...

Venezuela

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  • in 'Alpendre da Lua'
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Venezuela e o que (não) se diz dela! - IX

PORTUGAL PARTICIPA NO CONFISCO DE BENS À VENEZUELA


«O governo da República Portuguesa está envolvido, directa e indirectamente, na apropriação ilegal de pelo menos três mil milhões de euros de bens públicos da Venezuela a que o Estado venezuelano está impedido de recorrer para comprar medicamentos, alimentos e outros produtos de primeira necessidade para a sobrevivência da população do país. Dessa verba, 1359 milhões de dólares correspondem ao valor do ouro de Caracas extorquido pelo Banco de Inglaterra, com anuência dos países da União Europeia; e 1543 milhões de euros é a fatia de dinheiro confiscada pelo Novo Banco, uma entidade nacional que foi salva com dinheiro extraído dos bolsos dos portugueses e depois oferecida a um fundo abutre norte-americano.»

«Até prova em contrário, o governo de Portugal é parte responsável por estes actos – além do reconhecimento do golpe terrorista através do qual os Estados Unidos designaram o seu agente Juan Guaidó como “presidente interino” da Venezuela. Os portugueses continuam à espera de respostas concretas a perguntas directas sobre estas actividades governamentais praticadas à revelia e contra os interesses dos portugueses, sobretudo dos que vivem emigrados na Venezuela. Até agora só o silêncio tem respondido aos pedidos de esclarecimento, o que também não parece perturbar a comunicação mainstream que, assim sendo, só tem o que merece. Mas o silêncio governamental vai valendo com uma confissão de cumplicidade de Lisboa com os...

Venezuela

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Claros-escuros, sfumato e bastonadas macronianas no 1º de Maio

1
por Rémy Herrera

Neste 2 de Maio do ano da graça de 2019 celebra-se com grande pompa, no castelo real de Amboise, à beira do Loire, o meio milénio do desaparecimento de Leonard da Vinci – cuja presumida tumba estaria preservada, parece, na capela do referido castelo. Nesta ocasião, a título de presidente de honra da fundação proprietária daquela modesta residência, o conde de Pais, Jean d'Orléans, pretendente ao trono da França e descendente dos soberanos Luís XIII, XIV e XV (mas também, entre outras cabeças com perucas e coroadas, do imperador Francisco I da Áustria, do duque Philippe Albert de Wurtemberg, da princesa Rose-Marie de Toscane, do rei Ferdinando VII da Espanha, do rei João VI de Portugal e do imperador Pedro II do Brasil!), têve insigne privilégio de receber o presidente da República francesa, Emmanuel Macron, assim como seu homólogo italiano, Sergio Mattarela. Beija-mãos às primeiras damas, reverências delicadas e inclinações elegantes feitas com rigor...

Todos estes nobilitados bem nascidos, bem penteados, enfeitados, cheios de desprezo de classe pelos "coletes amarelos" e pelos "sem dentes", vivem como parasitas, calafetados na sua bolha, amimalhados pelas suas "forças de segurança" guardiãs da ordem estabelecida capitalista e voltadas contra o povo. Eles congestionam as vias de passagem para um mundo melhor. Aquele que queremos, nós, a imensa maioria. Aquele que acabaremos por construir. Aquele que apela à justiça, à razão, à própria...

França

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Autoridades venezuelanas responsabilizam EUA por morte de criança hospitalizada

Delcy Rodríguez e Jorge Arreaga denunciaram que as acções ilegais impostas pelos EUA contra a Venezuela são responsáveis pela morte de uma criança que aguardava por um transplante de medula óssea.

O bloquieo económico imposto pelos EUA à Venezuela provocou a morte de uma criança, facto classificado por Jorge Arreaza como «acção criminosa e desumana» Créditos / chile.embajada.gob.ve

Além da administração norte-americana, a vice-presidente executiva da Venezuela, Delcy Rodríguez, acusou ainda a extrema-direita venezuelana. No Twitter, Rodríguez escreveu esta terça-feira que «a administração dos EUA e os seus golpistas na Venezuela são responsáveis directos pela morte deste menino! Roubaram a CITGO [filial norte-americana da Petróleos de Venezuela (PDVSA)] para satisfazer os seus mesquinhos anseios imperiais e eliminaram nobres programas sociais para ajudar crianças no mundo concebidos no socialismo bolivariano».

Antes, pronunciou-se o ministro dos Negócios Estrangeiros, Jorge Arreaza, que sublinhou o facto de as acções ilegais e unilaterais promovidas pelos Estados Unidos – através do bloqueio económico e financeiro imposto à Venezuela – estarem a provocar sofrimento ao povo venezuelano, sendo isso uma medida para concretizar uma mudança de governo no país.

O bloqueio económico e financeiro imposto pelos EUA à Venezuela tirou a vida a um menino de seis anos que necessitava de um trasplante de medula óssea, informou Arreaza, que classificou o facto como uma «acção...

Venezuela, USA

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Pence mente para justificar agressão dos EUA, diz ex-vice-presidente venezuelano

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, gesticula durante o evento de criação da Força Espacial dos EUA.

© AP Photo / Evan Vucci

O ex-vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, acusou o governo dos Estados Unidos de construir falsas narrativas para justificar as agressões contra o país sul-americano.

A fala foi uma resposta ao vice-presidente dos EUA, Mike Pence, que acusou El Aissami de lavar dinheiro, se associando com grupos terroristas.


"O imperialismo pretende construir matrizes falsas para justificar a escalada de agressões e violações do direito internacional, o senhor Pence mente porque eles nunca podem provar nada de suas infâmias, não importa o quanto eles nos ameacem, nossa resolução é vencer!!" o ministro em sua conta da rede social Twitter.

Aissami afirmou que a Venezuela rejeita "todas as ameaças e mentiras proferidas pelo Vice-Presidente Pence, elas não nos farão render, recuar ou quebrar nossa vontade de ser livre e soberano, ali imperialismo e suas mentiras, aqui nós com nossa moral e nossa história revolucionária".

Da mesma forma, El Aissami disse que as ameaças feitas pelo vice-presidente dos EUA demonstram o desespero dos Estados Unidos, após o fracasso da tentativa de golpe contra o presidente Nicolás Maduro.

Ver o original em 'Sputnik Brasil' na seguinte ligação::

https://br.sputniknews.com/americas/2019050813837077-pence-mente-agressao-eua-venezuela/

Imperialismo, Venezuela

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Jornal israelense expõe detalhes do suposto 'acordo do século' dos EUA para Oriente Médio

Presidente dos EUA, Donald Trump, durante comício de campanha em Michigan, EUA, 28 de março de 2019

© AFP 2019 / Nicholas Kamm

O jornal israelense Hayom alega ter obtido um esboço das propostas do "acordo do século" americano para resolver o conflito entre Israel e Palestina, que supostamente tem circulado em torno da chancelaria de Israel.

A resolução em questão vem sendo processada pela administração Trump já há algum tempo, mas poucos detalhes foram divulgados à imprensa sobre seu conteúdo.

Segundo fonte anônima, que vazou a informação para o jornal Hayom, o documento será assinado por três partes - Israel, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e o movimento Hamas.


A publicação escreve que o acordo vai sugerir a criação de um Estado palestino nas terras da Cisjordânia e Faixa de Gaza, que será chamado de "Nova Palestina" e que as eleições democráticas serão realizadas dentro de um ano após sua criação para formar um governo, com cada palestino recebendo o direito de votar, sem especificar a estrutura política de um novo Estado.

Além disso, os assentamentos israelenses permanecerão sob o controle de Tel Aviv com a adição de vários outros territórios, que não foram especificados.

Tanto Israel quanto a Nova Palestina compartilharão Jerusalém como capital, enquanto o status quo em lidar com os locais sagrados na cidade permanecerá em seu Estado atual.

O suposto acordo americano afirma que a população árabe de...

Imperialismo, Israel

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Museu de Auschwitz acha peças com estampa de campo de concentração em site americano

Foto da placa no portão principal do antigo campo de concentração e extermínio nazista alemão Auschwitz
© REUTERS / Pawel Ulatowski

O Museu de Auschwitz-Birkenau, que fica na Polônia, onde antes de encontrava o campo de concentração nazista da Segunda Guerra Mundial, ficou indignado com o fato de um site americano vender minissaias e almofadas com estampa de uma época macabra.

Dentre os produtos oferecidos pelo site americano Redbubble, havia, por exemplo, uma minissaia com estampa de um crematório e uma almofada com estampa das vias férreas que levavam os prisioneiros para Auschwitz.

Você realmente acredita que vender produtos como almofadas, minissaias e bolsas com imagens de Auschwitz, um local de enorme tragédia humana onde mais de 1,1 milhão de pessoas foram assassinadas, é aceitável? Isso é bastante assustador e desrespeitoso

Redbubble também explicou no Twitter que os usuários independentes podem usar seu serviço para oferecer produtos com suas fotos. No entanto, a empresa concordou que tais produtos não deveriam aparecer em suas páginas.

"Obrigado por trazer isso para nossa atenção. A natureza deste conteúdo é inaceitável e não está alinhada às nossas...

USA, Holocausto

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  • Pensar Contemporâneo
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A empatia é frequentemente evitada por causa do esforço mental

As pessoas não querem sentir empatia a menos que achem que são boas nisso, diz estudo

Mesmo quando sentir empatia pelos outros não é financeiramente caro ou emocionalmente desgastante, as pessoas ainda irão evitá-la, porque elas acham que a empatia requer muito esforço mental, de acordo com uma nova pesquisa publicada pela American Psychological Association.

A empatia, a capacidade de compreender os sentimentos de outra pessoa, é muitas vezes vista como uma virtude que encoraja comportamentos de ajuda. Mas as pessoas geralmente não querem sentir empatia.

“Há uma suposição comum de que as pessoas sufocam sentimentos de empatia porque podem ser deprimentes ou caras, como fazer doações para caridade”, disse o pesquisador C. Daryl Cameron, PhD. “Mas descobrimos que as pessoas basicamente não querem fazer o esforço mental para sentir empatia em relação aos outros, mesmo quando isso envolve sentir emoções positivas.”

O estudo, que foi publicado online no Journal of Experimental Psychology: General®, incluiu 11 experimentos com mais de 1.200 participantes. Cameron liderou uma equipe de pesquisadores da Penn State University, onde ele é professor assistente de psicologia e da Universidade de Toronto.

Os pesquisadores projetaram uma “Tarefa de Seleção de Empatia” para testar se os custos cognitivos, ou o esforço mental, poderiam deter a empatia. Durante uma série de testes, os pesquisadores usaram dois baralhos de cartas, cada um com fotos sombrias de crianças...

Indivíduo

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Roubo do século? Hackers levam mais de US$ 40 milhões em bitcoins de corretora

Bitcoin quebrada (imagem ilustrativa)

A empresa Binance, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, informou nesta quarta-feira (8), que hackers roubaram US$ 40,7 milhões (R$ 160 milhões) em bitcoins de sua plataforma.

De acordo com uma publicação no site da corretora, o presidente-executivo Zhao Changpeng comunicou que a empresa sofreu um prejuízo de 7 mil bitcoins, que foram roubadas de uma única carteira através de uma variedade de técnicas, "incluindo phishing, vírus e outros ataques".

"Foi lamentável que não tenhamos conseguido bloquear este saque antes de ser executado. Uma vez executado, o saque acionou vários alarmes em nosso sistema. Interrompemos imediatamente todos os saques depois disso", lê-se no comunicado da empresa.

Apenas a carteira de bitcoins foi afetada e, segundo a empresa, apenas 2% do total dessa criptomoeda saíram prejudicadas. Enquanto o restante dos fundos está aparentemente seguro.


Para cobrir a perda, a Binance declarou que os fundos dos usuários serão protegidos por ativos de reserva, e que ninguém sairá no prejuízo.

A Binance ressaltou que todos os depósitos e saques da bolsa permaneceriam suspensos enquanto a empresa realizava uma minuciosa revisão de segurança, que, segundo estimativas, levaria uma semana.

Somente em 2018, US$ 950 milhões em moedas eletrônicas foram roubados de bolsas de criptomoedas e serviços de...

Ética, Segurança

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  • Vitor Dias in "O Tempo das Cerejas"
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É costume mas continua a ser inaceitável !

UE001
Notícias sobre
o meter o bedelho


Moscovici :
Costa «foi sábio e firme »
(sobre professores)

Juncker sobre o Brexit:
« La deuxième erreur que j'ai
commise, c'est d'avoir écouté le gouvernement britannique de Monsieur
[David] Cameron, a-t-il lancé. Parce que ce Premier
ministre de l'époque m'avait
demandé de ne pas intervenir
dans la campagne du référendum
sur le Brexit.
C'était une erreur
de ne pas intervenir
. Parce
que nous aurions été les seuls
à démonter les mensonges
proférés. J’ai eu tort de me
taire à un moment important.
»

Ver original em "O Tempo das Cerejas" (aqui)

União Europeia

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EUA teriam participado de plano para realojar nazistas na América, diz historiador

Medalha nazista

© Sputnik / А. Shadrin

O historiador argentino Abel Basti revelou que milhares de oficiais e líderes nazistas (incluindo o próprio Adolf Hitler) conseguiram se mudar para a América Latina e outras zonas do mundo depois da Segunda Guerra Mundial graças a um "plano" dos EUA de "absorver" o conhecimento alemão e o usar contra a União Soviética.

Abel Basti, autor de vários livros sobre o destino de Hitler após a queda do nazismo, disse à Sputnik Mundo que em 1945 houve um "pacto" entre o regime nazista e o governo dos EUA para permitir "a transferência para o Ocidente de pessoas, tecnologia, desenvolvimentos industriais e moeda" que pertenciam ao nazismo.

Em troca, os líderes do Terceiro Reich solicitaram que os EUA garantissem a "impunidade" de várias de suas figuras, começando no próprio Hitler.

Basti indicou que o objetivo dos EUA nesse acordo era aproveitar o conhecimento militar desenvolvido pelos nazistas, no âmbito da corrida armamentista que estava começando e que tinha na União Soviética seu principal concorrente.


Segundo o historiador, assim "os especialistas em guerra química, bacteriologia e mísseis", bem como "toda a rede de espionagem alemã" ficaram ao serviço de Washington no período do pós-guerra.

O processo de "transferência" das capacidades alemãs se estendeu além da década de 1950 e incluiu todo o continente americano, disse o especialista. Segundo ele, os governos dos...

Extrema direita

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  • Jornal Tornado in 'O TORNADO'
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Uma apresentação às lições sobre o fascismo e antifascismo

O professor Marcos Aurélio da Silva apresenta o livro ‘Nas trincheiras do ocidente: lições sobre o fascismo e antifascismo’, escrito por Gianni Fresu.

 

A obra, que se utiliza das contribuições teóricas e políticas de Gramsci e Togliatti, “nos conduz a um amplo e ao mesmo tempo rigoroso panorama não só da história do fascismo e do maior partido comunista do Ocidente (o PCI), mas também do próprio movimento comunista internacional”, segundo o apresentador.

Desvendado o fascismo e o antifascismo italiano na Itália[1]

O livro que Gianni Fresu dedica ao estudo do fascismo representa enorme contribuição para o aprofundamento dos conhecimentos sobre o tema em pelo menos dois domínios. São eles o da historiografia sobre o fascismo, que o autor percorre com apurado senso critico, fazendo ver os avanços e problemas de diferentes interpretações, e aqueles dos estudos gramscianos, especialmente favorecidos pela capacidade que demonstra o autor em relacionar o tema ao contexto histórico em que Gramsci forjou seu rico cabedal conceitual. Na verdade é mesmo a abordagem gramsciana que permite organizar as diferentes interpretações historiográficas, no mais das vezes de corte liberal, operando nelas uma espécie de superação dialética. Como realça Fresu, as interpretações liberais, inclinando-se a uma leitura fortemente reacionária, buscavam apresentar o fascismo como um simples parêntese da história européia (tese de Benedetto Croce, mas com muitos ecos fora...

Extrema direita

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'Armadilha dourada': como Rússia e China estão dispostas a pôr fim à hegemonia do dólar

Barras de ouro (imagem de arquivo)

© AP Photo / Michael Probst

Os analistas americanos entenderam finalmente por que é que a Rússia e a China estão comprando cada vez mais ouro: o objetivo de Moscou e Pequim é mudar as regras na economia global e pôr fim à hegemonia do dólar. A Sputnik explica como a Rússia e a China podem estar preparando uma armadilha econômica para o Ocidente.

Segundo os dados do Conselho Mundial do Ouro (WGC, na sigla em inglês), no ano passado os bancos centrais por todo o mundo compraram 651 toneladas de ouro, ou seja, 74% mais do que em 2017 – o maior volume desde 1971, quando os EUA abandonaram o padrão ouro. Metade desse volume foi comprado pelo Banco Central russo.


Hoje o Banco Central russo dispõe de 2.112 toneladas de ouro no valor de 87 bilhões de dólares (R$ 342 bilhões). Nos últimos dez anos, a cota-parte do ouro nas reservas russas aumentou de 3,5% para 18,6%, enquanto os investimentos em títulos do Tesouro dos EUA e dólares atingiram seu ponto mínimo. Como resultado, atualmente a Rússia ocupa o quinto lugar na lista dos países com maiores reservas de ouro.

O segundo lugar entre os maiores compradores de ouro pertence à China, que dispõe de 1.853 toneladas do ouro no valor de 76 bilhões de dólares (R$ 301 bilhões), tendo aumentado significativamente suas compras de ouro no fim de 2018. Um outro grande comprador de ouro é a Índia, cujas reservas deste metal...

Economia política

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ODiario.info » Espanha, ao serviço do imperialismo dos EUA

Lidia Falcón 07.Maio.19 

A derrota da mais recente tentativa de golpe por parte do fantoche Guaidó não só não terá detido a ofensiva dos EUA como irá provavelmente irá fazê-la assumir contornos ainda mais agressivos. É isso que há a esperar de fascistas como Bolton, Pompeo ou Elliott Abrams. E os governos que alinham ao lado dos EUA na criminosa ofensiva contra a Venezuela bolivariana serão tão responsáveis pelo que venha ainda a acontecer como os delinquentes instalados na Casa Branca.



O nosso governo é o mais fiel servidor do Departamento de Estado dos EUA. Reconhecer o golpista venezuelano Guaidó como legítimo presidente da Venezuela, aceitar um enviado deste como seu representante diplomático e agora alojar Leopoldo López e sua família na embaixada espanhola em Caracas excede em muito aquilo de que eu acreditava serem capazes Pedro Sánchez e o seu governo para cumprirem as ordens de Donald Trump.
Nunca na história das nossas relações internacionais, especialmente com a América Latina, os governos espanhóis, nem sequer os da ditadura, mostraram um servilismo, uma entrega tão absoluta aos desejos e ordens do império norte-americano.


E Sanchez não só aceitou esse fantoche de Guaidó que se autoproclama presidente da Venezuela, cargo para que ninguém o escolheu nem existe legislação nacional ou internacional que o sustente, como a propaganda oficial, expressa em repetidas declarações do Primeiro-Ministro e do seu ilustre ministro dos Estrangeiros, Josep Borrell...

Espanha, Venezuela

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  • A.Teixeira in 'Herdeiro de Aécio'
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PARECE QUE NEM O PASSADO É COMO NOS QUEREM CONTAR QUE FOI

Há poucos dias foi notícia que a taxa de desemprego nos Estados Unidos havia descido para índices como não havia noticia desde 1969. A satisfação da Administração Trump é compreensível e notória. Mas a questão aqui são as suas queixas recorrentes de que a comunicação social não dá valor a esses sucessos da sua governação, o que, sendo verdadeiro, não é nada de novo. Se regressarmos a 1969, o tal ano de referência da taxa de desemprego, aquilo que podemos encontrar de referências noticiosas sobre os Estados Unidos na edição de há precisamente 50 anos do Diário de Lisboa é um «acentuar da contestação», apesar de naquele país se estarem a registar taxas de emprego como nunca mais se voltariam a ocorrer nos 50 anos seguintes... Parece que o passado não é como nos querem contar que foi... Ou então, está-se a fechar o ciclo da moda que, há cerca de 25 anos, estabeleceu que tudo em política tinha a ver com economia («It's the economy, stupid!»). Não tem. Nunca teve. E com os tempos que se vivem na América de Trump é  facílimo perceber isso.  

 

Veja o original em 'Herdeiro de Aécio' na seguinte ligação::

http://herdeirodeaecio.blogspot.com/2019/05/parece-que-nem-o-passado-e-como-nos.html

Memória, USA

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