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Mulher "bomba" brasileira agride companheiro e destrói à marretada escritório em Cascais

Segurança


Uma cidadã brasileira, 36 anos, titular de carteira profissional emitida pela Ordem dos Advogados portuguesa, foi detida no dia 1º de maio, pela PSP, em Cascais, e viu confirmada a prisão preventiva pelo juiz de Instrução Criminal, depois de ter agredido à marretada o companheiro, um arquiteto, e de ter destruído totalmente o respetivo escritório, situado no primeiro andar de um edifício na área histórica de Cascais.

Momentos antes, a mulher, furiosa, arrombou a porta de entrada do escritório e partiu tudo, deixando um impressionante rasto de destruição.

O companheiro, um arquiteto, de 51 anos, que estava a almoçar, alertado para a presença da mulher, dirigiu-se ao escritório, tendo sido inicialmente agredido com uma marreta com cerca de 2,5 kg empunhada pela agressora, a qual depois de desarmada ainda o tentou atingir com um maçarico portátil.

Quando os agentes da 50ª Esquadra da PSP (Cascais), situada nas proximidades chegaram, o arquiteto, que apresentava ferimentos ao nível do rosto, ainda procurava proteger-se da agressora, na posse da qual os polícias encontraram ainda duas facas de cozinha, garrafas de álcool etílico, latas de spray, que usara para escrever palavras ofensivas na fachada do edifício e, também, um frasco de espuma vaginal que utilizou para tentar simular estar a ser vítima de um aborto espontâneo, tudo alegadamente adquirido numa loja chinesa do concelho de Sintra.

Detida e conduzida ao departamento policial, a mulher foi depois transportada pelos Bombeiros de Cascais à urgência psiquiátrica do Hospital de São Francisco Xavier, no Restelo, onde foi observada. Recebeu alta e regressou a Cascais mais tarde.

A mulher recebeu voz de detenção por violência doméstica e emigração ilegal, dado, aparentemente, estar em situação irregular nos últimos 17 dias.

Esta quinta-feira, ao final da noite, viu um juiz de Instrução Criminal de Cascais confirmar-lhe a prisão preventiva, tendo recolhido ao Estabelecimento Prisional de Tires.

Antecedentes

A mulher aguarda a vez de ser ouvida no Tribunal de Cascais
A relação entre a cidadã brasileira e o arquiteto terá começado no Verão do ano passado, depois de ambos terem travado conhecimento profissional em 2017.

Já quase no final do ano, o arquiteto terá tomado conhecimento de que a companheira estaria grávida e ambos decidiram passar a viver juntos, partilhando a relação intima, dividida entre um quarto alugado, em Carcavelos, e a habitação da mulher, em Santarém.

Depois de um curto período de Férias em Pernambuco, no Brasil, o casal regressou a Portugal, tendo a mulher abortado espontaneamente no Hospital de Santarém, em finais de janeiro último.

Posteriormente, o casal alugou um apartamento em Massamá, onde terá passado a viver.

Agredido ao volante

Aparentemente, foi em março último que, em circunstâncias desconhecidas, as agressões da cidadã brasileira contra o companheiro começaram.

O arquiteto relatou às autoridades que foi agredido com o espelho retrovisor do veículo que conduzia, no centro de Cascais, na sequência de uma discussão entre o casal.

Estragos no escritório de arquitetura em Cascais
Já posteriormente, em finais de abril, no escritório, em Cascais, a mulher recorrendo a diversos objetos, nomeadamente jarros e candeeiros, lançou-os contra o companheiro, provocando-lhe ferimentos que o conduziram à urgência do Hospital de Cascais.

Na unidade hospital, por vergonha, o arquiteto terá omitido a origem dos ferimentos, alegando uma queda e ter-se cortado, depois de uma discussão com a companheira.

A cidadã brasileira é, ainda, suspeita de ter esfaqueado, em março último, o empregado de um estabelecimento de restauração, no largo de Camões, em Cascais.
                            04 maio 2019

Ver o original em "CASCAIS24" na seguinte ligação::

http://www.cascais24.pt/p/blog-page_531.html

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