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Another Lisbon Story

Ciclo cinema-debate

Sexta feira, 26 de janeiro 2018, 21.15h

na Casa da Sopa, Parede

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com a presença do realizador Claudio Carbone

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'Another Lisbon Story'

Um filme de: Claudio Carbone
Montagem de: Leonardo Botta
Fotografia de: Claudio Carbone
Mùsica de: André David cargocollective.com/andre_david
Color correction: Silvia Pierattini
Com a colaboração de: GESTUAL “Grupo de Estudos Sócio-Territoriais e de Acção Local”
Página Facebook: facebook.com/Another-Lisbon-Story-Documentario-1761714270711412/?fref=ts

O filme sublinha as responsabilidades atuais do arquiteto no planeamento urbano, decifrando e debatendo modos de ação e inovação frente aos desafios urbanos futuros.
Junto ao aeroporto da Portela em Lisboa, os moradores de um pequeno bairro são parte ativa das decisões do lugar onde vivem. As suas casas refletem a ausência de uma política de habitação nos últimos anos, o que as obriga a encontrar os seus próprios meios para solucionar o problema da falta de uma habitação condigna.

Participação livre.

Estão convidados a participar e a conversar com o autor, na próxima sexta feira.

Todos são bem vindos.

Algumas notícias sobre o Bairro da Torre:

https://www.publico.pt/2016/12/14/sociedade/noticia/no-bairro-da-torre-vivemos-na-escuridao-1754712

http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/bairro-da-torre-200-pessoas-sem-agua-luz-ou-saneamento-as-portas-de-lisboa/594583f40cf2202a65415fff

http://www.destak.pt/artigo/293617

https://www.tsf.pt/sociedade/interior/assembleia-municipal-pede-geradores-e-combustiveis-para-o-bairro-da-torre-9004976.html

Casa da Sopa:

 

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Ex-presos políticos ajudam a instalar Museu Nacional da Resistência

mw 768A Plataforma Cascais orgulha-se de ter participado, em conjugação com o Movimento "Não Apaguem a Memória" (NAM) e com a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), no movimento para a defesa do Museu da Resistência e da Memória no Forte de Peniche.

Aparentemente há esperança de que não suceda com este símbolo da ditadura fascista o mesmo que com outros referenciais como a sede da PIDE.

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Assinalando a morte de ARY (07-12-1937 / 18-01-1984)

Poeta castrado não!

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Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:

(...)

Serei tudo o que disserem por temor ou negação:
Demagogo
mau profeta
falso médico
ladrão
prostituta
proxeneta
espoleta
televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

 


 

Texto do jornalista Baptista Bastos publicado no «Diário Popular» de 19 de Janeiro de 1984

Ary dos Santos

«Ary dos Santos morreu com 46 anos, cheio de álcool, de solidão e amargura. O álcool, a esse, não escondia: bebia imoderadamente, gregário ou desacompanhado.
A solidão e a amargura, essas, tentava escondê-las, esquecê-las, mergulhando num oceano de palavras, de frases, de locuções, de imagens – para, depois, emergir desse turbilhão com poemas e cantigas, cantigas e poemas que reflectiam um tempo, uma época, um amor, um encontro ou um desencontro; uma furtiva lágrima, uma precária felicidade.
Mas a essa onda de solidão e de amargura Ary dos Santos opunha o seu vozeirão e impunha as palavras como bandeiras desfraldadas:

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GRIPE. Centros de Saúde de Cascais abertos até às dez da noite

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Proposta de António Arnaut e João Semedo prevê ampla revisão do SNS

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Publicado no Diário de Notícias

A proposta da nova Lei de Bases da Saúde, de António Arnaut e João Semedo, defende a revisão do valor e das modalidades do financiamento do Serviço Nacional de Saúde e a discriminação positiva na prevenção da doença.

No documento hoje enviado à Lusa e intitulado "Salvar o SNS", os seus autores, António Arnaut, criador do Serviço Nacional de Saúde (SNS), e o antigo coordenador do Bloco de Esquerda João Semedo, esclarecem que "a grande e principal motivação política" desta proposta "é fazer regressar o SNS aos seus valores e princípios fundadores e constitucionais".

Ou seja, "o direito à saúde para todos e assegurado pelo Estado através do SNS. Um SNS universal, geral e gratuito, de gestão integralmente pública, cuja prestação de cuidados obedeça a padrões de qualidade e humanidade e que se relacione com as iniciativas privadas e sociais na base da complementaridade e não da concorrência".

A este propósito, os autores lembram que em 2016 o SNS pagou aos seus fornecedores e prestadores privados mais de 5 mil milhões de euros, estimando-se que entre 1,5 e 2 mil milhões de euros correspondam a serviços e prestações de saúde que o SNS "poderia e deveria assegurar sem necessidade de recorrer a prestadores privados".

"Em resumo - escreve o médico João Semedo -- o que pretendemos é uma Lei de Bases da Saúde em linha com a lei do SNS, a lei Arnaut de 1979", traduzindo e incorporando as mudanças ditadas pelo modernidade e pela evolução da medicina e das ciências da saúde.

A proposta defende o regresso à gestão da administração pública e ao respeito das carreiras, contratos e direitos laborais e a reforma dos modelos de organização, funcionamento e articulação das unidades do SNS e destas com a comunidade.

Neste capítulo, da Organização do SNS, os autores defendem que em cada concelho pode existir e funcionar uma comissão concelhia de saúde, e que a lei pode prever a criação de modelos organizativos de coordenação e articulação entre unidades de saúde do SNS de uma determinada área geográfica, designados por sistemas locais de saúde

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BOM NATAL E FELIZ 2018

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A qualidade da democracia e os processos de descentralização

Miguel OliveiraMiguel OliveiraA qualidade da democracia mede-se pela capacidade de participação cidadã na gestão da coisa pública. Neste sentido, poder-se-á afirmar que a qualidade da democracia portuguesa, especialmente no que se refere às dinâmicas locais e regionais, é de forma geral fraca, o que reforça as tendências centralistas.

Desde logo pela falta de controlo democrático das populações relativamente aos órgãos de decisão detentores de reais capacidades financeiras, especialmente no que se refere ao desenvolvimento regional. As CCDRs não são objecto de sufrágio, não apresentam um programa de medidas ou de linhas de acção passíveis de avaliação por parte dos putativos destinatários, não são objecto de avaliação livre e directa; em suma, mantêm-se numa zona de sombra difusa em relação à sua própria legitimidade de assumirem os destinos do desenvolvimento regional face aos cidadãos.

A uma escala menor, o mesmo se passa com as CIMs; menor não pela forma de actuação, mas tão só porque as disponibilidades financeiras são substancialmente menores e, consequentemente a sua capacidade de condicionamento dos destinos locais mais reduzida.

Nos órgãos de administração local onde o controlo democrático é exercido, os concelhos são os únicos com reais capacidades de intervenção ao nível do desenvolvimento local, já que as freguesias têm tão poucas competências próprias que só uma hipotética lógica de “proximidade” às populações ainda pode ser usada como justificação para a sua existência. Hipotética, porque a constituição das freguesias enquanto unidades de apoio local às populações foi estabelecida num tempo histórico em que as distâncias impunham isolamento. Hoje isso não se verifica. Junta-se à sua ausência de reais competências, a fortíssima dependência financeira em relação à Câmara Municipal local, que está, por via de regra, mais interessada no reforço das suas competências e capacidades de intervenção que na partilha das responsabilidades de gestão e dos fundos correspondentes.

Com a extinção dos Governos Civis, desapareceu a única razão de manutenção de uma divisão administrativa baseada nessas unidades (Distritos). No momento presente, a única função dos distritos consiste na equivalência a círculos eleitorais. Contudo, um voto em Portalegre vale o dobro que um voto em Lisboa, o que reduz substancialmente a abrangência da noção de igualdade dos cidadãos entre si.

Neste sentido, o aumento da qualidade da democracia portuguesa, local e regional, tem de passar obrigatoriamente pela reforma profunda da administração local, dando coerência a uma rede de órgãos com competências de decisão e de gestão, dotadas dos fundos necessários à prossecução dos seus objectivos (que são os de proporcionar qualidade de vida aos seus concidadãos), sem restrições prévias relativas ao número final, tal como sucedeu com a pretensa Reforma do Relvas. Não é importante saber, neste estado da arte, se devem existir 1000, 2000, 3000 ou 10000 freguesias; nem se o número de concelhos deve ser de 300. O que importa é garantir que as competências sejam atribuídas (ao nível nacional, regional e local) em função da eficácia e da eficiência em cada um dos níveis de gestão territorial, cujos órgãos de governação deverão ser objecto de controlo democrático por parte das populações aos seus diversos níveis.

O que não faz sentido é a co-existência de órgãos sem poderes, mas sujeitos ao controlo democrático, e de órgãos com poderes muito reforçados, mas relativamente aos quais não é exercido qualquer controlo democrático.

Num momento em que tanto se fala de regionalização, descentralização, municipalização ou qualquer que seja o termo utilizado para se referir à passagem de competências do nível central para o regional/local, é urgente a clarificação do modelo de enquadramento teórico e prático da questão.

Portugal é um país de dimensão reduzida, o que reduz a existência de níveis de eficácia e eficiência, numa perspectiva de economia de escala, se se optar pela transferência massiva de competências para órgãos de abrangência limitada; importa sim, garantir um acesso de níveis de qualidade equivalentes em todo o território nacional.

Miguel Oliveira – membro do secretariado distrital de Lisboa do BE

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50 adeptos ruidosos em WC sobre leito de cheia fazem despoletar insegurança em bancada do Estádio Municipal do Estoril

Segurança

Por Redação

Aconcentração maciça e ruidosa de mais de 50 adeptos na casa de banho da bancadanorte do campo do Estoril, aliada à vulnerabilidade do solo- em leito de cheia-poderão estar na origem das fissuras no chão e nas paredes que, estasegunda-feira, culminaram na suspensão da segunda parte do jogo entre a equipado Estoril e do Futebol Clube do Porto, apurou Cascais24.

 

No entanto, só no final da semana, porventura estasexta-feira, deverá ser conhecido o parecer dos técnicos do LaboratórioNacional de Engenharia Civil (LNEC) relativo às condições de segurança dabancada norte do Estádio Municipal António Coimbra da Mota, cujo projeto foi deautoria de uma empresa da região Centro do País, com construção, imposta pela UEFA,a cargo da Arouconstrói, empresa de montagem de pré-fabricados com sede em Arouca.

 

 

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Radicais Livres: A contestação social no Irão.

Na Antena Um há um programa de opinião que merece a pena ouvir.   É o "Radicais Livres" em que Ruben Carvalho e Jaime Nogueira Pinto conversam animadamente sobre temas atuais à luz da sua compreensão histórica. "Porque é preciso recuar para ver de forma mais abrangente" com moderação de Rui Pego.

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Sobre este programa escreveu Francisco Louçã :"O confronto ou conversa de ideias, que é de culturas, entre um homem de direita radical (Nogueira Pinto criticava o salazarismo exigindo mais império e, depois do 25 de Abril, fez parte de organizações que procuravam restabelecer o regime anterior), e um comunista empenhado (foi um dos organizadores da Festa do Avante e é membro da direcção do PCP), também pode ser visto como uma raridade e até um risco para ambos. Desse risco resulta um programa que informa e deixa pensar. Tanto melhor."

No espírito de abertura e pluralismo inteligente que anima a Plataforma, iremos dando conta de alguns dos temas abordados sugerindo a sua audição como contributos de reflexão (clique sobre o título para ouvir):

A contestação social no Irão.
6 de janeiro de 2018, 01:00

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Recomeça...

Foreign Earned Income Exclusion for 2018

Recomeça….

Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças…

Miguel Torga

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